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Anitta posa abraçada com bilionário em jogo da Seleção na Copa; saiba quem

14 June 2026 at 13:38

A cantora Anitta, 33, curtiu a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2026 ao lado de nomes estrelados, como Marina Ruy Barbosa, 30, e a norte-americana Zoey Deutch, 31. Em um dos registros publicados no Instagram, ela ainda aparece abraçada com o bilionário israelense Mark Scheinberg, 53.

O clique foi registrado por ele nos stories. Na imagem, Anitta e Mark estão de costas, acompanhando, abraçados, o jogo da Seleção.

Em 2023, Mark Scheinberg, inclusive, foi apontado como affair de Marina Ruy Barbosa. O caso, no entanto, nunca foi confirmado.

O empresário é um investidor israelense-canadense de diversos setores, incluindo imobiliário e hotelaria de luxo. Ele é cofundador e ex-proprietário da empresa de jogos de azar online PokerStars, que foi vendida em 2014 para a Amaya Gaming por US$ 4,9 bilhões (cerca de R$ 25 bilhões).

Anitta terminou o relacionamento com o empresário Ian Bortolanza em fevereiro deste ano. Segundo a cantora, o retorno de alguns compromissos profissionais na época teve um impacto no relacionamento.

“O que eu posso falar sobre isso? Acho que comemorei cedo demais esse negócio de conciliar namoro com trabalho”, disse ela, em entrevista ao colunista Lucas Pasin, do Metrópoles.

Anitta revelou que, em 2025, não teve uma agenda profissional muito apertada, o que ajudou no início do relacionamento.

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Holanda não perde em Copas do Mundo há 20 anos; entenda

14 June 2026 at 13:29

A Holanda estreia na Copa do Mundo de 2026 neste domingo (14), quando enfrenta o Japão, no Estádio de Dallas, em Arlington, e defende um grande tabu: a Laranja Mecânica não sofre uma derrota em tempo normal em Mundiais desde 2006.

O último jogo que a Holanda saiu derrotada nos 90 minutos aconteceu contra Portugal, nas quartas de final da Copa do Mundo disputada na Alemanha. Na ocasião, os portugueses venceram por 1 a 0, com gol de Maniche, em jogo que ficou conhecido como “A Batalha de Nuremberg”, por conta do alto números de faltas e as quatro expulsões.

Desde então, a equipe europeia não sabe o que é perder e já soma 20 jogos de invencibilidade em Mundiais, mesmo sem conquistar nenhum título.

Em 2010, os holandeses fizeram uma Copa quase perfeita: três vitórias na fase de grupos, contra Dinamarca, Japão e Camarões, passou por Eslováquia nas oitavas, Brasil nas quartas de final e por Uruguai na semi. O problema foi na final, quando empatou por 0 a 0 no tempo normal e viu Andrés Iniesta fazer o gol do título da Espanha já no final da prorrogação.

Quatro anos mais tarde, no Brasil, foram mais sete jogos sem derrotas: 100% na fase de grupos contra Holanda, Austrália e Chile, depois vitória contra o México nas oitavas, classificação nos pênaltis diante da Costa Rica nas quartas e eliminação nas penalidades para a Argentina na Neo Química Arena. O jogo bônus foi a disputa de terceiro lugar, quando venceu o Brasil por 3 a 0.

Depois de ficar ausente em 2018, a Holanda voltou a disputar a Copa do Mundo em 2022 e novamente viu os pênaltis assombrarem. Na campanha, a Laranja Mecânica passou em primeiro na fase de grupos que tinha Senegal, Equador e Catar, eliminou os Estados Unidos nas oitavas e parou nos pênaltis para a Argentina, de novo, dessa vez nas quartas de final.

A Holanda está no Grupo F da Copa do Mundo, ao lado de Japão, Suécia e Tunísia, e busca seu primeiro título mundial.

Veja lista de jogos sem perder da Holanda

  • Holanda 2 x 0 Dinamarca – fase de grupos em 2010
  • Holanda 1 x 0 Japão – fase de grupos em 2010
  • Holanda 2 x 1 Camarões – fase de grupos em 2010
  • Holanda 2 x 1 Eslováquia – oitavas de final em 2010
  • Holanda 2 x 1 Brasil – quartas de final em 2010
  • Holanda 3 x 2 Uruguai – semifinal de 2010
  • Holanda 0 x 1 (pro) Espanha – final de 2010
  • Holanda 5 x 1 Espanha – fase de grupos em 2014
  • Holanda 3 x 2 Austrália – fase de grupos em 2014
  • Holanda 2 x 0 Chile – fase de grupos em 2014
  • Holanda 2 x 1 México – oitavas de final em 2014
  • Holanda 0 (4) x (3) 0 Costa Rica – quartas de final em 2014
  • Holanda 0 (2) x (4) Argentina – semifinal de 2014
  • Holanda 3 x 0 Brasil – disputa de terceiro lugar em 2014
  • Holanda 2 x 0 Senegal – fase de grupos de 2022
  • Holanda 1 x 1 Equador – fase de grupos de 2022
  • Holanda 2 x 0 Catar- fase de grupos de 2022
  • Holanda 3 x 1 Estados Unidos – oitavas de final de 2022
  • Holanda 2 (3) x (4) 2 – quartas de final de 2022

Copa do Mundo: veja as seleções que participaram de finais do Mundial

Austrália 2 x 0 Turquia: os melhores momentos do duelo pela Copa 2026

14 June 2026 at 13:07

A Austrália surpreendeu a Turquia e venceu o duelo pelo placar de 2 a 0, válido pelo Grupo D da Copa do Mundo de 2026.

Os gols da partida, realizada em Vancouver, foram anotados por Nestory Irankunda, aos 27 do primeiro tempo, e Connor Metcalfe, aos 29 da etapa final. Veja os melhores momentos no vídeo abaixo.

Situação na tabela e próxima rodada

Com a vitória, a Austrália soma três pontos na tabela e ocupa a liderança ao lado dos Estados Unidos. Já os turcos seguem zerados, junto do Paraguai.

Na segunda rodada, os Socceroos enfrentam os norte-americanos na próxima sexta-feira (19), em Seattle. Já a Turquia faz o “jogo dos desesperados” com a equipe sul-americana, na madrugada de sexta para sábado.

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Ataque sueco enfrenta teste difícil contra a Tunísia na estreia da Copa

14 June 2026 at 13:00

A Suécia aposta em uma das duplas de ataque mais fortes da Copa do Mundo, com Alexander Isak e Viktor Gyökeres, mas os dois terão um grande desafio na estreia pelo Grupo F, neste domingo (14), contra a Tunísia, seleção que terminou as Eliminatórias sem sofrer gols.

Gyökeres, de 28 anos, chega ao Mundial após conquistar o título da Premier League pelo Arsenal. Foi dele, inclusive, o gol decisivo na vitória por 3 a 2 sobre a Polônia, na repescagem, que garantiu a classificação sueca para o torneio. A equipe ainda terá pela frente Holanda e Japão na fase de grupos.

Já Isak, de 26 anos, viveu uma temporada marcada por dificuldades físicas desde sua transferência milionária do Newcastle para o Liverpool, em setembro. Apesar disso, o atacante segue sendo tratado como uma das principais armas ofensivas da equipe.

“Alex teve um período difícil no Liverpool por causa das lesões, mas o jogador não muda, a qualidade dele não muda. Ele continua sendo um jogador de nível altíssimo”, afirmou o técnico da Suécia, Graham Potter.

O atacante precisará mostrar esse talento contra uma Tunísia que apresentou uma defesa sólida na fase classificatória. A seleção venceu nove partidas e empatou uma para garantir vaga em sua terceira Copa do Mundo consecutiva.

“Isso mostra que somos uma grande equipe, que acima de tudo defende bem como um time, embora a Copa do Mundo seja um nível completamente diferente”, disse o técnico tunisiano, Sabri Lamouchi, em entrevista à FIFA.

Para Lamouchi, o Mundial exigirá ainda mais da equipe. “Os adversários que vamos enfrentar vão fazer exigências muito maiores, em um nível mais alto de intensidade, e teremos que responder à altura.”

A Suécia também chega ao torneio tentando recuperar a confiança após uma campanha ruim nas Eliminatórias, quando terminou na última posição do grupo com apenas dois pontos e precisou da repescagem da Liga das Nações para se classificar.

Desde que assumiu o comando, Potter reorganizou a equipe defensivamente e deu mais liberdade para Isak e Gyökeres atacarem, com apoio de jovens talentos como Lucas Bergvall, Anthony Elanga e Benjamin Nygren.

“Sabemos que não é fácil vencer jogos no futebol internacional, mas ao mesmo tempo precisamos acreditar que podemos ganhar qualquer partida”, afirmou Potter.

Copa do Mundo: veja as seleções que participaram de finais do Mundial

Copa do Mundo: onde assistir os jogos desta terça-feira (16/06/2026)

14 June 2026 at 11:00
A Copa do Mundo segue a todo vapor, e recebe mais grandes estreias nesta terça-feira, 16, com França x Senegal, Iraque x Noruega e Argentina x Argélia sendo decididos ao longo do dia. Leia Também: VALORES Árbitros da Copa do Mundo de 2026 podem ganhar R$ 500 mil COPA DO MUNDO Saiba como figurinhas da Copa podem ajudar crianças neurodivergentes POLÊMICA Irã diz que EUA cancelaram ingressos de torcedores na Copa França x SenegalGrupo I: França x Senegal - Nova York/Nova Jersey, nos EUA - 16h em Brasília e 15h no horário localOnde assistirA partida será transmitida na televisão aberta pela Globo e pelo SBT e no YouTube pela Cazé TV.Prováveis escalaçõesFrança: Mike Maignan; Jules Koundé, William Saliba, Dayot Upamecano e Theo Hernández; Aurélien Tchouaméni e Adrien Rabiot; Ousmane Dembélé, Michael Olise e Désiré Doué; Kylian Mbappé. Técnico: Didier Deschamps.Senegal: Édouard Mendy; Krépin Diatta, Kalidou Koulibaly, Moussa Niakhaté e El Hadji Malick Diouf; Idrissa Gana Gueye, Pape Matar Sarr e Lamine Camara; Iliman Ndiaye, Nicolas Jackson e Sadio Mané. Técnico: Pape Thiaw.DesfalquesFrança: Sem desfalques.Senegal: Kalidou Koulibaly, capitão e pilar defensivo do Al-Hilal, sofreu uma grave contusão na coxa com hematoma, desfalcando o clube na reta final de competições em abril e maio. Agora, ele segue realizando cronograma de reabilitação e transição física.Já Idrissa Gana Gueye, meio-campista do Everton, sofreu uma lesão em um treinamento no clube e perdeu a reta final da temporada inglesa, voltando a treinar normalmente com bola nos últimos dias mas aparecendo como dúvida para a estreia.Iraque x NoruegaGrupo I: Iraque x Noruega - Boston, nos EUA - 19h em Brasília e 18h no horário localOnde assistirA partida será transmitida no YouTube pela Cazé TV.Prováveis escalaçõesIraque: Jalal Hassan; Hussein Ali, Manaf Younis, Rebin Sulaka e Merchas Doski; Amir Al-Ammari e Ibrahim Bayesh; Youssef Amyn, Ali Jasim e Ahmed Qasem; Aymen Hussein. Técnico: Graham Arnold.Noruega: Ørjan Nyland; Julian Ryerson, Kristoffer Ajer, Leo Østigård e David Møller Wolfe; Sander Berge, Patrick Berg (ou Fredrik Aursnes) e Martin Ødegaard; Antonio Nusa (ou Oscar Bobb), Alexander Sørloth e Erling Haaland. Técnico: Ståle Solbakken.DesfalquesIraque: Sem desfalques (Ahmed Yahya, lateral-esquerdo do Al-Shorta, sofreu uma lesão muscular no tendão da coxa durante o amistoso preparatório contra a Espanha e foi substituído pelo defensor Ahmed Hassan Makenzie).Noruega: David Møller Wolfe, lateral-esquerdo do AZ Alkmaar, sofreu uma lesão no tendão da coxa na reta final da temporada, desfalcou a equipe nos amistosos preparatórios de junho (incluindo o teste contra a Coreia do Sul) e segue em cronograma de transição física.Argentina x ArgéliaGrupo J: Argentina x Argélia - Kansas City, nos EUA - 22h em Brasília e 20h no horário localOnde assistirA partida será transmitida no YouTube pela Cazé TV.Prováveis escalaçõesArgentina: Emiliano Martínez; Nahuel Molina, Cristian Romero, Lisandro Martínez e Nicolás Tagliafico; Rodrigo De Paul, Enzo Fernández e Alexis Mac Allister; Lionel Messi, Lautaro Martínez e Julián Álvarez. Técnico: Lionel Scaloni.Argélia: Luca Zidane; Rafik Belghali, Aïssa Mandi, Zineddine Belaïd e Rayan Aït-Nouri; Nabil Bentaleb e Ramiz Zerrouki; Riyad Mahrez, Houssem Aouar e Mohamed Amoura; Amine Gouiri. Técnico: Vladimir Petković.DesfalquesArgentina: Leandro Paredes, volante do Boca Juniors, sequer pôde ficar entre os reservas nos últimos compromissos devido a uma distensão no isquiotibial e segue monitorado diariamente em tratamento intensivo.Já Nahuel Molina, lateral-direito do Atlético de Madrid, lida com problemas musculares e faz atividades específicas para tentar reunir condições físicas ideais.Argélia: Luca Zidane, goleiro do Granada e filho do lendário Zinédine Zidane sofreu uma grave fratura no maxilar e no queixo na reta final da temporada espanhola. Embora tenha passado por cirurgia, e para poder atuar na fase de grupos, ele treina e jogará utilizando uma máscara protetora facial no rosto, sendo um possível desfalque caso não consiga sustentar o problema.

Brasil tem dois pendurados; veja regras de suspensão por amarelo na Copa

14 June 2026 at 11:00

Carlo Ancelotti terá que considerar um fator extra para armar o Brasil no seu próximo confronto pelo Grupo C da Copa do Mundo, contra o Haiti.

Casemiro e Ibañez, titulares no empate com o Marrocos, receberam um cartão amarelo cada ainda no primeiro tempo da partida. No Mundial, bastam apenas dois cartões em partidas diferentes para uma suspensão automática.

Para estar em campo na última e decisiva rodada do grupo, contra a Escócia, a dupla terá que ser disciplinada no duelo da próxima sexta-feira (19), às 21h30 (de Brasília), na Filadélfia, e não receber outra punição.

Novo formato, novas regras

Com a criação de uma fase de mata-mata a mais por conta do aumento do número de seleções em 2026, a Copa do Mundo também tem uma nova política de suspensão automática por cartões amarelos.

Até 2022, o regulamento previa apenas uma “anistia” das punições, depois das quartas de final, para que nenhum atleta perdesse a grande decisão.

Agora, os cartões também serão zerados após a fase de grupos, já que uma seleção que chega à final pode jogar até oito partidas no torneio.

México e África do Sul com mais problemas

A arbitragem de Wilton Pereira Sampaio no jogo de abertura da Copa deu o que falar, e também vai fazer com que os técnicos das duas equipes explorem seus elencos durante a primeira fase.

Shitole e Zwane, da equipe sul-africana, e Montes, da mexicana, receberam o cartão vermelho logo no primeiro duelo e não participam da segunda rodada do Grupo A, que começa no próximo dia 18/06, com Tchéquia x África do Sul no estádio de Atlanta, nos Estados Unidos.

Veja o ranking das seleções mais “desgastadas” para a Copa do Mundo

Copa do Mundo: veja a agenda de jogos deste domingo (14)

14 June 2026 at 10:00

Na tarde deste domingo (14), quatro jogos movimentam a continuação da primeira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026.

Os confrontos do dia foram abertos ainda na madrugada, com o duelo entre Austrália e Turquia pelo Grupo D. Com uma defesa muito bem postada e um ataque letal, os australianos surpreenderam a equipe europeia e venceram a partida por 2 a 0.

A programação segue com o confronto entre Alemanha e Curaçao, às 14h (de Brasília), pelo Grupo E. A partida será disputada em Houston.

Mais tarde, em Dallas, Holanda e Japão entram em campo pelo Grupo F. A bola rola às 17h.

Na sequência, às 20h, Costa do Marfim e Equador medem forças pelo Grupo E, em confronto no Estádio da Filadélfia.

A agenda do Grupo F se encerra com a disputa entre Suécia e Tunísia, às 23h, em Monterrey, no México.

Agenda de domingo (14) na Copa do Mundo

  • 14h: Alemanha x Curaçao – Grupo E – Houston (EUA) – ONDE ASSISTIR
  • 17h: Holanda x Japão – Grupo F – Dallas (EUA) – ONDE ASSISTIR
  • 20h: Costa do Marfim x Equador – Grupo E – Filadélfia (EUA) – ONDE ASSISTIR
  • 23: Suécia x Tunísia – Monterrey (México) – ONDE ASSISTIR

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Suécia x Tunísia: horário e onde assistir ao jogo da Copa do Mundo

14 June 2026 at 10:00

Suécia e Tunísia se enfrentam neste domingo (14), às 23h (de Brasília), em jogo válido pela primeira rodada da Copa do Mundo.

A partida será em El Gigante de Acero, em Guadalupe, Região Metropolitana de Monterrey, e terá transmissão da TV Globo, do SporTV e da CazéTV (YouTube), além de tempo real do CNN Esportes.

As seleções estão no Grupo F da competição, composta também por Holanda e Japão, que já entraram em campo também neste domingo.

Onde assistir a Suécia x Tunísia

  • TV: TV Globo e SporTV
  • Streaming: CazéTV (YouTube)
  • Tempo real: CNN Esportes

Ficha técnica de Suécia x Tunísia

  • Data: 14/06/2026
  • Horário: 23h (de Brasília)
  • Local: El Gigante de Acero, em Guadalupe, Região Metropolitana de Monterrey

Copa 2026: quem são os brasileiros que vão jogar por outros países

Os textos gerados por Inteligência Artificial na CNN Brasil são feitos com base em informações apuradas e checadas por jornalistas. Clique aqui para saber mais

"Copa não se ganha no primeiro jogo", diz Ancelotti após estreia ruim do Brasil

14 June 2026 at 08:44
O Brasil iniciou sua caminhada na Copa do Mundo 2026 com um empate em 1 a 1 contra Marrocos, na noite de sábado, 13. A seleção brasileira não conseguiu um bom desempenho e tem sido alvo de críticas no país por conta da atuação. Após a partida, o técnico Carlo Ancelotti admitiu espaços para melhorias, mas afirmou acreditar que a equipe vai evoluir."A partida, sobretudo na primeira parte, foi difícil. Estava ansiosa, teve perda de bola, pouco equilíbrio em campo. A segunda parte foi muito melhor. A equipe vai melhorar no próximo jogo. A equipe teve problemas na primeira parte. Muitas bolas perdidas. Temos que melhorar nesse aspecto. Não podemos perder a confiança. Num primeiro jogo de Copa, tudo pode acontecer. A equipe não estaria perfeita no primeiro jogo. O resultado não é ruim, mas vamos lutar no segundo tempo", disse o treinador. Copa do Mundo não se ganha no primeiro jogo Carlo Ancelotti - técnico da seleção brasileira Ancelotti afirmou que a ansiedade foi o grande problema da seleção brasileira, que mal conseguiu trocar passes nos primeiros 30 minutos e saiu atrás após bola perdida no meio de campo. Pouco depois, com belo gol, Vinicius Júnior acalmou os ânimos da equipe."Eu acho que não começamos bem no jogo, o time estava um pouco preocupado, perdemos muitas bolas, muitos duelos. O primeiro tempo não foi bom. Melhorou no segundo tempo, é um jogo difícil porque Marrocos é uma boa equipe. Um pouco de ansiedade acho que sim, na primeira etapa eles saíam da pressão e faziam transições perigosas. Podíamos ter mais controle", afirmou.O treinador da seleção brasileira afirmou que não está satisfeito, mas colocou panos quentes nas críticas. "Devemos trabalhar para melhorar, mas é normal. Marrocos jogou bem, teve muita organização no jogo e que foi muito difícil." Leia Também: POSTURA DE LÍDER Vini Jr cobra Seleção e aponta erros da estreia com Marrocos na Copa COPA DO MUNDO Esqueceu Endrick? Ancelotti responde sobre o atacante contra Marrocos TORCIDA Estreia da Seleção Brasileira leva multidão para o Pelourinho Próximo jogoO Brasil volta a campo na próxima sexta-feira, 19, para enfrentar o Haiti, às 21h30 (de Brasília), na Filadélfia, pela segunda rodada do Grupo C na fase de grupos da Copa do Mundo.

Esporte como arma: Trump repete táticas de Hitler e do nazismo na Copa

14 June 2026 at 07:30
Estudando o passado, é fácil entender quais acontecimentos ficam marcados na história da humanidade. Quando o mundo ainda está passando por eles, no entanto, alguns pesos passam despercebidos entre os dias comuns que juntam acontecimentos que, um dia, serão estudados pela história - e a Copa do Mundo de 2026 está cheia deles. Mesmo antes da abertura e do primeiro jogo na quinta-feira, 11, a política internacional já colocou a Copa em um panorama de guerras, países e conflitos que dificilmente será esquecido no futuro.  Leia Também: COPA DO MUNDO Shakira participou de mais Copas do Mundo que Piqué e outros craques HÁ 24 ANOS... Veja como foi o ano do Vitória no último título mundial do Brasil TRICOLOR NOS EUA! Bahia já recebeu a missão de popularizar o futebol no país da Copa Principal país-sede da edição, ao lado de México e Canadá, os Estados Unidos chegam ao Mundial sob o governo de Donald Trump e em meio a uma série de decisões migratórias, diplomáticas e de segurança que atingiram delegações, torcedores, profissionais de imprensa e até membros da arbitragem. Desde o anúncio, o papel dos EUA como anfitriões já vem sendo questionado antes mesmo da abertura. Driblando a regra de que países em guerra não podem sediar Copas do Mundo, já que não há guerra acontecendo em território estadunidense, é justamente esse o principal país de 2026, detentor de diversos poderes que restringe o simples acesso de outros à Copa. Restrições à delegação do Irã, revogação de ingressos destinados a torcedores iranianos, interrogatório de um dos principais jogadores do Iraque, deportação de um fotógrafo da seleção iraquiana e veto à entrada de um árbitro somali escalado pela Fifa para o torneio são apenas exemplos de acontecimentos que colocaram o país no centro de uma tensão entre duas lógicas - a da Copa como festa global e a da fronteira como instrumento de controle político.A Fifa apresenta a edição de 2026 como a maior e mais internacional da história, com 48 seleções, três países-sede e um discurso de integração entre povos, culturas e torcedores. O cenário nos Estados Unidos, no entanto, expõe uma contradição clara. O mesmo país que recebe a competição que supostamente une o mundo, adota medidas que restringem a circulação de representantes de determinadas nações, muitas delas marcadas por conflitos geopolíticos, políticas de veto migratório ou relações tensas com Washington. Donald Trump com a taça da Copa do Mundo - Foto: Reprodução I X Não é, claro, a primeira vez em que isso acontece na história. Na antiguidade, regimes inclusive totalitários já foram palco de grandes encontros esportivos, como a Alemanha nazista nas Olimpíadas de 1936 e a Itália fascista na Copa do Mundo de 1934. As decisões desses países, no entanto, podem surpreender.Os Estados Unidos não são, obviamente, equivalentes à Alemanha nazista ou à Itália fascista, regimes que marcaram a história da humanidade pela violência, perseguição sistemática, política de extermínio, genocídio e totalitarismo que os caracterizavam. No entanto, na Copa de 2026, muitas de suas decisões tem sido tão severas quanto as tomadas naquela época - ou até mais. Desde sempre, grandes eventos esportivos frequentemente funcionam como vitrine de poder. Governos usam Copas, Olimpíadas e torneios globais para projetar imagem, reforçar narrativas internas, controlar acessos, transformar rivalidades diplomáticas em gesto político e disputar prestígio internacional. Taça da Copa do Mundo - Foto: FIFA Foi assim na Copa do Mundo de 1934, sediada pela Itália de Benito Mussolini, e nos Jogos Olímpicos de 1936, realizados em Berlim sob o regime de Adolf Hitler. E, assim como naquela época, o esporte hoje é utilizado como palco de propaganda, exclusão e controle.O historiador Murillo Mello ressalta que os contextos não devem ser confundidos. Para ele, os anos 1930 estavam marcados por uma conjuntura própria, com regimes totalitários em ascensão, crise econômica profunda e uma personalização extrema do poder político."O contexto dos anos 30 é bem diferente do de hoje. Nos anos 1930 há uma efervescência de regimes totalitários, a gente está saindo da crise de 1929 e vendo a imersão de regimes", explica. Crise de 1929 - Foto: Reprodução I Instagram "A personificação é muito maior nesses regimes, não se compara ao regime atual, não há tanto um paralelo entre Trump e o populismo que os outros ditadores vão fazer. (...) Trump não chega a ser tão populista quanto esses regimes. Ele por si só, por ser uma figura que tem essa personalidade, desperta esses flashes", analisa.Ainda assim, os episódios recentes mostram como a organização de um Mundial pode deixar de ser apenas uma questão esportiva e passar a refletir disputas políticas do país-sede, como os Estados Unidos já vêm mostrando desde antes do início de tudo. Estados Unidos sob e sobre tensãoÀs vésperas da abertura da Copa do Mundo, uma sequência de decisões envolvendo autoridades americanas gerou desconforto internacional e levantou dúvidas sobre a capacidade de o país garantir condições equilibradas de participação a todos os agentes credenciados para o torneio.Entre os episódios mais controversos estão a seleção do Irã autorizada a entrar nos Estados Unidos apenas temporariamente, sem permissão para pernoitar no país, a denúncia da Federação Iraniana de Futebol de que a cota de ingressos de torcedores iranianos foi retirada, a negativa de visto a Mehdi Taj, presidente da Federação Iraniana de Futebol, o interrogatório de sete horas com Aymen Hussein, principal atacante do Iraque e herói da classificação do país, a detenção por 13 horas e deportação de Talal Salah, fotógrafo da seleção iraquiana, e o veto à entrada do árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, retirado da Copa após ser barrado em Miami.Separadamente, cada caso pode ser explicado por critérios migratórios, diplomáticos ou de segurança. Em conjunto, no entanto, eles criam a imagem política de uma Copa global atravessada pelas restrições de um país-sede que, sob Trump, transformou fronteiras e vetos de viagem em marca de governo.Fronteiras ao IrãO caso mais emblemático envolve o Irã. A seleção iraniana recebeu autorização para entrar nos Estados Unidos para treinos e partidas, mas, segundo o embaixador iraniano no México, os vistos concedidos aos 26 jogadores permitem apenas entradas temporárias, proibindo a delegação de dormir em território americano.Com isso, o Irã ficará concentrado em Tijuana, no México, e terá que retornar à cidade após cada jogo ou atividade realizada nos Estados Unidos. A logística original previa hospedagem em Tucson, no Arizona, já que os três primeiros compromissos da equipe serão em solo americano. Seleção Iraniana - Foto: FIFA O planejamento foi alterado em meio ao agravamento das tensões entre Irã e Estados Unidos, após bombardeios coordenados por forças americanas e israelenses contra o território iraniano. Em uma Copa do Mundo, no entanto, a preparação não se resume aos 90 minutos de jogo. Entre uma partida e outra, seleções precisam controlar desgaste, alimentação, adaptação climática, deslocamentos e rotina de treinos. O Irã está classificado para a Copa e seus jogadores foram autorizados a competir, mas não terão permissão para viver a rotina normal de uma delegação no território onde jogarão. A presença existe, mas é condicionada, vigiada e limitada - justamente como, desde antes, os Estados Unidos já sinalizavam. Nem jogadores, nem torcidaMuito além das limitações impostas à equipe iraniana, a Federação de Futebol do Irã afirmou que sua cota de ingressos para a Copa do Mundo foi retirada pelos Estados Unidos poucos dias antes da abertura. Segundo a entidade, muitos torcedores já haviam feito planos de viagem confiando no processo oficialmente anunciado.A cota de 8% dos ingressos destinada aos torcedores iranianos teria sido recolhida, deixando a federação impossibilitada de distribuir entradas para os jogos da própria seleção.  Torcida do Irã - Foto: Reprodução I X A decisão, se mantida, afeta diretamente o direito de torcedores acompanharem sua seleção no maior torneio do mundo, ampliando a percepção de que o conflito político entre governos transbordou para a experiência de cidadãos comuns, que não participam das decisões diplomáticas, mas acabam atingidos por elas.Presidente da Federação Iraniana teve visto negadoJogadores, torcedores e, claro, presidente - o dirigente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj, não poderão acompanhar os compromissos da seleção nos Estados Unidos.Taj integrou a Guarda Revolucionária do Irã, força militar criada após a Revolução Islâmica de 1979 e classificada como organização terrorista pelos governos dos Estados Unidos e do Canadá. O dirigente já havia enfrentado situação semelhante no mês anterior, quando ficou fora do Congresso da Fifa realizado em Vancouver. Mehdi Taj, presidente da Federação Iraniana de Futebol - Foto: Federação Iraniana de Futebol Diferentemente das restrições impostas a jogadores e torcedores, a negativa a Taj é apresentada a partir de um histórico individual relacionado a uma instituição enquadrada como ameaça por governos norte-americano e canadense. Ainda assim, dentro do conjunto de decisões que atingiram o Irã, o episódio reforça o quanto a seleção chega ao Mundial cercada por limitações impostas, que diferenciam sua experiência de qualquer outra na Copa. Sete horas de interrogatórioApesar de concentrar as atenções, no entanto, o Irã não é o único afetado. A seleção do Iraque também enfrentou problemas na chegada aos Estados Unidos, quando o atacante Aymen Hussein, um dos principais nomes do time, foi interrogado durante sete horas no aeroporto de Chicago, onde a delegação faria preparação para a Copa.Segundo a agência iraquiana Shafaq News, Hussein foi detido por autoridades de imigração, submetido a procedimentos de investigação e verificação, e só depois liberado. Aos 30 anos, o atacante joga no Al-Karma, do Iraque, e virou herói nacional ao marcar o gol que classificou a seleção para uma Copa do Mundo após 40 anos na vitória por 2 a 1 sobre a Bolívia, durante a repescagem intercontinental. Aymen Hussein, ídolo do Iraque - Foto: FIFA Muito além de craque, Hussein é um ídolo do país, tendo tido a vida marcada pela violência extremista. O pai dele, militar, foi morto pela Al Qaeda em 2008. Seis anos depois, o irmão do atleta foi sequestrado pelo Estado Islâmico e nunca mais foi encontrado.Um jogador cuja família foi vítima direta da violência terrorista, indo jogar, acabou submetido a um longo interrogatório ao chegar ao país-sede da Copa. Fotógrafo iraquiano detido e deportadoNas situações, classe alguma se salva. Junto a presidente, jogadores, federação e torcida, está até mesmo um fotógrafo. Talal Salah, apontado como fotógrafo oficial da seleção do Iraque, foi impedido de entrar nos Estados Unidos e deportado para Bagdá.De acordo com a Shafaq News, Salah ficou detido por 13 horas ao desembarcar nos Estados Unidos. Depois, teve a entrada negada e foi enviado de volta à capital iraquiana. Talal Salah, fotógrafo oficial da seleção do Iraque - Foto: Reprodução I X Por causa da deportação, não houve registro no perfil oficial do Iraque da chegada da equipe para a disputa da Copa, sendo a última publicação relacionada ao Mundial no Instagram da seleção composta por fotos do embarque da delegação rumo aos Estados Unidos - a federação iraquiana não pôde, assim, narrar sua própria participação no torneio.Árbitro impedido de fazer história pelo seu paísO caso de maior repercussão internacional, no entanto, foi o de Omar Abdulkadir Artan, árbitro somali de 34 anos. Entre os 52 juízes selecionados para trabalhar na Copa do Mundo de 2026, seria ele o primeiro árbitro da Somália a atuar em uma edição do torneio na história.Artan é considerado um dos principais nomes da arbitragem africana. Integra o quadro da Fifa desde 2018, apitou a final da Champions League Africana de 2025 entre Pyramids FC e Mamelodi Sundowns, e foi eleito o melhor árbitro masculino da África pela Confederação Africana de Futebol no mesmo ano.Mesmo com esse currículo, foi barrado no Aeroporto Internacional de Miami. Segundo o Serviço de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos, a negativa ocorreu por "questões de verificação", sem detalhamento inicial. Omar Abdulkadir Artan, árbitro somali - Foto: Reprodução I Instagram De acordo com a Embaixada da Somália no Quênia, responsável pelo processamento do visto, Artan havia recebido autorização para viajar aos EUA na semana anterior.A BBC informou que o árbitro possuía passaporte diplomático e visto americano de entrada única. Artan relatou ao New York Times ter sido entrevistado pela imigração por 11 horas e ficado detido por várias horas antes de embarcar em um voo de volta para Istambul, na Turquia.A Fifa confirmou que ele não poderia mais atuar no Mundial, afirmando que Artan não teria condições de treinar nem trabalhar na Copa após ter a entrada negada nos Estados Unidos. Omar Abdulkadir Artan sendo recebido na Somália - Foto: Reprodução I Instagram Além disso, a entidade declarou que não se envolve nos processos migratórios dos países-sede, incluindo concessões de vistos, e que foi informada pelas autoridades de que a situação do árbitro não seria alterada.A impossibilidade de aproveitá-lo apenas em jogos no Canadá ou no México tem, além de tudo, uma explicação operacional. Todos os árbitros selecionados precisam passar por treinamento, preparação e procedimentos de segurança na Flórida. Como Artan não pôde entrar nos Estados Unidos, acabou retirado de toda a competição.Herói de volta à SomáliaAo retornar a Mogadíscio, capital da Somália, Artan foi recebido como herói no Aeroporto Internacional Aden Abdulle Osman. Centenas de pessoas compareceram ao local, incluindo autoridades, representantes da Federação Somali de Futebol, árbitros, celebridades e moradores. "Prometo a vocês, se Deus quiser, que estarei presente na próxima edição. Quero que o público somali se conforte com isso e mantenha a confiança", disse Artan."A Fifa me apoiou e esteve em contato comigo até eu chegar em Mogadíscio. Prometo que vou apitar na próxima Copa do Mundo. Somália, em todos os lugares, eu estou te avisando", completou. Omar Abdulkadir Artan sendo recebido na Somália - Foto: Reprodução I Instagram Suspeita de terrorismoInicialmente, a ausência de justificativa detalhada para o veto a Artan alimentou críticas à decisão americana. Depois, um representante do governo Trump afirmou à Fox News que o árbitro estaria sendo investigado por suposto envolvimento com terrorismo.Segundo comunicado divulgado pela administração americana, uma análise mais aprofundada do órgão de Proteção de Alfândega e Fronteiras teria encontrado "informações comprometedoras, incluindo vínculos com suspeitos de pertencerem a organizações terroristas", o que tornaria o viajante inadmissível nos Estados Unidos de acordo com a Lei de Imigração e Nacionalidade.O mesmo comunicado afirmou que Artan recebeu formulários de imigração informando a base legal usada para sua remoção expedita. A administração Trump declarou ainda que não permitiria que qualquer ameaça à segurança entrasse no país. Omar Abdulkadir Artan - Foto: FIFA O árbitro, por outro lado, disse que as autoridades não lhe deram justificativa no momento da recusa. Assim, de um lado, o governo americano invoca segurança nacional, enquanto de outro, autoridades somalis e representantes do futebol africano apontam falta de transparência e dano esportivo irreversível a um árbitro selecionado por mérito.Ciise Aden Abshir, assessor do Ministério da Juventude e Esportes da Somália e ex-capitão da seleção do país, afirmou que negar a entrada de Artan "prejudica não apenas a ele pessoalmente, mas também mina o compromisso do futebol com a equidade, o mérito e o espírito de fair play".Somália na miraO caso Artan também se insere em um contexto político mais amplo. A Somália está entre os países atingidos por restrições de viagem impostas pelo governo Trump. Em junho de 2025, o presidente determinou proibição total de entrada, sob qualquer categoria de visto, para 12 países, incluindo a Somália. Dois dias antes do sorteio da Copa do Mundo, em dezembro de 2025, Trump voltou a chamar atenção por comentários ofensivos sobre o país, feitos em meio a uma operação planejada de fiscalização migratória em Minnesota, estado que possui uma grande comunidade somali. "Com a Somália, que mal é um país, você sabe, eles não têm nada. Eles apenas ficam andando por aí matando uns aos outros. Não há estrutura", disse. A Olimpíada usada como propaganda nazistaOs Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936, são um dos exemplos mais extremos e conhecidos do uso político de um grande evento esportivo. A Alemanha recebeu a competição sob o comando de Adolf Hitler, em um momento em que o regime nazista já perseguia judeus, ciganos, opositores políticos, pessoas com deficiência, homens considerados homossexuais e outros grupos tratados como inimigos ou "inferiores".Durante duas semanas de agosto, a ditadura nazista tentou esconder seu caráter racista, militarista e repressivo para apresentar ao mundo a imagem de uma Alemanha moderna, pacífica e organizada. O regime removeu temporariamente placas antissemitas de espaços públicos, preparou a cidade para impressionar visitantes estrangeiros e transformou a estética olímpica em ferramenta de propaganda. Olimpíadas de 1936 - Foto: Reprodução I X Berlim havia sido escolhida como sede em 1931, antes da chegada de Hitler ao poder. Em 1933, o líder nazista tornou-se chanceler da Alemanha. A partir daí, cresceram movimentos de boicote em países como Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Suécia, Tchecoslováquia e Holanda. Atletas judeus de diversos países decidiram boicotar os Jogos, mas mesmo assim, em dezembro de 1935, após o Sindicato dos Atletas Amadores dos Estados Unidos decidir pela participação, outros países seguiram a mesma posição, e os boicotes mais amplos perderam força. Manifestações antinazistas - Foto: Reprodução I X Murillo Mello lembra que as restrições atingiram atletas por motivos ideológicos e raciais: "Em 1936 houve, para evitar algum conflito ideológico com o Nazismo, os Estados Unidos, de última hora, barraram alguns atletas, principalmente de atletismo. A Alemanha também barrou atletas de origem judia, ciganos".Na época, a União Soviética também boicotou as Olimpíadas, e a equipe alemã foi a maior da competição, com 348 atletas. Os Estados Unidos enviaram 312 membros, incluindo 18 atletas afro-americanos. No total, 49 delegações participaram, número maior do que em qualquer edição olímpica anterior.Normalidade nazistaA propaganda do regime foi, como em quase todo o nazismo, cuidadosamente construída. Berlim foi decorada com bandeiras olímpicas e suásticas, o governo preparou um complexo esportivo grandioso, e a cerimônia incluiu o ritual da tocha olímpica, levada em revezamento desde Olímpia, na Grécia, em uma tentativa de criar uma ligação simbólica entre a Alemanha nazista e a Antiguidade clássica.Essa narrativa servia ao mito racista de que a Alemanha seria herdeira de uma suposta civilização "ariana" superior. A manipulação das imagens continuou depois dos Jogos, com o documentário "Olympia", dirigido por Leni Riefenstahl, cineasta ligada à propaganda do regime que ajudou a eternizar a estética monumental dos Jogos de Berlim e a associar desempenho atlético à narrativa de força nacional que Hitler pretendia projetar.A Alemanha terminou no topo do quadro de medalhas, com 101 pódios, sendo 38 de ouro, enquanto os Estados Unidos ficaram em segundo lugar, com 24 medalhas douradas. Para o regime nazista, o desempenho esportivo serviu como instrumento de afirmação política. Pódio das Olimpíadas de 1936 - Foto: Reprodução I X Ao mesmo tempo, a Olimpíada também produziu uma derrota simbólica para a ideologia racista de Hitler. Jesse Owens, atleta negro norte-americano, conquistou quatro medalhas de ouro e se tornou o grande nome das Olimpíadas, contrariando diretamente a lógica de superioridade racial que o nazismo tentava promover.Ainda assim, o brilho esportivo não impediu a retomada da perseguição. Dois dias depois do encerramento da Olimpíada, Wolfgang Fürstner, chefe da Vila Olímpica, suicidou-se ao saber que havia sido demitido do serviço militar por ter origem judaica, e as perseguições continuaram.Boicotes pelo antifascismoNa época, houveram tentativas concretas de criar alternativas às Olimpíadas nazistas. A principal delas foi a Olimpíada Popular de Barcelona, planejada para julho de 1936 como resposta antifascista aos Jogos oficiais da Alemanha nazista.Murillo Mello lembra que a Espanha tentou organizar seus próprios jogos após decidir boicotar o evento em Berlim, mas a iniciativa foi engolida pelo avanço da Guerra Civil Espanhola."Os atletas de origem judia vão se recusar, vão boicotar. Alguns são barrados, outros vão boicotar, que é o caso de alguns dos nadadores negros. A Espanha vai boicotar e tentar fazer seus próprios jogos, mas não vai acontecer porque meses depois tem a guerra civil espanhola. A União Soviética também vai boicotar", pontuou. Olimpíada Popular de Barcelona - Foto: Reprodução I X A Olimpíada Popular surgiu do movimento global de boicote à competição na Alemanha e prometia ser uma alternativa antifascista, com a ideia de reunir atletas e torcedores contrários ao avanço do fascismo na Europa.A proposta envolvia representantes de 21 países e pretendia ser diferente dos Jogos de Berlim. Durante a cerimônia, judeus exilados da Europa e povos colonizados do Norte da África entrariam no estádio com equipes representando Estados-nação e também nações sem Estado. Já a trilha teria uma canção composta por um judeu alemão exilado, com letra de um poeta catalão. Olimpíada Popular de Barcelona - Foto: Reprodução I X O primeiro evento atlético seria o revezamento 10x100m, uma prova pensada para valorizar a aptidão coletiva dos trabalhadores, em vez de exaltar apenas o talento individual.Além disso, as mulheres também teriam mais espaço para competir do que nos Jogos oficiais organizados pelo Comitê Olímpico Internacional em Berlim, com o Clube Desportivo Feminista Catalão entre os organizadores.Atletas em guerraDiferentemente dos Jogos oficiais, no entanto, as Olimpíadas Populares não tinham luxo nem grandes estruturas. Atletas seriam hospedados em casas, albergues e no Hotel Olympic, rebatizado para a ocasião, em meio a uma procura inesperada que obrigou autoridades catalãs a buscar mais opções de hospedagem. Quando o evento foi ampliado de quatro dias para uma semana, cartazes já espalhados pela cidade precisaram ser alterados um a um.Entre os participantes, estava uma equipe norte-americana formada por velocistas negros do Harlem, ginastas judeus de Manhattan e um boxeador mestiço de Pittsburgh. O treinador era Abraham Alfred "Chick" Chakin, imigrante cuja família havia fugido de pogroms na Rússia. Abraham Alfred "Chick" Chakin - Foto: Reprodução I X Eles partiram em 3 de julho de 1936 rumo à Europa, mirando na Espanha, para participar de um evento pensado como demonstração internacional contra o fascismo. A equipe chegou a Barcelona em 15 de julho em meio a boatos de conflito e sinais de golpe de Estado, mas a velocista Dot Tucker, única mulher do grupo, recordaria depois que "não havia medo". Na noite anterior à abertura, os atletas foram dormir cedo. Horas depois, o velocista Frank Payton acordou com o som de canhões, metralhadoras, rifles e tropas marchando. Da janela do hotel, os atletas viram homens e mulheres arrancando paralelepípedos das ruas e enchendo sacos de areia para erguer barricadas. O exército espanhol entrava na cidade para tentar dominar o governo catalão, e a Guerra Civil Espanhola havia começado. Os civis resistiram nas ruas. Socialistas, comunistas, sindicalistas, anarquistas e outros grupos antifascistas se uniram contra o golpe. Guerra Civil Espanhola - Foto: Reprodução I X Mulheres participaram da construção de barricadas e algumas lideraram destacamentos de trabalhadores. Em determinado momento, anarquistas catalães chegaram a convencer soldados a virar a artilharia contra seus próprios comandantes.Para os atletas estrangeiros, a experiência foi transformadora. Charlie Burley, boxeador de Pittsburgh e campeão nacional, saiu às ruas assim que o tiroteio cessou e pegou uma pá para ajudar a reforçar barricadas. Alemães e italianos exilados também se juntaram à resistência, conscientes de que derrotar o fascismo na Espanha era parte de uma luta maior contra Berlim e Roma.Em poucas horas, o antifascismo deixou de ser apenas uma ideia esportiva e se tornou combate real. O golpe foi contido em Barcelona naquele momento, mas não haveria Olimpíada Popular, justamente porque a guerra havia tomado o lugar dos jogos. Guerra Civil Espanhola - Foto: Reprodução I X Depois da batalha, equipes marcharam pelas ruas cantando "A Internacional" em diferentes línguas. Um atleta francês foi morto, tornando-se a primeira de mais de 15 mil vítimas internacionais do conflito. Cerca de 200 atletas que pretendiam competir nas Olimpíadas Populares lutaram ao lado dos republicanos na Guerra Civil Espanhola. A frase atribuída a George Orwell, que também participou do conflito, ajuda a resumir a fronteira tênue entre esporte e política - o esporte seria "guerra sem tiroteio". A Copa de MussoliniDois anos antes dos Jogos de Berlim, a Copa do Mundo de 1934 já havia mostrado como o futebol podia ser usado por um regime totalitário. A Itália de Benito Mussolini sediou o torneio em meio à consolidação do fascismo, gerando um dos primeiros exemplos da prática. O futebol costuma ser visto como esporte democrático por causa da simplicidade das regras, do baixo custo para ser praticado e da possibilidade de ser jogado em praticamente qualquer terreno. Nos anos 1930, porém, Mussolini percebeu seu potencial como instrumento de mobilização nacional. O regime fascista usou a Copa para exaltar a Itália, fortalecer a imagem do "Duce" e transformar estádios em arenas políticas. Benito Mussolini, líder do regime fascista italiano - Foto: Divulgação | AFP Ao conseguir sediar a Copa de 1934, o regime italiano investiu em espetáculo e pressão. Há relatos históricos e lendas em torno da competição, como a de que Mussolini teria espalhado sósias pelos estádios para parecer presente em todos os jogos.Também se comenta que, antes da estreia, ele teria feito ameaça velada aos jogadores, sugerindo que o desempenho da seleção seria "muito bom" sobretudo para a vida dos atletas. Para aliviar a pressão, o técnico teria concentrado a equipe na Suíça.Além dessas histórias, o torneio ficou cercado por suspeitas de favorecimento, suborno de árbitros e decisões controversas. A semifinal contra a Espanha republicana, adversária política simbólica da Itália fascista, foi marcada por erros grosseiros de arbitragem. Itália 1 x 1 Espanha - Foto: Reprodução I X Depois de empate no primeiro jogo, os espanhóis não resistiram ao segundo confronto, vencido pela Itália por 1 a 0. Foi justamente após essa disputa que a seleção espanhola ficou conhecida como "A Fúria".Na final, disputada contra a Tchecoslováquia, a Itália venceu por 2 a 1 na prorrogação diante de cerca de 50 mil torcedores, sob o comando do árbitro sueco Ivan Eklind, apontado como admirador político de Mussolini.  Árbitro sueco Ivan Eklind - Foto: Reprodução I X Assim, a seleção italiana conquistou seu primeiro título mundial, e o regime fascista saiu fortalecido pelo triunfo esportivo. Décadas depois, a Tchecoslováquia se tornaria um dos países europeus a adotar o socialismo como forma de governo, o que amplia o peso histórico e político daquele confronto final quando visto em retrospectiva. Mas, em 1934, o sentido imediato era outro - a vitória italiana serviu à propaganda de Mussolini e ajudou a associar o sucesso no futebol à força do fascismo.A Alemanha nazista também tentou receber a Copa do Mundo de 1942, mas o torneio não foi realizado por causa da Segunda Guerra Mundial.Alemanha, Itália e Estados UnidosO ponto de contato entre 1934, 1936 e 2026 não está, claro, na equivalência dos regimes, mas no controle e poder político que pode ser gerado com a recepção de um megaevento. A Fifa pode vender a Copa como celebração global, mas o país-sede controla aeroportos, vistos, permissões de entrada, permanência, segurança e acesso. Quando esse controle se volta contra representantes de países específicos, o torneio passa a carregar marcas da política externa e migratória do anfitrião.Todo país-sede mantém prerrogativas de segurança e controle migratório, e mesmo a Alemanha nazista e a Itália fascista permitiram a entrada de outras nações livremente, focando no uso da competição como ferramenta de reafirmação de seus próprios poderes e identidades em outras instâncias. A reafirmação de um governo gerado nas bases de proibições a migrações e perseguições a imigrantes, no entanto, cria novas barreiras. A história mostra que esporte e política nunca estiveram completamente separados. A Copa de 1934 serviu ao fascismo italiano. Os Jogos de 1936 foram usados como propaganda nazista. As Olimpíadas Populares de Barcelona tentaram oferecer uma resposta antifascista e foram interrompidas pela Guerra Civil Espanhola. Copas foram usadas por ditaduras, democracias, monarquias e regimes de diferentes naturezas para projetar imagem e poder.A diferença é que, em alguns momentos, o discurso oficial tenta esconder essa relação, tratando no esporte como neutralidade e união, enquanto decisões políticas moldam quem participa, quem viaja, quem torce e quem é visto.Em 2026, a Copa será disputada em estádios modernos, com recorde de seleções, mas com árbitro barrado, torcedores sem ingressos, seleção obrigada a cruzar fronteira para dormir, fotógrafo deportado e jogador interrogado por horas.A Copa de 2026 não repete Berlim 1936 nem Roma 1934. Mas, ao expor o choque entre festa global e controle migratório, mostra que o futebol continua vulnerável às pressões do tempo em que é disputado, e que o tempo vivido atualmente tem tudo para ser historicamente destacado.Talvez, então, a Copa de 2026 possa vir a ser a que define quem pode entrar, ficar, trabalhar, torcer e ter o direito de participar plenamente da maior e "mais inclusiva" competição esportiva do mundo.

Costa do Marfim e Equador: horário e onde assistir à Copa do Mundo

14 June 2026 at 09:00

Costa do Marfim e Equador estreiam na Copa do Mundo neste domingo (14), às 20h (de Brasília), no Estádio da Filadélfia, em confronto válido pelo Grupo E.

A partida será transmitida ao vivo pela TV Globo, Sportv e CazéTV.  O CNN Esportes acompanha lance a lance em tempo real.

As duas equipes vão em busca do título inédito. A Costa do Marfim disputa o seu quarto Mundial, e se classificou após terminar na liderança do Grupo F das Eliminatórias da África (CAF).

Já o Equador vai para a quinta participação na história. Nas Eliminatórias Sul-Americanas, terminou na segunda colocação, atrás da Argentina.

Onde assistir a Costa do Marfim x Equador

  • TV: Globo e SporTV
  • Streaming: CazéTV
  • Tempo real: CNN Esportes

Ficha técnica de Costa do Marfim x Equador

  • Data: 14/06/2026 (domingo)
  • Horário: 20h (horário de Brasília)
  • Local: Estádio da Filadélfia, na Pensilvânia
  • Fase: 1ª rodada do Grupo E da Copa do Mundo

Veja o ranking das seleções mais “desgastadas” para a Copa do Mundo

Marrocos expõe falhas da Seleção Brasileira em estreia na Copa do Mundo

14 June 2026 at 08:00

A primeira grande partida entre seleções de peso nesta Copa do Mundo terminou sem vencedor. Brasil e Marrocos empataram por 1 a 1, nesse sábado (13), diante de um estádio lotado em Nova York/Nova Jersey, em duelo que reforçou o potencial dos africanos e expôs problemas já conhecidos da equipe brasileira.

Ismael Saibari colocou Marrocos em vantagem ainda no primeiro tempo, coroando um início superior da equipe semifinalista da Copa de 2022. O Brasil encontrou o empate graças a um lance de brilhantismo de Vinicius Jr, que garantiu a divisão dos pontos na estreia das equipes pelo Grupo C.

Para Marrocos, a atuação serviu como mais uma demonstração de que a equipe tem condições de competir de igual para igual com as potências tradicionais do futebol mundial. Já o Brasil saiu de campo com diversas questões a serem respondidas — VEJA OS MELHORES MOMENTOS.

Fragilidades do Brasil expostas por Marrocos

“Não acho que começamos bem a partida. O time estava um pouco nervoso, perdemos muitas bolas e muitos duelos. O primeiro tempo não foi bom”, avaliou o técnico Carlo Ancelotti, destacando a melhora da seleção brasileira após o intervalo.

“O time melhorou no segundo tempo. Foi um jogo difícil porque Marrocos é uma boa equipe. Acho que houve um pouco de nervosismo. No primeiro tempo eles escapavam da nossa pressão e criavam contra-ataques perigosos”, acrescentou o treinador.

Marrocos começou melhor, trabalhando a bola com paciência pelos lados do campo e criando perigo com Achraf Hakimi e Bilal El Khannouss. Enquanto isso, o Brasil apostava em transições rápidas para tentar surpreender o adversário.

Os africanos atravessavam o meio-campo brasileiro com facilidade preocupante, encontrando espaços entre as linhas de marcação. O jovem Ayyoub Bouaddi chamou atenção pela qualidade técnica e pela capacidade de organizar as ações ofensivas da equipe.

Gol de Saibari pune erros da seleção brasileira

A primeira chegada mais perigosa do Brasil aconteceu aos 14 minutos. Igor Thiago apareceu em boa posição, mas desperdiçou a oportunidade ao não conseguir direcionar corretamente a cabeçada.

Sete minutos depois, as fragilidades defensivas brasileiras ficaram evidentes. Lucas Paquetá perdeu a posse no meio-campo, Brahim Díaz encontrou Saibari em profundidade e a dupla de zaga formada por Marquinhos e Gabriel foi surpreendida pela movimentação rival.

Alisson também falhou no lance ao sair de maneira precipitada do gol. Com tranquilidade, Saibari encobriu o goleiro brasileiro e abriu o placar para Marrocos, que transformava em vantagem a superioridade demonstrada até então.

Mesmo controlando boa parte das ações e impondo intensidade, os marroquinos não conseguiram ampliar. O Brasil, por outro lado, precisou de apenas um momento de inspiração para voltar ao jogo.

Vinicius Jr salva o Brasil com golaço

Aos 32 minutos, Vinicius Jr recebeu passe de Bruno Guimarães na entrada da área pela esquerda. O atacante cortou para o pé direito e acertou uma finalização indefensável no ângulo oposto para empatar a partida.

O Brasil quase virou antes do intervalo. Lucas Paquetá acertou um voleio dentro da área, mas o goleiro Yassine Bounou reagiu rapidamente e evitou o segundo gol brasileiro.

Na volta para o segundo tempo, Fabinho e Danilo entraram nos lugares de Casemiro e Roger Ibañez, que haviam feito uma atuação muito abaixo do esperado. As mudanças deram mais equilíbrio e controle à equipe de Ancelotti.

A seleção brasileira passou a circular melhor a bola e obrigou Marrocos a defender mais. Ainda assim, teve dificuldade para criar chances claras, conseguindo ameaçar com mais perigo apenas aos 78 minutos, quando Raphinha aproveitou cruzamento de Vinicius Jr.

Grupo C segue aberto após empate entre Brasil e Marrocos

Com o passar do tempo, as duas equipes diminuíram os riscos e o ritmo da partida caiu. O Brasil encontrou energia nos minutos finais e esteve perto da vitória com Matheus Cunha, mas faltou o brilho ofensivo de outras épocas.

Apesar do empate, tanto Brasil quanto Marrocos saem da rodada acreditando na possibilidade de terminar na liderança do Grupo C, o que pode representar um caminho teoricamente mais favorável na fase eliminatória da Copa do Mundo.

A primeira rodada termina com a Escócia na liderança, já que os europeus venceram o Haiti por 1 a 0.

Veja o ranking das seleções mais “desgastadas” para a Copa do Mundo

Folga geral? Veja a programação da Seleção Brasileira neste domingo (14)

14 June 2026 at 08:00

Após a estreia com empate por 1 a 1 contra Marrocos, a Seleção Brasileira terá uma programação diferente, neste domingo (14), durante a preparação para a sequência do grupo C da Copa do Mundo.

Os jogadores, porém, não terão folga. Na concentração do hotel The Ridge, a partir das 11h30 (de Brasília), eles serão divididos em dois grupos. Os 11 titulares da estreia farão um treino regenerativo, enquanto os demais terão sessões na academia.

Será uma programação mais curta, menos intensa e sem a presença da imprensa para a Seleção Brasileira, que volta ao centro de treinamento do Columbia Park na segunda-feira (15), às 18h (de Brasília).

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    Vini Jr. comemora golaço que marcou em Brasil x Marrocos pela Copa do Mundo • Dan Mullan/Getty Images

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    Vinicius Junior celebra gol da Seleção Brasileira contra o Marrocos • Ulrik Pedersen/NurPhoto via Getty Images

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    Vini Jr. acerta belo chute e empata o jogo entre Brasil e Marrocos pelo grupo C da Copa do Mundo • Hugo Rivera/Jam Media/Getty Images

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    Vinicius Junior celebra gol da Seleção Brasileira contra Marrocos • Ulrik Pedersen/NurPhoto via Getty Images

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    Vini Jr. chuta para o gol do empate da Seleção Brasileira contra Marrocos pelo confronto do grupo C da Copa do Mundo • Catherine Ivill - AMA/Getty Images

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    Ismael Saibari marcou o gol do Marrocos contra a Seleção Brasileira em partida pelo grupo C da Copa do Mundo • Dan Mullan/Getty Images

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    Marquinhos e Achraf Hakimi disputando espaço depois de uma cobrança de escanteio em Brasil x Marrocos pela Copa do Mundo • Richard Sellers/Sportsphoto/Allstar via Getty Images

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    Ismael Saibari marcou o gol do Marrocos contra a Seleção Brasileira em partida pelo grupo C da Copa do Mundo • FIFA via Getty Images

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    Ismael Saibari chuta, encobre Alisson e abre o placar para Marrocos contra a Seleção Brasileira pela primeira rodada do grupo C da Copa do Mundo • Dan Mullan/Getty Images

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    Bilal El Khannouss e Lucas Paquetá dividindo bola em Brasil x Marrocos pelo grupo C da Copa do Mundo • Kevin C. Cox/Getty Images

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    Lucas Paquetá e Azzedine Ounahi em Brasil x Marrocos pelo grupo C da Copa do Mundo • Kevin C. Cox/Getty Images

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    Ibañez e El Khannous disputam bola em Brasil x Marrocos pelo grupo C da Copa do Mundo • Kevin C. Cox/Getty Images

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    Público de Brasil x Marrocos • Bruno Rodrigues/CNN

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    Hakimi, do Marrocos, tenta chute na partida contra a Seleção Brasileira pelo grupo C da Copa do Mundo • Dan Mullan/Getty Images

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    Seleções perfiladas antes da bola rolar • ANP via Getty Images

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    Neymar está no gramado antes de Brasil x Marrocos (Photo by Dan Mullan/Getty Images) • Getty Images

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    Neymar está no gramado antes de Brasil x Marrocos • (Photo by Hannah Peters - FIFA/FIFA via Getty Images)

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    Marquinhos e Raphinha subindo para o gramado do Estádio New York New Jersey • Hannah Peters - FIFA/FIFA via Getty Images

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    Neymar no gramado do Estádio New York New Jersey • Hannah Peters - FIFA/FIFA via Getty Images

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    Torcida brasileira no Estádio New York New Jersey • Daniela Porcelli/Getty Images

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    Vestiário da Seleção Brasileira • (Photo by Hannah Peters - FIFA/FIFA via Getty Images)

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    Vestiário da Seleção Brasileira • FIFA via Getty Images

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    Fila de torcedores para acessar o Estádio New York New Jersey • Photo by Al Bello/Getty Images

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    Estádio em Nova Jersey antes de Brasil e Marrocos pela Copa do Mundo • Hannah Peters - FIFA/FIFA via Getty Images

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    Torcedor brasileiro antes de Brasil x Marrocos pela Copa do Mundo, em Nova Jersey • Hugo Rivera/Jam Media/Getty Images

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    Estádio em Nova Jersey antes Brasil x Marrocos • Richard Sellers/Sportsphoto/Allstar via Getty Images

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    Jogadores do Marrocos no aquecimento no Estádio New York New Jersey • ANP via Getty Images

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    Carlo Ancelotti na estreia da Seleção Brasileira contra Marrocos • MB Media/Getty Images

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    Seleção Brasileira perfilada em foto pré-jogo • Hannah Peters - FIFA/FIFA via Getty Images

Enquanto isso, o técnico Carlo Ancelotti e sua comissão técnica quebram a cabeça para pensar no time que vai a campo na segunda rodada, sexta-feira (19), contra o Haiti, na Filadélfia.

Após a primeira rodada, a Escócia lidera o grupo C, já que venceu o Haiti por 1 a 0.

Veja o ranking dos elencos mais valiosos da Copa do Mundo

 

Veja as opções ofensivas de Ancelotti para mudar o Brasil contra o Haiti

14 June 2026 at 08:00

Após o empate em 1 a 1 contra o Marrocos na estreia, o Brasil retorna aos gramados pelo Grupo C da Copa do Mundo na próxima sexta-feira (19), às 21h30 (de Brasília), para encarar o Haiti. Em meio a uma dificuldade em criar oportunidades claras de gol no primeiro jogo, o técnico Carlo Ancelotti pode promover algumas mudanças no setor ofensivo na segunda partida.

Ancelotti escalou o time para a estreia com um trio de atacantes. Vinicius Júnior, que foi um dos melhores jogadores em campo, e Raphinha atuaram nas pontas, enquanto Igor Thiago foi centroavante da equipe. Além disso, Lucas Paquetá completou o meio-campo, com características bem mais ofensivas do que Casemiro e Bruno Guimarães.

Com a vaga de “camisa 9” em aberto, Endrick é um nome que pode começar como titular contra a Seleção Haitiana. Autor do gol da vitória no amistoso contra o Egito, o atacante de 19 anos oferece movimentação e velocidade para dar profundidade às jogadas do Brasil.

Titular da Seleção Brasileira antes de perder a vaga para Igor Thiago, Matheus Cunha pode reassumir a posição na próxima rodada da Copa. Diferente de Igor, ele atua como um centroavante construtor, trabalhando bastante as jogadores fora da área e auxiliando o meio-campo na armação da equipe.

Diante de uma atuação abaixo do esperado de Raphinha, Luiz Henrique pode ganhar espaço na ponta-direita. O atacante do Zenit, da Rússia, acumula boas atuações com a camisa verde-amarela e tem capacidade de desequilibrar as partidas com jogadas individuais.

Veja o ranking dos elencos mais valiosos da Copa do Mundo

Com golaço, Austrália surpreende a Turquia e estreia com vitória na Copa

14 June 2026 at 06:56

A Austrália derrotou a Turquia pelo placar de 2 a 0, na madrugada deste domingo (14), em partida que encerrou o terceiro dia de disputa da Copa do Mundo de 2026. O confronto é válido pelo Grupo D do torneio e ocorreu no Estádio de Vancouver, no Canadá.

O primeiro gol dos australianos foi marcado por Nestory Irankunda, aos 27 minutos de jogo, em bela jogada individual. Na segunda etapa, Connor Metcalfe bateu no cantinho de fora da área e sacramentou o triunfo dos Socceroos na estreia. O goleiro Patrick Beach e o zagueiro Harry Souttar foram outros grandes destaques do duelo.

Com a vitória, a Austrália ocupa a segunda colocação da chave, atrás apenas dos Estados Unidos, que golearam o Paraguai por 4 a 1. O time comandado pelo técnico Tony Popovic volta a campo na próxima sexta-feira (19), às 16h (de Brasília), diante justamente de um dos anfitriões da Copa.

A Seleção Turca, por sua vez, tentará a recuperação no sábado (20), às 00h, contra a equipe paraguaia. Esta é a primeira participação do país na competição desde 2002, edição em que terminou na terceira posição geral.

O jogo

Favorita no confronto, a Turquia saiu para o ataque no início da partida e criou uma oportunidade aos sete minutos, em finalização do meia Arda Güler que foi para fora. O time chegou novamente aos 19, em tentativa do lateral Ferdi Kadioglu de fora da área, que também errou o alvo.

Na marca de 26 minutos, o ponta Baris Alper Yilmaz cruzou com perigo e Güler apareceu para bater nas mãos do goleiro Patrick Beach. Logo depois, o volante Paul Okon-Engstler lançou o atacante Nestory Irankunda em velocidade, que driblou a defesa e chutou no cantinho. 1 a 0 para a Austrália em Vancouver.

A Seleção Turca não se abalou e respondeu aos 30 minutos. O zagueiro Abdülkerim Bardakci arriscou de muito longe e obrigou Beach a realizar uma linda defesa, em bola que ainda carimbou a trave. Antes do intervalo, Irankunda quase ampliou em outro contra-ataque, mas parou no goleiro Ugurcan Çakir.

Atrás do placar, os turcos retornaram para o segundo tempo determinados em conseguir o empate. No primeiro minuto da etapa, o meia Hakan Çalhanoglu limpou a marcação e finalizou para outra defesa de Beach. Já aos quatro, o volante Ismail Yüksek tentou da entrada da área e acertou a defesa.

Güler cobrou uma falta direta para o gol aos 12 minutos e viu Beach realizar uma ótima defesa. A pressão seguiu intensa e a equipe europeia levou perigo mais uma vez aos 27, em chute do lateral Zeki Çelik que parou no goleiro australiano.

Em uma das poucas vezes que subiu ao ataque no segundo tempo, a Austrália ampliou sua vantagem na marca de 30 minutos. O meio-campista Connor Metcalfe recebeu na intermediária, carregou livre e bateu no canto para anotar o 2 a 0.

Os turcos criaram mais uma grande oportunidade aos 32 minutos, em tentativa do atacante Kerem Aktürkoglu, mas a bola ficou nas mãos de Patrick Beach. Já aos 40, o goleiro defendeu uma boa cobrança de falta de Çalhanoglu. No tempo restante, os Socceroos seguraram a pressão adversária e asseguraram a vitória na estreia da Copa do Mundo.

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Autor de golaço da Austrália nasceu como refugiado e fez base no Bayern

14 June 2026 at 05:46

Austrália e Turquia estão se enfrentando na madrugada deste domingo (14), em jogo válido pela primeira rodada do Grupo D da Copa do Mundo de 2026. O atacante Nestory Irankunda anotou um golaço e colocou os australianos na frente aos 27 minutos da partida.

O volante Paul Okon-Engstler acertou um belo lançamento para Irankunda, que acelerou, driblou o marcador e finalizou no cantinho. Esta é a primeira participação do atacante de 20 anos em Copas do Mundo.

Jogadores da Austrália comemorando o gol sobre a Turquia, no jogo válido pela primeira rodada da Copa do Mundo
Jogadores da Austrália comemorando o gol sobre a Turquia, no jogo válido pela primeira rodada da Copa do Mundo • Stu Forster/Getty Images

Ele nasceu em um campo de refugiados localizado na cidade de Kigoma, na Tanzânia. Sua família é natural de Burundi e fugiu do país por conta de uma guerra civil que durou mais de uma década. Eles se mudaram para Perth, na Austrália, antes de chegar em Adelaide, onde o atleta iniciou sua carreira como profissional.

Após se destacar pelo Adelaide United, clube em que atuou na equipe principal aos 15 anos de idade, Irankunda se transferiu para o Bayern de Munique. Ele reforçou a base do clube alemão e também jogou pelo time B, que disputa a quarta divisão nacional.

Depois de um empréstimo para o futebol suíço, Nestory Irankunda foi comprado pelo Watford, da Inglaterra, seu atual time. Na última temporada, o australiano anotou quatro gols e cinco assistências em 42 partidas disputadas.

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Haiti 0 x 1 Escócia: veja os melhores momentos do jogo da Copa do Mundo

14 June 2026 at 04:57

Escócia venceu o Haiti por 1 a 0 neste sábado (13), em Boston, e largou na frente no Grupo C da Copa do Mundo de 2026. O único gol da partida foi marcado pelo meio-campista John McGinn.

Com os três pontos, a seleção escocesa assume a liderança da chave. Brasil e Marrocos somam um ponto cada após empatarem por 1 a 1 na estreia, enquanto o Haiti fecha o grupo sem pontuar.

Veja os melhores momentos

Segunda rodada do Grupo C

O próximo compromisso do Haiti será diante da Seleção Brasileira, na quinta-feira (19), às 21h30, no Estádio da Filadélfia. No mesmo dia, a Escócia enfrenta o Marrocos, às 19h, em Boston.

O grupo se encerra em 24 de junho, com dois jogos simultâneos: Brasil x Escócia e Marrocos x Haiti. Veja informações sobre os dois jogos.

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Escócia segura pressão do Haiti e vence na estreia da Copa do Mundo

14 June 2026 at 04:02

A Escócia venceu o Haiti por 1 a 0 neste sábado (13), em Boston, e largou na frente no Grupo C da Copa do Mundo de 2026. O único gol da partida foi marcado pelo meio-campista John McGinn. VEJA OS MELHORES MOMENTOS:

Com os três pontos, a seleção escocesa assume a liderança da chave. Brasil e Marrocos somam um ponto cada após empatarem por 1 a 1 na estreia, enquanto o Haiti fecha o grupo sem pontuar.

A partida

A Escócia começou com mais posse de bola nos primeiros minutos e tentou o primeiro ataque da partida, mas parou na defesa do Haiti.

Aos nove minutos, os haitianos responderam com perigo. Providence iniciou um contra-ataque após roubar a bola de Hickey e avançou pela esquerda. Ele cruzou para a área, mas Deedson não conseguiu dominar e desperdiçou uma boa oportunidade.

A Escócia reagiu aos 16 minutos em uma jogada construída por Doak e McTominay. O meia finalizou na trave e quase abriu o placar.

Quando o Haiti começava a crescer na partida, os escoceses saíram na frente. Aos 27 minutos, Adams foi lançado pela direita, fez uma tabela e finalizou para defesa de Placide. No rebote, John McGinn chutou e contou com um desvio de Bellegarde para balançar as redes. Pouco depois, a equipe assustou com um desvio de cabeça de Shankland, aos 31.

O Haiti não se abalou e voltou a levar perigo aos 33 minutos, em uma finalização após rebote de Isidor. Três minutos depois, Pierrot fez boa jogada dentro da área e serviu Providence, mas Hickey fez o corte. Embalado pela torcida, o Haiti manteve a pressão e buscou o empate até o intervalo, mas a Escócia foi para o vestiário em vantagem por 1 a 0.

Na segunda etapa, a Escócia criou a primeira boa oportunidade aos nove minutos. Adams cruzou para a área e Shankland tentou alcançar a bola, mas não conseguiu. Na sobra, Doak finalizou, mas a defesa haitiana afastou o perigo.

Após um primeiro tempo intenso e bastante disputado, o ritmo da partida diminuiu. As duas equipes passaram a sentir o desgaste físico, e o jogo perdeu intensidade.

Aos 27 minutos, a emoção voltou ao gramado com uma boa jogada da Escócia. Hickey encontrou McGinn livre na área, mas o meia dominou e finalizou para fora.

No lance seguinte, foi a vez do Haiti. Providence arriscou um chute cruzado, e Isidor quase conseguiu completar para o gol. A bola passou rente à trave.

Aos 32 minutos, Bellegarde bateu forte da entrada da área, mas a zaga adversária bloqueou a finalização. Na sobra, Providence tentou concluir a jogada, mas também foi travado pela defesa.

O estádio foi ao delírio aos 38 minutos. Após cruzamento para a área, Pierrot subiu para cabecear e mandou para fora, desperdiçando uma grande chance de empatar a partida. O atacante voltou a levar perigo nos acréscimos, mas sem sucesso.

Apesar da pressão nos minutos finais, o Haiti não conseguiu igualar o marcador. A Escócia administrou a vantagem até o apito final e garantiu os três pontos na estreia da Copa do Mundo.

Segunda rodada do Grupo C

O próximo compromisso do Haiti será diante da Seleção Brasileira, na quinta-feira (19), às 21h30, no Estádio da Filadélfia. No mesmo dia, a Escócia enfrenta o Marrocos, às 19h, em Boston.

O grupo se encerra em 24 de junho, com dois jogos simultâneos: Brasil x Escócia e Marrocos x Haiti. Veja informações sobre os dois jogos.

Veja o ranking das seleções mais “desgastadas” para a Copa do Mundo

Austrália x Turquia: escalações e onde assistir ao jogo da Copa do Mundo

14 June 2026 at 03:36

Austrália e Turquia entram em campo neste domingo (14), às 01h (de Brasília), pela primeira rodada da Copa do Mundo de 2026. As seleções estão no Grupo D da competição, juntamente com Estado Unidos e Paraguai. O duelo acontece no Estádio de Vancouver, no Canadá.

De volta ao torneio após 24 anos, a Seleção Turca busca a vitória diante da equipe australiana, que disputa sua sexta edição consecutiva. O jogo terá a transmissão da Globo, SporTV, CazéTV e Globoplay, além do tempo real do CNN Esportes.

Escalações

  • Austrália: Patrick Beach; Jacob Italiano, Alessandro Circati, Harry Souttar, Cameron Burgess e Jordan Bos; Paul Okon-Engstler, Aiden O’Neill e Connor Mecalfe; Nestory Irankunda e Mohamed Touré. Técnico: Tony Popovic.
  • Turquia: Ugurcan Çakir; Zeki Çelik, Abdülkerim Bardakci, Merih Demiral e Ferdi Kadioglu; Ismail Yüksek, Hakan Çalhanoglu e Orkun Kökçü; Barıs Alper Yilmaz, Arda Güler e Kerem Aktürkoglu. Técnico: Vincenzo Montella.

Onde assistir a Austrália x Turquia

  • TV: Globo e SporTV
  • Streaming: CazéTV (YouTube) e Globoplay
  • Tempo real: CNN Esportes

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Brasil está invicto em estreias de Copa do Mundo há quase 100 anos

14 June 2026 at 03:16

A Seleção Brasileira sustenta uma marca há quase 100 anos em Copas do Mundo: a invencibilidade nas estreias. Desde 1934, no Mundial realizado na Itália, a Amarelinha não é derrotada no seu primeiro jogo.

A única seleção a participar de todas as edições do Mundial tem, aliás, apenas duas marcas negativas na estreia em toda a história. Em 1930, também perdeu para a Ioguslávia por 2 a 1 no Uruguai.

Desde então, os números impressionam. São 17 vitórias e agora, quatro empates, 21 edições seguidas sem grandes problemas no primeiro passo.

Vini Jr mantém outra tradição

O Brasil soma outras marcas positivas nos Mundiais. Em toda a história, o Brasil, única seleção a participar de todas as Copas do Mundo, só não marcou na estreia da edição de 1974, quando empatou sem gols com a Iugoslávia.

Desde então, a Seleção Brasileira sempre marca em suas estreias na principal competição de futebol do planeta.

Vini Jr. ainda se juntou a nomes como Pelé, Romário e Reinaldo, responsáveis por abrir o placar do Brasil em outras edições de Copa. Clique e confira a lista.

Próximos jogos da Seleção Brasileira

Após o empate na estreia, o Brasil volta a campo pelo grupo C da Copa do Mundo na próxima sexta-feira (19), às 21h30 (de Brasília), quando enfrenta o Haiti na Filadélfia.

A Seleção fecha a fase de grupos em 24 de junho, uma quarta-feira, às 19h, em Miami.

O outro jogo da primeira rodada do grupo C será realizado ainda neste sábado, às 22h, entre Haiti e Escócia. Caso a partida tenha um vencedor, ele será o líder do grupo.

Ex-Seleção declara torcida por outro país na Copa e motivo chama atenção

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