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Porsche Taycan 2027 virá com simulação de conta giro e troca de marchas

A Porsche anunciou uma série de atualizações para o próximo ano/modelo do Taycan, o primeiro elétrico da marca, nesta quarta-feira (17).

Entre as atualizações estão o novo modo de condução E-Shift, que simula a experiência de um carro a combustão; uma nova geração de infotenimento, com controle de voz por IA e navegação atualizada; e a oferta de um novo kit aerodinâmico Manthey, voltado para as pistas.

Confira os detalhes:

O novo modo E-Shift

Botão “E-Shift” físico no volante do Taycan Turbo GT atualizado • Botão “E-Shift” físico no volante do Taycan Turbo GT atualizado

A principal atualização do Taycan 2027 é o novo modo de condução E-Shift, disponível como opcional para todas as variantes e carrocerias — e de série no Taycan Turbo GT, a versão mais extrema do elétrico. O sistema simula a experiência de um carro a combustão, com oito marchas virtuais acionadas pelas borboletas do volante esportivo GT.

As trocas de marcha são acompanhadas por trancos perceptíveis, um torque de arrasto específico para cada marcha simulada e até um limitador de rotações. O conta-giros aparece no painel de instrumentos junto a um indicador de troca com luz de mudança, emulando a dinâmica dos painéis dos carros a combustão da alemã.

Os alto-falantes também trabalham no modo E-Shift. O Electric Sport Sound foi reinterpretado e se adapta à situação de condução conforme a carga e a rotação simulada do motor, tanto no interior quanto no exterior do carro. O mapeamento da transmissão e as características sonoras são personalizados para cada variante do Taycan, dando a cada modelo seu próprio perfil acústico.

Na variante Turbo GT, o E-Shift é ativado por um seletor de modo físico adicional.

Autonomia de até 700 km pela primeira vez

O Taycan 2027 chega com uma nova opção de pneus de verão de 20 polegadas com resistência ao rolamento excepcionalmente baixa, disponíveis para os modelos de entrada com tração traseira (sedã e Sport Turismo).

Os pneus aumentam a autonomia em até 20 km e, combinados com a bateria Performance Plus, permitem alcançar pela primeira vez uma autonomia de até 700 km, no ciclo WLTP. A opção “Summer Tyres Range Plus” estará disponível apenas na Europa e países membros da UE.

Inteligência Artificial, widgets e até 5x mais processamento

Interior do Porsche Taycan GTS 2027 • Divulgação / Porsche

O Taycan 2027 recebe a nova geração do sistema Porsche Communication Management (PCM). Segundo a montadora, ela apresenta cinco vezes mais poder de processamento, e os resultados são menus mais rápidos, navegação mais fluida e desempenho mais ágil.

A nova interface, chamada Porsche Digital Interaction, tem um visual mais minimalista com ícones limpos, animações dinâmicas e widgets configuráveis — pequenos aplicativos interativos que podem ser exibidos em tela dividida ou em tela cheia, com acesso rápido a navegação, mídia e telefone.

No centro da tela fica um modelo 3D do Taycan do cliente (na cor real do veículo específico) que pode ser girado livremente. Por meio desse ícone, o motorista acessa as principais funções do carro. O aplicativo nativo Temas permite personalizar o ambiente digital com diferentes esquemas de cores, que harmonizam com a cor externa do veículo e com a iluminação ambiente.

O controle de voz foi aprimorado com o novo Voice Pilot com IA, que permite conversas naturais, busca de pontos de interesse com suporte do Google e a possibilidade de fazer perguntas em sequência sem precisar repetir “Olá, Porsche” a cada vez. Até a tampa do carregador elétrico pode ser aberta por comando de voz.

A integração com smartphones também foi ampliada para Apple CarPlay e Android Auto. O carregamento sem fio ficou mais rápido, chegando a 25 watts, e as atualizações do sistema de infotenimento agora podem ser feitas totalmente via OTA — baixadas e instaladas em segundo plano após confirmação do motorista.

A navegação recebeu cálculo de rotas online mais preciso, representação 3D de edifícios e um planejador de carregamento otimizado. O novo App Center expande o ecossistema com aplicativos próprios e de terceiros em categorias como streaming de áudio e vídeo, estacionamento e carregamento.

Manthey em um elétrico pela primeira vez

Porsche Taycan 2027, o primeiro elétrico a receber o kit Manthey de fábrica • Divulgação / Porsche

Para os entusiastas de pista, a Porsche disponibiliza o Kit Manthey para o Taycan Turbo GT Weissach. É a primeira vez que a marca oferece o kit para um elétrico.

O pacote inclui extensas otimizações aerodinâmicas, de chassi e de motorização, diminuindo significativamente o tempo em circuito. Em testes recentes em Nürburgring Nordschleife, o piloto Lars Kern estabeleceu um novo recorde de 6min55s533 na categoria de carros executivos elétricos com o modelo equipado com o kit.

O Kit Manthey pode ser adquirido tanto para adaptação em veículos já entregues quanto, pela primeira vez, diretamente da fábrica sob encomenda.

O Taycan 2027 já está disponível para encomenda em todos os centros Porsche

Novo Porsche Macan elétrico inicia comercialização no Brasil

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Felipe Ramos Guinato triunfa no Grande Prémio de Pedras Salgadas

VTM

Montando Gandalf Mouche, o cavaleiro brasileiro completou a final em 41,61 segundos, garantindo a vitória à frente do português Hugo Carvalho, que foi segundo classificado com Nau-N, em 42,78 segundos. O terceiro lugar foi conquistado por Mário Prieto, com Pegasus Enjoy, que terminou a prova em 43,78 segundos.

A final, disputada a 1,45 metros, apresentou um percurso exigente, composto por 12 obstáculos e 16 esforços. Apenas seis conjuntos conseguiram completar as duas mãos sem penalizações, num desfecho equilibrado e competitivo até aos últimos percursos.

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Jazz volta a animar fins de tarde no Forte do Beliche

O Beliche Jazz realiza-se ao longo do mês de Julho, no Forte do Beliche, em Sagres.

O ciclo decorrerá todos os sábados às 17h00.

A edição deste ano apresenta um programa diversificado, reunindo diferentes formações e músicos de reconhecido mérito no panorama do jazz.

O arranque acontece no dia 4 de Julho com PanDuo, projeto formado por Ricardo Jesus, no saxofone alto, e Hugo Santos, no contrabaixo. Segue-se, no dia 11, o concerto composto por Cátia Ribeiro, na voz, Diogo Costa, na guitarra, e Duarte Júlio, no contrabaixo.

No dia 18, sobe ao palco Sofia Rodrigues.. 

O ciclo encerra no dia 25 de julho com a atuação da Orquestra de Jazz do Algarve, que contará com a participação especial de Raul Reyes e Osvaldo Pegudo.

Os bilhetes estarão à venda a partir de 17 de junho, podendo ser adquiridos através da plataforma Ticketline ou presencialmente na Câmara Municipal de Vila do Bispo, nos serviços de tesouraria, nos dias úteis, entre as 09h00 e as 15h00.

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Subaru Uncharted, la prova de Il Fatto.it – La giapponese a elettroni che sorprende – FOTO

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La Uncharted è elettrica (anche) a trazione integrale permanente e una Subaru vera: “Non è una Toyota con il nostro marchio – taglia corto Nicola Torregiani, presidente e Ceo della filiale nazionale della casa delle Pleiadi, che gestisce anche le operazioni in Slovenia, Croazia, Grecia, Bulgaria e Romania, mentre il manager è responsabile anche delle filiali del Benelux – perché un centinaio dei nostri ingegneri ha contribuito al suo sviluppo”.

Nello specifico, sottolinea Torregiani, ha “messo sul tavolo” il meglio del proprio know how, cioè la trazione integrale, l’e-Axle management, la sicurezza, il set up e la qualità di guida: “Per noi questa è una macchina che si gestisce con l’acceleratore”, insiste confermando lo spirito sportivo del costruttore, partecipato al 20% da Toyota, che si è fatto conoscere anche con i suoi successi nel rally.

Il crossover coupé da 4,51 metri di lunghezza (2,75 sono di passo), da 1,87 di larghezza e 1,62 di altezza ha anche interessanti capacità fuoristradistiche che gli derivano da 2111 millimetri di spazio libero da terra (30 in più rispetto al modello di Toyota) con angoli di attacco e uscita di 17,2 e 27°. Esibisce un frontale moderno e nuovo (per il marchio), rivestimenti protettivi “a forte contrasto” (soprattutto nel colore esterno di lancio, che è un intrigante arancione, indubbiamente appariscente, ma anche “simpatico”) e anche una parte posteriore elegante e allo stesso tempo leggera.

La Subaru Uncharted è a listino (gli ordini sono già aperti) con due batterie, tre potenze e quattro allestimenti con un prezzo che parte dai 39.900 euro della 2E-Xcite, che con la promozione trasversale di 5.000 euro scende a 34.900 euro. I clienti possono poi contare su 1.060 euro equivalenti a 10.000 chilometri di ricarica gratuita. Per la declinazione top di gamma con cerchi da 20” e tetto panoramico servono 48.900 euro, che con la sforbiciata promozionale (in questo caso di “soli” 4.500 euro) scendono a 44.400. Con SubaruSafe, la garanzia vale 8 anni, indipendentemente dal chilometraggio.

Gli accumulatori con chimica litio ferro fosfato sono da 57,7 e 77 kWh e valgono autonomie tra i 451 e i 592 chilometri (trazione anteriore e batteria grande) a seconda del tipo di trazione (anche anteriore) e della potenza. Che è di 167, 224 e 343 Cv (al motore principale da 224 si somma quello da 88 kW) con una coppia di 268 Nm. Le velocità massime sono di 140 e 160 km/h, mentre i consumi dichiarati sono compresi tra 16,9 e 19,2 kWh/100 km: nella prova con il modello top di gamma, peraltro con parecchia autostrada, il computer di bordo ne ha rilevati 20.

La Uncharted è briosa (5” per schizzare da 0 a 100 orari nella variante più potente, guidata anche in off road) e piacevole, capace di trasmettere confortanti sensazioni di solidità. L’equipaggiamento è importante e tutti le versioni includono diversi sistemi di sicurezza (la casa delle Pleiadi vuole azzerare entro il 2030 gli incidenti stradali mortali che coinvolgono i propri veicoli), compresi il Front Cross Traffic Alert e l’Adaptive High-beam System, il doppio scomparto per la ricarica wireless, la pompa di calore e il caricatore di bordo da 22 kW a corrente alternata (in genere è da 11) e da 150 per quella continua. I tempi del rifornimento sono promessi di 28 minuti per passare dal 10 all’80%, mentre il sistema di rigenerazione dell’energia è su cinque livelli (uno in più rispetto alla C-HR+) con comandi al volante.

Gli obiettivi di vendita per le elettriche sono ambiziosi: quest’anno Subaru punta a 350 unità, inclusa la Solterra, che nel 2027 dovrebbero diventare 1.500 (compresa la futura E-Outback) e raggiungere quota 2.000 nel 2028 tra Uncharted, Solterra e E-Outback. Subaru crede nell’elettrificazione e non ha intenzione di compiere alcun passo indietro: “Solo – precisa Torregiani – cambia la velocità di diffusione nei vari mercati”. E l’Italia sembra guardare anche più lontano rispetto ad altri paesi: lo scorso anno è stata la nazione in cui Subaru è cresciuta di più (+55%) e lo scorso maggio è stata il primo mercato europeo.

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Auto elettriche, lo studio che immagina quante ce ne saranno in Italia nel 2035

L’Italia potrebbe arrivare al 2035 con un parco circolante composto da quasi 8 milioni di veicoli elettrici e ibridi plug-in. È una delle principali indicazioni contenute nel nuovo “Libro Bianco sulla mobilità elettrica” presentato dall’associazione lobbistica Motus-E durante una conferenza dedicata alle prospettive del settore automotive nei prossimi dieci anni.

Lo studio prova a delineare l’evoluzione della mobilità elettrica in un contesto che continua a essere caratterizzato da numerose incognite. Dall’andamento del mercato alle politiche europee, passando per gli incentivi e gli investimenti nelle infrastrutture, molte delle variabili che influenzeranno il settore restano infatti aperte. Secondo l’analisi, oggi in Italia circolano circa 830.000 veicoli elettrici e plug-in tra automobili, veicoli commerciali e mezzi pesanti. Sul territorio nazionale sono inoltre presenti oltre 78.000 punti di ricarica pubblici.

Partendo da questi numeri, l’associazione ha elaborato due possibili scenari. Il primo, definito “Conservativo“, ipotizza il mantenimento dell’attuale quadro normativo, senza nuovi incentivi statali per le auto elettriche private e con una crescita più graduale del mercato. In questo caso il parco circolante arriverebbe nel 2035 a circa 4,6 milioni di veicoli elettrici e 3,2 milioni di ibride plug-in. I punti di ricarica pubblici supererebbero quota 130.000.

Lo scenario più favorevole, definito “Accelerato“, presuppone invece misure aggiuntive a sostegno della domanda, una maggiore elettrificazione delle flotte aziendali e nuovi investimenti nelle infrastrutture. In questa ipotesi i veicoli elettrici raggiungerebbero quota 6,8 milioni, mentre quelli plug-in si attesterebbero a circa 2,4 milioni. La rete pubblica di ricarica supererebbe i 160.000 punti distribuiti sul territorio nazionale.

In entrambi i casi, secondo lo studio, la diffusione della mobilità elettrica comporterebbe un aumento della domanda di energia elettrica compreso tra 15 e 18 TWh all’anno. Un livello che l’associazione considera compatibile con il sistema energetico nazionale. Uno degli aspetti maggiormente evidenziati riguarda la riduzione del consumo di petrolio. Le stime elaborate indicano infatti un possibile risparmio compreso tra 34,6 e 41,5 milioni di barili all’anno entro il 2035, con un valore economico stimato tra 2,4 e 2,9 miliardi di euro annui ai prezzi attuali.

Le previsioni arrivano in una fase complessa per il mercato europeo dell’auto elettrica. Dopo anni di forte crescita, il settore sta attraversando una fase di assestamento. Le vendite continuano ad aumentare in diversi Paesi europei, ma con velocità differenti. L’Italia rimane uno dei mercati con la quota di elettrico più bassa dell’Europa occidentale. Nel primo trimestre del 2026, ricorda il rapporto, le auto a batteria hanno rappresentato circa l‘8% delle immatricolazioni nazionali, contro una media europea del 20%.

Il quadro che emerge è quindi quello di una transizione ancora in corso. Le previsioni elaborate da Motus-E, che ricordiamo è l’associazione che riunisce aziende, operatori energetici e soggetti della filiera della mobilità elettrica, descrivono un possibile percorso di crescita del mercato italiano nel prossimo decennio.

Resta però difficile prevedere quale sarà la velocità effettiva di questa trasformazione. Negli ultimi anni il settore è stato influenzato da incentivi, andamento dei prezzi dell’energia, evoluzione delle tecnologie e scelte politiche spesso mutevoli. Proprio per questo, più che una fotografia del futuro, il Libro Bianco rappresenta una mappa dei possibili scenari che attendono l’automotive italiano da qui al 2035.

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