Luísa Sobral: “Depois do meu primeiro grande desgosto de amor, fui viver para Nova Iorque. Andava pelas ruas a chorar e a sentir-me num filme”
“Mandava currículos todos os dias e ninguém me queria como professora de música, para ir limpar casas ou como babysitter. E, ao mesmo tempo, o amor da minha vida tinha dito que já não me amava”. Luísa Sobral recorda, no Posto Emissor, os primeiros tempos dos anos em que viveu nos Estados Unidos




