As marchas unem o que a gentrificação separou: “O que nos move é a vontade de que a tradição não seja esquecida”
Em muitos dos bairros onde nasceram as Marchas Populares de Lisboa há cada vez menos bairristas — na Mouraria, por exemplo, não há mais de oito marchantes que lá vivam. Muitos tiveram de sair do bairro, mas o bairro nunca saiu deles: o sentimento de pertença mantém-se e “a marcha é uma forma de amor”













