Livro «Isto não é Miami» de Fernanda Melchor retrata uma Veracruz moldada pelo narcotráfico, entre violência, sobrevivência e personagens sem horizonte de fuga.
A plataforma MEC Livros alcançou a marca de 468 mil obras literárias acessadas gratuitamente desde o lançamento da ferramenta, em abril deste ano, o que resulta em uma média de 3,4 mil livros por dia.
De acordo com o Ministério da Educação (MEC), mais de 107 mil livros foram vistos integralmente, com pelo menos 90% do conteúdo lido.
Somado todo o tempo de leitura de todos os usuários na plataforma, foram registradas 269 mil horas, o equivalente a cerca de 30 anos de leitura ininterrupta.
A biblioteca digital do Brasil tem registrados 862 mil usuários em todo o país, dos quais 44% já pegaram ao menos uma obra emprestada.
A iniciativa do governo federal de emprestar os livros tem o objetivo de ampliar o acesso público e gratuito a obras literárias em formato digital, que podem ser acessadas gratuitamente por computadores, tablets e smartphones.
Os mais lidos
No total, 13 mil títulos diferentes já foram emprestados e, ao menos, folheados, entre os mais de 25 mil disponibilizados na plataforma.
Entre todos eles, o livro mais lido é A Cabeça do Santo, da jornalista e escritora brasileira Socorro Acioli, com 27.479 empréstimos. A obra foi desenvolvida em uma oficina de Gabriel García Márquez, colombiano que venceu o Nobel da Literatura em 1982, e conta a história de um jovem que descobre possuir o dom de ouvir as preces de mulheres para Santo Antônio.
TOP5 de mais emprestados no MEC Livros:
A Cabeça do Santo, de Socorro Acioli;
Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski;
Noites Brancas, de Fiódor Dostoiévski;
A Vegetariana, de Han Kang;
Sem Despedidas, de Han Kang.
Trilha de Letras, da TV Brasil, recebe escritora Socorro Acioli Frame TV Brasil - Frame TV Brasil
Acervo
A plataforma MEC Livros disponibiliza livros nacionais e internacionais que contribuam para a aprendizagem e formação de estudantes, além de difundir o patrimônio literário, incentivar o hábito de leitura, modernizar o ensino e promover a integração de novas tecnologias na educação.
Na primeira página, está disponível uma lista de livros do catálogo, organizados por categorias como “Em Alta”, “Best-Sellers”, “Autores Clássicos Brasileiros”, “Sucessos internacionais”, “Mais buscados”, entre outras.
Como funciona
Para ter acesso às obras, basta acessar o site ou o aplicativo MEC Livros e fazer o login com a conta do Gov.br.
O usuário pode buscar um livro pelo título ou autor. Com base na pesquisa, a plataforma pode sugerir títulos semelhantes.
Ao clicar na capa do livro que deseja pegar emprestado, há a opção de ler antes o resumo sobre a obra no botão “Mais informações”.
Ao clicar nesse botão, o app abrirá uma nova página que contém o botão “Emprestar e Ler”, basta selecioná-lo e o livro estará à disposição para leitura.
O prazo de empréstimo é de 14 dias. No fim deste prazo, o usuário pode optar pela renovação do empréstimo pelo mesmo período ou pela devolução do título.
Os usuários que tiverem lido ao menos 10% da obra poderão devolvê-la antecipadamente e realizar um novo empréstimo. O mesmo vale para quem já tiver concluído 90% ou mais do conteúdo e desejar encerrar a leitura antes do prazo.
Somente após a devolução deste livro será possível tomar um novo livro emprestado. É permitido o empréstimo de até duas obras por mês por Cadastro de Pessoa Física (CPF).
A plataforma MEC Livros alcançou a marca de 468 mil obras literárias acessadas gratuitamente desde o lançamento da ferramenta, em abril deste ano, o que resulta em uma média de 3,4 mil livros por dia.
De acordo com o Ministério da Educação (MEC), mais de 107 mil livros foram vistos integralmente, com pelo menos 90% do conteúdo lido.
Somado todo o tempo de leitura de todos os usuários na plataforma, foram registradas 269 mil horas, o equivalente a cerca de 30 anos de leitura ininterrupta.
A biblioteca digital do Brasil tem registrados 862 mil usuários em todo o país, dos quais 44% já pegaram ao menos uma obra emprestada.
A iniciativa do governo federal de emprestar os livros tem o objetivo de ampliar o acesso público e gratuito a obras literárias em formato digital, que podem ser acessadas gratuitamente por computadores, tablets e smartphones.
Os mais lidos
No total, 13 mil títulos diferentes já foram emprestados e, ao menos, folheados, entre os mais de 25 mil disponibilizados na plataforma.
Entre todos eles, o livro mais lido é A Cabeça do Santo, da jornalista e escritora brasileira Socorro Acioli, com 27.479 empréstimos. A obra foi desenvolvida em uma oficina de Gabriel García Márquez, colombiano que venceu o Nobel da Literatura em 1982, e conta a história de um jovem que descobre possuir o dom de ouvir as preces de mulheres para Santo Antônio.
TOP5 de mais emprestados no MEC Livros:
A Cabeça do Santo, de Socorro Acioli;
Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski;
Noites Brancas, de Fiódor Dostoiévski;
A Vegetariana, de Han Kang;
Sem Despedidas, de Han Kang.
Trilha de Letras, da TV Brasil, recebe escritora Socorro Acioli Frame TV Brasil - Frame TV Brasil
Acervo
A plataforma MEC Livros disponibiliza livros nacionais e internacionais que contribuam para a aprendizagem e formação de estudantes, além de difundir o patrimônio literário, incentivar o hábito de leitura, modernizar o ensino e promover a integração de novas tecnologias na educação.
Na primeira página, está disponível uma lista de livros do catálogo, organizados por categorias como “Em Alta”, “Best-Sellers”, “Autores Clássicos Brasileiros”, “Sucessos internacionais”, “Mais buscados”, entre outras.
Como funciona
Para ter acesso às obras, basta acessar o site ou o aplicativo MEC Livros e fazer o login com a conta do Gov.br.
O usuário pode buscar um livro pelo título ou autor. Com base na pesquisa, a plataforma pode sugerir títulos semelhantes.
Ao clicar na capa do livro que deseja pegar emprestado, há a opção de ler antes o resumo sobre a obra no botão “Mais informações”.
Ao clicar nesse botão, o app abrirá uma nova página que contém o botão “Emprestar e Ler”, basta selecioná-lo e o livro estará à disposição para leitura.
O prazo de empréstimo é de 14 dias. No fim deste prazo, o usuário pode optar pela renovação do empréstimo pelo mesmo período ou pela devolução do título.
Os usuários que tiverem lido ao menos 10% da obra poderão devolvê-la antecipadamente e realizar um novo empréstimo. O mesmo vale para quem já tiver concluído 90% ou mais do conteúdo e desejar encerrar a leitura antes do prazo.
Somente após a devolução deste livro será possível tomar um novo livro emprestado. É permitido o empréstimo de até duas obras por mês por Cadastro de Pessoa Física (CPF).
Anthony Gottlieb fez a biografia de um dos pensadores mais influentes do século XX. Retrata como as suas ideias se relacionaram com a Viena intelectual e a sua família, uma das mais ricas da Europa.
Vai ao ar neste domingo (7), às 12h30, na Rádio MEC, mais uma edição inédita do Conversa com o Autor. A jornalista Katy Navarro entrevista o poeta, educador e compositor Thiago Thiago de Mello, em programa que celebra o centenário de seu pai, o ícone da literatura Thiago de Mello (1926-2022), e seu primeiro livro de poesias, Uma varanda no meio do rio.
Thiago Thiago de Mello nasceu no Rio de Janeiro, mas foi criado na Amazônia, ao lado do Rio Andirá, que banha Barreirinha, cidade no interior amazonense onde nasceu seu pai.
Durante o programa, ele conta como surgiu a ideia de escrever um livro durante a pandemia que apresenta textos, poemas e letras de músicas, além de cartas, e-mails, bilhetes e fotos de seus antepassados.
Thiago também festeja o centenário de nascimento do pai, autor de livros célebres que marcaram a literatura brasileira, como Faz escuro mas eu canto, Os Estatutos do Homem e Silêncio e Palavra.
Amadeu Thiago de Mello foi um jornalista e diplomata que foi preso durante a ditadura e se exilou no Chile, onde conheceu Pablo Neruda e Paulo Freire, figuras históricas que influenciaram sua obra.
Em paralelo ao trabalho na literatura, Thiago Thiago de Mello também está lançando o seu sexto álbum musical, intitulado Nada vai sumir, no qual canta sobre a Amazônia, o poder da memória e a impermanência.
Sobre o Conversa com o Autor
Apresentado e produzido pela jornalista Katy Navarro, são quase 30 minutos de uma conversa que gira em torno dos lançamentos, títulos, curiosidades, processo criativo, sugestões de obras, leituras e as diversas narrativas literárias dos autores brasileiros. Em 2023, o programa completou uma década.
Os episódios da nova temporada também ficam disponíveis em formato de videocast no canal da emissora pública no YouTube.
Sobre a Rádio MEC
Conhecida de norte a sul do país como "A Rádio de Música Clássica do Brasil", a Rádio MEC é consagrada pelo público por sua vocação direcionada à música de concerto. A tradicional estação dedica 80% de sua programação à música clássica e leva ao ar compositores brasileiros e internacionais de todos os tempos.
A Rádio MEC oferece aos ouvintes a experiência de acompanhar repertórios segmentados, composições originais e produções qualificadas. Ainda há espaço também para faixas de jazz e música popular brasileira, combinação que garante a conquista de novos públicos e agrada a audiência cativa.
A emissora pode ser sintonizada pela frequência FM 99,3 MHz e AM 800 kHz no Rio de Janeiro. O dial da Rádio MEC em Brasília está em FM 87,1 MHz e AM 800 kHz. O público também acompanha a programação em Belo Horizonte na frequência FM 87,1 MHz. O conteúdo ainda é veiculado no app Rádios EBC.
Os ouvintes têm participação garantida e podem colaborar com sugestões para a programação da Rádio MEC. O público pode interagir pelas redes sociais e pelo WhatsApp. Para isso, basta que os interessados enviem mensagens de texto para o número (21) 99710-0537.
Rio de Janeiro: FM 99,3 MHz e AM 800 kHz
Belo Horizonte: FM 87,1 MHz
Brasília: FM 87,1 MHz e AM 800 kHz
Parabólica - Star One C2 - 3748,00 MHz - Serviço 3
Celular - App Rádios EBC para Android e iOS
Foi instalada, junto ao acesso à Praia do Burgau (concelho de Vila do Bispo), a 'Casinha das Histórias', um novo espaço comunitário dedicado à leitura e à partilha de livros.
Quando chegou a Faro pela primeira vez como um mero turista, Richard Walker desconhecia o legado modernista na arquitetura local. Apaixonou-se pela capital algarvia e agora, 20 anos depois, publica um livro para dar a conhecer esta faceta da cidade, mas que também espreita outras localidades da região.
“Faro Modernism”, obra com chancela da Batsford Books, com 240 páginas e que inclui cerca de 300 fotografias tiradas durante todo este período de duas décadas, foi apresentado no dia 21 de Maio, no AP Eva Senses.
Richard Walker, pintor e artista plástico que já expôs em todo o mundo, chegou a Faro, «há cerca de 20 anos», como apenas mais um dos muitos turistas ingleses que passam pela capital algarvia.
Foi «uma surpresa» para o artista multidisciplinar quando, nos primeiros passeios pela cidade, se começou a aperceber do património modernista existente.
«Tudo foi uma surpresa, o que era ótimo. E acho que o livro é sobre isso. É sobre esta surpresa de ver as coisas pela primeira vez e entusiasmar-se com o que se vê pela primeira vez», afirma, em declarações ao Sul Informação.
Ao aprofundar o conhecimento sobre «a arquitetura e o legado modernista que se vê por toda a cidade», Walker questionava-se por que razão ainda «não havia nada publicado a retratar o que existia».
«Eu pensava: “Esta arquitetura parece interessante”, e não conseguia perceber porque é que ninguém estava a prestar atenção a isto», frisa.
A partir daí, começou a registar o que via através da máquina fotográfica e acabou por conhecer «outras pessoas que pensavam da mesma forma».
Duas dessas pessoas foram Christophe e Angélique de Oliveira, proprietários do alojamento local The Modernist e fundadores do The Modernist Weekend.
Autor ladeado por Christophe e Angélique de Oliveira
Desde então, tem colaborado na organização desse evento – que este ano avança para a sua 5ª edição –, não só com a realização de visitas guiadas, mas também participando em exposições com pinturas de sua autoria.
Depois, «no meio disto tudo», a Batsford Books, editora sediada em Londres, lançou-lhe um desafio.
«“Estamos muito interessados na arquitetura que está a fotografar. Talvez possamos fazer um livro”, disseram-me. Este trabalho veio ter comigo, eu não estava à procura dele. Tudo o que fiz desde que cheguei a Portugal aconteceu por acaso. Não estava em busca de nada. Portanto, tenho muita sorte nesse aspeto», revelou o artista.
A obra de Richard Walker retrata e explica o contexto histórico de muitos edifícios, especialmente os de Manuel Gomes da Costa, que «é o principal arquiteto» e deixou «uma grande marca» na cidade e na região.
«Mas também me interessou muito o contexto, todos os outros arquitetos que trabalharam na mesma época, toda a história do Algarve desde os anos 20. Portanto, o livro abrange todo este período. Foi um trabalho árduo», enquadra.
E o que torna Faro e o Algarve tão singular no modernismo do sul da Europa?
«Bem, acho que é porque permaneceu desconhecido até agora e, de repente, está a ser revelado. E fico muito feliz por fazer parte deste processo, porque ninguém o conhecia. Regresso a Inglaterra e, quando falo de Faro e deste legado, dizem-me: “Não, não tínhamos a mínima ideia disso”, responde.
Apesar de abordar o passado, através do património modernista em Faro e na região, Richard Walker sente que os seus textos e ensaios, bem como os das pessoas que convidou para escrever, «estão virados para o futuro». «Portanto, não se trata apenas do passado, mas do presente e do futuro, são estas três coisas em conjunto», sublinha.
Questionado se a capital algarvia ainda não aproveita este legado da melhor maneira, o artista observa que «está a tornar-se mais ciente» do que tem.
Além de destacar o contributo do The Modernist Weekend (Fim de Semana Modernista), aponta ter reparado nas suas últimas visitas que há «cada vez mais casas a serem restauradas, o que não acontecia antes».
«E há outras cidades com um certo passado modernista, como Olhão e Loulé. Isto vai atrair cada vez mais pessoas. Lancei o livro para que as pessoas comecem a observar esta arquitetura, para que vejam Faro de uma forma diferente. Em quase todas as ruas de Faro – às vezes podemos ter de caminhar um bocadinho mais e olhar com atenção, mas vamos sempre descobrir qualquer coisa interessante, algo com inspiração modernista», concluiu.
Em paralelo, Richard Walker inaugurou uma exposição com obras de inspiração modernista, que ficará patente no AP Eva Senses até final de Julho.
Autor ladeado por Christophe e Angélique de Oliveira
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A escritora britânica Julie Caplin vai apresentar o seu mais recente romance – “Uma Pousada no Algarve” – no próximo sábado, 6 de Junho, a partir das 21h00, na FNAC do Algarve Shopping, na Guia (Albufeira).
A sessão é integrada no ciclo Book Talks – Cultura FNAC.
“Uma Pousada no Algarve”, que já está nas bancas, é um convite a sonhar com destinos à beira-mar. A história acompanha Rebecca que, após um desengano amoroso, decide mudar de vida e aceita trabalhar numa pousada numa idílica vila piscatória algarvia.
Reconhecida internacionalmente como autora de comédias românticas passadas em cidades vibrantes, Julie Caplin já vendeu mais de um milhão de exemplares em diversas edições.
A moderar esta conversa literária estará Analita Santos.
O romance The Hotel by the Sea, que vai ser editado em português amanhã, dia 2 de junho, com o título «Uma Pousada no Algarve», vai ser apresentado pela sua autora best-seller Julie Caplin, na Fnac do AlgarveShopping, na Guia (Albufeira), no dia 6 de Junho, às 21h00.
A sessão vai ser apresentada por Analita Alves dos Santos.
A história de «Uma Pousada no Algarve» passa-se nos Olhos de Água.
Julie Caplin é uma escritora britânica, autora bestseller internacional de comédias românticas e romances de viagens.
É particularmente conhecida pela sua série “Destinos Românticos” (ou Romantic Escapes), onde cada livro se passa numa cidade ou cenário pitoresco diferente pelo mundo e destaca a culinária e a cultura locais.
Antes de se dedicar à escrita a tempo inteiro, Caplin trabalhou durante anos como diretora de relações públicas. Nessa profissão, viajou por toda a Europa acompanhando críticos gastronómicos e de enologia, o que lhe proporcionou a inspiração e a paixão pela pastelaria e gastronomia que descreve nas suas obras.
Outras obras de Julie Caplin, editadas também em português:
Um café em Copenhaga, publicado em português em janeiro de 2023
Kate mora em Londres e tem uma vida perfeita, até que o namorado lhe rouba a promoção.
Vai para Copenhaga em trabalho, como relações públicas, para organizar um evento com vários jornalistas ingleses, que vão fazer várias reportagens sobre o segredo dinamarquês para a felicidade.
Entre esses jornalistas há o Benedict, com quem ela já teve alguns arrufos de trabalho.
No tempo em que lá estão, vão experienciando o hygge, estar em lugares acolhedores, com uma boa chávena de café e um bolo…
A atmosfera de Copenhaga e do estilo de vida dinamarquês são contados de uma forma muito acolhedora.
Um chá em Tóquio, março 2024
Fiona (que conhecemos por alto no livro anterior) é fotógrafa e blogger. Ganha uma bolsa de estudo para Tóquio, para acompanhar o trabalho de uma grande referência no seu meio.
Parece tudo perfeito, exceto Gabriel, o fotógrafo que ela vai acompanhar, pois é o mesmo homem que lhe partiu o coração.
Fica hospedada com uma família tradicional japonesa, que tem uma casa de chá, então, são-nos dados a conhecer o ritual de chá tradicional, as cerejeiras em flor…
Um castelo na Escócia, novembro 2024
Izzy herda um castelo nas Terras Altas da Escócia, que é também um hotel. O problema é que o castelo está a cair aos bocados.
Quando chega, apercebe-se que, ao contrário do que esperava, tem um hóspede de longa duração, Ross, um autor de thrillers.
Para tornar tudo ainda mais stressante, a sua mãe tem também uma grande reserva para o Natal, fazendo com que Izzy tenha de remodelar o hotel, sem interferir demasiado com o trabalho do autor, e sem perder o negócio de família.
Uma confeitaria em Paris, abril 2025
Nina, pasteleira, vai para Paris para ajudar a gerir a confeitaria de um amigo da família. O problema: Sebastian, melhor amigo do seu irmão, é também a sua crush.
Habituada a ser tratada como a criança da família, esta é a sua oportunidade de mostrar a todos o que vale.
Para quem já visitou Paris, este foi um regresso àquelas ruas, recheadas de montras apetitosas. A forma como os bolos são descritos deixa-nos com água na boca.
Para além de tudo isto, as relações de amizade que Nina cria com os colegas e clientes, aquece mesmo o coração.
Uma pousada no Algarve, junho 2026
Rebecca é instrutora de Pilates. Depois de lhe partirem o coração, decide aproveitar esta oportunidade única de trabalhar numa quinta em Olhos de Água.
Vinda de uma família de rapazes, é muitas vezes considerada maria-rapaz.
Felipe Rebelo, o responsável pela quinta, por sua vez, é o único homem no meio de muitas mulheres, dando a impressão de que é o macho-alfa, que nem tem de escolher as próprias meias. Mas Rebeca vai perceber que não é bem assim.
Um romance leve e quente, como um pôr do sol numa tarde de verão. Esta história emociona pela forma como as relações familiares, gastronomia, história, arte da calçada e, ainda mais especial, a cidade algarvia foram transcritas para o papel.
Almajonas, olharapos, musaranhos e sereias estão entre as criaturas fantásticas do imaginário popular português convocadas para um atlas ilustrado, de Samuel F. Pimenta e Helena Soares, dirigido aos mais novos e editado este mês.
“Atlas das criaturas mágicas de Portugal” é uma compilação de personagens e figuras de histórias antigas, muitas vezes associadas à mitologia de uma determinada região, e cujo conhecimento tem passado de geração em geração por via da narração oral.
O livro, editado pela Penguin Random House, foi construído como um atlas geográfico, no qual são reveladas cerca de 70 criaturas fantásticas de norte a sul do país, arquipélagos dos Açores e Madeira.
Na breve introdução ao livro, Samuel F. Pimenta explica que as personagens reunidas no livro são tão antigas como os Trasgos, “considerados os duendes portugueses” cujo passatempo preferido é desarrumar a casa, ou tão recentes como os gambozinos, sobre os quais se fala “em praticamente todo o território português”.
Com duplas páginas profusamente coloridas, o livro apresenta uma composição visual que conjuga várias personagens, repartidas por regiões e acompanhadas de pequenos textos descritivos.
Da região norte, Samuel F. Pimenta apresenta o Tatro Azeiteiro, “uma criatura feita de brumas que habita o nevoeiro e produz um cheiro a azeite”, ou o Coca de Monção, “um dragão que sai das águas do rio Minho e causa o terror entre a população”.
Na região centro, há o Gigante Monderigon, que batizou o rio Mondego e foi enterrado de pé em Penacova, e o Monstro Chevelhudo, que vive sob a lagoa escura da Serra da Estrela.
Os gigantes Cardiga e Almourol, o João Pestana, “que tem a missão de transportar o sono”, as Tágides, as ninfas do rio Tejo, o Homem das Sete Dentaduras, que “aparece na zona da Fuseta” , e a Moura Encantada Floripes, que vive aprisionada em Olhão, também estão presentes neste atlas, desenhado pela ilustradora Helena Soares.
“Independentemente da forma como estas criaturas te vão chegar, espero que possam continuar a ser imaginadas além das páginas deste livro”, escreveu Samuel F. Pimenta na introdução desta estreia literária para os mais novos.
Samuel F. Pimenta, licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa, é autor de poesia e romance, nomeadamente “Ágora” (2016), “Iluminações de Uma Mulher Livre” (2017) e “Ophiussa” (2024).
Helena Soares, ilustradora e design gráfica, é coautora do livro ilustrado “António Variações, uma biografia” (2020), com texto de Bruno Horta.
“Atlas das Criaturas Mágicas” vai ser apresentado pelos autores no sábado na livraria Papa Livros, no Porto, a 04 de junho na Feira do Livro de Lisboa, e a 20 de junho na livraria Aqui Há Gato, em Santarém.
Foto de destaque: Estátua da Moura Floripes nas ruas de Olhão