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AMN retoma buscas por jovem desaparecido na praia do Peneco em Albufeira 

As buscas pelo jovem, de 23 anos e nacionalidade britânica, que se encontra desaparecido desde a tarde de quinta-feira, 11 de junho, na praia do Peneco, concelho de Albufeira, foram retomadas nesta manhã de sábado, informa em comunicado a Autoridade Marítima Nacional (AMN).

Nas operações de busca, coordenadas pelo Capitão do Porto e Comandante Local da Polícia Marítima de Portimão, estão empenhados junto à costa, elementos do Comando Local da Polícia Marítima de Portimão, do Projeto “SeaWatch”, do dispositivo de assistência a banhistas da praia e da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Portimão, apoiados por drones.  

A Embaixada Britânica em Portugal, através do Consulado em Portimão, foi ativada.  

A AMN adianta no seu comunicado que segundo o que foi possível apurar, a vítima estaria acompanhada por outro jovem, de 19 anos e nacionalidade britânica, que terá saído da água pelos próprios meios para pedir socorro, tendo acabado por desaparecer.

Buscas do jovem britânico desaparecido no mar algarvio terminaram esta 6ª feira sem vestígios

Sem que tenham sido encontrados vestígios do jovem britânico desaparecido na praia do Peneco, em Albufeira, as buscas foram interrompidas ao cair da noite desta sexta-feira, dia 12 de junho.

O jovem, de nacionalidade inglesa, de 23 anos de idade, desapareceu no mar durante a tarde desta quinta-feira, dia 11 de junho. As buscas foram imediatamente iniciadas, segundo a Autoridade Marítima Nacional (AMN), e a vítima ainda não foi encontrada.

De acordo com a Autoridade Marítima Nacional (AMN), nas operações de busca, coordenadas pelo Capitão do Porto e Comandante Local da Polícia Marítima de Portimão, estiveram empenhados, por mar, tripulantes da Estação Salva-vidas de Ferragudo e, junto à costa, elementos do Comando Local da Polícia Marítima de Portimão, do Projeto “SeaWatch”.

Também a partir de terra, o dispositivo de assistência a banhistas da praia e da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Portimão, apoiados por drones, encontram-se empenhados nas buscas.

As busca serão retomadas na manhã deste sábado, 13 de junho, segundo informação da AMN.

A Embaixada Britânica em Portugal, através do Consulado em Portimão, foi ativada.

Albufeira: Retomadas buscas por jovem desaparecido na praia do Peneco

Foram retomadas esta manhã as buscas pelo jovem, de 23 anos e nacionalidade britânica, que se encontra desaparecido desde a tarde desta quinta-feira, 11 de junho, na praia do Peneco, no concelho de Albufeira.

Nas operações de busca, coordenadas pelo Capitão do Porto e Comandante Local da Polícia Marítima de Portimão, estão empenhados, por mar, tripulantes da Estação Salva-vidas de Ferragudo e, junto à costa, elementos do Comando Local da Polícia Marítima de Portimão, do Projeto “SeaWatch”, do dispositivo de assistência a banhistas da praia e da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Portimão, apoiados por drones.  

Como referido no primeiro comunicado da Autoridade Marítima Nacional (AMN), após o início das buscas, a Embaixada Britânica em Portugal, através do Consulado em Portimão, foi ativada.  

Segundo a AMN conseguiu apurar, a vítima estaria acompanhada por outro jovem, de 19 anos e nacionalidade britânica, que terá saído da água pelos próprios meios para pedir socorro, tendo acabado por desaparecer.​

Encontrado corpo de homem nas Azenhas do Guadiana em Mértola

Um corpo, ao que tudo indica ser do homem de 37 anos e nacionalidade brasileira, que se encontra desaparecido desde a tarde de hoje, 7 de junho, foi encontrado no rio Guadiana, nas Azenhas do Guadiana, no concelho de Mértola.

Na sequência das operações de busca, as equipas de mergulho dos Bombeiros Voluntários encontraram um corpo, tendo-o retirado da água.

O auto de verificação do óbito será efetuado pela Delegada de Saúde Regional, e após contacto com o Ministério Público, o corpo será transportado para o Gabinete Médico-Legal do Baixo Alentejo, pelos Bombeiros Voluntários de Mértola.

Segundo o comunicado da Autoridade Narítima Nacional (AMN), o Comando Local da Polícia Marítima de Vila Real de Santo António encontra-se a tomar conta da ocorrência.

Municípios e Autoridade Marítima concordam com posição da APA sobre as praias

2 June 2026 at 14:43

A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) divulgou esta terça-feira, 2 de Junho, o esclarecimento técnico sobre a ocupação de áreas do domínio público marítimo nas praias e acrescentou que, tanto a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) como a Autoridade Marítima Nacional (AMN), se pronunciaram favoravelmente a este documento.

O documento, agora lançado com o objetivo de «contribuir para uma melhor compreensão do enquadramento legal aplicável», surge depois de, em Maio, a APA ter avançado que é possível pôr chapéus de sol à frente das concessões de praia e não há nenhuma regra ou lei que o impeça.

«Nós, APA, assumimos fazer uma nova norma orientadora para que não haja qualquer dúvida, seja para os municípios, seja para os concessionários, seja para a Autoridade Marítima. A área que está concessionada está delimitada àquele retângulo e nunca poderá ultrapassar 30% da área útil da praia e 50% da frente de mar», disse José Pimenta Machado, frisando que «tudo o resto é de uso livre».

As declarações foram feitas aos jornalistas pelo presidente da APA, a 25 de Maio, à margem de uma visita da ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, à praia do Garrão, no concelho de Loulé.

Nesta nota de esclarecimento agora lançada, a APA volta a frisar que, em Portugal, «as praias são espaços de utilização pública e de acesso livre, e que a ocupação de áreas do domínio público marítimo por concessionários é permitida quando existe uma licença válida».

Ainda assim, «essas áreas estão sujeitas aos limites, condições e obrigações definidas nas respetivas licenças», devendo a definição das áreas concessionadas «atender às características morfológicas de cada praia, aos instrumentos de gestão territorial e às determinações das autoridades».

A nota frisa ainda que, por isso, «as áreas não abrangidas por licença ou concessão mantêm-se disponíveis para uso público, podendo ser livremente utilizadas pelos utentes, nomeadamente para a colocação de chapéus de praia, para-ventos ou outros equipamentos balneares particulares».

A mesma entidade realça também «o importante papel dos concessionários na prestação dos apoios à praia previstos nas respetivas licenças, através da disponibilização e manutenção de equipamentos e serviços de apoio aos utentes, nomeadamente apoios de praia, instalações sanitárias, balneários e vigilância balnear assegurada por nadadores-salvadores».

Já a fiscalização compete ao Município no qual a praia está inserida, à APA e à Autoridade Marítima.

Numa nota enviada hoje às redações, a Agência Portuguesa do Ambiente acrescenta ainda que a Associação Nacional de Municípios Portugueses, consultada sobre este esclarecimento técnico, considerou-o «um documento equilibrado, que reflete o enquadramento legal vigente e as realidades de diferentes praias e respetivas concessões».

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