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Inmet mantém alerta para o frio; Sul e Sudeste podem ter geada

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) manteve nesta sexta-feira (5) o alerta amarelo, que indica perigo potencial, em razão da queda de temperatura nos próximos dias. Em regiões de maior altitude no Sul e Sudeste, como a Serra da Mantiqueira e a Serra Catarinense, há possibilidade de geadas.

O aviso abrange cerca de 2,6 mil municípios no Distrito Federal, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Piauí, Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Notícias relacionadas:

O estado de alerta começou à 0h de quinta-feira (4) e segue até as 12h de sábado (6).

Centro-Oeste

A previsão do instituto é de que, no período entre quinta-feira (04) e segunda (08), o tempo terá predomínio de sol e alguma variação de nuvens no decorrer do dia. A umidade do ar, no período da tarde, pode ficar em torno dos 30% na região.

Apesar disso, as temperaturas mínimas devem variar entre 7°C e 9°C em áreas de Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, podendo cair um pouco mais a partir de sexta. No Mato Grosso, as temperaturas máximas podem passar dos 34°C e chegar a 36°C. 

Norte

Segundo o InMet, até a próxima segunda-feira (8), o tempo seguirá quente e úmido em grande parte da Região Norte, favorecendo as pancadas de chuva com trovoadas e rajadas de vento em áreas do norte do Amazonas, Roraima, centro-norte do Pará e Amapá. 

As temperaturas mínimas podem ficar entre 16°C e 18°C, e as máximas podem variar de 35°C a 36°C. Diferentemente do resto da região, áreas de Rondônia, Tocantins e a faixa sul do Pará podem apresentar umidade do ar abaixo dos 30%.

Nordeste

No Nordeste, chove especialmente em áreas próximas ao litoral, com destaque para a região do Recôncavo Baiano, o litoral entre Pernambuco e o Rio Grande do Norte e áreas do norte do Maranhão. 

A partir desta sexta-feira (5), as chuvas devem diminuir, mas ainda são previstas pancadas ao norte do Maranhão. 

No interior, haverá temperaturas elevadas durante o dia. As mínimas mais baixas, de 11°C a 13°C, serão em localidades do interior da Bahia e, as máximas podem variar entre 36°C a 38 °C em áreas do Sertão, onde a umidade do ar pode ficar abaixo dos 30%.

Sudeste

Na Região Sudeste, especialmente no leste e em áreas do litoral, há chance de chuva fraca devido ao transporte de umidade que chega do mar, entre o Espírito Santo e o Rio de Janeiro, com possibilidade de ocorrência de neblina ou nevoeiro.

A previsão é de temperaturas mínimas em torno de 4°C em cidades do sul de Minas Gerais, áreas da Serra da Mantiqueira e Serra Fluminense, onde há possibilidade de geada. As máximas podem variar entre 27°C e 29°C em áreas do norte de Minas Gerais.

A umidade do ar pode ficar pontualmente abaixo dos 30% em cidades do oeste e norte de São Paulo, além de cidades do oeste do estado e triângulo mineiro.  

Sul

Na Região Sul, a previsão indica baixa possibilidade de chuva até domingo (8), com as temperaturas mínimas variando entre 3°C e 6°C, principalmente em cidades mais altas das serras gaúcha e catarinense.

Esse cenário pode causar geada fraca e localizada e condições para neblina ou nevoeiro na faixa leste da região, principalmente nas primeiras horas da manhã. 

As temperaturas máximas devem variar de 24°C a 27°C em áreas do norte do Paraná.

Inmet mantém alerta para o frio; Sul e Sudeste podem ter geada

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) manteve nesta sexta-feira (5) o alerta amarelo, que indica perigo potencial, em razão da queda de temperatura nos próximos dias. Em regiões de maior altitude no Sul e Sudeste, como a Serra da Mantiqueira e a Serra Catarinense, há possibilidade de geadas.

O aviso abrange cerca de 2,6 mil municípios no Distrito Federal, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Piauí, Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

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Centro-Oeste

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Apesar disso, as temperaturas mínimas devem variar entre 7°C e 9°C em áreas de Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, podendo cair um pouco mais a partir de sexta. No Mato Grosso, as temperaturas máximas podem passar dos 34°C e chegar a 36°C. 

Norte

Segundo o InMet, até a próxima segunda-feira (8), o tempo seguirá quente e úmido em grande parte da Região Norte, favorecendo as pancadas de chuva com trovoadas e rajadas de vento em áreas do norte do Amazonas, Roraima, centro-norte do Pará e Amapá. 

As temperaturas mínimas podem ficar entre 16°C e 18°C, e as máximas podem variar de 35°C a 36°C. Diferentemente do resto da região, áreas de Rondônia, Tocantins e a faixa sul do Pará podem apresentar umidade do ar abaixo dos 30%.

Nordeste

No Nordeste, chove especialmente em áreas próximas ao litoral, com destaque para a região do Recôncavo Baiano, o litoral entre Pernambuco e o Rio Grande do Norte e áreas do norte do Maranhão. 

A partir desta sexta-feira (5), as chuvas devem diminuir, mas ainda são previstas pancadas ao norte do Maranhão. 

No interior, haverá temperaturas elevadas durante o dia. As mínimas mais baixas, de 11°C a 13°C, serão em localidades do interior da Bahia e, as máximas podem variar entre 36°C a 38 °C em áreas do Sertão, onde a umidade do ar pode ficar abaixo dos 30%.

Sudeste

Na Região Sudeste, especialmente no leste e em áreas do litoral, há chance de chuva fraca devido ao transporte de umidade que chega do mar, entre o Espírito Santo e o Rio de Janeiro, com possibilidade de ocorrência de neblina ou nevoeiro.

A previsão é de temperaturas mínimas em torno de 4°C em cidades do sul de Minas Gerais, áreas da Serra da Mantiqueira e Serra Fluminense, onde há possibilidade de geada. As máximas podem variar entre 27°C e 29°C em áreas do norte de Minas Gerais.

A umidade do ar pode ficar pontualmente abaixo dos 30% em cidades do oeste e norte de São Paulo, além de cidades do oeste do estado e triângulo mineiro.  

Sul

Na Região Sul, a previsão indica baixa possibilidade de chuva até domingo (8), com as temperaturas mínimas variando entre 3°C e 6°C, principalmente em cidades mais altas das serras gaúcha e catarinense.

Esse cenário pode causar geada fraca e localizada e condições para neblina ou nevoeiro na faixa leste da região, principalmente nas primeiras horas da manhã. 

As temperaturas máximas devem variar de 24°C a 27°C em áreas do norte do Paraná.

Chuva a caminho: depressão no Atlântico traz mau tempo a esta região

5 June 2026 at 13:59

Depois de vários dias com condições relativamente estáveis, uma depressão no Atlântico deverá trazer mais nuvens, humidade e períodos ocasionais de chuva fraca a uma região portuguesa nos próximos dias.

De acordo com a Meteored, a alteração deverá resultar da influência de uma depressão posicionada no Atlântico Norte, responsável por transportar ar mais húmido e favorecer um cenário mais cinzento durante vários dias.

A região afetada será os Açores

A região em causa é o arquipélago dos Açores, que deverá ficar sob a influência desta depressão entre sexta-feira e meados da próxima semana.

A mudança não deverá traduzir-se, para já, num episódio de mau tempo severo. Ainda assim, os modelos meteorológicos apontam para céu geralmente muito nublado, períodos ocasionais de chuva fraca ou aguaceiros dispersos e vento moderado em várias ilhas.

A situação deverá ser mais evidente nas ilhas expostas à circulação húmida associada à depressão, sobretudo durante o fim de semana.

Nebulosidade será a marca principal

A nebulosidade deverá ser o elemento mais persistente da previsão. Segundo a Meteored, grande parte do arquipélago poderá permanecer sob céu muito nublado durante vários períodos, com algumas abertas temporárias.

Nas ilhas do Grupo Central, a cobertura de nuvens poderá ser particularmente elevada, atingindo frequentemente valores entre 80% e 100%. No Grupo Oriental, o céu deverá alternar entre fases mais fechadas e momentos com alguma melhoria temporária. Esta evolução está associada à entrada de ar húmido sobre a região, favorecendo a formação e manutenção de nuvens ao longo de vários dias.

Chuva fraca e dispersa

Apesar do aumento da nebulosidade, a precipitação prevista deverá ser, em geral, fraca. Os modelos não indicam, nesta fase, acumulados significativos nem chuva persistente. Ainda assim, poderão ocorrer períodos ocasionais de chuva fraca ou aguaceiros dispersos, especialmente nas ilhas dos grupos Central e Ocidental.

A distribuição da chuva deverá ser irregular, como é frequente no arquipélago. Algumas ilhas poderão ter períodos mais húmidos, enquanto outras terão apenas céu muito nublado e precipitação pouco expressiva.

Vento moderado no fim de semana

O vento deverá ganhar algum destaque entre sexta-feira e sábado, sobretudo nas ilhas mais expostas dos grupos Central e Oriental. As previsões indicam velocidades médias entre 20 e 30 quilómetros por hora, com períodos localmente mais ventosos em zonas costeiras e áreas de maior altitude.

Em alguns pontos mais expostos das ilhas Terceira, Faial e São Miguel, as rajadas poderão aproximar-se dos 40 a 45 quilómetros por hora. Apesar disso, estes valores ficam abaixo dos limiares normalmente associados a situações meteorológicas adversas.

Depressão perde força de forma gradual

A partir de domingo, o vento deverá perder intensidade de forma progressiva, acompanhando o enfraquecimento da influência mais direta da depressão sobre o arquipélago. Ainda assim, o ambiente húmido deverá manter-se durante vários dias. A previsão aponta para céu carregado, humidade elevada e chuva fraca ocasional até meados da próxima semana.

Esta evolução sugere uma mudança gradual, mas sem agravamento acentuado. A instabilidade deverá ser sentida sobretudo pela persistência da nebulosidade e pela possibilidade de precipitação fraca em diferentes momentos.

Semana mais cinzenta nas ilhas

Os Açores deverão, assim, entrar numa fase mais cinzenta e húmida, depois de dias com tempo mais estável. A depressão no Atlântico deverá condicionar o estado do tempo, mas sem indicação de fenómenos severos nesta fase.

Para quem vive ou se desloca no arquipélago, a previsão aconselha atenção às atualizações meteorológicas, sobretudo nas ilhas mais expostas ao vento e aos períodos de chuva. No essencial, vem aí uma semana mais instável para os Açores, marcada por céu muito nublado, chuva fraca ocasional e vento moderado, sobretudo durante o fim de semana.

Leia também: Vem aí um dia de vento forte e chuva: mau tempo instala-se nestas regiões e vem com descida da temperatura

Como começam todas as histórias? Uma árvore, um bicho e um menino. Especial dia da Criança com histórias de crianças por Rui Tavares

5 June 2026 at 08:05

A propósito do Dia da Criança, celebrado esta semana, Rui Tavares parte de uma pergunta do seu filho, simples e, ao mesmo tempo, vertiginosa: “qual é a história de todas as histórias?” Neste episódio especial, regressamos à infância, às infâncias e percorremos milénios

Portugueses rumam ao Algarve mas sem ‘sorte’: vento de norte e água fria afastam os banhistas das praias

4 June 2026 at 16:45

O feriado do Corpo de Deus levou muitos portugueses a escolherem o Algarve para alguns dias de descanso, mas as condições meteorológicas estão a alterar os planos de quem esperava passar horas no areal ou mergulhar no mar. O vento de norte que se tem feito sentir na região e a baixa temperatura da água estão a afastar muitos banhistas das praias algarvias, apesar de a época balnear já estar oficialmente em curso. De acordo com a SIC Notícias, várias zonas costeiras apresentam extensos areais praticamente vazios, numa altura em que tradicionalmente já se observa uma maior afluência de visitantes.

Em vez de chapéus-de-sol alinhados junto à água e longos períodos de permanência na praia, muitos dos que viajaram para sul optam por passeios à beira-mar e caminhadas junto à costa. A falta de condições para banhos prolongados acabou por criar uma realidade pouco habitual para um período de miniférias que costuma marcar um aumento significativo da ocupação das praias algarvias.

Mar continua a exigir precaução

Apesar da menor presença de pessoas dentro de água, os responsáveis pela vigilância balnear recordam que os riscos continuam a existir. A abertura da época balnear trouxe também o reforço da vigilância em várias praias da região, numa altura em que já foram registadas algumas ocorrências relacionadas com afogamentos.

Em declarações à SIC Notícias, o nadador-salvador Júlio Fonseca alertou para a importância de manter uma distância de segurança, sobretudo quando estão crianças junto ao mar. “A dica que dou é a distância de segurança. Não é estar na linha de água, a distância de segurança é de um braço”, explicou.

Mais jovens continuam entre os grupos de maior risco

A vigilância dos menores continua a ser uma das principais preocupações dos profissionais que trabalham nas praias durante os meses mais movimentados do ano. Segundo a mesma fonte, os primeiros dias da época balnear já registaram vários incidentes relacionados com situações de afogamento.

Júlio Fonseca recordou que “começámos a temporada a 7 de maio e no dia 8 já houve um afogamento e, até então, já tivemos quatro afogamentos”. O nadador-salvador destacou ainda que os adolescentes estão entre os grupos que mais frequentemente assumem comportamentos de risco quando entram na água.

Praias com espaço de sobra

Enquanto as temperaturas não sobem e o vento não abranda, o cenário repete-se em várias praias da região. Muitos visitantes aproveitam o contacto com o mar de uma forma diferente, privilegiando caminhadas, momentos de descanso ou simplesmente a contemplação da paisagem.

A ausência de grande concentração de pessoas faz com que, pelo menos para já, encontrar espaço no areal não seja um problema. Conforme a mesma fonte, a procura existe, mas as condições atmosféricas têm condicionado a permanência prolongada junto ao mar.

Espera por dias mais quentes

A chegada do verão aproxima-se, mas muitos visitantes aguardam agora por uma melhoria das condições para aproveitarem plenamente as praias algarvias. Até lá, a recomendação das autoridades e dos profissionais de vigilância mantém-se centrada na prevenção e na adoção de comportamentos seguros.

Com a época balnear já aberta, o foco continua a estar na segurança de quem frequenta as zonas costeiras. “Dos 12 aos 15 anos é a faixa que mais arrisca e se coloca em perigo”, alertou ainda Júlio Fonseca, numa mensagem dirigida especialmente aos pais e encarregados de educação que acompanham crianças e adolescentes nas praias algarvias.

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Associação diz que promessas sobre Fundo Ambiental ficaram por cumprir

4 June 2026 at 13:16

A associação ambientalista Zero considerou hoje que o novo modelo regulatório para o Fundo Ambiental, prometido pela ministra, “ficou por cumprir”, criticando uma gestão “marcadamente discricionária e permeável à agenda do momento sem critérios baseados em resultados”.

Num balanço ao mandato da ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, por ocasião do Dia Mundial do Ambiente que se assinala esta sexta-feira, a Zero identifica três sinais positivos e três negativos.

“Quando tomou posse, a ministra do Ambiente prometeu mais rigor, transparência e um novo modelo regulatório para o Fundo Ambiental. Dois anos depois, a Zero constata que a reforma ficou por cumprir. A gestão mantém-se marcadamente discricionária, permeável à agenda do momento e sem critérios baseados em resultados”, lê-se no balanço.

A Zero lamenta que, em 2026, embora “rotulado de urgente e em resposta às intempéries de janeiro”, o primeiro despacho anual tenha sido publicado em março.

“E o orçamento completo só chegou em maio: o ano começa sem planeamento, e o Fundo reage a crises em vez de as antecipar e é mais um financiamento do Ministério da Agricultura que, por exemplo, de apoio à área do ambiente ou de atividades de conservação da natureza. Se mereceu destaque o apoio às organizações não-governamentais de ambiente no ano passado, este ano, da educação ambiental aos centros de recuperação e a novos projetos europeus, por agora nada consta”, analisou.

Avaliando pelos despachos publicados em Diário da República, a associação refere que estes “retratam um fundo que dá para tudo”, exemplificando que a taxa de carbono financia passes de transporte, a mesma tabela orçamental inclui o lobo ibérico, os polinizadores e o restauro de pradarias marinhas e fala em “apoios avulsos ao combustível de táxis”.

As transferências para o Instituto de Financiamento da Agricultura e os 27 milhões de euros anuais para recolha de biorresíduos “sem qualquer avaliação de impacto conhecida” também são criticadas.

“Com mais de 67% do orçamento pré-comprometido em transferências para energia e transportes, a margem de decisão é cada vez mais residual. O Fundo continua a ser o ‘saco azul’ da política ambiental: quanto mais heterogéneo o seu conteúdo, mais evidente a ausência de uma visão estratégica que oriente o financiamento público em função dos desafios climáticos e ambientais”, refere a Zero.

Ainda em jeito de análise, a associação ambientalista volta a falar em “subserviência aos interesses do Ministério da Agricultura”, antecipando que esta resulta “numa gestão irresponsável da água”.

Para a Zero é “enganosa” a designação “Água que Une” para um programa de medidas que tem vindo a “separar as águas, ao consagrar a visão produtivista do regadio industrial principal destino dos investimentos e prioridade da calendarização”.

“A insistência na construção de novas barragens, apresentadas como resposta à escassez hídrica, revela a persistência de um paradigma ultrapassado, assente na artificialização dos rios, na degradação dos ecossistemas e na ilusão de que se pode resolver um problema de sobre-exploração apenas com mais oferta. Neste processo, o Ministério do Ambiente e Energia tem revelado uma preocupante incapacidade para afirmar uma política da água autónoma, coerente com a proteção dos ecossistemas e a salvaguarda do interesse público”, considera.

Para a Zero também não há boas notícias no campo das obrigações de redução de emissões na área do clima, tema que considera o principal do Dia Mundial do Ambiente de 2026 e as notícias não são boas.

“Os dados oficiais mais recentes confirmam que a ligeira redução das emissões nacionais em 2024 não traduz ainda uma trajetória estrutural compatível com o cumprimento das metas climáticas de 2030. Apesar de Portugal ter registado uma diminuição de cerca de 3% face a 2023, esta evolução ficou sobretudo associada ao aumento da produção elétrica renovável, em particular devido a condições hídricas favoráveis e ao crescimento do solar fotovoltaico, e não a uma transformação profunda dos setores mais emissores”, considera.

Para a Zero “esta fragilidade é especialmente evidente quando se compara o ritmo atual com o necessário para cumprir o Plano Nacional de Energia e Clima 2030”, uma vez que, acrescenta, “Portugal terá de conseguir uma redução média próxima de 4,7% ao ano, muito acima do desempenho observado na última década”.

Para a Zero “a maior preocupação reside no setor dos transportes, que se consolidou como o principal foco de pressão climática em Portugal, representando 35,2% do total das emissões nacionais”.

Ainda assim, a Zero vê como positivo o esforço de resolução do contencioso com a Comissão Europeia no âmbito dos Planos de Gestão das Zonas Especiais de Conservação e elogia a ministra do Ambiente por esta ter direcionado o investimento para as áreas como a recolha seletiva e mesmo a prevenção.

Outro aspeto elogiado é o apoio às organizações não-governamentais ligadas ao ambiente (ONGA), no âmbito da comparticipação nacional de projetos europeus.

Em causa estão projetos que a Zero diz terem um reconhecido impacto no país, seja em termos de concretização de objetivos ambientais, seja em termos de criação de emprego e fomento da atividade económica e cuja necessidade de comparticipação nacional pode chegar aos 40%.

Por fim, em jeito de reflexão final, a Zero pede que se “recentre a política ambiental no seu propósito fundamental: proteger o bem comum e os direitos das gerações presentes e futuras”.

E critica: “num contexto de crescente desvalorização das políticas ambientais, a chamada ‘simplificação’ tem servido demasiadas vezes para acelerar interesses privados, fragilizando o ordenamento do território, a gestão dos recursos e a equidade”.

O Dia Mundial do Ambiente celebra-se anualmente a 05 de junho.

A data foi instituída pela Assembleia Geral das Nações Unidas em dezembro de 1972, durante a Conferência de Estocolmo sobre o Ambiente Humano.

Este ano é dedicado ao tema “Inspirados pela Natureza. Pelo Clima. Pelo Nosso Futuro” com um foco central e urgente no combate às alterações climáticas.

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Vem aí um dia de vento forte e chuva: mau tempo instala-se nestas regiões e vem com descida da temperatura

4 June 2026 at 09:20

Portugal continental deverá ter uma quinta-feira mais instável, com chuva fraca, vento por vezes forte e descida da temperatura máxima. O cenário deverá fazer-se sentir sobretudo no litoral Norte e Centro, mas também em zonas expostas do litoral oeste, terras altas e barlavento algarvio.

De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), esta quinta-feira será marcada por céu geralmente muito nublado, com abertas no Algarve e no interior. A nebulosidade deverá diminuir de forma gradual a partir do fim da manhã, mas antes disso ainda haverá períodos de chuva fraca ou chuvisco em várias regiões.

Chuva fraca até ao fim da manhã

Segundo o IPMA, a precipitação deverá afetar sobretudo o Norte e o Centro até ao fim da manhã, sendo mais provável junto ao litoral. Em alguns locais do litoral oeste da região Sul e do Alentejo, também poderá ocorrer chuva fraca ou chuvisco. No Minho, a precipitação poderá prolongar-se até ao meio da tarde. Ainda assim, a previsão aponta para chuva fraca, sem indicação de acumulados relevantes ou de um episódio de precipitação intensa.

A manhã deverá ser, por isso, a fase mais cinzenta do dia em várias regiões. Também existe possibilidade de formação de neblina ou nevoeiro matinal em alguns locais, o que poderá reduzir temporariamente a visibilidade.

Vento forte ganha destaque durante a tarde

O vento será um dos principais elementos da previsão. No continente, deverá soprar fraco a moderado de noroeste, até 30 quilómetros por hora, mas poderá tornar-se moderado a forte em zonas mais expostas. O IPMA prevê vento entre 30 e 40 quilómetros por hora no litoral oeste, no barlavento algarvio e nas terras altas, em especial do Centro e Sul. As rajadas poderão chegar aos 65 quilómetros por hora, sobretudo durante a tarde.

Na costa do sotavento algarvio, o vento deverá rodar temporariamente para oeste durante a tarde. Esta circulação deverá contribuir para uma sensação térmica mais fresca, sobretudo nas zonas costeiras e em áreas de maior altitude.

Lisboa e Porto com chuva fraca e rajadas

Na Grande Lisboa, o céu deverá apresentar-se geralmente muito nublado, diminuindo de nebulosidade a partir da manhã. O IPMA prevê períodos de chuva fraca ou chuvisco até ao meio da manhã, especialmente junto ao Cabo Raso. O vento deverá soprar de norte ou noroeste, fraco a moderado, podendo ser por vezes forte, até 45 quilómetros por hora. As rajadas poderão atingir 65 quilómetros por hora, sobretudo junto à faixa costeira e durante a tarde.

Já no Grande Porto, a previsão aponta para céu geralmente muito nublado, também com diminuição da nebulosidade a partir da manhã. A chuva fraca ou chuvisco deverá persistir até ao fim da manhã, com vento de norte ou noroeste por vezes forte junto à costa e rajadas até 55 quilómetros por hora durante a tarde.

Temperatura máxima vai descer

A previsão do IPMA indica uma descida da temperatura máxima, especialmente no interior. A mudança deverá reforçar a sensação de um dia mais fresco, depois de um início de junho marcado por oscilações no estado do tempo.

A descida não deverá ser igual em todo o território. No litoral, a influência do vento e da nebulosidade poderá manter o ambiente mais contido, enquanto no interior a redução das máximas deverá ser mais evidente. Apesar disso, o dia não será marcado apenas por chuva. À medida que a nebulosidade diminuir a partir do fim da manhã, algumas zonas deverão ter abertas, sobretudo no Algarve e no interior.

Mar mais agitado na costa ocidental

O estado do mar também deverá mudar ao longo do dia. Na costa ocidental, as ondas de noroeste deverão ter entre 1,5 e 2,5 metros, aumentando gradualmente para 2,5 a 3,5 metros a partir da tarde.

A temperatura da água do mar na costa ocidental deverá situar-se entre 16 e 17 graus. Na costa sul, as ondas serão de sudoeste com cerca de 1 metro, sendo inferiores a 1 metro na parte leste, com temperatura da água entre 19 e 20 graus. Estas condições tornam a costa ocidental mais exposta ao agravamento do estado do mar, enquanto a costa sul deverá manter ondulação mais baixa.

Açores e Madeira também com alterações

Nos Açores, o grupo ocidental deverá ter períodos de céu muito nublado com abertas, tornando-se encoberto. Para a noite, estão previstos períodos de chuva fraca, acompanhados de vento sudoeste fresco a muito fresco, com rajadas até 70 quilómetros por hora. No grupo central, o céu deverá apresentar períodos de muita nebulosidade com boas abertas, aumentando de nebulosidade para a noite. No grupo oriental, também se esperam períodos de céu muito nublado com boas abertas.

Já na Madeira, o IPMA prevê períodos de céu muito nublado, com aumento gradual da nebulosidade. A partir do final da tarde, há possibilidade de chuva fraca, mais provável na vertente norte e nas terras altas da ilha da Madeira. No Funchal, o céu deverá começar pouco nublado, tornando-se geralmente muito nublado a partir da tarde.

Quinta-feira com tempo mais instável

A quinta-feira deverá, assim, trazer uma combinação de chuva fraca, vento forte e descida da temperatura máxima. O mau tempo será mais evidente no litoral Norte e Centro durante a manhã, mas o vento deverá ganhar força em várias zonas expostas durante a tarde.

No continente, as regiões a acompanhar com maior atenção serão o litoral oeste, as terras altas do Centro e Sul e o barlavento algarvio, onde as rajadas poderão chegar aos 65 quilómetros por hora. Apesar da melhoria gradual da nebulosidade ao longo do dia, o estado do tempo ficará marcado por um ambiente mais fresco, vento mais intenso e mar a subir na costa ocidental.

Leia também: Chuva e muito vento a caminho de Portugal já a partir desta data e estas regiões serão afetadas

Chuva e muito vento a caminho de Portugal já a partir desta data e estas regiões serão afetadas

4 June 2026 at 06:00

A chuva fraca e os chuviscos voltam a marcar presença em algumas zonas de Portugal continental nos próximos dias, embora sem grande expressão. O cenário meteorológico será dominado por frentes frias enfraquecidas, nebulosidade temporária e vento de noroeste, sobretudo no litoral e nas terras altas.

Esta quinta-feira, 4 de junho, a partir do meio da manhã, deverá ocorrer uma nova vaga de chuva fraca ou chuviscos no litoral Norte e Centro, podendo também chegar a algumas zonas do interior Norte e Centro e, mais a sul, ao litoral Oeste e à Área Metropolitana de Lisboa, segundo a Meteored.

Chuva fraca a partir do meio da manhã em Portugal

A precipitação prevista será pouco intensa e localizada, afetando sobretudo os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria e Lisboa. Também poderão surgir períodos de chuva fraca em zonas dos distritos de Vila Real e Viseu, embora de forma mais dispersa.

Esta instabilidade está associada à passagem de frentes frias enfraquecidas, num contexto de ar mais fresco de origem polar marítima. Apesar disso, não está previsto um episódio de chuva forte, mas sim precipitação fraca e pouco frequente, com maior incidência no litoral Norte e Centro.

Nortada ganha força nas tardes dos próximos dias

Além da chuva fraca, a nortada deverá intensificar-se temporariamente durante as tardes, sobretudo no Centro e Sul do país. As zonas mais expostas deverão ser o litoral Oeste a sul do Cabo Mondego, as terras altas do Centro e Sul e o Barlavento Algarvio.

Nestas áreas, estão previstas rajadas que poderão atingir entre 55 e 65 km/h, o que poderá tornar a sensação térmica mais fresca, sobretudo junto à costa e em zonas mais elevadas. O vento de noroeste será, por isso, um dos elementos mais marcantes do estado do tempo nos próximos dias.

Sábado traz nova frente ao Noroeste

Depois de uma sexta-feira sem previsão de precipitação, uma nova frente fria poderá aproximar-se de Portugal continental nas primeiras horas de sábado, 6 de junho.

A sua influência deverá manter-se até ao final da manhã ou início da tarde, afetando sobretudo o Noroeste do país, de acordo com a mesma fonte.

O Minho surge como a região mais exposta, com destaque para os distritos de Viana do Castelo e Braga. Ainda assim, não se exclui a possibilidade de ocorrerem chuviscos muito dispersos noutras zonas do Norte litoral e interior.

Viana do Castelo deverá somar mais precipitação

De acordo com os mapas de referência da Meteored, a chuva acumulada será geralmente escassa entre esta quinta-feira e sábado. Viana do Castelo deverá ser o distrito com maior precipitação acumulada, podendo registar até 7 mm.

Braga deverá surgir logo a seguir, com valores entre 2 e 4 mm. Já Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa, Vila Real e Viseu deverão registar acumulados inferiores, entre 0,5 e 3 mm.

Leia também: Vem aí chuva e muito frio: mau tempo chega neste dia e estas serão as regiões mais ‘castigadas’

Inmet emite aviso amarelo para queda de temperatura em 12 estados e DF

3 June 2026 at 17:26

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou um aviso amarelo, que indica perigo potencial, em razão da queda de temperatura nos próximos dias. O aviso tem início às 0h desta quinta-feira (4) e segue até as 12h de sábado (6). 

A previsão do instituto é de uma redução entre 3ºC e 5º C em 12 estados, mais o Distrito Federal. São eles: Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Piauí, Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.  

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Confira no mapa abaixo as áreas afetadas: 

 

Brasília (DF), 03/06/2026 – Mapa do Instituto Nacional de Meteorologia.
Mapa INMET Brasília (DF), 03/06/2026 – Mapa do Instituto Nacional de Meteorologia.
Mapa INMET
Mapa Inmet

O alerta abrange cerca de 2, 6 mil municípios. De acordo com o Inmet, a queda da temperatura nos termômetros, nesta amplitude, indica risco leve à saúde.  

Chuvas 

Outro aviso em vigor indica perigo para grande volume de chuvas em Pernambuco, Alagoas e Paraíba. As áreas afetadas são a Região Metropolitana do Recife, Mata Pernambucana, Mata Paraibana e Leste Alagoano. O alerta laranja teve início às 12h desta quarta-feira (3) e segue até as 23h59 de quinta-feira (4).  

O Inmet indica risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamentos de rios.

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Confira no mapa abaixo as áreas afetadas: 

 

Brasília (DF), 03/06/2026 – Mapa do Instituto Nacional de Meteorologia.
Mapa INMET Brasília (DF), 03/06/2026 – Mapa do Instituto Nacional de Meteorologia.
Mapa INMET
 Mapa Inmet

Inmet emite aviso amarelo para queda de temperatura em 12 estados e DF

3 June 2026 at 17:26

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou um aviso amarelo, que indica perigo potencial, em razão da queda de temperatura nos próximos dias. O aviso tem início às 0h desta quinta-feira (4) e segue até as 12h de sábado (6). 

A previsão do instituto é de uma redução entre 3ºC e 5º C em 12 estados, mais o Distrito Federal. São eles: Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Piauí, Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.  

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Confira no mapa abaixo as áreas afetadas: 

 

Brasília (DF), 03/06/2026 – Mapa do Instituto Nacional de Meteorologia.
Mapa INMET Brasília (DF), 03/06/2026 – Mapa do Instituto Nacional de Meteorologia.
Mapa INMET
Mapa Inmet

O alerta abrange cerca de 2, 6 mil municípios. De acordo com o Inmet, a queda da temperatura nos termômetros, nesta amplitude, indica risco leve à saúde.  

Chuvas 

Outro aviso em vigor indica perigo para grande volume de chuvas em Pernambuco, Alagoas e Paraíba. As áreas afetadas são a Região Metropolitana do Recife, Mata Pernambucana, Mata Paraibana e Leste Alagoano. O alerta laranja teve início às 12h desta quarta-feira (3) e segue até as 23h59 de quinta-feira (4).  

O Inmet indica risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamentos de rios.

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Brasília (DF), 03/06/2026 – Mapa do Instituto Nacional de Meteorologia.
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Algarve em perigo: calor extremo deixa estes cinco concelhos em risco máximo de incêndio neste dia

3 June 2026 at 12:26

As condições meteorológicas extremas continuam a marcar o início de junho em Portugal, com especial incidência no sul do país, onde o calor, o vento e a baixa humidade aumentam significativamente o risco de incêndios rurais. No Algarve, a situação atinge níveis particularmente preocupantes, com vários concelhos sob diferentes graus de alerta.

De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), esta quarta-feira, 3 de junho, todos os concelhos da região algarvia apresentam níveis de perigo elevado, muito elevado ou máximo de incêndio rural, num cenário que resulta da conjugação de temperaturas altas e condições atmosféricas propícias à propagação do fogo.

Cinco concelhos no nível máximo de risco

O nível mais crítico de perigo de incêndio concentra-se em cinco municípios do Algarve. Segundo a mesma fonte, Silves, Loulé, São Brás de Alportel, Tavira e Castro Marim encontram-se em risco máximo, o escalão mais elevado da classificação definida pelo IPMA.

No escalão imediatamente abaixo estão os concelhos de Vila do Bispo, Portimão, Monchique, Vila Real de Santo António e Alcoutim, todos classificados com perigo muito elevado. Os restantes municípios da região mantêm-se em perigo elevado, o que mantém o conjunto do Algarve sob vigilância apertada.

Condições meteorológicas agravam o cenário

O IPMA prevê para esta quarta-feira céu pouco nublado ou limpo em todo o território continental, mas com vento variável que poderá atingir intensidade significativa ao longo do dia. Conforme a mesma fonte, o vento soprará de noroeste com intensidade fraca a moderada, podendo atingir valores entre 30 e 45 km/h em algumas zonas, com rajadas até 65 km/h.

Estas condições serão mais intensas no litoral oeste a sul do cabo Carvoeiro, especialmente durante a tarde, afetando também o barlavento algarvio e áreas de maior altitude. O vento poderá ainda rodar temporariamente para oeste ou sudoeste no sotavento algarvio, contribuindo para a instabilidade atmosférica.

Temperaturas sobem durante o dia

Apesar de uma ligeira descida das temperaturas mínimas, o cenário geral aponta para um aumento das temperaturas máximas ao longo do dia. O IPMA indica ainda uma pequena subida da temperatura máxima em várias zonas do país, incluindo o sul.

Em termos de valores concretos, refere a mesma fonte, a cidade de Faro deverá registar uma máxima de 34 graus e uma mínima de 17 graus, enquanto em Portimão as temperaturas deverão oscilar entre os 15 e os 31 graus.

Mar com ondulação moderada na costa ocidental

No que diz respeito ao estado do mar, o IPMA prevê ondulação de noroeste na costa ocidental, com alturas entre 1,5 e dois metros. Estas condições mantêm-se dentro dos parâmetros típicos para a época, embora possam ser influenciadas pela intensidade do vento prevista para o período da tarde.

O conjunto destas variáveis meteorológicas mantém o Algarve sob vigilância apertada, com o risco de incêndio rural a exigir especial atenção das autoridades e da população ao longo do dia.

Leia também: Vem aí chuva e muito frio: mau tempo chega neste dia e estas serão as regiões mais ‘castigadas’

Una tromba d’aria si abbatte su Roma: decine di alberi caduti e auto danneggiate in diverse zone

3 June 2026 at 12:06

Almeno 50 alberi caduti, segnali stradali divelti, allagamenti e auto distrutte. Sono le conseguenze di una forte tromba d’aria, subito dopo un nubifragio, che ha colpito Roma nella prime ore del mattino del 3 giugno. I quartieri più colpiti sono Prati Fiscali, Conca d’Oro e Tufello, ma anche Nomentano, Salario e Parioli. Al lavoro vigili del fuoco e pattuglie della polizia locale in campo per gestire la viabilità. Si registrano disagi anche sulla tangenziale est dove c’è stata in più punti una riduzione di carreggiata a causa dei rami finiti in strada.

“Una violenta tromba d’aria ha interessato diverse aree – ha detto il presidente del Municipio III Montesacro, Paolo Emilio Marchionne -. Fortunatamente non si registrano feriti gravi. Alcune persone hanno riportato lievi conseguenze, mentre il forte evento atmosferico ha provocato soprattutto grande spavento tra i cittadini e ingenti danni a proprietà private e infrastrutture pubbliche”. Il presidente ha fatto sapere in una nota che ci sono stati numerosi interventi per far fronte all’emergenza e ripristinare la sicurezza nelle aree colpite. “Invito tutte le cittadine e tutti i cittadini alla massima prudenza negli spostamenti, sia a piedi sia in automobile”, ha concluso Marchionne.

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Vem aí um Verão (ainda) mais quente em Portugal

3 June 2026 at 12:03
IPMA, ainda sem certezas, prevê temperaturas acima do normal. Os 40,3 graus em Maio e o El Niño dão sinais. Maio já deu sinais do que deve ser o Verão deste ano: calor invulgar, recordes de temperatura desde que há registos. O mês passado, em Portugal, teve uma onda de calor desde o dia 20 até ao dia 29. A região Centro teve locais acima dos 39 graus, no dia mais quente de sempre em Maio, o dia 27. Também nesse dia 27, precisamente há uma semana, Mora chegou aos 40,3 graus – também um recorde no quinto mês do

Vem aí chuva e muito frio: mau tempo chega neste dia e estas serão as regiões mais ‘castigadas’

3 June 2026 at 09:30

O estado do tempo em Portugal continental volta a mudar de forma marcada já esta quinta-feira, 4 de junho, com uma descida generalizada das temperaturas e o regresso de maior nebulosidade e precipitação fraca em algumas regiões.

De acordo com o Luso Meteo, site especializado em previsão meteorológica, a alteração será particularmente sentida nas temperaturas máximas, que poderão cair até 6 a 8 graus em pontos do Interior. A sensação térmica deverá acompanhar essa tendência, num dia que foge ao padrão mais estável que tem marcado o início de junho.

A mudança será menos evidente no litoral, onde os valores já vinham sendo mais frescos nos últimos dias. Ainda assim, o céu deverá apresentar-se mais encoberto, sobretudo durante a manhã nas regiões Norte e Centro, onde não se exclui a ocorrência de períodos de chuva fraca ou chuvisco.

Céu mais fechado e vento a ganhar força

A evolução ao longo do dia aponta para uma gradual melhoria nas regiões a sul do rio Tejo, onde o sol deverá surgir com mais frequência durante a tarde. Já a Norte e Centro, o ambiente será mais húmido e com menos horas de céu limpo, evocando um cenário mais típico da primavera do que de pleno início de verão.

O vento será outro elemento em destaque. Inicialmente fraco, deverá intensificar-se ao longo da tarde, soprando de oeste ou noroeste com velocidades entre 10 e 20 km/h. Em zonas expostas, como o litoral e as terras altas, as rajadas poderão atingir valores entre 30 e 55 km/h, não se excluindo picos mais elevados em trechos da faixa costeira a sul do Cabo Carvoeiro.

Esta combinação de vento, nebulosidade e descida térmica poderá traduzir-se numa perceção de frio mais acentuada, sobretudo em áreas mais expostas.

Anticiclone condiciona o padrão atmosférico

A situação meteorológica está associada a um anticiclone com cerca de 1030 hPa, posicionado próximo do arquipélago dos Açores. Segundo a mesma fonte, a sua localização favorece um fluxo de norte em direção ao continente, contribuindo para a entrada de ar mais fresco e húmido.

Enquanto isso, nas ilhas, o cenário mantém-se distinto. Nos Açores, o tempo deverá permanecer estável, ainda que com níveis elevados de humidade e formação de nevoeiros em várias ilhas, especialmente em zonas montanhosas. As temperaturas deverão manter-se acima da média e não há previsão significativa de precipitação, embora possam ocorrer episódios isolados de chuva fraca.

Na Madeira, o padrão pouco se altera. O céu deverá, em geral, apresentar-se pouco nublado, com maior concentração de nuvens nas vertentes norte e áreas de relevo. O vento de nordeste deverá soprar com alguma intensidade, mas sem impacto relevante nas temperaturas, que continuam elevadas, sobretudo na região do Funchal.

Mar agitado e radiação elevada

No que diz respeito ao estado do mar, a costa ocidental deverá registar ondulação entre 2 e 3 metros, enquanto no Algarve o mar se mantém mais calmo. A temperatura da água varia entre 15 e 17 graus na costa oeste e cerca de 18 graus no sul.

Outro ponto de atenção será a radiação ultravioleta, que deverá atingir níveis muito elevados em todo o território, particularmente no continente e na Madeira. A exposição prolongada ao sol exigirá cuidados redobrados, apesar das nuvens em algumas regiões.

O cenário aponta assim para um dia de transição, com um regresso temporário a condições mais frescas e instáveis. Ainda assim, segundo o Luso Meteo, estas oscilações são típicas desta altura do ano, numa fase em que o verão ainda convive com sinais persistentes da primavera.

Leia também: Vêm aí dias frescos: frio surpreende em junho e esta será a região mais afetada

Vêm aí dias frescos: frio surpreende em junho e esta será a região mais afetada

3 June 2026 at 06:00

O mês de junho costuma trazer a ideia de dias mais longos, calor progressivo e roupa leve já fora do armário. Mas esta semana deverá contrariar essa expectativa em parte do território continental, com uma descida das temperaturas que pode deixar algumas cidades com valores pouco habituais para esta altura do ano.

De acordo com a Meteored, a aproximação de massas de ar mais frio deverá tornar os próximos dias mais contidos do ponto de vista térmico. A mudança não será uniforme em todo o país, mas há uma região que deverá sentir o arrefecimento de forma mais evidente entre quinta e sexta-feira.

A semana ainda terá uma pequena pausa

Esta terça-feira deverá apresentar temperaturas máximas entre os 18 graus em Viana do Castelo e os 25 graus em Bragança. Na quarta-feira, os termómetros ainda deverão subir ligeiramente, com valores entre os 18 graus em Viana do Castelo e os 26 graus em Bragança. Em alguns pontos do Vale do Douro, segundo a Meteored, as temperaturas poderão mesmo aproximar-se dos 30 graus. Essa subida, contudo, deverá ser temporária.

A partir de quinta-feira, o cenário muda novamente. A chegada de uma massa de ar frio mais intensa deverá provocar uma descida mais acentuada das temperaturas, com anomalias térmicas negativas a abrangerem sobretudo o Norte e parte do Centro.

A região mais afetada será o Norte

É no Norte que a descida deverá fazer-se sentir com maior expressão. Entre quinta e sexta-feira, várias cidades poderão registar valores abaixo dos 20 graus pelas 12h00, incluindo capitais de distrito. Na quinta-feira, Viana do Castelo deverá rondar os 17 graus ao meio-dia. Braga, Porto, Vila Real e Bragança poderão ficar nos 19 graus à mesma hora, de acordo com as previsões divulgadas pela Meteored.

Estes valores não representam frio intenso, mas destoam do que muitos esperam no início de junho, sobretudo nas horas centrais do dia. A sensação poderá ser mais evidente junto ao litoral, em zonas expostas ao vento e nas áreas de maior altitude.

Sexta-feira mantém o ambiente fresco

Na sexta-feira, o cenário deverá manter-se semelhante. Viana do Castelo poderá descer para os 16 graus pelas 12h00, enquanto Braga, Porto e Vila Real deverão manter-se nos 19 graus. Bragança deverá rondar os 20 graus.

A descida, ainda assim, não deverá prolongar-se durante muitos dias. A partir de domingo, a Meteored prevê uma recuperação gradual das temperaturas, com os termómetros a subirem de forma progressiva. A semana ficará, por isso, marcada por uma oscilação clara: primeiro uma descida associada à entrada de ar mais frio, depois uma recuperação que poderá devolver valores mais próximos do verão.

Calor pode regressar poucos dias depois

Segundo a atualização mais recente dos modelos analisados pela Meteored, baseados no ECMWF, a subida poderá tornar-se mais significativa na quarta-feira, dia 10 de junho. Nessa altura, as temperaturas máximas poderão situar-se entre os 30 e os 34 graus em boa parte de Portugal continental. As exceções deverão ser as zonas costeiras e as áreas de maior altitude no Norte e no Centro, onde o ambiente poderá continuar mais moderado.

Até lá, os próximos dias deverão trazer uma pausa no calor em algumas zonas do país. O episódio será passageiro, mas suficiente para lembrar que junho também pode começar com manhãs e horas centrais mais frescas do que o esperado.

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