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"Presença dos EUA nas Lajes ajuda a afirmar soberania"

11 June 2026 at 19:27
José Manuel Bolieiro diz que Governo Montenegro "tem procurado afirmar-se como reformista", mas "xadrez político" é limitação. Defende a presença dos EUA nas Lajes, mas também revisão de acordo de uso

© EDUARDO COSTA/LUSA

André Ventura vira o disco e toca o mesmo?

11 June 2026 at 18:35
Ventura dá o dito por não dito à prestação única em troca de revisão constitucional. Já Seguro serviu autoajuda morna no 10 de Junho, perdendo-se em Camões e numa "ambição" sem rumo nem destinatários

Portugal está sob uma cortina de medo? — Debate

11 June 2026 at 12:26
António José Seguro foi aos Açores para o primeiro 10 de Junho enquanto Presidente. Entre os discursos destaca-se o de Miguel Monjardino sobre a situação internacional com alerta à "grande ruptura".

11 de junho, Geldof é distinguido pela luta contra a fome em África

11 June 2026 at 00:01
A 11 de junho de 1986, o irlandês Bob Geldof recebe a mais alta comenda dada pela rainha da Inglaterra: ‘Cavaleiro da Ordem do Império Britânico’. Esta distinção resulta da luta do músico, ativista que combateu a fome em África e que mantém viva a esperança de erradicar esse mal. O músico e compositor, responsável […]

Discurso de Seguro no 10 de junho: realista ou populista?

11 June 2026 at 09:56
Pedro Frazão (CH) diz que António José Seguro foi o "maior populista de centro do país". Francisco César (PS) elogia o discurso do Presidente da República por ter tocado em vários pontos importantes.

Uma cortina de medo tem vindo a descer sobre Portugal?

11 June 2026 at 08:30
O primeiro 10 de Junho do Presidente Seguro foi nos Açores, mas foi Miguel Monjardino que se ocupou da reflexão sobre a situação internacional, num discurso onde alertou para “a grande ruptura”.

10 de Junho passou a ser um mero "picar de ponto" político?

11 June 2026 at 08:11
Festejos do 10 de Junho levaram os políticos até aos Açores. Devido à importância do dia ou só para poderem dar "o ar da sua graça"? Protestos no Reino Unido aumentam, tal como, a revolta da população

16h. Marcelo classifica como "excecional" o discurso do PR

10 June 2026 at 17:28
À saída do local onde decorreram as celebrações do Dia de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa foi de poucas palavras. O antigo chefe de Estado deixa elogios ao discurso do atual Presidente.

PR encontra "antídoto" para polarização: "Palavras do meio"

10 June 2026 at 16:28
Primeiro 10 de junho de António José Seguro fica marcado por apelo à moderação e ao diálogo e exigência de "equilíbrio" na relação com os aliados. Miguel Monjardino alerta para "novo ciclo histórico".

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

O primeiro 10 de junho do Presidente Seguro em imagens

10 June 2026 at 16:23
As comemorações começaram ainda no dia 9. António José Seguro escolheu a ilha Terceira para comemorar o primeiro 10 de junho enquanto Presidente da República.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

10 Junho: Presidente do Governo dos Açores diz que discursos enfatizaram dimensão do arquipélago

José Manuel Bolieiro

O presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, considerou esta quarta-feira que os discursos do 10 de Junho nas cerimónias realizadas na ilha Terceira enfatizaram a dimensão do arquipélago, cuja importância começa a ser mais valorizada.

“Eu estou muito ciente de que se começa agora a valorizar com outra consciência a importância dos Açores, com um investimento que há de ser feito em infraestruturas que dinamizem o crescimento e o desenvolvimento económicos, mas também infraestruturas de duplo uso que assegurem garantias de segurança e defesa para o país, para a União Europeia, para a NATO, para o mundo”, afirmou o chefe do executivo açoriano da coligação PSD/CDS/PPM.

José Manuel Bolieiro falava em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, sobre os discursos do Presidente da República e do presidente da comissão organizadora das comemorações do Dia de Portugal.

O governante disse ter ficado satisfeito com a escolha do arquipélago para a realização das cerimónias, no ano em que se celebram 50 anos de autonomia política, e considerou que os discursos deram uma “ênfase bastante significativa” à dimensão dos Açores na projeção atlântica de Portugal.

“Os Açores estão agora numa centralidade mundial. São, para o seu desenvolvimento socioeconómico, uma ultraperiferia da União Europeia, por isso, uma região de necessidades, mas também são uma região de oportunidades para a dimensão e projeção de Portugal enquanto relevante na União Europeia e no mundo”, frisou.

José Manuel Bolieiro defendeu que “a União Europeia tem de ter uma estratégia nova para o Atlântico” e para os Açores, uma “fronteira que lhe dá outra dimensão de estabilidade e de relevância geopolítica global”.

Considerou ainda que a dimensão marítima do arquipélago lhe dará a “projeção de um desenvolvimento do futuro”.

“Nós temos uma rica história ligada ao mar, mas temos um futuro que será inspirado no mar, na dimensão da economia azul, na dimensão das novas tecnologias e, sobretudo, também da procura de recursos que o mar profundo que temos pode apresentar”, sublinhou.

10 Junho: Seguro pede diálogo “em tempos de trincheiras” e coragem para fazer “escolhas difíceis”

O Presidente da República, António José Seguro, pediu esta quarta-feira diálogo “em tempos de trincheiras” e coragem para se fazer “escolhas difíceis”, defendendo mudanças no mercado de trabalho e na habitação que permitam fixar jovens no país.

“Com honestidade, o Estado e as empresas têm de reconhecer que o mercado de trabalho ainda não aprendeu a recompensar adequadamente o conhecimento e a inovação. E isso é inaceitável e temos de o alterar”, considerou, no seu discurso do 10 de Junho, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores.

O chefe de Estado defendeu que Portugal precisa “de políticas que fixem talento em vez de o exportar, de salários que reflitam a produtividade e a qualificação dos trabalhadores portugueses, de um mercado de habitação que permita aos jovens construir uma vida no país onde nasceram ou estudaram, de um Estado que simplifique em vez de complicar, que antecipe em vez de reagir, que planeie além do mandato em vez de gerir apenas a urgência do presente”.

Na parte final da sua intervenção na cerimónia militar comemorativa do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, realizada em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores, António José Seguro falou da necessidade das “palavras do meio”, que “se abrem como convite ao diálogo”, nestes “tempos de trincheiras”.

“As ansiedades que sentimos na economia, na geopolítica, na segurança das cidades, na proteção dos mais desfavorecidos, nas questões muito concretas da vida das pessoas reais, criam esse impulso de fechar fileiras, de escolher um lado, de erguer muros”, declarou.

O Presidente da República apelou, por isso, à tolerância e à criação de pontes, contra “o vírus da polarização, que tende a substituir a argumentação, o debate e a negociação”, referindo que a sua eleição “foi marcada pelo desejo de unir os portugueses e de unir Portugal”.

Segundo António José Seguro, este é também um tempo que “pede coragem” para “fazer escolhas difíceis sem ceder ao populismo”, para “dizer a verdade mesmo quando é desconfortável” e decidir em função do “interesse de longo prazo mesmo quando o ciclo eleitoral empurra para o curto prazo”, e que “exige ambição”.

Ao falar da emigração de jovens qualificados, o chefe de Estado sustentou que “o problema não é o talento”, contrapondo: “O que se ganhou em qualificação não tem sido acompanhado em remuneração. A habitação é praticamente inacessível e esgota qualquer orçamento familiar”.

Seguro quer "relação de equilíbrio" com aliados

10 June 2026 at 14:12
No discurso do 10 de junho, o Presidente da República apelou ao diálogo e à moderação na política nacional. António José Seguro defende ainda uma relação de equilíbrio com os aliados internacionais.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

13h. António José Seguro faz apelo ao diálogo e à moderação

10 June 2026 at 14:06
No primeiro discurso do 10 de Junho enquanto Presidente da República, António José Seguro defende relação de equilíbrio com aliados internacionais. Ainda, PCP indisponível para negociar PSU.

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