As imagens de arquibancadas com espaços vazios em alguns jogos da Copa do Mundo de 2026 têm gerado questionamentos entre torcedores nas redes sociais. Em determinadas partidas, a ocupação mostrada pelas transmissões parece incompatível com os números oficiais divulgados pela Fifa.
Um dos exemplos mais comentados ocorreu na vitória da Coreia do Sul sobre a República Tcheca, em Guadalajara, na última quinta-feira. Na ocasião, a entidade registrou público de 44.985 pessoas, apenas 679 abaixo da capacidade do estádio, embora diversos assentos vazios fossem visíveis durante a partida.
A diferença foi tema de uma reportagem do jornal esportivo norte-americano The Athletic, que procurou a Fifa para esclarecer como a entidade realiza a contagem oficial de público nos jogos do Mundial.
Como a Fifa calcula o público
Segundo a entidade, o número oficial considera as pessoas que tiveram seus ingressos escaneados e acessaram o perímetro do estádio.
Na prática, isso significa que o torcedor passa a integrar a contagem assim que entra na arena, independentemente de estar sentado em seu lugar no momento da partida.
Dessa forma, também são contabilizadas pessoas que estejam em áreas de alimentação, lojas, bares, corredores internos, camarotes ou setores de hospitalidade.
Por esse critério, o público divulgado não representa necessariamente a quantidade de espectadores ocupando as arquibancadas quando as imagens são captadas pelas câmeras de televisão.
Comportamento dos torcedores influencia percepção
Além da metodologia adotada pela Fifa, outro fator ajuda a explicar a diferença entre os números oficiais e a ocupação visual dos estádios.
Nos Estados Unidos, Canadá e México, países-sede da Copa do Mundo de 2026, é comum que torcedores circulem pelas áreas internas das arenas durante os jogos. Em muitos estádios, espaços de alimentação, entretenimento e convivência fazem parte da experiência oferecida ao público.
A movimentação costuma ser ainda mais intensa em camarotes e setores premium, onde os torcedores têm acesso a serviços adicionais e áreas exclusivas.
Como consequência, determinados setores podem parecer esvaziados em alguns momentos da transmissão, mesmo com milhares de pessoas presentes dentro do complexo esportivo.
Debate também envolve venda de ingressos
A explicação da Fifa, porém, não encerra a discussão sobre a ocupação dos estádios.
Reportagens da imprensa internacional apontaram dificuldades na comercialização de ingressos para algumas partidas da fase de grupos. Às vésperas do início do torneio, cerca de 180 mil bilhetes ainda estavam disponíveis nos canais oficiais de revenda.
O tema ganhou repercussão entre torcedores, que relacionaram a menor procura aos preços praticados em determinados jogos. Em alguns casos, houve redução nos valores dos ingressos para estimular as vendas.
Assim, a diferença entre o público anunciado e a ocupação observada nas arquibancadas pode ser explicada tanto pelo método de contagem utilizado pela Fifa quanto pelo comportamento dos torcedores dentro dos estádios. Isso faz com que os números oficiais nem sempre correspondam à percepção transmitida pelas imagens de televisão.
Экс-игрок отметил, что матч будет очень напряженным. «Марокко точно поборется, но все-таки класс бразильцев должен сказаться. Думаю, здесь будет тяжелая победа Бразилии — примерно 2:1», — заявил Мостовой.
Ранее был назван фаворит матча. Аналитики отдают предпочтение бразильцам. На их победу можно поставить с коэффициентом 1,71. Успех марокканцев оценивается коэффициентом 5,60.
Бразилия и Марокко выступают на мундиале в группе С. Команды проведут встречу в ночь на воскресенье, 14 июня.
A Anthropic suspendeu o acesso a seus novos modelos de inteligência artificial, Fable 5 e Mythos 5, para usuários estrangeiros. A medida teria sido tomada por ordem de determinação do governo dos Estados Unidos. A decisão vale para qualquer cidadão de outro país, mesmo que esteja dentro do território americano, e também afeta funcionários estrangeiros da própria empresa.
Segundo a companhia, a ordem foi emitida com base em questões de segurança nacional e não especifica quais riscos teriam motivado a decisão.
Em comunicado, a Anthropic disse entender que as autoridades acreditam ter identificado uma forma de contornar as proteções de segurança do Fable 5, mas afirmou que a técnica apresentada envolve vulnerabilidades consideradas limitadas e que capacidades semelhantes podem ser encontradas em outros modelos disponíveis publicamente.
A empresa também declarou que analisou uma demonstração da suposta técnica e encontrou apenas falhas menores, sem benefícios específicos relacionados ao modelo. Nenhum teste teria encontrado até agora um método universal capaz de quebrar as barreiras de segurança do sistema.
A Anthropic defendeu que o Fable 5 foi desenvolvido com mecanismos avançados de proteção para reduzir o uso indevido da tecnologia em atividades relacionadas a ataques digitais. Segundo a empresa, o modelo passou por milhares de horas de testes de segurança antes do lançamento, incluindo avaliações com órgãos governamentais e organizações privadas.
Os demais modelos do Claude continuam funcionando normalmente. O governo dos EUA não fez maiores declarações.
Apesar de ser uma empresa recente, a Anthropic recebeu investimentos bilionários de gigantes da tecnologia, como Google e Amazon, e ganhou destaque por defender uma abordagem voltada à segurança no desenvolvimento de sistemas de IA.
A empresa afirma que sua missão é criar modelos mais confiáveis e com maior controle sobre possíveis usos indevidos.
É durante o mês de junho que ocorrem o maior número de avistamentos de vacas-louras (Lucanus cervus) em Portugal, espécie classificada no Livro Vermelho pela União Internacional para a Conservação da Natureza como “Quase Ameaçada” na Europa, mas “Pouco Preocupante” no contexto mediterrânico.
Pedro Alves, biólogo da “Palombar – Conservação da Natureza e do Património Rural” e também fotógrafo de vida selvagem, captou um momento onde tanto a imagem como o som, como a própria vaca-loura, proporcionam a possibilidade de assistir a uma “dança” seguida de um descolar à helicóptero. O vídeo foi gravado recentemente em Arcos de Valdevez, e o biólogo partilhou-o com O MINHO.
Nem sempre é fácil encontrar este tipo de invertebrado, que prefere locais mais rurais, afastados das pessoas. Mas caso aviste alguma, pode registar o momento em fotografia e enviar os dados para a plataforma VACALOURA.pt, projeto de conservação de natureza e educação ambiental com foco na aquisição de informação sobre este escaravelho, o maior de Portugal.
Este escaravelho, o de maior dimensão em Portugal, tem sido alvo de um cadastro a nível nacional através do projeto VACALOURA.pt, coordenado pela Associação Bioliving em parceria com a Unidade de Vida Selvagem do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro, com a Sociedade Portuguesa de Entomologia e com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.
Os machos, com mandíbulas em forma de pinça, chegam a medir 5,3 centímetros, sem contar com as mandíbulas. Com estas, podem atingir os oito centímetros. Já as fêmeas são mais pequenas, podendo atingir os 4,1 centímetros, são mais brilhantes e têm o tórax mais negro e o abdómen e as pinças acastanhadas.
Os machos têm mandíbulas extensas e podem atingir mais de 5 centímetros de comprimento de corpoAs fêmeas não têm mandíbulas longas e o máximo que medem é cerca de 4 centímetros
Segundo os autores do projeto, o objetivo do mesmo passa por “compilar e organizar informação enviada pelos cidadãos sobre a distribuição e estado das populações da Vaca-Loura e dos restantes escaravelhos da família Lucanidae em Portugal, de forma a colaborar na Rede Europeia de Monitorização da Vaca-Loura que por sua vez pretende averiguar o estado de conservação desta espécie na sua área de distribuição”.
O projeto tem uma forte componente de educação ambiental, para disseminar e sensibilizar para a importância da madeira morta nos ecossistemas florestais, da biodiversidade associada a estes habitats e de como é possível ajudar a conservar estes ecossistemas através da ajuda do cidadão comum.
Macho de vaca-loura. Foto: Albano Soares
Dependem dos carvalhos e dos castanheiros
Segundo o site Vacaloura.pt, esta espécie depende de árvores antigas, de folha caduca como o carvalho-alvarinho ou o castanheiro, árvores autóctones da região interior do Minho.
Normalmente encontram-se nos ramos altos das árvores e podem ser predados por aves devido ao seu elevado valor nutritivo, refere o mesmo portal.
Macho de Vaca-Loura. Foto: rui félix
Larvas comem madeira morta
As larvas de vaca-loura vivem nas raízes de árvores antigas durante mais ou menos 3 anos, onde se alimentam de madeira morta. Ao fim dos três anos, o macho sofre a metamorfose e vive durante um mês, acasalando e morrendo de seguida.
Geralmente aparecem na primavera tendo o pico de atividade durante os meses de junho e julho. Já as fêmeas são vistas até setembro, pois sobrevivem mais tempo de forma a colocar ovos para assegurar a continuidade da espécie.
Nathaniel Weixel / The Hill: Screwworm spread tests US readiness after Trump staffing cuts — The U.S. spent decades driving the New World screwworm far into South America. But now the parasite has reemerged, and officials are working to beat it back yet again using many of the same tried-and-true methods as the government did in the 1950s.
Mesmo em esportes diferentes, a Seleção Brasileira e o New York Knicks da NBA dividem uma coincidência que pode ajudar a trazer o tão sonhado “hexa” da Copa do Mundo para o Brasil. Todas as vezes em que o time norte-americano de basquete disputou as finais da liga em ano de Mundial masculino, os brasileiros ergueram a taça do torneio.
A CNN Esportes te convida a viajar no tempo e entender como o destino do Brasil pode estar atrelado à presença do time nova-iorquinao nas finais da NBA. Entenda abaixo:
O que o destino reserva ao Brasil?
Em 1970, os Knicks conquistaram o título da NBA contra o Los Angeles Lakers. No mesmo ano, a Seleção Brasileira chegou à final da Copa do Mundo e conquistou o tricampeonato ao vencer a Itália, com direito a show de Pelé.
Depois de 24 anos, em 1994, o time de Nova York voltou ao palco das decisões da liga. Dessa vez, a franquia foi derrotada pelo Houston Rockets. Porém, os Estados Unidos reservavam um resultado diferente para o Brasil, que se sagrou tetracampeão em solo norte-americano.
O cenário pode voltar a se repetir após 32 anos. Para os supersticiosos, as coincidências são um prato cheio. Os Knicks já estão próximos de conquistar o título da NBA. Agora, resta saber o que o destino reserva ao Brasil na Copa do Mundo de 2026.
Knicks na final
O New York Knicks protagonizou a maior virada da história das finais da NBA na madrugada de quinta-feira (11), recuperando-se de uma desvantagem de 29 pontos para derrotar o San Antonio Spurs no Jogo 4 por 107 a 106, no Madison Square Garden, em Nova York.
Agora, os Knicks lideram a série melhor de sete das finais da NBA por 3 a 1, com a chance de conquistar o título já no sábado (13), em San Antonio, no Jogo 5.
Brasil na Copa
A Seleção Brasileira, embora tenha vivido traumas nas últimas Copas do Mundo, chega à competição como a única que pode ser hexacampeã. O Brasil conquistou títulos nas edições de 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002.
Mesmo com algumas incertezas, a seleção ainda chega como uma das favoritas para erguer a taça do maior torneio entre países.
No primeiro passo rumo ao “hexa”, o Brasil enfrenta o Marrocos, às 19h deste sábado (13), em Nova Jersey. Já o segundo jogo, é contra o Haiti, no dia 19 de junho, às 21h30, no Estádio da Filadélfia (EUA). A última partida é diante da Escócia, no dia 24 de junho, às 19h, em Miami.
Jonathan Edwards / Washington Post: Workers begin removing Trump's name from Kennedy Center — After courts knocked down attempts to delay the signage change, the Kennedy Center missed the Friday deadline to remove President Donald Trump's name by midnight. — Summary — President Donald Trump's name is now being taken off the Kennedy Center.
O Brasil se habituou a ser campeão com os melhores jogadores do mundo no elenco, e em 1994 e 2002, a situação foi literal. O país levou para a casa a Copa do Mundo e os reconhecimentos da Fifa.
A primeira dobradinha brasileira foi em 1994, ano do tetracampeonato nos Estados Unidos liderado pela genialidade de Romário. O jogador foi eleito o melhor jogador do torneio e levou para casa o Fifa The Best.
Na seleção, foram sete jogos – todos como titular, e cinco gols. Romário foi vice-artilheiro do Mundial e marcou em todas as fases.
No Barcelona a fase também foi excepcional. Na temporada 1993/1994 Romário fez 33 jogos e marcou 30 gols. Recebeu um prêmio como maior goleador do país e somou cinco hat-tricks na temporada, um deles contra o Real Madrid.
A história se repetiu em 2002, no penta. Mesmo desacreditado, Ronaldo calou a boca dos críticos que o questionavam após suas graves lesões. Foram dele os dois gols que sacramentaam o título na grande final contra a Alemanha, quando se tornou o maior artilheiro da história das Copas até então.
Ao todo, Ronaldo marcou oito gols na Copa, em quase todas as fases – só passou em branco nas quartas. Do Mundial brilhante, foi diretamente para o histórico time dos Galáticos no Real Madrid,
Por que demorou tanto?
O fato de um jogador brasileiro só ter sido reconhecido como melhor do mundo após a década de 1990 acende questionamentos: por que a demora, já que tivemos os melhores do Mundo nas campanhas de 1958, 1962 e 1970? A explicação é puramente burocrática.
Por conta disso, nomes históricos do futebol não tiveram a oportunidade de concorrer ao prêmio, como Maradona, Garrincha e Zico.
Já o The Best foi criado após esses títulos, em 1991.
Bola de Ouro “reconhece” Pelé
Em 2015, a tradicional revista francesa aproveitou a edição de 60 anos para revisar toda a lista de campeões e, com as regras atuais, passou a reconhecer antigos atletas também como campeões.
Com isso, Pelé, que nos deixou em 2022 aos 82 anos, foi reconhecido como vencedor em sete oportunidades: 1958, 1959, 1960, 1961, 1963, 1964 e 1970. Além de Pelé, a France Football também reconheceu que Garrincha, em 1962, e Romário, em 1994, teriam levado a premiação.
Fifa The Best x Bola de Ouro
Os prêmios confundem, mas não são iguais. Criado em 1956 pela revista francesa France Football, o Bola de Ouro é o prêmio individual mais antigo, tradicional e prestigioso do futebol. Considera a temporada europeia, de agosto a julho.
Já o The Best foi criado pela Fifa em 1991. Antigamente chamado de “Jogador do Ano”, foi rebatizado em 2016, e analisa o desempenho em um ano de janeiro a dezembro.
Vale lembrar que, entre 2010 e 2015, ambas as premiações foram unificadas, passando a se chamar Fifa Ballon d’Or. No entanto, a parceria foi encerrada em 2016, quando voltaram a ser realizadas separadamente.
Enquanto atletas famosos recebem atenção mundial após uma ruptura do ligamento cruzado anterior, milhares de brasileiros enfrentam a mesma lesão longe dos holofotes. A principal dúvida é quase sempre a mesma: será que vou voltar a jogar como antes?
A lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) costuma ganhar destaque quando atinge um grande jogador. Mas ela acontece todos os dias em campos de várzea, quadras, academias e partidas entre amigos. Um giro brusco, uma mudança de direção, um movimento aparentemente simples e, de repente, surge a sensação de que algo saiu do lugar. Muitas pessoas relatam um estalo no joelho, seguido de dor, inchaço e instabilidade.
Depois do diagnóstico, a preocupação vai muito além da cirurgia. O que realmente angustia a maioria dos pacientes é a incerteza sobre o futuro. “Vou voltar a correr?”, “Vou conseguir jogar futebol novamente?” e “Meu joelho voltará a ser o mesmo”?
A boa notícia é que a maioria dos pacientes consegue retornar às atividades esportivas. A má notícia é que isso depende de fatores muito mais complexos do que simplesmente esperar alguns meses após a cirurgia.
O relógio não decide quando o paciente está pronto
Durante muitos anos, o retorno ao esporte foi baseado principalmente no tempo decorrido após a reconstrução do ligamento. Era comum ouvir que o paciente poderia voltar a jogar após seis, oito ou nove meses. Hoje sabemos que essa lógica é insuficiente.
A ciência tem demonstrado que o calendário, sozinho, não é capaz de determinar se o joelho está preparado para suportar novamente os movimentos exigidos pelo esporte. Força muscular, equilíbrio, controle neuromuscular, capacidade de salto, estabilidade dinâmica e confiança do paciente são fatores igualmente importantes.
Por isso, os protocolos modernos utilizam critérios objetivos para avaliar a recuperação. O retorno ao esporte não deveria ocorrer apenas porque determinado período passou, mas porque o joelho demonstrou capacidade funcional adequada para suportar as demandas da atividade. Essa mudança é fundamental porque retornar precocemente aumenta significativamente o risco de uma nova lesão.
Atletas profissionais e pacientes comuns não seguem o mesmo caminho
Quando vemos um atleta de elite voltar aos gramados após uma lesão do LCA, muitas vezes criamos expectativas irreais. Jogadores profissionais contam com equipes multidisciplinares, fisioterapia diária, preparação física individualizada, monitoramento constante e acesso a recursos que não fazem parte da realidade da maioria dos pacientes. O paciente comum precisa conciliar reabilitação com trabalho, família, deslocamentos e limitações de tempo.
Isso não significa que o resultado será pior. Significa apenas que o processo é diferente.
Em muitos casos, a ansiedade para voltar ao futebol ou a outras atividades esportivas leva o paciente a acelerar etapas da recuperação. E esse é justamente um dos maiores riscos. A reabilitação não deve ser encarada como o período entre a cirurgia e a alta médica. Ela é parte essencial do tratamento e influencia diretamente o resultado final.
O que está em jogo além do retorno ao futebol
A preocupação não deve ser apenas voltar a jogar. Deve ser voltar com segurança.
Estudos mostram que pacientes que retornam ao esporte antes de atingir critérios adequados de recuperação apresentam maior risco de re-ruptura do ligamento, além de aumentar a chance de lesionar o joelho contralateral. Outro aspecto importante é o desenvolvimento precoce de artrose. Mesmo quando a cirurgia é bem-sucedida, a lesão do LCA pode aumentar o risco de desgaste articular ao longo dos anos, especialmente quando existem lesões associadas de menisco ou cartilagem.
Por isso, a decisão de operar, o planejamento da reabilitação e o retorno ao esporte devem fazer parte de uma estratégia de longo prazo. A pergunta mais comum no consultório continua sendo: “Vou conseguir jogar bola de novo?” Na maioria dos casos, a resposta é sim. Mas a pergunta talvez devesse ser outra: “Vou voltar preparado para jogar pelos próximos anos?”
Quando o assunto é reconstrução do ligamento cruzado anterior, a ciência moderna tem mostrado que o sucesso não depende apenas da cirurgia. Depende da qualidade da recuperação e do respeito aos critérios que realmente indicam que o joelho está pronto para voltar ao jogo.
*Texto escrito por Dr. Leonardo Addeo, médico ortopedista e professor afiliado da Unifesp (CRM 101483-SP | RQE 43474 / 62248)
Referências bibliográficas e fontes consultadas
International Olympic Committee (IOC) Consensus Statement on ACL Injury
British Journal of Sports Medicine
American Orthopaedic Society for Sports Medicine (AOSSM)
Journal of Orthopaedic & Sports Physical Therapy (JOSPT)
New York Times: Kennedy Center Begins Removing Trump's Name From Facade — The arts institution followed a judge's order to take down President Trump's name after seeking a 12-hour extension, attributing the delay to thunderstorms. — After a night of storms, both political and meteorological …
A seleção da Inglaterra sofreu um furto de equipamentos de treino antes de sua chegada a Kansas City, informou a polícia local, após um veículo que transportava os materiais para a base da equipe na Copa do Mundo ter sido arrombado.
O incidente ocorreu durante a transferência dos equipamentos da base de pré-torneio da Inglaterra, na Flórida, para a Vila Olímpica de Futebol (Swope Soccer Village), onde deveriam estar instalados antes do início dos treinos da equipe após sua chegada a Kansas City neste sábado (13).
“Estamos investigando um possível furto de equipamentos de um veículo da equipe que chegou a Kansas City com itens faltando esta noite. A investigação está em andamento. Dois suspeitos foram detidos para prosseguimento das investigações”, disse a polícia.
Bolas e chuteiras estavam entre os itens que se acredita terem sido furtados, de acordo com relatos da imprensa britânica.
Um estudo realizado pela Cela (Clean Energy Latin America), companhia especializada em assessoria financeira e consultoria estratégica para o setor de transição energética, aponta que o financiamento de fontes renováveis tem crescido, mas ainda se mantém distante do pico histórico registrado em 2022.
Os dados, que englobam o período entre 2019 e 2025, revelam que o último ano registrou uma alta anual de 10,6% no volume de financiamento para projetos de geração renovável no Brasil, somando R$ 36,3 bilhões. Ainda assim, o número fica 22% abaixo do patamar de 2022, que alcançou R$ 46,3 bilhões.
Camila Ramos, CEO da Cela, afirma que os principais desafios que mantêm essa distância entre os cenários de 2022 e 2025 são os juros elevados, o curtailment sem mecanismos de ressarcimento e “um mercado que ainda busca os instrumentos adequados para precificar e contratar a complementaridade entre fontes”.
Variação de financiamento por tecnologia
A Cela destaca que o desempenho não é uniforme entre as modalidades de geração de energia e reflete as dinâmicas e os desafios de cada tecnologia.
O estudo destaca a resiliência da geração distribuída solar após seu ápice há quatro anos.
Essa modalidade apresentou o melhor desempenho entre os sistemas em 2022, sendo responsável, sozinha, por mais de R$ 21,8 bilhões em financiamento para renováveis. Nos anos seguintes, registrou números na faixa de R$ 13 bilhões a R$ 14,7 bilhões.
Segundo o estudo, o desempenho observado em 2022 ocorreu em razão do direito adquirido previsto na Lei 14.300, que instituiu o marco legal da micro e minigeração distribuída e determinou que os produtores que protocolassem pedidos de conexão até janeiro de 2023 permaneceriam sob as regras antigas de compensação tarifária até 2045, gerando uma corrida pela tecnologia.
Já a resiliência seria explicada pelo menor impacto da nova regulação graças à simultaneidade entre geração e consumo, mantendo a modalidade mais atrativa ao consumidor, além da carteira remanescente de projetos remotos com direito adquirido. Trata-se de usinas de geração compartilhada e de autoconsumo remoto protocoladas antes de janeiro de 2023 e que seguem sendo financiadas.
As grandes usinas fotovoltaicas, por sua vez, recuaram de R$ 15,1 bilhões registrados em 2022 para R$ 9 bilhões em 2025.
O levantamento atribui a queda à alta da Selic, que elevou significativamente o custo de capital dos projetos, e à produção concentrada no período diurno, que provoca excesso de oferta e pressão sobre os preços da energia. O cenário é agravado pelo curtailment e pela ausência de mecanismos de ressarcimento.
A Cela aponta que, em média, 17,1% das usinas foram atingidas por curtailment entre abril de 2024 e março de 2025, o que, somado à ausência de mecanismos de compensação pelos cortes forçados, se tornou um dos principais entraves para essa fonte de geração.
O financiamento de energia eólica registrou R$ 12,5 bilhões em 2025, após ter alcançado R$ 8,9 bilhões em 2024, o menor valor da série histórica, período também marcado pelos juros elevados e pelo curtailment. A consultoria destaca que o mercado livre de energia e a autoprodução ampliaram a base de projetos viáveis fora do ambiente regulado.
A energia eólica também passou a ocupar um papel estratégico na composição de contratos do mercado livre e passou a ser procurada por consumidores interessados em compor portfólios capazes de entregar energia de forma mais constante ao longo do dia.
Os financiamentos em BESS (Battery Energy Storage System) atingiram R$ 126 milhões em 2025, um crescimento em comparação com os R$ 117 milhões de 2024, mas ainda distante do maior número registrado pela tecnologia, que foi de R$ 280 milhões em 2023.
Ainda assim, a pesquisa aponta que a irregularidade dos mecanismos de captação de recursos para esses projetos, somada à redução drástica dos custos dos sistemas de armazenamento — que recuaram 90% desde 2010 —, faz com que os dados não reflitam plenamente o desenvolvimento da tecnologia. Além disso, parte relevante dos sistemas contratados ainda está incluída nas linhas de financiamento fotovoltaico.
O documento também destaca que os primeiros leilões dedicados exclusivamente ao armazenamento podem ser realizados ainda em 2026, o que pode inaugurar uma nova fase para a tecnologia, com impacto direto nos volumes de financiamento.
A CEO da consultoria avalia ainda que a energia eólica e os sistemas de armazenamento vêm ganhando um papel estratégico no setor elétrico, ao se mostrarem capazes de solucionar desafios da rede. Segundo ela, essa tendência deve se refletir nos volumes de financiamento dos próximos anos.
O jovem meia-atacante Arda Güler será a principal referência da Turquia em seu retorno à Copa do Mundo após mais de duas décadas. A seleção estreia no Grupo D neste sábado, diante da Austrália, no BC Place, em Vancouver.
O técnico Vincenzo Montella não esconde a admiração pelo talento de seu camisa 10.
“Ele tem talento, intuição e ótima leitura de jogo. Sabe quando desacelerar, quando acelerar as ações e também sabe fazer gols. Tem um rosto inocente, mas é muito inteligente”, afirmou o treinador.
“É um jogador de alto nível e sabe lidar com a pressão.”
Preocupação física
Apesar da confiança depositada em Güler, existe uma preocupação em relação à sua condição física. O meia sofreu uma lesão muscular na parte final da temporada pelo Real Madrid, problema que o afastou dos compromissos decisivos da equipe espanhola.
Suas participações nos amistosos contra Macedônia do Norte e Venezuela ajudaram a reduzir os temores, mas o desafio promete ser complicado. A Turquia terá pela frente uma Austrália experiente em Copas do Mundo, que alcançou as oitavas de final no Catar 2022 antes de ser eliminada pela campeã Argentina.
Além disso, os australianos chegam embalados pela experiência acumulada em participações consecutivas no torneio, enquanto os turcos voltam ao maior palco do futebol mundial pela primeira vez em 24 anos.
Cuando pensamos en un eclipse solar solemos imaginar una experiencia profundamente visual. El Sol oscureciéndose poco a poco. La aparición de la corona solar. El cielo adquiriendo colores imposibles durante unos minutos que parecen suspendidos fuera del tiempo. Pero hay una pregunta que rara vez nos hacemos: ¿Cómo experimenta un eclipse una persona ciega?
La respuesta es más fascinante de lo que parece. Porque un eclipse no solo puede verse. También puede escucharse, sentirse e incluso compartirse de formas que desafían nuestra idea tradicional de la observación astronómica. Y eso es precisamente lo que persigue el proyecto Eclipse Inclusivo: Un eclipse, muchas formas de vivirlo, impulsado por el Instituto de Ciencias del Espacio (ICE-CSIC) con financiación de la Fundación Española para la Ciencia y la Tecnología (FECYT), con motivo del eclipse total de Sol que atravesará España el próximo 12 de agosto de 2026.
Vamos desde el principio. Los eclipses han fascinado a la humanidad desde hace miles de años. Son fenómenos relativamente raros porque requieren una alineación casi perfecta entre el Sol, la Luna y la Tierra. Durante unos minutos, nuestro satélite bloquea la luz solar y transforma el paisaje de una forma difícil de describir. Las temperaturas pueden descender varios grados, las aves dejarán de cantar y algunos animales regresarán a sus refugios nocturnos. Sin embargo, buena parte de las actividades de divulgación relacionadas con la astronomía han estado tradicionalmente orientadas a personas sin dificultades visuales. Telescopios, fotografías y observaciones públicas son herramientas extraordinarias, pero no siempre accesibles para todos los públicos.
El eclipse de 2026 ofrece una oportunidad para cambiar esa situación: escuchar al eclipse. Uno de los elementos más llamativos del proyecto es un dispositivo llamado LightSound. A primera vista parece un aparato sencillo, pero su funcionamiento resulta casi poético. El dispositivo utiliza un sensor que mide continuamente la intensidad de la luz y esa información se transforma instantáneamente en sonidos. Cuando la luz es intensa, el tono es más agudo y frecuente, cuando disminuye, el sonido cambia.
A medida que la Luna avanza delante del Sol durante el eclipse, la luz ambiental se reduce progresivamente y el paisaje sonoro generado por el dispositivo también se transforma. Gracias a ello, por primera vez, una persona podrá "escuchar" cómo el Sol desaparece. La idea detrás de LightSound se basa en un concepto conocido como sonificación. Los científicos llevan años transformando datos complejos en sonidos para analizarlos de formas alternativas. Se han convertido en música las vibraciones de estrellas, las ondas gravitacionales producidas por colisiones de agujeros negros e incluso las emisiones de radio procedentes de planetas y galaxias.
En este caso, lo que se convierte en sonido es la propia variación de la luz solar. El resultado no es una grabación artificial ni una narración. Es una traducción directa de lo que está ocurriendo en el cielo. Gracias a ello, quien utiliza el dispositivo puede percibir en tiempo real cómo evoluciona el eclipse.
Paradójicamente, incluso quienes ven perfectamente pueden descubrir aspectos nuevos del eclipse mediante estas herramientas. La disminución de la luz suele producirse de forma tan gradual que nuestro cerebro apenas la percibe hasta fases avanzadas del fenómeno. Un dispositivo sonoro permite seguir esos cambios con mucha más precisión. Además, un eclipse total no solo se observa con los ojos.
Durante la totalidad, el ambiente cambia, la temperatura desciende, el sonido de la naturaleza se modifica… Y todas esas experiencias pueden compartirse independientemente de la capacidad visual de cada observador. “Estos dispositivos ya han demostrado su eficacia en eclipses solares anteriores en Estados Unidos (2017, 2024), Chile y Argentina (2019-2020) – señalan desde LightSound -. Gracias a ellos numerosas personas con discapacidad visual pudieron percibir y disfrutar este fenómeno astronómico, transformando la observación tradicional en una experiencia multisensorial”.