O que está por trás do ódio ao elétrico da Ferrari? Um designer de carros explica

Há dois mitos que limitam a forma como as empresas pensam a experiência dos clientes, defendeu Horst Hemes, managing partner da consultora belga Onestone, durante o CX Summit 2026, realizado esta quarta-feira em Carcavelos. O especialista em estratégias de “customer experience” rejeita a ideia de que ser centrado no cliente consiste em estar à altura ou até superar as expectativas dos consumidores; e, por outro lado, não concorda que o serviço ao cliente seja, antes de mais, uma questão de atitude. Estas duas ideias, diz, são enganadoras e levam as empresas a tomar decisões erradas.
“Os gestores têm crenças falsas. E, por isso, tomam decisões que não funcionam”, afirmou Hemes, chamando-as de “mitos da centralidade no cliente”.
No primeiro caso, o conferencista sublinhou que, num inquérito feito a gestores, 60% concordaram com a afirmação de que a centralidade no cliente é “estar à altura ou até superar” as suas expectativas, mas Hemes nota que essas expectativas nem sempre são um barómetro completo, podem ser contraditórias ou depender de um contexto que o cliente não conhece bem.
Hemes dá o exemplo de um restaurante. Se um cliente se senta e espera muito tempo, a insatisfação parece inevitável, mas se o restaurante for de “slow food” a espera deixa de ser uma falha e passa a ser uma consequência da promessa feita ao cliente. “Decidi que quero mesmo servir comida fresca, mas, como consequência, as pessoas vão ter de esperar um pouco”, explicou Hemes.
O consultor defende, por isso, que os gestores devem estar mais preocupados com aquilo por que querem ser reconhecidos e apostar nessa oferta. Ter o cliente no centro, neste caso, não passa por fazer tudo o que o cliente espera, mas sim por definir uma proposta clara e aceitar as consequências. Ou seja, um restaurante que quer distinguir-se pela frescura dos alimentos pode não conseguir ser o mais rápido. “As empresas tentam combinar essas coisas, mas não conseguem”, referiu. “Se queremos fazer a diferença, a diferença tem de ser clara. Tem de ser grande e perceptível para o cliente”, disse Hemes. É isso que torna a experiência memorável. E “a única coisa que fica é a memória da experiência”, afirmou.
Relativamente ao segundo mito, Hemes não acha que a atitude seja irrelevante, mas não é suficiente, porque, mesmo quando há simpatia, empenho e educação, pode haver mau serviço. “Se dois clientes estiverem a falar sobre nós, o que queremos que digam?”, perguntou o consultor, que sublinhou a necessidade de serem bem desenhados os processos com vista a colocar o cliente no centro da experiência.
La maggioranza fa marcia indietro su alcune delle disposizioni inserite al Senato nel decreto recante misure urgenti in materia di prezzi petroliferi legati al protrarsi della crisi dei mercati internazionali. Alla Camera sono stati infatti presentati quattro emendamenti soppressivi con l’obiettivo di eliminare norme considerate “esorbitanti” rispetto al contenuto del provvedimento. Tra le misure destinate a essere cancellate figura anche l’estensione alle telecomunicazioni del divieto di telemarketing aggressivo, introdotto con il decreto bollette e approvato in commissione Finanze del Senato. La maggioranza aveva già tentato di inserire la disposizione nel precedente decreto accise, salvo poi ritirarla per estraneità di materia.
Secondo quanto emerso dopo alcune interlocuzioni con gli uffici legislativi del Quirinale, la scelta è stata quella di procedere con emendamenti soppressivi per rimuovere dal testo le norme ritenute non coerenti con l’oggetto del decreto. Il governo e la relatrice del provvedimento hanno espresso parere favorevole ai quattro emendamenti della commissione. Oltre alla disposizione sul teleselling, le modifiche riguardano anche interventi sulla mitigazione del prezzo di zolfo e acido solforico e norme sulla tutela delle minoranze linguistiche. Qualora gli emendamenti venissero approvati dall’Aula di Montecitorio, il decreto dovrebbe tornare al Senato per una terza lettura prima della conversione definitiva in legge.
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