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Queriam aumentos? Temos pena, mas o dinheiro vai ser investido em IA

By: ZAP
4 June 2026 at 21:30
A inteligência artificial não está a chegar apenas para tirar o emprego. Está aí para lhe roubar também o salário. A tecnológica norte-americana Teradata informou os seus 5100 trabalhadores de que não deverão contar com aumentos salariais anuais em 2026, numa altura em que a empresa está a redireccionar orçamento para investimentos em inteligência artificial. A decisão foi comunicada em Janeiro através de um memorando interno do presidente executivo, Steve McMillan, conta o Business Insider. No documento, McMillan afirma que a prioridade da empresa para este ano é “vencer no mercado com IA” e que, para isso, a empresa vai

Amparar os nossos idosos nas comunidades portuguesas

4 June 2026 at 16:50
Photo: @copyright

Quem está fora de Portugal sabe que emigrar é um ato de coragem. No entanto, envelhecer longe do nosso país, sem a devida proteção do Estado que se ajudou a construir além-fronteiras, é uma injustiça profunda. Como alguém que vive a realidade da diáspora e conhece de perto o pulsar das nossas comunidades no exterior, recuso-me a aceitar o silêncio e a inércia perante o sofrimento dos portugueses espalhados pelo mundo. A denúncia que o Grupo Parlamentar do Partido Socialista fez na Assembleia da República não é apenas uma interpelação política; é um grito de socorro que exige uma resposta imediata e sem tibiezas do Governo português.

Existem graves e insustentáveis atrasos no pagamento do Apoio Social para Idosos Carenciados a inúmeros cidadãos portugueses residentes na Venezuela e no Brasil. Falamos de pessoas idosas, muitas vezes doentes e isoladas, que têm neste apoio de sobrevivência a sua única e exclusiva tábua de salvação para garantir o básico: alimentação, medicamentos e habitação. Para agravar o cenário, na Venezuela, os atrasos no pagamento das pensões de reforma pela Segurança Social portuguesa já superam um ano. Isto não é apenas burocracia; é uma situação de desespero absoluto que atenta contra a dignidade humana.

O Apoio Social para Idosos Carenciados foi pensado como um instrumento mínimo de proteção social do Estado português junto das comunidades emigrantes mais fragilizadas. O valor atribuído é, por si só, reduzido, variando entre os 30 euros e o valor da pensão mínima do regime contributivo, sendo pago trimestralmente. Retardar estas verbas, cujas transferências deveriam ter sido efetuadas em março, significa empurrar centenas de idosos para a miséria extrema. A desculpa da falta de verbas ou de bloqueios nos mecanismos bancários e na emissão de cheques na Venezuela não pode servir de escudo para a incompetência operacional. Se existem constrangimentos bancários crónicos na Venezuela, o Estado tem o dever de encontrar e implementar soluções alternativas urgentes.

Não podemos tolerar que os nossos postos consulares fiquem de mãos atadas por falta de articulação central. A nossa diáspora não é um peso; é parte integrante da identidade e do património de Portugal. É inaceitável que cidadãos que dedicaram as suas vidas ao trabalho e mantiveram viva a ligação ao país fiquem meses sem receber as prestações sociais e as pensões a que têm pleno direito, privados de informação clara e de respostas eficazes.

Por isso, exigem-se esclarecimentos claros ao Governo: quantos idosos estão afetados por estes bloqueios? Quando será regularizado, integralmente, o pagamento do Apoio Social para Idosos Carenciados e das pensões em atraso? E que mecanismos estruturais serão criados para garantir que estes atrasos vergonhosos nunca mais se repitam? A solidariedade nacional não devia terminar dentro  das fronteiras geográficas do retângulo continental. Proteger os portugueses no estrangeiro, especialmente os mais vulneráveis, é um imperativo moral e constitucional do qual Portugal nunca deve abdicar. Ignorar esta realidade é falhar com a nossa própria história. O Governo deve agir de imediato, retificando estes erros operacionais e logísticos, assegurando que o apoio financeiro chegue a quem dele depende para sobreviver. Cuidar dos nossos idosos na diáspora não é uma escolha política ou uma benesse partidária, mas sim um ato elementar de justiça, respeito e humanidade para com aqueles que, mesmo distantes, sempre honraram Portugal .

Vitor M. Silva/MS

Xiaomi annuncia i nuovi prodotti del 2026: lo smartphone 17T Pro, dispositivi wearable, TV ed elettrodomestici per una casa sempre più connessa

4 June 2026 at 16:48

Xiaomi ha scelto Vienna per un evento che va oltre il tradizionale lancio di uno smartphone. La casa cinese la scorsa settimana ha portato sul palco una nuova ondata di prodotti pensati per raccontare la sua idea di ecosistema: telefoni, wearable, auricolari, speaker, TV e grandi elettrodomestici. Il filo conduttore è sempre lo stesso, cioè la strategia “Human × Car × Home”, con cui Xiaomi vuole mettere in comunicazione dispositivi personali, casa intelligente e mobilità. In questo scenario lo smartphone resta il centro dell’esperienza, ma non è più l’unico protagonista. Intorno a lui si muovono prodotti pensati per accompagnare momenti diversi della giornata, dal lavoro allo sport, dall’intrattenimento alla gestione della casa.

Xiaomi 17T Pro e Xiaomi 17T

Il prodotto più atteso dell’evento è stato Xiaomi 17T Pro, affiancato dal più compatto Xiaomi 17T. La serie T ha sempre avuto un ruolo particolare nella gamma del marchio, perché prova a portare funzioni da top di gamma in una fascia di prezzo meno estrema rispetto ai modelli Ultra. Con questa generazione Xiaomi punta soprattutto su fotografia, autonomia e display, tre aree che oggi pesano moltissimo nella scelta di uno smartphone. La collaborazione con Leica resta centrale, ma non va letta come un semplice marchio applicato al retro del telefono. Il lavoro riguarda ottiche, resa cromatica, modalità di scatto e approccio generale all’immagine, con l’obiettivo di rendere il telefono più versatile in ogni situazione. Entrambi i modelli hanno una tripla fotocamera con sensore principale da 50 MP e, soprattutto, un teleobiettivo Leica 5x da 50 MP con stabilizzazione ottica, una novità importante per la serie T.

Il teleobiettivo è probabilmente la caratteristica più interessante per chi usa davvero tanto la fotocamera dello smartphone. Non serve soltanto a fotografare un soggetto lontano, ma permette anche di lavorare meglio su ritratti, dettagli architettonici, concerti, viaggi e scene in cui avvicinarsi fisicamente non è possibile. Xiaomi parla di zoom ottico 5x nativo, zoom ottico 10x e Ultra Zoom AI fino a 120x, numeri che attirano l’attenzione ma che vanno riportati alla vita reale. La differenza più importante, infatti, sta nella possibilità di avere una focale più lunga e stabile per scattare immagini meno “piatte” e più curate. Anche le prime recensioni italiane hanno messo in evidenza proprio il teleobiettivo Leica 5x come una delle ragioni principali per guardare con interesse al 17T Pro.

La parte fotografica introduce anche Leica Live Moment, una funzione che prova a superare il concetto di semplice scatto statico. L’idea è catturare non solo il momento finale, ma anche il movimento e l’emozione che lo precedono, trasformando una foto in un piccolo racconto visivo. È una funzione pensata per scene dinamiche, bambini, animali, sport, viaggi o momenti spontanei in cui un singolo fotogramma rischia di perdere qualcosa. Sul 17T Pro arriva anche la Cinematografia Live, con Ultra-HD Live Moment in 4K e opzioni creative più evolute per gestire zoom e profondità. La versione Pro aggiunge inoltre una parte video più ambiziosa, con registrazione cinematografica 4K a 60 fps e un bokeh naturale dello sfondo, utile per dare ai filmati un aspetto più curato.

Il display segue la stessa direzione. Xiaomi 17T Series utilizza pannelli AMOLED 1.5K con luminosità di picco fino a 3.500 nit, pensati per restare leggibili anche all’aperto e sotto luce intensa. Il Pro arriva fino a 144 Hz, mentre Xiaomi 17T si ferma a 120 Hz, comunque più che sufficienti per una navigazione fluida, gaming all’altezza e contenuti video. Xiaomi introduce anche Vision Care, una tecnologia studiata per ridurre affaticamento visivo, luce blu, sfarfallio e motion blur.

L’altra grande notizia è la batteria. Xiaomi 17T Pro monta un’unità al silicio-carbonio da 7.000 mAh, affiancata da ricarica cablata HyperCharge da 100 W e ricarica wireless da 50 W. Xiaomi 17T, più compatto, integra invece una batteria da 6.500 mAh con ricarica cablata da 67 W. Il Pro utilizza il MediaTek Dimensity 9500 a 3 nm, mentre il modello base adotta il Dimensity 8500-Ultra a 4 nm. Entrambi sono supportati dal sistema Xiaomi 3D IceLoop, pensato per gestire meglio il calore durante gaming, registrazione video e multitasking. In Italia i prezzi partono da 899,90 euro per Xiaomi 17T Pro e da 749,90 euro per Xiaomi 17T, con promozioni di lancio che includono bundle e servizi digitali.

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Flight Path Home dá voz às histórias de migração e pertença 

4 June 2026 at 16:32
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Flight Path Home, livro de Steven M. Silva
IMG_1986 IMG_1991 IMG_1976 IMG_1998 IMG_1984 IMG_1977 IMG_2002 IMG_2016 IMG_2017 Flight Path Home, livro de Steven M. Silva

Créditos: Francisco Pegado

A Galeria dos Pioneiros Portugueses e a Aliança dos Clubes e Associações Portuguesas do Ontário (ACAPO) promoveram uma sessão especial de apresentação do livro Flight Path Home: Stories of Family Migrations and Belonging (O Caminho de Regresso a Casa: Histórias de Famílias, Migração e Sentimento de Pertença), da autoria de Steven M. Silva.

O evento reuniu membros da comunidade, familiares, educadores e amantes da literatura para uma noite de leitura, reflexão, autógrafos e venda de exemplares da obra, que aborda temas como a migração, a identidade, a memória e o sentimento de pertença.

Partindo da história da sua própria família, Steven Silva conduz os leitores numa viagem entre a Ilha da Madeira, em Portugal, e o Canadá, revisitando memórias, desafios e conquistas que marcaram o percurso de várias gerações. A obra reflete sobre a experiência da emigração, a preservação das raízes portuguesas e a forma como estas histórias continuam a moldar a identidade e o sentimento de pertença das famílias luso-canadianas.

Na abertura da sessão, Manuel DaCosta, em representação da Galeria dos Pioneiros Portugueses, destacou a importância de preservar as histórias dos pioneiros portugueses no Canadá, sublinhando que obras como esta ajudam a manter viva a memória coletiva da comunidade e a transmitir esse legado às gerações futuras.

Também Kátia Caramujo, em representação da ACAPO, salientou o valor cultural e educativo do livro, considerando-o um importante testemunho da experiência de muitas famílias portuguesas que construíram uma nova vida no Canadá “apresentar Flight Path Home durante o Mês da Herança Portuguesa no Canadá é também uma forma de mostrar que esta celebração vai muito além das festividades e do Desfile do Dia de Portugal. É igualmente uma oportunidade para valorizar a nossa história, a nossa cultura e as histórias que moldaram a comunidade portuguesa no Canadá”, afirmou.

Durante a apresentação, Steven Silva explicou que a obra nasceu da vontade de compreender melhor o percurso da sua família e de explorar a forma como as experiências de migração continuam a marcar a identidade das gerações seguintes “é um sentimento de grande orgulho estar aqui, num espaço dedicado aos pioneiros portugueses e durante o Mês da Herança Portuguesa no Canadá. Este livro permitiu-me reconectar com o passado, fortalecer os laços familiares, encontrar-me através destas histórias e compreender melhor quem sou. É também uma celebração da nossa identidade, das nossas tradições e do orgulho nas nossas origens”, partilhou o autor que também não se esqueceu de agradecer às três pessoas que proporcionaram a apresentação do seu livro – Kátia Caramujo, José Eustáquio e Manuel DaCosta.

Um dos momentos mais emotivos da noite contou com a participação de quatro antigas professoras de Steven Silva, Gabriella Colussi Arthur, Maria João Maciel Jorge, Mary Di Biase Petrungaro e Gabriela Sangiorgio, que recordaram o seu percurso académico e a sua dedicação à aprendizagem e às suas raízes culturais.

Em destaque esteve também a mãe do autor, Cesaltina Silva, que visivelmente emocionada afirmou: “é um enorme orgulho ver o meu filho fazer aquilo que ama e transformar as histórias da nossa família numa obra que pode inspirar tantas outras pessoas”.

A iniciativa terminou com uma sessão de autógrafos e convívio entre os participantes, celebrando não apenas o lançamento de um livro, mas também as histórias, as memórias e as experiências que continuam a unir a comunidade luso-canadiana e a enriquecer o património cultural português no Canadá.

Francisco Pegado/MS

“Emiliano torni giudice a Benevento”: al Csm la destra vota per il rientro in toga dell’ex governatore Pd dopo 23 anni

4 June 2026 at 15:36

Per conoscere il suo immediato futuro, Michele Emiliano dovrà pazientare ancora un po’. Al termine di un ping pong durato oltre sei mesi, la Terza Commissione del Consiglio superiore della magistratura si è finalmente espressa sulla richiesta dell’ex sindaco di Bari e governatore pugliese – tuttora un pubblico ministero in aspettativa elettorale – di diventare consulente istituzionale in attesa di un seggio in Parlamento, evitando un clamoroso ritorno in toga dopo 23 anni (la legge Cartabia anti-porte girevoli non si applica al suo caso, essendo entrata in vigore dopo l’ultima elezione). Ma il verdetto non è stato univoco: la commissione ha partorito due proposte contrapposte, tra cui il plenum, l’organo al completo, dovrà scegliere in una delle prossime sedute (probabilmente a luglio). La prima, votata dai quattro consiglieri togati, dà il via libera al collocamento fuori ruolo di Emiliano come consulente della Commissione d’inchiesta del Senato sulle condizioni di lavoro. La seconda, votata dalle due “laiche” Isabella Bertolini e Daniela Bianchini, elette in quota Fratelli d’Italia, respinge invece la richiesta e ricolloca Emiliano in ruolo come giudice del Tribunale di Benevento, sede indicata da lui stesso come seconda preferenza (la prima era la Direzione nazionale antimafia). Una posizione, a guardar bene, abbastanza paradossale: proprio le rappresentanti della maggioranza allergica alle “toghe rosse” ora chiedono di far rientrare in magistratura uno dei più importanti esponenti del Partito democratico, di cui fu candidato addirittura alla segreteria.

La consulenza al Senato è il “piano B” studiato per Emiliano dal suo amico e conterraneo Francesco Boccia, capogruppo del Pd a palazzo Madama. La soluzione iniziale individuata per l’ex governatore, infatti, era la nomina a collaboratore di Antonio Decaro, suo delfino politico e successore alla guida della Regione. La richiesta di Decaro, però, è stata respinta per ben tre volte dalla Terza Commissione, nonostante vari aggiustamenti formali e sostanziali: secondo il Csm, né l’incarico di “consigliere giuridico” né quello di consulente per le crisi industriali erano autorizzabili in base alla legge. Così, con la mediazione di Boccia, il presidente della Commissione d’inchiesta sul lavoro Tino Magni (Alleanza Verdi e Sinistra) ha lanciato un salvagente inviando un’istanza alternativa a palazzo Bachelet. Anche questa strada, però, si è rivelata non priva di ostacoli: su richiesta del Consiglio superiore, Magni ha dovuto spiegare perché abbia bisogno proprio di Emiliano, considerato anche il fatto che la sua commissione si avvale già della consulenza di un altro magistrato fuori ruolo. Lo stesso ex governatore, mercoledì, è stato ascoltato dalla Terza Commissione del Csm, sottolineando l’inopportunità di un suo rientro in toga dopo due decenni: “L’attuale normativa prevede che chi è stato in politica non possa rientrare nelle funzioni per evitare un danno molto grave all’indipendenza e all’immagine di imparzialità della magistratura. Anche se ovviamente a me non si applica, ho comunque dato disponibilità ad applicarla”, ha detto.

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Albufeira investe 298 mil euros nas instalações da GNR

4 June 2026 at 14:12

O Município de Albufeira vai investir 298 mil euros em obras nas instalações da GNR (Destacamento Territorial) da cidade.

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La investigación biomédica en España: entre el liderazgo, la maraña burocrática y el desafío del control de datos

4 June 2026 at 13:59

La investigación biomédica en España: entre el liderazgo, la maraña burocrática y el desafío del control de datos

La mesa ‘Ciencia para la vida: la investigación al servicio de la salud’ cerró el I Foro Impacto con el objetivo de entender cómo la innovación se pone al servicio de la población

La jornada ‘I Foro Impacto. Innovación con propósito’, organizada por elDiario.es, puso su broche final con una mesa de debate que diseccionó el presente y el futuro del sector salud en España. 

Los expertos que participaron en el debate fueron César Hernández, director general de cartera y farmacia del Ministerio de Sanidad; Cristina Avendaño, presidenta de la Federación de Asociaciones Científico Médicas Españolas (FACME); Amelia Martín Uranga, directora de investigación clínica y transnacional de Farmaindustria; y Alfredo Moyano Olmos, director de Sanidad y Pharma de PWC. 

Moderados por el periodista David Noriega, jefe de la sección de Sociedad de elDiario.es, los cuatro analizaron cómo transformar el conocimiento científico en beneficios para los pacientes en un sistema que busca ser vanguardista y sostenible. 

El sistema público como motor

El punto de partida de la conversación fue la actualidad regulatoria, ya que César Hernández explicó el impacto del recién aprobado Real Decreto para la evaluación de medicamentos y tecnologías sanitarias. Para el director general, el Sistema Nacional de Salud es el “elemento tractor” indispensable: “Si no tira del tipo de innovación, investigación, desarrollo o fabricación que queremos, no hay otro mercado fuera”, afirmó, subrayando que el sistema público debe ser el que oriente la investigación hacia las necesidades reales de salud. 

El camino desde el laboratorio hasta el paciente no está exento de obstáculos. Cristina Avendaño coincidió en que España genera “muy buena ciencia”, pero destacó que existe un “cuello de botella” en su transferencia. Avendaño fue tajante al pedir un cambio de paradigma en el reconocimiento de los profesionales: “Lo que nos hace falta en este país es mejorar mucho más la integración de la investigación con la que se hace en el sistema nacional de salud”, señalando que actualmente la labor investigadora de los médicos especialistas no se valora suficientemente en sus carreras profesionales. 

La conversación derivó rápido hacia la colaboración entre sectores y Amelia Martín Uranga destacó que España se ha consolidado como un referente internacional en ensayos clínicos, un éxito que atribuyó a un ecosistema bien engrasado entre industria, agencias reguladoras y hospitales. No obstante, advirtió sobre el alto nivel de competencia, mencionando que países como Alemania están intentando copiar el modelo español. “Los hospitales que hacen investigación dan una mejor asistencia. Hay que cuidarlos, hay que protegerlos”, defendió Martín Uranga. 

Amelia Martín Uranga,, directora de Investigación Clínica y Translacional de Farmaindustria.
Amelia Martín Uranga,, directora de Investigación Clínica y Translacional de Farmaindustria.

Por su parte, Alfredo Moyano introdujo una matización sobre el reto demográfico: “Yo creo que el problema no es el envejecimiento, sino que es la cronicidad y la pluripatología, cómo convivir con eso y cómo el modelo asistencial se tiene que adaptar a la nueva realidad”. Moyano abogó en su intervención por innovaciones que fomenten el “hospital líquido” a través de la telemonitorización y la telefarmacia, aunque criticó la tendencia a realizar proyectos pilotos aislados “sin una estrategia clara de cómo se incorporan luego al sistema”. 

Alfredo Moyano Olmos, director de Sanidad y Pharma de PWC
Alfredo Moyano Olmos, director de Sanidad y Pharma de PWC

Integración contra la fragmentación 

Uno de los temas centrales del debate fue la necesidad de una estrategia nacional unificada. Los ponentes coincidieron en que la política de investigación aún se percibe fragmentada, por ejemplo en las diferentes áreas de actuación de los ministerios, en un momento en el que la multidisciplinariedad es imprescindible. Cristina Avendaño lamentó que la investigación médica no siempre vaya de la mano de la ciencia de datos o el medio ambiente. Alfredo Moyano reforzó esta idea pidiendo una gobernanza única con “objetivos claros y medibles a ocho o diez años”. 

Por alusiones, César Hernández explicó que la Estrategia de la industria farmacéutica busca precisamente ser ese núcleo integrador que reúna a varios ministerios. El director general enfatizó la importancia de una visión holística para competir con potencias como China o Estados Unidos: “Es injusto pedir al dinero de Sanidad que tire de la fabricación en Europa, de innovación desligada del valor, si realmente luego no se le reconoce que todo eso requiere un esfuerzo que no está pagando el valor concreto del medicamento, sino el valor de toda la cadena que hace que todo eso sea posible”. 

César Hernández, director general de cartera y farmacia del Ministerio de Sanidad.
César Hernández, director general de cartera y farmacia del Ministerio de Sanidad.

La mesa también abordó la importancia de que el código postal no determine el acceso a la innovación. Amelia Martín Uranga destacó los esfuerzos para descentralizar los ensayos clínicos y llevarlos más allá de Madrid y Barcelona. Para acelerar estos procesos, Avendaño y Martín Uranga coincidieron en la urgencia de reducir la burocracia. “Lo que no podemos es convertir el ensayo clínico en algo tremendamente complejo, lleno de gestión administrativa, de burocracia, de auditoría”, criticó Avendaño. 

César Hernández añadió a este punto una reflexión sobre la “asequibilidad” del sistema, sugiriendo que la utilización de datos en vida real podría permitir una toma de decisiones más fluida y menos rígida que la actual. 

La tecnoética y la protección de datos

En el tramo final la atención recayó sobre la Inteligencia Artificial y el uso de datos. Alfredo Moyano defendió la IA como una herramienta que liberará al médico de tareas administrativas para que pueda dedicarse a aportar valor. Martín Uranga y Hernández coincidieron en que la clave reside en la “tecnoética” y en evitar sesgos.

Cristina Avendaño quiso lanzar un mensaje de tranquilidad sobre la privacidad, pidiendo que no se convierta en una barrera ideológica: “Lo que hay que dar es garantías de que los datos se utilizan bien y ya está. Nada de consentimientos, por favor”, pidió, defendiendo la importancia de divulgar que el uso social de los datos para investigar es un valor compartido. 

Cristina Avendaño, presidenta de la Federación de Asociaciones Científico Médicas Españolas (FACME).
Cristina Avendaño, presidenta de la Federación de Asociaciones Científico Médicas Españolas (FACME).

A forma de cierre, los ponentes resumieron su petición fundamental para mejorar el sistema. Alfredo Moyano apostó por la “interoperabilidad” de los 17 subsistemas de salud autonómicos. Amelia Martín Uranga pidió reforzar la colaboración público-privada y medir el valor social del medicamento. Cristina Avendaño instó a corregir la “gestión administrativa ineficiente” que consume el 40% del tiempo de los investigadores. César Hernández concluyó con la necesidad de “romper silos” para dar continuidad a las políticas de salud tanto en España como en Europa.

Lançamento do livro sobre o Tapete Mágico na FNAC de Faro

4 June 2026 at 10:19

Clube de Teatro Tapete Mágico Património Emocional do Agrupamento Pinheiro e Rosa. A FNAC de Faro foi o palco privilegiado da apresentação do livro sobre o Clube de Teatro Tapete Mágico, coordenado pela sua fundadora, a professora Ana Cristina Oliveira. O livro, que marca os 30 anos de trabalho ininterrupto, foi apresentado por uma das […]

Entenda protestos que paralisaram Bolívia e já derrubaram três ministros

4 June 2026 at 03:00
Ruas vazias, aulas virtuais e escassez de alimentos, combustíveis e medicamentos. Parece uma cidade em lockdown na pandemia de Covid-19, há seis anos, mas esta é La Paz de 2026 após um mês sitiada por protestos que, entre outras reivindicações, pedem a renúncia do recém-eleito presidente da Bolívia, Rodrigo Paz. Leia mais (06/03/2026 - 23h00)

Netflix revela estreias de junho com séries, filmes, animes e documentários

A proximidade da Copa do Mundo também influenciou a programação da Netflix para o mês de junho. A plataforma anunciou uma seleção de produções esportivas que têm o futebol como principal destaque, reunindo estreias, documentários e títulos já consagrados pelo público.

Entre as novidades está México 1986, filme original que retrata, por meio de uma narrativa marcada pelo humor e pela sátira, os bastidores da escolha do país como sede do Mundial realizado naquele ano. A produção busca revisitar um dos momentos mais importantes da história do futebol mexicano sob uma perspectiva pouco convencional.

Os fãs da Seleção Brasileira também terão conteúdo voltado à conquista do tetracampeonato. O documentário Tetra: Acreditar de Novo resgata a campanha vitoriosa do Brasil na Copa do Mundo de 1994, disputada nos Estados Unidos. A obra reúne depoimentos exclusivos e imagens registradas pelos próprios atletas durante a competição.

Outro lançamento previsto é a série Várzea: Onde Nasce o Futebol, que volta os holofotes para os campos amadores espalhados pelo país e para personagens que ajudam a manter viva uma das expressões mais populares do esporte brasileiro.

A programação esportiva de junho ainda contará com o documentário Diego Maradona, dedicado à trajetória de um dos maiores nomes da história do futebol mundial, além da chegada de todos os filmes da franquia Rocky Balboa, clássico do cinema que atravessou gerações e se tornou referência entre as produções inspiradas no esporte.

Confira os lançamentos de séries da Netflix para junho

Séries

SérieData de estreia
Notas da Última FilaEm breve
Law & Order: SVU – Temporadas 12 a 161º de junho
A Testemunha4 de junho
Sobreviventes: Na Selva10 de junho
The Rest is Football10 de junho
Viral Hit11 de junho
Doces Magnólias: Temporada 511 de junho
Perdendo o Juízo12 de junho
Eu Vou Te Encontrar18 de junho
As Bruxas Mayfair de Anne Rice18 de junho
Oasis19 de junho
Várzea: Onde Nasce o Futebol20 de junho
Avatar: O Último Mestre do Ar: Temporada 225 de junho

Filmes:

FilmeData de estreia
Rocky: Um Lutador1º de junho
Rocky II – A Revanche1º de junho
Rocky III – O Desafio Supremo1º de junho
Rocky IV1º de junho
Rocky V1º de junho
Rocky Balboa1º de junho
Creed: Nascido para Lutar1º de junho
Creed II1º de junho
Creed III1º de junho
O Hobbit – Uma Jornada Inesperada1º de junho
O Hobbit: A Desolação de Smaug1º de junho
O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos1º de junho
Kick-Ass 25 de junho
A Sogra5 de junho
Penetras Bons de Bico5 de junho
Watchmen – O Filme5 de junho
México 19865 de junho
Paixão de Escritório5 de junho
O Casamento de Rachel8 de junho
Não Fale o Mal12 de junho
Flashdance12 de junho
Onde os Fracos Não Têm Vez19 de junho
Destino Especial19 de junho
Mensagens Para Isabelle19 de junho
Miami Vice20 de junho
Little Brother26 de junho
Maridos em AçãoEm breve

Documentários:

Documentário / EspecialData de estreia
Diego Maradona4 de junho
Tetra: Acreditar de Novo7 de junho

Desenhos:

TítuloData de estreia
Davi: Nasce um Rei3 de junho
Sesame Street: De Volta à Vila Sésamo – Volume 38 de junho
Pokémon: Horizontes – Temporada 3 – Altas Esperanças: Parte 326 de junho
Uma Noite no Museu26 de junho
Uma Noite no Museu 226 de junho
Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba26 de junho

Animes:

AnimeData de estreia
One Piece: Whole Cake Island 61º de junho
One Piece: Whole Cake Island 71º de junho

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Novo He-Man aposta em nostalgia e mostra herói mais humano nos cinemas

Figurinha carimbada nos programas infantis dos anos 1980, He-Man marcou uma geração ao diariamente empunhar a sua espada e bradar que tinha a força. A cena icônica ressurge no novo filme, mas o herói pronuncia as palavras com insegurança, longe da invulnerabilidade de antes.

Batizado apenas de “Mestres do Universo”, o longa apresenta uma versão do personagem que cresceu na Terra, exilado do reino fantástico de Etérnia. Alter-ego do guerreiro, o príncipe Adam foge para a nossa realidade ainda na infância, em meio a um ataque devastador do vilão Esqueleto ao lar, e cresce solitário com as memórias de soldados incríveis e de seres extraordinários.

Quinze anos depois da fuga, Adam sofre como poucos. Afundado em uma rotina corporativa insuportável e taxado de louco por amigos, o protagonista luta para encontrar o caminho de volta para a terra natal. Quando retorna, porém, a Etérnia que ele reencontra está devastada, dominada por um Esqueleto sedento por todo o poder do universo.

Conflitos familiares definem o novo herói

A pressão para salvar o reino e a vida no exílio definem a fragilidade de Adam no filme. Mesmo quando empunha a espada e se torna o He-Man, ele ainda sofre pela falta de aprovação do pai, que na infância o julgava frágil demais para a coroa.

Este drama paterno foi fundamental para Nicholas Galitzine na hora de dar vida ao herói loiro e cheio de músculos. Segundo o ator inglês, a trama familiar, uma aposta do longa, o ajudou a dar profundidade a um protagonista todo poderoso.

“Nós conversamos nos bastidores sobre como trazer humanidade a estas pessoas maiores que a vida, e isso foi a primeira coisa com a qual me conectei ao Adam”, diz o britânico à reportagem, durante a sua visita a São Paulo para promover o longa. Em sua avaliação, personagens invencíveis afastam o público: “Eles se tornam unidimensionais e chatos.”

“A relação com o pai informa completamente quem Adam é, e por causa dela que ele acaba preso na Terra, sofrendo para seguir em frente. De certa forma, ele se sente confinado à criança que era em Etérnia.”

Por acaso, a criança interior de Adam também é fã escancarada do universo do He-Man. Mesmo depois de adulto, o príncipe passa horas desenhando espadas e inventando apelidos para os guerreiros da infância, em uma obsessão parecida com a da meninada que caiu de amores pelos brinquedos e pelo desenho animado nos anos 1980.

A força da nostalgia

Tudo isso cai como uma luva em um filme que busca reacender nas telonas a febre de “Mestres do Universo”. Criada pela Mattel como resposta ao sucesso dos brinquedos de “Star Wars”, a franquia lançada em 1982 virou um fenômeno, com seus heróis musculosos dominando as prateleiras. Desde então, porém, a fabricante tem encontrado dificuldades para repetir o feito, entre relançamentos malsucedidos e um primeiro filme que se tornou sinônimo de fracasso após sua estreia, em 1987.

Já a nova adaptação apela para o passado. O longa recria o visual original dos heróis e vilões da série animada, produzida pela Filmation, e inclui diversas referências a cenas do desenho. Diretor do filme, Travis Knight compara o trabalho a um desafio de equilíbrio.

“Eu tentei sempre apelar à criança de oito anos que se apaixonou por ‘Mestres do Universo’, em dar vida ao filme que ela gostaria de ver”, explica o cineasta. “Um componente importante disso é a nostalgia, de amar o que veio antes, mas você também precisa estar aberto ao que vem a seguir. Esta adaptação é uma mistura dessas duas partes.”

A partir disso, Knight e os roteiristas encontraram um caminho para uma versão do protagonista que iguala os fãs no fascínio pelo mundo de Etérnia. Segundo o diretor, Adam vê a terra natal da mesma forma que um adulto lembra da infância — um olhar gentil, diferente da realidade dura dos fatos.

Personagens excêntricos e novas gerações

Nisso, o choque de impressões energiza a trama, em especial quando o herói retorna do exílio na Terra. A produção viu aí a chave para introduzir ao público os guerreiros mais estranhos, incluindo um com pescoço elástico e outro que se arremessa nos adversários.

“Para a gente, foi ótimo ter um protagonista assim para explicar esses personagens insanos de nomes ridículos, como Fisto, Aríete e o próprio He-Man”, diz Knight. “Em que mundo essas pessoas teriam tais batismos? Assim, a gente passa a ver as coisas também como criança.”

O mais surpreendente é que essa proposta nostálgica ajudou o elenco a se desarmar do temor pelo lado mais bélico do saudosismo do público. Um desafio interessante em especial para Galitzine e Camila Mendes, que lideram o grupo como Adam e a heroína Teela. Eles nasceram nos anos 1990, uma geração depois do fenômeno de “Mestres do Universo”, mas anterior às novas audiências miradas pela produção.

Segundo a dupla, estar dentro deste sanduíche geracional rendeu uma experiência libertadora.

“A gente conheceu esses personagens quando crianças, mas não tivemos muito contato com eles. O trabalho me deu a chance de entender este mundo”, explica Mendes.

A atriz diz que se apaixonou pela série no processo. “Passei a assistir o desenho toda noite, antes de dormir. De repente, fiquei animada com a ideia de apresentar esses heróis aos mais novos.”

Galitzine afirma que a missão do filme foi tanto de agradar os fãs quanto de atrair uma nova geração: “O desafio era criar personagens que os mais velhos curtissem, mas com liberdade para produzir algo novo”.

Com esse olhar amadurecido sobre a nostalgia dos fãs, o ator então pode dizer sem medo que tinha a força. (Pedro Strazza/FOLHAPRESS)

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Ana Paula Renault destaca força feminina e fala sobre futuro na televisão

Após conquistar o público no Big Brother Brasil 2026, Ana Paula Renault segue ampliando sua influência para além da televisão. Em entrevista nos bastidores do lançamento da série “Rancho Dutton”, do Paramount+, a jornalista refletiu sobre a relação construída com seus fãs e o impacto de sua trajetória na vida de outras mulheres.

Segundo Ana Paula, uma das maiores recompensas de sua carreira é receber relatos de mulheres que passaram a se posicionar com mais confiança em diferentes áreas da vida, seja no ambiente familiar, profissional ou pessoal. Para ela, utilizar sua visibilidade para incentivar outras vozes femininas é motivo de orgulho.

A ex-BBB também comentou sobre a possibilidade de retornar à televisão. Ela afirma sentir falta de programas que consigam equilibrar humor, informação e credibilidade, ao mesmo tempo em que provoquem reflexão no público. Seu desejo é encontrar um formato que una entretenimento e conhecimento sem abrir mão de sua personalidade.

A jornalista destacou a força feminina e a importância de ampliar a representatividade das mulheres na mídia | Foto: Reprodução/Instagram

Durante a conversa, Ana Paula relacionou esse objetivo à proposta de “Rancho Dutton”, produção derivada de “Yellowstone” que acompanha os personagens Beth Dutton e Rip Wheeler em uma nova fase de suas vidas no Texas. Para ela, histórias protagonizadas por mulheres independentes e seguras contribuem para ampliar a representatividade feminina na mídia.

A jornalista destacou especialmente a personagem Beth Dutton, interpretada por Kelly Reilly, como um exemplo de liderança feminina em um ambiente tradicionalmente marcado pelo patriarcado. Na visão de Ana Paula, a segurança demonstrada pela personagem ainda causa desconforto em determinados contextos justamente por desafiar padrões estabelecidos.

Ao finalizar, ela ressaltou que a força das mulheres sempre existiu, mas muitas vezes deixou de ser reconhecida. Segundo Ana Paula, a realidade atual mostra cada vez mais mulheres assumindo responsabilidades e liderando famílias, ocupando espaços que historicamente lhes foram negados.

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GWM Wey 07 Dark Edition estreia no Brasil com preço de R$ 432.000

3 June 2026 at 11:22

A GWM lança no Brasil o Wey 07 Dark Edition, nova versão do SUV híbrido plug-in de luxo da marca. A novidade, anunciada por R$ 432.000, combina sofisticação, tecnologia e uma identidade visual exclusiva. Com a versão Dark Edition do SUV Wey 07,  a GWM busca objetivo ampliar a linha do modelo ao oferecer uma proposta com mais esportividade. O Wey 07 Dark Edition foca o público que busca uma aparência diferenciada sem abrir mão de conforto e inovação.

O Wey 07 Dark Edition se destaca pelo design externo escurecido, que confere ao modelo uma presença mais imponente. A carroceria adota pintura na cor preta, além do design das rodas exclusivas de 21 polegadas que recebem destaque com as pinças de freio vermelhas, criando um contraste elegante e esportivo ao modelo.

No interior, a proposta segue a mesma linha, com cabine totalmente preta, incluindo revestimento de teto e colunas, e uso de materiais premium como Alcântara, criando um ambiente envolvente, sofisticado e alinhado ao perfil de clientes que buscam uma experiência diferenciada a bordo.

Sob o capô, o modelo mantém o conjunto mecânico já consagrado, que combina um motor a gasolina 1.5 turbo com dois motores elétricos (um dianteiro e um traseiro, ambos independentes), proporcionando tração integral com distribuição de torque variável entre os eixos por meio da tecnologia Hi4 (Hybrid Intelligent 4WD).

O conjunto entrega 517 cv de potência total e 820 Nm de torque, permitindo aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 4,9 segundos. A bateria de 42,5 kWh garante autonomia de até 128 km pelo Inmetro (ou 185 km quando considerado o ciclo WLTP)  no modo totalmente elétrico, favorecendo deslocamentos urbanos silenciosos e com zero emissões.

A transmissão DHT foi desenvolvida pela própria GWM para maximizar a eficiência energética e o conforto de rodagem. O sistema opera em múltiplos modos automáticos: EV, HEV, Esporte, Eco, AWD, Neve, Areia, Lama e Normal, adaptando-se a diferentes estilos de condução e tipos de terrenos.

Com 5,15 metros de comprimento, 1,98 metro de largura, 1,80 metro de altura e entre eixos de 3,05 metros, o Wey 07 Dark Edition oferece proporções imponentes e excelente aproveitamento de espaço interno.

A capacidade do porta-malas é de 239 litros com todas as fileiras em uso, chegando a 1.040 litros com a terceira rebatida. O modelo tem capacidade de reboque de até 750 kg e altura livre do solo de 180 mm, com inclinação máxima de rampa de impressionantes 60% (31°), alinhando robustez, estabilidade e conforto em todos os cenários de uso.

O foco no luxo permanece como um dos pilares do modelo, com destaque para a experiência a bordo. O Wey 07 Dark Edition traz seis assentos individuais com ajustes elétricos, incluindo o assento dianteiro com sensação de gravidade zero, projetado para oferecer máximo relaxamento. As primeiras fileiras dispõem de aquecimento, ventilação e massagem, enquanto o motorista conta com memória de posição e função de boas-vindas. O sistema também inclui a função “Boss”, que permite otimizar o espaço interno para os ocupantes traseiros.

Entre os itens de conveniência, o modelo oferece uma caixa térmica integrada ao console central, com capacidade de 7 litros e controle de temperatura entre -6°C e 50°C, além de ar-condicionado de três zonas com controle independente. O conforto na cabine é complementado pelo alto nível de isolamento acústico, reforçado por pneus de baixa emissão de ruído, e por estribos laterais elétricos que facilitam o acesso ao veículo.

A tecnologia embarcada é outro destaque, com sistema de som Hi-Fi com 16 alto-falantes de 1.670 W de potência e subwoofer. A tela de central multimídia de 14,6” com sistema GWM Coffee OS3 em 3D Full HD é complementada pelo painel de instrumentos de 12,3 polegadas e o head-up display de 25 polegadas. O modelo traz ainda sistema de reconhecimento de voz e carregamento de smartphone por indução.

Compatível com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, esse sistema permite personalização da interface, comandos de voz em português e exibe um modelo 3D interativo do veículo na tela da central multimídia com acesso rápido a funções como teto solar, ar-condicionado e portas.

Há também conectividade via Wi-Fi, que permite conectar até oito dispositivos, atualizações remotas (OTA) e acesso remoto via aplicativo My GWM, que oferece mais segurança, conveniência e conforto com funções inteligentes, como climatização remota, abertura e travamento das portas, localização do veículo, monitoramento do status da bateria, alertas de segurança e notificações em tempo real.

O Wey 07 Dark Edition incorpora o pacote de segurança mais avançado da GWM, com 22 sensores (5 radares, 12 ultrassônicos e 5 câmeras), entregando um sistema de condução semiautônoma de nível 2+. O sistema inclui controle de cruzeiro adaptativo inteligente (ICC), assistente de faixa, frenagem autônoma de emergência, estacionamento automático e visão panorâmica 540° com chassi transparente.

A carroceria de alta resistência e o conjunto de seis airbags com cortinas estendidas asseguram máxima proteção. O Controle Integrado de Frenagem (IBC) proporciona respostas rápidas e suaves, enquanto o sistema de reconhecimento de fadiga e distração do motorista reforça a segurança proporcionada ao motorista.

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Homem detido por furto em unidade hoteleira em Albufeira

3 June 2026 at 10:35

Um homem foi detido pela Guarda Nacional Republicana (GNR) por suspeita de furto no interior de uma unidade hoteleira no concelho de Albufeira, no passado dia 31 de maio.

Em comunicado, o Comando Territorial de Faro, através do Subdestacamento Territorial de Albufeira, revelou que a detenção ocorreu na sequência de uma denúncia relacionada com um furto no interior de um apartamento turístico.

Os militares da GNR deslocaram-se de imediato ao local, conseguindo localizar o suspeito nas imediações, ainda na posse dos bens alegadamente furtados.

Segundo a investigação, o homem terá entrado no apartamento após arrombar uma janela, tendo subtraído diversos artigos, entre os quais objetos pessoais, documentação, relógios e equipamento informático. O valor estimado dos bens ronda os 4 mil euros.

A operação permitiu ainda recuperar e apreender todos os artigos furtados, os quais foram posteriormente devolvidos aos respetivos proprietários.

O detido foi presente ao primeiro interrogatório judicial no Tribunal Judicial de Portimão, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de apresentações bissemanais na área de residência.

La mia proposta per una legge elettorale neutra e rispettosa di democrazia e Costituzione

3 June 2026 at 06:25

di Giuliano Bastianello*

Il principio è semplice, e sta scritto nella Costituzione: il voto di ogni cittadino deve avere lo stesso peso. Ogni parlamentare eletto deve rappresentare, in misura sostanzialmente uguale, la medesima quota di elettori. È quanto prescrive l’articolo 48 violato sistematicamente dal Rosatellum pensato, come vuole replicare l’attuale governo, per favorire la maggioranza.

I numeri delle politiche del 25 settembre 2022 sono impietosi. Un parlamentare del centrodestra rappresenta in media 52.341 elettori; uno dell’opposizione 93.827. Uno scarto del 79,3%, che significa, in termini concreti, che il voto di un elettore dell’opposizione ha pesato meno della metà di quello di un elettore della coalizione vincente. Il caso più emblematico riguarda la Lega e il Movimento 5 Stelle: la prima, con 2,47 milioni di voti, ha ottenuto 66 seggi — un eletto ogni 37.424 elettori; il secondo, con 4,34 milioni di voti, quasi il doppio, ne ha ottenuti solo 52 — un eletto ogni 83.462 elettori. Un elettore leghista ha avuto un peso parlamentare 2,23 volte superiore a quello di un elettore del M5S. In una democrazia che si rispetti, questo è inaccettabile.

Non si tratta di irregolarità: è un effetto strutturale, prevedibile, incorporato nel sistema elettorale vigente. La Corte Costituzionale aveva già lanciato un campanello d’allarme preciso: con la sentenza n. 1 del 2014 — quella che dichiarò incostituzionale il Porcellum — i giudici enunciarono con chiarezza il principio per cui la legge elettorale non può produrre una distorsione della rappresentanza tale da compromettere l’eguaglianza del voto garantita dall’articolo 48. A distanza di oltre dieci anni, e dopo due leggi elettorali nel frattempo approvate, il problema non solo persiste: si è aggravato e si propone di peggiorarlo ancora.

La proposta che qui illustro interviene alla radice, attraverso quattro obiettivi tra loro coerenti: eguaglianza del voto, rappresentanza territoriale, scelta diretta degli eletti, parità di genere.

Il sistema è di tipo misto, con una netta predominanza proporzionale: l’80% dei seggi viene assegnato con il metodo Sainte-Laguë — adottato in Germania, Svezia e Norvegia, riconosciuto come il più equo in termini di proporzionalità complessiva — mentre il restante 20% è attribuito attraverso collegi uninominali. Questi ultimi, però, sono sottoposti a una correzione obbligatoria: se una lista ha ottenuto nei collegi uninominali più seggi di quanti ne spetterebbero in base al voto proporzionale nazionale, si assegnano seggi compensativi alle altre liste fino al ripristino della proporzionalità. È un meccanismo mutuato dal modello tedesco, che impedisce alla quota territoriale di alterare l’equilibrio complessivo della rappresentanza.

La soglia di sbarramento può oscillare dal 3% al 4% su base nazionale: abbastanza da garantire la funzionalità del Parlamento evitando la frammentazione, non così alta da escludere forze politiche con un radicamento reale nel corpo elettorale. Nessun premio di maggioranza, nessuna soglia differenziata per coalizioni. Il Parlamento eletto così rappresenterà la volontà degli elettori.

Basta liste bloccate, ritornano le preferenze: ogni elettore può indicare fino a tre nomi tra i candidati della lista prescelta. È la preferenza a determinare l’ordine degli eletti, restituendo ai cittadini un potere che oggi non hanno. Per la parità di genere, si adotta la doppia preferenza obbligatoria: se si esprimono due o tre preferenze, almeno una deve essere di genere diverso dalle altre. Nelle regioni italiane dove è in vigore, la quota di elette è salita in media dal 15% al 28%.

La simulazione sui dati del 2022 è eloquente: applicando questo sistema agli stessi risultati elettorali, lo scarto nel rapporto elettori/seggio tra la lista più favorita e la più penalizzata scenderebbe dal 79,3% al 4,1%. Il principio “un uomo = un voto” sarebbe sostanzialmente rispettato per tutte le liste ammesse.

Questa non è una riforma ideologicamente orientata, né una proposta di parte. Il principio di eguaglianza del voto è neutro: non avvantaggia la sinistra né la destra, non premia i grandi partiti né i piccoli, non è pensato per favorire la governabilità di questo o quell’esecutivo. È semplicemente la condizione minima perché un sistema possa dirsi democratico. La sua realizzazione attraverso il proporzionale con correzione uninominale è una scelta tecnica, matura, fondata su decenni di esperienze comparate di successo. Ed è, prima ancora, un obbligo costituzionale che questo Parlamento ha il dovere di onorare.

* Presidente ItaliaCivile.org — Premio Giorgio Ambrosoli 2018

L'articolo La mia proposta per una legge elettorale neutra e rispettosa di democrazia e Costituzione proviene da Il Fatto Quotidiano.

Algarve garante pódios em 5 modalidades no Desporto Escolar nacional – e até um inédito em voleibol

3 June 2026 at 02:00

Alunos de escolas de vários pontos do Algarve destacaram-se nos Campeonatos Nacionais Escolares de Iniciados – Desporto Escolar, que decorreram de 28 a 30 de Maio, no distrito de Aveiro, garantindo medalhas em atletismo, canoagem, natação, futsal e até um inédito lugar no pódio em voleibol feminino.

Esta prova juntou os campeões regionais do Desporto Escolar nas oito modalidades a concurso – atletismo, badminton, boccia, canoagem, futsal, natação, ténis de mesa e voleibol -, num total de cerca de mil alunos.

O contingente algarvio garantiu, no total, 2 primeiros lugares, 5 segundas posições e 6 terceiros lugares.

A nível coletivo, o Algarve garantiu dois pódios na classificação por escola em atletismo e outro na canoagem.

 A secundária Poeta António Aleixo, de Portimão, conquistou o primeiro lugar de masculinos e a secundária Pinheiro e Rosa, de Faro, ficou em segundo em femininos, no atletismo. Em canoagem, o agrupamento Espamol, de Lagoa, ficou na 3ª posição.

Um resultado que se destacou, por ser inédito nos Campeonatos de Desporto Escolar, foi o 3º lugar assegurado pela equipa de voleibol feminino da EB 2,3 Dr Joaquim Magalhães, em Faro.

No campeonato nacional, segundo contou ao Sul Informação José Estevinha, treinador das jovens voleibolistas farenses, a Joaquim Magalhães venceu o seu grupo, composto por três equipas – Agrupamento de Escolas Alto dos Moinhos (Sintra) e Agrupamento de Escolas Infante D. Henrique (Viseu).

«Na meia final jogámos com  a equipa da Escola Secundária Henrique Medina, do distrito de Braga e perdemos. É uma equipa muito forte, com várias jogadoras com 1,80 metros, à semelhança da Madeira Torres, que ficou em primeiro lugar», ilustrou.

Este resultado espelha, na visão de José Estevinha, o crescimento da modalidade no Algarve, incluindo nas escolas.

«O voleibol feminino está a crescer muito. Houve um aumento muito acentuado de 2024/25 para 2025/26. Este ano, o campeonato regional contou com 16 equipas – quatro grupos de quatro. No final, a Joaquim Magalhães foi campeã», considerou.

Sul Informação

Também em grande destaque estão os dois campeões escolares algarvios: Leonor Dias, da EB 2,3 Prof. Joaquim Moreira, de Martim Longo, primeira classificada na prova de velocidade, em canoagem, e Cristiano Freitas, da secundária Poeta António Aleixo, de Portimão, campeão nos 80 metros barreiras.

No que toca a segundas posições, foram conquistadas por Inês Batista, da AE Espamol (canoagem/fundo), Jenna Sewdien, da EB 2,3 Eng° D Pacheco- Loulé (Lançamento do peso 3 quilos feminino), Arjen Sewdien, da mesma escola ((Lançamento do peso 4 quilos masculino), Alice Coelho, da EB 2,3 Dr José Neves Júnior, de Faro (salto em comprimento) Adelmiro Sebastião, da ES Poeta António Aleixo, (salto em altura).

Em futsal, a equipa da EB 2,3 Rio Arade – Parchal, garantiu o terceiro lugar, a mesma posição garantida por Mateus Silva, da ES Poeta António Aleixo (salto em comprimento) e pelos atletas Afonso Teixeira, Pietro Rocha, Rúben Ramos (EB 2,3 Eng° D Pacheco) e Gil Santos (ES Júlio Dantas, de Lagos), nos – 4×80 metros estafetas.-

Os outros terceiros lugares foram conquistados por Maria Pereira, do agrupamento Padre João Coelho Cabanita, em Loulé (50 metros bruços) e por Daniel do Ó, do agrupamento D. José I, de Vila Real de Santo António (200 metros estilos).

Sul Informação

Foto: Facebook Desporto Escolar

Sul Informação

Equipa Feminina de Atletismo – Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa, Faro | Foto: Facebook Escola Dr. José de Jesus Neves Júnior

Sul Informação

Foto: Sul Informação

Sul Informação

Equipa Voleibol Feminino Escola Dr Joaquim Magalhães, Faro

Sul Informação

Equipa Voleibol Feminino Escola Dr Joaquim Magalhães, Faro

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Tarifaço: O que é a Seção 301 que os EUA de Trump vêm usando contra o Brasil há décadas?

A ideia de que os Estados Unidos podem intervir em outras nações para garantir os interesses das empresas norte-americanas não é uma novidade. Nem para Donald Trump nem para a indústria brasileira. 

Uma demonstração disso foi a conclusão do governo norte-americano, divulgada nesta segunda-feira, 1º de junho, de uma investigação sobre o Brasil que propõe uma nova tarifa de 25% sobre os bens importados do país. A alegação é que o Brasil teria políticas e práticas comerciais injustas que iriam contra os interesses de organizações, serviços e produtos norte-americanos.

A imposição ou não da tarifa será decidida pelo presidente Donald Trump, que tem até 15 de julho para publicar a versão final do relatório do Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês), órgão que realizou a investigação a pedido do presidente dos Estados Unidos.  

Seja agora, ou no tarifaço de 50% que chegou a ser aplicado pelo republicano ao Brasil, em agosto do ano passado e revertido pelo governo brasileiro, ou seja na penalização de 100% que parte da indústria nacional enfrentou há quase 40 anos, o dispositivo legal usado nas três ocasiões foi o mesmo: a seção 301 da Lei do Comércio de 1974, criada pelo Congresso dos Estados Unidos. 

O objetivo, todas as vezes, foi redefinir os tratados comerciais com o Brasil. A lei prevê que retaliações comerciais sejam impostas unilateralmente para coibir “práticas comerciais desleais”, de outros países, consideradas prejudiciais aos interesses norte-americanos. A justificativa dos Estados Unidos seria trocar a lógica do livre comércio (free trade) pelo comércio justo (fair trade).

Justo para quem?

A primeira retaliação ao Brasil, com base na seção 301, ocorreu entre 1988 e 1991. Empresas de tecnologia como a Apple e, em especial, a indústria farmacêutica, estiveram nos bastidores da decisão de taxar em 100% os produtos brasileiros que entravam nos EUA. Já em agosto de 2025, como já mostrou a Agência Pública, as cordas estavam sendo puxadas pelas big techs. Agora, entre diversos fatores econômicos e políticos, as empresas norte-americanas de cartão de crédito aparecem entre as interessadas, já que um dos mecanismos mais citados no relatório do USTR, entre aqueles considerados “injustos”, está o PIX brasileiro.

Computadores e remédios: o primeiro – e maior – tarifaço

Na base do tarifaço de 100% sofrido pelo Brasil em 1988 estão dois bisavôs brasileiros de nossos notebooks pessoais: o Unitron AP II e MAC-512. Os projetos apresentados pela empresa Unitron Eletrônica à antiga Secretaria Especial de Informática (SEI), entre 1982 e 1985, fez a Apple acionar o governo norte-americano por ações contra o Brasil.

A revolta era justificada já que a empresa brasileira alterava os modelos que tinham licença para produzir. Algumas versões adicionavam formas de acentuação que fariam sentido em português, mas não no inglês. Até hoje este é conhecido como um dos primeiros casos de clones da Apple no mundo. E por que a empresa não produzia ela mesma os Macs da época? Por que a Política Nacional de Informática no Brasil proibia a fabricação de computadores estrangeiros justamente para desenvolver a indústria nacional. O mesmo valia para importações.

Os Estados Unidos, então, abriram em 1987 uma investigação contra a prática comercial brasileira e incluíram o país na lista “Special 301” de “observação prioritária”. Soa familiar?

O tarifaço passou a valer um ano depois, após a indústria farmacêutica se juntar ao coro. O “problema”, de fato, era que o Brasil integrava as nações que não reconheciam patentes para medicamentos – o direito legal de explorar exclusivamente alguma substância descoberta, atualmente estabelecido em 20 anos.

O tarifaço dos anos 80 só foi suspenso após um compromisso público do recém-eleito presidente Fernando Collor de Melo, em 26 de junho de 1990, quando a investigação promovida pelos EUA também foi encerrada, já na era George Bush (o pai).

Revertido, tarifaço de 2025 chegava a 50% 

Um novo tarifaço aos produtos brasileiros só voltaria a ocorrer em agosto do ano passado. 

Na época, os EUA representavam cerca de 4% de todas as exportações brasileiras, ou aproximadamente 2% do PIB (produto interno bruto) do Brasil. Café, calçados, carne bovina, tecidos e frutas (exceto laranja e seu suco) estavam entre os 3,8 mil produtos que passaram a ser alvos do tarifaço de 50%.

Essa, entretanto, não era a totalidade da exportação feita pelo Brasil aos EUA naquela época. As cobranças consideravam 35,9% das mercadorias exportadas (que representavam 44,6% do valor total das vendas). Ou seja, metade do que o país vendia aos norte-americanos continuou na regra dos 10% impostos globalmente pelo governo Trump. Entre os produtos, alguns de alto valor, 694 ficaram de fora da cobrança de 50% determinada pela Casa Branca.

Por meio de negociações bilaterais, as principais taxas impostas em 2025 caíram, via decreto do presidente Donald Trump, em novembro daquele ano. A maioria dos produtos, cerca de 200 itens, eram agrícolas, entre eles carne, café e alguns fertilizantes à base de amônia. 

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