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ICE Wants Local Police to Enforce Immigration Law. These Officers Signed Up. (Allison McCann/New York Times)

Allison McCann / New York Times:
ICE Wants Local Police to Enforce Immigration Law.  These Officers Signed Up.  —  Sheriff's deputies in Laramie County, Wyo., briefly detained a man from Venezuela after a traffic stop last month.  The sheriff's department in the county has an agreement with the federal government to perform immigration arrests.

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Copa do Mundo traz esperança a comerciantes brasileiros após impacto do ICE

Os últimos meses têm sido difíceis para o Boi Na Brasa, restaurante brasileiro localizado no bairro de Ironbound, em Newark, região conhecida por sua forte presença de imigrantes latino-americanos.

As vendas caíram desde que agentes do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos Estados Unidos (ICE) realizaram operações de grande repercussão na área no ano passado.

Kalani Mubarak, gerente do restaurante administrado por sua família, lembra de ter visto agentes do ICE prenderem um cliente habitual quando ele chegava para almoçar. Desde então, nunca mais o viu.

“Passamos por um longo período de resultados negativos nas vendas”, afirmou.

Após demissões e redução de turnos, Mubarak aposta na Copa do Mundo para impulsionar o movimento que o estabelecimento tanto necessita. O restaurante organizará uma festa para acompanhar a estreia do Brasil contra Marrocos neste sábado (13), com música ao vivo e bar ao ar livre.

Mesmo assim, permanece a preocupação com a possibilidade de novas operações migratórias ou de que o medo delas reduza a presença do público.

“É uma preocupação, mas tento dizer às pessoas que elas estão seguras aqui, desde que não façam nada errado”, disse.

Pentacampeão mundial, o Brasil chega como um dos favoritos ao título, e sua torcida costuma lotar bares e restaurantes durante grandes competições. Trechos da Ferry Street, principal via de Ironbound, serão fechados durante os jogos e também para a tradicional celebração do Dia de Portugal, que coincide com a estreia brasileira.

“O medo ainda está presente”

Apesar dos preparativos e da ampliação da capacidade de atendimento em diversos estabelecimentos, muitos comerciantes receiam que a presença de torcedores fique abaixo do esperado.

As lembranças das operações do ICE, que levaram moradores a permanecerem em casa e deixaram negócios praticamente vazios por dias, continuam vivas na comunidade.

“A Copa do Mundo está mostrando que o medo ainda existe, porque ouço meus amigos comentando se devem ou não sair para assistir aos jogos”, afirmou Michel De Souza, brasileiro de 39 anos que vive nos Estados Unidos com visto temporário.

O Cozy Sports Bar and Grill, também na Ferry Street, viu suas vendas caírem cerca de 75% no ano passado, segundo a gerente Andrea Muniz.

Já no restaurante português Sol-Mar, a bartender Maria Perez recorda demissões e cortes de horas de trabalho ocorridos após as operações migratórias.

Ela afirma que o movimento costuma diminuir por alguns dias sempre que circulam nas redes sociais alertas sobre a presença de agentes do ICE na região.

Hazel Applewhite, diretora-executiva da organização comunitária Ironbound Community Corporation, classificou as operações do ano passado como um “trauma coletivo”.

“Eles mudaram fundamentalmente a forma como a comunidade funciona”, disse. “Em grandes eventos, as pessoas agora observam quem está ao redor, estacionam mais longe e planejam rotas de saída.”

A Copa do Mundo ocorre em meio a novas tensões migratórias em Newark. Nas últimas semanas, detentos do Centro de Detenção Delaney Hall realizaram greves de fome em protesto contra supostas más condições e atendimento médico inadequado. Manifestantes contrários ao ICE também realizaram protestos nas proximidades, em alguns momentos entrando em confronto com forças de segurança.

Para os empresários que investiram nos eventos relacionados ao Mundial, o sucesso é fundamental.

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Ana Castela ganha buquê de admirador secreto: “Não gosto”

A cantora Ana Castela mostrou que recebeu um presente de Dia dos Namorados de um remetente misterioso. Mas a cantora parece não ter gostado muito do mistério.

A Boiadeira mostrou em seu perfil uma foto de um buquê de flores com uma dedicatória, que dizia: “Um pequeno gesto de carinho com muito amor. De: alguém que sempre está com você”.

Nos stories seguintes, a cantora falou que não gostava do mistério. “Eu já falei, eu não gosto desse tipo de coisa, de surpresa. Eu vou ligar lá na floricultura. Não dou conta, eu estou passando mal”, brincou Ana.

“Quem está sempre comigo? A Bruna, minha mãe, meu pai, meu segurança. Você acha que eles mandam flor?”, concluiu.

Relacionamentos Ana Castela

O relacionamento mais recente da cantora foi com o cantor Zé Felipe. Após os dois músicos serem vistos juntos em várias ocasiões após o fim do casamento do filho de Leonardo com Virginia. Eles confirmaram a relação no começo de outubro e, depois, não se separaram mais. Eles chegaram a lançar juntos “Sua Boca Mente” e “Roça Roça em Mim”.

Eles chegaram a passar o Natal juntos, na mansão de Poliana e Leonardo, pais de Zé e a família de Ana também esteve na ocasião. Dias depois, em 29 de dezembro, o namoro dos dois chegou ao fim. “Sou grato por tudo que vivemos juntos. Aprendi muito com ela. Me fez enxergar outro Zé Felipe que existia em mim, coisas que eu não fazia há muito tempo.”

Ana Castela ganha flores com dedicatória no Dia dos Namorados • Reprodução/Instagram

Ana Castela completa 30 semanas entre mais ouvidos na Bilboard Brasil

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Judge upholds order to remove Trump's name from Kennedy Center (Josephine Walker/Axios)

Josephine Walker / Axios:
Judge upholds order to remove Trump's name from Kennedy Center … - He also noted the center had “apparently taken substantial steps toward complying with the Court's May 29 permanent injunction order on renaming. ”  — “These efforts undermine the notion that Defendants face irreparable harm in complying with the order in full.

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Blake Lively não terá indenização em ação contra Justin Baldoni, diz site

Uma decisão judicial recente deu um novo desfecho ao processo judicial entre Blake Lively, 38, e Justin Baldoni, 42. A informação é do portal norte-americano TMZ.

De acordo com os documentos obtidos pelo site, não receberá indenização por danos cobrados do ex-colega de elenco, mas a equipe do ator será obrigada a cobrir os honorários legais que a atriz teve com o caso. 

A disputa financeira era uma das únicas pendências ainda em aberto no processo. Embora o juiz não tenha chegado a consenso sobre o valor que será cobrado de Baldoni, nenhuma indenização moral extra será adicionada ao montante.

“A decisão de hoje deixa claro que a Sra. Lively apresentou suas queixas de boa fé e que não havia provas de que ela tenha agido com malícia. Lively está satisfeita por seu processo mostrar como leis como essa criam um caminho para que sobreviventes responsabilizem aqueles que usam ataques online e processos judiciais retaliatórios como armas para intimidar e silenciar sobreviventes”, declararam os advogados de Blake ao TMZ.

Relembre a briga judicial de Blake Lively e Justin Baldoni

Ambos ex-parceiros de elenco contracenaram na adaptação literária “É Assim Que Acaba”, lançada em 2024. Logo depois que a produção terminou a turnê de promoção do longa, os protagonistas deram início a uma polêmica envolvendo difamação, assédio sexual e retaliação.

Ao longo dos últimos meses, as duas celebridades travaram um grande debate sob os holofotes de Hollywood. No início de maio, porém, um dos desdobramentos do caso contra Baldoni foi arquivado e ambos assinaram um acordo de conciliação antes da audiência oficial. Na época, a artista celebrou a decisão, considerando-a uma vitória pessoal. 

Desde então, Lively e Justin se mantiveram longe da mídia, e o último desdobramento foi finalizado com a decisão sobre as indenizações adicionais dos honorários advocatícios de Blake.

*Publicado por Luiza Zequim, da CNN Brasil, sob supervisão de Ana Beatriz Dias, da CNN Brasil

Briga entre Blake Lively e Justin Baldoni vira documentário

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Emperor Otto the Great’s Tomb Yields New Clues During Cathedral Restoration

Tomb of Otto I in Magdeburg Cathedral
Tomb of Otto I in Magdeburg Cathedral. Credit: Mar Yung / Wikimedia Commons / CC BY 2.0

Conservation experts and archaeologists are uncovering new details about the tomb of Emperor Otto I while carrying out an extensive restoration project at Magdeburg Cathedral.

Since January 2025, the Saxony-Anhalt Cultural Foundation and the State Office for Heritage Management and Archaeology have led efforts to preserve the heavily damaged burial site of Otto the Great, the 10th-century ruler who laid the foundations of the Holy Roman Empire.

Excavations uncover clues to the tomb’s history

The relocation of the sarcophagus also allowed archaeologists to investigate its foundation for the first time. Excavations revealed large sandstone blocks beneath the tomb, including reused building stones marked by late medieval stonemasons. The findings suggest that the sarcophagus was moved several times over the centuries.

Excavations produced numerous artifacts, including coins, glass beads, ceramics, roof tiles, clothing pins, and fragments of painted plaster from earlier cathedral structures. Researchers also uncovered a lead bullet beneath the floor, reflecting Magdeburg’s turbulent history.

Archaeologists restoring the tomb of Emperor Otto I in Magdeburg Cathedral have uncovered medieval foundations, underground passages and centuries-old artifacts. pic.twitter.com/B1PNeRTlwq

— Tom Marvolo Riddle (@tom_riddle2025) June 12, 2026

Researchers also uncovered layers of rubble linked to medieval and early modern construction activities in the cathedral’s High Choir. A network of underground passages, some possibly dating to the Middle Ages, was also documented.

Despite the discoveries, archaeologists found no evidence showing whether Otto I’s tomb occupied the same location in an earlier cathedral that once stood on the site. The original placement of the emperor’s burial, therefore, remains uncertain.

Damage prompted conservation efforts

Otto I, who was crowned emperor in 962, established one of medieval Europe’s most powerful empires. His tomb in Magdeburg Cathedral is considered one of Germany’s most important medieval monuments.

The project began after routine inspections in 2024 revealed serious deterioration in the emperor’s tomb. Researchers identified several threats to the monument, including corroded iron fittings, rising moisture from the ground, and fluctuating humidity levels inside the cathedral.

Scientific analyses confirm the emperor’s remains

As part of the conservation work, experts carried out extensive non-invasive documentation of the sarcophagus and its surroundings. The marble cover slab, weighing about 300 kilograms (660 pounds), was removed so researchers could examine the damaged wooden coffin inside.

Anthropological and genetic analyses later confirmed that the human remains belonged to Otto I, supporting centuries-old historical accounts of his burial at the cathedral.

The emperor’s remains are scheduled to be reinterred on Sept. 1, 2026, in a newly designed coffin currently being created through a competition organized by the Saxony-Anhalt Art Foundation.

Restoration work addresses long-term damage

To protect the monument for the future, conservation teams moved the limestone sarcophagus from its original location in early 2026 using a specially designed transport structure. The sarcophagus now sits inside a secure enclosure within the cathedral, where restoration work is underway.

Specialists are removing corroded iron nails and clamps, many believed to date to the 19th century. As the metal rusted over time, it expanded and placed pressure on the stone, increasing the risk of cracking. Conservators are also removing harmful iron residues from the marble cover slab.

Cathedral remains open during conservation work

Church services continue as normal during the project, while visitors can still view major features of the cathedral, including the High Choir and its famous 13th-century sculptures. Officials said the public will continue to receive updates as restoration and research progress.

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Por que Alphonso Davies, astro do Canadá, foi reserva na estreia da Copa

O astro Alphonso Davies começou no banco de reservas a estreia da Seleção do Canadá na Copa do Mundo de 2026 por conta de uma lesão muscular na coxa.

O lateral e ponta do Bayern de Munique acompanha parte da partida contra a Bósnia do banco enquanto segue em recuperação do problema físico.

Davies já vinha sendo utilizado com cautela nos últimos compromissos da seleção canadense antes da Copa. A comissão técnica optou por preservar o jogador para evitar agravamento da lesão durante a fase inicial do torneio.

Considerado o principal nome da geração canadense, Davies entrou para a história do país na Copa de 2022, no Catar, ao marcar o primeiro gol do Canadá em Mundiais, contra a Croácia. Até hoje, ele é o único jogador canadense a balançar as redes em uma Copa do Mundo.

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    Alessia Cara na cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026 no Canadá • Ezra Shaw - FIFA/FIFA via Getty Images

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    Alessia Cara na cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026 no Canadá • FIFA via Getty Images

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    Alessia Cara na cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026 no Canadá • Ezra Shaw - FIFA/FIFA via Getty Images

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    Estádio de Toronto na cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026 • Ezra Shaw - FIFA/FIFA via Getty Images

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    Cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026 no Canadá terá vários artistas e personalidades; evento antecede partida entre Canadá x Bósnia Herzegovina • Lampson Yip - Clicks Images/Getty Images

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    Cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026 no Canadá terá vários artistas e personalidades; evento antecede partida entre Canadá x Bósnia Herzegovina • Getty Images

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    Cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026 no Canadá terá vários artistas e personalidades; evento antecede partida entre Canadá x Bósnia Herzegovina • Ezra Shaw - FIFA/FIFA via Getty Images

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    Cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026 no Canadá terá vários artistas e personalidades; evento antecede partida entre Canadá x Bósnia Herzegovina • Ezra Shaw - FIFA/FIFA via Getty Images

Na partida desta sexta-feira (12), em Toronto, a ausência do jogador entre os titulares foi sentida principalmente no setor ofensivo. O Canadá criou oportunidades, mas teve dificuldades para converter as chances em gols.

A expectativa da seleção canadense é contar com Davies em melhores condições físicas nos próximos jogos da fase de grupos.

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Copa: Saliba faz trabalho individual e desfalca treino coletivo da França

O zagueiro William Saliba não participará do treino coletivo da seleção da França nesta sexta-feira e seguirá um programa de atividades individualizado, informou a Federação Francesa de Futebol (FFF).

Saliba vem sofrendo com dores nas costas nas últimas semanas, após uma longa temporada pelo Arsenal, clube que conquistou o título da Premier League e chegou à final da Uefa Champions League. Recentemente, o técnico Didier Deschamps afirmou que o defensor estaria apto para disputar a Copa do Mundo.

“William Saliba não participará do treino coletivo do dia. Theo Hernández também foi poupado por precaução, assim como Aurélien Tchouaméni”, informou a FFF em comunicado.

Campeã mundial em 2018 e vice-campeã em 2022, a França estreia no Grupo I na próxima terça-feira (16) contra Senegal. Em seguida, enfrentará Iraque e Noruega.

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Sonho é ter modelo de El Salvador em prisões, afirma Derrite à CNN

O ex-secretário de segurança pública e pré-candidato a senador Guilherme Derrite (PP) afirmou ao CNN 360º, nesta sexta-feira (12), que o sistema prisional de El Salvador serve como modelo de segurança pública para o plano de governo montado pelo pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

“Lá, nós vimos que eles eram o país mais violento do mundo e se tornaram o país mais seguro do mundo. Era o país com o número de homicídios por 100 mil habitantes mais alto do mundo e hoje é um dos menores. Quando acontece um homicídio, são crimes passionais, não são crimes violentos como acontece, infelizmente, aqui no Brasil, 40 mil por ano”, explicou à CNN.

Para o ex-secretário, a principal referência de ação tomada por El Salvador no combate à criminalidade são seus presídios de segurança máxima, os chamados Cecot (Centro de Confinamento do Terrorismo) – um modelo projetado pelo presidente Nayib Bukele e que pode abrigar até 40 mil detentos por unidade.

“Por que não replicar esse modelo aqui, de isolamento de lideranças do crime organizado, de membros de organizações criminosas, sem direito à visita íntima, sem direito ao auxílio-reclusão, sem direito a nenhum tipo de aparelho celular, sem nenhum tipo de contato que não seja monitorado? Então, eu tenho certeza que no plano de governo do senador Flávio Bolsonaro vai ter muita coisa disso. Além disso, eu acho que outros exemplos internacionais são bem-vindos”, disse.

O chamado “método Bukele” se tornou uma das bandeiras sobre segurança pública de alguns políticos da chapa de Flávio. Além de Derrite, Eduardo Bolsonaro (PL) defendeu a aplicação das ações em vídeo enviado ao lançamento da pré-candidatura do ex-secretário.

No poder desde 2019, Nayib Bukele foi eleito com a promessa de eliminar a violência das gangues e rejuvenescer a economia estagnada do país. Uma de suas primeiras ações, em 2020, foi tornar legal o uso de força letal pela polícia e pelo Exército contra integrantes de gangues.

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro e o deputado federal Paulo Bilynskyj no Cecot
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro e o deputado federal Paulo Bilynskyj no Cecot • Reprodução/@paulobilynskyj1

Desde 2022, El Salvador está sob um estado de exceção aprovado pela Assembleia Legislativa do país a pedido de Bukele, com a justificativa de comabter a então crescente taxa de homicídos.

Após o decreto do regime de emergência, o governo inaugurou o Cecot e passou a receber mais atenção do mundo quando o presidente americano Donald Trump fechou um acordo com o país para enviar presos acusados de integrarem a gangue venezuelana Tren de Aragua.

Apesar da taxa de homicídios em El Salvador ter caído em 2025 para 1,3 caso por 100 mil habitantes, de acordo com dados do ministro da Justiça e Segurança do país, organizações da sociedade civil contestam os números e dizem que a repressão contra o crime se expandiu contra a população geral e, especificamente, jornalistas.

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Famosos LGBT+ celebram Dia dos Namorados; veja declarações

O Dia dos Namorados é celebrado no Brasil nesta sexta-feira (12), e diversos casais LGBT+ aproveitaram a data para fazer declarações apaixonadas nas redes sociais.

A CNN Brasil reuniu algumas das declarações de amor feitas por famosos LGBTs nas redes sociais. Veja: 

Irandhir Santos e Roberto Efrem Filho 

Roberto Efrem Filho, marido do ator Irandhir Santos, fez uma postagem em suas redes sociais, declarando-se para o artista, com quem tem um relacionamento desde 2010, ano em que Irandhir já era conhecido no cinema nacional. Naquele ano, Irandhir havia estreado em “Tropa de Elite 2”.

“Feliz dia dos amoguecos, @irandhirsan.Te amo do tamanho de todos os nossos carnavais, os que se foram, os que são e aqueles que virão, com a força do único destino admissível.”, descreveu no post, junto com uma sequência de fotos ao lado do ator.

Irandhir Santos e Roberto Efrem Filho • Reprodução/redes sociais

Daniela Mercury e Malu Mercury

A cantora Daniela Mercury, 60, vive um relacionamento com Malu Verçosa desde 2013. As duas se casaram em outubro do mesmo ano, em uma cerimônia em Salvador, na Bahia.

“A vida tem cor quando estamos juntas. E a saudade tem cheiro quando ficamos horas separadas. Somos testemunhas da trajetória uma da outra, e isso é uma das coisas mais difíceis e mágicas que existem. A gente se comunica com o olhar, por pequenos gestos e assobios. São eles que sempre fazem a gente se achar em qualquer situação que estejamos”, escreveu Daniela.

“Por isso, seguimos namorando todos os dias e inventando formas de rir das maluquices que cada uma faz. Deixa ela com as coisinhas dela (rs). O amor é isso. A paixão é a amplificação dele. Por isso, nossas músicas são tão especiais. Feliz dia, namorada.”, completou a cantora.

Daniela Mercury e Malu Mercury • Reprodução/redes sociais

Bruna Linzmeyer e Kin Saito

A atriz Bruna Linzmeyer, 33, declarou-se publicamente lésbica em 2015 e vive um relacionamento com Kin Saito, diretora de futebol feminino do Cruzeiro, desde 2023.

“Me apaixono todos os dias”, escreveu Bruna na publicação que fez nessa sexta-feira (12).

Bruna Linzmeyer e Kin Saito • Reprodução/redes sociais

Leandrinha Du Art e Izacc medeiros

A influenciadora Leandrinha Du Art, 31, namora Izacc Medeiros, de 30 anos de idade. O casal trans namorava à distância até outubro de 2023, quando a famosa, que é militante nas causas das pessoas com deficiência e pessoas LGBT, pediu Isacc em namoro.

“Vamos para 3 anos juntos. Que sejamos sempre blindados de todo mal e do ódio que nos cerca. Amém”, escreveu Leandrinha na publicação, feita em sua conta oficial do Instagram neste Dia dos Namorados.

Leandrinha Du Art e Izacc medeiros • Reprodução/redes sociais

Maria Gadú e Popi Itapema 

A cantora Maria Gadú, 39, é casada com a produtora musical Ana Paula Popi. As duas estão juntas desde 2021 e são mães de Alice, de 3 anos de idade.

“Feliz dia, mozão! É precioso viver com você; qualquer coisa com você é inesquecível!! Paulinha, na moral, você é MUITO legal. Querida, generosa, inteligente, talentosa, mãezona. São muitas qualidades que me melhoram em doses cavalares. Como é bom viver esse amor tranquilo, sem brigas, com muuuitas risadas, minha companheira. Te amo o tempo todo, até quando você espirra MUITO alto”, diz a legenda da declaração de Dia dos Namorados.

Maria Gadu e Popi Itapema • Reprodução/redes sociais

Luiza Martins e Marcela McGowan

A médica e ex-BBB Marcela Mc Gowan é casada com a cantora sertaneja Luiza Martins. O casamento ocorreu em maio deste ano e as duas passaram a lua de mel na Escócia.

Luiza fez uma declaração para Marcela nas redes sociais no Dia dos Namorados, junto com um vídeo da cerimônia de casamento do casal, ao som de sua música “Tailândia”. Na legenda, a cantora se declarou para a amada: “Música que eu fiz pro amor da minha vida e que vocês podem usar pro amor da vida de vocês!”.

Luiza Martins e Marcela McGowan • Reprodução/redes sociais

Bruno Fagundes e Bruno César

O ator e produtor Bruno Fagundes, filho de Antonio Fagundes, vive um romance com Bruno César, com quem compartilhou fotos publicamente pela primeira vez em março deste ano, durante o festival Lollapalooza.

“Se eu pudesse ter te pedido uma concha de Iemanjá, teria pedido menos: não saberia escolher palavras tão boas para ganhar, da curva da onda, esse teu olho de mar” escreveu Bruno para o amado neste Dia dos Namorados. Junto com a declaração, o cantor publicou um carrossel de fotos dos dois juntinhos.

Bruno Fagundes e Bruno César • Reprodução/redes sociais

Milton Cunha e Vitor Moraes

O ex-carnavalesco Milton Cunha, 64, é casado com Vitor Morais, 42. Os dois foram vistos pela primeira vez juntos em 2024 e, no ano passado, Milton foi fotografado trocando beijos com o marido durante uma viagem de navio na turnê Tempo Rei, de Gilberto Gil.

“O amor contagia, o amor une, o amor cura, o amor liberta! Te amo, meu gatão”, escreveu Vitor ao marido em uma publicação do Dia dos Namorados.

Milton Cunha e Vitor Moraes • Reprodução/redes sociais

*Sob supervisão de Gabriela Maraccini, da CNN Brasil

Dia dos Namorados: relembre 10 casais icônicos da ficção

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Raskin: ICE is acting like a secret paramilitary police force for the president

Rep. Jamie Raskin, D-Md., speaks during the House Administration Committee hearing titled "Preventing Fraudulent Donations: Transparency, Verification, and Accountability," in Longworth building on Wednesday, June 10, 2026. Tom Williams/CQ-Roll Call, Inc via Getty Images

As part of our continuing coverage of Trump’s multi-pronged push to interfere with the upcoming midterm elections, we have been talking to a variety of voices on what they fear most from the administration. In this discussion with Democratic Congressman Jamie Raskin, he accuses the Trump administration of constructing a private police force within the federal government and seeking to fund an extrajudicial efforts to also interfere with free and fair elections.

Credits:

  • Production: Taya Graham/Stephen Janis
  • Post-Production: David Hebden
Transcript

The following is a rushed transcript and may contain errors. It will be updated as soon as possible.

Stephen Janis:

At the Real News Network, we have been covering the threat to midterm elections. Now, we came to the Networks Conference here in Philadelphia, Pennsylvania to speak to Congressman Jamie Raskin. When he told us about what he thinks might happen in November should scare all of us. You know, you introduced a Blanche Act, is that what it’s called? Yes. Yeah. So the Senate just passed the reconciliation bill and did nothing to it. So what are your thoughts at this moment that can be done to prevent it and what are your concerns about this slush fund that has been proposed by the Trump administration?

Rep. Jamie Raskin:

Well, the vast majority of Americans reject the idea that the Trump regime should be able to take 1.776 billion of taxpayer money and give it to convicted criminals, Proud Boys and Oath Keepers and other extremists who tried to storm or who stormed the Capitol and tried to overthrow a presidential election. It’s outrageous and it violates about a dozen different federal laws and constitutional provisions. So we need to pass legislation to block it and also to block the other part that they’re trying to sneak through, which is a lifelong immunity from criminal civil tax prosecution of Donald Trump or his family or his businesses for crimes and civil offenses that they’ve committed up until this point.

Stephen Janis:

Is this personal for you? I mean, you were there and the idea that they would pay the people that tried to overturn the election. Does this affect you in a personal way?

Rep. Jamie Raskin:

Democracy is personal to me and fascism is personal to me and I think it should be personal to everybody. I mean, they want to destroy our basic institutions in the country. They want to destroy the freedom of press. They want to control the media. So they put minders and spies into CBS in 60 minutes. They want to take over. They denounced the mainstream of media just so they could take over the mainstream media and make it their official state propaganda apparatus. They’re trampling the freedom of press. They’re attacking the separation of church and state. I was on the floor. One of their guys got up and said the moral downfall of America was 1962 when the Supreme Court banned prayer in the public schools. And I got up and I said, the Supreme Court never banned prayer in the public schools. As long as there are pop math quizzes, there will be prayer in the public schools.

Anybody can pray whenever he or she wants to, but what they want is the government writing out religious scripts and then compelling your children to participate in it. So literally our entire Constitution and Bill of Rights are being demolished by these people and they want to turn us into a mafia state, a gangster state.

Stephen Janis:

Now, looking forward to the midterms. There’s a lot of pretextual stuff, the Trump administration, subpoenaing ballots in Wayne County or taking ballots in Fullton County. Is that a playbook they’re trying to roll out by having all these pre-elections sort of cast enough doubts so they can so chaos? What are your concerns about the midterm election and Trump administration interference?

Rep. Jamie Raskin:

Yeah. I mean, people ask me like, “Are they going to try and steal the election?” I say, “No, they’re not going to try and steal the election.” They’re trying to steal the election. Every day we’ve got lawyers all over America from the NAACP Legal Defense Fund, ACLU, Mark Elias fighting every one of these operations, which is an attempt to steal the election when they say, “Oh, we’re going to throw everybody off the rolls who missed voting an election, or when they’re closing polling places throughout Texas.” All of these voter suppression mechanisms are an attempt to steal the election. But I also want to say we have never been better mobilized and we’ve never had better lawyers engaged out in the field. We’ve never had a stronger civil society infrastructure fighting back, which is why they’re attacking the civil society infrastructure. We just had a hearing two weeks ago.

We’ve got another hearing this week. They’re trying to bring down the Southern Poverty Law Center, which is our major group fighting the Ku Klux Klan and the Aryan nations and the neo-Nazi right. They’re trying to destroy it saying that the Southern Poverty Law Center defrauds its own donors because they send people undercover into the extremist groups to find out what’s happening so they can prevent the next attack on a church or a synagogue or the Oklahoma federal building or what have you. That’s who the Trump Department of Justice is going after. That’s who Todd Blanche wants to attack the anti-Klan fighters.

Stephen Janis:

Now let me ask you a question. We spent a lot of time covering this reconciliation. They gave ICE and CBP $70 billion with no explanation. We ask Republicans why. What do you think that money’s for? Because I still has like $70 billion in the bank. Why do they need $70 billion? What are your concerns about that?

Rep. Jamie Raskin:

Well, this is what’s very concerning because if you talk to historians of fascism, they will tell you that what authoritarians do, what fascists try and do is build up a paramilitary force within the government and also one outside of the government. So that’s the meaning of this $1.8 billion political slush fund meant for the extreme right political foot soldiers who attacked our police officers on January 6th, 2021, attacked the Congres, attacked the vice president. That’s the outside version, but ICE is acting like a paramilitary secret police force reporting to the president of the United States and they have killed American citizens like Renee Goode and Alex Pretty. And just like we know dozens of people have died in ICE detention. So that is not a decent sane civilized immigration policy. We’ve got to make it a lot harder for people to get into the country illegally, but a lot easier for people to get into the country legally and we cannot use the immigration crisis the Republicans have created as the excuse for them to set up a paramilitary police force inside our government.

Stephen Janis:

So from the Epstein perspective, Estee files, you’ve been intimately involved in that. What do you think we haven’t seen yet? What do you think could be coming? We had that crucial testimony coming on Tuesday before the oversight committee. What do you think we haven’t seen or what’s to come?

Rep. Jamie Raskin:

Well, we need further legislation to strengthen the Epstein-Files Transparency Act. We need legislation that is going to actually make them turn over the documents and to stop hiding them. We have to keep passing laws to try to get them to comply with the law. It is difficult, but we’ve got to keep this very much in the forefront of people’s consciousness. There’s a culture to authoritarianism. There’s a politics to it, but there’s a culture to it. And the culture to it is all about authoritarian misogyny and sexual violence and sexual harassment and sexual assault. And this administration has been doing everything in their power to dismantle the infrastructure that we have to try to support victims of sexual violence and victims of sexual assault and sexual harassment. So the Epstein case is critical for us to keep moving forward on exposing this culture and then standing by the victims and the survivors of sexual violence and sexual assault.

Stephen Janis:

And do you think there’s something in the other three million files that is going to be important for the public to see and do you think there’ll be evidence there they’re hiding right now?

Rep. Jamie Raskin:

Absolutely. They were supposed to turn over six million files. They’ve withheld three million. There are completely scandalous and outrageous things we’re finding in the three million. They did turn over, but the files that they haven’t turned over undoubtedly contain more information that will implicate this administration and lots of names that we know in truly shameful and scandalous actions. But we’ve got to make sure that the victims are heard and the victims and the survivors have been critical in moving this process along. That’s a model, by the way, for every sector of public life. We’ve got to hear from the people who are being hurt, the millions of people being hurt by being thrown off of Medicaid or being thrown off of the Affordable Care Act, tax credits. We’ve got to hear from the people in the media about the crackdown like at ABC with Jimmy Kimmel.

People have got to speak up. The victims and the targets of government oppression have got to strike the first blow against this onslaught.

Stephen Janis:

Last question. Grand Planner, did you endorse him? Are you going to endorse him? And if so, why do you think people are … A lot of progressives, the Democrats get skittish about progressives you have not been. How do you feel about Grand Platner now? What are your thoughts?

Rep. Jamie Raskin:

Well, I’ve not made formal endorsements there. I would say I think that Graham Platner’s politics are right for this time. They are a working class centered politics of progressive change. That’s what we need. He has spoken about how damaging his time was psychologically and emotionally, and he came back a damaged person and damaged people, damage other people. And so there have been problems with that. But having said that, this is really a question for the people of Maine. Has Graham been able to show people that he’s been able to learn from the experiences that he’s had and the transgressions that he’s committed? And that’s what we can demand of him. That’s what we can expect from him. I mean, he said he’s interested in transformational politics and that means not just for society but for each person and he is pledging to continue that process of transformation for himself.

So the people of Maine have got, luckily they’ve got a small state. They can go out and talk to him and he’s been nothing if not open to taking questions and he’s at, I think, like 80 town hall meetings. And so I hope that he continues on that journey and the people of Maine reached the right solution for the rest of the country because it’s a critical race.

Stephen Janis:

Have you ruled out endorsing him or would you consider endorsing him in the future?

Rep. Jamie Raskin:

So I don’t know that I’ve been specifically asked to endorse him and I would not rule it out. If he’s our Democratic nominee, I’m certain I will endorse him and do everything in my power to get him elected. But at this point, I think there are elections coming up in a week or two. The people are working it out and I’m following it closely and I really wish the best for everybody involved in this situation.

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Rep. Jamie Raskin expressed growing concerns about the power of ICE in light of the $70 billion in additional funding just approved by Congress, his opposition to the proposed weaponization fund, and why the Epstein scandal needs further scrutiny.
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Governo autoriza nomeação de 55 servidores para reforçar ANM

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos autorizou a nomeação de 55 candidatos aprovados no concurso da ANM (Agência Nacional de Mineração), em meio a críticas sobre a falta de estrutura da agência e ao aumento das responsabilidades do órgão no setor mineral.

A portaria, assinada pela ministra Esther Dweck e publicada no Diário Oficial da União, libera o provimento adicional de 45 cargos de especialista em recursos minerais e 10 de analista administrativo.

As nomeações, no entanto, ainda dependem da existência de vagas na data do provimento e de declaração da ANM sobre a adequação orçamentária e financeira das novas despesas.

A autorização ocorre dias depois de a própria agência alertar que o corte de R$ 22,6 milhões no orçamento pode afetar atividades estratégicas, como a fiscalização de barragens e pilhas de mineração, o combate à lavra ilegal, a arrecadação dos royalties da mineração, a análise de novos empreendimentos e a modernização tecnológica da agenda regulatória.

Segundo a ANM, as restrições orçamentárias aprofundam um processo contínuo de limitação de recursos que reduz a capacidade operacional da instituição responsável pela regulação e fiscalização da atividade mineral no país. A agência afirma que algumas áreas já enfrentam dificuldade para manter suas atividades.

O reforço de pessoal também acontece em um momento de ampliação das atribuições da ANM.

A agência passou a ocupar papel ainda mais relevante nas discussões sobre minerais críticos e estratégicos, tema que ganhou prioridade no governo federal e no Congresso diante da disputa global por insumos usados em baterias, defesa, energia limpa e tecnologia.

O projeto de lei dos minerais críticos, aprovado pela Câmara dos Deputados e agora em análise no Senado, prevê novas funções para o Estado na organização da cadeia mineral, com mecanismos de triagem, homologação de operações e incentivo à agregação de valor em território nacional. Na prática, a política tende a aumentar a demanda sobre a estrutura técnica da ANM.

O setor privado tem defendido o fortalecimento da agência como condição para dar segurança jurídica ao mercado. Mineradoras e investidores argumentam que qualquer ampliação do papel do Estado na cadeia mineral precisa vir acompanhada de critérios técnicos, previsibilidade regulatória e capacidade operacional dos órgãos responsáveis.

Apesar da autorização para nomear novos servidores, integrantes do setor avaliam que o número ainda é insuficiente diante do volume de processos minerários, da fiscalização de barragens e da nova agenda ligada aos minerais críticos.

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