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Da compra do ingresso ao traslado de graça, monte seu roteiro para aproveitar a 26ª Fenearte

11 June 2026 at 19:25

A 26ª Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte) acontece de 8 a 19 de julho no Pernambuco Centro de Convenções, em Olinda. Realizada pelo Governo de Pernambuco por meio da Adepe, a feira é uma política pública continuada desde 2000 e carrega o título de maior feira de artesanato da América Latina. Para os mais de 5 mil artesãos, expositores e empreendedores que ocupam cerca de 700 espaços de comercialização, é o momento de maior venda do ano, com negócios que reverberam pelos meses seguintes. Participam representantes de 24 estados do Brasil e de mais de 30 países, sob o tema "Seleiros de Pernambuco: Ofício que Transforma", que homenageia quem trabalha o couro. Com tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo nos 12 dias de evento, vale planejar a visita. O JC organizou o mapa completo.

Ingressos e horários

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Ingressos vão de R$ 6 a R$ 16 e são vendidos online e em pontos físicos da Região Metropolitana e do interior - JAILTON JR./JC IMAGEM

A feira abre de segunda a sexta, das 14h às 22h, e nos sábados e domingos, das 10h às 22h. Os ingressos custam R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia) de segunda a quinta, e R$ 16 (inteira) e R$ 8 (meia) de sexta a domingo, valores que a organização aponta como os mais baratos entre as grandes feiras do Brasil.
A compra pode ser feita online, pelo site www.evenyx.com/26a-fenearte, com link também disponível no Instagram @fenearte, ou em pontos físicos espalhados pela Região Metropolitana e pelo interior. Vendem ingressos as lojas do Artesanato de Pernambuco no Palazzo Itália (Bairro do Recife) e nos shoppings Recife e Tacaruna, as unidades da Casa do Pará, da Trois Barbearia e da Crosby, a loja Crabolando (Plaza) e o quiosque Parcele Aqui no Vitória Park Shopping, em Vitória de Santo Antão. Em breve, os ingressos também estarão disponíveis no site oficial www.fenearte.pe.gov.br.

Como chegar

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Cinco shoppings têm ônibus grátis, com trajeto de ida e volta da Fenearte - Divulgação

Quem preferir deixar o carro em casa tem cinco rotas de traslado gratuito, com partidas dos shoppings Recife, RioMar, Plaza, Tacaruna e Patteo. Os ônibus circulam das 13h às 23h de segunda a sexta, e das 9h às 23h nos fins de semana, com embarque e desembarque nos estacionamentos. A novidade é o terminal de passageiros dentro da feira, próximo à entrada principal.
Para quem vai de carro, o estacionamento do Centro de Convenções cobra R$ 13 pela primeira hora e R$ 7 por hora excedente ou fração. A diária de até 12 horas sai por R$ 35.

Logo na entrada

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O Átrio Fenearte tem visitação gratuita e reúne o Espaço Janete Costa (foto) e quatro salões de arte - JAILTON JR./JC IMAGEM

Nem tudo na Fenearte exige ingresso. O Átrio, área de entrada da feira com bilheteria ampla e totens de autoatendimento para evitar filas, pode ser visitado gratuitamente. É ali que ficam o Espaço Janete Costa, que une artesanato, arquitetura e design e recebe os bate-papos e lançamentos de livros das Conversas Instigantes, e os quatro salões de arte. São eles o 21º Salão de Arte Popular Ana Holanda, o 19º Salão de Artes Sustentáveis, o 10º Salão de Arte Popular Religiosa e o 2º Salão Pernambuco Faz Design, com mobiliários e objetos. O público vota na peça favorita de cada salão, e os autores mais votados recebem o prêmio de Aclamação Popular.

Alameda dos Mestres

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25ª edição da Feira Nacional de Negócios de Artesanato (Fenearte) - JAILTON JR./JC IMAGEM

Alameda dos Mestres é a identidade da feira, onde estão os 64 estandes de mestras e mestres vivos e das famílias que continuam legados da tradição popular. A estreante este ano é a Mestra Francisca Xukuru, do povo Xukuru, da Aldeia Pé de Serra dos Nogueiras, em Pesqueira. Aos 80 anos, presente na feira desde a primeira edição, ela trabalha com a renascença "desde menina" e diz que o artesanato "foi a solução de tudo". Francisca ocupa o estande deixado pelo Mestre Roque Santeiro, falecido em fevereiro deste ano, em Petrolina, vítima de leucemia. O trabalho em madeira do Mestre Heleno, de Tracunhaém, que também faleceu este ano, segue exposto pelas mãos da família.

Rota do couro

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Peças de Irineu do Mestre, couro de tilápia de Fafá Belém e calçados de Jailson Marcos traduzem o tema da edição - Divulgação
 

Quem quiser ver de perto o tema da edição pode montar um roteiro próprio atrás dos seleiros homenageados. Irineu do Mestre, de Salgueiro, leva à feira os "bonéus" de couro que João Gomes usa nos palcos, peças de uma linhagem de mestres iniciada pelo pai, Zé do Mestre. Fafá Belém, de Petrolândia, apresenta sandálias, bolsas e carteiras feitas com couro de tilápia, técnica que transformou a economia do seu território. Jailson Marcos, radicado no Recife, expõe os acessórios e calçados que marcam a moda autoral pernambucana. O Ciclo do Couro de Exu, eternizado por nomes como Zé Venceslau, e as seleiras e seleiros de Cachoeirinha, epicentro nacional das selas e arreios, completam o universo reverenciado pelo tema, presente também na ambientação da Alameda dos Mestres e nos desfiles da Moda Fenearte.

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Fafá Belém transforma couro de tilápia em sandálias e movimenta uma rede de mulheres artesãs em Petrolândia - DAY SANTOS / JC IMAGEM

Moda no couro

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Nove desfiles tomam os dois sábados da feira com o couro como estrela das passarelas - Divulgação

A Moda Fenearte toma os dois sábados da feira com nove desfiles que celebram a moda autoral pernambucana, este ano com o couro como estrela das passarelas. Entre as atrações, desfilam as criações dos 15 finalistas do 3º Desafio MAPE (Moda Autoral de Pernambuco), concurso que revela estudantes de moda e design do Estado e premia os três primeiros em dinheiro.

Mãos na massa

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Cerca de 13 oficinas ensinam xilogravura, biojoias e reciclados e reuniram 1,6 mil participantes em 2025 - JAILTON JR./JC IMAGEM

Entre as atrações mais disputadas da feira, as Oficinas Fenearte ensinam ao público técnicas como xilogravura, biojoias e trabalho com reciclados, passadas por quem domina o ofício. São cerca de 13 oficinas no Mezanino, que no ano passado reuniram 1,6 mil participantes. 

Sabores do Sertão

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Cozinha Fenearte mistura fogão e aboio em 17 aulas dedicadas à gastronomia sertaneja - JAILTON JR./JC IMAGEM

A Cozinha Fenearte oferece 17 aulas de gastronomia dedicadas à cozinha sertaneja, tema escolhido em diálogo com a homenagem aos seleiros. A novidade deste ano é a mistura entre música e fogão, com receitas inspiradas em aboios e aboios inspirados em receitas, para ver, vivenciar e saborear. As aulas contam com intérpretes de Libras.

Vitrine do artesão

Ainda no Mezanino, a mostra do Programa Pernambuco Artesão em Exposição apresenta criações e depoimentos de artesãos do segundo ciclo do programa, convênio da Adepe com o Sebrae/PE que leva consultorias, mentorias e formações em embalagens, marketing digital e gestão financeira a quem produz do Sertão a Fernando de Noronha.

Brasil e mundo

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25ª edição da Feira Nacional de Negócios de Artesanato (Fenearte) - JAILTON JR./JC IMAGEM

O passeio pelos corredores também atravessa fronteiras. Além dos expositores de todas as regiões de Pernambuco, a feira reúne artesãos de 24 estados brasileiros e de mais de 30 países, cada estande com as técnicas, as matérias-primas e as tradições do seu lugar de origem. É a chance de comprar, numa mesma tarde, uma peça do Sertão pernambucano, do Norte do Brasil e do outro lado do mundo sem sair de Olinda.

Música na praça

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Praça de Alimentação recebe mais de 70 atrações musicais no clima do Festival Pernambuco Meu País - JAILTON JR./JC IMAGEM

A Praça de Alimentação entra no clima do Festival Pernambuco Meu País, com programação da Fundarpe e da Secretaria de Cultura de Pernambuco. São mais de 70 atrações musicais nos 12 dias, da cultura popular à cena contemporânea.

Design sustentável

A feira volta a realizar o Concurso Praça de Sustentabilidade, vencido por estudantes da UFPE com o projeto "Quando a Maré Encher", orientado pelo professor Pier Paolo Bertuzzi Pizzolato e executado com recurso de R$ 18 mil. Já o 2º Concurso Estande dos Estandes premia em dinheiro os três estandes mais bem avaliados do setor Individual Pernambuco em sustentabilidade, materialidade, layout e criatividade.

Feira acessível

Pessoas com deficiência visual, neurodivergentes, surdas ou ensurdecidas contam com visitas guiadas com acessibilidade comunicacional, que em 2025 atenderam mais de 350 pessoas. Há intérpretes de Libras nas programações da Cozinha Fenearte e das Conversas Instigantes, além de cadeiras de rodas disponíveis para pessoas com mobilidade reduzida.

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Circuito Fenearte leva imersões a ateliês e espaços culturais da Região Metropolitana, Zona da Mata e Agreste - Divulgação

Além dos muros

Pelo quarto ano, o Circuito Fenearte leva programação paralela para fora do Centro de Convenções, com imersões por ateliês e espaços de arte, cultura e economia criativa na Região Metropolitana do Recife, na Zona da Mata e no Agreste.

© Daniela Nader

Movimentação na 24ª Fenearte: artesanato, turismo e economia em alta

Fenearte chega à 26ª edição com investimento recorde de R$ 16 milhões

11 June 2026 at 01:46

A 26ª Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte) foi lançada nesta quarta-feira (10), na sede provisória do Centro de Artesanato de Pernambuco, no Bairro do Recife, anunciando investimento recorde de R$ 16 milhões. Realizada pela Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), a feira acontece entre os dias 8 e 19 de julho no Pernambuco Centro de Convenções, em Olinda, com expectativa de receber mais de 340 mil visitantes. Este ano o tema é "Seleiros de Pernambuco: Ofício que Transforma".

Presente no lançamento, a governadora Raquel Lyra destacou a importância econômica da Fenearte e o aumento do investimento do governo do Estado nos últimos anos. Desde 2022 o aporte escalou de R$ 7 milhões para o valor deste ano.

A aposta tem retorno comprovado. Em 2025, a Fenearte movimentou R$ 163 milhões em 12 dias de evento, recebeu mais de 300 mil visitantes e registrou aprovação de 99% do público. Em 2023, a movimentação tinha sido de R$ 54 milhões, o que significa que o resultado financeiro da feira triplicou em dois anos.

"Não se trata somente de um lugar incrível para visitar, um mergulho na nossa identidade e na nossa história. É de onde as pessoas tiram o seu sustento", afirma Raquel. Ela destaca que os negócios gerados na feira reverberam ao longo de todo o ano. "Não é só o que foi vendido do estoque, mas aquilo que se pode fazer de negócios pelo ano inteiro", complementa.

Nesta edição, mais de 5 mil artesãos, expositores e empreendedores de Pernambuco, de 24 estados do Brasil e de mais de 30 países ocupam os 700 espaços de comercialização, distribuídos em 30 mil metros quadrados de estrutura. A dimensão sustenta o título de maior feira de artesanato da América Latina, repetido pela governadora a cada visitante estrangeiro que convida para conhecer o evento.

Compradores internacionais é novidade

A principal novidade econômica desta edição é a comitiva inédita de dez compradores internacionais, que chega à feira em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil). O grupo participa de rodadas de negócios com 40 artesãos selecionados, com potencial de gerar encomendas e levar o artesanato pernambucano a pelo menos dez países.

O movimento de expansão já começou antes da abertura dos portões. Em maio, a Fenearte saiu de Pernambuco pela primeira vez e ocupou o São João Gomes, em São Paulo. A presença na capital paulista gerou quase R$ 400 mil de renda para artesãos pernambucanos.

"Esses artesãos e essas artesãs realmente dependem da feira para sobreviver, para vender e viver do seu trabalho dignamente. É por isso que o governo vem investindo cada vez mais", diz Camila Bandeira, diretora-executiva da Fenearte e diretora-geral de Promoção da Economia Criativa da Adepe.

Couro em cena

O tema "Seleiros de Pernambuco: Ofício que Transforma" reverencia quem faz do couro abrigo, proteção e ornamento. "O couro é resistência. Ele é transformado a partir das mãos desses artesãos e dessas artesãs, que também têm as suas vidas transformadas por esse ofício", explica Camila. A palavra seleiro, originalmente ligada a quem fabrica selas, hoje nomeia qualquer artesão que trabalha o couro.

Os artesãos atravessam o mapa de Pernambuco. No Sertão, estão Zé Venceslau, do Ciclo do Couro de Exu, quase contemporâneo de Luiz Gonzaga, e Fafá Belém, de Petrolândia, que despertou para o couro de tilápia e criou uma associação de mulheres artesãs que vivem do ofício. No Agreste, Cachoeirinha concentra a produção de selas e arreios na Feira do Couro e do Aço. Na Região Metropolitana do Recife, designers como Jailson Marcos levam o couro à moda autoral.

Do Sertão ao hype

Entre os reverenciados, Irineu do Mestre carrega o caso mais pop do tema deste ano. Das mãos do seleiro da Fazenda Cacimbinha, em Salgueiro, saem os "bonéus", mistura de boné e chapéu que virou marca registrada de João Gomes, cantor e compositor pernambucano de 23 anos, que levou o forró ao topo das plataformas de streaming. O artista é de Serrita, terra da Missa do Vaqueiro, e exibiu a peça de couro até em gravação na Disney.

"Um jovem que mostrou para o mundo que não precisa ter cerimônia de usar um chapéu, um boné de couro e uma alpercata e sair pelo mundo sem perder a sua simplicidade", diz Irineu, que se orgulha de ver o trabalho "de um sertanejo simples" rodando o planeta.

A governadora Raquel Lyra já encomendou o seu. No evento de lançamento, ela conta que Irineu mediu sua cabeça com fita métrica para produzir a peça. "Da próxima vez que eu encontrar João Gomes, eu vou estar com o meu, ele com o dele", brinca.

Herdeiro de uma linhagem de seleiros que vem do pai, Zé do Mestre, falecido em 2025, Irineu resume o peso econômico do ofício. "O artesanato em couro é um complemento de renda que a gente tem para defender nossos interesses. E é a preferência do cliente que dá vida à nossa arte", destaca.

Cidade da arte

Na entrada principal da feira, a Alameda dos Mestres reúne 64 mestres e mestras do artesanato pernambucano. A estreante deste ano é Dona Francisca Xukuru, que chega aos 80 anos de idade e quase oito décadas de trabalho com a renda renascença. Ela ocupa o espaço do mestre Roque Santeiro, de Petrolina, que faleceu em fevereiro deste ano de leucemia.

A programação inclui 13 oficinas, de reciclados a xilogravura e biojoias, que no ano passado reuniram 1,6 mil participantes. A Cozinha Fenearte oferece 17 aulas de gastronomia com o tema da cozinha sertaneja, com receitas inspiradas em aboios. A Moda Fenearte apresenta nove desfiles nos dois sábados do evento, com o couro como estrela, incluindo criações premiadas de 15 estudantes de moda e design do Estado.

O Circuito Fenearte, que leva programação paralela a museus, galerias e equipamentos culturais da Mata Norte, Mata Sul, Agreste e Região Metropolitana, chega à quarta edição com 12 imersões gratuitas. Por conta do tema, uma delas leva o público a Cachoeirinha para conhecer a Feira do Couro e do Aço.

Para facilitar o acesso, ônibus gratuitos saem a cada meia hora de cinco shoppings do Recife, e a feira estreia um terminal de passageiros dentro do Centro de Convenções. Segundo a organização, o ingresso é o mais barato do Brasil entre as grandes feiras.

Serviço:

26ª Fenearte

  • De 8 a 19 de julho, no Pernambuco Centro de Convenções, em Olinda.
  • Ingressos à venda pelo Instagram @fenearte
  • R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia) de segunda a quinta.
  • R$ 16 (inteira) e R$ 8 (meia) de sexta a domingo.

© Hesíodo Goes/Divulgação

Raquel Lyra destaca que a feira movimentou R$ 163 milhões em 2025, o triplo do registrado em 2023

Mercadinho de velharias e antiguidades anima domingo em Querença

1 June 2026 at 17:07

A Junta de Freguesia de Querença vai organizar no próximo domingo, dia 7 de Junho, o Mercadinho Relíquias de Querença, no polidesportivo local.

Para além das velharias e antiguidades, o evento contará também com artesanato local, sabores regionais e animação de rua.

A iniciativa realiza-se no Polidesportivo de Querença, entre as 8h00 e as 13h00, com entrada livre.

A Cooperativa QRER vai marcar presença neste evento, com um espaço dedicado à divulgação do seu trabalho e dos seus cooperadores.

Sul Informação

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