Afogamento, queda e salto: três mortes em duas horas em águas do Porto
A Câmara de Loulé vai abrir exceções e permitir a realização de obras de edificação e demolição nas zonas urbano-turísticas, entre 1 de Julho e 31 de Agosto.
A informação foi avançada pela própria autarquia, que esclarece que «não obstante a suspensão dos trabalhos neste período, autorizará que, quem apresentar a devida fundamentação, possa continuar com as empreitadas».
Deste modo, os promotores que pretendam prosseguir com as obras durante o verão deverão solicitar formalmente a sua continuidade.
As fundamentações deverão ser apresentadas até ao próximo dia 15 de Junho, nos serviços do Departamento de Urbanismo e Administração do Território, acompanhadas de elementos que permitam identificar qual o grau e natureza dos trabalhos que se pretende executar durante o período em questão.
No entanto, a edilidade sublinha que «quaisquer trabalhos que impliquem a diminuição da qualidade de vida dos cidadãos, incómodo, congestão de tráfego, ou mesmo violação do direito ao repouso e ao descanso, não poderão ter a virtualidade de ser autorizados».
Com esta iniciativa, a Câmara Municipal de Loulé quer, «apoiar os promotores, minimizando os prejuízos que possam vir a ter com a suspensão imposta pela Lei, garantindo, no entanto, o direito ao descanso de residentes e turistas».
Para que a avaliação seja efetuada, os pedidos de continuidade devem incluir, de acordo com a autarquia, o levantamento fotográfico atualizado do estado da obra, o plano detalhado dos trabalhos previstos, horários estipulados para a laboração e medidas concretas para reduzir o impacte ambiental e sonoro.
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A Câmara Municipal de Loulé vai abrir exceções e permitir a realização de obras de edificação e demolição nas zonas urbano-turísticas, entre 1 de julho e 31 de agosto. Não obstante a suspensão dos trabalhos neste período, a Autarquia autorizará que, quem apresentar a devida fundamentação, possa continuar com as empreitadas.
Deste modo, os promotores que pretendam prosseguir com as obras durante o verão deverão solicitar formalmente a sua continuidade.
As fundamentações deverão ser apresentadas até ao próximo dia 15 de junho, nos serviços do Departamento de Urbanismo e Administração do Território, acompanhadas de elementos que permitam identificar qual o grau e natureza dos trabalhos que se pretende executar durante o período em questão.
No entanto, a edilidade sublinha que “quaisquer trabalhos que impliquem a diminuição da qualidade de vida dos cidadãos, incómodo, congestão de tráfego, ou mesmo violação do direito ao repouso e ao descanso, não poderão ter a virtualidade de ser autorizados”.
Com esta iniciativa, a Câmara Municipal de Loulé quer, por um lado, apoiar os promotores, minimizando os prejuízos que possam vir a ter com a suspensão imposta pela Lei, garantindo, no entanto, o direito ao descanso de residentes e turistas.
Para que a avaliação seja efetuada, os pedidos de continuidade devem incluir o levantamento fotográfico atualizado do estado da obra, o plano detalhado dos trabalhos previstos, horários estipulados para a laboração e medidas concretas para reduzir o impacte ambiental e sonoro. Para mais mais informações sugere-se uma visita ai website da autarquia clicando aqui.
Obras em zonas turísticas poderão continuar durante o verão em Loulé mediante fundamentação e autorização municipal.
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O Município de Esposende já concluiu um conjunto de intervenções de preparação das praias do concelho para a abertura da época balnear no sábado, foi hoje anunciado.
Entre os trabalhos destaca-se a “recuperação e requalificação de passadiços, a melhoria dos acessos e as operações de reperfilamento e movimentação de areias em zonas particularmente afetadas pela erosão costeira”.
A autarquia refere que, na sequência das tempestades registadas no início do ano, o litoral de Esposende sofreu uma “acentuada erosão e uma significativa redução do areal” em várias praias, com especial incidência em Suave Mar, Ofir e Pedrinhas/Cedovém.
O Município avançou, por iniciativa própria, com operações de movimentação de areias, procurando “minimizar os impactos mais severos e salvaguardar as condições de utilização das praias durante o verão”.
Recentemente decorreram intervenções de reperfilamento e movimentação de areias nas praias mais afetadas pela erosão, com destaque para Suave Mar, Ofir e Pedrinhas/Cedovém.
De igual modo foi iniciada a recuperação e requalificação de passadiços, estruturas danificadas pelas tempestades, com o objetivo de “garantir maior segurança e acessibilidade e facilitar a mobilidade de residentes e visitantes ao longo do litoral”.

No âmbito das intervenções realizadas a Câmara destaca ainda a beneficiação da rampa de acesso dos pescadores de Apúlia à praia.
Segundo o presidente da Câmara de Esposende, Carlos Silva, “este ano foi necessário um esforço de intervenção superior ao habitual, sobretudo na recuperação de infraestruturas afetadas pelas condições meteorológicas adversas e na adaptação dos espaços balneares à redução da faixa de areia disponível em algumas praias”.
Apesar dos efeitos visíveis da erosão, o Município de Esposende “desenvolveu todos os esforços para que a época balnear decorra com normalidade, com todas as condições de segurança e funcionamento asseguradas”.
Ainda assim, em praias como Suave Mar e Ofir, a diminuição do areal será “mais percetível”, particularmente “durante os períodos de preia-mar, em que a faixa de areia disponível ficará mais limitada”.
Relativamente às intervenções estruturais previstas para o litoral, a Câmara frisa que a reconstrução e reforço do muro da marginal da Praia da Couve será financiada pela Agência Portuguesa do Ambiente, estando o projeto concluído e reunidas as condições para o início dos trabalhos ainda durante o mês de junho.
Além das ações já realizadas, o Município prevê c”ontinuar a executar investimentos estruturantes após o verão, nomeadamente intervenções de contenção e reforço do cordão dunar junto à rampa dos pescadores, em Apúlia, consideradas fundamentais para aumentar a proteção costeira e a resiliência futura do litoral esposendense”.
Com estas medidas, a autarquia pretende “assegurar melhores condições de fruição das praias, facilitar o acesso de residentes e visitantes e reforçar a capacidade de adaptação do litoral de Esposende aos desafios da erosão costeira e das alterações climáticas”.
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A Câmara Municipal de Loulé vai abrir exceções e permitir a realização de obras de edificação e demolição nas zonas urbano-turísticas, entre 1 de julho e 31 de agosto. Não obstante a suspensão dos trabalhos neste período, a Autarquia autorizará que, quem apresentar a devida fundamentação, possa continuar com as empreitadas. Deste modo, os promotores […]
As praias de Matosinhos vão ter nesta época balnear, que arranca no sábado, 600 cadeiras de praia e para-ventos, 16 espreguiçadeiras e 12 camas de rede de utilização gratuita para os banhistas, anunciou hoje a câmara local.
Na sua página oficial de Internet, a autarquia, liderada pela socialista Luísa Salgueiro, explicou que a colocação destes equipamentos, cedidos gratuitamente pelo Turismo de Matosinhos, tem por objetivo melhorar a experiência dos que frequentam as praias deste concelho, no distrito do Porto.
No total, serão distribuídas pelas praias 600 cadeiras de praia, 600 para-ventos, 57 para-ventos coletivos, 22 mudaki (cabine para mudar de roupa), 16 espreguiçadeiras e 12 camas de rede junto aos passadiços.
Estes equipamentos serão instalados nas praias de Matosinhos, Leça da Palmeira, Aterro e Marreco, contribuindo para “uma maior qualidade de permanência, conforto e usufruto do espaço balnear”, assinalou.
Além disto, a câmara reforçou equipamentos e serviços de apoio aos banhistas com a instalação de sanitários — incluindo unidades adaptadas a pessoas com mobilidade condicionada —, a colocação de ecopontos, torres de vigia e painéis informativos e a afetação de nadadores-salvadores às praias sem concessão atribuída.
Já no âmbito das políticas de inclusão, a autarquia implementou o sistema ColorADD, através de sinalética adaptada para pessoas com daltonismo, garantindo uma comunicação mais acessível ao longo da orla costeira.
Antes do início desta época balnear, que arranca no sábado e termina a 13 de setembro, a autarquia fez a limpeza e regularização dos areais, a manutenção dos passadiços, a limpeza das zonas envolventes e dos parques de estacionamento e a melhoria dos acessos ao areal.
Este ano, Matosinhos tem 19 praias com bandeiras azuis, mais duas do que o ano anterior, 15 acessíveis a pessoas com mobilidade reduzida, 13 com qualidade de ouro e uma, a da Agudela, reconhecida como “Praia ZERO Poluição”.
“Com uma frente marítima cada vez mais qualificada e equipada para acolher residentes, visitantes e peregrinos que percorrem o Caminho Português da Costa, Matosinhos afirma-se como um dos principais destinos balneares do norte do país, reforçando a sua aposta na sustentabilidade, acessibilidade e qualidade ambiental”, apontou.
A época balnear arranca no sábado em 121 praias do Norte e a bandeira azul está presente em 83 praias, menos uma do que em 2025, sendo 73 praias costeiras e 10 fluviais.
Matosinhos e Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto, ambas com 19 bandeiras azuis, são os concelhos que concentram em 2026 um maior número de galardões, de acordo com a Associação Bandeira Azul de Ambiente e Educação (ABAAE).
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O presidente da Associação de Concessionários de Praia e Bares da zona Norte considerou hoje que a colocação de guarda-sóis em frente a zonas concessionadas está “ultrapassada” e que o convívio entre banhistas sempre foi saudável.
“Acho que essa questão já está mais do que ultrapassada. Não vejo aí qualquer polémica. Essas coisas sempre funcionaram bem. Nos pontos onde haja alguma coisa a corrigir, as situações são perfeitamente corrigíveis e, na generalidade do país, o convívio dos banhistas tem sido sempre saudável”, afirmou Luís Carvalho, em declarações à Lusa, a propósito da abertura, no sábado, da época balnear na maioria das praias do Norte.
De acordo com o responsável, se houver “alguma anormalidade, ela é corrigida”.
“Existem entidades que fiscalizam, que policiam, e qualquer situação menos correta é corrigida, tanto da parte de concessionários como da parte de banhistas, que às vezes também não cumprem com as regras”, observou.
A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) esclareceu a 02 de junho que os banhistas podem colocar chapéus-de-sol em frente às concessões de praia e que estas são áreas de uso privado que não podem exceder 30% da área útil da praia, nem 50% da frente de praia.
“Temos das melhores praias do país, temos dos melhores empresários do país nas praias e acho que as coisas vão correr bem e acho que essa polémica já está mais que ultrapassada”, sustenta Luís Carvalho.
Para o responsável, o lado que deve prevalecer para que as coisas corram bem “é o bom senso”.
“Havendo bom senso e o cumprimento das regras, as coisas vão correr bem. Haja calor, haja bom tempo, dispositivos de salvamento a funcionar e a boa postura dos nadadores salvadores, acho que tudo irá correr bem para toda a gente”, observou.
Para os concessionários do Norte, a preocupação “é que os dispositivos de segurança balneária estejam todos a funcionar” e que as pessoas “tenham o bom senso e uma boa cultura de terem atenção às recomendações dos nadadores salvadores e da autoridade marítima”.
O presidente da associação considera que o arranque da época balnear acontece com “as coisas organizadas, da parte dos concessionários e da parte das autarquias”.
“Daquilo que tenho conhecimento, toda a gente fez aquilo que é necessário para que a época amanhã [sábado] abra com todos os equipamentos, os sistemas de vigilância, com tudo a funcionar direitinho, como costuma ser”, vincou.
Na sexta-feira, a ministra do Ambiente sublinhou que o areal das praias é de acesso livre, exceto nas zonas concessionadas e nas faixas de segurança, lembrando que cabe às autarquias definir essas áreas e divulgar os planos de praia.
Questionada pelos jornalistas sobre a existência de sinalética que ainda encaminha os banhistas para as zonas da praia não concessionadas, a governante referiu que, nesses casos, a sinalética tem de ser revista para que seja colocada a informação correta e não haja dúvidas para os banhistas.
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O presidente da Coordenada Decimal – Associação de nadadores-salvadores, disse hoje que, apesar das dificuldades recorrentes para contratar nadadores-salvadores, “está tudo a postos” para o início da época balnear em Viana do Castelo e Caminha.
A época balnear em Viana do Castelo abre no sábado, às 08:30, junto à estação salva-vidas, sessão organizada pela Câmara de Viana do Castelo
Segundo Nuno Cardoso, a associação conta com 33 nadadores-salvadores em permanência. Para assegurar as folgas destes profissionais, o número sobe para os 45.
Nuno Cardoso adiantou que a Coordenada Decimal “conseguiu, uma vez mais, o número de nadadores-salvadores suficientes para garantir a segurança dos banhistas desde a praia fluvial de Castelo de Neiva até à praia da Ínsua, em Afife.
“Nunca é uma missão fácil. Ainda não conseguimos trabalhar apenas com pessoas do concelho. Precisamos de pessoas fora do concelho ou até jovens que não são sejam portugueses”, explicou Nuno Cardoso, adiantando que, do total de nadadores-salvadores, “cerca de 80% são portugueses”.
Segundo o responsável cativar os jovens para esta profissão “é, cada vez mais, um processo mais difícil, mas felizmente também tem havido alguma procura por parte dos portugueses, o que não se verificava há dois, três anos”.
“Este ano, por exemplo, conseguimos fazer dois cursos. Isto é que alimenta a falta de nadadores ou a procura por eles, uma vez que já conseguimos dar-lhes trabalho durante todo o ano, em piscinas e praia. Permite que eles olhem para esta missão como uma profissão e acredito que seja uma tendência a nível nacional de cada vez mais haver praias e zonas com vigilância o ano inteiro”, afirmou.
A nível de equipamentos, a associação tem estacionadas em Viana do Castelo uma embarcação semirrígida, uma viatura 4×4 equipada com desfibrilador e, duas moto-quatro.
A ação da Coordenada Decimal estende-se ao concelho vizinho de Caminha, em permanência estão 10 nadadores-salvadores, apoiados por uma moto-quatro para as duas praias que estão da responsabilidade do município.
Quanto a nadadores-salvadores “começam por ser seis, mas com a abertura das praias fluviais passam a ser 10, em permanência”.
A praia “tem horário de funcionamento de 10 horas diárias, das 09:30 às 19:30, o que significa que cada nadador-salvador realiza um turno de nove horas, com direito a uma hora para almoço”.
“As condições salariais estão um pouco acima do ordenado mínimo, contemplando horas extras e todos os direitos que qualquer trabalhador tem. Cada dia trabalha com tempo de uma hora extra”.
Na praia de Carreço, a Lusa encontrou Gilson Gonçalves. Natural do Rio de Janeiro, Brasil e, Tomás Rodríguez, do Equador.
Gilson veio há cinco anos para Viana do Castelo “não tanto por questões financeiras, mas por sentir falta de segurança” na sua cidade natal
Aos 16 anos terminou o secundário em Viana do Castelo, como técnico de mecatrónica. Depois fez o curso de nadador salvador, mas não deixou de estudar. Hoje é aluno do Curso Técnico Superior Profissional (CTeSP)de mecatrónica, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG) do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.
Gilson, hoje com 20 anos, gosta de ser nadador-salvador, funções que não encara como um emprego, mas com um estilo de vida e que lhe permite pagar o curso com o ordenado que recebe.
“Para mim, ser nadador-salvador, é muito bom. Creio que é um trabalho que eu gostaria de fazer o ano inteiro. Fazer uma carreira nesta área”, adiantou.
Tomás Rodríguez, de 24 anos, é natural do Equador e veio para Viana do Castelo, seguindo as pisadas do irmão mais velho na procura de uma vida melhor.
“Decidi ficar em Viana do Castelo porque me lembra bastante a lugar de onde eu venho. Um lugar pequeno, com praia e estou muito familiarizado e acostumado com o mar. Venho de família de surfistas”, explicou.
Tomás Rodrigues quer “ficar mais tempo em Viana do Castelo enquanto termina o curso que está a tirar, ‘online’, numa universidade espanhola”.
“Ser nadador-salvador parece-me um bom trabalho, onde se pode crescer bastante”, acrescentou.
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VTM
A Câmara Municipal de Torre de Moncorvo organiza, nos dias 19 e 20 de junho, o Festival do Solstício de Verão, que celebra o dia mais longo e a noite mais curta do ano no Hemisfério Norte. O evento, que terá lugar no centro da vila, oferece uma variedade de atividades, oficinas e concertos, destinadas a todas as idades.
Entre as atividades programadas, destacam-se ateliers permanentes como facepainting, atelier de coroas e lembranças da natureza, e o workshop ‘Cores da Terra’. No primeiro dia do festival, os participantes poderão desfrutar da oficina “Uma viagem aos Lagos do Sabor | Um Território Inimitável”, além de jogos de separação seletiva e demonstrações da Equipa Cinotécnica da GNR e dos Bombeiros Voluntários de Torre de Moncorvo.
O espetáculo musical “Dom Solidum – Quimera” e a animação com o palhaço Bataté Batatolas também fazem parte da programação do dia 19. No dia seguinte, as iniciativas da Escola Municipal Sabor Artes estarão em destaque, com várias atividades ao ar livre.
O festival contará ainda com representações teatrais, incluindo a atuação do Grupo Alma de Ferro Teatro com “As Boas Vindas ao Verão” e “Estátuas Vivas”. Um espaço dedicado às crianças, com insufláveis, e o Mercado do Sol, que reúne 11 expositores de produtos regionais e artesanato, também estarão disponíveis para os visitantes.
A animação musical será uma constante, com concertos de Sexto Compasso, Karetus e Dj Manuel Diogo no dia 19, e atuações dos Gaiteiros Sabor Artes, Cromos da Noite e Dj Alex Lino no dia 20.
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Victoria Golf Resort inicia o verão com novo rooftop, menus renovados e a reabertura do Kids Club.
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© CARLOS M. ALMEIDA/LUSA