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AlgarExperience | Primeira edição do REGENERAR

4 June 2026 at 21:54

A primeira edição do REGENERAR realizou-se com grande sucesso, reunindo um grupo de mulheres para uma experiência única dedicada à longevidade feminina, ao bem-estar e ao desenvolvimento pessoal. Ao longo de três horas ao pôr do sol, as participantes embarcaram numa jornada de conhecimento, consciência e regeneração, num ambiente intimista cuidadosamente preparado para promover a […]

Madre Fruta | Formação GLOBALG.A.P. “UFCD 2921” – Olhão

4 June 2026 at 21:33

Estão abertas inscrições para a UFCD 2921 – Normas de qualidade, proteção do ambiente, segurança, higiene e saúde no trabalho agrícola (25 horas), que será ministrada de acordo com o referencial GLOBALG.A.P. A formação é gratuita e será dada em regime presencial, nas instalações da Madre Fruta em Olhão, dias 01, 02, 03, 09 e 10 de julhodas 09h30 às […]

Comissário Europeu elogia controlo de fronteiras aeroportuárias em Portugal “Têm feito um excelente trabalho”

4 June 2026 at 21:09

O Ministro da Administração Interna, Luís Neves, e o Comissário Europeu para os Assuntos Internos e Migração, Magnus Brunner, estiveram reunidos, esta quarta-feira, à margem do Conselho de Justiça e Assuntos Internos (JAI), que decorre no Luxemburgo. Numa declaração conjunta à imprensa, o Comissário Europeu começou por dizer que o Entry/Exit System (EES) é uma […]

Festival da Sardinha assinala 30ª edição com cartaz de excelência na zona ribeirinha de Portimão

4 June 2026 at 20:35

O Festival regressa de 4 a 9 de agosto, com Matias Damásio (4), Némanus (5), Átoa (6), Cuca Roseta (7), Fernando Daniel (8) e Xutos e Pontapés (9).

Será precisamente daqui a dois meses que o Festival da Sardinha regressa à Zona Ribeirinha de Portimão para, entre 4 e 9 de agosto, celebrar uma memorável 30ª edição com grandes nomes da música portuguesa, tradições e o maior ex-líbris da gastronomia local.

Em contagem decrescente para esta edição especial, estão confirmadas as atuações de Matias Damásio (a 4 de agosto), Némanus (5), Átoa (6), Cuca Roseta (7), Fernando Daniel (8) e, a fechar o evento, Xutos e Pontapés (9), todas no palco principal, sempre a partir das 22h00.

Com este cartaz eclético e para todos os gostos, serão ouvidos os últimos temas destes grandes artistas da atualidade, mas também os êxitos que marcaram gerações como “A minha Casinha” e “Contentores”, aos quais ninguém ficará indiferente.

Xutos e Pontapés, o grupo de rock mais conhecido no país fará as honras de encerrar esta emblemática edição, enquanto Matias Damásio abrirá o evento com os sons do kizomba e semba recordando temas de sucesso como “Loucos”, “Como Antes”, “Teu Olhar” e “Por ti”.

Ainda com o kizomba e o funaná, Némanus animará a segunda noite, ficando o palco principal reservado para os portugueses Átoa no dia seguinte e para o fado de Cuca Roseta, a 7 de agosto. No sábado, dia 8, será também a estreia do conhecido músico português Fernando Daniel nos palcos do Festival da Sardinha, numa noite que também promete atrair muitos dos seus fãs.

Recriação da Descarga da Sardinha marca o arranque

Está também confirmada na abertura oficial, a 4 de agosto, a Recriação da Descarga da Sardinha, no Cais Gil Eanes, numa iniciativa que tem vindo a ganhar destaque ao longo dos anos.

Em horário ainda a definir, esta recriação é o resultado do excelente e continuado trabalho da autarquia, através do Museu de Portimão, que valeu em 2020 a menção honrosa atribuída pela APOM – Associação Portuguesa de Museologia, na categoria de “Inovação e Criatividade”.

Numa viagem ao passado, a recriação que conta com a parceria da Docapesca – Portos e Lotas SA, que oferece 500 quilos de sardinha fresca para o efeito, contextualiza a importância da pesca e da sardinha para um concelho que, mais tarde, evoluiu para se tornar destino turístico de excelência. As origens nunca foram esquecidas, e o facto é que em 1985 estreia na cidade o Festival da Sardinha, evento que foi realizado com alguns interregnos, mas que sempre privilegiou a identidade local.

Evento sustentável e amigo do ambiente procura voluntários

Desde 2022 que o Festival da Sardinha apresenta edições mais sustentáveis, adotando práticas amigas do ambiente, num compromisso ambiental assumido entre a Câmara Municipal de Portimão e a EMARP – Empresa Municipal de Águas e Resíduos de Portimão.

Durante a última edição do Festival da Sardinha, que tem selo de evento sustentável, foram encaminhadas para valorização 9,3 toneladas de materiais. Destas, 7.608 kg referiam-se a resíduos orgânicos (convertidos depois em fertilizante natural), 660 kg eram embalagens de plástico e metal, 695 kg de papel/cartão e 313 kg eram vidro.

Este ano, a sustentabilidade e a reciclagem voltam a ser uma aposta do Município e da EMARP, estando abertas as inscrições para voluntários que queiram colaborar nesta missão.  Podem inscrever-se jovens com idade entre os 18 e os 30 anos, sendo possível candidatarem-se a um de dois turnos disponíveis. O primeiro será das 18h00 às 00h00 e o segundo das 19h00 às 01h00, sendo em ambos fornecido jantar pela organização e um valor de 35,00 euros diários.

As inscrições decorrem até dia 30 de junho, através do endereço https://www.cm-portimao.pt/recrutamento-festival-sardinha

30 edições a unir gerações em torno da sardinha

Entre alguns interregnos, são 30 anos de realização deste evento acarinhado pelos portimonenses como revelador de um passado rico e do sentimento de pertença existente na cidade, e, ao mesmo tempo, como promotor daquele que é um dos produtos mais apreciados nesta altura do ano.

É também chamariz para visitantes nacionais e estrangeiros que apreciam a boa sardinha assada, a música portuguesa e a animação. A este propósito, destaque-se que este certame âncora no Algarve, realizado pela primeira vez em 1985, foi eleito, em 2022, o melhor evento gastronómico de verão da Europa pela Big 7 Travel, em 2023 foi finalista dos Prémios AHRESP, e é detentor do prémio de Excelência Autárquica 2025 no âmbito do III Congresso da Cidade Social, na categoria “Cultura”.

O Festival da Sardinha é organizado pela Câmara Municipal de Portimão, sendo um dos eventos âncora do verão algarvio que cruza a identidade local com animação musical e a degustação da tradicional Sardinha, num espaço privilegiado junto ao Rio Arade.

Conta com a parceria da EMARP – Empresa Municipal de Águas e Resíduos de Portimão e da Docapesca – Portos e Lotas SA, e o apoio da Região de Turismo do Algarve, da Delta Cafés e da Socialgar Seguros.

Toda a informação relativa ao mais famoso evento gastronómico do Algarve, que tem entrada livre, pode ser brevemente consultada no site oficial, em https://festivaldasardinha.pt/

Atleta Algarvio Usumane Djumo Conquista o Pódio em Espanha

4 June 2026 at 20:30

O atleta de Armação de Pêra Usumane Djumo alcançou um resultado de enorme prestígio internacional ao conquistar a medalha de bronze e subir ao pódio na final dos 110 metros barreiras, realizada esta semana, no dia 3 de Junho no Complexo Desportivo da Cidade de Valladolid em Espanha (pistas de atletismo de Pepe Rojo). Num evento que atraiu as atenções do atletismo mundial, o algarvio Usumane Djumo garantiu o 3º lugar com a marca oficial de 14.21 segundos.

A conquista do algarvio e luso-guineense Usumane Djumo ganha uma importância ainda maior pelo contexto em que foi alcançada: o evento integra o restrito Global Calendar da World Athletics. Isto significa que a marca e o tempo oficiais conquistados por Djumo são plenamente válidos para os rankings mundiais e contam diretamente para as qualificações internacionais das grandes competições globais.

O Presidente do Governo de Valladolid destacou o impacto do torneio para a região e a projeção internacional trazida por atletas de alto rendimento como o Usumane Djumo: “É uma honra ver Valladolid transformar-se na capital do atletismo internacional e receber atletas de topo que elevam o nome da nossa cidade em todo o mundo através do calendário da World Athletics.”

 Com este pódio, o atleta de Armação de Pêra Usumane Djumo consolida a sua posição entre a elite da disciplina, somando pontos valiosos e demonstrando uma excelente forma desportiva numa época crucial para as aspirações internacionais.

Por: USSUMANISPORT

Foto de: BRUCE TAGOE / 29PHOTOSTUDIO

Pode haver trânsito proibido apenas para alguns veículos? O Código da Estrada não dá margem para dúvidas

4 June 2026 at 20:30

Nem sempre uma estrada tem de ser encerrada a todos os condutores quando há obras, acidentes, tempestades ou outras situações que afetem a segurança da circulação. Em alguns casos, a via pode continuar aberta, mas apenas para determinados veículos.

De acordo com o Notícias ao Minuto, o Código da Estrada prevê expressamente a possibilidade de proibir, de forma temporária ou permanente, a circulação de certos veículos. A regra está no artigo 10.º e permite às autoridades aplicar restrições seletivas quando existam circunstâncias anormais de trânsito.

A estrada pode estar aberta, mas não para todos

O artigo 10.º do Código da Estrada estabelece que, em determinadas situações, pode ser proibida temporariamente a circulação de certos tipos de veículos ou de veículos que transportem determinadas mercadorias. Na prática, isto significa que uma via pode continuar transitável para automóveis ligeiros, mas estar interdita a veículos pesados, transportes especiais ou veículos com cargas consideradas mais sensíveis.

A lei também permite que estas restrições sejam aplicadas em todas as vias públicas ou apenas em algumas. Podem ser medidas temporárias, quando resultam de uma situação passageira, ou permanentes, quando as características da via justificam uma limitação contínua.

Que situações podem justificar a proibição?

O Código da Estrada não apresenta uma lista fechada de circunstâncias. Refere antes a existência de “circunstâncias anormais de trânsito”, uma expressão que permite abranger diferentes cenários. Podem estar em causa tempestades, derrocadas, inundações, acidentes graves, obras, danos no pavimento, fragilidade de pontes ou outras situações que tornem arriscada a passagem de certos veículos.

A lógica é simples: nem todos os veículos representam o mesmo risco em todas as condições. Um ligeiro pode circular sem grande dificuldade numa via condicionada, enquanto um pesado pode agravar danos no piso, ocupar demasiado espaço ou aumentar o perigo em caso de acidente.

Pesados e mercadorias perigosas entre os casos mais prováveis

Embora a lei não identifique concretamente todos os veículos abrangidos, as restrições podem aplicar-se, por exemplo, a veículos pesados ou a transportes de mercadorias perigosas. Estes veículos têm características que podem justificar maior prudência. O peso, a dimensão, a carga transportada ou a dificuldade de manobra podem tornar a circulação mais arriscada em determinados troços.

Também podem existir limitações em zonas urbanas, estradas estreitas, pontes, túneis ou vias afetadas por obras. Em todos estes casos, a decisão depende das condições concretas e da avaliação das autoridades competentes.

Há multas para quem desrespeitar

Quem circular com um veículo abrangido por uma proibição pode ser sancionado. Segundo o Notícias ao Minuto, a coima prevista varia entre 150 e 750 euros.

Além da multa, o condutor não pode continuar a marcha enquanto a proibição estiver em vigor. Isto significa que, mesmo depois de identificado ou autuado, terá de aguardar pelo fim da restrição ou seguir por uma alternativa permitida. Esta consequência pode ter impacto especial em motoristas profissionais, transportes de mercadorias ou condutores de veículos pesados, sobretudo quando a restrição afeta rotas habituais.

Restrições têm de ser comunicadas

O Código da Estrada prevê ainda que estas proibições ou condicionamentos sejam divulgados. A informação pode chegar aos condutores através da comunicação social, painéis eletrónicos, sinalização própria ou distribuição de folhetos informativos.

A divulgação é essencial para que os condutores saibam que a estrada pode estar aberta apenas para alguns veículos. Em muitos casos, a informação deverá também indicar quais os veículos abrangidos e que alternativas existem.

Assim, a resposta é clara: sim, pode haver trânsito proibido apenas para alguns veículos. O Código da Estrada permite esse condicionamento quando existam razões de segurança ou circunstâncias anormais de trânsito, e quem ignorar a restrição arrisca multa até 750 euros e pode ser impedido de continuar viagem.

Leia também: Tribunal ‘trava’ o Fisco no IUC: afinal, quem paga quando o carro já foi vendido?

Dia Mundial dos Oceanos assinalado em Burgau e Salema pelo terceiro ano consecutivo

4 June 2026 at 19:53

A Junta de Freguesia de Budens volta a associar-se às comemorações do Dia Mundial dos Oceanos, promovendo, pelo terceiro ano consecutivo,

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O magnífico Dr. A.

4 June 2026 at 17:30

– E eu tenho por esta lei muito carinho…

Assim rezou o palestrante. Para o magnífico Dr. A., esse decreto com que coabitava todos os dias, como se fosse cão, gato ou filho, era muito lá de casa. Poucas vezes ouvimos alguém confessar estes afectos subterrâneos. São verberadas pelo catecismo e pelos amigos mais moralistas as paixões que têm por alvos mudos objectos: dinheiro, móveis, roupas, até empregos. E, neste país, para o bem e para o mal, gostamos mais de contornar legislação do que de sublinhá-la. Ali estava o magnífico Dr. A. para contrariar o carácter nacional.

Esmagado sob o peso da própria gravidade, entrara na sala, secundado por um adjunto e uma secretária. O adjunto sentou-se e ficou responsável por passar os slides da apresentação. Era o “melhor técnico” com que o Dr. já tinha trabalhado.  A secretária, o seu “braço direito”, era alguém em quem o Dr. confiava cegamente. Competentíssima, proba, foi passando atrás das cadeiras para ir registando tudo. De bico selado, não ousou fazer o mínimo ruído a tirar fotografias. Mesmo tendo aquele aspecto protuberante e nervoso, A. quase murmurava. Quando lhe pediram que falasse mais alto, denunciou logo a má acústica do sítio. Se pudessem, franziriam o sobrolho os arcos das abóbadas brancas.

Abriu as hostilidades cuspindo o seu currículo extenso. Conhecia este, conhecia aquele, tinha muito a dever a fulano que chegara a director, era uma voz indómita à mesa dos ministros. Para queimar tempo, pediu à audiência que se apresentasse. À medida que das vozes trémulas iam escapando o nome e a formação, o magnífico Dr. A. ia arrolando vítimas para a sua peça. Que não se encolhesse o antigo inspector das Finanças: toda a gente desconfiava desses coca-bichinhos! Também ele conhecia e apreciava uma inspectora. Partilhavam, aliás, o leito matrimonial. E a rapariga que tinha acabado de entrar no primeiro emprego que tivesse paciência, levantasse a mão quando não percebesse alguma coisa. Dali a três ou quatro anos, já dominaria aquilo de trás para a frente. Se conseguisse entender alguma coisa, entretanto. Que se resignasse o tipo que tinha abandonado a instituição em que o Dr. pontificava. Tinha cometido um erro, deslizado numa traição. Acima de tudo, era preciso ter muita humildade. Dobrar o pescoço, fazer recuar o nariz até despontar o focinho. Muita humildade, apontaram?

Depois veio o vídeo, feito por inteligência artificial, que explicava a história da instituição a que o Dr. pertencia. Tivemos de engolir o chorrilho de banalidades, o dinamismo das palavras repetidas, o discurso redondinho. As colunas não funcionavam? Que se levantassem os ouvintes e se acocorassem à volta do ecrã para ouvir a voz soprada do Além. Lá fomos, vergados, beber da sapiência do cérebro etéreo.  

A comunicação prosseguiu sem sobressaltos. O Dr. salientou quanto se tinha sacrificado, ao longo de tantos e tantos anos, em prol do bem público. Confessou ter recusado rendosos cargos para servir a comunidade. Tinham-lhe agitado franjas de ouro e de prata junto às pupilas. E ele resistira.  O cidadão comum saberia o significado desta abnegação? Podia-se lá esperar solidariedade do povo! Mas a ingratidão não o amargava, as dificuldades não o demoviam. O seu magnífico nariz pairava acima de qualquer monturo.

Se alguém começava a falar com o colega do lado, interrompia o discurso.

– Não querem partilhar com os restantes? Pode interessar a outros colegas.

Qualquer murmuração se poderia transformar em insolência. Havia que prevenir. Por mais que tentasse passar o testemunho àquelas cabeças ocas, mil acidentes perturbavam o seu caminho. Um infeliz tentou lentamente desembrulhar um rebuçado. Uma apoplexia espreitou atrás de uma das orelhas do Dr. 

– Só tu é que não reparaste que está toda a gente a olhar para ti!

Como se nada fosse, o dedo do adjunto continuou a premir o botão da seta.  A secretária dançava ao compasso dos cliques, na nossa sombra.

A. voltou à lição, sentado contra uma das mesas, de costas para o lado que menos lhe interessava. Desfiava frases feitas, lia o que os seus subordinados tinham despejado na apresentação. Lançava, contra o tipo traidor, perguntas sobre decretos e programas. Vinham à baila as dificuldades enfrentadas pelo Estado e saltava para a garupa do inspector. Lembrava-se, a espaços, que tinha sido investido da nobre missão de pregar aos peixinhos e aludia à doce inexperiência da juventude, que a rapariga tão bem encarnava.  

O discurso foi-se enrolando e desfazendo. Gradualmente, foi sobrando pouco para ler e dizer. Quando, enfim, deu por terminada a sessão, a vozearia instalou-se. Era como se tivessem tirado a rolha da garrafa de espumante. Pressentindo que a tensão se dissipava, as línguas voltaram ao ataque.

Mas eis que, sem aviso, o dedo inquisidor de um ouvinte se ergueu acima do emaranhado de timbres. Havia uma pergunta para o Dr.!

– Força!

A palma aberta estalou contra a mesa. O silêncio desceu como um milhafre sobre a presa inquieta. Todos os olhos se arregalaram. As bocas contorceram-se em esgares aflitos. O homem dera mesmo uma pancada no tampo? Bastara um gesto, um gesto apenas, para que o tempo suspendesse o curso e engatasse a marcha-atrás. Subitamente, cada um dos ouvintes regressou aos terrores da infância, à solidão da secretária em frente do quadro preto. A. aproximou-se do perguntador, não dando muita importância ao espanto da audiência. A secretária e o adjunto entreolharam-se. Só eles saberiam quantos acessos de tirania lhe sacudiam o corpo todos os dias.

Finda a função, esperou que todos saíssem. Acompanhado pelos dois súbditos, abandonou a sala. Deve ter sorrido, satisfeito. O seu propósito tinha sido cumprido. Mais um passo fora dado para diminuir a ignorância universal.

Sul Informação
Caricatura de Odilon Barrot de Honoré Daumier (1851)

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David Marreiros vence pelo segundo ano consecutivo Prémio de Jornalismo de Proximidade

4 June 2026 at 18:11

O lacobrigense David José Marreiros, jornalista no Jornal do Algarve, recebeu pelo segundo ano consecutivo o Prémio Especial do Júri para Jornalismo de Proximidade, atribuído à reportagem “A Democracia não chegou aos tijolos lacobrigenses do SAAL: moradores da Meia Praia ainda lutam pela posse das habitações”.

Em agosto de 1974, o então secretário de Estado da Habitação e do Urbanismo do I Governo Provisório, arquiteto Nuno Portas, deu início ao Programa SAAL – Serviço de Apoio Ambulatório Local com o objetivo de mitigar a crise habitacional que assombrava Portugal. Havia mais de meio milhão de habitações em défice e muitas pessoas viviam em barracas e casas sem condições. O que se fez por todo o país foi juntar as pessoas em associações de moradores – orientadas por arquitetos experientes – e colocá-las a ajudar na construção das suas futuras habitações.

Foi o caso do Bairro 25 de Abril e do Bairro 1.º de Maio, ambos localizados na Meia Praia, em Lagos. Passaram mais de 50 anos e os moradores ainda não são donos das habitações que ajudaram a construir ou cujos pais e avós ajudaram a construir. A reportagem teve como base tentar perceber o porquê; tentar perceber como é que a reivindicação de um direito se tornou numa luta que passou de autarquia em autarquia, de governo em governo e de geração em geração.

A cerimónia de entrega do 13.º Prémio de Comunicação Corações Capazes de Construir, dinamizado pela Associação Corações com Coroa (CCC), decorreu no dia 30 de maio, no MACAM – Museu de Arte Contemporânea Armando Martins, em Lisboa. Catarina Furtado, presidente da Associação, ficou a cargo do evento, que teve início com a apresentação da instalação do artista SELF, seguida de um desfile de t-shirts sobre Direitos Humanos desenhadas pelos alunos da Magestil, com modelos profissionais e produção de Nuno Baltazar.

O Prémio de Jornalismo foi atribuído a Raquel Morão Lopes, da Antena 3, com o trabalho “Era a rapariga dos vídeos”. “Eu Devia Estar na Escola”, de Sandra Vindeirinho (RTP), “Ídolos Misóginos: como os jovens se radicalizam”, por João Pinhal e Guilherme Pinto (Público), e “Os Meninos da Roda: Histórias dos bebés deixados na Misericórdia”, de Joana Bastos e Raquel Moleiro (Expresso) receberam Menções Honrosas.

Na categoria Campanha, o vencedor foi “Ser Homem Pode Ser Diferente”, de Pedro Crispim, Maria João Andrade e Miguel Monteiro – VLM/WPP para Vodafone.

Os Prémios Comunicação CCC – apoiados pela Missão Continente -, tiveram Joaquim Furtado como presidente do júri, composto também por Francisco Sena Santos, membros da CCC, patrocinadores, Teresa Fragoso, especialista em igualdade de género e representantes do Camões I.P e do Ministério dos Negócios Estrangeiros, bem como da APAP – Associação Portuguesa das Agências de Publicidade Comunicação e Marketing.

A ocasião terminou com um momento musical e de poesia protagonizado por José Pedro Gil, Emanuel de Andrade e Joaquim Furtado, que incluiu a música “Os Índios da Meia Praia”, de Zeca Afonso.

ASAE apreende mais de 14.000 peças automóveis contrafeitas: valiam mais de 600.000€

4 June 2026 at 18:10

Uma operação da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica resultou na apreensão de mais de 14.000 peças automóveis contrafeitas, distribuídas por vários pontos do país e avaliadas em mais de 600.000 euros. De acordo com o Notícias ao Minuto, a intervenção decorreu ao longo da última semana e incidiu sobre estabelecimentos localizados em Vila Nova de Gaia, Leiria e Lisboa, tendo culminado na abertura de um processo-crime relacionado com fraude sobre mercadorias.

A ASAE realizou uma “operação de prevenção criminal” no âmbito de uma investigação centrada no combate à contrafação de componentes automóveis. Segundo a mesma fonte, o objetivo passou por verificar o cumprimento das regras aplicáveis à comercialização de peças de marcas internacionais, incluindo a autenticidade dos produtos, a sua origem e a conformidade técnica.

No total, foram apreendidos 14.629 artigos por contrafação, imitação e uso indevido de marca. Entre os produtos retirados do circuito comercial encontram-se filtros de óleo, filtros de combustível, filtros de ar, filtros de habitáculo, rolamentos, válvulas, tensores de correia e cilindros de travão.

Valor da mercadoria ultrapassa 600.000 euros

A operação permitiu identificar um conjunto significativo de peças com suspeitas de falsificação, cujo valor global ultrapassa os 600.000 euros. Conforme a mesma fonte, estes materiais estavam integrados numa rede de distribuição que operava em diferentes zonas do território nacional.

Foi instaurado um processo-crime pelos ilícitos detetados, incluindo fraude sobre mercadorias e venda ou ocultação de produtos. A ASAE sublinha que este tipo de infrações está associado a riscos não apenas económicos, mas também de segurança.

Cooperação internacional na investigação

A ação contou com o apoio de peritos europeus ligados às marcas afetadas, que participaram na identificação e confirmação da não autenticidade dos produtos apreendidos. Esta colaboração técnica permitiu validar os resultados da operação no terreno e reforçar a investigação em curso.

Acrescenta a publicação que esteve igualmente presente um investigador da OLAF, o organismo europeu responsável pelo combate à fraude, o que, no entendimento da ASAE, reforça a articulação entre entidades nacionais e internacionais no combate à economia paralela.

Aviso sobre riscos para a segurança rodoviária

Na mesma nota, a ASAE deixou um alerta relativamente ao impacto da utilização de peças contrafeitas em veículos. “Mantém um compromisso forte no combate à contrafação e à economia paralela e alerta que a utilização de peças automóveis contrafeitas constitui um grave risco para a segurança rodoviária e para a integridade física dos condutores e passageiros”, refere a entidade.

A investigação permanece em curso, não tendo sido divulgados, até ao momento, dados adicionais sobre eventuais detenções ou suspeitos identificados.

Leia também: Jovem de 17 anos e bebé entre os 3 portugueses mortos em colisão violenta em Espanha

Rancho com alma portimonense celebra 42 anos com festa

4 June 2026 at 18:02

O Rancho Folclórico da Ladeira do Vau, em Portimão, comemora o seu 42.º aniversário com uma festa no sábado, dia 6 de junho.

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Nesta vila algarvia há um hotel a 40 metros da praia onde todos os quartos têm vista-mar e uma noite pode custar menos de 60€

4 June 2026 at 17:50

Há um hotel no Algarve onde todos os quartos têm vista para o mar e que se encontra a apenas 40 metros da praia. Situado na vila de Salema, no concelho de Vila do Bispo, o Salema Beach Hotel apresenta-se como uma opção para quem procura alojamento junto à costa algarvia sem os preços habitualmente associados a localizações de primeira linha. De acordo com o site do Salema Beach Hotel, numa simulação para a noite de 9 para 10 de junho, um Quarto Duplo Standard com pequeno-almoço incluído custava 108 euros para duas pessoas, o equivalente a 54 euros por pessoa.

Localizado no coração de Salema, o hotel beneficia de uma das características mais valorizadas por quem visita o Algarve: a proximidade ao mar. A curta distância que o separa do areal permite aos hóspedes deslocarem-se a pé entre o alojamento e a praia, sem necessidade de recorrer ao automóvel.

Com mais de 30 anos de atividade, a unidade hoteleira de três estrelas dispõe de quartos com varanda privativa voltada para o Atlântico, além de serviço de pequeno-almoço e bar. O conceito do espaço assenta numa combinação entre simplicidade, conforto e uma ligação permanente à paisagem costeira que caracteriza esta zona da Costa Vicentina.

Vila que preserva a tradição piscatória

A vila continua a destacar-se entre as localidades algarvias por manter uma forte ligação às suas origens. Apesar do crescimento do turismo nas últimas décadas, Salema preserva parte significativa da sua identidade, sendo ainda possível observar o regresso das embarcações de pesca ao areal e o trabalho diário dos pescadores junto à praia.

A Praia de Salema estende-se por cerca de um quilómetro numa baía relativamente abrigada. De um lado encontram-se as embarcações tradicionais e, do outro, as áreas procuradas pelos banhistas. Fora da época alta, a localidade assume um ritmo mais tranquilo, contrastando com algumas das zonas mais movimentadas da região.

Entre a natureza e a história

Além da componente balnear, a envolvente da praia guarda também elementos de interesse geológico. As arribas calcárias que delimitam a baía têm mais de 150 milhões de anos e constituem uma das marcas naturais da paisagem local.

Em 2001, um grupo de geólogos identificou pegadas de dinossauros numa das extremidades da praia durante trabalhos de investigação relacionados com fósseis encontrados na zona. A descoberta veio acrescentar um elemento histórico a um local já conhecido pelas suas características naturais.

Alternativa para quem procura tranquilidade

Num contexto em que muitos visitantes procuram locais menos massificados para passar alguns dias de descanso, a Salema continua a surgir como uma alternativa dentro do Algarve. A combinação entre a proximidade ao mar, a dimensão reduzida da vila e a manutenção de tradições ligadas à pesca contribui para a sua popularidade junto de quem prefere ambientes mais reservados.

Com todos os quartos voltados para o oceano e preços que, em determinadas datas, podem ficar abaixo dos 60 euros por pessoa, o Salema Beach Hotel procura posicionar-se como uma das opções de alojamento para quem pretende conhecer uma das zonas mais tranquilas do litoral algarvio.

Leia também: Do Algarve para o mundo: tavirense João Neves é oficialmente o futebolista português mais valioso do mundo

Seguro e Montenegro comemoram primeiro Dia de Portugal em conjunto

By: LUSA
4 June 2026 at 17:11

O Presidente da República e o primeiro-ministro vão comemorar pela primeira vez juntos o Dia de Portugal, com o programa a arrancar no Luxemburgo, no fim de semana, antes de rumarem à ilha Terceira, nos Açores.

O primeiro-ministro, que na sexta-feira participará na Cimeira UE-Balcãs, em Tivat, só se juntará ao programa da visita oficial de Seguro ao Luxemburgo – entre sexta-feira e domingo – ao final do dia de sábado.

António José Seguro anunciou em março que a ilha Terceira, na Região Autónoma dos Açores, e o Luxemburgo iriam acolher este ano as comemorações oficiais do Dia de Portugal. O atual modelo de duplas celebrações do Dia de Portugal foi lançado por Marcelo Rebelo de Sousa no ano da sua posse, 2016, em articulação com o então primeiro-ministro, António Costa.

Seguro e Montenegro visitam pela primeira vez o Grão-Ducado em funções oficiais, mas ambos já estiveram no país como candidato presidencial e líder da oposição, respetivamente.

Em novembro de 2025, António José Seguro fez um périplo de pré-campanha para as eleições presidenciais junto da diáspora na Bélgica, Suíça, França e no Luxemburgo, durante o qual prometeu esforços para dar resposta aos problemas relatados pelos emigrantes portugueses que impedem o seu regresso.

Já Luís Montenegro, à data líder do PSD na oposição, visitou em novembro de 2023 comunidades lusas em França, Bélgica, Luxemburgo, Alemanha e Suíça, dizendo ter “o grande sonho” de ver regressar os portugueses que estão fora do país.

No ano passado, as comemorações decorreram em Lagos, sendo que no estrangeiro foram escolhidos Estugarda e Munique, na Alemanha.

Há dois anos, quando Montenegro tomou posse pela primeira vez como chefe do executivo, as comemorações dividiram-se entre três concelhos de Leiria afetados pelos incêndios de 2017 – Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera – e Coimbra, coincidindo com as celebrações dos 500 anos do nascimento de Luís de Camões, bem como na Suíça.

Vai a esta cidade algarvia no verão? Novas regras já entraram em vigor e não agradam a todos

4 June 2026 at 17:00

Mais de 400 negócios em Albufeira estão a ser afetados por novas regras municipais para a vida noturna, que entraram em vigor no domingo. A Associação Comercial de Albufeira questiona a legalidade das medidas, critica a falta de consulta aos empresários e alerta para possíveis consequências na economia local.

De acordo com o The Portugal News, as restrições foram introduzidas pela Câmara Municipal de Albufeira com o objetivo de reduzir o ruído em zonas classificadas como áreas especiais de prevenção de ruído e nas zonas envolventes, num raio de cinco quilómetros.

As novas regras alteram horários de funcionamento e impõem limites mais apertados ao som. Lojas de conveniência, garrafeiras e minimercados passam a encerrar às 23h00, em vez de meia-noite, enquanto os bares devem fechar às 03h00, uma hora mais cedo do que anteriormente.

Discotecas também fecham mais cedo

As discotecas passam a encerrar às 05h00, quando antes podiam funcionar até às 06h00. A autarquia impôs ainda controlos mais rigorosos ao ruído, incluindo um limite máximo de 74 decibéis no exterior.

A Associação Comercial de Albufeira, conhecida como ACALB, diz que os empresários têm contactado a associação para pedir esclarecimentos desde que as medidas foram anunciadas. Segundo o presidente da estrutura, Sérgio Brito, existem muitas dúvidas sobre o conteúdo do despacho municipal.

O responsável defende que é necessário avaliar o verdadeiro impacto das restrições na economia local. A associação receia que a redução de horários prejudique não só bares e discotecas, mas também outros negócios ligados ao turismo e à animação noturna.

Empresários dizem que não foram ouvidos

Uma das principais críticas da ACALB prende-se com a alegada falta de consulta prévia. Sérgio Brito afirma que a comunidade empresarial foi surpreendida pelas reduções de horário e considera que a decisão foi tomada de forma unilateral pela autarquia.

Para a associação, a ausência de diálogo torna mais difícil encontrar soluções equilibradas para um problema que envolve moradores, turistas, empresários e autoridades. A ACALB garante estar disponível para colaborar com o município, mas lamenta que os comerciantes não tenham sido chamados antes da entrada em vigor das medidas.

A associação recorda ainda que já tinha sido apresentado anteriormente um plano de mitigação de ruído. Ainda assim, segundo os empresários, as novas regras avançaram sem uma avaliação partilhada dos seus efeitos práticos e económicos.

Limite de ruído gera dúvidas

O limite máximo de 74 decibéis no exterior está a gerar preocupação entre restaurantes, bares e estabelecimentos com esplanadas. Sérgio Brito alertou que até uma conversa normal entre pessoas sentadas numa esplanada pode, em determinadas circunstâncias, aproximar-se desse valor.

Esta situação cria incerteza para os empresários, que temem dificuldades no cumprimento das novas regras. A dúvida está em saber como será feita a medição, em que condições e de que forma serão avaliados ruídos provenientes dos clientes, da rua ou de outros espaços públicos.

A ACALB sublinha que muitos estabelecimentos já funcionam com limitadores de som certificados. Ainda assim, a aplicação dos novos controlos poderá obrigar a equipamentos adicionais, custos técnicos e adaptações que nem todos os negócios estavam preparados para suportar.

Medidas abrangem mais do que bares

Segundo a associação, mais de 400 negócios estão dentro do âmbito das medidas. O impacto vai muito além das zonas tradicionalmente associadas à vida noturna e ao turismo jovem, uma vez que as regras se aplicam também a áreas envolventes num raio de cinco quilómetros.

Isto significa que estabelecimentos que não estão diretamente ligados à animação noturna intensa podem ser afetados. Para a ACALB, esta abrangência levanta dúvidas sobre proporcionalidade e eficácia.

Sérgio Brito considera que não está em causa apenas o custo financeiro, mas também a dificuldade técnica de implementar novas obrigações. A associação está a analisar a base legal das medidas e não exclui avançar com outras ações.

Ruído continuou nas ruas

Outro ponto levantado pelos comerciantes é a eficácia das restrições. Segundo o presidente da ACALB, na primeira noite de aplicação das novas regras, os bares encerraram às 03h00, mas muitas pessoas permaneceram nas ruas a falar em voz alta e sem controlo.

Para a associação, este exemplo mostra que o problema do ruído não se resolve apenas com o encerramento mais cedo dos estabelecimentos. Parte do incómodo sentido por moradores pode resultar da permanência de grupos no espaço público depois do fecho dos bares.

A ACALB defende que é necessário atuar também na rua, com fiscalização adequada, gestão de fluxos de pessoas e medidas que evitem concentrações desordenadas após o encerramento dos espaços de diversão.

Turismo e economia local em causa

Albufeira é uma das cidades mais dependentes do turismo no Algarve, com forte presença de restauração, bares, discotecas, lojas, alojamento e serviços associados à animação noturna. A redução de horários pode afetar receitas numa fase de aproximação à época alta.

A associação comercial alerta que todo o ecossistema turístico dependente da atividade dos visitantes pode ser prejudicado. Além dos bares e discotecas, podem sentir impacto setores como táxis, transporte privado, restauração tardia, alojamento e comércio.

Ao mesmo tempo, a autarquia procura responder às queixas de ruído e melhorar a qualidade de vida dos residentes. O desafio passa por encontrar um equilíbrio entre o direito ao descanso, a imagem turística da cidade e a sustentabilidade económica dos negócios.

Associação quer soluções equilibradas

Sérgio Brito afirmou que a ACALB continuará a tentar dialogar com a Câmara Municipal de Albufeira. O objetivo, segundo a associação, é encontrar soluções que protejam os moradores sem comprometer um setor turístico e de entretenimento que faz parte da identidade local há mais de quatro décadas.

Os empresários defendem que as medidas devem ser ajustadas à realidade do terreno, tendo em conta as diferenças entre zonas, tipos de estabelecimento e origem efetiva do ruído. Para a associação, fechar mais cedo pode não resolver o problema se a perturbação continuar no espaço público.

Com as novas regras já em vigor, os próximos dias deverão ser decisivos para perceber o impacto real da medida. Em plena entrada no período forte do turismo, Albufeira enfrenta agora um debate sensível entre descanso, diversão e economia local.

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Há 30 anos que este Tapete Mágico voa pelo teatro em Faro

4 June 2026 at 16:00

O livro sobre o Clube de Teatro Tapete Mágico, do Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa (Faro), foi apresentado na FNAC do Forum Algarve.

Esta obra, que marca os 30 anos de trabalho ininterrupto, foi apresentado por uma das suas fundadoras, Lúcia Vicente que partilhou a vontade férrea que a levou a exigir à então comissão instaladora da Escola Pinheiro e Rosa a criação de um Clube de Teatro.

Francisco Soares, diretor do Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa, salientou a importância do Teatro, e das Artes em geral, na construção dos homens e das mulheres do futuro.

Paulo Cunha, na qualidade de editor do livro Espreitar para Debaixo do Tapete, realçou a importância da parceria estabelecida entre o Agrupamento Pinheiro e Rosa e a Associação Cultural Música XXI, pela oportunidade de partilha entre os jovens alunos do Clube de Teatro e os artistas associados à Música XXI.

Por fim, João Tiago Neto, que foi também fundador do Clube de Teatro e compôs temas musicais para um dos espectáculos, interpretou três músicas da sua autoria.

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