Reading view

Formação híbrida é o modelo preferencial das empresas

A formação híbrida tem-se afirmado como um dos modelos preferenciais das direções de recursos humanos das empresas. São vários os exemplos, entre os quais os da Abreu Advogados, que está a “consolidar um modelo de formação híbrido”, da McDonald’s Portugal, que já o segue combinando um Centro de Formação próprio com formação desenvolvida em parceria com entidades externas, como universidades de Gestão, e da Meo, cuja formação segue fórmula idêntica: academias internas, programas externos e soluções à medida.

A aposta neste formato, “que combina academias internas estruturadas com programas de formação externa em instituições de referência”, surge em “resposta às crescentes exigências da advocacia contemporânea”, explica ao JE Nádia Fonseca, diretora de Recursos Humanos daquela sociedade.

“Este modelo híbrido reflete uma visão estratégica clara: preparar os advogados e equipas para um contexto em que o exercício da profissão se cruza, cada vez mais, com tecnologia, inovação e exigências de negócio, colocando a aprendizagem contínua no centro da competitividade da organização”, defende a mesma responsável.

O sistema formativo do escritório de advogados está organizado por “Escolas”: Direito, Gestão, Desenvolvimento Pessoal e Inovação, entre outras áreas. Os percursos diferem consoante a função e nível de carreira, “promovendo a aprendizagem contínua e o alinhamento cultural”, explica a mesma responsável.

Importa referir a academia de formação certificada da Abreu Advogados: o Instituto de Conhecimento, fundado em 2012 e vocacionado para o desenvolvimento interno e para a formação executiva de outros profissionais e clientes.

Mas também a formação externa – mestrados, LL.M., programas executivos e iniciativas promovidas por redes internacionais –, na qual “mantém um investimento consistente”. É um investimento fundamental na “atualização técnica, certificação académica e exposição a práticas globais”.

“É um modelo que serve simultaneamente o desenvolvimento interno, a captação de talento jovem e o posicionamento externo da marca Abreu Advogados como Sociedade inovadora”, finaliza Nádia Fonseca.

Elevada progressão interna

Na McDonald’s, o Centro de Formação interno é um dos alicerces do desenvolvimento profissional, oferecendo mais de uma dezenas de cursos em formato presencial, virtual e on the job. “Esta abordagem integrada permite garantir consistência, rigor operacional e flexibilidade na resposta às necessidades de desenvolvimento dos nossos colaboradores”, refere Sofia Mendonça, que dirige o departamento de recursos humanos da cadeia de restauração.

Tudo começa “desde o primeiro dia, através de uma integração prática nos restaurantes”. É um “compromisso com o desenvolvimento”. A aprendizagem contínua desenrola-se através de programas de crescimento técnico e de liderança, iniciativas no âmbito da inclusão social, como formações em Língua Gestual Portuguesa (LGP) em parceria com entidades especializadas, “que promovem uma maior acessibilidade e sensibilização das equipas”, justifica a mesma responsável.

De acordo com Sofia Mendoça, o investimento “reflete-se na progressão interna da organização”: mais de 90% dos gerentes de restaurante começaram na empresa como operadores, e em torno de 40% dos trabalhadores da sede iniciaram o seu percurso nos restaurantes. Hoje, exercem funções de destaque em várias áreas da McDonald’s, tanto em Portugal como noutros países.

Do lado da Meo, Ana Gama Marques, diretora de Pessoas e Organização, explica ao JE que a abordagem seguida “permite garantir, por um lado, o alinhamento com a cultura e prioridades estratégicas” da operadora “e, por outro, o acesso a conhecimento atualizado e às melhores práticas do mercado”.

Internamente, o trabalho é desenvolvido na Academia Meo, na qual têm vindo a investir “fortemente” e que disponibiliza “formação transversal” em competências digitais ou liderança, “assegurando consistência e proximidade às necessidades da organização”.

O modelo integrado de formação da Meo, que considera ser o “o mais eficaz para promover uma cultura de aprendizagem contínua e para preparar as pessoas para os desafios de um setor em constante transformação”, nota Ana Gama Marques, acontece em paralelo com parcerias externas e plataformas especializadas e com programas feitos à medida. Os primeiros, acrescenta, completam a oferta “com conteúdos de vanguarda e diferentes perspetivas” e os segundos consideram as “necessidades específicas das equipas e dos colaboradores, combinando competências técnicas e comportamentais”.

Banca e transformação digital
No caso do Millennium bcp, a abordagem é maioritariamente externa, “assente em conteúdos desenvolvidos à medida da realidade do banco e alinhados com as suas prioridades estratégicas”.

E cabe à Millennium Banking Academy, fundada em 2016 e a primeira academia interna de um banco em Portugal certificada pela Direção-Geral do Emprego e Relações do Trabalho, definir o plano anual de formação, “construído a partir das linhas estratégicas da instituição, dos desafios futuros da organização e das necessidades identificadas no contexto atual”, revela ao JE fonte oficial do banco.

Com a transformação digital a exigir ao setor financeiro que se mantenha competitivo tecnologicamente, não havendo espaço nem tempo para estagnação, o investimento em “competências em inteligência artificial assume-se como um fator estratégico de competitividade e preparação para o futuro”.

A Academia AI Together, uma iniciativa pioneira lançada em janeiro de 2026 em parceria com a NOVA SBE Executive Education, é um das faces desse investimento. Foi desenhada para dar acesso a competências e ferramentas internas de inteligência artificial generativa e tem como público alvo todos os trabalhadores, inclusive membros da Comissão Executiva e a alta direção do banco, abrangendo mais de 6.500 funcionários.

“Ao investir no desenvolvimento de competências práticas nesta área, as organizações podem transformar desafios em oportunidades, valorizar o talento interno e preparar-se para novas exigências do mercado, sem perder de vista os princípios de responsabilidade, ética e gestão de risco na utilização destas tecnologias”, explica ainda a mesma fonte do Millennium bcp.

  •  

TV Brasil exibe festas de São João do Nordeste neste sábado

Logo Agência Brasil

A TV Brasil leva ao público de todo o país a animação de três dos mais tradicionais festejos juninos do Nordeste, neste sábado. A emissora exibe apresentações e atrações das celebrações de São João de Caruaru (PE), Mossoró (RN) e Assú (RN), dentro da faixa temática Arraiá Brasil. 

Neste sábado (13), a transmissão será das 21h às 3h. Entre os destaques da noite estão os shows ao vivo de Alok, em Caruaru, Márcia Fellipe e Matheus e Kauan, em Mossoró, e Israel Fernandes, em Assú. A programação ainda reúne apresentações gravadas de artistas como Zé Vaqueiro e Guilherme Ropado.

Notícias relacionadas:

As transmissões são realizadas em parceria com a PrefTV, de Caruaru, e a UERN TV, da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN), emissoras que integram a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC). 

A ancoragem da programação será feita diretamente do Rio de Janeiro pelos apresentadores Bruno Barros e Verônica Dalcanal, com coordenação de produção de Eduardo Gurgel e direção de Enio Puello e Carlos Colla.

O Arraiá Brasil ganha a tela da emissora pública durante todo o mês de junho, sempre às sextas e sábados, e também nos dias 23 e 24 (noites especiais de São João).​ O projeto da TV Brasil em parceria com a RNCP reforça o compromisso da comunicação pública com a valorização da cultura popular brasileira, ampliando o alcance de algumas das maiores festas juninas do país.

Com geração compartilhada entre as emissoras parceiras e a TV Brasil, a cobertura permite que espectadores de todas as regiões acompanhem a diversidade musical, as tradições e a atmosfera dos festejos que movimentam milhares de pessoas no Nordeste durante o mês de junho.

Além de celebrar a riqueza cultural das festas de São João, o Arraiá Brasil fortalece a integração entre os veículos públicos de comunicação e evidencia o papel da RNCP na difusão de conteúdos regionais para todo o território nacional.

Serviço

Arraiá Brasil

13/06 (sábado), das 21h às 3h, na TV Brasil

  •  

TV Brasil exibe festas de São João do Nordeste neste sábado

Logo Agência Brasil

A TV Brasil leva ao público de todo o país a animação de três dos mais tradicionais festejos juninos do Nordeste, neste sábado. A emissora exibe apresentações e atrações das celebrações de São João de Caruaru (PE), Mossoró (RN) e Assú (RN), dentro da faixa temática Arraiá Brasil. 

Neste sábado (13), a transmissão será das 21h às 3h. Entre os destaques da noite estão os shows ao vivo de Alok, em Caruaru, Márcia Fellipe e Matheus e Kauan, em Mossoró, e Israel Fernandes, em Assú. A programação ainda reúne apresentações gravadas de artistas como Zé Vaqueiro e Guilherme Ropado.

Notícias relacionadas:

As transmissões são realizadas em parceria com a PrefTV, de Caruaru, e a UERN TV, da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN), emissoras que integram a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC). 

A ancoragem da programação será feita diretamente do Rio de Janeiro pelos apresentadores Bruno Barros e Verônica Dalcanal, com coordenação de produção de Eduardo Gurgel e direção de Enio Puello e Carlos Colla.

O Arraiá Brasil ganha a tela da emissora pública durante todo o mês de junho, sempre às sextas e sábados, e também nos dias 23 e 24 (noites especiais de São João).​ O projeto da TV Brasil em parceria com a RNCP reforça o compromisso da comunicação pública com a valorização da cultura popular brasileira, ampliando o alcance de algumas das maiores festas juninas do país.

Com geração compartilhada entre as emissoras parceiras e a TV Brasil, a cobertura permite que espectadores de todas as regiões acompanhem a diversidade musical, as tradições e a atmosfera dos festejos que movimentam milhares de pessoas no Nordeste durante o mês de junho.

Além de celebrar a riqueza cultural das festas de São João, o Arraiá Brasil fortalece a integração entre os veículos públicos de comunicação e evidencia o papel da RNCP na difusão de conteúdos regionais para todo o território nacional.

Serviço

Arraiá Brasil

13/06 (sábado), das 21h às 3h, na TV Brasil

  •  

BCP recompra mais de 8,7 milhões de ações por 8,1 milhões no arranque do novo programa de share buyback

O Banco Comercial Português informou o mercado de que adquiriu um total de 8.765.844 ações próprias entre os dias 4 e 12 de junho de 2026. A operação, realizada em mercado regulamentado na Euronext Lisbon, envolveu um investimento global de 8.183.752 euros (8,2 milhões). Esta intervenção decorre no âmbito do Programa de Recompra de Ações Próprias do banco, cujos termos foram inicialmente comunicados em maio deste ano, tendo a execução das ordens ficado a cargo do intermediário financeiro J.P. Morgan SE.

Com este lote de transações, o Millennium BCP passou a deter uma participação direta equivalente a 0,06% do seu capital social.

Ao longo do período reportado, o ritmo diário de aquisições registou algumas variações. As compras arrancaram a 4 de junho com a aquisição  de 858.749 ações a um preço médio ponderado de 0,9246 euros. Nos dias seguintes, a 5 e 8 de junho, o banco garantiu, respetivamente, 785.270 e 851.468 títulos, ambos fixados ao preço médio de 0,9277 euros.

A 9 de junho assistiu-se a uma aceleração com a compra de 1.235.514 ações a 0,9361 euros, ritmo que estabilizou a 10 e 11 de junho, datas em que foram adquiridas 853.884 ações a 0,9150 euros e 999.498 ações a 0,9176 euros. O volume diário mais expressivo acabou por ser alcançado na sexta-feira, dia 12 de junho, com a recolha de 3.181.461 ações a um preço médio ponderado de 0,9481 euros.

A instituição financeira liderada por Miguel Maya anunciou no fim de maio que tinha aprovado um programa de recompra de ações próprias que ascende ao montante global de 407.458.786,00 euros (407,5 milhões de euros).

O valor financeiro definido para esta operação equivale a cerca de 2,84% da capitalização bolsista da instituição financeira. O principal objetivo estratégico da medida consiste na posterior extinção dos títulos adquiridos.

O  programa de recompra de ações próprias de mais de 400 milhões de euros foi desenhado para começar a 4 de junho e terminar seis meses depois, em 4 de dezembro.

Em comunicado, publicado no site da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) a 27 de maio, o BCP explicou que poderá recomprar até 1.184 milhões de ações ordinárias, correspondentes a um máximo de 8% da totalidade de ações representativas do capital social do banco. Já o valor máximo do programa de recompra poderá atingir, no máximo, 407.458.786 euros.

  •  
❌