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Séneca, filósofo estoico: "Forma parte de la curación el deseo de ser curado"

Lucio Anneo Séneca decía que el deseo de ser curado formaba parte de la curación. Así a simple vista, esta frase puede ser lógica, así como nadie quiere enfermar, si lo hace, tiene el deseo de curarse. Sin embargo, detrás de ella existe una profunda filosofía ligada precisamente a la corriente de pensamiento que seguía y divulgaba: el estoicismo. Esta filosofía tiene como base la búsqueda de la felicidad a través de la virtud y la razón, pero también, con el foco puesto en aquello que se puede controlar y aceptar serenamente aquello que no se puede cambiar.

El poder de la voluntad en la enfermedad

La enfermedad y en el peor de los casos la muerte son eventos que no se pueden controlar. Aparecen y suceden. Cuando una afección interrumpe tu vida, a menudo, se siente como si todo el peso del mundo cayera sobre tus hombros y tiene un impacto emocional muy importante. Si algo enseñó la medicina moderna es que la mente es más poderosa de lo que se cree y juega también un papel primordial en la sanación junto a la ciencia.

Hace más de 2.000 años, Séneca ya se dio cuenta de ello, por eso esta frase también admite otra versión que es aquella que dice que "el deseo de ser curado es la mitad de la cura". Esto no significa que el hecho de tener ese deseo te libre del destino que tenga que acontecer. Sin embargo, el poder de la voluntad y el deseo, son pilares fundamentales para que el enfermo afronte las recomendaciones médicas de forma mucho más consciente y con mayor disciplina.

"El profesional debe alentar en el paciente el deseo y la esperanza en la recuperación, confiando en la capacidad del paciente para orientar su propia vida", dice la psiquiatra Pilar Lusilla en uno de sus blogs sobre esta idea de Séneca. Para la especialista "el paciente que se siente escuchado y respetado el deseo de seguir esforzándose en su curación se mantiene. ¿Quién no se ha visto motivado para hacer un esfuerzo más allá cuando recibe una valoración de apoyo, un reconocimiento del esfuerzo?".

Entra en conjunción por tanto la escucha y el apoyo médico con la voluntad del enfermo, que afronta la enfermedad con una postura de combate, con el control que tiene uno mismo de responder ante ella. El deseo de ser curado es aceptar el esfuerzo de lo que puede ser controlado, no la cura en sí, es aceptar también los límites humanos lo que el destino tenga que decidir, pero sabiendo que la voluntad es ese motor inicial para encontrar la calma incluso cuando la realidad física ya no lo permite, para no perder lo que uno es y puede controlar.

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7 frases que pessoas emocionalmente maduras nunca dizem em uma discussão

Discussões podem fazer parte de qualquer relacionamento, seja entre casais, familiares, amigos ou colegas de trabalho. O problema não está no conflito em si, mas na forma como ele é conduzido.

Algumas expressões, embora comuns em momentos de tensão, podem dificultar o diálogo, aumentar o desgaste emocional e até comprometer os vínculos ao longo do tempo.

Pessoas emocionalmente maduras tendem a evitar frases que transferem responsabilidades, invalidam sentimentos ou fecham as portas para uma comunicação mais construtiva.

Em conversa com Adriano Fernandes, psicólogo e especialista em Neuropsicologia, que atua na área clínica há mais de uma década e possui experiência em pesquisa no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP (IPq-HCFMUSP), algumas frases frequentemente utilizadas durante discussões podem revelar dificuldades na forma de lidar com conflitos. Confira alguns exemplos.

Frases que revelam imaturidade emocional durante uma discussão

1. “Eu sempre fui assim”

Essa frase costuma funcionar como uma justificativa para evitar mudanças ou reflexões sobre o próprio comportamento. Em vez de assumir a possibilidade de crescimento, a pessoa utiliza a própria personalidade como argumento para não rever atitudes.

2. “Você me deixa assim”

Atribuir ao outro a responsabilidade pelas próprias reações emocionais é um dos sinais mais comuns de imaturidade emocional. Embora as atitudes de terceiros possam causar desconforto, cada indivíduo é responsável pela forma como escolhe responder às situações.

3. “Não é culpa minha”

Durante conflitos, pessoas emocionalmente maduras conseguem reconhecer a própria participação nos problemas. Já a recusa em assumir qualquer responsabilidade tende a dificultar a resolução da situação.

4. “Todo mundo age assim”

Generalizações costumam ser utilizadas para minimizar comportamentos inadequados. Segundo o especialista, esse tipo de argumento impede uma análise individual da situação e afasta a possibilidade de mudança.

5. “Tanto faz”

Embora pareça uma frase simples, mas ela pode esconder uma tentativa de fugir do diálogo. Muitas vezes, o “tanto faz” surge como uma forma passiva de encerrar a conversa sem realmente resolver a questão.

6. “Eu só estava brincando”

Essa expressão pode ser utilizada para mascarar comentários agressivos ou ofensivos. Quando alguém se sente ferido e a resposta é “era só brincadeira”, seus sentimentos acabam sendo invalidados.

7. “Você sempre faz isso” ou “Você nunca me entende”

Muito comuns em discussões, essas frases carregam generalizações que dificultam a comunicação. Segundo o psicólogo, elas podem ser interpretadas como uma forma de subjugar o julgamento do outro, ignorando sua capacidade de evoluir e mudar comportamentos.

Por que pessoas emocionalmente maduras evitam essas frases?

Segundo o especialista, adultos emocionalmente saudáveis reconhecem suas necessidades emocionais, respeitam as vulnerabilidades alheias e procuram compreender as diferenças presentes em qualquer relação.

“Buscam resolver o problema atual com sensibilidade e compromisso, evitando interpretações distorcidas e estratégias de enfrentamento disfuncionais”, explica à CNN Brasil.

Em vez de procurar culpados, essas pessoas tendem a focar na construção de soluções e no fortalecimento da confiança dentro da relação.

O impacto dessas expressões nos relacionamentos

O uso frequente de acusações, ataques pessoais e generalizações pode gerar um desgaste significativo na convivência. Com o tempo, torna-se mais difícil construir confiança, empatia, compaixão e vínculos saudáveis.

Além disso, o especialista alerta para a criação de um círculo vicioso: quanto mais a comunicação se torna agressiva ou defensiva, maiores são as chances de as necessidades emocionais não serem compreendidas e atendidas. Como consequência, surgem mais frustrações, ressentimentos e novos conflitos.

O profissional também destaca que o equilíbrio emocional é fundamental para a saúde mental. “Assim como a Terra não está nem tão perto do Sol para queimar, nem tão longe para congelar, nós também precisamos de equilíbrio no contexto biopsicossocial”, compara.

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El vértigo de viajar solo en verano: “Llevo demasiado tiempo viviendo como si mi vida estuviera en pausa”

La primera noche, Carmen cenó sola en la habitación del hotel. Había tardado años en reservar aquel fin de semana y, cuando por fin llegó, no se atrevía a bajar sola al restaurante. “Los primeros momentos los pasé casi escondida”, recuerda. “No me veía con fuerzas”. Al día siguiente se armó de valor y lo consiguió. Se sentó en una terraza con un libro. Esperaba que la gente la mirase, que pensara: “¿Pero qué hace esta señora aquí sola?”. Sin embargo, nadie la miró. “Fue casi una decepción, en el buen sentido, claro”, recuerda ahora. Carmen, que prefiere no decir su nombre real para proteger su intimidad, tiene 50 años, está divorciada y tiene dos hijos. Lleva más de una década soñando con hacer un gran viaje por su cuenta, aunque hasta ahora solo se ha atrevido con estancias breves. Como ella, hay muchas personas que pasan años deseando hacer un viaje a solas, ya sea porque no tienen pareja o simplemente para vivir la experiencia, pero nunca terminan de hacerlo. Algunas, especialmente las solteras, acaban apuntándose a los planes de otros, aunque siguen esperando a “la persona adecuada” para compartir su viaje soñado.

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© Capital Pictures/Cordon Press

La actriz Julia Roberts, en una escena de la película 'Come, reza, ama', del año 2010.
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"Eu mereci”: quando uma criança normaliza a violência

O pai de um menino de 8 anos, alvo de alguma violência na escola, ficou alarmado com uma frase do filho: "Eu também provoquei, eu mereci". A escola desvalorizou, disse que faz parte do desenvolvimento

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