Homem morre ao cair em ribanceira com trator em Fafe

© NUNO VEIGA/LUSA

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O empresário do crossfit e dono de academias, Alberone Júnior, morreu, nesta sexta-feira (12), aos 48 anos.
Ele estava internado em estado grave há duas semanas, mas não foi informada a causa da morte.
Alberone era dono e “head” do CF Tríade Eusébio, uma academia em Eusébio no Ceará. O coach se dizia “apaixonado pelo que faz”.
A academia publicou uma nota de pesar, com diversos comentários de alunos, que deixaram seus sentimentos à família e elogios ao professor.
“Com sua paixão pelo esporte, dedicação às pessoas e vontade de transformar vidas, deixou uma marca que jamais será esquecida por ninguém que o conheceu”, afirmaram na publicação.
Nas duas semanas em que Alberone esteve internado, a CF Tríade Eusébio realizou “aulões” para arrecadar doações para ajudar a custear o tratamento.
Apesar de ter plano de saúde, a família dele precisou contratar um médico intensivista particular, devido a gravidade da situação.
Além da arrecadação de dinheiro, também organizaram correntes de orações para ele.
O menino de 11 anos que foi internado com suspeita de envenenamento após comer um bolo e passar mal, no Rio de Janeiro, morreu na noite desta quinta-feira (11). A informação foi confirmada pela direção do Hospital Estadual Ricardo Cruz.
O garoto, identificado como Arthur de Mello da Silva, estava em coma, mas, segundo a família, seguia com o quadro de saúde estável. Em nota, a direção do hospital, por meio da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro, lamentou a morte e se solidarizou com a família.
“A direção do Hospital Estadual Ricardo Cruz (HerCruz) informa que, apesar de toda dedicação da equipe médica e multidisciplinar, infelizmente o menino Arthur de Mello da Silva foi à óbito na noite de ontem. A direção da unidade lamenta profundamente a morte de Arthur, se solidariza com a família e se coloca à disposição para quaisquer esclarecimentos”, diz a nota.
A suspeita de envenenamento foi levantada pela família que confirmou a instabilidade do quadro de saúde da criança após comer o doce.
“A única coisa que a gente sabe que ele ingeriu antes de começar a passar mal foi esse bolo, né? Então, a única coisa que ele comeu foi esse bolo de chocolate”, disse Mayara Mello, prima do menino.
De acordo com os familiares, foram identificadas características compatíveis com a presença de chumbinho no organismo da criança. Até o momento, o laudo médico oficial não foi divulgado e, por isso, não há como afirmar a causa da morte.
A Polícia do Rio de Janeiro informou que o caso foi encaminhado para a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense. Além disso, a corporação disse que nenhuma linha de investigação foi descartada.
A unidade policial já realizou oitiva de testemunhas e aguarda conclusão dos laudos médicos, toxicológicos e periciais já requisitados.
*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

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© NARONG SANGNAK/EPA

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