Leftists throw a tantrum over White House UFC bout — but that’s not their real gripe





¿Es mesurable el humor? Evidentemente no, ya que es algo tan de cada uno como el iris o la huella dactilar, pero lo que es igualmente innegable es que hay contenido que por norma resulta más gracioso que otro e incluso hay películas en este caso que aceptamos como universalmente divertidas.
Bajo esta premisa nace un curioso estudio llevado a cabo por Lovefilm, antigua plataforma británica de alquiler y streaming de películas. La compañía preguntó a sus usuarios cuáles eran las cintas que más les habían hecho reír y posteriormente reunió a un panel encargado de verlas y contabilizar cada carcajada, sonrisa o momento cómico detectado durante el visionado.
A partir de ahí realizaron un cálculo muy sencillo: dividir el número total de risas entre la duración de la película en minutos. El resultado fue una clasificación basada en las llamadas "risas por minuto", una métrica que, sin ser infalible, resulta bastante más objetiva que la típica discusión entre amigos sobre cuál es la comedia definitiva.
El listado tiene ya unos años, pero sigue siendo sorprendentemente sólido. Estas son las diez películas más divertidas de la historia según este peculiar método científico y dónde pueden verse actualmente en España.
La parodia definitiva de las películas de catástrofes aéreas sigue siendo insuperable para muchos. Gags visuales, juegos de palabras y situaciones absurdas se suceden prácticamente sin descanso durante todo el metraje.
Dónde verla: alquiler o compra digital.
Tres amigos despiertan en Las Vegas tras una despedida de soltero sin recordar absolutamente nada de la noche anterior. Reconstruir lo ocurrido se convierte en una delirante investigación llena de sorpresas.
Dónde verla: Netflix y HBO Max.
El torpísimo detective Frank Drebin debe frustrar un intento de asesinato durante una visita oficial. Una avalancha constante de humor absurdo convirtió la película en todo un clásico de la comedia.
Dónde verla: HBO Max y SkyShowtime.
Dos adolescentes inseparables intentan aprovechar al máximo sus últimos días antes de la universidad. Fiestas, inseguridades y situaciones vergonzosas dan forma a una de las grandes comedias generacionales de los 2000.
Dónde verla: alquiler o compra digital.
El extravagante periodista kazajo creado por Sacha Baron Cohen viaja por Estados Unidos provocando situaciones tan incómodas como hilarantes mediante una mezcla de ficción y cámara oculta.
Dónde verla: Disney+.
Ambientada en el mundo de las noticias televisivas de los años setenta, sigue a un presentador tan carismático como ridículo cuya vida cambia con la llegada de una ambiciosa periodista.
Dónde verla: alquiler o compra digital.
Un grupo de amigos hace un pacto para perder la virginidad antes de terminar el instituto. Sus intentos por cumplir el objetivo dieron lugar a una de las comedias adolescentes más influyentes de finales de los noventa.
Dónde verla: SkyShowtime.
La rivalidad entre dos amigas por ocupar el puesto de dama de honor principal desencadena una sucesión de situaciones caóticas que revitalizaron la comedia estadounidense de la década pasada.
Dónde verla: Disney+ y SkyShowtime.
Mientras una invasión zombi se extiende por Reino Unido, un joven aparentemente corriente intenta salvar a sus seres queridos sin perder el sentido del humor por el camino.
Dónde verla: Prime Video y Movistar Plus+.
La irreverente sátira de los Monty Python sigue las desventuras de un hombre que, por una serie de malentendidos, acaba siendo confundido con una figura mesiánica.
Dónde verla: RTVE Play y Movistar Plus+.
¿Es un resultado definitivo? Probablemente no. El humor seguirá siendo una cuestión profundamente personal. Pero si alguien busca diez apuestas prácticamente infalibles para pasar una noche de carcajadas, cuesta encontrar una lista mejor que esta. Al fin y al cabo, pocas veces una clasificación basada en datos ha resultado tan divertida.


© Propia
Brazil’s iconic shirt is no longer the must have fashion item for a World Cup as Carlo Ancelotti’s ageing core struggle to match identity of joga bonito

© Getty
Co-hosts Canada were held by Bosnia, while USA thrashed Paraguay to begin their World Cup 2026

© Reuters
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que quem compra celular roubado são as pessoas pobres, não as ricas. A declaração foi dada na última quarta-feira (10) durante a 7ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o “Conselhão”, em Brasília.
“Eu sei que rico não compra telefone roubado, mas eu sei que os pobres compram. Quem é que não gosta de comprar uma coisinha barata? Todo mundo gosta. Ou mais barata”, afirmou. “Entretanto, essa inquietação econômica de quem está com o telefone roubado mexeu com a minha cabeça.”
No evento, Lula anunciou um novo plano do governo federal para devolver celulares roubados aos donos originais: “Eu ia apertar um botãozinho e passar uma mensagem dizendo que todos os dois milhões e meio de pessoas que estão com o celular roubado têm que devolver. Precisa devolver porque ele pode estar cometendo um delito e, se ele for pego, ele pode sofrer uma punição desnecessária”.
“Nós temos o cadastro, o endereço e o chassi de 2,5 milhões de celulares roubados. Nós não sabemos quem roubou, mas sabemos que os telefones foram roubados”, disse Lula.
O projeto foi batizado Telefone Seguro, e segundo petistas, o Ministério da Justiça estuda a possibilidade de a devolução ser feita nas agências dos Correios em vez de nas delegacias.
“Porque, devolver na delegacia, as pessoas têm até medo porque não sabem o tipo de delegado que vai encontrar, ou o tipo de policial. Então vamos tentar que a gente vá no Correio”, explicou Lula.
*Sob supervisão de João Ker
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá uma reunião bilateral com a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, às margens da Cúpula do G7 na próxima semana. O encontro tratará da negociação de um acordo de livre comércio entre Mercosul e o país asiático.
Auxiliares do presidente indicam que as conversas sobre o Mercosul-Japão vêm avançando e que as negociações podem ser lançadas durante o G7, que acontece entre os dias 16 e 17 na França, ou na cúpula dos países sul-americanos, marcada para o final do mês no Paraguai.
Lançar a negociação significa, na prática, estabelecer as bases da barganha entre os lados e anunciar o início das negociações. O encontro entre Lula e Sanae Takaichi é considerado estratégico para que isso possa acontecer.
O Palácio do Planalto avalia que o tarifaço do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem incentivado países a buscarem parceiros alternativos e impulsionado as negociações deste tipo. O Mercosul vive hoje o momento mais pujante de sua história quando o assunto é acordos de livre-comércio.
No G7, Lula também encontrará o presidente da França, Emmanuel Macron, que é o anfitrião do evento.
O governo federal não solicitou uma reunião bilateral com Donald Trump, segundo fontes palacianas. Uma reunião preparada – como a ocorrida em outubro de 2025 na Malásia – não deve acontecer. Mas não está descartado um encontro fortuito entre os mandatários na Cúpula.

© Reuters/Bernadett Szabo


O valor total é de até R$ 120 milhões, dos quais R$ 60 milhões serão financiados pelo BNDES e o restante por parceiros públicos ou privados.
“Ao restaurar nascentes, matas ciliares e bacias hidrográficas que abastecem as grandes metrópoles, estamos investindo em resiliência e adaptação climática e garantindo segurança hídrica para milhões de brasileiros”, disse.
Mercadante frisou que essa é a orientação do governo do presidente Lula: “enfrentar a mudança do clima protegendo quem mais precisa".
Serão apoiados projetos diretamente nas regiões metropolitanas de São Paulo, Baixada Santista, Rio de Janeiro, Distrito Federal e cidades satélites, além de Fortaleza, Cuiabá, Porto Velho e Rio Branco.
Serão objeto também da chamada regiões que impactem positivamente as bacias hidrográficas que componham seu sistema de abastecimento hídrico.
A Agência Nacional de Águas (ANA) identificou entre as áreas críticas municípios com risco elevado de desabastecimento, mananciais afetados por poluição e bacias em situação de alerta hídrico.
Serão selecionados projetos com investimentos entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões, com prazo de execução de até 48 meses. As propostas deverão contemplar obrigatoriamente ações de restauração ecológica ou produtiva com vegetação nativa em nascentes e margens de rios, contribuindo para a recuperação ambiental e a melhoria da qualidade dos recursos hídricos.
Os projetos selecionados poderão ser implantados em unidades de conservação (UCs), áreas de preservação permanente (APPs) e Reserva Legal (RL) em imóveis rurais de até quatro módulos fiscais e em assentamentos de reforma agrária, territórios indígenas (TIs), quilombolas e outras comunidades tradicionais, além de áreas públicas urbanas, ressaltou o BNDES, por meio de sua assessoria de imprensa.
Poderão participar da chamada pública pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos e de direito público interno federal e estadual, tais como Fundações, podendo apresentar projetos em rede com duas ou mais organizações atuando em parceria.
Os critérios que serão avaliados pelo BNDES são:
Os projetos terão prazo de 90 dias para apresentação das propostas.
A comissão de seleção será composta pelo BNDES, Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e instituições apoiadoras da iniciativa.
O valor total é de até R$ 120 milhões, dos quais R$ 60 milhões serão financiados pelo BNDES e o restante por parceiros públicos ou privados.
“Ao restaurar nascentes, matas ciliares e bacias hidrográficas que abastecem as grandes metrópoles, estamos investindo em resiliência e adaptação climática e garantindo segurança hídrica para milhões de brasileiros”, disse.
Mercadante frisou que essa é a orientação do governo do presidente Lula: “enfrentar a mudança do clima protegendo quem mais precisa".
Serão apoiados projetos diretamente nas regiões metropolitanas de São Paulo, Baixada Santista, Rio de Janeiro, Distrito Federal e cidades satélites, além de Fortaleza, Cuiabá, Porto Velho e Rio Branco.
Serão objeto também da chamada regiões que impactem positivamente as bacias hidrográficas que componham seu sistema de abastecimento hídrico.
A Agência Nacional de Águas (ANA) identificou entre as áreas críticas municípios com risco elevado de desabastecimento, mananciais afetados por poluição e bacias em situação de alerta hídrico.
Serão selecionados projetos com investimentos entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões, com prazo de execução de até 48 meses. As propostas deverão contemplar obrigatoriamente ações de restauração ecológica ou produtiva com vegetação nativa em nascentes e margens de rios, contribuindo para a recuperação ambiental e a melhoria da qualidade dos recursos hídricos.
Os projetos selecionados poderão ser implantados em unidades de conservação (UCs), áreas de preservação permanente (APPs) e Reserva Legal (RL) em imóveis rurais de até quatro módulos fiscais e em assentamentos de reforma agrária, territórios indígenas (TIs), quilombolas e outras comunidades tradicionais, além de áreas públicas urbanas, ressaltou o BNDES, por meio de sua assessoria de imprensa.
Poderão participar da chamada pública pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos e de direito público interno federal e estadual, tais como Fundações, podendo apresentar projetos em rede com duas ou mais organizações atuando em parceria.
Os critérios que serão avaliados pelo BNDES são:
Os projetos terão prazo de 90 dias para apresentação das propostas.
A comissão de seleção será composta pelo BNDES, Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e instituições apoiadoras da iniciativa.

© Copyright 2025 The Associated Press. All rights reserved.
After a star-studded World Cup event in Toronto, co-hosts Canada battled back to earn a point against Bosnia and Herzegovina before fellow co-hosts USA take on Paraguay

© Reuters

A iniciativa, chamada de Copa na Favela, começa no próximo sábado (13) e é do empreendedor social Renan Monteiro. O objetivo é promover integração social e geração de renda a partir do turismo.
“Dentro dessa rota, o turista que comprar o passeio vai fazer um tour pelas comunidades com um guia local, visitar os pontos esportivos, as quadras de futebol da Rocinha e do Vidigal, e assistirá também uma apresentação cultural do projeto Acorda Capoeira”, disse Renan Monteiro à Agência Brasil.
Além disso, os turistas terão aula de “altinha”, lazer típico do Rio de Janeiro e surgido nas décadas de 1950 e 1960. Comum nas praias da cidade, o jogo coletivo consiste em manter a bola no ar sem usar as mãos, utilizando apenas partes do corpo, como pés, pernas, peito, cabeça e ombro.
Quem quiser, poderá participar ainda de uma “pelada” no Castelinho, na localidade de Paula Brito, na Rocinha. Na partida de futebol, os visitantes terão a oportunidade de confraternizar e tirar fotos com Josiel Dalto dos Santos, morador da comunidade e considerado sósia do jogador Vini Jr, da seleção brasileira.
No final do passeio, haverá um evento no Mirante da Rocinha, com roda de samba e telão para transmissão dos jogos do Brasil. Os três jogos do país na primeira fase estão marcados para 13, 24 e 29 de junho.
“Esse tour vai ocorrer todos os dias que tiver jogo do Brasil”, informou Monteiro.
Caso o Brasil avance no torneio mundial, a Copa na Favela terá continuidade garantida, afirmou Renan Monteiro. “No final do tour, a ideia é que tenha ali uma celebração, uma troca entre turistas e comunidade, em um grande evento”.
O empreendedor social considera que, quando turistas e moradores compartilham experiências, são criadas conexões especiais e novas oportunidades para a comunidade. “O esporte e a cultura têm o poder de aproximar pessoas e promover inclusão social”, afirmou.
A maior parte dos turistas atendidos pelo projeto são oriundos da América Latina, englobando argentinos, chilenos e colombianos, além de muitos visitantes nacionais. Em seguida, aparecem americanos, franceses e italianos.
“Mas vem gente do mundo todo”, esclareceu.
A iniciativa, chamada de Copa na Favela, começa no próximo sábado (13) e é do empreendedor social Renan Monteiro. O objetivo é promover integração social e geração de renda a partir do turismo.
“Dentro dessa rota, o turista que comprar o passeio vai fazer um tour pelas comunidades com um guia local, visitar os pontos esportivos, as quadras de futebol da Rocinha e do Vidigal, e assistirá também uma apresentação cultural do projeto Acorda Capoeira”, disse Renan Monteiro à Agência Brasil.
Além disso, os turistas terão aula de “altinha”, lazer típico do Rio de Janeiro e surgido nas décadas de 1950 e 1960. Comum nas praias da cidade, o jogo coletivo consiste em manter a bola no ar sem usar as mãos, utilizando apenas partes do corpo, como pés, pernas, peito, cabeça e ombro.
Quem quiser, poderá participar ainda de uma “pelada” no Castelinho, na localidade de Paula Brito, na Rocinha. Na partida de futebol, os visitantes terão a oportunidade de confraternizar e tirar fotos com Josiel Dalto dos Santos, morador da comunidade e considerado sósia do jogador Vini Jr, da seleção brasileira.
No final do passeio, haverá um evento no Mirante da Rocinha, com roda de samba e telão para transmissão dos jogos do Brasil. Os três jogos do país na primeira fase estão marcados para 13, 24 e 29 de junho.
“Esse tour vai ocorrer todos os dias que tiver jogo do Brasil”, informou Monteiro.
Caso o Brasil avance no torneio mundial, a Copa na Favela terá continuidade garantida, afirmou Renan Monteiro. “No final do tour, a ideia é que tenha ali uma celebração, uma troca entre turistas e comunidade, em um grande evento”.
O empreendedor social considera que, quando turistas e moradores compartilham experiências, são criadas conexões especiais e novas oportunidades para a comunidade. “O esporte e a cultura têm o poder de aproximar pessoas e promover inclusão social”, afirmou.
A maior parte dos turistas atendidos pelo projeto são oriundos da América Latina, englobando argentinos, chilenos e colombianos, além de muitos visitantes nacionais. Em seguida, aparecem americanos, franceses e italianos.
“Mas vem gente do mundo todo”, esclareceu.
“Aqui, na Região Sudeste, a gente tem mais acesso do que na Região Norte, por exemplo. Mas, de forma geral, a gente vê que o diagnóstico está sendo feito e o acesso ao tratamento está cada vez melhor”, avalia a cardiologista pediátrica, que é especialista em hemodinâmica de cardiopatias congênitas.
A estimativa mundial é que em torno de 1% de todas as crianças nascidas vivas vão ter algum tipo de cardiopatia, sendo que, desse total, 30% precisam de atenção logo na primeira infância.
Renata Mattos explicou à Agência Brasil que o nome cardiopatia congênita engloba várias doenças, com diferentes níveis de gravidade.
“É qualquer malformação no coração da criança que acontece quando o bebê está se formando ainda dentro da barriga da mãe. Então, o coração se forma com algum tipo de estrutura errada”.
A cardiologista pediátrica explica que, quando o problema é detectado ainda dentro da barriga da mãe, durante a gestação, é possível que haja cirurgias para corrigi-lo em alguns casos. Entretanto, é raro que haja indicação para tal.
“Na grande maioria das vezes, quando a gente faz o diagnóstico ainda dentro da barriga, no feto, isso serve principalmente para a gente planejar como vai ser o fim da gestação, como vai ser o parto”.
Se, por exemplo, se detecta um tipo de cardiopatia que pode precisar de tratamento assim que o bebê nascer, esse parto precisa ocorrer em um lugar que tenha uma UTI, para que seja realizada uma cirurgia ou cateterismo. Já se for uma doença menos grave, a mãe pode seguir a gestação normalmente e ter o parto como estava planejado.
Em algumas doenças muito graves, se não houver tratamento nos primeiros dias de vida, o bebê pode não sobreviver. Já as cardiopatias menos graves podem apresentar sintomas ou alguma repercussão mais tarde.
Quando o bebê não é diagnosticado com uma cardiopatia grave ao nascer, as famílias devem prestar atenção a alguns sinais que podem indicar problemas cardíacos.
Durante o acompanhamento com o pediatra, é preciso ver se a criança está crescendo e ganhando peso dentro da curva esperada para ela.
“Se houver muita dificuldade de ganhar peso, tem que investigar se não é alguma coisa cardíaca”, indica a cardiologista.
Também é preciso atenção ao bebê que não consegue mamar, que mama pouco e cansa ou que apresenta uma respiração muito acelerada ou cansada.
“São sinais de atenção para que os pais procurem atendimento cardiológico para o filho”.
Outro sintoma, no caso de problemas de oxigenação do sangue, é a criança ficar arroxeada, principalmente na ponta do nariz e nos lábios.
Já crianças mais velhas podem relatar, por exemplo, dor no peito ou sensação de palpitação, que pode ser causada por alguma arritmia.
É comum que as cardiopatias congênitas sejam solucionadas com um único procedimento. Mas, em outros casos, o paciente tem que fazer várias cirurgias em sequência, desde o nascimento até a vida adulta.
“Quando você diagnostica direitinho, a possibilidade de a pessoa ter uma vida normal é imensa”, afirmou Renata Mattos.
Os profissionais que tratam esses pacientes têm de ficar atentos porque, à medida que eles envelhecem, além da cardiopatia congênita, eles passam a ter “os problemas de adulto”, como hipertensão ou colesterol alto. A médica destaca que os pacientes com cardiopatias estão cada vez mais sobrevivendo, trabalhando e tendo uma vida normal, com acompanhamento médico.
“Antigamente, a gente achava que essas crianças não podiam fazer nada, não podiam fazer nenhum esporte, e isso não é verdade. Hoje em dia, a gente até estimula que esses pacientes façam exercícios”.
Nathan Senna Alves foi diagnosticado com cardiopatia congênita grave ao nascer. Sua tia, que era enfermeira, o levou ainda bebê para a instituição Pró Criança Cardíaca, que atende a crianças com esse problema de saúde há 30 anos.
“A doutora Rosa [fundadora da instituição] me acolheu desde que eu nasci. Fiz meu acompanhamento todo e, com 2 anos, tive que operar pela primeira vez. Sempre me tratei lá. Foi a minha segunda casa, desde que eu nasci”, disse Nathan Senna Alves, hoje com 30 anos, à Agência Brasil.
Aos 6 e aos 18 anos de idade, ele operou mais duas vezes, para trocar válvulas do coração. “Operei com 18 anos, no dia do meu aniversário, que é 19 de maio”.
Nathan é casado, tem um filho de 12 anos e não teve complicações depois da terceira cirurgia. Atualmente, ele se trata na Policlínica Piquet Carneiro, vinculada à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
A cardiologista pediátrica Rosa Célia, criadora do projeto, contou à Agência Brasil que histórias como a de Nathan mostram a importância do acesso à saúde.
“Quando há diagnóstico precoce e acesso ao tratamento adequado, a cardiopatia congênita não precisa definir os limites de uma vida”.
Ao longo dessas três décadas, a instituição atendeu mais de 16 mil crianças e adolescentes e realizou 130 mil atendimentos, garantindo cuidado completo e gratuito às famílias assistidas.
O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece acompanhamento integral às crianças com cardiopatia congênita, desde o ecocardiograma no pré-natal até cirurgias de alta complexidade.
Os principais pilares de atuação e prevenção no Brasil incluem:
“Aqui, na Região Sudeste, a gente tem mais acesso do que na Região Norte, por exemplo. Mas, de forma geral, a gente vê que o diagnóstico está sendo feito e o acesso ao tratamento está cada vez melhor”, avalia a cardiologista pediátrica, que é especialista em hemodinâmica de cardiopatias congênitas.
A estimativa mundial é que em torno de 1% de todas as crianças nascidas vivas vão ter algum tipo de cardiopatia, sendo que, desse total, 30% precisam de atenção logo na primeira infância.
Renata Mattos explicou à Agência Brasil que o nome cardiopatia congênita engloba várias doenças, com diferentes níveis de gravidade.
“É qualquer malformação no coração da criança que acontece quando o bebê está se formando ainda dentro da barriga da mãe. Então, o coração se forma com algum tipo de estrutura errada”.
A cardiologista pediátrica explica que, quando o problema é detectado ainda dentro da barriga da mãe, durante a gestação, é possível que haja cirurgias para corrigi-lo em alguns casos. Entretanto, é raro que haja indicação para tal.
“Na grande maioria das vezes, quando a gente faz o diagnóstico ainda dentro da barriga, no feto, isso serve principalmente para a gente planejar como vai ser o fim da gestação, como vai ser o parto”.
Se, por exemplo, se detecta um tipo de cardiopatia que pode precisar de tratamento assim que o bebê nascer, esse parto precisa ocorrer em um lugar que tenha uma UTI, para que seja realizada uma cirurgia ou cateterismo. Já se for uma doença menos grave, a mãe pode seguir a gestação normalmente e ter o parto como estava planejado.
Em algumas doenças muito graves, se não houver tratamento nos primeiros dias de vida, o bebê pode não sobreviver. Já as cardiopatias menos graves podem apresentar sintomas ou alguma repercussão mais tarde.
Quando o bebê não é diagnosticado com uma cardiopatia grave ao nascer, as famílias devem prestar atenção a alguns sinais que podem indicar problemas cardíacos.
Durante o acompanhamento com o pediatra, é preciso ver se a criança está crescendo e ganhando peso dentro da curva esperada para ela.
“Se houver muita dificuldade de ganhar peso, tem que investigar se não é alguma coisa cardíaca”, indica a cardiologista.
Também é preciso atenção ao bebê que não consegue mamar, que mama pouco e cansa ou que apresenta uma respiração muito acelerada ou cansada.
“São sinais de atenção para que os pais procurem atendimento cardiológico para o filho”.
Outro sintoma, no caso de problemas de oxigenação do sangue, é a criança ficar arroxeada, principalmente na ponta do nariz e nos lábios.
Já crianças mais velhas podem relatar, por exemplo, dor no peito ou sensação de palpitação, que pode ser causada por alguma arritmia.
É comum que as cardiopatias congênitas sejam solucionadas com um único procedimento. Mas, em outros casos, o paciente tem que fazer várias cirurgias em sequência, desde o nascimento até a vida adulta.
“Quando você diagnostica direitinho, a possibilidade de a pessoa ter uma vida normal é imensa”, afirmou Renata Mattos.
Os profissionais que tratam esses pacientes têm de ficar atentos porque, à medida que eles envelhecem, além da cardiopatia congênita, eles passam a ter “os problemas de adulto”, como hipertensão ou colesterol alto. A médica destaca que os pacientes com cardiopatias estão cada vez mais sobrevivendo, trabalhando e tendo uma vida normal, com acompanhamento médico.
“Antigamente, a gente achava que essas crianças não podiam fazer nada, não podiam fazer nenhum esporte, e isso não é verdade. Hoje em dia, a gente até estimula que esses pacientes façam exercícios”.
Nathan Senna Alves foi diagnosticado com cardiopatia congênita grave ao nascer. Sua tia, que era enfermeira, o levou ainda bebê para a instituição Pró Criança Cardíaca, que atende a crianças com esse problema de saúde há 30 anos.
“A doutora Rosa [fundadora da instituição] me acolheu desde que eu nasci. Fiz meu acompanhamento todo e, com 2 anos, tive que operar pela primeira vez. Sempre me tratei lá. Foi a minha segunda casa, desde que eu nasci”, disse Nathan Senna Alves, hoje com 30 anos, à Agência Brasil.
Aos 6 e aos 18 anos de idade, ele operou mais duas vezes, para trocar válvulas do coração. “Operei com 18 anos, no dia do meu aniversário, que é 19 de maio”.
Nathan é casado, tem um filho de 12 anos e não teve complicações depois da terceira cirurgia. Atualmente, ele se trata na Policlínica Piquet Carneiro, vinculada à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
A cardiologista pediátrica Rosa Célia, criadora do projeto, contou à Agência Brasil que histórias como a de Nathan mostram a importância do acesso à saúde.
“Quando há diagnóstico precoce e acesso ao tratamento adequado, a cardiopatia congênita não precisa definir os limites de uma vida”.
Ao longo dessas três décadas, a instituição atendeu mais de 16 mil crianças e adolescentes e realizou 130 mil atendimentos, garantindo cuidado completo e gratuito às famílias assistidas.
O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece acompanhamento integral às crianças com cardiopatia congênita, desde o ecocardiograma no pré-natal até cirurgias de alta complexidade.
Os principais pilares de atuação e prevenção no Brasil incluem:
Having found a new level since signing for Bayern from Liverpool, the Colombia star might be one of the World Cup’s biggest stars

© Reuters