RTP, SIC e TVI transmitem 20 jogos do Mundial 2026
A Seleção Brasileira entra em campo neste sábado (6), às 19h (horário de Brasília), para seu último compromisso antes da Copa do Mundo de 2026. O adversário será o Egito, em amistoso disputado no Cleveland Browns Stadium, em Cleveland, nos Estados Unidos. A partida representa a última oportunidade para o técnico Carlo Ancelotti realizar ajustes e observar alternativas antes da estreia no Mundial, marcada para o próximo dia 13 contra o Marrocos.
O Brasil chega embalado após a goleada por 6 a 2 sobre o Panamá, resultado que ampliou as opções analisadas pela comissão técnica para a formação ideal da equipe. A expectativa é de que Ancelotti utilize o amistoso para testar novas combinações e dar minutos a jogadores que disputam espaço entre os titulares.
Entre as mudanças previstas, Lucas Paquetá e Igor Thiago devem iniciar a partida, enquanto Douglas Santos também aparece como opção para começar jogando. O treinador italiano indicou que pretende observar diferentes características dentro do mesmo modelo tático antes da definição da equipe para a Copa.
Uma das ausências confirmadas é Neymar. O camisa 10 permaneceu em Nova Jersey para seguir o tratamento de uma lesão na panturrilha direita e não viajou com a delegação para Cleveland. A expectativa da comissão médica é contar com o atacante durante a competição, mas sua participação na estreia ainda depende da evolução física nos próximos dias.
Do outro lado, o Egito também utiliza o confronto como preparação final para o Mundial. Liderada por Mohamed Salah, a seleção africana chega motivada após resultados positivos em amistosos recentes e promete impor dificuldades ao Brasil.
O retrospecto favorece amplamente os brasileiros. Em seis confrontos anteriores entre as seleções, o Brasil venceu todos, incluindo amistosos e um duelo pela Copa das Confederações de 2009.
Após o amistoso, a delegação brasileira voltará suas atenções para a estreia na Copa do Mundo. Integrante do Grupo C, a Seleção enfrentará Marrocos, Haiti e Escócia na fase inicial do torneio.
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“Quanto tá o Cristiano Ronaldo?”
“Trinta reais”
É um absurdo.
Tudo o que você quer é completar um álbum.
A década de 90 era mais fácil. Figurinhas para meninas só se fossem da Moranguinho ou dos ursinhos carinhosos. No máximo, aquela coleção de casal apaixonado te dizendo que amar é alguma coisa.
Mas a vida quis te dar um filho, e o moleque foi inventar de fazer futebol na escola, justo no ano da Copa. Porque o filho da gente precisa ser criança ativa, fazer exercício e aprender a lidar com o coletivo.
Todos os amiguinhos da escola têm o álbum. Não será o seu filho, logicamente, quem vai ficar de fora, correndo o gravíssimo risco de ser uma criança traumatizada por qualquer tipo de privação na infância. Ou de você ser acusada de mãe desnaturada. Ou só mão-de-vaca mesmo.
Mãe e pai, dois zeros à esquerda em assuntos esportivos, nem sabem por onde passa a atual escalação, nem sequer o nome do técnico atual. Só sabem que o Neymar, como sempre, tá com contusão.
Mesmo assim, acharam por bem adquirir o bendito álbum. Baratinho, 30 e poucos reais, uma barganha. Pacote de figurinha, 7 por 7, 1 real cada. Vai que dá.
Chegam em casa com o álbum e algumas figurinhas.
“Será que tem o Cristiano Ronaldo?”, o filho abre empolgado alguns pacotes.
Não, nada de Cristiano. Terminada a leva o filho já não se interessa mais pelas figurinhas novas que ganhou, só quer saber das repetidas.
“Agora eu vou poder trocar com os meus amigos”
Tá aí o aprendizado, seu filho é um arraso, se interessa mais pelas amizades e interação social. Quer fazer parte da roda de amigos. Olha aí, esse álbum vai valer a pena!
Final do dia o pai chega junto, empolgado para colar as figurinhas.
“Esse álbum não tem nem sumário…”
“Vem cá, meu filho, bora aprender a bandeira dos países”, a mãe convoca.
Vermelho, verde, estrelas amarelas. Um país chamado Curaçao. Sem til no ao.
“Onde diabos fica isso?”, a ignorante da mãe pergunta.
“É uma ilha no Caribe”, o pai pesquisa no Google.
Olha aí, o álbum de figurinhas, ensinando geografia.
Figurinhas espalhadas no tapete, os três estabelecendo a melhor estratégia de colar. “Olha aqui atrás, checa as letras do país e o número.”
“Esse álbum é muito confuso”
“Cheio de propaganda”
A mãe ordena as figurinhas em ordem alfabética. O pai ensina o filho a ver as bandeiras. Leem as siglas em inglês, checam os números. Olha aí, esse álbum de figurinhas, ensinando seu filho ortografia e ordem numérica.
“Na minha época, já vinha o catálogo embutido”, o pai se explica.
Dos três, a mãe é quem tem unha, haja paciência para descolar apenas o cantinho do adesivo e deixar pronto a puxada triunfal da colação.
“Vai, filho, cola aqui, Catar 15”, a mãe incentiva.
“Confere o nome”, o pai alerta.
O filho pega a figurinha de qualquer jeito e sai grudando.
“Não vai colar torto!”, o pai quer ensinar pro filho precisão e ajuste.
“Se ficar um pouquinho torto não faz mal, né, filho?”, a mãe quer ensinar a aceitação do imperfeito e a ressignificação dos erros.
Se olham atravessados. O filho se esmera em colar um pouco melhor.
“Olha pai, uma figurinha rara!”, ele grita, balançando o brasão prateado do Uzbequistão.
Agora o álbum ensina sobre valorização e humildade.
Colam mais figurinhas prateadas raras, mas logo o filho cansa, quando percebe a quantidade que ainda falta.
“Posso assistir televisão?”
“Não!”, os pais gritam.
Só vai levantar a bunda do sofá quando terminar de colar tudo e limpar a bagunça.
O grande álbum ensinando agora resiliência.
A mãe pega um estilete para acelerar o desgrude e o pai sai colando o que falta.
“Vou levar o álbum amanhã pra escola!”, o filho guarda empolgado na mochila.
O colégio delimitou local e horários para as trocas, proibiu transações dentro das salas, mas deixou bem claro no comunicado que não irá se meter nas negociações.
“Marca as repetidas.”
“Não vai ser feito de trouxa”
O filho chega depois, meio triste.
“Não consegui trocar todas.”
“Por que?”
O filho explica que ninguém queria trocar com ele as figurinhas de Cabo Verde.
“Meus amigos não querem colar foto de jogador feio”
“O que é isso, meu filho?”
Lá vai a mãe aproveitar a belíssima oportunidade para o sermão sobre beleza interior, olhar além das aparências e discriminação. Agora o álbum de figurinhas também ensinando sobre racismo e preconceito.
“Mas se não completar tudo não faz mal, né, mamãe?”
“Lógico que não, meu filho!”
Olha aí o álbum te ensinando a aceitar o incompleto, o não conjugado, o imperfeito. O importante é a diversão!
A avó chega no final de semana com 30 pacotes, para o seu alívio, o filho já tem um belo monte de repetidas. Lá vai a mãe, até o posto de troca do shopping, tentar desencavar figurinhas novas, vai lá, filho, interage. Troca 3 por uma especial!
O álbum ensinando a força das interações anônimas.
“Não mistura o monte!”, o adolescente de 13 anos briga com o seu moleque.
Passa aqui, mostra acolá, organiza as figurinhas na ordem do álbum, não mistura. Apesar do perrengue, trocas efetivas: 23 figurinhas numa única transação. Uma glória!
Agora só falta 659.
“Se não completar tudo, não faz mal, né, mamãe?”
Depois daquela pesquisada no orçamento, são 980 figurinhas, oficiais, fora as distribuídas nas garrafas de refrigerante e as especiais.
“Lógico que não, não faz mal, filho!”, você relembra essa máxima.
O pai se recusa a baixar aplicativo. A mãe imprimiu o catálogo para ir marcando as repetidas nos moldes antigos. Pai e filho agora marcam os bens adquiridos na folha, tudo para impedir que o filho não seja feito de besta. O álbum exigindo esperteza e sagacidade.
Mesmo assim, passando em frente a uma banca, você não resiste. Sempre pega um ou dois pacotinhos.
“É baratinho. Só sete reais…”
Um dia, numa feira aberta com um extenso posto de troca e vendas, a mãe não resiste. Chega com um dos vendedores e pergunta sobre a figurinha do Cristiano Ronaldo. Descobre a cotação altíssima, junto com a figurinha FWC 8, valendo 30 vezes mais que o mercado.
Muito caro. Na sua época, pelo menos vinham com um chiclete.
“Eita indústria capitalista!”, a mãe pensa.
O álbum de figurinhas ensinando a superar o que capital representa. O importante é a experiência.
Antes de partir, a mãe para e pergunta:
“E quanto tá o Messi?”
“O Messi? Tá vinte.”
“Ah, tá. Obrigada”.
Pelo menos a cotação andava justa.
E o Neymar nem tá no álbum.

A Fifa anunciou oficialmente que Shakira estará entre as atrações da cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026. O evento acontece em 11 de junho, no Estádio Azteca, na Cidade do México, uma das sedes do torneio.
A cantora colombiana dividirá o palco com o astro nigeriano Burna Boy. Os dois artistas lançaram recentemente “Dai Dai”, canção escolhida como música oficial do Mundial.
Esta será a terceira participação de Shakira em eventos ligados à Copa do Mundo. Em 2010, na África do Sul, ela conquistou o público global com o fenômeno “Waka Waka”. Já em 2014, no Brasil, foi uma das atrações da cerimônia de encerramento ao interpretar “La La La”, ao lado de Carlinhos Brown.
A abertura do torneio contará ainda com uma grande programação musical espalhada pelos três países-sede. No México, também estão confirmados nomes como Maná, Tyla, Alejandro Fernández, J Balvin, Belinda, Lila Downs, Danny Ocean e Los Ángeles Azules.

No Canadá, artistas como Michael Bublé, Alanis Morissette e Alessia Cara comandarão as apresentações antes da partida de abertura da seleção canadense. Já nos Estados Unidos, Katy Perry lidera o line-up que também terá Anitta, Future, Lisa, do Blackpink, Marilina Bogado e outros convidados.
A expectativa é que as apresentações celebrem a diversidade cultural dos países anfitriões e marquem o início de uma das maiores edições da história da Copa do Mundo.
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Canada’s highly anticipated home-soil World Cup campaign will kick off without its most crucial player on the pitch.
Superstar left-back and team captain Alphonso Davies officially confirmed he will miss Canada’s tournament opener against Bosnia and Herzegovina on June 12. Speaking on a local sport’s show, the 25-year-old acknowledged that a lingering hamstring injury will keep him sidelined for the historic match.
Davies has endured a grueling physical stretch this year. After suffering a torn ACL during a Concacaf Nations League match in late March, his recovery has been plagued by consecutive hamstring issues. The most recent flare-up occurred during Bayern Munich’s Champions League semifinal against Paris Saint-Germain, forcing him to sit out the remainder of his club’s season, including the DFB-Pokal final.
Despite his absence from the roster, Davies is back on Canadian soil and actively rehabilitating. After missing the national team’s initial training camp in North Carolina, he rejoined the squad in his hometown of Edmonton. He was recently spotted testing his hamstring with a light run before Canada’s 2-0 friendly victory over Uzbekistan.
Head coach Jesse Marsch emphasized that the national team is in close communication with Bayern Munich’s medical staff, making sure Davies doesn’t feel any pressure to hamper his recovery. Daily monitoring is in place to prioritize his long-term health over the World Cup needs.
While missing the opener is a crushing blow, Davies remains cautiously optimistic about the rest of the group stage. Canada is scheduled to face Qatar on June 18 and Switzerland on June 24 in Vancouver.
“I want to play, of course… especially in a home World Cup, but we have to face reality,” Davies admitted. Stressing the danger of rushing back-to-back injuries, his return will depend on how his body responds to treatment in the coming weeks, with the possibility for a later appearance.
RS/MS


Com décadas de ligação ao futebol luso-canadiano e ao Gil Vicente Toronto, em particular, José Carlos Silva olha para o Campeonato do Mundo de 2026 com um misto de entusiasmo e ceticismo. Embora reconheça a dimensão histórica do torneio que terá o Canadá como um dos países anfitriões, considera que o evento deixará sobretudo um impacto económico, sem provocar mudanças profundas na realidade do futebol canadiano. Nesta entrevista ao Milénio Stadium, analisa a preparação do país para receber a competição, avalia as hipóteses da seleção canadiana e partilha as suas expectativas para Portugal e para as principais candidatas ao título mundial.
Milénio Stadium: O Campeonato do Mundo de 2026 será o maior da história e terá o Canadá como um dos países anfitriões. Que impacto acredita que este evento terá no desporto canadiano e na forma como o futebol é encarado no país a longo prazo?

José Carlos Silva: Ok, eu vou ser muito simples. O impacto que vai ter para mim como uma pessoa ligada ao futebol há tantos anos, a nível da comunidade, há 30 e tal anos, não vai ser nenhum.
A mentalidade não mudou. Vai ter impacto a nível financeiro. A nível desportivo, zero.
Porque, para mim, a nível profissional das pessoas ligadas ao futebol rei, a cidade de Toronto em si e o Canadá não estavam preparados (e não estão…) para receber um evento desta dimensão, como um campeonato do mundo. No Canadá continuam a ser o hóquei, o basquetebol e o basebol os desportos mais protegidos. O Governo, não aposta no futebol.
Por isso, para mim, não vai ser haver impacto nenhum. Vai passar aquela euforia a nível de imigrantes, Alemanha, Portugal e outros imigrantes aqui dos nossos países da Europa, Brasil e o resto, para mim, não vai ter impacto nenhum
MS: Toronto acolherá seis jogos do Campeonato do Mundo, incluindo o primeiro jogo da seleção canadiana em solo nacional. O que significa para uma cidade tão multicultural receber um evento desta dimensão?JCS: Pode significar muito, como de um momento para o outro, nada. Primeiro, não temos estruturas preparadas para fazer jogos desse tipo, como a Europa tem, como a América tem. Isso é um ponto de partida.
Continuo a dizer, nós, canadianos, Toronto, as suas autoridades, as suas pessoas, não estávamos preparados para receber jogos como o campeonato do mundo. E nota-se isso a nível do nosso BMO, do nosso clube de Toronto. Não há nível da Europa e dos outros países que já realizaram o campeonato do mundo. Para mim, vai ser um fracasso.
MS: O Canadá conta atualmente com uma geração de jogadores que elevou o estatuto da seleção nacional. Até onde acredita que a equipa poderá chegar neste Campeonato do Mundo disputado em casa?
JCS: Cada jogo tem uma história.
Cada equipa depende de si, mas depende também do adversário que vai ter pela frente. Para mim, o Canadá tem 3, 4 jogadores que sobressaem. De resto, não são jogadores de alto gabarito.
São jogadores que a nível internacional se nota que não estão nos grandes patamares, como temos jogadores portugueses, alemães, franceses, etc.
MS: A comunidade portuguesa é uma das maiores e mais apaixonadas comunidades futebolísticas do Canadá. Que expectativas tem em relação à seleção portuguesa e ao seu desempenho no torneio?
JCS: Eu vou ser sincero. Temos uma geração incrível a nível de jogadores, desde o guarda-redes ao avançado, mas tudo depende do nosso selecionador. É preciso saber pôr as pedras no sítio.
E eu noto que isso não tem acontecido regularmente. Temos um líder, capitão, mas que já não é jogador para 90 minutos. Eu espero que o treinador tenha a força e a coragem de pôr aqueles que estão preparados para fazer 90 minutos e que nos deem a grande alegria.
MS: Olhando para o panorama internacional, quais são, na sua opinião, as três seleções com maior probabilidade de conquistar o Campeonato do Mundo de 2026 e porquê?
JCS: A Alemanha, a Espanha e a Argentina têm sempre uma palavra a dizer, como o Brasil. Mas o Brasil tem sido uma seleção de altos e baixos. E tem havido muitos problemas a nível interno, no balneário, e isso não é bom para um grupo.
Para mim, a Argentina, a Alemanha e a Espanha. A Espanha porque é uma equipa jovem, com muito talento. A Alemanha também. Vem a construir uma equipa com muita força e muito talento.
Madalena Balça/MS


Quando Dwayne De Rosario vestia a camisola da seleção canadiana, dificilmente imaginaria que um dia o Canadá receberia jogos de um Campeonato do Mundo de Futebol. Considerado um dos maiores jogadores da história do futebol canadiano, o antigo internacional acompanhou de perto a evolução da modalidade no país e acredita que o Mundial de 2026 representa um momento transformador para o futebol canadiano.
Atualmente embaixador da Cidade de Toronto para o Campeonato do Mundo de Futebol 2026, De Rosario vê o torneio como uma oportunidade única para inspirar as futuras gerações, fortalecer o orgulho nacional e consolidar o crescimento que o futebol tem registado nas últimas décadas. Na sua opinião, a chegada da Major League Soccer ao Canadá foi determinante para mudar a realidade da modalidade, criando novas oportunidades para jovens atletas e aproximando as comunidades em torno do jogo.
Nesta entrevista ao Milénio Stadium, fala sobre o significado de ver o Canadá acolher um Mundial, as expectativas para a seleção nacional, o legado que espera deixar às próximas gerações e as possibilidades de Portugal numa competição que promete captar a atenção do mundo inteiro.
Milénio Stadium: Como antigo internacional canadiano e atual embaixador do Campeonato do Mundo de 2026, o que sente ao ver o Canadá receber, pela primeira vez, jogos de um Mundial masculino em casa?
Dwayne De Rosario: É um momento histórico para o desporto no Canadá, mas sobretudo para o crescimento e a evolução do futebol no país.
MS: Toronto e Vancouver estarão no centro das atenções do mundo do futebol durante várias semanas. Que legado espera que este evento deixe para as futuras gerações de jogadores canadianos?
DdR: Acima de tudo, espero que inspire as futuras gerações e desperte um novo sentimento de orgulho e paixão pelo Canadá, algo que ainda não vimos verdadeiramente neste país.
MS: Quando representava o Canadá, imaginava que o país pudesse um dia organizar um Campeonato do Mundo desta dimensão? O que mudou no futebol canadiano para tornar isso possível?
DdR: Nunca imaginei que o Canadá viesse a organizar um Campeonato do Mundo, sobretudo devido à falta de apoio e de reconhecimento que o futebol recebia. O maior fator de mudança foi a chegada da MLS ao Canadá. Foi isso que impulsionou o crescimento da modalidade e criou oportunidades para os jovens sonharem em jogar numa liga profissional e num ambiente de alto nível. Também permitiu que a comunidade futebolística se unisse e partilhasse a paixão pelo jogo todas as semanas. Isso transformou completamente o panorama do futebol no Canadá.
MS: A seleção canadiana vive atualmente um momento de talento e visibilidade sem precedentes. Quais são as suas expectativas para a equipa e qual considera ser um objetivo realista para o Canadá neste torneio?
DdR: Pessoalmente, sinto-me muito orgulhoso e entusiasmado com o futuro da nossa Seleção Nacional. Os nossos jogadores estão a ter um desempenho extraordinário nas suas carreiras individuais e também enquanto equipa nacional. Agora, as associações e os organismos dirigentes provinciais precisam de acompanhar o talento que existe em campo. Precisamos de mais juventude, novas ideias e uma nova energia nos processos de decisão para levar todo o programa do futebol canadiano a um nível ainda mais elevado.
MS: Portugal continua a ser uma das seleções mais respeitadas do futebol mundial e desperta, naturalmente, enorme interesse junto da comunidade luso-canadiana. Como avalia as hipóteses portuguesas no Mundial e quem considera ser o principal candidato ao título em 2026?
DdR: Portugal sempre foi um país com jogadores muito talentosos e uma equipa altamente competitiva. Acredito que tem excelentes hipóteses de chegar longe neste Campeonato do Mundo.
MB/MS

Vamos começar por lembrar o que já todos sabem – pela primeira vez na história, o Campeonato do Mundo de Futebol vai disputar-se também em solo canadiano (para além dos jogos nos EUA e México). Toronto e Vancouver são as duas cidades canadianas, do total de 16 cidades anfitriãs. Toronto acolhe seis partidas entre junho e julho de 2026, incluindo o histórico jogo inaugural da seleção canadiana a 12 de junho. Esta será a primeira vez que uma seleção masculina de futebol do Canadá jogará um Mundial em casa.
Para além dos jogos no BMO Field, a cidade criou um espaço de celebração coletiva acessível a todos: o FIFA Fan Festival@Toronto. Localizado em Fort York National Historic Site e The Bentway, o festival será o ponto de encontro oficial dos adeptos durante todo o torneio. Trata-se, afinal, de um espaço oficial da FIFA onde residentes e visitantes poderão assistir aos jogos em ecrãs gigantes, participar em atividades culturais e viver o ambiente do Mundial sem precisar de entrar no estádio. O tema escolhido pela cidade, “The World in a City”, reflete a identidade multicultural de Toronto, uma das cidades mais diversas do mundo, onde mais de 200 línguas são faladas e onde o futebol é uma paixão transversal a muitas das comunidades aqui residentes.
O FIFA Fan Festival@Toronto democratiza assim o acesso ao Mundial: quem não tem bilhete para o estádio pode viver a experiência da competição com a mesma intensidade, rodeado de adeptos de todo o mundo, em pleno coração da cidade. As entradas gratuitas esgotaram rapidamente, mas quem puder e quiser gastar algum dinheiro, há ainda disponíveis bilhetes Premium que dão acesso a locais com visão privilegiada e condições logísticas diferenciadas.
Preparem os cachecóis, as bandeiras, afinem as gargantas e treinem o coração para emoções fortes. A bola vai começar a rolar. Que ganhe o melhor!
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FASE DE GRUPOS
Os números do Campeonato
104 partidas disputadas no Canadá, México e Estados Unidos
57 jogadores retornam após terem integrado pelo menos uma convocação para Campeonatos do Mundo anteriores
891 atletas disputarão o torneio pela primeira vez
Mais de 25 anos separam o jogador mais velho da competição, o guarda-redes escocês Craig Gordon (43 anos e 162 dias), do mais jovem, o mexicano Gilberto Mora (17 anos e 240 dias)
22 jogadores têm menos de 20 anos
7 atletas têm 40 anos ou mais
22 campeões mundiais retornarão ao principal palco do futebol internacional.
Cabo Verde, Curaçao, Jordânia e Uzbequistão disputarão o Campeonato do Mundo da FIFA pela primeira vez
Lionel Messi, Cristiano Ronaldo e Guillermo Ochoa estão prestes a disputar o 6º Campeonato do Mundo, estabelecendo um novo recorde de participações
Carlos Queiroz, atualmente à frente de Gana, que trabalhará no seu 5º Campeonato do Mundoconsecutivo.
Seleção Portuguesa
Guarda-redes
Diogo Costa (Porto – Portugal) José Sá (Wolverhampton – Inglaterra) Rui Silva (Sporting – Portugal) Ricardo Velho (Gençlerbirligli – Turquia)
Defensores
Diogo Dalot (Manchester United – Inglaterra) Matheus Nunes (Manchester City – Inglaterra) Nélson Semedo (Fenerbahce – Turquia) João Cancelo (Barcelona – Espanha) Nuno Mendes (Paris Saint-Germain – França) Gonçalo Inácio (Sporting – Portugal) Renato Veiga (Villarreal – Espanha) Rúben Dias (Manchester City – Inglaterra) Tomás Araújo (Benfica – Portugal)
Meio-campistas
Rúben Neves (Al-Hilal – Arábia Saudita) Samuel Costa (Mallorca – Espanha) João Neves (Paris Saint-Germain – França) Vitinha (Paris Saint-Germain – França) Bruno Fernandes (Manchester United – Inglaterra) Bernardo Silva (Manchester City – Inglaterra)
Atacantes
João Félix (Al-Nassr – Arábia Saudita) Francisco Trincão (Sporting – Portugal) Francisco Conceição (Juventus – Itália) Pedro Neto (Chelsea – Inglaterra) Rafael Leão (Milan – Itália) Gonçalo Guedes (Real Sociedad – Espanha) Gonçalo Ramos (Paris Saint-Germain) Cristiano Ronaldo (Al-Nassr – Arábia Saudita)
Seleção Canadiana
O técnico Jesse Marsch convocou 26 jogadores para representar a seleção masculina do Canadá na Copa do Mundo. A lista oficial é liderada por grandes nomes como Alphonso Davies e Jonathan David.
Confira a lista completa de convocados:
Guarda-redes:
Defesas:
Médios:
Avançados:
Clique AQUI para obter o infográfico com as informações acima.
Créditos: MDC Media Group
Tiago Fernandes deixou o comando técnico do Portimonense após uma época concluída com a manutenção na II Liga, anunciaram ambos na quinta-feira, dia 4 de junho de 2026.
O conteúdo Tiago Fernandes sai do Portimonense após garantir manutenção aparece primeiro em Barlavento.
O Olhanense conquistou ontem, quinta-feira, 4 de Junho, a primeira Taça do Algarve de futebol da sua história, ao vencer na final da edição 2025/26 o Imortal, por 1-0, no Estádio Municipal de Portimão.
Daniel Popa foi o autor do único golo da partida, dando o troféu à equipa de Olhão, que assim derrotou a formação de Albufeira, que esta época se sagrou campeã distrital e assegurou a promoção ao Campeonato de Portugal.
Os dois emblemas têm presença confirmada na edição 2026/27 da Taça de Portugal.
O troféu foi entregue por João Pedro Gomes, presidente da Associação de Futebol do Algarve (AFA).
«Uma vitória construída com raça, união e muita ambição. Parabéns a todos os que fazem parte desta família e aos nossos adeptos pelo apoio incansável. Hoje celebramos mais uma página de sucesso na história do clube», destacou o Olhanense, nas suas redes sociais.
O conteúdo Olhanense conquista primeira Taça do Algarve da sua história aparece primeiro em Sul Informação.
Olhanense conquista a Taça do Algarve pela primeira vez ao vencer o Imortal por 1-0, em Portimão, na quinta-feira, dia 4 de maio de 2026.
O conteúdo Olhanense vence o Imortal e conquista a Taça do Algarve aparece primeiro em Barlavento.


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O sexto mês deste ano promete ser um grande espetáculo, já por si terá início o Mundial de Futebol, que vai sendo notícia a toda a hora. Já faz correr muita tinta. Há lugar próprio aqui ao lado em Providence Rhode Island, com patrocínio da marca Puma do vestuário e calçado desportivos. De certa forma, […]
A Seleção Brasileira já está concentrada em Nova Jersey, nos Estados Unidos, onde realiza a reta final de preparação para a Copa do Mundo. Antes da estreia no torneio, a equipe ainda disputa um amistoso contra o Egito, marcado para o próximo sábado (6), às 19h.
Nesta quarta-feira (3), os jogadores cumprem atividades internas pela manhã. Já no período da tarde, o técnico Carlo Ancelotti comandará mais uma sessão de treinamento com presença liberada para a imprensa. Também estão previstas entrevistas coletivas com Marquinhos e Igor Thiago.
O Brasil ficará hospedado em Basking Ridge, região próxima ao centro de treinamento que será utilizado durante a competição. O local escolhido pela delegação está a poucos minutos do Columbia Park Training Facility e relativamente próximo ao MetLife Stadium, palco da estreia brasileira no Mundial.
Ancelotti contará com os 26 convocados para os trabalhos. Marquinhos, Gabriel Magalhães e Gabriel Martinelli, que se apresentaram após compromissos na final da Liga dos Campeões da Europa, já estão integrados ao grupo.

Confira os compromissos da Seleção na fase inicial da Copa do Mundo:
• 13 de junho, às 19h — Brasil x Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Iorque.
• 19 de junho, às 22h — Brasil x Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.
• 24 de junho, às 19h — Escócia x Brasil, no Hard Rock Stadium, em Miami.
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