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Euromilhões: Prémio de 85 mil euros saiu em Portugal

O terceiro prémio do Euromilhões, no valor de 85.884,06 euros, saiu a um apostador que registou o boletim em Portugal, indica o departamento de jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Outros sete apostadores no estrangeiro também ganharam o terceiro prémio, com cinco números certos e nenhuma estrela.

Não houve totalistas, pelo que o próximo ‘jackpot’ será de 38 milhões de euros.

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta terça-feira, 16 de junho: 18, 25, 31, 37, 45 (números), 4 e 9 (estrelas).

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Copasa: contrato com BH viabiliza investimentos em municípios de Minas

A presidente da Copasa, Marília Carvalho de Melo, garantiu em entrevista à CNN nesta terça-feira (16) que a companhia de esgoto recém-privatizada levará os investimentos necessários a todos os municípios de Minas Gerais.

A Copasa fornece serviços a 636 municípios mineiros e o processo de privatização levou a questionamentos de alguns prefeitos, com receios de que a desestatização poderia deixar os municípios menores e menos lucrativos desatendidos.

“É importante a gente lembrar qual é o modelo regulatório de Minas Gerais, que é o modelo discricionário. Ele traz o conceito de ‘subsídio cruzado’, exatamente para que municípios como Belo Horizonte, em que já renovamos o contrato até 2073 e é um pilar financeiro muito importante para a companhia, possa garantir os investimentos necessários em todos os municípios do estado de Minas Gerais que atuamos”, afirmou.

Até o momento, mais de 600 prefeituras ainda não assinaram aditivos ou renovações até 2073.

Segundo Marília Carvalho de Melo, há um ponto na legislação que garante aos municípios os instrumentos necessários para serem atendidos com os serviços de água e esgoto necessários.

“O artigo 14 da lei de saneamento nos traz essa oportunidade de conversão dos contratos de programa para contratos de concessão e isso é muito importante para a segurança dos próprios municípios na garantia do atingimento das metas do marco [de saneamento], que a gente deve lembrar que é uma obrigação dos municípios. A Copasa é uma ferramenta para a obtenção dessas metas. Os contratos novos trazem metas muito específicos de garantia”, declarou.

O Novo Marco Legal do Saneamento Básico, aprovado e sancionado em 2020, estabelece metas de universalizar os serviços de água potável a 99% da população e de coleta e tratamento de esgoto a 90% até 2033.

“Desde que eu cheguei à companhia, nós estamos em diálogos muito próximos com todos os prefeitos, a associação mineira dos municípios e tivemos uma mesa de negociação muito relevante no Tribunal de Contas de Minas Gerais para municípios em que a gente opera água e não opera esgoto. E a gente retoma agora [as conversas], após o precesso de desestatização”, disse.

“Temos prazo até setembro para que essa conversão seja feita e nesse diálogo com transparência com os município”, concluiu.

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Chineses apontam vulnerabilidade crítica da missão Artemis (que não existe)

Segundo uma equipa de cientistas chineses, o sistema de motor único das missões Artemis da NASA é uma vulnerabilidade crítica. O módulo lunar proposto pela China adota uma abordagem com vários motores — tal como, na verdade, o módulo Blue Moon MK2 da NASA. A filosofia de conceção por trás da arquitetura lunar norte-americana depende fortemente de um único motor principal de elevado desempenho, responsável por fases críticas da missão. Durante a descida, esse motor controla todo o trajeto desde a órbita lunar até à superfície da Lua. Na subida, o mesmo sistema de ponto único torna-se o único meio

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Segundo uma equipa de cientistas chineses, o sistema de motor único das missões Artemis da NASA é uma vulnerabilidade crítica. O módulo lunar proposto pela China adota uma abordagem com vários motores — tal como, na verdade, o módulo Blue Moon MK2 da NASA. A filosofia de conceção por trás da arquite
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Perfin amplia fatia na Copasa e vira segunda maior acionista da companhia

A gestora Perfin ampliou sua participação na Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais), ultrapassando os 20% e se tornou a segunda maior acionista da companhia mineira, ficando atrás apenas da Equatorial.

Com a ampliação, a empresa agora tem 20,11% do capital da Copasa. Anteriormente, a fatia era de 15,25%.

Segundo Fato Relevante, a ampliação ocorre após a compra de 1.077.500 ações ordinárias de emissão da Copasa.

Agora, a divisão acionária da Copasa fica da seguinte forma:  

  • Equatorial (30%)
  • Governo de Minas Gerais (5%)
  • Demais acionistas (65%)

Nesta terça-feira (16), a Copasa realizou a cerimônia de toque de campainha, realizado nesta terça (16), na B3, em São Paulo, dando fim ao processo de desestatização da estatal.

Na última quinta-feira (11), a Equatorial divulgou que foi confirmada como investidor ​de referência selecionado na oferta pública de distribuição secundária de ações da companhia mineira de água e esgoto à sua controlada Gerais Saneamento.

Após vencer o processo de privatização, o CEO da Equatorial, Augusto Miranda, afirmou que com a aquisição a empresa irá acelerar os investimentos buscando a universalização completa dos serviços até 2033, ano limite determinado pelo Marco Legal do saneamento.

“Acreditamos no saneamento como instrumento de transformação (…) vamos acelerar a universalização,  ampliar os investimentos”, afirmou.

No início do mês, a Equatorial venceu a disputa pela estatal mineira após ser a única proponente, já que a Aegea não apresentou nova oferta.

O valor oferecido foi de R$49,03 por ação, diante do preço mínimo definido pela Copasa de R$ 47,23 por ação, um superávit de quase R$ 2.

O governo mineiro tinha 50% da Copasa e passou a deter 5% e terá o poder de veto (golden share) em decisões.

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“Vamos acelerar a universalização”, diz CEO da Equatorial sobre Copasa

Após vencer o processo de privatização da Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais), o CEO da Equatorial, Augusto Miranda, afirmou que com a aquisição a empresa irá acelerar os investimentos buscando a universalização completa dos serviços até 2033, ano limite determinado pelo Marco Legal do saneamento.

A fala ocorreu durante a cerimônia de toque de campainha, realizado nesta terça (16), na B3, em São Paulo.

Na última quinta-feira (11), a companhia divulgou que foi confirmada como investidor ​de referência selecionado na oferta pública de distribuição secundária de ações da companhia mineira de água e esgoto à sua controlada Gerais Saneamento.

“Acreditamos no saneamento como instrumento de transformação (…) vamos acelerar a universalização,  ampliar os investimentos”, afirmou.

Sancionado em 2023, o marco já ultrapassou metade do prazo, espalhando dúvidas sobre a capacidade de alcance das metas fixadas até 2033.

O Novo Marco Legal do Saneamento estipulou que 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90% à coleta e ao tratamento de esgoto até 31 de dezembro de 2033.

No início do mês, a Equatorial venceu a disputa pela estatal mineira após ser a única proponente, já que a Aegea não apresentou nova oferta.

O valor oferecido foi de R$49,03 por ação, diante do preço mínimo definido pela Copasa de R$ 47,23 por ação, um superávit de quase R$ 2.

O governo mineiro tinha 50% da Copasa e agora passa a deter 5% e terá o poder de veto (golden share) em decisões.

Ainda segundo o executivo, a privatização irá abrir “um novo capítulo” para a companhia, mencionando que “o melhor ainda está por vir”.

A operação de privatização representou um dos movimentos mais relevantes do setor de infraestrutura desde a privatização da Sabesp e reforça a estratégia do grupo de ampliar sua atuação além do segmento de energia elétrica.

O processo se tornou a segunda maior privatização do setor de saneamento no Brasil feita em bolsa, atrás apenas do processo da companhia paulista, em 2024, que movimentou quase R$ 15 bilhões.

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El diseño italiano que convierte los objetos cotidianos en iconos

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Cada abril, Milán cambia de textura. Los patios interiores se abren, antiguos palacios se convierten en galerías improvisadas y el diseño abandona los showrooms para extenderse por toda la ciudad. Durante la semana del Salone del Mobile, la capital lombarda recuerda hasta qué punto Italia consiguió convertir los objetos cotidianos en una forma de cultura. En ese contexto, Tod’s presentó Icons by Icons, un proyecto que pone en diálogo el Gommino con algunas de las piezas más influyentes del diseño italiano del siglo XX.

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Piezas únicas

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Destruir la imagen clásica de la mujer con las mismas armas que la construyeron es la base de la obra de Ewa Juszkiewicz. Sus retratos, que el Thyssen de Madrid exhibe hasta el 6 de septiembre, tienen todos los atributos clásicos, pero carecen de rostro porque ¿qué es una mujer sin cara sino un cliché?

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Stephen Burks, el diseñador nómada

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Sin estudio permanente ni domicilio fijo, moviéndose allí donde surgen los proyectos, Stephen Burks (Chicago, 1969) ha convertido el nomadismo en una forma de pensar -y de hacer- diseño. Esa mirada en tránsito cristaliza en Catalina, su nueva colección de exterior para Roche Bobois presentada en la Milan Design Week que combina sofisticación técnica y sensibilidad artesanal.

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La hora en Marte no es la de la Tierra, ¿cómo sincronizar los relojes de dos mundos distintos?

El concepto de tiempo es uno de los misterios más complejos a que se ha enfrentado el hombre desde la más remota antigüedad. Es famosa la respuesta que dejó escrita de Agustín de Hipona, hace más de 16 siglos: “Si nadie me lo pregunta, lo sé; pero si quiero explicarlo a quien me lo pregunta, no lo sé”.

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© Corbis

El Lunar Roving Vehicle de la misión Apollo 15, en 1971.
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