Wall Street fecha em alta após Trump suspender novos ataques. Nasdaq dispara mais de 2%





A procura por ações da SpaceX já atingiu os 250 mil milhões de dólares (216 mil milhões de euros), pelas contas feitas pela agência noticiosa Reuters, na passada quarta-feira. Este valor é quase quatro vezes superior aos 75 mil milhões de dólares (64,5 mil milhões de euros) que a empresa de foguetões, satélites e inteligência artificial, liderada por Elon Musk, prevê levantar, esta sexta-feira, numa estreia em bolsa que deverá ser histórica. Recorde pertence à Saudi Aramco que levantou 25,5 mil milhões de dólares (21,9 mil milhões de euros) em 2019 na sua estreia nos mercados financeiros.
A SpaceX terá 555,6 milhões de ações em negociação, a um preço de 135 dólares cada, sendo que até 30% será alocado ao retalho. Este valor é também fora do comum. A norma é ficar entre entre os 5% e os 10%, como assinalou a Fidelity. O preço das ações colocam o valor da empresa nos 1,77 biliões de dólares (1,52 biliões de euros), deixando-a como a oitava cotada mais valiosa do mundo.
Dados da Binance, transcritos pelo Yahoo Finance, salienta que os contratos futuros perpétuos, associados à empresa de Elon Musk, estão a negociar à volta dos 162,50 dólares por ação, 20% acima do preço definido pela oferta pública inicial (IPO na sigla inglesa).
“Os contratos perpétuos na Hyperliquid [uma blockchain] sugerem que há interesse no IPO da SpaceX, mas está longe de ser eufórica. Estes mercados são dominados por traders muito ativos e com elevada tolerância ao risco, e não estão a precificar um prémio significativo em relação a outras empresas que ainda não realizaram IPO. É um sinal útil, mas não garante como o mercado em geral reagirá quando a SpaceX abrir de facto o seu capital”, disse o cofundador da Injective Labs, Eric Chen, em declarações à CNBC, transcritas pelo Yahoo Finance.
“Segundo a Bloomberg, [o IPO da SpaceX] terá atraído mais de 70 mil milhões de dólares (60,7 mil milhões de euros) só em pedidos de investidores de retalho, sendo que estes deverão ter ficado com pelo menos 20 mil milhões de dólares (17,3 mil milhões de euros), dos cerca de 75 mil milhões de dólares (64,5 mil milhões de euros) que a empresa está a colocar, numa operação com elevada procura. Já há análises de mercado a colocar avaliações acima dos 200 dólares por ação [uma subida de 48,1%]”, disse a research do Millennium.
O banco que vai liderar o IPO da empresa será o Goldman Sachs. E na dianteira estará também o Morgan Stanley, Bank of America, Citigroup, e JP Morgan Chase.
Elon Musk vai também fazer história ao se tornar o primeiro bilionário de sempre. As suas participações na SpaceX, Tesla, Neuralink e Boring Company elevariam a sua fortuna para os 1,02 biliões de dólares (880 mil milhões de euros).
A posição que Elon Musk possui na SpaceX, onde detém um pouco mais de 40%, está avaliada em cerca de 708 mil milhões de dólares (612,9 mil milhões de euros). Os 12% que detém na Tesla está avaliada em cerca de 180 mil milhões de dólares (155 mil milhões de euros). E na Neuralink e na Boring Company estima-se um valor superior a 20 mil milhões de dólares (17,1 mil milhões de euros). E ainda tem as participações na xAI, que desenvolve inteligência artificial, e na rede social X. No total a fortuna de Elon Musk ficaria nos 1,02 biliões de dólares (cerca de 870 mil milhões de euros). Só 14 cotadas são bilionárias. A saber: Nvidia, Alphabet (proprietária da Google), Apple, Microsoft, Amazon, TSMC, Broadcom, Saudi Aramco, Tesla, Meta, Samsung, Micron, Berkshire Hathaway, e a Eli Lilly.
Este ano deve também ficar marcado pela entrada em bolsa da Anthropic e da OpenAI, que são a segunda e terceira não cotadas mais valiosas do mundo. Estas empresas, lideradas por Dario Amodei e Sam Altman, já oficializaram, em junho, a sua intenção de entrar no mercado de capitais junto do regulador dos mercados norte-americanos (SEC).
A Anthropic, que detém o Claude, manifestou a 1 de junho a sua intenção de entrar em bolsa, de forma confidencial, junto do regulador. Contudo não avançou em que data é que isso vai acontecer. Apenas referiu que isso dependerá das “condições de mercados e de outros fatores”.
Mas em março a Bloomberg avançava que a entrada em bolsa da Anthropic poderia ocorrer em outubro, no melhor cenário.
A Anthropic escolheu os bancos Goldman Sachs e o Morgan Stanley para liderar o seu IPO, avançou a agência noticiosa Bloomberg. Na operação vai participar também o JP Morgan Chase.
A expetativa é que a empresa angarie 60 mil milhões de dólares (52 mil milhões de dólares), o que superaria também o máximo estabelecido pela Saudi Aramco em 2019.
A última ronda de investimento da Anthropic colocou o valor da empresa em 965 mil milhões de dólares (827,9 mil milhões de euros).
A OpenAI formalizou a sua intenção de entrar em bolsa, junto da SEC, a 8 de junho.
“Recentemente, submetemos um formulário S-1 confidencial. Prevemos que ele seja alvo de uma fuga, por isso estamos apenas a anunciá-lo. Ainda não definimos um cronograma; pode demorar um pouco, pois há coisas que queremos fazer que provavelmente serão mais fáceis como empresa não cotada. Mas é uma questão complexa de ponderação e isso dá-nos a opção de abrir o capital mais cedo, se for o melhor caminho”, disse a OpenAI ao regulador.
O “Wall Street Journal” avançou, em janeiro, que a entrada em bolsa da empresa poderia acontecer no quarto trimestre do ano.
A última ronda de investimento da OpenAI colocou o valor da empresa em 852 mil milhões de dólares (731 mil milhões de euros).
A empresa terá tido negociações com o CitiGroup e o JP Morgan para que estes bancos trabalhem na entrada em bolsa da empresa, avançou a Bloomberg em junho, citando fontes conhecedoras do processo.
A confirmar-se, o Citigroup e o JP Morgan iriam juntar-se ao Goldman Sachs e ao Morgan Stanley neste processo de entrada em bolsa da empresa detentora do ChatGPT, avançaram as mesmas fontes à agência noticiosa.
Nova Iorque abriu a sessão desta quinta-feira a negociar em terreno positivo, depois do presidente norte-americano ter anunciado que iria voltar a atacar o Irão esta noite e pretende tomar o controlo da ilha de Kharg.
O índice Dow Jones sobe 0,47% para 50.150,22 pontos, o S&P500 aumenta 0,16% para 7.277,41 pontos e o Nasdaq avança 0,09% para 25.199,22 pontos.
A Amgen lidera a sessão, com uma subida de 2,04%, a Honeywell ganha 2,01%, a Caterpillar aumenta 1,85%, a Merck&Co soma 1,34% e a Verizon avança 1,38%. Em contraciclo, a Salesforce perde 1,94%, a Microsoft desce 1,87%, a Amazon derrapa 0,62%, a Cisco desliza 0,63% e a IBM recua 0,29%.
O analista de mercados do Millennium Investment Banking, Ramiro Loureiro, afirma que “Wall Street arranca em alta, numa altura em que o mercado se prepara para receber com grande entusiasmo o IPO da SpaceX, que, segundo a Bloomberg, terá atraído mais de $70 mil milhões só em pedidos de investidores de retalho, sendo que estes deverão ter ficado com pelo menos $20 mil milhões, dos cerca de $75 mil milhões que a empresa está a colocar, numa operação com elevada procura. O preço indicativo de $135 por ação avalia a SpaceX em cerca de $1,8 triliões (valor em notação americana), sendo que já há análises de mercado a colocar avaliações acima dos $200 por ação”.
“Os investidores parecem ter ignorado a ameaça de Donald Trump de que atacará o Irão em força esta noite, uma vez que os preços do petróleo seguem estáveis. Na Europa o ambiente global também de otimismo neste início de tarde, no dia em que o BCE subiu as taxas de juro pela primeira vez desde 2023, elevando as projeções para a inflação e apontando riscos de abrandamento económico. No seio empresarial a Intel anima com uma recomendação do BofA, enquanto a Oracle preocupa os investidores com os seus níveis de gastos”, refere.
No mercado do petróleo o texano WTI desce 0,33%, fixando o preço do barril nos 89,18 dólares e o Brent perde 0,84% para 92,32 dólares. O gás natural tomba 2,26% para 3,111 dólares.
No mercado cambial o euro deprecia 0,01% face ao dólar, fixando-se nos 1,1535 dólares.
Brotes verdes en las bolsas. Los principales índices de Europa arrancan con subidas en una jornada que vendrá marcada por la reunión del Banco Central Europeo (BCE). Pendientes de que anuncie la esperada subida de 25 puntos básicos de los tipos de interés, hasta el 2,25%, en aras de "apuntalar la credibilidad y prevenir los efectos de segunda ronda" derivados del conflicto, el foco de atención se encuentra en la actualización de las previsiones económicas como consecuencia de la guerra en Irán, que apuntan a un menor crecimiento económico y más inflación.
"Seguimos defendiendo que son ajustes, pero no el inicio de un ciclo de endurecimiento monetario", sostienen los analistas de Bankinter. En este sentido, el Ibex 35 supera los 18.200 puntos (+0,7%) y encabeza los ascensos junto al FTSE MIB, que se anota un alza de casi el 1%. De su lado, el FTSE 100 y el CAC40 suben un 0,5% y un 0,45%, mientras el Dax alemán cotiza con dudas. La tendencia al alza se produce tras una sesión de compras en Asia, que han precedido a las caídas generalizadas en Wall Street
La publicación en EEUU de la lectura del IPC de mayo, que estuvo en línea con lo esperado, fue recogida con alivio por los inversores, ya que había un temor generalizado a que fueran todavía peores. Este indicador cerró en su nivel más alto en tres años, hasta el 4%. Esto unido a la amenaza del presidente estadounidense Trump de que iban a volver a atacar Irán, algo que posteriormente se cumplió, dio la puntilla a los mercados. Sin embargo, la tregua llega al 'oro negro' y su cotización se desinfla. El Brent, la referencia en Europa, corrige un 0,1%, hasta los 92 dólares el barril, en línea con el West Texas, que cede otro 1,1%, y se coloca en los 89 dólares el barril.
La tregua en la cotización del 'oro negro' se produce después de que Estados Unidos negase este miércoles que el estrecho de Ormuz esté cerrado, según aseguró Irán poco después de que Washington iniciara una ronda de ataques en el mayor pico de tensión desde que se firmara el alto el fuego el 8 de abril. El Ejército de Irán había advertido de que dispararía contra todo tipo de embarcaciones si trataban de cruzar el estrecho, declarando bloqueada esta vía marítima clave para el comercio global. Los analistas de Bankinter anticipan una posible estabilización en el mercado si la tensión en la región no va a más y el crudo se mantiene lejos de la barrera de los 100 dólares.
En cuanto a las divisas, el euro se intercambia a 1,15 dólares, con la rentabilidad del bono español a diez años en el 3,5%. De vuelta a España, la mayor parte del índice cotiza en positivo. Destaca ACS, que vuela en bolsa más de un 4,5% tras adjudicarse su filial Dragados un contrato para el metro de Londres. Le sigue ArcelorMittal (+3%), Repsol (+2,4%), Acerinox (+1,8%) y Sacyr (+1,8%).
En la banda contraria, las caídas viene lideradas por Amadeus, Telefónica, Fluidra y Colonial con retrocesos que abarcan desde el 1,8% al 0,44%. Este jueves se reúne además el Comité Asesor Técnico (CAT) del Ibex 35, denominados coloquialmente el 'Consejo de Sabios', para debatir si hace cambios en la composición del índice y da la entrada al grupo de ingeniería y construcción de infraestructuras para el sector del petróleo y del gas Técnicas Reunidas, que se postula como favorita.

A Bolsa de Lisboa abre a sessão desta quinta-feira com uma valorização de 0,90% para os 8.977,17 pontos.
As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a NOS que valoriza 5,10% para os 5,36 euros, seguida pela EDP Renováveis que avança 2,54% para os 13,71 euros, e a EDP que sobe 1,28% para os 4,43 euros.
No verde está ainda a Galp Energia, o Banco Comercial Português (BCP), a Sonae, a REN, a Teixeira Duarte, os CTT, a Mota-Engil, e a Altri.
No vermelho encontra-se a Ibersol que quebra 1,38% para os 10,02 euros, seguida pela Corticeira Amorim que desce 0,30% para os 6,63 euros, e a Jerónimo Martins que desliza 0,28% para os 17,65 euros.
A negociar no vermelho está também a Navigator.
As principais bolsas europeias estão a negociar no verde. O DAX (Alemanha) quebra 0,03% para os 24.210,00 pontos, o CAC 40 (França) valoriza 0,11% para os 8.171,10 pontos, e o FTSE 100 (Reino Unido) avança 0,19% para os 10.273,90 pontos.
O AEX (Países Baixos) sobe 0,43% para os 1.056,49 pontos, o IBEX 35 (Espanha) valoriza 0,20% para os 18.179,09 pontos, e o FTSE MIB (Itália) avança 0,51% para os 50.284,50 pontos.
O petróleo está a ser negociado em alta com o brent a subir 0,05% para os 93,15 dólares e o crude valoriza 0,21% para os 90,22 dólares.


Los hipotecados ya notan en la cuota mensual de sus préstamos el efecto de la subida de los tipos de interés que el Banco Central Europeo (BCE) anunciará este jueves. Esta primera subida en casi tres años ya viene descontada por el euríbor a doce meses, que en estos momentos se mueve sobre el 2,8%. El índice que marca el paso al mercado hipotecario en España pegó un salto el pasado al calor de la guerra en Irán, anticipando que el organismo pasaría a la acción antes de lo que se esperaba.
El temor a una crisis energética por la tensión geopolítica en Oriente Próximo ha desatado la cotización de los precios energéticos. En consecuencia, la inflación ya se mueve sobre el 3,2%, su nivel más alto desde septiembre de 2023, justo cuando el instituto emisor frenó el ciclo de subidas, situando los tipos en el 4,5%. La atención ahora no está tanto en los movimientos que ejecute, sino en el mensaje que traslade Christine Lagarde y cómo puede afectar al bolsillo de los ciudadanos.
Después de tres meses consecutivos de subidas para recoger la evolución futura de los tipos de interés desde el umbral del 2,2% en el que cerró febrero, no se espera una reacción brusca del indicador, puesto que parte de dicho aumento ya incorpora las cotizaciones. El foco no está tanto en la decisión, que se da por hecho, sino en los mensajes que pueda trasladar, así como en si actualiza las previsiones económicas que maneja. Su escenario central contempla un avance de la cifra de IPC para este año de siete décimas, hasta el 2,6%, mientras que rebaja otras tres el PIB al 0,9%.
En caso de que la guerra se agrave y el estrecho de Ormuz permanezca bloqueado por más tiempo del previsto, la inflación se dispararía al 4,4% con la economía prácticamente estancada al crecer alrededor de un 0,4%. Ahora el nuevo escenario que proyecte podría dejar entrever si habrá más alzas, situación que podría incluso empujar al euríbor a superar la barrera del 3%. "Es muy poco probable que con el panorama actual esta sea la última subida. Todo dependerá de cómo evolucione la inflación en los próximos meses", señala la cofundadora de HelpMyCash, Olivia Feldman.
El cambio más esperado de los tipos de interés, que pone fin a casi un año de estabilidad, no pilla desprevenida a la banca española, que abandonó hace tiempo la guerra hipotecaria. El sector ha promovido activamente un encarecimiento de las mismas bajo el argumento de que tirar los precios ya no es rentable. Uno de los mantras más repetidos en los últimos meses entre los primeros espadas de las principales entidades es que no ven sentido a que el coste de financiación de una vivienda se sitúe por debajo de la rentabilidad de la deuda, que en estos momentos ronda el 3%.
El giro en su estrategia, que recoge ese avance del euríbor, ya se ha notado durante los primeros meses del ejercicio. Los datos publicados por el Banco de España (BdE) de abril -los últimos disponibles- ya recogen la tendencia creciente de manera paulatina hasta llegar a abril con una tasa media del 2,8%, su cota más elevada desde febrero de 2025, cuando la institución todavía no había puesto fin al ciclo de recortes. De momento, esto no ha repercutido en los volúmenes de concesión. Entre enero y abril se ha aprobado crédito para vivienda por más de 27.600 millones, un 4,2% más interanual y el montante más alto para un primer cuatrimestre desde 2008, en pleno estallido de la burbuja inmobiliaria en España, que desencadenó una profunda recesión en el país.




A Eli Lilly regressou recentemente ao clube das empresas cotadas em bolsa com um valor de mercado acima de um bilião de dólares (ou trilião na denominação norte-americana), o equivalente a 870 mil milhões de euros à taxa de câmbio atual. Neste clube estão atualmente 14 empresas.
A farmacêutica, que detém medicamentos para a obesidade e diabetes como o Mounjaro e o Zepbound, já tinha estado no clube dos bilionários em 2025, é atualmente a 14ª cotada mais valiosa do mundo, com um valor estimado de 1,02 biliões de dólares (880 mil milhões de euros).
No clube bilionário estão a Nvidia, a Alphabet (detentora da Google), a Apple, a Microsoft, a Amazon, a TSMC, a Broadcom, a Saudi Aramco, a Tesla, a Meta, a Samsung, a Micron, a Berkshire Hathaway, e a Eli Lilly. Neste grupo só a Nvidia tem um valor de mercado estimado acima dos cinco biliões de dólares (4,3 biliões de euros).
A SK Hynix, que desenvolve e fabrica chips de memória, esteve recentemente neste clube mas dele saiu na sequência da forte desvalorização no setor dos chips, ocorrida na sexta-feira (5 de junho). O índice de semicondutores caiu nesse mais de 8%. Esta quebra deveu-se à reação negativa dos investidores à guidance emitida pela Broadcom durante a apresentação de resultados. A empresa sul-coreana SK Hynix chegou a quebrar mais de 9% com o impacto da guidance da Broadcom. Calcula-se que o setor dos chips tenha perdido mais de um bilião de dólares (870 mil milhões de euros) em valor de mercado a 5 de junho.
Perto de entrar no clube dos bilionários está a Walmart que possui um valor de mercado estimado em 946 mil milhões de dólares (819,6 mil milhões de euros).
A SpaceX, que é atualmente a não cotada mais valiosa do mundo, está a dois dias de se juntar ao clube dos bilionários. A empresa de foguetões, satélites e inteligência artificial, liderada por Elon Musk, entra no mercado de capital, na sexta-feira, naquela que será a maior estreia de sempre.
A empresa deve angariar 75 mil milhões de dólares (64,5 mil milhões de euros) com a sua oferta pública inicial (IPO na sigla inglesa) superando o máximo de 25,5 mil milhões de dólares (21,9 mil milhões de euros) estabelecido pela Saudi Aramco em 2019.
A empresa terá 555,6 milhões de ações em negociação, a um preço de 135 dólares cada, sendo que até 30% será alocado ao retalho. Estes números colocam o valor da SpaceX nos 1,77 biliões de dólares (1,52 biliões de euros), deixando-a como a oitava cotada mais valiosa do mundo.
O banco que vai liderar o IPO será o Goldman Sachs. E na dianteira estará também o Morgan Stanley, Bank of America, Citigroup, e JP Morgan Chase.
Perto de se juntar ao clube está também a Anthropic e a OpenAI, que são a segunda e a terceira não cotadas mais valiosa do mundo. Ambas já confirmaram junto do regulador dos mercados norte-americanos (SEC) a sua intenção de entrar em bolsa. Embora não tenham avançado nenhuma data para essa estreia.
As suas últimas rondas de financiamento colocaram as avaliações da Anthropic e da OpenAI nos 965 mil milhões de dólares (827,9 mil milhões de euros) e nos 852 mil milhões de dólares (731 mil milhões de euros).
“Hoje, a Anthropic submeteu confidencialmente um rascunho de declaração de registo no Formulário S-1 à SEC para uma proposta de oferta pública inicial (IPO) das nossas ações ordinárias. Isto dá-nos a opção de abrir o capital após a conclusão da análise da SEC. A oferta pública inicial proposta dependerá das condições de mercado e de outros fatores. O número de ações a oferecer e o preço ainda não foram definidos”, disse a Anthropic a 1 de junho.
“Recentemente, submetemos um formulário S-1 confidencial. Prevemos que ele seja alvo de uma fuga, por isso estamos apenas a anunciá-lo. Ainda não definimos um cronograma; pode demorar um pouco, pois há coisas que queremos fazer que provavelmente serão mais fáceis como empresa não cotada. Mas é uma questão complexa de ponderação e isso dá-nos a opção de abrir o capital mais cedo, se for o melhor caminho”, confirmou a OpenAI junto da SEC a 8 de junho.
Em março a Bloomberg avançava que a entrada em bolsa da Anthropic poderia ocorrer em outubro, no melhor cenário.
O “Wall Street Journal” avançou, em janeiro, que a entrada em bolsa da OpenAI poderia acontecer no quarto trimestre do ano.

El mercado se pone en guardia ante la reunión del Banco Central Europeo (BCE) de este jueves, en la que previsiblemente subirá los tipos de interés en 25 puntos básicos, hasta el 2,2%. El organismo dará un paso al frente con el precio del dinero en un movimiento que plantea dudas entre algunas gestoras. Desde Creand AM, el director de inversiones y negocio, Luis Buceta, se muestra crítico con la potencial decisión. "No tiene sentido una subida de los tipos de interés en el 2%, le debería preocupar más el crecimiento económico", sostiene.
Durante la presentación de las previsiones semestrales, en la que ha estado acompañado de Miguel Ángel Rico, director de inversiones de la gestora, han argumentado que este movimiento del BCE atiende al hecho de que fueron tarde con la inflación en 2022 y ahora quieren evitar este escenario. "Hay más riesgo cuando la inflación se produce por un problema de oferta", ha expuesto. El avance del IPC se ve presionado por la evolución de los precios del petróleo a causa de la guerra en Irán, que ha empujado este indicador al 3,2% en mayo, máximos desde septiembre de 2023.
En el caso de la Reserva Federal (Fed), que celebra su reunión de política monetaria la próxima semana, el foco está puesto en Kevin Warsh, que se estrenará como presidente. "Habrá que ver cómo de politizada está la Fed tras este relevo, aunque está claro que esas bajadas tan potentes que se esperaban no se van a producir", subraya Rico. Creand AM calcula que por cada subida del 20% del petróleo se traduce en un incremento del 10% de la gasolina y de tres décimas en el IPC.
El petróleo se ha convertido en la principal víctima del conflicto en Oriente Próximo con repuntes de alrededor del 30%. A este respecto, Buceta explica que lo importante radica en "cuánto tiempo se mantiene alto" y defiende que la cotización no se ha disparado a 150 dólares debido a que previamente Estados Unidos había incrementado las reservas de crudo y a que China ha reducido las solicitudes de barriles diarios en 7,8 millones, la cifra más baja en ocho años. El desplome de las compras por parte del mayor importador mundial de crudo y las liberaciones de las reservas estratégicas de emergencia han proporcionado alivio para el suministro mundial.
Una vez termine la guerra que, en palabras de Donald Trump será pronto, Buceta anticipa un "superciclo" de inversión para el sector energético, con interés por las renovables y la energía nuclear. En cualquier caso, Creand mantiene una posición neutral en renta variable tras el rebote de las últimas semanas. Los positivos resultados empresariales, acompañado de revisiones al alza se apoyan en el impacto de la inteligencia artificial. No obstante, advierte de que las valoraciones de este tipo de compañías son exigentes.
"El mercado está descontando un escenario bastante benigno. Por eso mantenemos una posición neutral en renta variable. No se trata de estar fuera del mercado, sino de estar invertidos de forma más selectiva. La IA invita a seguir invertidos en renta variable evitando comprar índices sin discriminar y aprovechando la dispersión por sectores, regiones o empresas", indican. El mercado se ve respaldado por la elevada liquidez en una semana en la que tendrá lugar la mayor salida a bolsa de la historia. Space X debutará en el parqué con una valoración de 75.000 millones.
En este contexto, Creand considera que si la situación en Oriente Próximo se normaliza, Europa podría recuperar parte del "terreno perdido" frente a Estados Unidos, sobre todo, en aquellos sectores penalizados por el conflicto. En cuanto a la renta fija, desde la firma andorrana ven una ventana de oportunidad para construir una cartera progresiva con preferencia por los tramos cortos y medios desde un enfoque conservador. Asimismo, destacan los bonos ligados a la inflación, sobre todo en un contexto en el que los precios siguen en niveles elevados y los bancos centrales disponen de menos margen para actuar.

A bolsa de Lisboa e os principais índices europeus caíram a meio da sessão no vermelho depois de terem iniciado o dia a negociar no verde. O índice português (PSI) desvaloriza 0,41% para os 8.866,44 pontos.
As maiores descidas na bolsa portuguesa vão para os CTT que quebra 2,84% para os 5,66 euros, seguida pela EDP Renováveis que desce 2,32% para os 13,48 euros, e a Mota-Engil desliza 1,38% para os 4,41 euros.
No vermelho encontra-se também a EDP, a Jerónimo Martins, o Banco Comercial Português (BCP), a Teixeira Duarte, a Galp Energia, e a REN.
No verde está a Corticeira Amorim que sobe 2,92% para os 6,70 euros, seguida pela Semapa que valoriza 1,30% para os 23,35 euros, e a NOS avança 0,98% para os 5,03 euros.
A negociar no verde está também a Navigator e a Sonae.
As principais bolsas europeias estão a negociar no vermelho. O DAX (Alemanha) quebra 0,65% para os 24.258,70 pontos, o CAC 40 (França) desce 0,35% para os 8.175,03 pontos, e o FTSE 100 (Reino Unido) desvaloriza 0,40% para os 10.186,30 pontos.
O AEX (Países Baixos) quebra 0,09% para os 1.045,88 pontos, o IBEX 35 (Espanha) desce 0,45% para os 18.104,75 pontos, e o FTSE MIB (Itália) desvaloriza 0,16% para os 50.180,50 pontos.
O petróleo está a ser negociado em baixa com o brent a descer 0,34% para os 91,14 dólares e o crude desvaloriza 0,18% para os 88.04 dólares.
O euro está a subir 0,12%, face ao dólar, para os 1,15530 dólares e o euro quebra 0,03%, face à libra, para as 0,86252 libras.
A bolsa de Lisboa abre a sessão desta quarta-feira com uma subida de 0,13% para os 8.914,13 pontos. Os principais índices europeus estão também no verde.
O DAX (Alemanha) sobe 0,32% para os 24.496,85 pontos, o CAC 40 (França) avança 0,15% para os 8.215,38 pontos, e o FTSE 100 (Reino Unido) está inalterado nos 10.227,09 pontos.
O AEX (Países Baixos) sobe 0,13% para os 1.048,18 pontos, o IBEX 35 (Espanha) valoriza 0,36% para os 18.251,76 pontos, e o FTSE MIB (Itália) avança 0,56% para os 50.543,50 pontos.
O petróleo está a negociar em alta com o brent a subir 0,02% para os 91,47 dólares e o crude valoriza 0,01% para os 88,21 dólares.
O euro está a subir 0,08%, face ao dólar, para os 1,15481 dólares e o euro valoriza 0,02%, face à libra, para as 0,86296 libras.

