Época balnear: Esposende avança com reperfilamento de praias

© Visit Esposende

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O município de Esposende avançou com “operações de reperfilamento e movimentação de areias” em várias praias, para salvaguardar a época balnear, após os efeitos das tempestades em várias praias, em particular a de Ofir.
Os efeitos das intempéries de janeiro e fevereiro “são particularmente visíveis no litoral de Esposende”, explica à Lusa a autarquia, numa resposta por escrito, e causaram “acentuada erosão costeira e significativa redução do areal em várias praias”, com a necessidade de alimentação artificial ou reposição sedimentar “evidente”, em particular em Suave Mar, Ofir e Pedrinhas/Cedovém, naquele concelho.
“Importa referir que, até ao momento, não existe qualquer intervenção prevista ou financiada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) para esse efeito. Perante esta realidade, o município avança, por iniciativa própria, com operações de reperfilamento e movimentação de areias, procurando minimizar os impactos mais severos e salvaguardar as condições de utilização das praias durante a época balnear”, que arranca no sábado, pode ler-se na resposta do executivo liderado pelo independente Carlos Silva (Movimento Mudança).
Num relatório de ocorrências relacionadas com as tempestades de janeiro e fevereiro, no caso Ingrid, Joseph, Kristin, Leonardo e Marta, a APA definiu as intervenções em toda a costa a serem realizadas de forma urgente, bem como a curto e médio prazo, além de fazer um balanço dos estragos.
Aí, estão previstas ações de curto e médio prazo, da reposição sedimentar em Ofir, até ao final de 2027, a estabilização dunar e reforço sedimentar em Cedovém/Pedrinhas e Bonança, que são para executar a partir de janeiro de 2028, quando também arrancará o trabalho de recuperação e estabilização da restinga em Ofir.
Para o imediato, o foco da autarquia têm sido os passadiços e acessos, bem como o reperfilamento dos areais, pela “necessidade acrescida de intervenção” que o mau tempo apresentou.
“É notória a diminuição da extensão útil dos areais em diversas praias do concelho, o que obrigou a um esforço adicional de adaptação e requalificação dos espaços balneares. (…) A preparação da presente época balnear revelou-se mais exigente do que em anos anteriores”, admite o município.
Em Esposende, uma das obras previstas pela APA no relatório é uma intervenção de reconstrução e reforço estrutural do muro da Marginal da Praia da Couve, financiada por esta agência, estando já concluído o projeto, feito pelo município, que avança que os trabalhos podem “arrancar ainda durante o mês de junho”, mas não adiantou o investimento previsto.
Apesar das limitações, é possível garantir condições de segurança e funcionamento para que o verão decorra “com normalidade”, mesmo que os efeitos sejam ainda visíveis em Suave Mar e Ofir, com menos areal.
Os investimentos “estruturantes” serão guardados para depois do verão, “como é o caso das intervenções de contenção e reforço do cordão dunar junto à rampa dos pescadores”, que visam não só salvaguardar o presente mas também “a resiliência futura do litoral esposendense”, refere ainda a autarquia.
Em Viana do Castelo, o início do ano “foi particularmente difícil”, com “vários problemas” e algumas situações ainda a ser repostas, como a erosão e a perda de areia, além de um problema comum pela costa portuguesa, a “destruição de inúmeros passadiços”, conta à Lusa o chefe da Divisão do Ambiente e Alterações Climáticas da autarquia, José Paulo Vieira.
“A reposição de areias é uma competência da APA, e nos passadiços pedimos-lhes apoio, mas até ao momento não tenho nenhuma informação sobre isso, e é a Câmara que está a suportar o investimento”, afirma o responsável deste município liderado por Luís Nobre (PS).
As saídas para as praias foram quase todas destruídas, lamenta, estando a ser repostas para garantir a época balnear, tendo já sido reportadas as necessidades à agência nacional, como na Praia da Ínsua, em Afife, de Carreço, com “erosão na estrutura aderente”, e a “grande perda de areia e erosão dunar” na Amorosa, uma situação que se arrasta há vários anos.
É ali que se concentram os “problemas maiores” da costa de Viana do Castelo, e a Amorosa, em particular, configura “uma situação muito grave, porque a duna foi cortada, numa grande extensão, e ficou praticamente uma escarpa”.
“Para se fazer um acesso ao areal, que está a ser feito neste momento, é muito complicado, com uma altura de 15 metros. Tem de se fazer ali uma obra complicada”, acrescenta.
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A ponte da Argaçosa, na freguesia da Meadela, Viana do Castelo, reabriu hoje após uma empreitada de beneficiação das estruturas metálicas, a tempo do arranque da época balnear que abrange também a praia fluvial da Argaçosa.
Segundo a Câmara de Viana do Castelo, “a ponte pedonal sobre a ribeira de São Vicente tem uma função sobretudo prática e urbana e enquadrou-se nas intervenções de requalificação paisagística e funcional desta área, valorizando a mobilidade pedonal, o lazer e a integração da paisagem natural com o espaço urbano”.

Foi reabilitada durante 60 dias, o que ditou a sua interdição durante os últimos dois meses.
A Câmara está ainda a trabalhar na empreitada de beneficiação do Monumento ao 25 de Abril, da autoria do escultor José Rodrigues e que mede 16 metros de altura e 7,5 de largura. O monumento, situado na Praça da Liberdade, é feito em chapa de aço, coberta por uma camada exterior ferruginosa que o protege da corrosão.
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A Quinta Lago dos Cisnes, em Amares, vai reabrir esta quarta-feira, 10 de junho, feriado nacional.
“É já na próxima quarta-feira, dia 10 de junho, que reabrimos as portas do Bamboo & Coconut e apresentamos o novo The Bamboo Lounge”, anunciou o espaço nas redes sociais.
“Depois de meses de espera, voltamos ao nosso lugar de sempre, com muitas novidades para descobrir”, acrescenta.
O horário divulgado para os próximos dias é das 10:00 às 00:00 (quarta-feira, sábado e domingo) e das 12:00 às 00:00 (quinta e sexta-feira).
Conhecido palco de vários eventos, junto à Ponte do Porto, sobre o rio Cávado, que divide Braga e Amares, é uma quinta que está aberta ao público em geral, oferecendo serviços de bar, restaurante, atividades náuticas e até um pequeno ‘zoo’ com animais, sobretudo aves, para apreciar, para além de acolher eventos como casamentos ou sessões fotográficas.
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O Festival das Escaidinhas, que tem lugar em Ferragudo por ocasião do Solstício de Verão, regressa no próximo dia 21 de Junho, domingo, entre as 18 e as 23 horas, afirmando-se como uma celebração da identidade, da criatividade e do património humano e arquitetónico da vila.
Inspirado no momento em que o sol atinge o seu ponto mais alto e os dias alcançam a sua maior duração — uma época que, desde tempos ancestrais, foi assinalada por diversas culturas europeias através de festividades ligadas à luz, à abundância e à renovação — o festival convida a comunidade e os visitantes a redescobrirem a vila através da arte e da partilha.
Na edição deste ano, e considerando o ambiente associado ao Mundial de Futebol, a organização procurou enquadrar o evento em espaços onde o fervor futebolístico não se faça sentir de forma predominante.
Em paralelo, «optou-se por uma redução dos dias de programação, privilegiando uma experiência mais contemplativa, com maior foco na fruição e perceção artística», explica a Junta de Freguesia de Ferragudo, que organiza o festival.
As escadinhas, travessas, largos e recantos que moldam a personalidade única de Ferragudo transformam-se em palcos inesperados, onde se cruzam música, teatro, dança, poesia, artes visuais, gastronomia e outras expressões culturais.
O próprio percurso pela vila integra a experiência, despertando um olhar renovado sobre espaços carregados de história e memória coletiva.
O percurso artístico terá início junto ao Salva-Vidas de Ferragudo, seguindo em direção à igreja e culminando no Cruzeiro de Nossa Senhora da Conceição.
Ao longo deste trajeto, o público poderá encontrar atuações de bandas musicais, piano, exibição de curtas-metragens e, após o pôr do sol, um momento de DJ set.
O Festival das Escaidinhas continua a afirmar-se como um projeto de valorização do espaço público enquanto lugar de encontro, promovendo a criação artística e fortalecendo a ligação entre residentes, visitantes, associações e agentes culturais.
Para os artistas, representa uma oportunidade singular de apresentar o seu trabalho num contexto de proximidade e grande beleza. Para o público, é um convite a percorrer a vila de forma livre, surpreendente e inspiradora.
O Festival é uma co-produção de A Boia Associação Cultural e da Junta de Freguesia, com o apoio da Câmara Municipal de Lagoa.
O nome Escaidinhas é uma homenagem à forma como a palavra “escadinhas” é dita nesta zona do Algarve.
Veja aqui a reportagem sobre a edição do ano passado do Festival das Escaidinhas:

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A EMARP reforçou a recolha seletiva nas praias de Portimão e renovou a campanha «A melhor pegada não deixa marca».
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A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) divulgou esta terça-feira, 2 de Junho, o esclarecimento técnico sobre a ocupação de áreas do domínio público marítimo nas praias e acrescentou que, tanto a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) como a Autoridade Marítima Nacional (AMN), se pronunciaram favoravelmente a este documento.
O documento, agora lançado com o objetivo de «contribuir para uma melhor compreensão do enquadramento legal aplicável», surge depois de, em Maio, a APA ter avançado que é possível pôr chapéus de sol à frente das concessões de praia e não há nenhuma regra ou lei que o impeça.
«Nós, APA, assumimos fazer uma nova norma orientadora para que não haja qualquer dúvida, seja para os municípios, seja para os concessionários, seja para a Autoridade Marítima. A área que está concessionada está delimitada àquele retângulo e nunca poderá ultrapassar 30% da área útil da praia e 50% da frente de mar», disse José Pimenta Machado, frisando que «tudo o resto é de uso livre».
As declarações foram feitas aos jornalistas pelo presidente da APA, a 25 de Maio, à margem de uma visita da ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, à praia do Garrão, no concelho de Loulé.
Nesta nota de esclarecimento agora lançada, a APA volta a frisar que, em Portugal, «as praias são espaços de utilização pública e de acesso livre, e que a ocupação de áreas do domínio público marítimo por concessionários é permitida quando existe uma licença válida».
Ainda assim, «essas áreas estão sujeitas aos limites, condições e obrigações definidas nas respetivas licenças», devendo a definição das áreas concessionadas «atender às características morfológicas de cada praia, aos instrumentos de gestão territorial e às determinações das autoridades».
A nota frisa ainda que, por isso, «as áreas não abrangidas por licença ou concessão mantêm-se disponíveis para uso público, podendo ser livremente utilizadas pelos utentes, nomeadamente para a colocação de chapéus de praia, para-ventos ou outros equipamentos balneares particulares».
A mesma entidade realça também «o importante papel dos concessionários na prestação dos apoios à praia previstos nas respetivas licenças, através da disponibilização e manutenção de equipamentos e serviços de apoio aos utentes, nomeadamente apoios de praia, instalações sanitárias, balneários e vigilância balnear assegurada por nadadores-salvadores».
Já a fiscalização compete ao Município no qual a praia está inserida, à APA e à Autoridade Marítima.
Numa nota enviada hoje às redações, a Agência Portuguesa do Ambiente acrescenta ainda que a Associação Nacional de Municípios Portugueses, consultada sobre este esclarecimento técnico, considerou-o «um documento equilibrado, que reflete o enquadramento legal vigente e as realidades de diferentes praias e respetivas concessões».
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A época balnear no concelho de Portimão começa oficialmente esta segunda-feira, 1 de Junho, e será marcada «pelo reforço na segurança disponibilizada aos utilizadores das praias», com «todos os meios de segurança a postos».
Neste período, as praias do concelho vão dispor de Planos de Assistência a Banhistas, contando com 15 torres de vigilância e meia centena de nadadores-salvadores, distribuídos pelas áreas balneares do concelho, capacitadas com equipamentos como DAEs e garrafas de oxigénio.
Neste contexto, destaca-se ainda a instalação de três postos de enfermagem e dos habituais equipamentos de acessibilidade para cidadãos com mobilidade reduzida ao abrigo do projeto “Praia Acessível”.
De acordo com o Município, a estratégia centra-se num esforço contínuo em «dotar os espaços balneares do concelho com todas as condições de segurança, de assistência e de acesso a residentes e visitantes que, durante a época balnear procuram as praias do concelho».
Com este objetivo, desde a semana passada, dia 25 de Maio, até 6 de Outubro, o concelho tem disponíveis 15 torres de vigilância, 8 das quais na Praia de Alvor e 7 na Praia da Rocha.
«Estas infraestruturas reforçam os meios de vigilância e melhoram as condições de trabalho dos nadadores-salvadores, permitindo que, de uma posição mais alta no areal, possam assegurar uma melhor assistência aos banhistas», refere a autarquia, acrescentando que «as torres são consideradas estruturas essenciais na assistência e socorro aos veraneantes e integram os PIAB – Planos de Assistência a Banhistas, quer em Alvor, quer na Praia da Rocha».
Nesse contexto, sublinha-se que o PIAB de Alvor se refere às praias de Alvor Nascente e Alvor Poente, sendo constituído por 19 nadadores-salvadores, incluindo um coordenador. O dispositivo é ainda reforçado com duas motos de salvamento marítimo.
Já no extremo oposto da costa, o PIAB da Praia da Rocha é constituído por 15 nadadores-salvadores, também incluindo coordenador, sendo reforçado por uma moto de salvamento marítimo e uma moto 4×4 de assistência a banhistas.
Os Planos de Assistência a Banhistas incluem ainda Desfibrilhadores Automáticos Externos e garrafas de oxigénio, que garantem a prestação de cuidados pré-hospitalares aos banhistas pelos nadadores-salvadores.
Desta forma, no total, as praias de Portimão vão disponibilizar na época balnear 2026, que entra agora em vigor, 52 nadadores-salvadores, distribuídos por 40 postos de praias.
No âmbito de um protocolo com a Unidade Local de Saúde do Algarve, EPE (ULSALG), serão ainda assegurados três postos de enfermagem, localizados na UB 6 – Apoio de Praia “O Casalinho” (Praia da Rocha), na UB 2 – Apoio de Praia “Os Costas” (Praia do Vau), e na UB 3 – Apoio de Praia “Dunas” (Praia de Alvor). Os equipamentos vão estar a funcionar das 10h00 às 18h00, entre 1 de Julho e 15 de Setembro.
À semelhança dos anos anteriores, será também assegurado o funcionamento do projeto “Praia Acessível”, uma iniciativa que permite o acesso a banhos a pessoas com mobilidade condicionada, temporária ou permanente.
Neste âmbito, de Julho a Setembro e, diariamente, entre as 10h00 e as 18h00, na Praia do Vau, decorrente de protocolo com a Freguesia de Portimão, e na Praia de Alvor, decorrente de protocolo com a Freguesia de Alvor, serão instalados tendas e toldos de apoio e cadeiras anfíbias (tiraló) para deslocação na areia e acesso ao mar com o apoio de monitores.
A Área Desportiva da Praia da Rocha disponibiliza, de igual modo, duas cadeiras anfíbias e um tapete de praia para pessoas com mobilidade reduzida.
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