Voz do Leitor, 10/06: Comércio informal sufoca as ruas do Recife
Comércio informal sufoca as ruas do Recife
O cenário é repetitivo e se arrasta por diferentes zonas do Recife: calçadas bloqueadas, pedestres disputando espaço com carros no asfalto, poluição visual e sonora, e o comércio formal sufocado. O comércio de rua, historicamente aceito e culturalmente integrado à dinâmica da capital pernambucana, ultrapassou os limites da legalidade e da convivência urbana. A causa fundamental do problema reside em uma fiscalização municipal que oscila entre a omissão crônica e a ação seletiva, deixando moradores e comerciantes à mercê do ordenamento invisível do caos. Abaixo da maquiagem institucional da atual gestão, denúncias formais protocoladas por cidadãos junto aos órgãos de controle da Prefeitura acumulam poeira. A população relata que o poder público simplesmente "fecha os olhos" para o avanço irregular das estruturas permanentes nas calçadas. Ao punir o erro apenas quando há interesse econômico de grandes conglomerados corporativos e fechar os olhos onde reside o interesse eleitoreiro de parlamentares de sua base aliada, a Prefeitura do Recife valida o caos como modelo de gestão. Transforma a acessibilidade, o meio ambiente e o direito constitucional de ir e vir do cidadão comum em moedas baratas de troca política, deixando a cidade caminhar rumo à completa insustentabilidade urbana.
José Maria, por e-mail

Asfalto de péssima qualidade nas ruas do Recife
É incrível como o asfalto que é utilizado nas ruas e avenidas do Recife dissolve-se com as chuvas. Deve ser uma nova categoria de asfalto, o efervescente: bateu água, ele se dissolve e abrem-se enormes crateras. Como está acontecendo agora em várias ruas. E esse problema não é de agora, vem já de décadas atrás. A qualidade do asfalto usado para asfaltar e recapear nossas ruas sempre foi de baixíssima e sofrível qualidade. Em outras capitais que visitei, a qualidade é muito maior. Com a palavra, a Prefeitura.
Sérgio Lisboa, por e-mail
Carteira funcional do Estado
Desde o final de fevereiro de 2026 que o Governo de Pernambuco suspendeu a emissão de carteiras funcionais para os servidores por falta de material para confeccioná-las, e não deu previsão de quando vai voltar a reemitir o documento. Passados quatro meses, o que o governo tem a justificar sobre essa demora absurda diante da demanda de pedido de emissões de carteiras, uma vez que eu não acredito que ainda não tenha uma solução para um caso que seria tão simples de resolver, mas está sendo "empurrado com a barriga".
Marcos Henrique, por e-mail
Opostos políticos
A polarização entre Lula e Bolsonaro reflete uma situação real e perigosa para o Brasil: de um lado os que apoiam a luta por um País menos desigual e que buscam melhor justiça social; no outro extremo, os defensores das vantagens e privilégios das elites. É preciso consolidar e aumentar o apoio a quem muito tem feito pela diminuição da pobreza, do desemprego e melhoria de vida da população.
Sylvio Belém, por e-mail
Resposta da Compesa
Em atenção à queixa do leitor Silvio Romero, a Compesa informa que não localizou, em seus canais de atendimento, solicitação para verificação de qualidade de água para a Avenida Joaquim Ribeiro, bairro da Caxangá, Recife. Como o colaborador do JC não informou o número do imóvel ou matrícula, a Companhia ficou impossibilitada de enviar uma equipe à sua residência para avaliar a questão relatada. A Compesa explica, ainda, que o leitor pode registrar a ocorrência pelo site (www.compesa.com.br), aplicativo, 0800 081 0195 ou pelo WhatsApp (81 99488 5227).
Assessoria de Imprensa


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