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Mostra gratuita com 67 artistas ocupa Parque Glória Maria no Rio

O Parque Glória Maria, situado em Santa Teresa, região central do Rio de Janeiro, recebe a partir das 15h do próximo sábado (20) a exposição gratuita Pausa Cotidiana, que reúne 67 artistas de várias regiões do Brasil e de diferentes linguagens.

A mostra ficará aberta até 24 de agosto, de quarta-feira a segunda-feira, das 9h às 18h, exceto na terça-feira, quando o parque estará fechado.

A exposição convida o público a desacelerar os compromissos e tarefas do dia a dia, experimentando novas formas de percepção trazidas pelas múltiplas linguagens artísticas reunidas no local. São pinturas, fotografias e instalações que estarão integradas com o espaço cultural.

Entre os artistas com trabalhos na mostra estão a atriz e artista visual Carolina Kasting, os fotógrafos Amanda Laino, Miriam Ramalho e Caio Negreiros.

As curadoras são Amanda Leite e Claudia Linhares. Amanda afirma que, “mais que uma exposição, Pausa Cotidiana cria um espaço de convivência e contemplação, onde arte e arquitetura dialogam para estimular novos olhares sobre o tempo e a experiência urbana”.

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Em paralelo, haverá também no sábado (20) e domingo (21) a feira literária Tempo tem Alma: entre paredes e páginas, dedicada à produção editorial independente. A ação reúne artistas, autores e editores que apresentam publicações especiais, livros de artista, impressos autorais e projetos editoriais que expandem as possibilidades do livro como objeto artístico e espaço de experimentação.

Claudia Linhares analisa que a aproximação das artes visuais com publicações independentes fortalece o diálogo entre diferentes formas de criação, promovendo, também a circulação de ideias. A feira funcionará das 14h às 18h. 

 

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Mostra gratuita com 67 artistas ocupa Parque Glória Maria no Rio

O Parque Glória Maria, situado em Santa Teresa, região central do Rio de Janeiro, recebe a partir das 15h do próximo sábado (20) a exposição gratuita Pausa Cotidiana, que reúne 67 artistas de várias regiões do Brasil e de diferentes linguagens.

A mostra ficará aberta até 24 de agosto, de quarta-feira a segunda-feira, das 9h às 18h, exceto na terça-feira, quando o parque estará fechado.

A exposição convida o público a desacelerar os compromissos e tarefas do dia a dia, experimentando novas formas de percepção trazidas pelas múltiplas linguagens artísticas reunidas no local. São pinturas, fotografias e instalações que estarão integradas com o espaço cultural.

Entre os artistas com trabalhos na mostra estão a atriz e artista visual Carolina Kasting, os fotógrafos Amanda Laino, Miriam Ramalho e Caio Negreiros.

As curadoras são Amanda Leite e Claudia Linhares. Amanda afirma que, “mais que uma exposição, Pausa Cotidiana cria um espaço de convivência e contemplação, onde arte e arquitetura dialogam para estimular novos olhares sobre o tempo e a experiência urbana”.

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Em paralelo, haverá também no sábado (20) e domingo (21) a feira literária Tempo tem Alma: entre paredes e páginas, dedicada à produção editorial independente. A ação reúne artistas, autores e editores que apresentam publicações especiais, livros de artista, impressos autorais e projetos editoriais que expandem as possibilidades do livro como objeto artístico e espaço de experimentação.

Claudia Linhares analisa que a aproximação das artes visuais com publicações independentes fortalece o diálogo entre diferentes formas de criação, promovendo, também a circulação de ideias. A feira funcionará das 14h às 18h. 

 

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Josep de Ribera, l’artista de Xàtiva que pintava a l’ombra de Caravaggio

Spagnoletto és una novel·la estranya perquè ens fa l’efecte que Josep Lozano (Alginet, 1948) s’oblida a propòsit que justament n’està escrivint una. Com que, a pesar de tenir “capacitat plena per a pensar, soc d’escàs discurs i poca ortografia (...), a més de la meua minvada llacor, que tinc la mà dreta menga per la parèsia i ja em costa emprar-la amb raonable destresa”, el prolífic pintor Joan Josep Ribera i Cucó (Xàtiva, 1591 – Nàpols, 1631), a la vellesa, xacrós, sumit en el turment de la buidor i vegetant a l’espera de la fi, dicta els seus records a un tal Gioachino Malherba, ara “un home de vida regular, honrada, condigna”, però abans “soldat de peu a Flandes”, “galiot en nau turca”, “captiu als banys de Tunis” i expulsat posteriorment dels hàbits religiosos presos per agrair el seu alliberament a causa de “pecar sovint amb dones”. L’escrivent té el deure de corregir i millorar les paraules que Ribera va pronunciant vesprada rere vesprada i en les quals desgrana —ben lluny de l’aventura, el misteri i la passió— els episodis absolutament trivials de la seva carrera artística, començada seguint l’accentuació dramàtica i la il·luminació feta amb ombres enèrgiques pròpies de Caravaggio.

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Spagnoletto 

Josep Lozano  Editorial Afers 281 pàgines. 20 euros

© JORDI CALVERAS

'Martiri de Bartomeu', de Josep de Ribera, es pot visitar al MNAC
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Un ensayo de historia de las ideas (con música y novelas) para describir el desajuste contemporáneo

El futuro se cuida solo es “una exploración para husmear en el espíritu de nuestro tiempo, en el Zeitgeist, esa nebulosa en la que pataleamos y que nos conforma”, en palabras de su autor, José Andrés Rojo (La Paz, Bolivia, 1958). Periodista de EL PAÍS —donde ha sido jefe de la sección de Cultura y redactor jefe de Opinión—, Rojo ha publicado, entre otras obras, la sólida biografía Vicente Rojo. Retrato de un general republicano, la admirable novela naipauliana Camino a Trinidad y la gozosa celebración de la lectura Las diabluras del lápiz. El tono de El futuro se cuida solo recuerda al de sus columnas: la reflexión de un lector atento y original, culto y modesto, obsesionado por los traumas de la historia y un tanto perplejo ante el presente.

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El futuro se cuida solo

José Andrés Rojo Nota al margen, 2026 152 páginas, 19 euros

© MOEH ATITAR (EL PAÍS)

José Andrés Rojo, en la redacción de EL PAÍS, el 16 de junio de 2026.
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