Tariff-jumping doesn’t prove that tariffs work







Com novo álbum, “Elephant in the Room”, acabado de sair, Richie Campbell volta à maior sala do país, a lisboeta Meo Arena, no final do ano


Evento em destaque: O Governo vai voltar a disponibilizar apoios à compra de veículos elétricos em Portugal, com a abertura de candidaturas a acontecer esta quinta-feira. Depois de os incentivos anteriores terem esgotado rapidamente, surge agora uma nova fase do programa, financiada pelo Fundo Ambiental, com uma dotação inicial de 10 milhões de euros. Saiba mais aqui.
Outros eventos em foco:
Ebola is rare and unlikely to cause a pandemic. Despite this, the World Health Organisation has declared the Ebola outbreak in the Democratic Republic of the Congo and Uganda a public health […]
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A Noite Branca vai regressar a Guimarães no dia 18 de julho, anunciou o presidente da Câmara, Ricardo Araújo.
Segundo o Grupo Santiago, que cita o autarca, o executivo vimaranense já tinha anunciado o regresso da Noite Branca, mas a data só foi revelada, no início desta semana, em declarações após a reunião de Câmara quinzenal.
De acordo com a mesma fonte, p programa do evento será divulgado brevemente.
“Estamos a cumprir com o objectivo de reforçar a programação no espaço público, dinamizar a cidade, as atividades comerciais e a zona urbana com uma programação exigente e atrativa para os vimaranenses e para aqueles que nos querem visitar”, disse Ricardo Araújo.
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Starmer has issued a three-month ultimatum for major technology firms to implement client-side scanning; so that all content on all digital devices sold or used in the UK can be scanned using […]
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Entre o Primavera Sound Porto, que decorre esta semana, e o final do verão, há festivais para todos os gostos de norte a sul do país e na Madeira e Açores. Neste guia de festivais de verão 2026 reunimos os cartazes, os preços dos bilhetes e a informação que precisa mesmo de saber sobre cada um deles

“A população está cansada de frases de efeito, improviso e promessas simplistas na área da segurança pública. O que as pessoas querem é resultado concreto, proteção no cotidiano e políticas que funcionem de verdade. O período eleitoral é uma oportunidade importante para elevar a qualidade desse debate”, afirmou Carolina Ricardo, diretora-executiva do Sou da Paz.
A agenda de propostas apresenta ações aplicáveis nos âmbitos estadual e federal e é organizada em cinco eixos prioritários: proteção de meninas e mulheres; fortalecimento das polícias; enfrentamento ao crime organizado; redução dos roubos; e retirada de armas ilegais de circulação.
As propostas destacam a valorização dos profissionais de segurança, o fortalecimento da investigação criminal, o uso responsável de tecnologia, a integração entre instituições e o combate ao tráfico de armas.
Dados da pesquisa “O que pensa a população brasileira sobre segurança pública”, do Sou da Paz, mostram que 94% da população reconhece algum grau de violência na cidade onde vive, mais da metade (53%) evita sair à noite e um terço (31%) evita o uso de celular na rua, como forma de autoproteção.
“A sociedade quer firmeza, mas quer firmeza que funcione. Existe uma maioria favorável a soluções inteligentes, ao uso de tecnologia, à investigação e à profissionalização das polícias. O desafio agora é transformar essa demanda social em compromisso político concreto”, explica Carolina.
A pesquisa mostra ainda que, para 82% das pessoas, as câmeras corporais são tecnologias que protegem os bons policiais e produzem provas contra criminosos; 73% acredita que mais armas significam mais mortes e mais violência; e 65% avalia que não é preciso mais policiais, e sim de uma polícia melhor e mais preparada.
Ainda sobre soluções mais eficazes, Carolina destacou a necessidade, por exemplo, de ampliar o olhar sobre o crime organizado, que não se restringe ao tráfico de drogas. “É preciso trazer o sistema financeiro para o debate, fazer investigação financeira e combate à lavagem de dinheiro.”
Segundo dados compilados na agenda eleitoral, o crime organizado movimentou mais de R$ 350 bilhões nos últimos três anos, incluindo atividades como a venda de combustíveis, garimpo ilegal e contrabando de cigarros e bebidas alcoólicas.
Além de atingir os territórios, segundo o Sou da Paz, o crime organizado ataca o Estado Democrático de Direito ao se infiltrar na administração pública e na política, o que resulta em violência e falta de confiança da população nas instituições.
“Essa presença se reflete num crescimento de 335% de casos de violência política no Brasil nos últimos três anos - somente nos primeiros meses de 2022, foram 45 homicídios”, diz trecho da agenda.
Uma das ações propostas na agenda é o fortalecimento da integração e cooperação entre instituições como Receita Federal, Polícia Federal, Banco Central, Ministério Público e polícias estaduais, além de cooperações internacionais, propiciando estratégias de atuação conjunta contra a lavagem de dinheiro e os diversos mercados ilícitos.
Outra medida é o reordenamento da ação policial, priorizando investigações, investimento em inteligência e fortalecimento de perícias, com objetivo de asfixiar as organizações em suas bases financeiras e de comando. Para o Sou da Paz, as operações de incursão territorial devem ser consideradas de forma excepcional, somente se houver condições de segurança reais para a população e os policiais.
“A população está cansada de frases de efeito, improviso e promessas simplistas na área da segurança pública. O que as pessoas querem é resultado concreto, proteção no cotidiano e políticas que funcionem de verdade. O período eleitoral é uma oportunidade importante para elevar a qualidade desse debate”, afirmou Carolina Ricardo, diretora-executiva do Sou da Paz.
A agenda de propostas apresenta ações aplicáveis nos âmbitos estadual e federal e é organizada em cinco eixos prioritários: proteção de meninas e mulheres; fortalecimento das polícias; enfrentamento ao crime organizado; redução dos roubos; e retirada de armas ilegais de circulação.
As propostas destacam a valorização dos profissionais de segurança, o fortalecimento da investigação criminal, o uso responsável de tecnologia, a integração entre instituições e o combate ao tráfico de armas.
Dados da pesquisa “O que pensa a população brasileira sobre segurança pública”, do Sou da Paz, mostram que 94% da população reconhece algum grau de violência na cidade onde vive, mais da metade (53%) evita sair à noite e um terço (31%) evita o uso de celular na rua, como forma de autoproteção.
“A sociedade quer firmeza, mas quer firmeza que funcione. Existe uma maioria favorável a soluções inteligentes, ao uso de tecnologia, à investigação e à profissionalização das polícias. O desafio agora é transformar essa demanda social em compromisso político concreto”, explica Carolina.
A pesquisa mostra ainda que, para 82% das pessoas, as câmeras corporais são tecnologias que protegem os bons policiais e produzem provas contra criminosos; 73% acredita que mais armas significam mais mortes e mais violência; e 65% avalia que não é preciso mais policiais, e sim de uma polícia melhor e mais preparada.
Ainda sobre soluções mais eficazes, Carolina destacou a necessidade, por exemplo, de ampliar o olhar sobre o crime organizado, que não se restringe ao tráfico de drogas. “É preciso trazer o sistema financeiro para o debate, fazer investigação financeira e combate à lavagem de dinheiro.”
Segundo dados compilados na agenda eleitoral, o crime organizado movimentou mais de R$ 350 bilhões nos últimos três anos, incluindo atividades como a venda de combustíveis, garimpo ilegal e contrabando de cigarros e bebidas alcoólicas.
Além de atingir os territórios, segundo o Sou da Paz, o crime organizado ataca o Estado Democrático de Direito ao se infiltrar na administração pública e na política, o que resulta em violência e falta de confiança da população nas instituições.
“Essa presença se reflete num crescimento de 335% de casos de violência política no Brasil nos últimos três anos - somente nos primeiros meses de 2022, foram 45 homicídios”, diz trecho da agenda.
Uma das ações propostas na agenda é o fortalecimento da integração e cooperação entre instituições como Receita Federal, Polícia Federal, Banco Central, Ministério Público e polícias estaduais, além de cooperações internacionais, propiciando estratégias de atuação conjunta contra a lavagem de dinheiro e os diversos mercados ilícitos.
Outra medida é o reordenamento da ação policial, priorizando investigações, investimento em inteligência e fortalecimento de perícias, com objetivo de asfixiar as organizações em suas bases financeiras e de comando. Para o Sou da Paz, as operações de incursão territorial devem ser consideradas de forma excepcional, somente se houver condições de segurança reais para a população e os policiais.


A inclusão de Viana do Castelo no festival Vaudeville Rendez-Vous é a principal novidade da programação de 2026, entre 15 e 18 de julho, com um total de 18 espetáculos, cerca de 40 sessões e oito estreias nacionais.
Na apresentação pública da edição deste ano, no coreto do jardim público da cidade, o diretor artístico do festival, Bruno Martins, adiantou que no primeiro dia do festival a capital do Alto Minho recebe o espetáculo “Tenet”, pelo coletivo catalão Eunoia Kolektiva às 22:00, na Porta Mexia Galvão.
Oito acrobatas e um músico dão corpo a um espetáculo que combina a linguagem acrobática com dramaturgia visual. “Tenet” pode ainda ser visto nos dias 16 de julho, às 22:00, no Claustro do Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães, e no dia 17 de julho, às 22:00, na Praça Municipal de Braga.
“Não estamos apenas a programar espetáculos que questionam e exploram os processos de transformação do mundo contemporâneo, estamos também a transformar o próprio festival. A entrada de Viana do Castelo neste projeto representa um passo muito significativo, porque aquilo que durante anos foi pensado a partir da lógica do Quadrilátero Cultural passa agora a afirmar-se como um verdadeiro Pentágono Cultural”, sustentou.
O Pentágono Cultural – anteriormente Quadrilátero – juntou Viana do Castelo a Braga, Guimarães, Vila Nova de Famalicão e Barcelos e tem como objetivo projetar o Minho a nível nacional e internacional, com descontos para os portadores de um cartão que abrange os cinco municípios.
A edição 2026 do Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous, promovido pelo Teatro da Didascália, vai contar com a participação de “cerca de duas dezenas as companhias e artistas nacionais e internacionais”
Entre as oito estreias nacionais está o espetáculo “Thaumazein”, da companhia francesa H.M.G., que será apresentado pela primeira vez em Portugal no dia 17 de julho, às 22:00, sendo o único espetáculo programado para um espaço fechado: o Theatro Gil Vicente, em Barcelos.
Outra das estreias nacionais é “Ákri”, de Manel Rosés Moretó, um espetáculo falado em castelhano que se estreia no dia 16 de julho, às 22:00, na Praça D. Maria II, em Vila Nova de Famalicão. Pode ainda ser visto, no dia 17 de julho, às 22:00, na Residência Universitária do Centro Académico Viana do Castelo, e no dia 18 de julho, no Polidesportivo da Quinta do Aparício, em Barcelos.
De França, chega “Anitya – L’impermanence”, de Inbal Ben Haim. Estreia-se dia 16 de julho, no Parque da Ponte (junto à capela), em Braga. No dia 18 de julho, às 22:00, é a vez da Praça de Pedra do Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães, receber o espetáculo.
No dia 16 de julho, às 22:00, o Polidesportivo da Quinta do Aparício, em Barcelos, acolhe “Fragmentos”, da companhia La Víspera, que pode ser visto no dia 17 de julho, às 22:00, no Claustro do Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães e, no dia 18 de julho, na Praça D. Maria II, em Vila Nova de Famalicão.
Outra das estreias nacionais é “Hot Dog”, da companhia francesa Le Galactik Ensemble, que será apresentado no dia 17 de julho, às 19:00, no Jardim do Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães e, no dia 18 de julho, às 11:00, no Jardim da Biblioteca Municipal, em Viana do Castelo.
Já em “Início do Fim”, uma coprodução do Vaudeville Rendez-Vous, é explorado o tema da “libertação” através da desconstrução da figura do ‘clown’, por Leonardo Ferreira (da Cia Errância).
O espetáculo pode ser visto dia 16, às 22:00, na Porta Mexia Galvão, em Viana do Castelo, dia 17 de julho, às 22:00, na Praça D. Maria II, em Vila Nova de Famalicão, e dia 18, às 22:00, na Praça Municipal, em Braga.
Da “programação constam ainda três espetáculos-percurso que prometem uma experiência diferenciadora por parte do público”, como “How Much We Carry?”, da Cirque Immersif, em que o público é convidados a acompanhar a dupla de artistas que com a percha acrobática e em desequilíbrio permanente vai percorrendo locais do quotidiano. No dia 16 de julho, o ponto de encontro é às 19:00, na Praça da República, em Viana do Castelo. No dia 17 de julho, será às 19:00, no Largo São João do Souto, em Braga. No dia 18 de julho, às 11:00, na Alameda D. Maria II, em Vila Nova de Famalicão, e às 19h00, no Largo Cónego José Maria Gomes, em Guimarães.
Outra das propostas do festival é “The Place”, com estreia nacional agendada para dia 16 de julho, às 19:00 com ponto de encontro no Museu Alberto Sampaio, em Guimarães. No dia 17, o espetáculo pode ser visto em Vila Nova de Famalicão, com ponto de partida em frente à Câmara Municipal. Já no dia seguinte, 18 de julho, é a vez de Barcelos receber o espetáculo, com saída do Parque dos Poetas.
No âmbito dos espetáculos-percurso, o Vaudeville Rendez-Vous acolhe a estreia nacional de “Qui Vive”, para ver dia 17 de julho, às 19:00, com ponto de encontro na Zona ribeirinha (junto ao parque estacionamento do Centro Cultural), em Viana do Castelo e, no dia 18 de julho, às 19:00, tendo como ponto de encontro a Alameda D. Maria II, em Vila Nova de Famalicão.
O festival conta com uma nova linha de programação, dedicada aos artistas emergentes, apelidada de “Circo Escondido”, que selecionou, através de candidaturas abertas, cinco projetos que serão apresentados nas cinco cidades do festival e que só vão ser anunciados no próprio dia, por SMS ou e-mail enviados pela organização aos participantes inscritos.
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In 2023, Doc Malik interviewed Dean Patterson, a leading consultant cardiologist in Guernsey, who had his medical licence suspended by the General Medical Council pending the outcome of fitness to practice proceedings. […]
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