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Rissa tra rinoceronti in mezzo alla strada in Nepal: la scena ripresa dai turisti diventa virale – IL VIDEO

11 June 2026 at 10:56

Due rinoceronti indiani si sono affrontati in pieno centro abitato davanti a residenti e turisti increduli. È successo a Sauraha, nei pressi del Parco Nazionale di Chitwan, in Nepal, una delle aree più importanti dell’Asia per la conservazione della fauna selvatica. La scena, ripresa da diversi presenti con lo smartphone, mostra i due animali mentre si fronteggiano a distanza ravvicinata, caricandosi e spingendosi con forza in mezzo alla strada.

In pochi minuti i video hanno iniziato a circolare sui social e sono diventati virali per l’eccezionalità dell’episodio e per la vicinanza con cui si è svolto lo scontro.

Sauraha non è nuova a incontri ravvicinati con la fauna selvatica. La cittadina, molto frequentata dai turisti che partecipano ai safari nel Chitwan, si trova infatti in un’area di transizione tra spazi urbani e habitat naturale. Non è raro che rinoceronti, cervi o altri animali attraversino le strade o si avvicinino alle abitazioni.

In questo caso, però, la situazione ha assunto un’intensità diversa: due maschi adulti di rinoceronte indiano si sono affrontati in quella che sembra una disputa territoriale. Il rinoceronte indiano è uno dei più grandi mammiferi terrestri viventi, può superare le due tonnellate di peso ed è riconoscibile per la pelle spessa e piegata e per il singolo corno. Quando due maschi si scontrano, lo fanno con grande forza, spingendosi e incornandosi fino a stabilire una gerarchia o il controllo del territorio.

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“Milagre” no Evereste: Sherpa encontrado vivo após seis dias desaparecido

By: ZAP
5 June 2026 at 14:30
Sem comida, água nem oxigénio suplementar, o nepalês sobreviveu de forma quase milagrosa a condições extremamente hostis na montanha mais alta do mundo. Foi encontrado a regressar pelos seus próprios meios, perto do acampamento. É um relato notável de sobrevivência. Um guia sherpa no Nepal foi encontrado vivo no Monte Evereste esta quinta-feira, contra todas as probabilidades, depois de ter estado desaparecido durante quase uma semana. Dawa Sherpa, também conhecido como Hillary Dawa, em homenagem ao famoso alpinista Edmund Hillary, foi localizado por uma equipa de limpeza enquanto rastejava pelas encostas cobertas de neve nas imediações da Cascata de Gelo

Missing Sherpa guide found alive on Everest after funeral rites had begun

Climbing support team rescue Hillary Dawa Sherpa almost a week on from when he was last seen

A Nepali guide who was believed to have died on Mount Everest has been found crawling to base camp a week after going missing – and after his funeral rites had begun.

Dawa Sherpa, also known as Hillary Dawa Sherpa after the famous climber Edmund Hillary, was last seen on 29 May but did not reach base camp with other climbing groups.

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© Photograph: Narendra Shrestha/EPA

© Photograph: Narendra Shrestha/EPA

© Photograph: Narendra Shrestha/EPA

Foto de acampamento no Everest expõe lixo e gera críticas à superlotação

Uma imagem compartilhada pela alpinista russa Angelina Angelova chamou atenção nas redes sociais ao mostrar a quantidade de resíduos acumulados no Acampamento IV do Monte Everest. Localizado a 7.900 metros de altitude, o ponto é a última parada dos escaladores antes da subida final ao cume da montanha.

Ao divulgar a foto, Angelova destacou que os materiais espalhados ao redor das barracas seriam vestígios deixados por expedições anteriores. A publicação rapidamente viralizou e gerou milhares de comentários cobrando medidas mais rígidas para preservar a região.

A repercussão reacendeu críticas sobre a crescente presença humana no Everest. Em maio deste ano, o lado nepalês da montanha registrou um recorde: 274 pessoas alcançaram o topo em um único dia. Ao longo da temporada, o Nepal emitiu 494 permissões de escalada, cada uma vendida por cerca de US$ 15 mil.

Registro feito a quase 8 mil metros de altitude mostra resíduos espalhados no último acampamento | Foto: Reprodução/Instagram

Especialistas alertam que o aumento do fluxo de visitantes contribui não apenas para o acúmulo de lixo, mas também para congestionamentos perigosos na chamada “zona da morte”, área próxima ao cume onde a concentração de oxigênio é extremamente baixa.

Nos últimos anos, o governo nepalês tem adotado iniciativas para minimizar os impactos ambientais. Dados do Exército do Nepal apontam que mais de 110 toneladas de resíduos foram retiradas das montanhas entre 2019 e 2023 por meio de campanhas de limpeza.

Outro desafio enfrentado pelas autoridades é o descarte de dejetos humanos. Desde 2024, os escaladores são obrigados a utilizar sacos específicos para armazenar as fezes e transportá-las de volta ao final da expedição. A medida foi criada para reduzir a contaminação em uma das regiões mais visitadas do Himalaia.

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