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Ossada humana é encontrada dentro de mala despachada em ônibus na BR-020 em Planaltina

O conteúdo de uma mala velha e com cadeado que estava no bagageiro de um ônibus surpreendeu agentes da PRF-DF nesta sexta-feira (12/06). A mala foi despachada em São Paulo e tinha como destino final o município de Campo Alegre de Lourdes (BA).

Ao abrirem a bolsa, os policiais encontraram ossadas humanas e um saco de cinzas com nome de uma mulher dentro da bolsa. Também foi encontrado um saco contendo ferramentas de construção civil (alicate, facão e prumo).

“Essa foi uma situação bastante inusitada para a nossa equipe. Normalmente estamos atentos a drogas, armas e outros ilícitos. Desta vez, encontramos uma ossada humana e cinzas sendo transportadas sem documentação sanitária”, afirmou o policial Genaro Mendes.

Esse tipo de carga precisa de autorização formal, incluindo guias de translado e uso de urnas adequadas. O transporte irregular configura, em tese, o crime de Vilipêndio a cadáver (Art. 212 do Código Penal).

Em razão da falta de documentação, o material apreendido, o motorista responsável pelo veículo e os demais elementos foram apresentados na 16ª Delegacia de Polícia Civil, em Planaltina. O proprietário da carga não foi localizado.

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Perícia privada do filme Dark Horse não esclarece uso de R$ 75 milhões e não detalha destino dos recursos

A perícia privada apresentada pela produtora Go Up Entertainment para tentar explicar os gastos com o filme Dark Horse não detalha o destino de transferências no valor de US$ 13,3 milhões (equivalente a R$ 75 milhões). A descrição das despesas foi reunida pela defesa de Karina Ferreira da Gama, dona da produtora.

O documento indica que a maior parte desse valor (R$ 54,2 milhões) teria sido gasta nos Estados Unidos, enquanto a quantia usada no Brasil representa R$ 20,9 milhões. A única fase da produção com gastos detalhados no Brasil foi classificada como produção e filmagem.

Os gastos nos Estados Unidos têm menos detalhamento no laudo da perícia privada. O documento menciona, de forma genérica, etapas como desenvolvimento do projeto, soft-production, pré-produção e pós-produção, sem explicar o que ocorre em cada uma delas.

Segundo a perícia, até o dia 10 de junho, o fundo Havengate Development LP, usado para a captação de recursos, havia enviado os US$ 13,3 milhões para o filme. A maior parte dos R$ 20,9 milhões gastos no Brasil foi transferida via Pix.

Após a revelação de que o banqueiro Daniel Vorcaro enviou dinheiro para a produção do filme, a Polícia Federal passou a investigar se os recursos foram utilizados para financiar a estada do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.

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