Buscas em Albufeira por jovem de 23 anos que desapareceu

© LUÍS FORRA/LUSA

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Foram esta tarde, 11 de junho, iniciadas buscas por um jovem, de 23 anos e nacionalidade britânica, que se encontra desaparecido, após, alegadamente, ter ido a banhos na praia do Peneco, concelho de Albufeira.
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A 23-year-old British man is missing after reportedly going swimming at Peneco Beach in Albufeira. The young man was accompanied by a younger friend, aged 19, who is described as
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Albufeira acolheu no dia 10 de junho de 2026, Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas, o Dia Nacional do Minibasquete, uma iniciativa que reuniu cerca de 450 jovens atletas dos escalões Sub-8, Sub-10 e Sub-12, em representação de 10 clubes algarvios. Os jogos decorreram em vários pavilhões desportivos do concelho e proporcionaram um dia […]
Zoomarine devolveu ao oceano seis tartarugas-marinhas após meses de reabilitação.
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O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou para esta quinta-feira, 11 de junho, cerca de 100 concelhos de 12 distritos de Portugal continental em perigo máximo de incêndio rural, os quais são Bragança, Guarda, Viseu, Coimbra, Castelo Branco, Portalegre, Santarém, Lisboa, Setúbal, Évora, Beja e Faro, região do Algarve.
O IPMA também colocou esta quinta-feira vários concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Leiria e Vila Real em perigo muito elevado e perigo elevado de incêndio.
O Instituto salienta que o perigo de incêndio rural vai agravar-se e manter-se muito elevado pelo menos até á próxima segunda-feira.
O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA, tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo, sendo os cálculos obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.
No que concerne a temperaturas, o IPMA prevê que Portugal continental vá registar temperaturas elevadas até sábado, com a máxima a variar esta quinta-feira entre os 27 e os 38 graus e na sexta-feira entre os 35 e os 40 graus Celsius.
Para esta quinta-feira o IPMA prevê uma subida mais acentuada da temperatura máxima, podendo subir cerca de 10 graus Celsius em alguns locais.
A previsão do IPMA é que sexta-feira seja o dia mais quente, com a temperatura máxima a variar entre 35 e 40 graus na generalidade do território.
A temperatura mínima deverá também subir em todo o território, prevendo-se que em alguns locais do país sejam registados valores próximos ou acima de 20 graus até à noite de sábado para domingo.
Dia Nacional do Mini Basquete reuniu 450 atletas de dez clubes algarvios em Albufeira.
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Novo urbanismo, inteligência artificial e licenciamento em debate numa conferência que reúne especialistas em Albufeira, dia 15 de junho de 2026.
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Entre hoje e segunda-feira, dia 15 de junho, a Guia (concelho de Albufeira) volta a receber a Pirates Cup, um dos torneios internacionais de futebol juvenil mais importantes e animados do Algarve.
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Cerca de 450 atletas de Minibasquete, Sub8, Sub10 e Sub12, femininos e masculinos, em representação de 10 clubes Algarvios, e 70 elementos de staff técnico distribuídos por 4 Pavilhões (Pavilhão da Escola Básica e Secundária Vale Pedras, Pavilhão da Escola Secundária Albufeira, Pavilhão Escola Básica Dr. Francisco Cabrita e Pavilhão Desportivo de Albufeira), fizeram a festa do Dia Nacional do Minibasquete.
No final todos juntaram no Pavilhão Desportiva de Albufeira, para a cerimónia de encerramento deste ENORME evento de formação, para crianças entre os 6 e os 12 anos de idade.
A organização foi da Associação de Basquetebol do Algarve com o apoio do Município de Albufeira, através de ALBUFEIRA’26, IPDJ Algarve, Agrupamento de Escolas de Albufeira, Clube Basquete de Albufeira e Imortal Basket Club.
As actividades teve inicio às 09h00 e decoreu até às 17h00, realizando-se a Cerimónia de Encerramento no Pavilhão Desportivo de Albufeira.
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Albufeira é hoje uma cidade de contrastes. Por um lado, continua a ser uma das principais referências turísticas do país, uma marca reconhecida dentro e fora de Portugal, uma terra que soube transformar a sua beleza natural, a sua localização
privilegiada e a hospitalidade das suas gentes num motor de desenvolvimento económico. Por outro lado, enfrenta um conjunto de desafios que se acumulam e que começam a gerar um sentimento crescente de preocupação entre muitos albufeirenses.
O problema não é a existência desses desafios. Todas as cidades os enfrentam. O verdadeiro problema surge quando a incerteza se instala e quando cidadãos, empresários, funcionários públicos, associações e famílias deixam de saber com o que
podem contar.
Uma cidade desenvolve-se quando existe confiança. E a confiança nasce da previsibilidade, da estabilidade e da capacidade de transformar intenções em resultados concretos. Hoje, olhamos para Albufeira e vemos vários temas fundamentais em aberto.
A alteração dos horários de funcionamento dos estabelecimentos de diversão noturna e dos locais de venda de álcool é um exemplo evidente. É perfeitamente legítimo procurar um equilíbrio entre a atividade económica e o direito ao descanso dos residentes. Aliás,
qualquer sociedade equilibrada deve procurar esse ponto de encontro. Contudo, uma política pública só pode ser considerada bem-sucedida quando assenta em dados concretos, quando define objetivos claros e quando cria mecanismos de avaliação dos
resultados obtidos.
A verdadeira questão não está apenas nas regras que são aprovadas. Está sobretudo na forma como essas regras são aplicadas. Uma lei que não é fiscalizada é apenas uma intenção escrita num papel. O mesmo se aplica ao regulamento do ruído. Não basta
aprovar normas, reduzir horários ou criar novas restrições. É necessário garantir que os processos são instruídos, que as infrações são efetivamente sancionadas e que existe uma resposta célere para quem cumpre e para quem não cumpre. Um concelho
moderno não é aquele que produz mais regulamentos. É aquele que consegue aplicar de forma justa, eficaz e transparente os regulamentos que já possui.
Outro fator que merece atenção é a sucessiva alteração de responsabilidades e chefias em áreas importantes da administração local. Muitas vezes, o debate político esquece um elemento essencial: os funcionários municipais. São eles que asseguram
diariamente o funcionamento dos serviços, que garantem a continuidade dos projetos e que representam a ligação entre a administração e os cidadãos. Quando existe instabilidade permanente, quando as orientações mudam frequentemente ou quando se
instala um ambiente de incerteza, os primeiros a sentir as consequências são precisamente os trabalhadores e, por consequência, toda a população. Uma organização eficiente precisa de estabilidade, liderança clara e objetivos bem definidos.
A recente polémica em torno dos concessionários das praias demonstra igualmente a importância da previsibilidade. As praias são um dos maiores ativos de Albufeira. São a base da nossa economia e uma das razões pelas quais milhões de pessoas escolhem
visitar o concelho todos os anos. Os concessionários não são apenas operadores económicos. São também responsáveis por um conjunto de serviços fundamentais que muitas vezes passam despercebidos a quem os utiliza. Garantem a limpeza das praias, asseguram postos de socorro, disponibilizam instalações sanitárias, colaboram na vigilância balnear e prestam apoio aos utilizadores.
Naturalmente, a lei deve ser cumprida e os espaços públicos devem permanecer acessíveis a todos. Mas também é
importante que exista clareza nas regras, estabilidade nos processos e segurança jurídica para quem investe.
Ninguém investe, cria emprego ou melhora um serviço quando não sabe quais serão as condições do futuro próximo. O mesmo princípio aplica-se aos concursos para atribuição das concessões. Quanto maior for a incerteza, maior será o risco de comprometer
investimentos, postos de trabalho e a qualidade dos serviços prestados aos residentes e visitantes. Uma economia forte constrói-se sobre regras claras e previsíveis, não sobre dúvidas permanentes.
No desporto e no movimento associativo, a situação merece igualmente reflexão. Albufeira tem motivos para se orgulhar de ser Capital Europeia do Desporto. Mas um título desta dimensão deve ser acompanhado por uma estratégia consistente de
fortalecimento das associações que diariamente contribuem para a formação dos nossos jovens e para a dinamização da vida comunitária. Os clubes desportivos são muito mais do que entidades competitivas. São escolas de valores, espaços de
integração social e locais onde milhares de crianças e jovens aprendem disciplina, responsabilidade, trabalho em equipa e espírito de superação.
O Imortal Basket Clube é talvez um dos exemplos mais evidentes daquilo que uma associação pode representar para uma cidade. Ao longo de décadas, levou o nome de Albufeira por todo o país, conquistou títulos, formou atletas e ajudou a construir uma identidade desportiva que hoje faz parte da história do concelho. Mas o mesmo raciocínio aplica-se a muitas outras associações culturais, recreativas e desportivas que desenvolvem um trabalho silencioso, mas essencial. Perante os desafios financeiros
que estas instituições enfrentam, a solução não deve passar simplesmente pela redução de apoios ou pela transferência de responsabilidades para os dirigentes associativos.
Uma visão liberal para o associativismo passa por ajudar as associações a tornarem-se mais fortes, mais autónomas e mais sustentáveis. O Município pode e deve assumir um papel importante neste processo, promovendo ações de formação em liderança, gestão associativa, captação de patrocínios, marketing, angariação de sócios e sustentabilidade financeira. Muitas direções são compostas por voluntários que dedicam uma parte significativa da sua vida ao serviço da comunidade. Dar-lhes ferramentas e
conhecimento é investir diretamente no futuro das associações. O objetivo deve ser claro: permitir que estas organizações diversifiquem as suas fontes de rendimento, aumentem a sua capacidade de criar valor e reduzam gradualmente a sua dependência exclusiva do orçamento municipal. Uma associação financeiramente mais autónoma é uma associação mais livre, mais resiliente e mais preparada para enfrentar os desafios do futuro.
A habitação constitui provavelmente o maior desafio estrutural que Albufeira enfrenta. Hoje, muitos jovens nascidos no concelho não conseguem comprar casa na terra onde cresceram. Muitos trabalhadores essenciais para a economia local têm dificuldades em
encontrar habitação compatível com os seus rendimentos. Muitas famílias vivem com um sentimento permanente de insegurança relativamente ao futuro. A resposta para este problema não passa apenas por subsídios ou programas pontuais. Passa sobretudo por aumentar a oferta de habitação e por criar condições para que mais casas possam chegar ao mercado.
É fundamental acelerar a discussão e aprovação do novo Plano Diretor Municipal. Mas é igualmente importante ter a coragem de revisitar normas e condicionantes que, ao longo dos anos, foram tornando cada vez mais difícil construir. Existem muitos
proprietários que possuem terrenos onde, em tempos, era possível construir habitação e onde hoje, devido a um emaranhado de legislação, regulamentos e restrições acumuladas ao longo de décadas, tal deixou de ser permitido. Naturalmente, ninguém
defende um crescimento desordenado ou sem regras. O território deve ser protegido e planeado com responsabilidade. Contudo, também devemos questionar se algumas dessas limitações continuam a fazer sentido perante a realidade atual do concelho.
Uma política liberal para a habitação deve procurar identificar situações em que seja possível permitir, de forma criteriosa e sustentável, a construção de habitação própria e permanente em terrenos atualmente sujeitos a restrições excessivas. Ao fazê-lo, não
estaremos apenas a aumentar a oferta habitacional. Estaremos também a permitir que muitas famílias permaneçam na sua terra, construam o seu projeto de vida e contribuam para a fixação da população residente. Sem habitação acessível não existe fixação de
população. Sem fixação de população não existe comunidade. E sem comunidade não existe cidade.
Uma visão liberal para Albufeira assenta precisamente nesta ideia: criar condições para que as pessoas possam prosperar pelos seus próprios meios. Uma Câmara Municipal não cria riqueza, mas pode criar as condições para que ela seja criada. Não cria
empregos diretamente, mas pode facilitar o investimento que gera empregos. Não resolve todos os problemas dos cidadãos, mas pode remover obstáculos que impedem os cidadãos de resolver os seus próprios problemas. O papel do poder local deve ser o
de facilitador e não o de substituto da iniciativa individual. Deve criar estabilidade, previsibilidade e confiança. Deve garantir regras claras, fiscalização eficaz e processos céleres. Deve apoiar quem investe, quem trabalha, quem empreende, quem cria associações e quem contribui para o desenvolvimento do concelho.
Albufeira ouviu muitas promessas de mudança. E é natural que exista expectativa. Aliás, os resultados eleitorais demonstraram precisamente isso. Muitos albufeirenses manifestaram de forma clara a vontade de ver uma nova forma de governar, novas
prioridades e uma nova dinâmica na resolução dos problemas do concelho. Essa expectativa é legítima porque nasce da esperança de quem acredita que é possível fazer melhor. Contudo, a verdadeira mudança não se mede pelos discursos, pelas
intenções ou pelos anúncios. Mede-se pelos resultados concretos que chegam à vida das pessoas, pela capacidade de resolver problemas antigos e pela criação de confiança no futuro.
É ainda cedo para fazer balanços definitivos. Porém, aquilo que os albufeirenses procuram não são apenas promessas renovadas ou objetivos bem formulados.
Procuram sinais concretos de progresso. Procuram ver decisões transformadas em resultados. Procuram sentir que os problemas que os preocupam estão efetivamente a ser resolvidos. Porque a mudança que os cidadãos procuraram nas urnas não era
apenas uma mudança de protagonistas. Era, acima de tudo, uma mudança de resultados. E é por esses resultados que qualquer projeto político será, legitimamente, avaliado.
Porque, no final, a política tem um objetivo simples: melhorar a vida das pessoas. E essa continua a ser a medida pela qual qualquer governação será inevitavelmente julgada.
* Nelson Cachita – Deputado Assembleia Municipal de Albufeira (Iniciativa Liberal)
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POLÍTICA DE CONSUMIDORES: fora do propósito dos governos, fora dos seus programas eleitorais como dos de acção política?
Uma política de consumidores deveria assentar em um sem-número de pilares:
Ponto por ponto.
Instituições que informem e medeiem nos conflitos
Com a descaracterização da Direcção-Geral do Consumidor (outrora, Instituto Nacional de Defesa do Consumidor e, depois, Instituto do Consumidor) e a sua fusão com a Direcção-Geral das Actividades Económicas), travestida em Direcção-Geral de Defesa do Consumidor, Comércio e Serviços, consegue-se o inverosímil: fazer com que a raposa guarde o galinheiro.
Um festim, um autêntico banquete, com penas e tudo, que nem as raposas esperavam fosse servido com honras de jornal oficial e a publicidade devida, a escâncaras!
O que, para além do mais, representa um notável recuo, que reforma nenhuma do Estado justificaria…
Se se pretender que haja, na administração central, directamente dependente do Governo, um órgão técnico que assessore, na junção de competências, que o seja, que haja a fusão das direcções-gerais. Mas se dê espaço, ante os interesses divergentes que se descortinam nos distintos segmentos de mercado, a uma PROVEDORIA DA JUSTIÇA DO CONSUMIDOR (com esse ou qualquer outro nome).
Uma PROVEDORIA DE JUSTIÇA DO CONSUMIDOR que em si reúna o potencial capaz de – tanto singular como colectivamente – assegurar a tutela dos consumidores perante os actuações desviantes dos mercados.
O Governo não pode lavar as mãos como Pilatos!
Tem de ser capaz de fazer mais, muito mais…
O receituário vai aqui.
Que o não ignorem!
Para ler o artigo anterior do autor, clique aqui.
* Presidente emérito da apDC – DIREITO DO CONSUMO – Portugal
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O projeto Bubba Brothers, liderado por Eliseu Correia, iniciou a época 2026 no passado mês de abril e no próximo domingo, 14 de junho, atua no Terrazzo em Faro, de cuja atuação falou ao Podcast TánaHora.
“No dia 14, depois do sucesso que foi a última festa que fizemos, vamos lá voltar, é domingo, já com horário de Verão, começa às 19 horas, acaba às 23 e vou ter como convidado um talentoso DJ que se chama Andersson…” começa por explicar Eliseu Correia.
Distinguido com o Prémio Vicious Music Awards 2025 – Categoria Melhor Artista – Top Vendas Portugal, Eliseu Correia assume que a responsabilidade do projeto Bubba Brothers aumentou e fala sobre isso.
Em crescente para a época alta, no dia 20 de junho o evento é em Albufeira, no Libertos, sobre o qual Eliseu Correia revela que “vou cá ter um dos maiores Djs da música house do planeta, que é o Roland Clark…”, sobre o qual adianta alguns detalhes, ouça-os.

Quanto a música nova dos Bubba Brothers, será lançada dentro das próximas seis semanas e chama-se ‘Alegria’ que segundo Eliseu Correia “todo o Mundo bem precisa” e será um tema “altamente dançável para termos um Verão cheio de Alegria”.
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Esclarecimento da CM Albufeira, sobre o apoio ao Imortal Basket Clube. A Câmara Municipal de Albufeira decidiu reduzir o apoio financeiro para garantir justiça e equidade na atribuição dos apoios desportivos, o que é uma prioridade para o atual executivo. A Câmara Municipal de Albufeira não tem nem nunca teve regulamento de apoio aos clubes, […]
Albufeira recebeu, no sábado passado, o Congresso da Confederação de Treinadores de Portugal que reuniu profissionais de diversas modalidades desportivas
O conteúdo Albufeira recebeu congresso da confederação de treinadores no âmbito da cidade europeia do desporto aparece primeiro em Algarve 7.
W Algarve assinala o quarto aniversário com o regresso da festa AURA e inaugura a temporada de verão em Albufeira.
O conteúdo Verão arranca no W Algarve com o regresso da festa AURA aparece primeiro em Barlavento.
A Praia da Rocha Baixinha Nascente recebeu hoje a cerimónia de hastear da primeira Bandeira Azul do Algarve de 2026,
O conteúdo Bandeira azul hasteada em Albufeira aparece primeiro em Algarve 7.
Cerca de 450 atletas de Minibasquete, Sub8, Sub10 e Sub12, femininos e masculinos, em representação de 10 clubes Algarvios, e
O conteúdo Dia Nacional do Minibasquete 10 Junho em Albufeira aparece primeiro em Algarve 7.
Albufeira vai assinalar o Dia Nacional do Minibasquete com um grande encontro desportivo que reúne cerca de 450 jovens atletas dos escalões Sub8, Sub10 e Sub12, em representação de 10 clubes do Algarve. A iniciativa envolve ainda cerca de 70 elementos de apoio técnico e decorre em quatro pavilhões do município.
Ao longo do dia, os jogos e atividades vão distribuir-se pelo Pavilhão da Escola Básica e Secundária de Vale Pedras, pela Escola Secundária de Albufeira, pela Escola Básica Dr. Francisco Cabrita e pelo Pavilhão Desportivo de Albufeira, envolvendo crianças entre os 6 e os 12 anos.
O evento, dedicado à formação e promoção da modalidade junto dos mais jovens, pretende assinalar de forma festiva o desenvolvimento do basquetebol no Algarve, promovendo o convívio entre clubes e atletas em início de percurso desportivo.
A organização está a cargo da Associação de Basquetebol do Algarve, contando com o apoio do Município de Albufeira, através do projeto ALBUFEIRA’26, do IPDJ Algarve, dos agrupamentos de escolas locais, do Clube Basquete de Albufeira e do Imortal Basket Club.
As atividades têm início marcado para as 09h00 e prolongam-se até às 17h00. O encerramento oficial está previsto para o período entre as 17h30 e as 18h15, no Pavilhão Desportivo de Albufeira, onde todos os participantes se vão reunir para a cerimónia final. A entrada é livre.