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Suspeito de matar adolescente encontrada seminua na mata é preso no PR

18 June 2026 at 13:59

A Polícia Civil do Paraná prendeu, nesta quarta-feira (17), um suspeito de matar uma adolescente de 14 anos em Foz do Iguaçu, no Paraná. A menina morta no último domingo (14) foi encontrada com ferimentos na cabeça e seminua em um terreno baldio, nos fundos de um prédio abandonado.

As buscas pelo suspeito de 18 anos começaram após a localização do corpo da vítima. Familiares da garota foram ouvidos e câmeras de segurança analisadas. Segundo as investigações, ele era um “amigo próximo” da garota. 

Quando capturado, o suspeito admitiu o crime e alegou que não foi premeditado, apesar de tê-la atraído ao local dos fatos. De acordo com depoimento, a motivação do ato estaria ligada a uma desconfiança relacionada a ameaças que havia recebido no bairro em que moravam.

As apurações apontam que o homem matou a menina com golpes de tijolo na cabeça. Ele teria desferido cerca de quatro golpes na região da nuca e na lateral do crânio da vítima. O suspeito afirmou à polícia que convenceu a jovem ir até o local alegando estar com um presente para ela.

Homem é procurado após matar companheira na frentes das filhas

Questionado se teria praticado algum ato sexual com a vítima após a morte dela, o homem negou. 

Além da prisão, os policiais civis cumpriram buscas na residência do investigado. No local, foi apreendido o celular e os chinelos da vítima, além de roupas do suspeito com vestígios de sangue.

As diligências continuam com o objetivo de obter novos elementos informativos. A equipe policial trabalha na reconstituição dos itinerários percorridos pelo autor e pela vítima, tanto antes quanto após o crime, e aguarda resultados periciais.

Segundo a Polícia Civil, o homem foi encaminhado ao sistema penitenciário.

México reporta mayo con menos homicidios en 12 años

16 June 2026 at 15:59

Ciudad de México, 16 jun (Prensa Latina) La secretaria ejecutiva del Sistema Nacional de Seguridad Pública de México, Marcela Figueroa, destacó hoy al mes recién finalizado como el mayo más bajo de los últimos 12 años en promedio diario de homicidio doloso.

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Morte em salto sem corda em SP: grupo iria faturar mais de R$ 15 mil no dia

16 June 2026 at 14:07

No dia do acidente que vitimou Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), o grupo organizador planejava realizar entre 80 e 100 saltos.

Com taxas fixas de R$ 180 por salto e cobrança adicional de R$ 110 por gravações com câmeras GoPro, a arrecadação bruta estimada para a data seria de no mínimo R$ 15 mil.

Operação comercial sem regulamentação

A atividade era promovida pela empresa Entre Cordas, que utilizava o Instagram para atrair clientes, acumulando mais de 80 mil seguidores.

Apesar do volume financeiro e da estrutura comercial, os responsáveis admitiram à Polícia Civil que o grupo não possuía CNPJ, alvará municipal ou qualquer autorização formal para operar na ponte.

Comprovantes de transações bancárias foram apreendidos, reforçando a natureza lucrativa do evento.

O que dizem envolvidos

Em depoimento, o instrutor Luis Felipe, um dos presos no caso, classificou o ocorrido como uma “fatalidade” e afirmou que a equipe atua na área há cerca de um ano.

Segundo ele, o rope jump não possui regulamentação específica no Brasil, o que exime a necessidade de autorizações formais, dependendo apenas da experiência dos instrutores.

Felipe relatou que todos os saltos anteriores do dia passaram por fiscalização e que não consegue compreender o que houve no momento do acidente.

“É algo que a gente está sem entender até agora”, disse à autoridade policial.

Maicon Fernandes, também responsável pela operação técnica, afirmou que o equipamento utilizado tem capacidade para suportar mais de duas toneladas.

“Filmou a própria morte”, diz testemunha de acidente com ‘rope jump’ em SP

Ao ser questionado sobre a ausência da corda, Maicon declarou não entender como não percebeu a falha antes do arremesso. O instrutor não soube precisar se a responsabilidade final da checagem naquele salto específico era sua ou de Felipe.

Vitor de Freitas, que auxiliou no lançamento da vítima na modalidade conhecida como “aviãozinho”, declarou que sua função era apenas equipar os clientes e ajudar no impulso inicial.

Ele afirmou que o procedimento de colocação da corda é padrão para todas as modalidades e que a equipe nunca havia registrado acidentes anteriormente.

A dinâmica do acidente

A investigação aponta que Maria Eduarda realizaria o primeiro salto da modalidade “aviãozinho” do dia, na qual o praticante é erguido e lançado pelos instrutores.

Registros audiovisuais entregues por testemunhas confirmam que a jovem foi lançada em queda livre de uma altura de aproximadamente 30 metros, sem qualquer conexão com o sistema de cordas.

A delegada responsável pelo caso considerou que os envolvidos assumiram o risco de produzir a morte ao não adotarem cautelas indispensáveis em uma atividade de alto risco.

A Justiça converteu a prisão em flagrante em preventiva, fundamentada na periculosidade da conduta e na necessidade de garantir a ordem pública.

O caso segue sob investigação da Delegacia Seccional de Limeira.

“Filmou a própria morte”, diz testemunha de acidente com ‘rope jump’ em SP

Morte em salto de rope jump em SP: veja o que disseram instrutores presos

16 June 2026 at 13:31

Três instrutores foram presos após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, ocorrida no último sábado (13), na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP).

Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves apresentaram suas versões à Polícia Civil de São Paulo, e foram autuados em flagrante por homicídio com dolo eventual, após a vítima ser arremessada da estrutura sem a corda de segurança.

Posteriormente, a Justiça decretou a prisão preventiva dos três em audiência de custódia.

“Foi uma fatalidade”, afirma instrutor

Em depoimento, Luis Felipe classificou o ocorrido como uma “fatalidade” e afirmou que a equipe atua na área há cerca de um ano.

Segundo ele, o rope jump não possui regulamentação específica no Brasil, o que exime a necessidade de autorizações formais, dependendo apenas da experiência dos instrutores.

Felipe relatou que todos os saltos anteriores do dia passaram por fiscalização e que não consegue compreender o que houve no momento do acidente. “É algo que a gente está sem entender até agora”, disse à autoridade policial.

Lapsos na verificação de segurança

Maicon Fernandes, também responsável pela operação técnica, afirmou que o equipamento utilizado tem capacidade para suportar mais de duas toneladas.

“Filmou a própria morte”, diz testemunha de acidente com ‘rope jump’ em SP

Ao ser questionado sobre a ausência da corda, Maicon declarou não entender como não percebeu a falha antes do arremesso. O instrutor não soube precisar se a responsabilidade final da checagem naquele salto específico era sua ou de Felipe.

Vitor de Freitas, que auxiliou no lançamento da vítima na modalidade conhecida como “aviãozinho”, declarou que sua função era apenas equipar os clientes e ajudar no impulso inicial.

Ele afirmou que o procedimento de colocação da corda é padrão para todas as modalidades e que a equipe nunca havia registrado acidentes anteriormente.

A dinâmica do acidente

A investigação aponta que Maria Eduarda realizaria o primeiro salto da modalidade “aviãozinho” do dia, na qual o praticante é erguido e lançado pelos instrutores.

Registros audiovisuais entregues por testemunhas confirmam que a jovem foi lançada em queda livre de uma altura de aproximadamente 30 metros, sem qualquer conexão com o sistema de cordas.

A delegada responsável pelo caso considerou que os envolvidos assumiram o risco de produzir a morte ao não adotarem cautelas indispensáveis em uma atividade de alto risco.

A Justiça converteu a prisão em flagrante em preventiva, fundamentada na periculosidade da conduta e na necessidade de garantir a ordem pública.

O caso segue sob investigação da Delegacia Seccional de Limeira.

“Filmou a própria morte”, diz testemunha de acidente com ‘rope jump’ em SP

Facção criminosa da Bahia é alvo de operação interestadual

16 June 2026 at 11:06

Uma facção criminosa da Bahia é alvo de uma operação interestadual na manhã desta terça-feira (16). Segundo a polícia, esta é uma das maiores operações contra o crime organizado dos últimos anos no estado.

A “Operação Gênesis”, deflagrada pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) da Polícia Civil da Bahia, busca combater a “Tropa do Cote”, também conhecida como “Tropa do CF”. Até o momento, 16 pessoas foram presas e duas morreram em tiroteios com a polícia. 

A polícia aponta que o grupo é responsável por pelo menos 15 homicídios registrados entre os anos de 2025 e 2026. A organização criminosa é investigada por tráfico de drogas, domínio territorial armado e diversos crimes violentos no estado baiano.

Mandados de prisão preventiva e busca e apreensão são cumpridos nos bairros de Águas Claras, Sussuarana e Nova Sussuarana, na capital baiana, além dos municípios de Lauro de Freitas e Retirolândia. A operação também alcança as cidades cariocas de Nova Iguaçu e Macaé, e de Santa Catarina, nos municípios de Camboriú e Itapema.

A reportagem apurou que entre os alvos estavam o líder da organização Elton Costa Bonfim, o “Cote”. Rodrigo Ventura dos Santos, vulgo “Menor”, e Rogério de Andrade Gonçalves, vulgo “Deli”, morreram em confronto com a polícia. 

Os alvos são lideranças, gerentes financeiros e executores da facção que mantinham conexões e estruturas de apoio em diferentes regiões do país, que inclusive consolidou um sistema paralelo de controle em comunidades de Salvador.

Segundo a investigação, a “Tropa do Cote” utilizava armamento de grosso calibre para intimidar moradores, dificultar a atuação das forças de segurança e promover ataques contra grupos rivais, além de estar envolvida nos assassinatos relacionados à disputa por territórios.

A ação desta terça é um desdobramento da “Operação Saigon”, deflagrada em setembro de 2023 contra o mesmo grupo criminoso. Mesmo após ações anteriores atingirem integrantes de destaque da organização, as apurações revelaram que a facção passou por um processo de reestruturação interna.

De acordo com a polícia, o líder “Cote” continuou exercendo influência sobre o grupo, enquanto um de seus homens de confiança assumiu a coordenação operacional das atividades criminosas. As investigações também identificaram uma rede de operadores e foragidos distribuídos por diferentes estados, responsáveis por manter o funcionamento da organização e garantir a continuidade das ações ilícitas.

A atual fase incorpora elementos probatórios compartilhados na Justiça, além de novas provas produzidas ao longo de cerca de dois anos de investigações conduzidas pela Polícia Civil da Bahia.

Com mais de 300 policiais, a ação conta com o apoio dos Departamentos de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DRACO), de Polícia Metropolitana (DEPOM), de Inteligência Policial (DIP), de Polícia do Interior (DEPIN), Especializado de Investigações Criminais (DEIC), de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC) e de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), além da Coordenação de Polícia Interestadual (POLINTER) e da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE).

A operação também tem o apoio da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP/BA), por meio da Superintendência de Inteligência (SI), além das Polícias Civis dos estados do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Mais informações serão divulgadas após a consolidação dos resultados da operação.

Crime no Algarve: suspeito de matar colega com tiro no crânio

9 June 2026 at 14:25

A Polícia Judiciária de Portimão deteve um homem, com 39 anos, suspeito dos crimes de homicídio qualificado e detenção de arma proibida, ocorridos na tarde do dia 25 de maio, junto a uma ruína em obras no centro da cidade de Silves.

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Já foi detido o homem que matou outro a tiro numa obra em Silves

9 June 2026 at 09:31

Um homem de 39 anos foi detido pelo Departamento de Investigação Criminal de Portimão da Polícia Judiciária pela presumível autoria dos crimes de homicídio qualificado e detenção de arma proibida, ocorridos na tarde de 25 de Maio, junto a uma ruína em obras no centro da cidade de Silves.

«A vítima e o agressor trabalhavam juntos no ramo da construção civil desde o início do ano», explica a PJ, em comunicado.

Em determinada altura, «começaram a surgir desentendimentos frequentes, quer pelo consumo excessivo de álcool, quer por uma dívida supostamente não paga por parte do falecido», acrescenta a Polícia.

«No dia do crime, o suspeito, munido de uma arma de fogo propriedade de um familiar, a qual já tinha previamente escondido numa garagem, dirigiu-se à obra onde se encontrava a vítima e, após uma breve troca de palavras, desferiu-lhe um tiro na zona lateral esquerda do crânio, o que lhe causou a morte imediata». 

O corpo da vítima, um homem de 38 anos, foi encontrado no dia seguinte ao crime, a 26 de Maio, na obra, apresentando sinais de uma morte violenta, nomeadamente devido aos ferimentos na zona da cabeça.

A PJ acrescenta que depois das investigações, foi «colhida prova robusta da autoria do homicídio, que culminaram na localização e detenção do suspeito, bem como na apreensão da arma de fogo e respetivos cartuchos». 

O detido irá ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação.

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