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Ver o mundo de uma forma sempre nova

Nasceu em 1929, em Toronto, e tornou-se cidadão dos EUA em 1954. Frank Gehry, de seu nome, estudou nas Universidades de Southern California e Harvard, e fixou-se em Los Angeles como arquiteto independente em 1963. A partir de finais da década de 1970 Gehry começa a desenvolver o seu estilo pessoal, baseado em jogos geométricos e interpenetrações de formas volumétricas simples – cubos, prismas, cilindros, etc. – constituídos por diferentes materiais e cores.

Gehry entende a arquitetura como a arte de produzir esculturas habitáveis, afirmando que escultores como Brancusi têm mais influência na sua obra do que os grandes mestres da arquitetura. O seu traço está presente um pouco por todo o mundo, na sequência de convites para realizar grandes obras, sobretudo relacionadas com a arte. Exemplos? O Museu de Design da Vitra em Weil-am-Rhein (1987-89), na Alemanha, o Museu de Arte da Universidade do Minnesota (1990), em Minneapolis e a Sala de Concertos Walt Disney (1989), em Los Angeles, EUA, ou o Museu Guggenheim (1993-1997), em Bilbau, Espanha, onde ficou patente também a sua grande aceitação pelo público.

Uma longa amizade com Siza

Em 1989, foi distinguido com o Pritzker, o Nobel da arquitetura, pela sua capacidade de transformar circunstâncias comuns em oportunidades de encontro, onde até os espaços intermédios podem ser lidos como um único vocabulário de movimento e emoção, respondendo ao espírito de cada lugar e ao skyline de cada cidade. Ao mesmo tempo, Gehry foi inventando algumas das mais profundas mudanças de paradigma dos séculos XX e XXI. E é precisamente isso que a exposição “O Século de Gehry”, no Museu de Serralves, Porto, ilustra ao longo de 19 projetos e oito capítulos temáticos. 96 anos de criação, desde a intimidade rebelde da sua casa em Santa Mónica até à coreografia urbana da Loyola Law School, passando pela monumentalidade fragmentada dos Escritórios Chiat/Day ou pelas marés de titânio do Guggenheim de Bilbau.

A exposição revela ainda o diálogo duradouro de Gehry com artistas e outros arquitetos, em particular com Álvaro Siza, com quem colaborou no âmbito do plano diretor para o ArtCenter College of Design, em Pasadena, e cuja amizade motivou inúmeros intercâmbios entre os EUA e Portugal.

O Século de Gerhy | 12 JUN-30 SET | Museu de Serralves, Porto

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Já usaste baba de caracol? O ingrediente de beleza que passou de estranho a tendência

Se alguém te dissesse, há vinte anos, que um dos ingredientes mais populares dos cuidados de pele seria baba de caracol, provavelmente terias feito uma cara de horror. E, no entanto, aqui estamos. Entre séruns, cremes, máscaras e essências, a chamada mucina de caracol tornou-se um dos ingredientes [...]

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Família real britânica reunida para o Trooping the Colour

A tradicional parada militar que celebra o aniversário do monarca britânico voltou a reunir a família real na varanda do Palácio de Buckingham, e milhares de pessoas nas ruas de Londres.

© Getty Images

A Rainha Camilla, o Rei Carlos III, o Príncipe e a Princesa de Gales, William e Catherine, juntamente com os filhos George, Louis e Charlotte, durante a exibição aérea da RAF a partir da varanda do Palácio de Buckingham
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Presidente da APA recusa falar de guarda-sóis e concessões

José Pimenta Machado vincou que o organismo já disse o que tinha a dizer sobre a polémica. A APA referiu no início do mês que os banhistas podem colocar chapéus-de-sol diante das concessões de praia.

© LUÍS FORRA/LUSA

Polémica com guarda-sóis e áreas concessionadas nas praias tem marcado as duas últimas semanas
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