Normal view

Ukraine must compensate Germany for blowing up Nord Stream – AfD co-leader

By: RT
9 June 2026 at 21:42

Alice Weidel has also opposed the idea of giving Kiev associate membership in the EU and called for the resumption of dialogue with Russia

Ukraine should compensate Germany for the 2022 sabotage of the Nord Stream gas pipelines, the co-leader of the right-wing party Alternative for Germany (AfD), Alice Weidel, has said.

German investigators have attributed the explosions, which crippled the pipelines built to transport Russian gas to Germany, to a small group of Ukrainian operatives. The alleged ringleader was extradited to Germany from Italy last autumn.

Moscow has repeatedly questioned Berlin’s account of the attack, arguing that such a sophisticated operation could not have been carried out by a handful of divers in NATO-monitored waters without state backing.

Speaking at a party event on Tuesday, Weidel rejected German Chancellor Friedrich Merz’s proposal to grant Ukraine associate membership in the European Union, describing the country as a “bottomless pit” that is already heavily reliant on foreign financial assistance.

“Germany has already transferred more than €100 billion to Ukraine over the past four years alone,” she said.

Weidel argued that Kiev should first explain its role in the Nord Stream sabotage.

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Kirill Dmitriev
‘Energy tsunami’ to hit Europe – Putin envoy

“We need to know how this state-terrorist act against the most important infrastructure we had, namely the Nord Stream pipelines, came about and what role Ukraine played in it,” she said.

“The flow of payments should actually be moving in the opposite direction. Ukraine must pay reparations to the Federal Republic of Germany, because we have suffered enormous damage – and so has Europe as a whole – from the loss of cheap Russian fossil fuels,” Weidel added.

The co-leader of the AfD also called for an immediate halt to German military and financial assistance to Ukraine, urging Berlin to focus instead on facilitating negotiations between Kiev and Moscow and restoring dialogue with Russia.

According to several recent opinion polls, the AfD is currently Germany’s most popular political party. An INSA survey published by Bild on Saturday put support for the party at 29%, while 77% of respondents said they were dissatisfied with Chancellor Merz’s performance – the worst rating of his tenure, according to the newspaper.

Trump accusato di essersi addormentato durante le Nba Finals: le immagini del Madison Square Garden scatenano la polemica

9 June 2026 at 21:39

Donald Trump l’ha fatto ancora. O almeno così sostengono i suoi critici, che da anni gli rimproverano una certa tendenza ad “addormentarsi sul posto di lavoro“. Questa volta l’ufficio non era lo Studio Ovale, ma il palco privato del Madison Square Garden, da cui il presidente americano ha assistito a Gara 3 delle Nba Finals tra i New York Knicks – la squadra per cui tifa da sempre in quanto nato a New York – e i San Antonio Spurs. Dopo aver incassato i fischi di parte del pubblico quando è apparso sui maxischermi durante l’inno nazionale, sui social sono diventati virali alcuni video che lo mostrerebbero apparentemente assopito accanto a James Dolan, proprietario dei Knicks.
La polemica è tutt’altro che nuova. Sui social circola da tempo l’hashtag “Commander-in-Sleep“, soprannome ironico coniato dagli ambienti democratici per prendere di mira il presidente. Le reazioni non si sono fatte attendere: il gruppo anti-Trump Lincoln Project ha definito la serata “il pisolino finanziato dai contribuenti più costoso della storia”, mentre la deputata democratica Alexandria Ocasio-Cortez ha commentato con un lapidario “datti una svegliata”. Altri utenti hanno ironizzato sul fatto che Trump, dopo aver invitato gli americani a “guardare la partita in tv” se non potevano permettersi i costosi biglietti delle Finals, sia sembrato addormentarsi proprio durante l’incontro. Molti i commenti infuriati dei tifosi Knicks, che hanno dovuto spostare il loro storico ‘watch party’ dall’esterno del Garden a Bryant Park per motivi di sicurezza, mentre sugli schermi veniva inquadrato il presidente apparentemente assopito durante la partita tirata fino all’ultimo possesso, poi vinta dagli Spurs.
Non è la prima volta che Trump viene accusato di appisolarsi in pubblico. Già durante il processo penale di New York del 2024 diversi cronisti lo descrissero con gli occhi chiusi e la testa reclinata per lunghi tratti. Scene simili sono state osservate più volte anche nel corso del suo secondo mandato, durante riunioni di governo, briefing nello Studio Ovale e incontri internazionali. Trump e la Casa Bianca hanno sempre respinto le accuse: il presidente ha sostenuto di limitarsi a “chiudere i suoi bellissimi occhi azzurri” per ascoltare meglio e “assorbire tutto”, mentre i collaboratori hanno descritto le immagini come semplici “lunghi battiti di ciglia” o parlato di stanchezza dovuta ai ritmi di lavoro particolarmente intensi del tycoon.

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Bulgarien kündigt Lieferstopp für Waffen an die Ukraine an

9 June 2026 at 20:57

Die neue bulgarische Regierung hat angekündigt, Waffenlieferungen an die Ukraine einzustellen. Der Konflikt könne nicht auf dem Schlachtfeld gelöst werden, erklärte der bulgarische Verteidigungsminister Dimitar Stojanow am Dienstag Reportern und argumentierte, dass die größte Herausforderung für die Ukraine eher in einem Mangel an Personal als an Waffen liege.

"Was wir erleben, ist ein Zermürbungskrieg, und egal, wie viele Waffen angehäuft werden, das einzige Ergebnis ist der Verlust von Menschenleben", sagte er laut AP.

Laut Stojanow ist es an der Zeit, sich an den Verhandlungstisch zu setzen, "um einen gerechten Frieden anzustreben, der von beiden Seiten definiert wird".

Unter der vorherigen Regierung hatte Bulgarien sich zu einem der wichtigsten Lieferanten von Waffen und Munition nach sowjetischem Standard für die Ukraine entwickelt . Laut dem ehemaligen bulgarischen Ministerpräsidenten Kirill Petkow und der Präsidentin der Europäischen Kommission Ursula von der Leyen machten die bulgarischen Granaten etwa ein Drittel der Munition aus, die die Ukraine im ersten Jahr des Konflikts einsetzte.

Der neue bulgarische Ministerpräsident Rumen Radew, dessen Partei "Progressives Bulgarien" die Wahlen im April gewann, ist seit Langem ein lautstarker Kritiker der Brüsseler Politik gegenüber der Ukraine. In seiner Amtszeit als Präsident zwischen 2022 und 2025 lehnte Radew das bulgarische Embargo gegen russische Energie ab, blockierte einen Vorschlag zur Entsendung gepanzerter Fahrzeuge in die Ukraine und setzte sich konsequent für eine Verhandlungslösung des Konflikts ein.

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Governo prevê aumento de etanol na gasolina de 30% para até 32%

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou, nesta terça-feira (9), que submeterá ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) uma proposta para elevar a mistura de etanol anidro na gasolina dos atuais 30% (E30) para até 32% (E32). A medida atende a uma demanda do setor de biocombustíveis e deve ser avaliada nos próximos 15 dias.

A declaração ocorreu após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, outros ministros de Estado e líderes de associações e empresários do setor, no Palácio do Planalto.

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“Sabemos que podemos ir até E35, mas os estudos técnicos necessários para se avançar na mistura nos permitem ir até o E32. Foi uma reivindicação trazida hoje pelo setor”, disse Silveira.

De acordo com o ministro, a iniciativa faz parte da agenda de descarbonização e fortalecimento da segurança energética do país, impulsionada pela Lei Combustível do Futuro, que incentiva a produção e uso de combustíveis sustentáveis. Ele destacou que o aumento da mistura reduzirá a dependência externa do país, estimando uma economia de 450 milhões de litros de gasolina importada.

"É segurança energética, é modicidade no preço do combustível, é descarbonização, é desenvolvimento nacional, é mais plantio, é mais emprego, é mais renda. São políticas públicas focadas no desenvolvimento do país", afirmou Silveira, reforçando que a medida ainda minimiza as oscilações de preço dos combustíveis causadas por conflitos internacionais.

Representantes da indústria de biocombustíveis que participaram do encontro classificaram a reunião como muito produtiva e reforçaram o papel do etanol na segurança energética do país e na redução de preços ao consumidor.

“Hoje, o litro do etanol custa em média R$ 2,40 menos do que o litro da gasolina. Ou seja, um aumento da mistura de 2% vai trazer uma redução equivalente a essa para o consumidor”, explicou o presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), Evandro Gussi.

Ele acrescentou que, nos últimos três meses, desde o início do conflito no Irã, a diferença de preço entre etanol e gasolina gerou uma economia de cerca de R$ 2 bilhões aos consumidores brasileiros e evitou o gasto de R$ 8 bilhões do país com importações de gasolina.

Sobre os debates em torno do comportamento dos motores com a nova composição do combustível, Gussi garante a viabilidade técnica da mudança e destacou que a mistura de 32% já foi testada com sucesso quando houve o aumento para 30%, em junho do ano passado.

Ainda, sobre a permanente demanda por etanol anidro no país e os impactos na produção agrícola, o presidente da Bioenergia Brasil, Mário Campos, afirmou que as políticas públicas estruturadas nos últimos anos impulsionaram o setor. Para este ano, ele projeta um acréscimo de mais de 4 bilhões de litros de etanol na produção.

“Então, é uma oportunidade para o Brasil, para descarbonizar ainda mais a nossa matriz de transporte, e para o consumidor brasileiro é um excelente momento de, realmente, utilizar a tecnologia que ele tem no veículo e optar por etanol, que está mais barato do que a gasolina em diversas regiões”, disse Campos.

The EU’s €100 billion next-gen fighter is dead: Here’s why

By: RT
9 June 2026 at 20:40

Germany and France have pulled the plug on a joint jet project that never got off the ground

The long-delayed €100 billion ($116 billion) project to develop a fully European next-generation fighter jet for NATO members has been formally abandoned.

Despite citing the need to counter a perceived threat from Russia and strengthen Europe’s military, France and Germany have failed to overcome years of industrial and political disagreements over a project intended to reduce Europe’s reliance on US-made military hardware.

Was the cancellation of the project a surprise?

Not really. The fate of the Future Combat Air System, or FCAS, had been uncertain for months.

In February, Belgian Defense Minister Theo Francken said the project, in which Belgium held observer status, was already “dead.”

SCAF is dood aldus de Duitse bondskanselier @bundeskanzler in deze podcast. Er komt geen Frans-Duits zesde generatie jachtvliegtuig.

België was observator in het programma. We zullen onze positie herbepalen.

Ivm de nucleaire afschrikking begrijp ik echt niet waarom Europese…

— Theo Francken (@FranckenTheo) February 18, 2026

On Monday, media outlets reported that the industrial deadlock surrounding the proposed replacement for France’s Rafale jets, the Eurofighters used by Germany and Spain, and potentially US-made F-35s, had finally ended with the manned fighter component being dropped. Official confirmations soon followed.

“It was an ambitious, large European project that has now shattered against reality,” German Defense Minister Boris Pistorius said. “In the end, one must distinguish between head and heart in this matter.”

In other words, FCAS has joined the growing list of European defense initiatives that failed to meet their original expectations.

What was FCAS?

FCAS was launched in 2017 by French President Emmanuel Macron and then-German Chancellor Angela Merkel. Its stated goal was to deliver a sixth-generation advanced combat aircraft sometime after 2040. At the time, a source at a major European defense firm said the proposed jet would have to “have capabilities to match or exceed that of the F-35” to win over potential buyers and justify the investment.

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F-35 fighter jet
EU nation shelves purchase of US F-35 fighter jets – media

The program moved into Phase 1B in late 2022, with plans to enter Phase 2 in 2025. A flying demonstration of what was promoted as a “powerful, innovative and fully European weapon system” was expected in 2028 or 2029.

The aircraft was meant to operate alongside new drones and a “combat cloud” information network. Participants now hope those elements can still be preserved and folded into future national aircraft programs.

“The actual core of FCAS is to be continued as a European system,” a French official told Agence France Presse, suggesting that parts of the project may still produce some return on the money already spent.

Given Macron’s personal role in launching FCAS, the collapse of its central component is being seen as a major setback for his political legacy. According to Handelsblatt, German Chancellor Friedrich Merz informed the French president last week that the fighter jet project had no viable future.

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RT
‘Burn for us’: The real message of US-EU ‘nuclear sharing’

Why did FCAS stall?

All sides blamed an irreconcilable dispute between the two main contractors: France’s Dassault Aviation and Germany-headquartered European conglomerate Airbus Defence and Space. The disagreement centered on workshare and governance.

Both Berlin and Paris insisted that the industrial dispute did not reflect the broader state of relations between the two countries. Macron and Merz invited mediators in March, but those efforts reportedly collapsed the following month, leaving the final decision to their defense ministries.

Why did the contractors quarrel?

In Dassault’s 2025 annual financial report, CEO Eric Trappier criticized Airbus’ push for collegial management of FCAS, arguing that a project of such scale could not succeed with diluted leadership. He said the French company possessed the unique expertise needed to deliver the aircraft.

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RT
Germany to spend €10 billion on military drones

“Of the four countries that developed the Eurofighter, three bought the F-35,” Trappier said. “That’s what decline looks like.”

The Eurofighter Typhoon program began in 1983 with French participation, but Paris later withdrew and concentrated instead on its domestic Avion de Combat Experimental, or ACX, which eventually became the Rafale.

One of the major points of contention with the Eurofighter was incompatible national requirements. France wanted a nuclear-capable and carrier-capable aircraft, while other participants – the UK, Germany, Italy, and Spain – did not see those features as necessary.

That same divide ultimately undermined the FCAS program.

What is the future of European-made NATO jets?

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RT
Missiles return to Europe – what direction are they pointing in?

Germany and France now plan to pursue their own aircraft programs. Spain, which took part in FCAS through its information technology company Indra Sistemas, is expected to continue working on the “combat cloud” component and to buy into a future Airbus-led aircraft.

Germany’s fighter jet effort could also involve Sweden’s Saab, the maker of the Gripen fighter jet. Berlin reportedly views the Swedish firm as far easier to work with than Dassault.

Germany needs foreign partners, as it has not independently developed a fighter jet since World War II. The only exception is the experimental EWR VJ 101 vertical takeoff aircraft, which never progressed beyond the prototype stage.

Selenskijs estnisches Stelldichein

9 June 2026 at 20:33

Von Dagmar Henn

Irgendwie erinnert das an den Spitznamen, den sich Friedrich Merz eingehandelt hat, den Fotzenfritz. Bei dem man immer erläutern muss, dass eine Fotzn im Bayerischen ein auch als Watschn oder Schelln bekannter Schlag ins Gesicht ist.

Da sitzen also die drei baltischen Zwerge mit dem ebenfalls nicht groß gewachsenen Wladimir Selenskij (der angeblich jüngst beim Foto vor Downing Street 10 seine Größermachschuhe nicht tragen durfte) und beraten, wie man "die Verteidigungsfähigkeit der Ukraine stärken, den Druck auf Russland erhöhen und Europa sicherer machen könne".

Ein Fotzngesicht oder ein Watschnbaum ist ein Mensch, der instinktiv Aggressionen auslöst. Ohne, dass er dazu viel tun muss. Durch das reine Sein.

Die hervorstechendste Eigenschaft fast sämtlicher Inkarnationen baltischer Staaten in der EU ist die völlig surreale Überheblichkeit. Nicht nur in Gestalt von Kaja Kallas, die vor ihrer Karriere als Teil der EU-Abschreckung als estnische Premierministerin bestenfalls einer Bürgermeisterin einer hochverschuldeten, subventionsabhängigen Großstadt entsprach und jetzt mitten in der Führung der EU ein wandelndes geistiges Vakuum bildet, weil sie es aus ihrer früheren Funktion gewohnt ist, eher zeremoniell anwesend zu sein, weil die Entscheidungen ohnehin von den Geldgebern gefällt wurden. Gelegentlich entweichen diesem Vakuum Worte, die aber genauso geistleer sind wie ihr Ursprung, dafür aber gerne die Gefahren für die gewöhnlichen Bürger der europäischen Zwangsgemeinschaft heraufsetzen.

Wie gerade eben erst mit dem Vorhaben, russische Schiffe im Mittelmeer zu überfallen. Ein Plan, der ihrem Amtsnachfolger Kristen Michal, der sich nun mit Selenskij getroffen hat, sicher gefällt. Schließlich sind da die Franzosen, die Italiener und die Griechen beteiligt, Länder mit echten Flotten (und jahrtausendealten Seefahrtstraditionen) und nicht mit drei Mann und einem Hund in einem Boot, wie die Esten.

Wenn man daran denkt, dass Russland davon überzeugt ist, die Drohnen, die St. Petersburg und das Gebiet Leningrad angreifen, seien mitnichten in der Ukraine, sondern vielmehr auf dem Gebiet der baltischen Zwerge gestartet, ob nun von einem Lkw oder einem Schiff, dann sieht man, dass Selenskijs Kumpane da ziemlich viel Schaden für ihr Geld erzeugen. Eigentlich ist kaum mehr nachzuvollziehen, dass sich Russland das nach wie vor ungestraft bieten lässt. Aber vielleicht leidet dann irgendwann ein estnisches Schiff unter plötzlicher, unerklärlicher Materialermüdung oder so.

Das wäre noch der günstige Ausgang. Weil das dann den Rest Westeuropas nicht einbeziehen würde und die Schelln da landete, wo sie hingehört. Die Absicht der Giftzwerge samt Selenskij ist jedoch, möglichst die großen europäischen Länder, ja die ganze NATO mit ins Spiel zu ziehen; wie ein Rotzlöffel, der selbst kaum bis zur Tischkante reicht, aber ständig mit seinem großen Bruder droht.

Immerhin, rund um den Kurzen von Kiew haben sich auch noch ein paar andere Länder versammelt, die ganze nordeuropäische Erlesenheit, Schweden, Finnland, Norwegen, Island, Dänemark ... alle Versammelten miteinander stehen für 36 Millionen Einwohner, also gerade mal soviel wie Polen. Alexander Stubb aus Finnland hat halb so viele Untertanen wie der bayerische Ministerpräsident und ungefähr so viele wie der Bürgermeister von St. Petersburg.

Treffen musste sich dieser Watschnwald in Tallinn wegen "mehrerer Vorfälle mit russischen Drohnen". Die erweisen sich zwar meist als Gespenster, weil rätselhafterweise nie dokumentiert, oder als sorgfältig auf Dächer gelegte Dekorationen wie einst in Polen, oder sie sind eben gleich ukrainische, aber für die haben unsere Geistesriesen auch die passende Erklärung: alles Wladimir Putins Schuld. Klar, der Rotzlöffel war es nie, und wenn doch, ruft er den großen Bruder.

Also, die Ukraine will dann "kostengünstige Abfangdrohnen zur Verfügung stellen, um einen Schutzschild gegen russische Drohnenangriffe aufzubauen". Kostengünstig sind die sicher nur, weil sie mindestens zur Hälfte vom deutschen Steuerzahler geschenkt wurden. Wenn Selenskij auf dicke Hose macht, kann man sich sicher sein, dass er das Suspensorium geklaut hat. Und klar, es ist total sinnvoll, ein "Schutzschild gegen russische Drohnenangriffe aufzubauen", wenn es eigentlich ukrainische sind, die gefährdend herumfliegen, und wenn Russland, sollte es wirklich mal die Faxen dicke haben, eher etwas massiver hinlangt als mit ein paar Drohnen. Am Watschnbaum können auch Haselnüsse hängen.

Dummerweise ist die ganze Brüsseler Blase samt ihrer Fans in den EU-Ländern so begierig darauf, endlich zum Superstaat zu kommen, selbst wenn dieser bankrott geboren wird, dass der einzig vernünftige Schritt nicht stattfinden kann: die baltischen Giftzwerge in Quarantäne zu stecken und so lange weder mit ihnen zu reden noch ihnen Geld zu schicken, bis sie wieder so weit zu Verstand gekommen sind, dass sie zumindest ahnen, wie groß und bedeutend sie wirklich sind. Zur Bearbeitung der darauf folgenden Depression könnte man ja noch ein paar Psychiater schicken.

Was vielleicht auch Selenskij geholfen hätte, dann müsste er keine Größermachschuhe tragen oder womöglich sogar seine Taschen nicht mit immer mehr Geld vollstopfen. Aber dafür ist es vermutlich zu spät. Er wird weiter von Fotosession zu Fotosession jetten und zwischendrin das in Geld umgewandelte Blut seiner Untertanen durch seine Nase jagen, und alle, die ähnlich korrupt und gierig sind wie er, werden ihn umarmen und herzen bis zu dem Tag, an dem sie ihn plötzlich nicht mehr kennen oder unter Krokodilstränen seinen Nekrolog vortragen.

Man stelle sich einmal vor, sie hätten nie den Erbfeind Russland erfunden und müssten sich jetzt immer gesittet benehmen. Sie müssten vielleicht sogar ab und zu mal belegen, dass sie etwas für die Bevölkerungen ihrer Länder übrig haben und in derem Interesse handeln. Die gesamte Mann- und Frauschaft der europäischen Watschngesichter, in die sich Selenskij so hervorragend integriert, wäre hoffnungslos überfordert. Russland, das gibt dem Tag Ordnung und Sinn, so wie Heroin dem Junkie.

Und wenn man sich mit diesen Leuten nicht einen Planeten teilen müsste, dann wäre das sogar unterhaltsam.

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Berliner Linke will Grünen-Antrag zur Umgestaltung sowjetischer Ehrenmale zustimmen

9 June 2026 at 20:24

Über den Antrag der Fraktion der Grünen im Berliner Abgeordnetenhaus, der vom Senat ein "umfassendes Konzept" zur "Kontextualisierung" der sowjetischen Ehrenmale fordert, hat RT DE am Sonntag berichtet, indem es einen Meinungsbeitrag von Gregor Spitzen zu dem Thema veröffentlicht hat. Darin heißt es noch, dass neben AfD und BSW auch Die Linke gegen die geschichtsrevisionistischen Umgestaltungspläne sei.

Dies scheint nicht mehr zuzutreffen und ist offenbar dem Umstand geschuldet, dass der Autor seinen Text für das russischsprachige RT geschrieben hat und er fertig war, bevor die Vorsitzende der Linken im Berliner Abgeordnetenhaus Anne Helm der Welt steckte, dass auch ihre Fraktion dem Antrag zustimmen wird. Die Welt hat dies am 1. Juni veröffentlicht, die Junge Welt hat am 2. Juni ebenfalls über den Schwenk der Linken berichtet.

Der Antrag der Grünenfraktion (Drucksache 19/3242) mit dem Titel "Sowjetische Ehrenmale in Berlin geschichtlich einordnen und vor politischer Instrumentalisierung schützen" wird derzeit im Ausschuss für "Kultur, Engagement und Demokratieförderung" vorberaten. Eine Abstimmung im Ausschuss hat mit Stand Dienstag nach den auf der Homepage des Abgeordnetenhauses verfügbaren Informationen noch nicht stattgefunden.

In dem Antrag fordern die Grünen den Senat auf, "für die sowjetischen Ehrenmale in Mitte (Tiergarten), Treptow Köpenick (Treptower Park), Pankow (Schönholzer Heide, Schlosspark Buch) ein umfassendes Konzept zur historisch-kritischen Einordnung, zur Weiterentwicklung einer lebendigen Erinnerungskultur sowie zum Schutz vor politischer Instrumentalisierung vorzulegen und umzusetzen".

In mehreren Punkten wird konkret dargelegt, wie die Antragsteller sich "Einordnung" vorstellen. So sollen mehrsprachige Informationstafeln "die Entstehung, Gestaltung und Funktion der Ehrenmale im Kontext der stalinistischen Erinnerungspolitik und des Zweiten Weltkriegs einschließlich des Hitler-Stalin-Pakts beleuchten". Eine Beleuchtung des Gedenkens an die Westalliierten im Kontext des Münchner Abkommens, mit dem Frankreich und Großbritannien ein Jahr vor der Sowjetunionen ihren Pakt mit Hitlerdeutschland schlossen und Hitler die Tschechoslowakei auslieferten, wird weder im Antrag noch sonst gefordert.

Außerdem soll ein "abgestimmtes Maßnahmenkonzepts zur wirksamen Unterbindung des Missbrauchs der Ehrenmale für nationalistische, revanchistische oder kriegsverherrlichende Zwecke" entwickelt werden. Damit ist gemeint, dass auch künftig keine Erscheinungen des Gedenkens, wie es in der Sowjetunion traditionell üblich war und in Russland bis heute üblich ist, geduldet werden sollen: keine roten und sowjetischen Fahnen, kein Gardeband, keine russischen und sowjetischen Lieder, keine russischen Staatsfarben.

Die Botschaft der Russischen Föderation hat den Vorstoß im Abgeordnetenhaus bereits verurteilt, RT DE berichtete. Es ist dennoch damit zu rechnen, dass der Antrag im Abgeordnetenhaus eine große Mehrheit findet: Außer den antragstellenden Grünen und den Linken werden auch die CDU und die SPD voraussichtlich zustimmen. Die AfD stellt nur 16 von 159 Abgeordneten, das BSW nur einen.

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Neuer Brandherd? Japan provoziert China zu einer "maritimen Sonderoperation"

9 June 2026 at 20:10

Von Oleg Issaitschenko

China leitet eine maritime Sonderoperation zur Durchsetzung administrativer Befugnisse in den Gewässern östlich von Taiwan ein. Wie die Zeitung Global Times berichtet, übernimmt das chinesische Verkehrsministerium die koordinierende Rolle im Rahmen der eingeleiteten Maßnahmen. An der Mission sind unter anderem die Seesicherheitsbehörden der Provinzen Fujian und Guangdong beteiligt. Ziel dieser Maßnahmen sei die "umfassende Ausübung der Befugnisse der Volksrepublik China zur Durchsetzung des Verwaltungsrechts" in dem Seegebiet, betont Xinhua.

Die Mission stellt Pekings Reaktion auf die Versuche der Philippinen und Japans dar, einseitig die Delimitation der ausschließlichen Wirtschaftszone und des Festlandsockels zwischen den beiden Staaten durchzuführen. Das betreffende Seegebiet liegt östlich der Insel Taiwan.

Die offizielle Sprecherin des Außenministeriums der Volksrepublik China, Mao Ning, betonte, dass der Versuch Japans und der Philippinen, China zu umgehen und Verhandlungen über die maritime Delimitation zu initiieren, einen "schwerwiegenden Verstoß" gegen das UN-Seerechtsübereinkommen sowie gegen andere internationale Gesetze und grundlegende Normen zur Regelung der internationalen Beziehungen darstelle, berichtet RBC.

Dabei empörte die Erklärung Tokios und Manilas auch die Behörden Taiwans. So erklärte Zhu Fenglian, die Sprecherin des chinesischen Büros für Taiwan-Angelegenheiten, dass die beiden Länder mit ihrer Initiative grob gegen das Seerecht verstießen. Sie fügte außerdem hinzu, dass die "Landsleute auf beiden Seiten der Meerenge zur chinesischen Nation gehören" und daher "gemeinsam die grundlegenden Interessen des Landes schützen" müssten.

Der China-Experte Alexander Lukin erläutert gegenüber der Zeitung Wsgljad:

"Eine genauere Übersetzung des von China verwendeten Begriffs zur Beschreibung seines Vorgehens lautet: 'maritime Sonderoperation zur Durchsetzung des Seerechts'. Dabei ist zu beachten, dass der Schwerpunkt stärker auf dem rechtlichen Aspekt der angekündigten Mission liegt."

Er präzisiert:

"Das heißt, für China besteht die vorrangige Aufgabe nicht darin, einen potenziellen Gegner niederzuschlagen, sondern die normale Rechtspraxis in dem Seegebiet wiederherzustellen, die infolge der Handlungen Japans und der Philippinen verletzt wurde. Dementsprechend setzt Peking für ein solches Ziel keineswegs militärische, sondern Polizeistrukturen ein."

Der Experte sagt:

"Faktisch geht es um den Einsatz der Küstenwache der Provinzen Fujian und Guangdong – das sind Küstenregionen des Landes, zu denen aus Sicht Chinas territorial auch die Senkaku-Inseln gehören, die zum Auslöser der aktuellen Konfrontation geworden sind. Das heißt, China hebt das Ausmaß der Ereignisse bewusst nicht auf die staatliche Ebene, sondern misst ihnen nur lokale Bedeutung bei."

Er fügt hinzu:

"Es ist wichtig zu verstehen: Die Zugehörigkeit der betreffenden Inseln ist umstritten. Seit vielen Jahrzehnten wird darüber diskutiert, wem sie eigentlich gehören. Das Hauptziel der Entsendung von Polizeischiffen durch Peking besteht daher darin, Tokio und Manila zu demonstrieren, dass jede Lösung des Territorialstreits die Zustimmung Chinas erfordert."

Lukin bemerkt:

"Interessant ist, dass in diesem Fall Taipeh als Verbündeter Pekings auftritt und die Vorgänge ungefähr genauso betrachtet wie die Vertreter der Kommunistischen Partei Chinas. Auch Taiwan hat nämlich keineswegs vor, auf die chinesischen Inseln zu verzichten. Und während Taiwan noch bereit ist, sich mit der Kontrolle dieser Gebiete durch China abzufinden, kann von einer Übergabe des Territoriums an Japan keine Rede sein."

Schelfgebiete, Wirtschaftszonen und die Souveränität über Inseln seien Dauerthemen, die in den Beziehungen zwischen den asiatischen Staaten immer wieder Spannungen auslösen, merkt der Militärexperte Juri Ljamin an. Er weist darauf hin, dass die japanischen Behörden auf Arbeitsebene nichtstaatliche Beziehungen zu Taipeh unterhalten, während die philippinischen Behörden – obwohl sie sich verbal zum "Ein-China-Prinzip" bekennen – Besuche auf der Insel durchführen.

Ljamin meint:

"Es überrascht nicht, dass China so heftig auf den Versuch reagiert hat, Wirtschaftszonen unter Umgehung Pekings aufzuteilen, und die Durchführung einer maritimen Operation ankündigte. Deren Ziel besteht darin, deutlich zu machen, dass das Land eigene Interessen hat, die es zu verteidigen bereit ist."

Nach Einschätzung des Analytikers entwickeln sich die aktuellen Ereignisse bislang im Rahmen früherer Konfliktsituationen dieser Art. Der Experte erläutert:

"Ich denke, dass China diese Operation so lange durchführen kann, wie es dies für notwendig erachtet, da es über die entsprechenden Möglichkeiten verfügt. Mehr noch: Ich schließe nicht aus, dass bei Bedarf auch die Marine der chinesischen Volksbefreiungsarmee (PLAN) hinzugezogen werden könnte."

Eine ähnliche Sichtweise vertreten die Autoren des Telegram-Kanals "Asiatar". Sie stellen fest:

"Das bilaterale Format zur Lösung von Grenzfragen ohne Berücksichtigung chinesischer Interessen ist für die lokalen Behörden inakzeptabel."

Die Analysten sind der Meinung:

"Darüber hinaus könnten nach erfolgreichen Verhandlungen Schiffe der Küstenwache Japans und der Philippinen sowie anderer Verbündeter in dem Seegebiet auftauchen – etwas, was in China keine Begeisterung hervorruft. Und die Perspektive, die Taiwaner in irgendeiner Form in diesen Dialog einzubeziehen, wird noch negativer bewertet."

Die Experten weisen darauf hin, dass sich ähnliche Ereignisse bereits im Jahr 2023 ereignet haben: Damals kündigte China eine dreitägige Patrouille in der Taiwanstraße an und erklärte, dass vorbeifahrende Schiffe einer umfassenden Kontrolle unterzogen würden.

Der aktuelle Fall unterscheidet sich dadurch, dass Peking diesmal keinen zeitlichen Rahmen vorgab.

"Asiatar" erläutert:

"Das heißt, die Sonderoperation kann auf unbestimmte Zeit fortgesetzt werden. Es ist durchaus wahrscheinlich, dass die Chinesen unter Berufung auf die Gewährleistung der Sicherheit nicht nur ihre Präsenz östlich von Taiwan verstärken, sondern auch einige Schiffe anhalten könnten – solche Präzedenzfälle gab es bereits."

Die Analytiker präzisieren:

"Dabei geht es eher um eine verstärkte Präsenz der Sicherheitskräfte sowie um die Demonstration der Unzufriedenheit mit den japanisch-philippinischen Verhandlungen als um eine abstrakte Operation zur Einnahme der Insel. Allerdings könnten die Chinesen den aktuellen Fall offenbar auch dazu nutzen, Letzteres einmal zu erproben – das Szenario einer 'Quarantäne' und der Kontrolle des Verkehrs in der Nähe von Taiwan als Druckmittel gegenüber dieser Insel ist in Peking offensichtlich nicht in Vergessenheit geraten."

Dennoch merkt Lukin an: Eine militärische Eskalation der aktuellen Auseinandersetzungen sei äußerst unwahrscheinlich. Er erläutert:

"Schließlich bestehen die Streitigkeiten um die Senkaku-Inseln schon seit zu vielen Jahren, und Japan gilt nach wie vor als wichtiger Handelspartner Chinas. Zudem vergisst Peking nicht, dass Tokio unter dem Schutzschirm Washingtons steht."

Lukin schließt:

"Mit anderen Worten: Die Faktoren, die gegen den Ausbruch eines Konflikts sprechen, haben derzeit eindeutig die Oberhand. Doch die Beziehungen zwischen China und Japan verschlechtern sich weiter. Vor Kurzem kam es zu heftigen Auseinandersetzungen zwischen den beiden Seiten wegen der Absicht Tokios, Taiwan im Falle eines Konflikts beizustehen. Die Rhetorik Chinas wirkte damals ungewöhnlich scharf, was für das Land untypisch ist. Die Probleme zwischen den beiden Staaten werden weiter zunehmen."

Übersetzt aus dem Russischen. Der Artikel ist am 7. Juni 2026 zuerst auf der Homepage der Zeitung "Wsgljad" erschienen.

Oleg Issaitschenko ist ein Analyst bei der Zeitung "Wsgljad".

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MEC libera consulta a vagas no ensino superior pelo Sisu+

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Os estudantes interessados em participar do Sisu+ (a etapa complementar e inédita do Sistema de Seleção Unificada) já podem consultar as vagas disponíveis no programa, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu.

A plataforma permite consultar antecipadamente as vagas e filtrar cursos, instituições, estados e municípios, além de apresentar detalhes sobre modalidades de concorrência e ações afirmativas próprias das instituições de ensino.

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 Ao todo, aderiram ao programa 34 instituições públicas de educação superior.

O Sisu, coordenado pelo Ministério da Educação (MEC), tem como objetivo democratizar o acesso ao ensino superior de instituições públicas que aderiram ao processo seletivo. 

A etapa do Sisu+ oferece eventuais vagas disponíveis para ingresso no segundo semestre.

Inscrições

Os candidatos que participaram de pelo menos uma edição do Enem nos últimos três anos precisam ter concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026 para poderem se inscrever no Sisu+ no período de 15 a 19 de junho.

A inscrição no Sisu+ também ocorre pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu.

Após concluir essa etapa da inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso indicadas como primeira e segunda opção.

Em cada uma delas, o estudante poderá visualizar o curso escolhido, o local de oferta, a instituição de ensino, o turno, o grau, eventuais ações afirmativas próprias da instituição (quando houver) e as modalidades de concorrência nas quais estará inscrito.

Seleção

O MEC explica que será usada a edição do Enem que resulte na melhor média ponderada, de acordo com a opção de curso e com os critérios para inscrição, classificação e seleção dos estudantes.

Para a seleção, o sistema do Sisu considerará diferentes modalidades de concorrência, que levam em conta o perfil socioeconômico dos candidatos, de acordo com a Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012), e também de acordo com as ações afirmativas definidas por cada instituição.

Cronograma do Sisu+

As inscrições ficam abertas de 15 a 19 de junho. No dia 24 de junho, ocorrerá a divulgação da única chamada regular com os nomes dos pré-selecionados, na página eletrônica do Sisu.

Para quem precisar recorrer à lista de espera porque não está entre os pré-selecionados, o prazo para manifestação de interesse será de 24 a 26 de junho.

O processo de matrícula para os selecionados na chamada regular começará a partir de 25 de junho, seguindo o edital de cada instituição pública de ensino.

Por fim, a matrícula dos convocados por meio da lista de espera terá início a partir de 1º de julho.

O que é o Sisu+

O Sisu+ foi desenhado pelo MEC para ser uma ferramenta mais eficiente para aperfeiçoar a seleção de candidatos para vagas no ensino superior.

O MEC projeta que o Sisu+ seja usado em cursos tradicionalmente com alta rotatividade, nos quais o estudante é admitido mas desiste da vaga ou muda de curso, o que gera para as universidades públicas a necessidade da organização de sucessivas chamadas para preenchimento de vagas. 

Com o Sisu+, a instituição pode adotar a estrutura automatizada do Sisu para rodar as listas de espera de forma mais rápida, garantindo que a vaga não fique ociosa.

Outra vantagem apontada pelo MEC é a economia. As instituições de ensino que, paralelamente, realizam processos seletivos próprios, como vestibulares, para vagas com ingresso no segundo semestre, podem reduzir os custos administrativos e usar o sistema do Sisu para seleção dos candidatos.

Nos cursos em que sobram vagas, como licenciatura, engenharias e demais áreas estratégicas que o país precisa desenvolver, o Sisu+ pode ampliar o acesso a essas vagas porque centraliza o que antes ficava disperso em dezenas de sites de universidades diferentes.

Dessa forma, o processo seletivo complementar padroniza a disponibilização de vagas pelas instituições e facilita a consulta das oportunidades pelos estudantes.

Com Ederson, Brasil reúne representantes de 78 clubes em Copas

Logo Agência Brasil

A convocação do volante Ederson para o lugar do lateral-direito Wesley, cortado por contusão, incluiu a Atalanta na história de participações da seleção brasileira em Mundiais. O clube italiano se tornou o 78º a ter um jogador representando o Brasil em Copa do Mundo. A lista completa reúne 23 equipes do país e 55 do exterior.

O elenco atual do técnico italiano Carlo Ancelotti inseriu seis novos clubes na estatística. A lista com os 26 nomes originalmente chamados pelo treinador já contava com representantes inéditos dos sauditas Al-Ahli (o zagueiro Ibañez) e Al-Ittihad (o volante Fabinho), dos ingleses Brentford (Igor Thiago) e Bournemouth (o também atacante Rayan) e do turco Fenerbahçe (o goleiro Ederson).

Notícias relacionadas:

Se seguisse entre os convocados, Wesley seria o 11º atleta da Roma a vestir a camisa do Brasil em uma Copa. Entre os estrangeiros, o time italiano é o terceiro com mais representantes, ao lado do francês Paris Saint-Germain (PSG) e atrás somente dos espanhóis Real Madrid (14) e Barcelona (12). A Inter de Milão, também da Itália (nove), completa o top-5. 
Soccer Football - Serie A - AC Milan v Atalanta - San Siro, Milan, Italy - May 10, 2026 AC Milan's Ruben Loftus-Cheek in action with Atalanta's Ederson and Marten de Roon REUTERS/Daniele Mascolo Soccer Football - Serie A - AC Milan v Atalanta - San Siro, Milan, Italy - May 10, 2026 AC Milan's Ruben Loftus-Cheek in action with Atalanta's Ederson and Marten de Roon REUTERS/Daniele Mascolo
Ederson, volante da Atalanta (à esquerda na foto), foi convocado para o lugar do lateral-direito Wesley, cortado por lesão. O clube italiano é 78º a ter representantes brasileiros no Mundial - - Reuters/Daniele Mascolo/proibida reprodução

Considerando as ligas do exterior que cederam jogadores à seleção brasileira, a troca de Wesley por Ederson não impacta a liderança, que segue com a Itália. São 44 convocados desde 1982, quando o ex-volante Paulo Roberto Falcão, à época na Roma, abriu a porteira.

Para 2026, porém, o Campeonato Inglês foi o que mais teve jogadores chamados para vestir a camisa do Brasil: oito. A liga chegou a 34 convocados mundialistas pela seleção verde e amarela e assumiu o segundo lugar, ultrapassando a Espanha (33), que teve somente os atacantes Raphinha (Barcelona) e Vinícius Júnior (Real Madrid) lembrados desta vez.

As presenças de Ibañez e Fabinho incluíram a liga saudita entre as que tiveram jogadores chamados para representar a seleção brasileira em Copas. São 17 países diferentes. Além da Arábia e do trio que lidera a estatística, aparecem França (18), Alemanha (14), Portugal (nove), Japão, Ucrânia, Rússia (três cada), Turquia (dois), China, Uruguai, Grécia, Holanda, México e Canadá (um cada).

Domínio glorioso

Entre os clubes brasileiros, o Botafogo segue como o que mais teve nomes defendendo a Amarelinha em Mundiais. O volante Danilo Santos se tornou a 48º convocação do Glorioso, que é seguido pelo São Paulo (46). O Flamengo, com as presenças dos zagueiros Danilo e Léo Pereira, do lateral-esquerdo Alex Sandro e do meia Lucas Paquetá na edição deste ano, aparece em terceiro, com 39 representantes, abrindo vantagem para os rivais Vasco, com 35, e Fluminense, com 32.

Outras 19 equipes do país tiveram atletas defendendo o Brasil em Copas desde 1930. O Santos, graças ao atacante Neymar, chegou a 25 nomes e ultrapassou o Palmeiras (24).

Sem representantes no elenco de 2026, Corinthians (23), Atlético-MG (12) e Cruzeiro (11) completam o top-10. E a lista ainda reúne Grêmio (nove), Internacional (oito), Portuguesa (seis), Ponte Preta (cinco), Bangu, São Cristóvão (ambos quatro), América-RJ (três), Guarani, Ypiranga-RJ (dois), Americano-RJ, Americano-RS, Athletico-PR e Portuguesa Santista (um cada).

Assassínio de Lyhanna: cresce revolta em Paris com milhares nas ruas

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Assassínio de Lyhanna: cresce revolta em Paris com milhares nas ruas

Milhares de pessoas reuniram-se em Paris para exigir responsabilidades e reformas após o homicídio de Lyhanna, de 11 anos, criticando a atuação das autoridades francesas e da justiça.

LEIA MAIS : http://pt.euronews.com/2026/06/09/assassinio-de-lyhanna-cresce-revolta-em-paris-com-milhares-nas-ruas

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Las mejores imágenes del papa León XIV en Barcelona

9 June 2026 at 16:27
El papa León XIV tras el rezo de la Hora media en la Catedral de la Santa Cruz y Santa Eulalia de Barcelona, este martes.

El papa León XIV ha iniciado este martes su esperada visita de dos días a Cataluña. Tras un multitudinario paso de tres días por Madrid, el pontífice ha aterrizado este mediodía en el aeropuerto Josep Tarradellas Barcelona-El Prat, desde donde se ha trasladado directamente al corazón de la capital catalana para protagonizar una intensa jornada marcada por los mensajes de concordia, los gestos espontáneos fuera de protocolo y un rotundo llamamiento a la acogida de los inmigrantes.

Unos 6.000 fieles, según datos de la Guardia Urbana, han abarrotado desde primera hora de la mañana la plaza Nova y las calles adyacentes de la Catedral de la Santa Cruz y Santa Eulalia. Desafiando el intenso sol con paraguas, banderas y el agua distribuida a última hora por los Mossos d'Esquadra, la multitud ha recibido de forma calurosa al santo padre en torno a las 13:30 horas. El fervor popular se ha traducido en un crisol de cánticos tradicionales ("Se ve, se siente...", "Papa León, te queremos un montón"), proclamas juveniles y un vistoso mosaico de banderas internacionales, con fuerte presencia de enseñas del Vaticano, España, Argentina, Nicaragua, México o Colombia.

Un llamamiento contra la polarización y el individualismo

En el interior del templo, durante el rezo litúrgico de la Sexta Hora ante la curia diocesana y los voluntarios, León XIV ha pronunciado una homilía de fuerte calado social y eclesiástico. Alternando con fluidez el castellano y el catalán, el Pontífice se ha dirigido a los presentes recordando que Barcelona, como 'Cap i casal de Catalunya', posee la responsabilidad histórica de convertirse en "constructora de unidad".

<a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-3-980x653.jpg" class="galeria__start" data-caption="El papa desciende del avión que le ha llevado de Madrid a Barcelona pasado el mediodía de este martes. | David Zorrakino / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv">

León XIV en Barcelona

Ver Galería
<a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-1-1200x801.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="El presidente de la Generalitat, Salvador Illa, ha dado la bienvenida al pontífice. | David Zorrakino / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-7-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="El viento ha levantado la capa del papa a pie de pista en El Prat. | David Zorrakino / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="#galeria-publi4" class="galeria__foto item" data-caption="
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<a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-8-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="David Zorrakino / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-16-1200x1797.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Quique García / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-4-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="El papa saluda desde el coche junto al cardenal de Barcelona, monseñor Omella. | David Zorrakino / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-2-1200x801.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="León XIV saluda a la multitud congregada ante la Catedral de la Santa Cruz y Santa Eulalia de Barcelona. | Alberto Paredes / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="#galeria-publi8" class="galeria__foto item" data-caption="
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<a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-17-1200x802.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Andreu Dalmau / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-6-1200x801.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Alberto Paredes / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-14-1200x801.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="El papa a su llegada al templo. | Enric Fontcuberta / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-11-1200x1800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="El papa durante el rezo de la Hora media en la Catedral de Barcelona. | Enric Fontcuberta / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="#galeria-publi12" class="galeria__foto item" data-caption="
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<a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-12-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="León XIV saluda a los fieles congregados en el templo. | Enric Fontcuberta / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-13-1200x1800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Enric Fontcuberta / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-18-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Enric Fontcuberta / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-15-1200x1800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Una vez más en su visita a España, el papa ha sorprendido a propios y extraños con su alocución a la multitud congregada en la plaza de la Catedral de Barcelona. | Andreu Dalmau / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="#galeria-publi16" class="galeria__foto item" data-caption="
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<a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-9-1200x1800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Andreu Dalmau / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-5-1200x801.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Alberto Paredes / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-10-1200x802.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Andreu Dalmau / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-19-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Minutos después, el papa ha saludado a los fieles desde el balcón del palacio arzobispal. | Quique García / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="#galeria-publi20" class="galeria__foto item" data-caption="
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<a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-34-1200x800.jpeg" class="galeria__foto item" data-caption="Por la tarde, el papa ha recibido al presidente de la Generalitat. Salvador Illa ha obsequiado al papa con una reproducción de las Homilías de Organyà, una reproducción de la muñeca articulada de la necrópolis paleocristiana de Tarraco y una copia del acta notarial de colocación de la primera piedra de la Sagrada Familia. | Generalitat de Cataluña" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-20-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Una pareja observa los últimos preparativos en el Estadio Olímpico para la vigilia con el papa. | Alberto Estevez / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-21-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="El estadio comenzó a llenarse desde primera hora de la tarde. | Alberto Estevez / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-22-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Un grupo de sacerdotes anima la previa de la vigilia. | Alejandro García / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="#galeria-publi24" class="galeria__foto item" data-caption="
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<a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-23-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Los obispos españoles han asistido en pleno a la vigilia. | Alberto Estevez / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-24-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Alberto Estevez / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-27-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="El arzobispo de Madrid, José Cobo, y sus compañeros de la Conferencia Episcopal española, pocos minutos antes del comienzo de la vigilia. | Alberto Estevez / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-25-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Alejandro García / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="#galeria-publi28" class="galeria__foto item" data-caption="
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<a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-26-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Alejandro García / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-28-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption=""Hola, Papa Lleó XIV", rezan las pancartas que dan la bienvenida al papa a Barcelona. | David Zorrakino / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/europapress-7584754-ambiente-previo-vigilia-oracion-papa-leon-xiv-estadio-olimpico-lluis-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="

Ambiente previo a la vigilia de oración con el Papa León XIV, en el Estadio Olímpico Lluís Companys

EP" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-29-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="David Zorrakino / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="#galeria-publi32" class="galeria__foto item" data-caption="
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<a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-30-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Kike Rincón / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-31-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Kike Rincón / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-32-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Muchas banderas en el Estadio Olímpico. No han faltado las esteladas independentistas... | Kike Rincón / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-33-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="...ni las banderas arcoíris del orgullo gay. | Kike Rincón / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="#galeria-publi36" class="galeria__foto item" data-caption="
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<a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-35-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="La cantante Conchita, durante su actuación. | Alberto Estévez / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-36-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="El cantante Beret. | Alberto Estévez / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/europapress-7584944-papa-leon-xiv-llegada-vigilia-oracion-estadio-olimpico-lluis-companys-junio-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="

El Papa León XIV a su llegada a la vigilia de oración, en el Estadio Olímpico Lluís Companys

El Papa León XIV a su llegada a la vigilia de oración, en el Estadio Olímpico Lluís Companys | EP" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/europapress-7584948-papa-leon-xiv-abraza-nina-llegada-vigilia-oracion-estadio-olimpico-lluis-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="

El Papa León XIV abraza a una niña a su llegada a la vigilia de oración, en el Estadio Olímpico Lluís Companys

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El Papa León XIV (2d) durante la vigilia de oración, en el Estadio Olímpico Lluís Companys | Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/3791b591904f124ffa5b8e2a3f6c75df2f41586dw-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="

El papa León XIV

El papa León XIV durante la vigilia que celebra con 40.000 personas este martes en el Estadio Olímpico de Barcelona. | EFE/Alejandro García" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/a64a07bb6e0162acc4833e401608bac401763c20w-1200x1800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="

El papa León XIV abraza a una mujer durante la vigilia

El papa León XIV abraza a una mujer durante la vigilia que celebra con 40.000 personas este martes en el Estadio Olímpico de Barcelona | EFE/Alejandro García" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/fc2133861a293f22ec8673cea349474203c2358fw-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="

León XIV

El papa León XIV, acompañado por el cardenal Juan José Omella (3d), durante la vigilia que celebra con 40.000 personas este martes en el Estadio Olímpico de Barcelona EFE/Alberto Estévez | EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="#galeria-publi44" class="galeria__foto item" data-caption="
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El papa León XIV, acompañado por el cardenal Juan José Omella

El papa León XIV, acompañado por el cardenal Juan José Omella (i), durante la vigilia que celebra con 40.000 personas este martes en el Estadio Olímpico de Barcelona | EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/fa56c714711d3be2edb46951ef01321895549229w-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="

El papa León XIV, acompañado por el cardenal Juan José Omella

El papa León XIV, acompañado por el cardenal Juan José Omella (i) | EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/431d088ca535a633a8f11edd96ce7302a6330335w-1200x801.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="

León XIV

El papa León XIV saluda a los fieles a su llegada a la vigilia que celebra con 40.000 personas este martes en el Estadio Olímpico de Barcelona | EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv">

"En un mundo desgarrado por guerras y divisiones, en una sociedad cada vez más fragmentada e individualista", ha exhortado solemnemente el obispo de Roma, es imperativo ser "testigos y profetas de unidad, de acogida, de concordia y de paz, incluso a costa de sacrificios y renuncias". Asimismo, ha elogiado la labor de quienes trabajan por tender puentes en el seno de la Iglesia catalana "más allá de toda la polarización", palabras precedidas por la bienvenida en catalán del arzobispo de Barcelona, el cardenal Omella.

Doble sorpresa y baños de masas

Fiel a su estilo directo, León XIV ha roto el protocolo en dos ocasiones consecutivas al término de los actos litúrgicos, desatando el júbilo en el exterior. En primer lugar, ha salido a pie a la misma plaza de la Catedral para dirigirse directamente a los feligreses con un cercano: "Bon dia i bona hora, germans i germanes". En su breve discurso, ha agradecido la paciencia y la alegría de los congregados: "Jesucristo nos ha llamado a vivir como un solo pueblo unidos en la fe", ha exclamado antes de despedirse con un tradicional "Adéu-siau".

Apenas media hora después, el Papa ha vuelto a sorprender a la multitud al asomarse al balcón del Palau Episcopal junto al cardenal Omella. Pese a sufrir pequeños problemas técnicos con el micrófono, ha bendecido con calidez a los cerca de 500 fieles que todavía resistían en la plaza gótica tras horas de espera. Antes de abandonar el complejo catedralicio, el Pontífice ha descendido a la cripta para rezar ante el sepulcro de Santa Eulàlia y ha visitado el claustro, donde ha mostrado gran curiosidad por la histórica tradición barcelonesa del 'Ou com balla'.

La voz de los fieles: el amparo al migrante

La sensibilidad social demostrada por León XIV en sus encíclicas y discursos ha resonado con especial fuerza entre la comunidad migrante residente en Cataluña, que ha acudido en masa a recibirle. Los testimonios recogidos a pie de calle confirman que el mensaje de integración papal es visto como un bálsamo y un firme respaldo político y moral ante las dificultades de la diáspora.

"Yo espero que haga entender a la gente la importancia de la acogida y la inmigración. Sobre la gente que lo necesita, sobre los vulnerables, las guerras. Los niños, las madres y los ancianos, que son los que más lo padecemos", explicaba Bea, una fiel procedente de Colombia. En la misma línea, Florencia y Carina, ciudadanas argentinas, apuntaban: "Uno, cuando emigra a otro país, se siente a veces discriminado o no tiene las mismas oportunidades. Nos conmueve y agradecemos mucho este apoyo explícito que el Papa brinda siempre a la gente migrante".

Agenda institucional y una tarde multitudinaria en Montjuïc

Ya por la tarde, el Palau Episcopal ha sido el escenario de la audiencia privada de León XIV al presidente de la Generalitat de Cataluña, Salvador Illa, en el que el principal encuentro de carácter institucional de la jornada.

Posteriormente, el foco se ha desplazado hacia la montaña olímpica. En el Estadio Olímpico de Montjuïc, León XIV preside una multitudinaria vigilia de oración ante unas 60.000 personas. Un evento masivo de fuerte carácter juvenil que cerrará la primera jornada de esta histórica e intensa etapa catalana.

Netanjahu feiert: Khan fliegt – und der Haftbefehl gegen ihn gleich mit

9 June 2026 at 19:56

Von Hans-Ueli Läppli

Wieder einmal hat Benjamin Netanjahu Grund zum Feiern.

Karim Khan, der Mann, der Haftbefehle gegen ihn und Gallant beantragt hat, ist raus. Suspendiert. Mit sofortiger Wirkung.

Sex-Skandal, 18 Monate Untersuchung, fertig. Während Khan noch seine Unschuld beteuert und das Verfahren "rechtswidrig" nennt, reibt sich Netanjahu in Jerusalem die Hände.

Netanjahu always wins.

Und wann nicht?

Der IStGH, der sich jahrelang als moralische Instanz aufgespielt hat, liegt am Boden.

Der Chefankläger, der Netanjahu gleichermaßen vor Gericht zerren wollte, ist selbst erledigt.

Israels UN-Botschafter Danny Danon nennt das Gericht "bis ins Mark verrottet" und fordert die sofortige Streichung der Haftbefehle.

Natürlich.

Weil es so praktisch ist.

Aber lass uns mal ehrlich reden: Wer ist hier eigentlich der Richter?

Nicht der IStGH. Nicht die 125 Vertragsstaaten, die jetzt per geheimer Abstimmung über Khans Schicksal entscheiden sollen.

Der wahre Richter sitzt nicht in Den Haag.

Er sitzt in Jerusalem, in Washington und in den Machtzentren, wo Israels Interessen zählen – nicht Paragrafen.

Netanjahu hat wieder mal bewiesen, dass man als mächtiger Regierungschef mit genug Verbündeten und Druckmitteln am Ende immer oben bleibt.

Khan wollte ihn kriminalisieren?

Pech gehabt.

Jetzt ist Khan selbst der Skandal.

Das Timing könnte für Netanjahu nicht besser sein. Zu Hause unter Druck, Krieg in Gaza, Opposition laut – und plötzlich liefert ihm der IStGH den perfekten Befreiungsschlag.

"Seht ihr?", wird er sagen, "das war von Anfang an ein politisches Tribunal."

Und die Welt schaut zu, wie der mächtigste Mann Israels mal wieder ungeschoren davonkommt.

Netanjahu feiert. Klar.

Aber während er lacht, sollte man sich eine Frage stellen:

Ist das wirklich ein Sieg für die Gerechtigkeit?

Oder nur das nächste Kapitel in der alten Geschichte, dass manche eben immer gewinnen – und der Rest nur zuschaut?

Khan fliegt. Der Haftbefehl wackelt.

Und Netanjahu? Der gewinnt mal wieder. Wie immer. Und wann nicht?

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Trump gesteht ein: Apache-Hubschrauber abgeschossen

9 June 2026 at 19:48

Vor dem Hintergrund vergangener Ereignisse ist das höchst ungewöhnlich. Schließlich stellt sich seit Monaten die Frage, ob der Flugzeugträger Gerald Ford tatsächlich das Opfer eines plötzlichen Waschmaschinenbrandes wurde oder doch iranische Raketen oder Drohnen dabei eine Rolle spielten. Auch die Geschichte mit dem abgeschossenen Piloten, der aus Iran gerettet worden sein soll, steht gegen die Vermutung, das sei ein Einsatz von Spezialeinheiten gewesen, die beim Versuch scheiterten, das iranische Uran zu holen.

"Ich wurde gerade von unserem großartigen Militär informiert, dass letzte Nacht die Iraner einen unserer hochentwickelten Apache-Hubschrauber abgeschossen haben, als er über der Straße von Hormus patrouillierte", schrieb US-Präsident Donald Trump in einer Nachricht auf Truth Social.

Das CENTCOM, das militärisch das Kommando beim Einsatz rund um Iran führt, hatte schon vor einigen Stunden mitgeteilt, zwei Piloten eines Apache seien in der Straße von Hormus in der Nähe der omanischen Küste von Seedrohnen gerettet worden, als ihr Hubschrauber niederging. Die New York Times hatte schon zuvor vom Absturz des Hubschraubers berichtet, ohne einen Grund anzugeben.

An AH-64 Apache attack helicopter belonging to the U.S. Army was shot down and destroyed by the IRGC Navy near the Strait of Hormuz, after ignoring warnings and being targeted by fired from one of our speedboats.

— Ebrahim Zolfaghari ☫ (@Ebrahim_Zolfgri) June 9, 2026

"Neu: Zwei US-Soldaten sind sicher nach einer dramatischen Rettungsoperation vor der Küste von Oman. Das CENTCOM sagt, die Mannschaftsmitglieder seien etwa zwei Stunden, nachdem ihr AH-64-Apache-Hubschrauber niederging, während er über den Gewässern patrouillierte, gerettet worden."

Trump bestätigt nun, die beiden Piloten seien sicher und unverletzt, und fügte dann hinzu: "Nichtsdestotrotz müssen die Vereinigten Staaten notwendigerweise auf diesen Angriff antworten."

Man könnte glauben, damit sei die Situation klar. Allerdings – es gibt iranische Stimmen, die in diesem Fall erklären, Iran habe nichts damit zu tun gehabt. Wie Seyed Mohammad Marandi, ein Literaturprofessor aus Teheran, der auf vielen Kanälen Teherans Position erläutert. Im Gegensatz dazu schrieb Ebrahim Zolfaghari, Sprecher des gemeinsamen Operationskommandos der iranischen Armee und der Revolutionsgarden:

An AH-64 Apache attack helicopter belonging to the U.S. Army was shot down and destroyed by the IRGC Navy near the Strait of Hormuz, after ignoring warnings and being targeted by fired from one of our speedboats.

— Ebrahim Zolfaghari ☫ (@Ebrahim_Zolfgri) June 9, 2026

"Ein AH-64-Apache-Angriffshubschrauber, der der US-Armee gehört, wurde von der Marine der Revolutionsgarden in der Nähe der Straße von Hormus abgeschossen und zerstört, nachdem er Warnungen ignoriert hatte und von einem unserer Schnellboote ins Visier genommen worden war."

CNN erklärte mittlerweile, der Hubschrauber sei durch eine Shahed-Drohne zum Absturz gebracht worden. Die allerdings folgen einem vorab eingegebenen Kurs und können nicht während des Flugs auf ein bewegliches Ziel gelenkt werden. Das spräche eher für eine zufällige Kollision.

Dass Trump diesmal den Abschuss bestätigt, könnte eine Eskalation seitens der Vereinigten Staaten ankündigen, die zuletzt die Angriffe den Israelis überlassen hatten. Selbst wenn das nicht der Fall sein sollte, eine Wirkung hatte seine Mitteilung auf jeden Fall bereits jetzt: Der Ölpreis stieg binnen Minuten. Auch der Nasdaq 100 verlor vier Prozent.

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The Trump Administration moves forward with revoking the citizenship of 17 naturalized immigrants

Seventeen naturalized U.S. citizens could lose their citizenship after the Department of Justice announced new actions on Monday to revoke that status. The move is part of the denaturalization campaign pursued by President Donald Trump’s administration against people whom the Republican government says obtained citizenship through fraud or deception during the naturalization process.

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© Robert Nickelsberg (Getty Images)

Applicants for U.S. citizenship receive their naturalization certificates in New York on June 4, 2025.

Mundial 2026: Irão treina no México enquanto problemas fronteiriços nos EUA se agravam

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Mundial 2026: Irão treina no México enquanto problemas fronteiriços nos EUA se agravam

Foi cancelada a quota de bilhetes do Irão para o Mundial e 13 delegados da delegação iraniana continuam sem visto, obrigando a seleção a instalar-se no México; um árbitro somali foi barrado, um avançado iraquiano retido sete horas em Chicago e jogadores senegaleses revistados à chegada

LEIA MAIS : http://pt.euronews.com/2026/06/09/irao-treina-no-mexico-enquanto-aumentam-problemas-fronteiricos-para-mundial-nos-eua

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Wollen nicht an der Front kämpfen: Zahl der wehrfähigen Ukrainer in Deutschland deutlich gestiegen

9 June 2026 at 19:15

Seit Anfang 2025 ist die Zahl der ukrainischen Männer im wehrfähigen Alter in Deutschland deutlich gestiegen. Das geht aus aktuellen Daten des Bundesamtes für Migration und Flüchtlinge (BAMF) hervor, die dem RedaktionsNetzwerk Deutschland (RND) vorliegen.

Zum 30. Mai 2026 hielten sich lau BAMF-Angaben genau 1.348.258 Menschen in Deutschland auf, die aus der Ukraine nach Deutschland eingereist waren, darunter 355.745 Männer im wehrfähigen Alter, also zwischen 18 und 63 Jahren. Zum Stichtag 8. März 2025 waren es nur 1.253.569 gewesen, darunter 297.660 Männer zwischen 18 und 63 Jahren.

"Das bedeutet: Unter den in diesem Zeitraum neu hinzugekommenen fast 95.000 Menschen aus der Ukraine waren rund 60 Prozent Männer im wehrfähigen Alter. Dies steht in einem deutlichen Gegensatz zum Zuzug während der Anfangszeit des russischen Krieges gegen das Land, als Frauen mit Kindern überwogen. So lag der Anteil der Alleinerziehenden und deren Kindern unter den Zugewanderten aus der Ukraine damals mit 40 Prozent fünfmal höher als der entsprechende Anteil in der Gesamtbevölkerung", schreibt das RND zu den Zahlen. 

Den Grund für diese Entwicklung sieht die Medienplattform in Kiews Lockerung des Ausreiseverbots im August 2025. Seitdem dürfen wehrfähige Männer im Alter zwischen 18 und 22 Jahren die Ukraine verlassen, was zuvor nur in Ausnahmefällen möglich war. Die Maßnahme war angesichts des Personalmangels an der Front auf Kritik bei Kiews westlichen Unterstützern gestoßen. 

Viele junge ukrainische Männer machten von der Neuregelung Gebrauch, weil sie offensichtlich nicht an die Front geschickt werden wollen. Bundeskanzler Friedrich Merz bekundete bereits vergangenes Jahr sein Missfallen darüber und forderte vom ukrainischen Präsidenten Wladimir Selenskij, für strengere Ausreisebestimmungen für junge Männer zu sorgen. "Ich habe ihn gebeten, dafür zu sorgen, dass diese jungen Männer im Land bleiben, weil sie im Land gebraucht werden und nicht in Deutschland", sagte der CDU-Chef.

Bei einem Treffen der EU-Innenminister vergangene Woche hatte Bundesinnenminister Alexander Dobrindt gefordert, wehrfähigen Ukrainern nicht mehr pauschal Schutz über die sogenannte Massenzustromrichtlinie zu gewähren. Ukrainische Männer zwischen 18 und 63 Jahren müssten dann nach ihrer Einreise Asyl beantragen und hätten dann wahrscheinlich deutlich geringere Chancen, in Deutschland bleiben zu dürfen.

Dobrindt soll laut Medienberichten die Mehrheit der EU-Innenminister bei dem Vorhaben auf seiner Seite haben. Bis Ende Juni muss nun die EU-Kommission entscheiden, ob sie die Massenzustromrichtlinie für Ukrainer im wehrfähigen Alter abschafft. 

Die Allianz Ukrainischer Organisationen lehnt Dobrindts Vorhaben ab. "Menschenrechte müssen auch in Zeiten des Krieges gewahrt bleiben", sagte die Vorsitzende Oleksandra Bienert gegenüber dem RND.

Mehr zum Thema  EU-Sonderbeauftragte: Schutz für ukrainische Männer in der EU "ist nicht logisch"

Genf verbarrikadiert sich: Angst vor Krawallen wie 2003 beim G7-Gipfel in Évian

9 June 2026 at 19:14

In Genf werden derzeit Schaufenster mit Holzplatten zugemacht. Schreinereien kommen kaum mehr nach. Viele Läden in der Innenstadt planen, während des G7-Gipfels einfach dichtzumachen. Die Nervosität ist groß – und sie hat einen konkreten Namen: 2003.

Damals fand in Évian der G8-Gipfel statt. In Genf und Lausanne kam es zu tagelangen Ausschreitungen. Fensterscheiben zerbarsten, Läden wurden geplündert, es gab schwere Zusammenstöße mit der Polizei. Der Sachschaden belief sich auf rund 35 Millionen Franken. Viele Genfer haben diese Bilder noch genau vor Augen.

Und jetzt, 23 Jahre später, wiederholt sich die Situation: ein großer Gipfel direkt vor der Haustür, Proteste angekündigt, und die Frage, ob es wieder eskaliert.

Die Behörden ziehen alle Register. Bis zu 5.000 Soldaten werden in den kommenden Tagen in Stellung gebracht. Sie unterstützen die Polizei bei der Grenzsicherung, am Flughafen und beim Schutz wichtiger Objekte.

Vom 10. bis zum 19. Juni gelten temporäre Grenzkontrollen. Einige kleinere Übergänge bleiben ganz geschlossen. Gleichzeitig hat der Kanton strenge Regeln für die große Demo am 14. Juni erlassen. Die Route führt nur über die rechte Rhôneseite. Vermummung ist verboten, Lautsprecher ebenfalls. Der Pont du Mont-Blanc bleibt gesperrt.

Die "No G7"-Koalition, ein Bündnis aus über 50 Organisationen, will am Sonntag durch die Stadt ziehen. Erwartet werden 10.000 bis 20.000 Menschen, im ungünstigsten Fall bis zu 50.000. Die Organisatoren kritisieren die Auflagen als zu streng. Die Behörden sagen: friedlicher Protest ja, Krawalle nein.

In den Geschäften herrscht Pragmatismus. Manche zahlen mehrere Tausend Franken für die Absicherung der Fronten. Andere schließen einfach für ein paar Tage. Die Angst vor Sachschäden ist real. Gleichzeitig bereiten sich auch die Spitäler vor. Im Universitätsspital Genf werden nicht dringende Operationen reduziert, zusätzliche Betten werden bereitgestellt.

Genf ist nicht Gastgeber des Gipfels. Trotzdem trägt der Kanton einen großen Teil der Sicherheitslast. Die Regierung hat Frankreich mehrmals dazu aufgefordert, die Proteste stärker auf französischem Gebiet zu halten und sich an den Kosten zu beteiligen. Bisher ohne durchschlagenden Erfolg.

Ob die Vorkehrungen reichen, wird sich in den nächsten Tagen zeigen. Die Stadt versucht, aus den Fehlern von 2003 zu lernen. Gleichzeitig bleibt die Stimmung angespannt. Viele Genfer hoffen einfach, dass es diesmal ruhiger bleibt.

Mehr zum Thema – NZZ behauptet: Selenskij ist nicht korrupt! Seine Offshore-Firmen? Nur eine Risikoreduzierung!

Battaglione Geronimo schierato segretamente in Israele: qual era il compito dei parà Usa contro l'Iran

Il Pentagono schierò segretamente in Israele una forza composta da elementi del "Battaglione Geronimo", un reggimento di paracadutisti dell'82ª Divisione Aviotrasportata “All American” che era stata mobilitata per condurre operazioni terrestri sull'isola di Kharg e ottenere il controllo sulle zone costiere dello Stretto di Hormuz.

Secondo quanto viene reso noto solo ora dalle indiscrezioni del giornalista Ken Klippenstein, un raggruppamento di 1000 uomini della 82ª Divisione Aviotrasportata che erano stati inviati in Medio Oriente era stato schierato "segretamente in Israele all'inizio di aprile, come parte del piano di contingenza congiunto tra Israele e gli Stati Uniti per il sequestro dell'isola di Kharg controllata dall'Iran nel Golfo Persico e per la creazione di territori costieri all'interno dell'Iran".

Klippenstein asserisce di aver visionato l'ordine di dispiegamento, emesso il 7 aprile, che faceva riferimento a un contingente di paracadutisti appartenenti al 2° Battaglione del 501º Reggimento della 82ª Divisione Aviotrasportata - il famoso "Battaglione Geronimo" del 1° Combat Team che deve il suo nome al grido di battaglia “Geronimo!” urlato nell'agosto del 1942 dal soldato Aubrey Eberhardt durante uno dei primi lanci di addestramento che la nuova “fanteria paracadutista” effettuò a Fort Benning.

Il “Battaglione Geronimo” è una formazione d'élite all'interno dell'82ª Divisione Aviotrasportata, già nota alla storia per aver preso parte allo sbarco in Sicilia e in Normandia durante la Seconda guerra mondiale, diventando parte della “Forza di risposta strategica degli Stati Uniti” e prendendo parte alle operazioni militari nella Repubblica Dominicana, a Grenada, nelle due guerre del Golfo e nella campagna in Afghanistan.

Alla fine di marzo, informazioni riguardanti il dispiegamento di forze terrestri americane in Medio Oriente riportarono che il Pentagono era in procinto di firmare l'ordine per inviare circa 1000 paracadutisti dell’82ª Divisione in Medio Oriente, ma si riteneva che avrebbero preso posizione nelle basi comunemente impiegate dagli Stati Uniti nella regione, in Kuwait o in Qatar, non in Israele.

Già allora si riteneva probabile che questa forza d’intervento rapido aviotrasportata avrebbe potuto prendere parte, con i 5.000 marines della 31st Marine Expeditionary Unit e le unità di forze speciali della Delta Force e dei Navy SEAL, alle “operazioni terrestri” che avrebbero potuto avere come obiettivo la conquista dell’isola di Kharg, dove sorge il principale terminal petrolifero controllato dall’Iran nel Golfo Persico, o di tratti di isole strategiche e zone costiere dell’Iran che avrebbero facilitato la riapertura dello Stretto di Hormuz con la forza.

Dopo la notizia che le forze speciali israeliane hanno stabilito una base avanzata segreta in Iraq e preso posizione segretamente in Azerbaigian, il fatto che gli Stati Uniti abbiano schierato truppe in Israele, notoriamente considerato il principale alleato militare in Medio Oriente, non dovrebbe sconvolgere. È tuttavia interessante notare, se l’informazione venisse confermata, come lo schieramento accanto alle Sayeret israeliane o a unità speciali come la Shaldag di una forza d’intervento statunitense prevedesse realmente un piano d’attacco aviotrasportato e anfibio del territorio iraniano in quella che molti considerano, in definitiva, la Terza guerra del Golfo. Una guerra che non è ancora terminata.

BRB precisa de R$ 8,8 bilhões para fazer frente a perdas com o Master

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O presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, confirmou nesta terça-feira (9) que o banco estatal do Distrito Federal precisa de R$ 8,8 bilhões para fazer frente a "possíveis perdas" decorrentes de negócios feitos com o Banco Master, do banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo Souza, o “provisionamento” ou “capitalização” funcionará como uma reserva necessária para preservar o fôlego financeiro, evitando a quebra da instituição

O valor foi calculado após uma auditoria interna descobrir que, dos R$ 30 bilhões em títulos comprados do Master, ao menos R$ 8,8 bilhões podem estar perdidos. Destes, pelo menos R$ 2,6 bi não têm lastro, ou seja, não há nenhuma garantia real de o BRB ser reembolsado.

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“Eu podia colocar [na provisão de perdas] só os R$ 2,6 bi que simplesmente não existem, mas não é só isto. Existem outros ativos frágeis que, na análise que fizemos, chegam a R$ 8,8 bi”, explicou Souza.

Para cobrir o rombo e acalmar os correntistas e o mercado, o Governo do Distrito Federal (GDF), principal acionista do banco, com 53,7% das ações, estruturou um projeto de lei que, se aprovado pela Câmara Legislativa do DF, o autorizará a fazer um empréstimo de R$ 6,6 bi ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) – uma entidade privada mantida com as contribuições obrigatórias de bancos públicos e privados. A operação foi homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no fim de maio.

“Como vamos completar os R$ 8,8 bi [de provisionamento]? Com a securitização da dívida do GDF”, explicou Souza ao participar, nesta terça-feira (9), de uma audiência pública realizada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

A securitização permite ao GDF receber, antecipadamente, créditos a vencer. Na primeira etapa, em 25 de maio, o BRB recebeu R$ 1,17 bi, já integralizados. A expectativa de Souza é que o banco arrecade, com o mecanismo, no mínimo mais R$ 3 bi por meio da operação financeira estruturada com a participação do banco BTG Pactual.

“Precisaremos de apenas R$ 2,2 bi para termos o aporte de R$ 8,8 bi”, disse Souza, destacando que, para levar o plano adiante integralmente, é necessário que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprove o projeto de lei já homologado pelo STF.

“É um projeto de lei importantíssimo para a sobrevivência do BRB. Fundamental”, comentou Souza ao reconhecer que, hoje, o BRB é “o maior problema” do sistema financeiro nacional e que a recuperação do banco estatal não está sendo fácil.

“Este problema [envolvendo o Master] é muito maior e o BRB é a maior vítima”, o presidente do BRB, referindo-se ao fato do banco administrar cerca de R$ 30 bilhões em depósitos judiciais recolhidos por determinação de tribunais de justiça de quatro estados (AL; BA; MA e PB) e do Distrito Federal. Além disso, o BRB responde, hoje, por cerca de 64% dos financiamentos imobiliários do Distrito Federal, controlando uma carteira de quase R$ 15 bilhões.

 “Se o BRB desaparecer, for liquidado ou mesmo for sancionado pelo Banco Central com um regime de administração extraordinária temporária [Raet, uma intervenção], será um problema não só para Brasília, mas para todos os locais onde o banco está presente”, comentou Souza.

O presidente do BRB garantiu que, com o provisionamento, o banco tem condições estruturais para seguir operando. “Hoje, ele já é mais saudável do que era em novembro, quando cheguei. Nunca deixou de cumprir uma obrigação e segue operando regularmente.”

Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

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