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Exportações de componentes automóveis caem 6,4% até abril para 4.016 milhões

17 June 2026 at 22:51

As exportações portuguesas de componentes para a indústria automóvel totalizaram 4.016 milhões de euros entre janeiro e abril, menos 6,4% do que no mesmo período de 2025, refletindo o abrandamento dos principais mercados europeus e a incerteza no comércio internacional, divulgou hoje a Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA).

Só no mês de abril, as exportações do setor atingiram 1.033 milhões de euros, representando uma descida homóloga de 0,4%, segundo dados da associação baseados nas Estatísticas do Comércio Internacional de Bens do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Apesar da quebra, a indústria de componentes automóveis continua a representar 14,8% das exportações nacionais de bens transacionáveis, mantendo um peso relevante na economia portuguesa.

A Europa permaneceu como o principal destino das exportações nacionais, absorvendo 88,4% das vendas externas do setor. No entanto, as exportações para este mercado recuaram 6,5% nos primeiros quatro meses do ano. Em contrapartida, as vendas para África e Médio Oriente cresceram 13,3%, enquanto as destinadas aos Estados Unidos caíram 22% e as dirigidas à Ásia e Oceânia diminuíram 4,3%.

Por mercados, Espanha manteve-se como o principal destino das exportações portuguesas, com uma quota de 27,9%, seguida da Alemanha (22,2%) e de França (9,6%). As vendas para Espanha recuaram 10% e para a Alemanha 4%, ao passo que as exportações para França aumentaram 4,5%. Entre os mercados com maior crescimento destacam-se a Polónia (+17,4%), os Países Baixos (+12,7%), Itália (+12,1%) e Marrocos (+7,2%). Já as exportações para os Estados Unidos registaram uma quebra de 27,9%.

Citado em comunicado, o presidente da AFIA, José Couto, afirmou que “os dados de abril confirmam que o setor continua a operar num contexto internacional particularmente exigente”, defendendo o reforço da competitividade, produtividade e escala da indústria nacional através de energia a custos mais competitivos, financiamento adequado, melhores infraestruturas logísticas, talento qualificado e estabilidade regulatória.

A associação considera que a competitividade industrial deve ser tratada como uma prioridade estratégica, tanto a nível nacional como europeu, defendendo uma articulação entre investimento, inovação, qualificação, infraestruturas, energia competitiva e previsibilidade regulatória, bem como a diversificação de mercados e o reforço da integração das empresas portuguesas nas cadeias internacionais de abastecimento.

Pingo Doce lança programa Cultivar para reforçar produção nacional

17 June 2026 at 22:37

O Pingo Doce lançou hoje o programa Cultivar, uma iniciativa dirigida a produtores e fornecedores nacionais que pretende promover a partilha de conhecimento, acelerar a inovação e incentivar práticas mais sustentáveis, anunciou a empresa.

Em comunicado, a cadeia de supermercados explicou que o objetivo passa por reforçar a colaboração “desde o produtor até às lojas”, valorizando a produção nacional e contribuindo para uma agricultura “mais eficiente, resiliente e preparada para os desafios futuros”.

“O Cultivar seja um verdadeiro motor de transformação da produção nacional”, afirmou Sara Domingos, coordenadora do programa, sublinhando a ambição de trabalhar “ainda mais lado a lado com os produtores” e valorizar “o que de melhor se faz em Portugal”.

A iniciativa vai incluir ações de capacitação técnica, promoção de melhores práticas de produção e apoio a projetos de inovação e sustentabilidade, nomeadamente em áreas como a preservação da biodiversidade, a utilização eficiente dos recursos naturais e a adaptação às alterações climáticas.

O Pingo Doce afirmou ainda que quer consolidar o seu posicionamento como parceiro de referência da produção nacional, garantindo produtos de elevada qualidade aos consumidores e contribuindo para o desenvolvimento socioeconómico das regiões.

 

EDP Comercial vai oferecer consumo de eletricidade aos clientes residenciais aderentes durante todos os jogos da seleção

17 June 2026 at 22:31
EDP

A EDP Comercial vai oferecer o consumo de eletricidade aos clientes residenciais aderentes durante todos os jogos da seleção portuguesa de futebol, entre 17 de junho e 19 de julho, anunciou a empresa.

A EDP conta atualmente com mais de três milhões de clientes residenciais em Portugal.

A iniciativa, denominada “Powertugal”, é direcionada a clientes de eletricidade com tarifário de preço fixo. A oferta do consumo cobre o tempo regulamentar, o intervalo e eventuais prolongamentos de cada partida, sendo o valor posteriormente creditado na fatura dos consumidores.

De acordo com o comunicado da empresa, a adesão à campanha é gratuita e deve ser efetuada através da aplicação móvel da EDP até ao dia 29 de junho. A participação está limitada aos primeiros 100 mil clientes inscritos.

“Esta iniciativa traduz a ambição de combinar inovação comercial, conveniência digital e benefícios tangíveis, reforçando a capacidade da EDP de criar propostas de valor diferenciadoras para as famílias portuguesas”, afirmou Hugo Gouveia, administrador da EDP Comercial.

Em paralelo, a elétrica lançou uma campanha para novos clientes até aos 35 anos de idade, disponível para adesões digitais até 31 de agosto.

Esta oferta jovem prevê um desconto de 35% no consumo de eletricidade nos primeiros três meses de contrato, passando para 15% nos nove meses seguintes.

A EDP Comercial anunciou ainda uma parceria com a LiveMode TV, o novo canal digital que vai transmitir gratuitamente 34 jogos do campeonato de futebol, incluindo as partidas da seleção nacional.

 

Centro de Parto Normal do HMMCC realiza café junino com integração entre equipes

17 June 2026 at 22:09

O Centro de Parto Normal do Hospital e Maternidade Municipal Célia Câmara (HMMCC) realizou um café da manhã junino com o objetivo de celebrar o mês de junho e valorizar as comidas típicas de Goiás, além de promover a integração entre os profissionais que atuam na unidade.

O momento contou com um cardápio especial, com canjica, cachorro-quente, cural, milho cozido e arroz doce, em um ambiente de confraternização e descontração entre os colaboradores.

De acordo com a supervisora de enfermagem do Centro de Parto Normal, Denize Aparecida Lucas, a ação teve como foco o fortalecimento dos vínculos e a valorização das tradições regionais. “O café da manhã foi realizado com o objetivo de comemorar o mês de junho e valorizar as comidas típicas que temos em Goiás, promovendo a socialização e a integração entre a equipe”, destacou Denize.

A supervisora também ressaltou o clima de integração durante o encontro. “Participaram profissionais de diferentes áreas do hospital, em um momento de integração, descontração e convivência. Foi uma oportunidade de compartilhar a refeição e fortalecer os vínculos entre todos”, completou.

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Infantino conheceu pais de Diogo Jota e André Silva: "Continuam nas nossas memórias"

Presente em Houston, nos Estados Unidos, para assistir ao Portugal-RD Congo (1-1), jogo da primeira jornada da fase de grupos do Mundial'2026, Gianni Infantino, presidente da FIFA, revelou nas redes sociais que conheceu Joaquim e Isabel Silva, os pais de Diogo Jota e André Silva.

Afocelca inaugura novo Centro de Coordenação Operacional na Figueira da Foz para reforçar resposta a fogos rurais

17 June 2026 at 18:58

A Afocelca, estrutura privada de proteção florestal detida pelas empresas Altri e Navigator, inaugurou hoje o seu novo Centro de Coordenação Operacional (CCOA) nas instalações da Celbi, na Leirosa, concelho da Figueira da Foz, com o objetivo de reforçar a capacidade de resposta e decisão perante os fogos rurais.

Em comunicado a Altri explica que a nova infraestrutura foi concebida para fazer face aos desafios “cada vez mais exigentes” colocados pelos incêndios em Portugal, representando um “reforço significativo da capacidade operacional da organização” e consolidando o seu papel na proteção de populações e património florestal, informou a entidade em comunicado.

O novo centro de comando integra uma Sala de Operações de última geração, responsável pela monitorização e análise de ocorrências, avaliação do perigo para o património sob proteção, despacho de meios e acompanhamento das operações de combate em tempo real nos diferentes teatros de operações.

A par desta valência, o CCOA dispõe de uma Sala de Decisão especificamente preparada para a gestão de ocorrências ou eventos de maior dimensão e complexidade, garantindo que a atividade operacional regular e contínua da organização não seja interrompida em cenários de crise simultâneos.

O complexo inclui ainda uma sala multiusos vocacionada para reuniões, exercícios de preparação e ações de formação de operacionais. Enquanto entidade certificada pela Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT), a Afocelca forma anualmente mais de 400 operacionais para integrarem o seu Dispositivo de Proteção.

O Centro de Coordenação Operacional assume também a centralização de todo o planeamento logístico necessário para sustentar o dispositivo de combate que, nos períodos de maior empenhamento e criticidade de fogos, mobiliza cerca de 500 elementos no terreno.

Para o ano de 2026, a organização dispõe de um orçamento previsto de 5,164 milhões de euros. A estrutura assenta o seu modelo de intervenção em avançados sistemas de apoio à decisão, que englobam plataformas de informação geográfica, simuladores de progressão de incêndios rurais, ferramentas de análise de risco e monitorização por satélite.

A Afocelca comemora este ano 25 anos de atividade ao serviço da proteção florestal. Especializada na primeira intervenção e combate a incêndios rurais, a entidade privada integra, desde 2006, o dispositivo nacional de defesa da floresta contra incêndios, operando em estreita articulação com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e demais entidades do setor.

Ao longo de um quarto de século, a organização processou um total de 108.882 alertas e interveio diretamente em 14.462 ocorrências no terreno. O raio de ação da estrutura ultrapassa a área de gestão privada, estimando-se que cerca de 90% das suas intervenções ocorram fora dos terrenos das empresas do agrupamento, abrangendo a floresta envolvente e as comunidades locais.

No balanço operacional do ano anterior (2025), o dispositivo contou com mais de 60 meios de combate terrestres e aéreos e mais de 500 operacionais, tendo ainda promovido 25 ações de formação técnica.

A administração da organização salienta que a abertura deste novo Centro de Coordenação Operacional simboliza um passo estratégico na modernização e na resiliência da paisagem nacional, reforçando o compromisso do setor privado com a salvaguarda do território face ao impacto dos fogos rurais.

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