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Flávio Bolsonaro recorre a influenciador após prejuízo com caso Master

10 June 2026 at 15:16
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), tem recebido conselhos do influenciador Pablo Marçal com o objetivo de atrair apoios à sua campanha do público mais jovem.Candidato à Prefeitura de São Paulo em 2024, Marçal, conforme a colunista Milena Teixeira, do Metrópoles, tem atuado especialmente com orientações voltadas à comunicação digital e ao público que está iniciando o direito ao voto. Influenciador Pablo Marçal - Foto: Reprodução/Instagram @pablomarcal1 O influenciador declarou apoio público à pré-candidatura do senador em dezembro de 2025, durante uma conferência e evento de mentoria promovido por ele, em São Paulo.Em quedaA campanha de Flávio tenta recuperar o terreno perdido após uma pesquisa, divulgada no mês de maio, apontar que o pré-candidato teve uma redução expressiva de apoio entre os jovens após a divulgação de áudios dele pedindo recursos a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.No levantamento, Flávio registrou queda de 15,7 pontos percentuais especificamente na faixa de 16 a 24 anos em uma simulação de segundo turno contra o presidente Lula (PT). Leia Também: RECEPÇÃO CALOROSA Flávio Bolsonaro é recebido por apoiadores na visita a Bahia Farm Show CAMINHADA Flávio Bolsonaro é recebido por Junior e Cinthya Marabá na Bahia Farm POLÍTICA Flávio Bolsonaro diz preferir uma mulher como vice-presidente; entenda Flávio Bolsonaro é recebido por apoiadores na visita à Bahia Farm ShowO senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), chegou à Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia, na tarde desta terça-feira, 9.Ao lado do prefeito de LEM, Junior Marabá (PP), e do ex-ministro da Cidadania, João Roma (PL), Flávio foi recepcionado por uma multidão de apoiadores.Esta é a primeira visita do filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro à Bahia depois do anúncio de sua entrada na disputa pelo Palácio do Planalto.

Lula faz cobrança após Nunes Marques suspender pesquisa AtlasIntel

10 June 2026 at 09:05
O presidente Lula (PT) pediu explicações a aliados após a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, de suspender uma pesquisa da AtlasIntel em que o petista aparece 7,1 pontos percentuais à frente de Flávio Bolsonaro (48,9% contra 41,8%), em um cenário de segundo turno.Com isso, a empresa não poderá mais manter os dados em seus canais oficiais. Presidente do TSE, ministro Nunes Marques - Foto: Antonio Augusto/TSE A avaliação, no entorno do petista, foi de desagrado, mas também não gerou despertou grandes preocupações. Lula, inclusive, segundo o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles, foi informado da decisão ao longo da terça-feira, 9. Inicialmente, o petista não entendeu o despacho.GestoNo Palácio do Planalto, a avaliação é a de que Nunes Marques buscou fazer um gesto aos bolsonaristas. O ministro, vale lembrar, foi indicado a uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Leia Também: REAÇÃO CEO da Atlas reage após TSE suspender pesquisa desfavorável a Flávio ATLASATARDE AtlasIntel foi o instituto mais preciso em 102 eleições ao redor do mundo nos últimos 7 anos COMBATE AO CRIME Atlas: brasileiros apoiam classificação do PCC e CV, mas temem invasão Apesar da leitura, petistas e aliados de Lula dizem não enxergar um sinal de alinhamento irrestrito do ministro ao bolsonarismo. A aposta é de que, como presidente da Corte Eleitoral, ele manterá uma atuação “equilibrada” na eleição.Nos bastidores, auxiliares do mandatário dizem acreditar que o ministro não dará “cavalos de pau” na condução da Justiça Eleitoral, nem adotará decisões abruptas capazes de mudar os rumos da disputa presidencial de 2026.

Hugo Pinto eleito presidente do Sport Clube Vila Pouca

10 June 2026 at 13:09

VTM

A sufrágio apresentou-se uma única lista, encabeçada por Hugo Pinto, “numa demonstração de continuidade de um projeto que, ao longo da última época, permitiu ao clube crescer e alcançar importantes êxitos, fruto do trabalho desenvolvido pela Comissão Administrativa”, lê-se na nota publicada nas redes sociais do clube.

Eleições VPA

A participação dos associados foi expressiva e a lista liderada por Hugo Pinto acabou eleita com 98,08% dos votos. Registaram-se ainda 1,92% de votos nulos, não havendo votos contra ou abstenções.

“Queremos agradecer a todos os sócios pela presença e pela confiança depositada neste projeto. Assumimos este desafio com um enorme sentido de responsabilidade e renovamos o compromisso de continuar a trabalhar com dedicação, transparência e ambição, sempre em prol do crescimento e valorização do Sport Clube Vila Pouca”, vinca a nova direção.

Além de Hugo Pinto, como presidente da direção, foram eleitos Filipe Nascimento para presidente da Assembleia Geral e Miguel Campos para presidente do Conselho Fiscal.

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Jerônimo inicia escuta popular em Salvador e capital vira ponto estratégico da campanha

9 June 2026 at 22:58
Salvador recebeu, nesta terça-feira, 9, o Programa de Governo Participativo (PGP), iniciativa de escuta popular do grupo político liderado pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT). Além do petista, pré-candidato à reeleição, estiveram presentes importantes aliados da base, como deputados estaduais e federais, lideranças comunitárias do Subúrbio Ferroviário de Salvador, prefeitos e vereadores, além de secretários estaduais. O evento ocorreu no bairro de Periperi. Leia Também: REFORÇA PARA A REELEIÇÃO Baiano é escalado para fazer gestão das redes de Lula na campanha REAÇÃO CEO da Atlas reage após TSE suspender pesquisa desfavorável a Flávio POLÍTICA Flávio Bolsonaro lança funk do Pix após polêmica com EUA Ponto estratégico O encontro, primeiro de uma série que deve ocorrer na capital até o início da corrida eleitoral, reafirmou o papel da capital baiana, maior colégio eleitoral do estado, como um dos pontos estratégicos para a campanha. A mobilização do bloco e lideranças partidárias deu o tom do que deve ser visto até o dia 4 de outubro. Presidente estadual do PT, Tássio Britou afirmou, em conversa com o portal A TARDE, durante o evento, sobre o início das agendas na capital, no mesmo modelo que já tem acontecido no interior nas últimas semanas. Foto: Undel Galter | Ag. A TARDE Ouvir as propostas e colaboração da população soteropolitana, segundo o dirigente, é parte fundamental para entender as demandas da capital. "O PGP já tem uma marca nossa, é o nosso jeito de fazer programa de governo, que é ouvir nas pessoas, ouvir a sociedade, movimentos políticos, partidos, lideranças, prefeitos, deputados, e nós acreditamos que é o povo da Bahia que tem capacidade de discutir. Vocês não vão ver o nosso grupo saindo para a França, para São Paulo, para Goiás, atrás de entender a Bahia, quem entende a Bahia é o povo baiano, e é ele que a gente está escutando para conseguir o nosso plano de governo", destacou Tássio. Estratégia do grupo Para além do trabalho de consulta popular, o PGP também servirá para aquecer as turbinas de pré-campanha. Segundo fontes ouvidas pelo portal A TARDE, a ideia é avançar no número de votos em Salvador, equilibrando a disputa contra a oposição, que tem na capital e Região Metropolitana seu maior reduto de votos. Em 2022, Jerônimo obteve 557.418 votos em Salvador no segundo turno, enquanto ACM Neto (União Brasil) teve 1.013.094 votos. Em entrevista ao portal A TARDE, Rowenna Brito (PT), pré-candidata a deputada estadual e ex-secretária estadual de Educação, destacou a necessidade do papel de escuta na capital."Dando início a essa caminhada de ouvir as pessoas pra essa nova temporada nossa dos próximos quatro anos [...] A gente está aqui para ouvir o povo mais uma vez e reafirmar o nosso compromisso com a Bahia e com Salvador", afirmou.Os investimentos e obras de infraestrutura do grupo em Salvador, a exemplo do VLT, foram citados pelos presentes no PGP, políticos e moradores. Jerônimo Rodrigues mencionou ainda a entrega do Teatro Castro Alves (TCA), fechado para reforma, no próximo mês. Tom da campanha Escala 6x1, polarização e bandeiras sociais são as apostas da base governista para a campanha dos próximos meses, segundo interlocutores do governo. Os temas foram citados durante o PGP, seja no microfone ou nos bastidores. Presente no evento, o prefeito de Camaçari, quarto maior colégio eleitoral da Bahia, Luiz Caetano (PT), mencionou os mesmos temas. Eu penso que o que vai pautar é a polarização da campanha e, consequentemente, as bandeiras mais ligadas à sociedade. Tanto a pauta muito importante da jornada 6x1, que a gente vai derrotar e, consequentemente, vai ser vitoriosa, e também garantir a vitória de Jerônimo no primeiro turno. Isso que vai pautar as eleições Luiz Caetano, - prefeito de Camaçari Salvador potente Jerônimo Rodrigues falou, logo após o evento, com a equipe do portal A TARDE, sobre o papel de Salvador dentro tabuleiro político e da condução dos mandatos. Além dos diálogos com os soteropolitanos, Jerônimo frisou as realizações do governo na cidade, e pontuou esperar um trabalho coletivo de construção do plano de governo, a partir dos PGPs que serão realizados em Salvador. "Essa é a primeira edição do PGP em Salvador, e começou muito potente. Além dos militantes e dos mandatos do partido, comunidade aqui presente, trazendo a sua expectativa para que a gente possa ver isso no programa de governo, como fizemos aqui nessa região muitos programas, como melhoria nas escolas, encostas, drenagem, agora o VLT", destacou Jerônimo. "Espero que o grupo, a partir de hoje, construa suas propostas, lançar no programa de governo", completou o governador petista.

Jerônimo destaca força do PGP em Salvador: "Começou muito potente"

9 June 2026 at 22:14
O governador e pré-candidato ao Governo da Bahia, Jerônimo Rodrigues, classificou como "muito potente" o lançamento da edição das plenárias do Programa de Governo Participativo (PGP) no Subúrbio Ferroviário de Salvador, nesta terça-feira, 9. Conhecido por utilizar a estratégia de escuta nos 27 Territórios de Identidade do interior, o grupo político governista voltou as atenções para a capital baiana, buscando consolidar as demandas das comunidades diretamente na elaboração do plano estratégico de gestão para compor o plano de governo para as eleições de outubro. Jerônimo Rodrigues - Foto: Uendel Galter/ Ag A Tarde O encontro reuniu lideranças comunitárias, movimentos sociais e uma expressiva militância partidária para debater os gargalos e as soluções para as diversas macrorregiões de Salvador. Leia Também: REFORÇA PARA A REELEIÇÃO Baiano é escalado para fazer gestão das redes de Lula na campanha REAÇÃO CEO da Atlas reage após TSE suspender pesquisa desfavorável a Flávio POLÍTICA Flávio Bolsonaro lança funk do Pix após polêmica com EUA "Essa é a primeira edição do PGP em Salvador, e começou muito potente. Além dos militantes e dos mandatos do partido, a comunidade aqui presente, trazendo a sua expectativa para que a gente possa ver isso no programa de governo", afirmou o governador.  Espero que o grupo, a partir de hoje, construa suas propostas e possamos lançar no programa de governo Jerônimo Rodrigues No diálogo com os moradores, Jerônimo relembrou que os investimentos da gestão estadual na região do Subúrbio de Salvador, haviam sido inseridos na construção do programa de governo participativo nas eleições de 2022. "[...] fizemos aqui nessa região muitos programas, como melhoria nas escolas, encostas, drenagem, agora o VLT...", destacou.Agora, segundo o governador, as novas propostas atendidas ganham ainda mais credibilidade, respaldadas por entregas reais já realizadas naquelas localidades. 

16 anos depois, contrato do Bairro do Aleixo continua parado

9 June 2026 at 20:00
Os vereadores da Câmara do Porto aprovaram a sétima alteração ao contrato dos terrenos do Bairro do Aleixo. 16 anos depois, Pedro Duarte quer fim do impasse, mas oposição apresenta críticas.

© JOSE COELHO/LUSA

Eleição no Peru: Sánchez à frente de Fujimori por apenas 19 mil votos

Logo Agência Brasil

A disputa pelo segundo turno da eleição presidencial do Peru segue acirrada, nesta terça-feira (9), com o candidato de esquerda Roberto Sánchez Palomino à frente com uma pequena margem de 19,8 mil votos da candidata de direita Keiko Fujimori. Com 95,9% das urnas apuradas, o resultado segue imprevisível.

Enquanto Sánchez marca 50,056% dos votos, Keiko está com 49,944%. A diferença entre os dois reduziu nas últimas horas, com crescimento dos votos para Fujimori.

Notícias relacionadas:

Sánchez ultrapassou numericamente Keiko no início da tarde dessa segunda-feira (8), quando o país chegou a 93,9% das urnas apuradas. 

No início da apuração, quando apenas 20% das urnas haviam sido processadas, Keiko chegou a estar 200 mil votos à frente de Sánchez, devido ao fato de as urnas de Lima, a capital, terem sido computadas primeiro.

O Jurado Nacional de Eleições (JNE), a autoridade máxima eleitoral do Peru, afirmou que os resultados definitivos devem ser divulgados apenas em “meados de julho”. Isso porque foi acrescentado ao processo de apuração um novo mecanismo obrigatório de recontagem de votos em mesas que apresentaram alguma inconsistência. 

O JNE informa que, até o momento, foram recebidas 1 mil atas “em observação”, que precisaram passar por nova contagem com a presença de observadores de partidos e fiscais.

Das mais de 92,7 mil atas da eleição peruana, cerca de 2,2 mil ainda precisam ser contabilizadas, segundo a Oficina Nacional de Processos Eleitorais (ONPE) do Peru. 

Dessas, 1,7 mil são de mesas do exterior, onde a candidata Keiko Fujimori vem apresentando vantagem. Até o meio-dia desta terça-feira, apenas 30,2% das atas do exterior tinham sido contabilizadas, dando 65,4% dos votos para Keiko e 34,5% para Sánchez.

Keiko x Sánchez

Roberto Sánchez e Keiko Fujimori disputam o mandato presidencial no Peru para o período de 2026 a 2031, de cinco anos. O vencedor será o nono presidente do país sul-americano em dez anos de crise política. Desde 2016, dois presidentes renunciaram e quatro foram destituídos pelo parlamento peruano, tido como o poder de fato no país.

Filha do ex-ditador Alberto Fujimori (1990-2000), condenado por violações de direitos humanos, o que inclui esterilização forçada de mulheres indígenas, Keiko perdeu nas últimas três eleições no 2º turno, em 2011, 2016 e 2021.

Do outro lado, está Roberto Sánchez, aliado do ex-presidente Pedro Castillo, destituído, preso e condenado por tentativa de golpe de Estado ao tentar dissolver o Parlamento. Para seus apoiadores, Castillo foi vítima de um golpe do Legislativo por representar o voto rural e indígena do país.

Psicólogo de formação, Sánchez é deputado federal pelo partido Todos pelo Peru, tendo sido ministro de Castillo. Assim que votou no domingo (7) em Lima, Sánchez foi até o presídio de Barbadillo, onde Castillo está detido, permanecendo no local até a divulgação dos primeiros resultados parciais.

Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Eleição no Peru: Sánchez à frente de Fujimori por apenas 19 mil votos

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A disputa pelo segundo turno da eleição presidencial do Peru segue acirrada, nesta terça-feira (9), com o candidato de esquerda Roberto Sánchez Palomino à frente com uma pequena margem de 19,8 mil votos da candidata de direita Keiko Fujimori. Com 95,9% das urnas apuradas, o resultado segue imprevisível.

Enquanto Sánchez marca 50,056% dos votos, Keiko está com 49,944%. A diferença entre os dois reduziu nas últimas horas, com crescimento dos votos para Fujimori.

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Sánchez ultrapassou numericamente Keiko no início da tarde dessa segunda-feira (8), quando o país chegou a 93,9% das urnas apuradas. 

No início da apuração, quando apenas 20% das urnas haviam sido processadas, Keiko chegou a estar 200 mil votos à frente de Sánchez, devido ao fato de as urnas de Lima, a capital, terem sido computadas primeiro.

O Jurado Nacional de Eleições (JNE), a autoridade máxima eleitoral do Peru, afirmou que os resultados definitivos devem ser divulgados apenas em “meados de julho”. Isso porque foi acrescentado ao processo de apuração um novo mecanismo obrigatório de recontagem de votos em mesas que apresentaram alguma inconsistência. 

O JNE informa que, até o momento, foram recebidas 1 mil atas “em observação”, que precisaram passar por nova contagem com a presença de observadores de partidos e fiscais.

Das mais de 92,7 mil atas da eleição peruana, cerca de 2,2 mil ainda precisam ser contabilizadas, segundo a Oficina Nacional de Processos Eleitorais (ONPE) do Peru. 

Dessas, 1,7 mil são de mesas do exterior, onde a candidata Keiko Fujimori vem apresentando vantagem. Até o meio-dia desta terça-feira, apenas 30,2% das atas do exterior tinham sido contabilizadas, dando 65,4% dos votos para Keiko e 34,5% para Sánchez.

Keiko x Sánchez

Roberto Sánchez e Keiko Fujimori disputam o mandato presidencial no Peru para o período de 2026 a 2031, de cinco anos. O vencedor será o nono presidente do país sul-americano em dez anos de crise política. Desde 2016, dois presidentes renunciaram e quatro foram destituídos pelo parlamento peruano, tido como o poder de fato no país.

Filha do ex-ditador Alberto Fujimori (1990-2000), condenado por violações de direitos humanos, o que inclui esterilização forçada de mulheres indígenas, Keiko perdeu nas últimas três eleições no 2º turno, em 2011, 2016 e 2021.

Do outro lado, está Roberto Sánchez, aliado do ex-presidente Pedro Castillo, destituído, preso e condenado por tentativa de golpe de Estado ao tentar dissolver o Parlamento. Para seus apoiadores, Castillo foi vítima de um golpe do Legislativo por representar o voto rural e indígena do país.

Psicólogo de formação, Sánchez é deputado federal pelo partido Todos pelo Peru, tendo sido ministro de Castillo. Assim que votou no domingo (7) em Lima, Sánchez foi até o presídio de Barbadillo, onde Castillo está detido, permanecendo no local até a divulgação dos primeiros resultados parciais.

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Baiano é escalado para fazer gestão das redes de Lula na campanha

8 June 2026 at 22:00
O jornalista baiano Giácomo Degani foi escalado para reforçar a operação digital da campanha à reeleição do presidente Lula (PT) ao Palácio do Planalto.Especialista em marketing, com mais de 15 anos de experiência, ele é formado pela Universidade Federal da Bahia (Ufba). O comunicador atualmente é diretor de Marketing e Comunicação do ICL (Instituto Conhecimento Liberta) e do ICL Notícias.Ao longo da carreira, liderou equipes de comunicação em agências de publicidade, empresas de marketing digital, startups e campanhas políticas no Brasil e em outros países da América Latina.No currículo, reúne trabalhos para clientes como em empresas e instituições como YouTube, Cencosud, Governo da Bahia, Eletrobras e Disney. Leia Também: REAÇÃO CEO da Atlas reage após TSE suspender pesquisa desfavorável a Flávio POLÍTICA Flávio Bolsonaro lança funk do Pix após polêmica com EUA ANTES DA COPA Lula desafia bolsonarismo e adota camisa amarela da Seleção Brasileira Equipe de redesAlém de Degani, a operação digital de Lula contará com a jornalista e especialista em marketing digital Nicole Briones e com o fotógrafo oficial do presidente, Ricardo Stuckert.A ideia é que Nicole fique responsável pelas redes do PT, enquanto Degani assuma a gestão das redes da campanha.

CEO da Atlas reage após TSE suspender pesquisa desfavorável a Flávio

8 June 2026 at 17:31
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kássio Nunes Marques, determinou a suspensão das pesquisa do instituto AtlasIntel divulgada no dia 19 de abril, que mostra queda acentuada das intenções de voto do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ).O presidente do Tribunal acatou um pedido do Partido Liberal (PL), que pediu a suspensão da pesquisa sob o argumento de que o questionário foi construído para induzir respostas que prejudicaram o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), “extrapolando o papel de verificação da opinião pública”.Em análise preliminar, o ministro considerou que há elementos que indicam indução para a contaminação das respostas, entre eles a divulgação de áudio de uma conversa entre Flávio e o fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro. Ele destacou que a concessão da liminar parcial não indica perigo caso posteriormente se verifique a regularidade metodológica do levantamento.A decisão liminar é do presidente do Tribunal e deve ser levada a referendo na sessão colegiada do TSE, nesta terça-feira, 9. Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kássio Nunes Marques - Foto: Carlos Moura/SCO/STF Sem induçãoEm nota enviada à imprensa, o instituto AtlasIntel informou que está fornecendo todos os esclarecimentos e informações metodológicas solicitados sobre o estudo e acrescentou que está tranquila e confiante de que a situação será devidamente esclarecida a partir da análise técnica dos fatos e da metodologia empregada.No comunicado, a empresa afirmou que a pesquisa foi realizada sem que o áudio fosse reproduzido e negou qualquer tipo de indução das respostas aos entrevistados.“Todo o desenho metodológico do questionário, bem como a dinâmica de aplicação do teste de áudio, foi conduzido com o rigor técnico e científico que caracteriza o trabalho da AtlasIntel, sempre orientado pelos princípios de imparcialidade, transparência, integridade metodológica e qualidade estatística dos dados produzidos”, diz um trecho do comunicado.  Leia Também: ATLASATARDE AtlasIntel foi o instituto mais preciso em 102 eleições ao redor do mundo nos últimos 7 anos ATLASATARDE AtlasIntel: 60% não votariam em Flávio Bolsonaro após áudios PESQUISA Flávio Bolsonaro lidera rejeição após escândalo com Banco Master O CEO da Atlas, Anderi Roman, se manifestou criticando a decisão e citando outros episódios de ataques após a divulgação de resultados de levantamentos.”Quando mostramos Bolsonaro e Trump fortes em 2022, fomos atacados pela esquerda. Quando antecipamos a derrota de Orban na Hungria, fomos atacados pela direita. A reputação se constrói lentamente, a partir de um trabalho árduo. A realidade que se impõe hoje é que não existe uma empresa de pesquisa a nível global com a trajetória que a AtlasIntel construiu. Depois de cada ataque injusto, a AtlasIntel se consolidou mais e é justamente isso que vai continuar acontecendo”, escreveu em seu perfil no X, antigo Twitter. Ao longo do tempo, muitos tentaram atacar a reputação da AtlasIntel quando os resultados não convinham. Quando mostramos Bolsonaro e Trump fortes em 2022, fomos atacados pela esquerda. Quando antecipamos a derrota de Orban na Hungria, fomos atacados pela direita. A reputação se… https://t.co/JC6IxMM2Oq— Andrei Roman (@andrei__roman) June 8, 2026

A 30ª Parada do Orgulho LGBT+ alerta sobre importância do voto

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Com uma imensa urna abraçando a Avenida Paulista e muita bateção de leques, a Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo acontece neste domingo (7) na Avenida Paulista reunindo uma multidão de pessoas. Completando 30 anos de existência, o evento adotou como tema neste ano 30 Anos Parada SP: A rua convoca, a urna confirma, propondo um debate sobre a importância do voto e da participação democrática na defesa dos direitos da população LGBT+.
São Paulo (SP), 07/06/2026 - Pessoas participa,m da Parada do Orgulho LGBT+. Foto: Elaine Cruz/Agência Brasil São Paulo (SP), 07/06/2026 - Pessoas participa,m da Parada do Orgulho LGBT+. Foto: Elaine Cruz/Agência Brasil
Parada do Orgulho LGBT+, foto : Elaine Cruz/Agência Brasil

A primeira edição da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo ocorreu em 1996, na Praça Roosevelt e, só no ano seguinte, passou a ocupar a Avenida Paulista, onde se consolidou. Desde então, a parada sempre levou para as ruas a discussão de temas fundamentais tais como o reconhecimento da união estável, o direito à identidade de gênero, a adoção por casais homoafetivos e a criminalização da LGBTfobia, entre outros. No ano passado, por exemplo, a discussão foi sobre o envelhecimento.

Notícias relacionadas:

Hoje é um marco para nós pois todos os direitos que hoje temos da população LGBT+ passaram aqui pela Avenida Paulista”,disse Matheus Emílio Pereira da Silva, diretor na Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOLGBT-SP).

“Em 2005 tratamos sobre o direito à união estável e, uma década depois, isso foi reconhecido pelo STF [Supremo Tribunal Federal]. Já tratamos sobre a criminalização da LGBT fobia. Em 2006 trouxemos esse tema e, depois, o STF também veio a reconhecer isso equiparando a questão da LGBTfobia ao crime de racismo. Falamos sobre direitos da população trans, direito à doação de sangue, direito à adoção. Todos esses foram temas que, antes de estarem nos tribunais, passaram pela Avenida Paulista. Então, isso mostra a importância da Parada de São Paulo nessas três décadas de lutas”, reforçou Silva.

Apesar de muitas conquistas, o diretor da Parada SP reforça que ainda há um caminho a ser perseguido.

A gente precisa ainda de um compromisso do nosso Legislativo para assegurar esses direitos na letra da lei – e não apenas com decisões judiciais como nós temos atualmente, disse.

Por isso, neste ano, a Parada leva como tema as eleições. “É importante a gente falar sobre isso para conscientizar a nossa população, em especial as pessoas LGBT+, para

que elejam e para que votem em pessoas comprometidas com os direitos da população LGBT e com a sociedade como um todo, que não legislem para si só, mas sim para o povo”, afirmou Silva.

Menos patrocínio

Um pouco menor este ano por causa da diminuição de patrocínios, a ParadaSP vai às ruas com 14 trios elétricos, seguindo em desfile pela Avenida Paulista e pela Rua da Consolação, até chegar à Praça da República.

Segundo os organizadores do evento, houve uma redução de 60% na receita com patrocinadores neste ano, o que afetou não somente a organização da Parada, como também as ações sociais e culturais promovidas pela APOLGBT-SP. Com menos patrocínio, houve redução no número de trios elétricos que vão desfilar pela Avenida Paulista este ano: serão apenas 14, contra 17 que desfilaram no ano passado. Em 2023 a Parada chegou a desfilar com 19 trios elétricos.

Apesar disso, muita gente chegou cedo à Avenida Paulista para acompanhar o evento. A manifestação teve início às 10h de hoje e conta com a presença de artistas como Pabllo Vittar, Urias, Gloria Groove, Pepita, Diego Martins, Jup do Bairro, Melody, MC Soffia, Isma, Katy da Voz e As Abusadas, MC Trans, Zumbicore e Thiago Pantaleão, além da ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Janine Mello.

“O Ministério dos Direitos Humanos tem marcado presença na Parada. A de São Paulo é a maior do mundo, então é uma alegria para a gente estar aqui. E neste ano o Ministério está com uma campanha, O Brasil é de Todas as Cores: Para Todas as Pessoas, e para a gente é importante lembrar e ressaltar junto à população brasileira sobre a necessidade da garantia dos direitos da população LGBT”, falou a ministra, em entrevista à Agência Brasil durante o evento.

“A gente tem uma série de políticas voltadas para as diferentes dimensões da população LGBTQIA+. Temos desde políticas ligadas ao empoderamento e à inclusão produtiva, até políticas de acolhimento em momentos de vulnerabilidade. E enviamos recentemente ao Congresso Nacional a Política Nacional de Direitos LGBT, que vai pegar diferentes dimensões, inclusive sobre o enfrentamento da violência contra pessoas LGBTQIA+”, completou a ministra.

Segundo a secretária Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat, também presente ao evento, o ministério desenvolveu um acordo técnico com o Ministério da Justiça e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que vai começar a produzir dados governamentais sobre a violência contra a população LGBT+.

“E, a partir daí, vamos construir protocolos mais institucionais que ajudem em todo o processo, desde o acolhimento da denúncia, até a investigação e o sistema de justiça”, explicou.

Galeria de fotos - Parada do Orgulho LGBT+ (SP)., por Bruno.Fernandes

 

A 30ª Parada do Orgulho LGBT+ alerta sobre importância do voto

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Com uma imensa urna abraçando a Avenida Paulista e muita bateção de leques, a Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo acontece neste domingo (7) na Avenida Paulista reunindo uma multidão de pessoas. Completando 30 anos de existência, o evento adotou como tema neste ano 30 Anos Parada SP: A rua convoca, a urna confirma, propondo um debate sobre a importância do voto e da participação democrática na defesa dos direitos da população LGBT+.
São Paulo (SP), 07/06/2026 - Pessoas participa,m da Parada do Orgulho LGBT+. Foto: Elaine Cruz/Agência Brasil São Paulo (SP), 07/06/2026 - Pessoas participa,m da Parada do Orgulho LGBT+. Foto: Elaine Cruz/Agência Brasil
Parada do Orgulho LGBT+, foto : Elaine Cruz/Agência Brasil

A primeira edição da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo ocorreu em 1996, na Praça Roosevelt e, só no ano seguinte, passou a ocupar a Avenida Paulista, onde se consolidou. Desde então, a parada sempre levou para as ruas a discussão de temas fundamentais tais como o reconhecimento da união estável, o direito à identidade de gênero, a adoção por casais homoafetivos e a criminalização da LGBTfobia, entre outros. No ano passado, por exemplo, a discussão foi sobre o envelhecimento.

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Hoje é um marco para nós pois todos os direitos que hoje temos da população LGBT+ passaram aqui pela Avenida Paulista”,disse Matheus Emílio Pereira da Silva, diretor na Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOLGBT-SP).

“Em 2005 tratamos sobre o direito à união estável e, uma década depois, isso foi reconhecido pelo STF [Supremo Tribunal Federal]. Já tratamos sobre a criminalização da LGBT fobia. Em 2006 trouxemos esse tema e, depois, o STF também veio a reconhecer isso equiparando a questão da LGBTfobia ao crime de racismo. Falamos sobre direitos da população trans, direito à doação de sangue, direito à adoção. Todos esses foram temas que, antes de estarem nos tribunais, passaram pela Avenida Paulista. Então, isso mostra a importância da Parada de São Paulo nessas três décadas de lutas”, reforçou Silva.

Apesar de muitas conquistas, o diretor da Parada SP reforça que ainda há um caminho a ser perseguido.

A gente precisa ainda de um compromisso do nosso Legislativo para assegurar esses direitos na letra da lei – e não apenas com decisões judiciais como nós temos atualmente, disse.

Por isso, neste ano, a Parada leva como tema as eleições. “É importante a gente falar sobre isso para conscientizar a nossa população, em especial as pessoas LGBT+, para

que elejam e para que votem em pessoas comprometidas com os direitos da população LGBT e com a sociedade como um todo, que não legislem para si só, mas sim para o povo”, afirmou Silva.

Menos patrocínio

Um pouco menor este ano por causa da diminuição de patrocínios, a ParadaSP vai às ruas com 14 trios elétricos, seguindo em desfile pela Avenida Paulista e pela Rua da Consolação, até chegar à Praça da República.

Segundo os organizadores do evento, houve uma redução de 60% na receita com patrocinadores neste ano, o que afetou não somente a organização da Parada, como também as ações sociais e culturais promovidas pela APOLGBT-SP. Com menos patrocínio, houve redução no número de trios elétricos que vão desfilar pela Avenida Paulista este ano: serão apenas 14, contra 17 que desfilaram no ano passado. Em 2023 a Parada chegou a desfilar com 19 trios elétricos.

Apesar disso, muita gente chegou cedo à Avenida Paulista para acompanhar o evento. A manifestação teve início às 10h de hoje e conta com a presença de artistas como Pabllo Vittar, Urias, Gloria Groove, Pepita, Diego Martins, Jup do Bairro, Melody, MC Soffia, Isma, Katy da Voz e As Abusadas, MC Trans, Zumbicore e Thiago Pantaleão, além da ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Janine Mello.

“O Ministério dos Direitos Humanos tem marcado presença na Parada. A de São Paulo é a maior do mundo, então é uma alegria para a gente estar aqui. E neste ano o Ministério está com uma campanha, O Brasil é de Todas as Cores: Para Todas as Pessoas, e para a gente é importante lembrar e ressaltar junto à população brasileira sobre a necessidade da garantia dos direitos da população LGBT”, falou a ministra, em entrevista à Agência Brasil durante o evento.

“A gente tem uma série de políticas voltadas para as diferentes dimensões da população LGBTQIA+. Temos desde políticas ligadas ao empoderamento e à inclusão produtiva, até políticas de acolhimento em momentos de vulnerabilidade. E enviamos recentemente ao Congresso Nacional a Política Nacional de Direitos LGBT, que vai pegar diferentes dimensões, inclusive sobre o enfrentamento da violência contra pessoas LGBTQIA+”, completou a ministra.

Segundo a secretária Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat, também presente ao evento, o ministério desenvolveu um acordo técnico com o Ministério da Justiça e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que vai começar a produzir dados governamentais sobre a violência contra a população LGBT+.

“E, a partir daí, vamos construir protocolos mais institucionais que ajudem em todo o processo, desde o acolhimento da denúncia, até a investigação e o sistema de justiça”, explicou.

Galeria de fotos - Parada do Orgulho LGBT+ (SP)., por Bruno.Fernandes

 

Lula desafia bolsonarismo e adota camisa amarela da Seleção Brasileira

7 June 2026 at 13:35
A menos de sete dias para o jogo de estreia na Copa do Mundo, contra o Marrocos, no sábado, 13, o presidente Lula (PT) postou uma foto em seu perfil, nas redes sociais, neste domingo, 7, em que aparece com uma camisa da Seleção Brasileira, na Granja do Torto, em Brasília.Na legenda da foto, o petista escreveu a seguinte mensagem: "O Brasil é dos brasileiros". Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Luiz Inácio Lula da Silva (@lulaoficial)A decisão de Lula em usar a camisa amarela com detalhes em verde representa uma tentativa de resgatar um dos símbolos nacionais que, nos últimos anos, foi visto como marca da extrema-direita no país.Campanha de Lula vai usar Copa do Mundo em jingle de reeleiçãoA coordenação da pré-campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) finaliza os últimos detalhes para lançar, na próxima semana, um jingle político estruturado a partir da temática da Copa do Mundo.A estratégia foi desenhada para conectar o sentimento de mobilização popular em torno do torneio mundial de futebol à exaltação da identidade nacional e da soberania, de acordo com a colunista Milena Teixeira, do Metrópoles. Leia Também: ELEIÇÕES Lula monta superchapa de ministros no maior colégio eleitoral do Brasil MENOS BUROCRACIA Lula sanciona MP do Bom Condutor: veja o que muda com a legislação PLANALTO X SENADO Lula eleva tom com Alcolumbre após alerta de pautas-bomba ReferênciasA composição deve explorar referências ao Mundial, chamando o eleitor à defesa das cores da bandeira brasileira. Na prática, a iniciativa transmite uma orientação do Lula ao primeiro escalão de ministros durante reuniões de coordenação política realizadas no Palácio do Planalto.O chefe do Executivo Federal determinou que os integrantes da Esplanada e as lideranças aliadas passem a vestir a camisa da Seleção Brasileira e adotem as cores verde e amarela nas agendas governamentais e, posteriormente, nos palanques da corrida presidencial.

Candidatos à direção dos Bombeiros de Salto podem entregar listas de 11 a 19 de junho

VTM

O anúncio foi feito pelo presidente da Mesa da Assembleia Geral, João Alves Soares, através de um edital divulgado pela instituição.

O processo eleitoral entra agora numa fase decisiva, com a abertura do prazo para apresentação de listas candidatas aos diferentes órgãos sociais da associação. As candidaturas poderão ser entregues entre os dias 11 e 19 de junho, terminando o prazo às 18h00 do último dia.

As listas deverão ser apresentadas na sede da corporação, junto dos serviços administrativos, em envelope fechado dirigido ao presidente da Mesa da Assembleia Geral. Após o encerramento do prazo, as candidaturas serão analisadas entre os dias 20 e 24 de junho, sendo posteriormente comunicada aos proponentes a sua aceitação ou a necessidade de eventuais correções.

Caso sejam necessárias alterações ou regularizações, estas poderão ser efetuadas até 28 de junho. As listas definitivas e validadas serão afixadas na sede da associação nos dias 29 e 30 de junho.

Podem integrar as listas e participar na votação os associados com a situação regularizada e com o pagamento da quota referente ao ano de 2025 efetuado.

A convocatória da Assembleia Geral Eleitoral, com indicação do horário de funcionamento da votação, da proclamação dos resultados e da tomada de posse dos eleitos, será divulgada em simultâneo com a afixação das listas admitidas.

Fundada a 6 de outubro de 1987, as eleições anteriores da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Salto foram impugnadas, tendo o tribunal de Montalegre determinado novo sufrágio para 12 de julho.

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Peru decide nas urnas entre dois modelos antagônicos

7 June 2026 at 02:26

Os peruanos vão às urnas neste domingo, 7, para decidir, no segundo turno, quem será seu décimo presidente em dez anos, sem maiorias claras, mas com a candidata de tendências autoritárias Keiko Fujimori, em sua quarta tentativa, com uma ligeira vantagem sobre seu adversário de esquerda, Roberto Sánchez; tudo isso em meio ao desânimo que uma crise institucional e política quase perpétua causa no eleitorado.

A última pesquisa da Ipsos, divulgada na semana passada, atribui à candidata do Fuerza Popular 38% dos votos contra 35% de seu rival do Juntos por el Perú, depois que, no final de abril, os dois estavam empatados. No entanto, resta saber como o bom desempenho de Sánchez no debate televisionado de domingo pode ter influenciado, já que a lei eleitoral proíbe, a partir desta segunda-feira, a publicação de novas pesquisas.

Fujimori impôs-se claramente com 17% dos votos em um primeiro turno marcado por uma fragmentação grotesca do eleitorado, devido aos 35 candidatos à presidência que se apresentaram. Após uma contagem acirrada que se prolongou por um mês, Sánchez superou por uma pequena margem o conservador Rafael López-Aliaga

Os dois candidatos têm uma visão totalmente antagônica do país. O dilema está na direita autoritária do fujimorismo, cujo controle do Congresso nos últimos anos criou um cenário de ingovernabilidade para muitos presidentes, ou manteve outros no poder, como a muito impopular Dina Boluarte; e uma esquerda indigenista, mais forte fora de Lima e de outros grandes centros urbanos.

Sánchez tem usado eleitoralmente essa questão da identidade indígena, chegando a aparecer com o característico chapéu chotano do ex-presidente Pedro Castillo, a quem foi visitar na prisão, onde cumpre pena por crimes de rebelião após tentar dissolver o Congresso em dezembro de 2022.

Ex-ministro de Castillo, Sánchez já prometeu conceder anistia ao ex-presidente, reformar instituições que considera "sequestradas e subvertidas" pelo fujimorismo e reforçar a presença do Estado em todo o país, com políticas de desenvolvimento, obras, educação e saúde.

Por sua vez, Fujimori alertou para o "caos" que significaria voltar às fórmulas de 2021, apesar de Castillo ter permanecido no cargo por apenas um ano e não ter conseguido cumprir nenhuma de suas promessas eleitorais devido à obstrução do Congresso, e agitou velhas bandeiras como o medo do comunismo e da fraude eleitoral.

Justamente, no debate de domingo, Fujimori agitou esse fantasma da fraude nas urnas e, poucos dias antes do pleito deste fim de semana, evitou afirmar que aceitaria os resultados caso não vencesse, algo que lembra sua postura de 2021, quando não os aceitou em seu confronto com Pedro Castillo.

A igualdade nas pesquisas sugere que, nas eleições deste domingo, também terá peso importante o voto do eleitorado que decide com base em quem lhe causa menos repulsa; seja a filha do ex-presidente Alberto Fujimori - com um legado marcado por violações dos direitos humanos -, ou o herdeiro político de um frágil Castillo que se mostrou incapaz de governar.

Esse cenário mostra que 23% dos eleitores se decidiriam por Fujimori para evitar o candidato do Juntos pelo Peru, enquanto 15% votariam em Sánchez devido ao antagonismo que ela suscita.

Por outro lado, no caso de Fujimori, que buscou assumir um papel mais institucional e moderado durante a campanha, destacam-se, como motivos para votá-la, suas promessas de crescimento econômico e de mão dura contra a criminalidade e a grave crise de segurança que assola o país, enquanto que em Sánchez, visto como uma figura disruptiva, valorizam principalmente a mudança e sua luta contra a corrupção.

O PESO DO CONGRESSO E A CRISE DE GOVERNANÇA

Com este processo eleitoral, os peruanos aspiram a conter uma crise institucional que já se tornou um paradigma de governança, como demonstra o fato de que, nos últimos dez anos, desde Ollanta Humala - atualmente preso por corrupção -, nenhum presidente conseguiu concluir seu mandato.

Uma das chaves dessa instabilidade reside no artigo 113 da Constituição, que permite ao Congresso destituir o presidente por incapacidade moral ou física, tornando-se, na última década, uma ferramenta de controle discricionário sobre o Executivo, sem as exigências e os prazos previstos nos processos de impeachment

Essas eleições também marcaram o retorno de um Congresso bicameral, com 130 deputados e 60 senadores, no qual a Fuerza Popular volta a ser a formação política mais numerosa do espectro parlamentar, à frente do Juntos por el Perú, e pela primeira vez em muito tempo sem a presença de alguns partidos históricos.

O novo Senado, que não pode ser dissolvido pelo presidente, será fundamental nesta nova legislatura, pois terá a palavra final na aprovação de leis, que podem ser revisadas, modificadas ou rejeitadas sem a necessidade de passar novamente pela Câmara dos Deputados. Além disso, será responsável pela nomeação de altos funcionários, como o Provedor de Justiça ou os juízes do Tribunal Constitucional, entre outros.

Esse controle das câmaras, exercido durante a última década pelo Fuerza Popular e pela Renovación Popular de López Aliaga, seu principal parceiro nesta próxima legislatura, foi incapaz de atender às demandas da cidadania e, para alguns analistas, significou a captura do Estado pelo Congresso.

Isso gerou um clima de frustração e de expectativas não atendidas entre uma população cansada da classe política, o que se reflete, por sua vez, na fragmentação do voto e naquele número recorde de candidatos, alguns deles supostos e autodeclarados "outsiders", no primeiro turno.

*Este conteúdo é de inteira responsabilidade da Europa Press

© ERNESTO BENAVIDES / AFP

Keiko Fujimori, candidata do Fuerza Popular, tem 38% das intenções de votos contra 35% de seu rival

PL lidera divisão do fundo eleitoral e receberá R$ 881,6 milhões

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulgou nesta quarta (3) a divisão dos valores do fundo eleitoral de financiamento de campanha. Ao todo, cerca de R$ 4,9 bilhões serão distribuídos entre 30 partidos.

A divisão considera a representatividade dos partidos no Congresso e o desempenho nas últimas eleições. Como PL e PT elegeram as maiores bancadas na Câmara e Senado, recebem mais recursos.

Veja quanto cada partido vai receber

o PL: R$ 881.657.477,34

o PT: R$ 615.367.980,20

o União Brasil: R$ 526.242.858,11

o PSD: R$ 421.008.404,89

o PP: R$ 417.067.738,40

o MDB: R$ 400.002.399,99

o Republicanos – R$ 348.587.815,77

o Podemos: R$ 245.969.763,68

o PDT: R$ 169.285.643,92

o PSB: R$ 152.252.956,07

o PSDB: R$ 147.895.172,40

o PSOL: R$ 131.506.284,42

o Solidariedade: R$ 88.526.669,83

o Avante: R$ 72.516.777,19

o PRD: R$ 71.819.227,37

o Cidadania: R$ 60.714.157,11

o PCdoB: R$ 60.531.914,25

o PV: R$ 45.183.873,26

o Novo: R$ 37.044.203,26

o Rede: R$ 35.803.821,03

o Agir: R$ 3.307.679,85

o DC: R$ 3.307.679,85

o Democrata: R$ 3.307.679,85

o Missão: R$ 3.307.679,85

o Mobiliza: R$ 3.307.679,85

o PCB: R$ 3.307.679,85

o PCO: R$ 3.307.679,85

o PRTB: R$ 3.307.679,85

o PSTU: R$ 3.307.679,85

o UP: R$ 3.307.679,85

Recursos podem ser usados em despesas de campanha

Os valores podem ser utilizados para despesas relacionadas à campanha. Gastos incluem produção de material gráfico, impulsionamento de conteúdo na internet, contratação de pessoal, aluguel de espaços para eventos, transporte e serviços de comunicação. (UOL/FOLHAPRESS)

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