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Abertura da Copa 2026 emociona o Estádio Azteca, no México

Logo Agência Brasil

A primeira Copa do Mundo realizada em três países trouxe também uma particularidade: três cerimônias de abertura, uma no Estádio Azteca, no México; outra em Toronto, no Canadá e uma terceira em Los Angeles, nos Estados Unidos. As duas últimas ocorrem nesta sexta-feira (12).

A solenidade na Cidade do México ocorreu nesta quinta-feira (11), começando precisamente às 11h30, sob uma temperatura de 24 graus. Mais de 85 mil pessoas prestigiaram a cerimônia no gigantesco Estádio Azteca – rebatizado de Estádio Banorte – e que já tinha recebido as aberturas das Copas de 1970 e de 1986.

Notícias relacionadas:

Bailarinos vestidos de indígenas, representando as antigas civilizações asteca, maia, olmeca e tolteca, sob um tapete azul-claro que cobriu o gramado, dançaram ao redor de uma réplica gigante da taça da Copa do Mundo da Fifa. Era como se os povos de outras gerações mexicanas cultuassem o valioso troféu.

Quando a cantora mexicana Lila Downs subiu pela escadaria que dava acesso à réplica da taça, no centro do gramado, e declarou em inglês: "football unites all", traduzindo em seguida para o espanhol, "fútbol nos une a todos"

A abertura no México acontece no contexto de uma Copa marcada por fatos como a deportação de um árbitro somali, longo interrogatório na imigração de um jogador iraquiano, restrições à hospedagem da delegação do Irã e negativa de vistos para turistas que iriam ver a Copa nos Estados Unidos.  

Música latina

Em seguida, o estádio virou palco para várias apresentações musicais sucessivas, sempre enaltecendo a música latina.

A apresentação começou com a banda mexicana Maná. Depois, passaram pelo gramado o venezuelano Danny Ocean, a espanhola Belinda, interpretando uma canção com os veteranos da banda Los Ángeles Azules, um dos pilares da música Latino Americana.

A entrada do cantor colombiano J. Balvin, um dos artistas latinos mais vendidos no mundo, aconteceu de forma diferente, em um carro cenográfico.

Até que a popstar colombiana Shakira apareceu no tapete azul do estádio Azteca, com várias bailarinas e a participação do nigeriano Burna Boy. Juntos cantaram a música tema da Copa, Dai Dai, uma tentativa de alcançar novamente o estrondoso sucesso de Waka Waka, tema da Copa da África do Sul de 2010.  

Logo, uma fumaça verde e vermelha tomou conta do estádio. O tapete azul foi retirado e um globo terrestre apareceu no círculo central do gramado. Entraram, então, vários porta-bandeiras, representando as 45 seleções que disputam a Copa, terminando com a entrada dos estandartes dos três países sede.

O ponto alto foi a apresentação do italiano Andrea Bocelli, fazendo dueto com a cantora coreana EJAE.

Como a presidente do México, Claudia Sheinbaum, já havia dito desde maio que não compareceria à cerimônia de abertura, como uma demonstração de solidariedade aos mexicanos que não têm condição de pagar por ingressos para o evento, coube ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, declarar aberta a Copa ao lado da atriz mexicana Salma Hayek, indicada ao Oscar pelo filme Frida.

México e África do Sul 

Quando as seleções do México e da África do Sul entraram em campo, os hinos nacionais foram executados por cantores dessas duas nacionalidades. 

A popstar sul-africana Tyla, vencedora do Grammy em 2024 e 2026, entoou o hino dos africanos. Enquanto o mexicano Alejandro Fernández, “El Potrillo”, cantor popular de boleros e música ranchera, executou os versos do hino, uma marcha militar que diz que cada filho do solo mexicano é “un soldado” pronto para defender a Pátria numa guerra. A ovação do público foi instantânea e automática, num momento de grande emoção.

Logo em seguida, começou o jogo inaugural, apitado pelo brasileiro Wilton Pereira Sampaio. 

Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group A - Mexico v South Africa - Estadio Azteca, Mexico City, Mexico - June 11, 2026 Mexico's Julian Quinones celebrates scoring their first goal with Israel Reyes and Cesar Montes REUTERS/Hannah Mckay Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group A - Mexico v South Africa - Estadio Azteca, Mexico City, Mexico - June 11, 2026 Mexico's Julian Quinones celebrates scoring their first goal with Israel Reyes and Cesar Montes REUTERS/Hannah Mckay
Seleções do México e da África do Sul abriram a disputa da Copa do Mundo 2026- REUTERS/Hannah Mckay/ Proibido reprodução

 

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Abertura da Copa 2026 emociona o Estádio Azteca, no México

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A primeira Copa do Mundo realizada em três países trouxe também uma particularidade: três cerimônias de abertura, uma no Estádio Azteca, no México; outra em Toronto, no Canadá e uma terceira em Los Angeles, nos Estados Unidos. As duas últimas ocorrem nesta sexta-feira (12).

A solenidade na Cidade do México ocorreu nesta quinta-feira (11), começando precisamente às 11h30, sob uma temperatura de 24 graus. Mais de 85 mil pessoas prestigiaram a cerimônia no gigantesco Estádio Azteca – rebatizado de Estádio Banorte – e que já tinha recebido as aberturas das Copas de 1970 e de 1986.

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Bailarinos vestidos de indígenas, representando as antigas civilizações asteca, maia, olmeca e tolteca, sob um tapete azul-claro que cobriu o gramado, dançaram ao redor de uma réplica gigante da taça da Copa do Mundo da Fifa. Era como se os povos de outras gerações mexicanas cultuassem o valioso troféu.

Quando a cantora mexicana Lila Downs subiu pela escadaria que dava acesso à réplica da taça, no centro do gramado, e declarou em inglês: "football unites all", traduzindo em seguida para o espanhol, "fútbol nos une a todos"

A abertura no México acontece no contexto de uma Copa marcada por fatos como a deportação de um árbitro somali, longo interrogatório na imigração de um jogador iraquiano, restrições à hospedagem da delegação do Irã e negativa de vistos para turistas que iriam ver a Copa nos Estados Unidos.  

Música latina

Em seguida, o estádio virou palco para várias apresentações musicais sucessivas, sempre enaltecendo a música latina.

A apresentação começou com a banda mexicana Maná. Depois, passaram pelo gramado o venezuelano Danny Ocean, a espanhola Belinda, interpretando uma canção com os veteranos da banda Los Ángeles Azules, um dos pilares da música Latino Americana.

A entrada do cantor colombiano J. Balvin, um dos artistas latinos mais vendidos no mundo, aconteceu de forma diferente, em um carro cenográfico.

Até que a popstar colombiana Shakira apareceu no tapete azul do estádio Azteca, com várias bailarinas e a participação do nigeriano Burna Boy. Juntos cantaram a música tema da Copa, Dai Dai, uma tentativa de alcançar novamente o estrondoso sucesso de Waka Waka, tema da Copa da África do Sul de 2010.  

Logo, uma fumaça verde e vermelha tomou conta do estádio. O tapete azul foi retirado e um globo terrestre apareceu no círculo central do gramado. Entraram, então, vários porta-bandeiras, representando as 45 seleções que disputam a Copa, terminando com a entrada dos estandartes dos três países sede.

O ponto alto foi a apresentação do italiano Andrea Bocelli, fazendo dueto com a cantora coreana EJAE.

Como a presidente do México, Claudia Sheinbaum, já havia dito desde maio que não compareceria à cerimônia de abertura, como uma demonstração de solidariedade aos mexicanos que não têm condição de pagar por ingressos para o evento, coube ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, declarar aberta a Copa ao lado da atriz mexicana Salma Hayek, indicada ao Oscar pelo filme Frida.

México e África do Sul 

Quando as seleções do México e da África do Sul entraram em campo, os hinos nacionais foram executados por cantores dessas duas nacionalidades. 

A popstar sul-africana Tyla, vencedora do Grammy em 2024 e 2026, entoou o hino dos africanos. Enquanto o mexicano Alejandro Fernández, “El Potrillo”, cantor popular de boleros e música ranchera, executou os versos do hino, uma marcha militar que diz que cada filho do solo mexicano é “un soldado” pronto para defender a Pátria numa guerra. A ovação do público foi instantânea e automática, num momento de grande emoção.

Logo em seguida, começou o jogo inaugural, apitado pelo brasileiro Wilton Pereira Sampaio. 

Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group A - Mexico v South Africa - Estadio Azteca, Mexico City, Mexico - June 11, 2026 Mexico's Julian Quinones celebrates scoring their first goal with Israel Reyes and Cesar Montes REUTERS/Hannah Mckay Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group A - Mexico v South Africa - Estadio Azteca, Mexico City, Mexico - June 11, 2026 Mexico's Julian Quinones celebrates scoring their first goal with Israel Reyes and Cesar Montes REUTERS/Hannah Mckay
Seleções do México e da África do Sul abriram a disputa da Copa do Mundo 2026- REUTERS/Hannah Mckay/ Proibido reprodução

 

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Diretoria destaca papel da EBC na implementação da nova TV Digital

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A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) participou na manhã desta quarta-feira (10) da primeira apresentação pública da Plataforma Comum da TV 3.0 na abertura do Encontro da Rede Legislativa de Rádio e Televisão 2026, que acontece na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF).

A EBC foi representada por sua diretora-presidente, Antonia Pellegrino; e pelo diretor de Operações, Engenharia e Tecnologia, Bráulio Ribeiro.

Notícias relacionadas:

O evento destacou a importância da DTV+, o novo sistema digital também conhecido como TV 3.0. Em parceria com o Ministério das Comunicações (MCom) e com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a EBC lidera o processo de implementação da nova tecnologia que vai revolucionar a maneira de assistir à televisão.

“Um dia histórico”, afirmou a diretora-presidente da EBC, que agradeceu a união de esforços encampada para a migração da televisão digital para a TV 3.0, envolvendo atuação conjunta da academia, setores públicos e privados de comunicação, governo do Brasil e bancos de desenvolvimento, por exemplo. 

Pellegrino reforçou o diferencial da Plataforma Comum de Comunicação Pública e Governo Digital, integrando em um mesmo ambiente canais federais de televisão, os serviços públicos e a riqueza cultural do audiovisual presente também no catálogo do Tela Brasil, iniciativa do Ministério da Cultura (MinC).

“Eu tenho muita honra de representar neste evento a EBC, que lidera a Plataforma Comum e vem desenvolvendo um trabalho impressionante desde 2023 na construção da nova tecnologia, liderando o campo público nessa atuação. Eu considero que o fato de você ter no aplicativo a imagem com os serviços de governo ao lado da cultura e da comunicação pública traduzem de uma maneira muito concreta que comunicação pública e cultura são direitos da população”, enfatizou Pellegrino.

O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, sublinhou o papel da EBC na criação da Plataforma Comum de Comunicação Pública e Governo Digital, ambiente voltado à disponibilização de aplicações e serviços públicos, em consonância com a TV 3.0.  

“A EBC está totalmente engajada nesse propósito, com o desenvolvimento tecnológico de novas aplicações que ampliem a visibilidade dos conteúdos e facilitem o acesso do usuário e do telespectador. A TV 3.0 torna a experiência de assistir televisão mais interativa e amigável”, afirmou.

Durante a sua a exposição, o ministro das Comunicações ressaltou as iniciativas do governo do Brasil para fortalecimento e modernização da radiodifusão, bem como o aumento da capilaridade da comunicação pública. Um dos pontos destacados foi a TV 3.0. 

“Essa é a revolução da televisão aberta no Brasil. Em abril deste ano, inauguramos a estação de testes em Brasília (DF), onde a EBC, a TV Câmara e a TV Senado operam em caráter experimental. Outras estações de emissoras privadas foram instaladas no Rio de Janeiro (RJ) e em São Paulo (SP) já para a transmissão das partidas da Copa do Mundo em algumas localidades com essa nova tecnologia”, disse Frederico de Siqueira Filho.

Também estiveram presentes na cerimônia de abertura autoridades federais, estaduais e locais, como o presidente do Conselho Consultivo de Comunicação Social da Câmara dos Deputados, deputado federal Cléber Verde; o diretor executivo de Comunicação e Mídias Digitais da Câmara dos Deputados, Cláudio Araújo; a diretora da Secretaria de Comunicação do Senado Federal, Glauciene Lara; o presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão (SET), Paulo Henrique Castro; o presidente da Associação Brasileira de Televisões e Rádios Legislativas (Astral), Gerson de Castro;  o secretário de Radiodifusão do MCom, Wilson Diniz Wellisch; e o conselheiro da Anatel Octavio Pieranti.

Mesas temáticas

A primeira mesa temática do dia marcou a demonstração inédita do aplicativo ‘mais br’ pelo professor Guido Lemos. Segundo ele, a grande contribuição dessa plataforma é juntar a comunicação pública em um só lugar. 

“Quando a gente junta a potência da Rede Legislativa com a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), estamos construindo a maior e a melhor rede de comunicação pública do mundo”, afirmou. 

No ‘mais br’, o público poderá assistir em um mesmo local às transmissões em tempo real dos veículos da EBC, como a TV Brasil e Canal Gov, e das emissoras legislativas, além de serviços de governo.

A manhã foi finalizada com o ‘Painel TV 3.0’, que contou com a presença do diretor de Operações, Engenharia e Tecnologia da EBC, Bráulio Ribeiro. O executivo relembrou os desafios que essa nova etapa de desenvolvimento apresenta para as emissoras, mas disse que é imperativo estar em sintonia com a revolução do ambiente digital para que haja cada vez mais relevância e proximidade com a população.

“Para nós que trabalhamos com televisão, o ponto central quando se fala em DTV+ é a união entre broadcast e broadband. Nós vamos precisar trabalhar nessas duas dimensões: na transmissão pelo ar e na transmissão pelo IP. Essa transmissão por IP não é apenas disponibilizar o nosso streaming. Significa que o broadband vai passar a fazer parte da nossa estrutura de produção, do nosso próprio fluxo de trabalho”, alertou.

Segundo ele, a nova tecnologia vai permitir, entre outros benefícios, melhoria na qualidade de imagem com o padrão de resolução 4K, com impactos positivos sentidos também nas emissoras que operam em multiprogramação.

Sobre a TV 3.0

Considerada a “televisão do futuro”, a TV 3.0 é uma evolução da atual TV Digital, que teve início no ano de 2007. O modelo vai integrar serviços de internet (broadband) à habitual transmissão de sons e imagens (broadcast), possibilitando o uso de aplicativos que permitirão aos telespectadores interagir com parte da programação.

Uma das principais inovações da TV 3.0 é justamente sua interface baseada nos aplicativos, em que as emissoras terão condições técnicas de passar a oferecer, além do sinal aberto já transmitido em tempo real, conteúdos adicionais sob demanda, como séries, jogos, programas e outras possibilidades. Os aplicativos das emissoras públicas, como TV Brasil, Canal Gov e Canal Educação, terão posições privilegiadas garantidas no catálogo.

A TV 3.0 vai trazer mais praticidade ao telespectador. Um dos impactos será na qualidade de imagem, com aparelhos com a tecnologia de 4K HDR, para permitir melhor resolução e maior contraste de cores. Outra mudança irá propiciar a experiência de “som de cinema”, semelhante a uma imersão com áudios que são reproduzidos em direções diferentes.

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Diretoria destaca papel da EBC na implementação da nova TV Digital

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A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) participou na manhã desta quarta-feira (10) da primeira apresentação pública da Plataforma Comum da TV 3.0 na abertura do Encontro da Rede Legislativa de Rádio e Televisão 2026, que acontece na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF).

A EBC foi representada por sua diretora-presidente, Antonia Pellegrino; e pelo diretor de Operações, Engenharia e Tecnologia, Bráulio Ribeiro.

Notícias relacionadas:

O evento destacou a importância da DTV+, o novo sistema digital também conhecido como TV 3.0. Em parceria com o Ministério das Comunicações (MCom) e com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a EBC lidera o processo de implementação da nova tecnologia que vai revolucionar a maneira de assistir à televisão.

“Um dia histórico”, afirmou a diretora-presidente da EBC, que agradeceu a união de esforços encampada para a migração da televisão digital para a TV 3.0, envolvendo atuação conjunta da academia, setores públicos e privados de comunicação, governo do Brasil e bancos de desenvolvimento, por exemplo. 

Pellegrino reforçou o diferencial da Plataforma Comum de Comunicação Pública e Governo Digital, integrando em um mesmo ambiente canais federais de televisão, os serviços públicos e a riqueza cultural do audiovisual presente também no catálogo do Tela Brasil, iniciativa do Ministério da Cultura (MinC).

“Eu tenho muita honra de representar neste evento a EBC, que lidera a Plataforma Comum e vem desenvolvendo um trabalho impressionante desde 2023 na construção da nova tecnologia, liderando o campo público nessa atuação. Eu considero que o fato de você ter no aplicativo a imagem com os serviços de governo ao lado da cultura e da comunicação pública traduzem de uma maneira muito concreta que comunicação pública e cultura são direitos da população”, enfatizou Pellegrino.

O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, sublinhou o papel da EBC na criação da Plataforma Comum de Comunicação Pública e Governo Digital, ambiente voltado à disponibilização de aplicações e serviços públicos, em consonância com a TV 3.0.  

“A EBC está totalmente engajada nesse propósito, com o desenvolvimento tecnológico de novas aplicações que ampliem a visibilidade dos conteúdos e facilitem o acesso do usuário e do telespectador. A TV 3.0 torna a experiência de assistir televisão mais interativa e amigável”, afirmou.

Durante a sua a exposição, o ministro das Comunicações ressaltou as iniciativas do governo do Brasil para fortalecimento e modernização da radiodifusão, bem como o aumento da capilaridade da comunicação pública. Um dos pontos destacados foi a TV 3.0. 

“Essa é a revolução da televisão aberta no Brasil. Em abril deste ano, inauguramos a estação de testes em Brasília (DF), onde a EBC, a TV Câmara e a TV Senado operam em caráter experimental. Outras estações de emissoras privadas foram instaladas no Rio de Janeiro (RJ) e em São Paulo (SP) já para a transmissão das partidas da Copa do Mundo em algumas localidades com essa nova tecnologia”, disse Frederico de Siqueira Filho.

Também estiveram presentes na cerimônia de abertura autoridades federais, estaduais e locais, como o presidente do Conselho Consultivo de Comunicação Social da Câmara dos Deputados, deputado federal Cléber Verde; o diretor executivo de Comunicação e Mídias Digitais da Câmara dos Deputados, Cláudio Araújo; a diretora da Secretaria de Comunicação do Senado Federal, Glauciene Lara; o presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão (SET), Paulo Henrique Castro; o presidente da Associação Brasileira de Televisões e Rádios Legislativas (Astral), Gerson de Castro;  o secretário de Radiodifusão do MCom, Wilson Diniz Wellisch; e o conselheiro da Anatel Octavio Pieranti.

Mesas temáticas

A primeira mesa temática do dia marcou a demonstração inédita do aplicativo ‘mais br’ pelo professor Guido Lemos. Segundo ele, a grande contribuição dessa plataforma é juntar a comunicação pública em um só lugar. 

“Quando a gente junta a potência da Rede Legislativa com a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), estamos construindo a maior e a melhor rede de comunicação pública do mundo”, afirmou. 

No ‘mais br’, o público poderá assistir em um mesmo local às transmissões em tempo real dos veículos da EBC, como a TV Brasil e Canal Gov, e das emissoras legislativas, além de serviços de governo.

A manhã foi finalizada com o ‘Painel TV 3.0’, que contou com a presença do diretor de Operações, Engenharia e Tecnologia da EBC, Bráulio Ribeiro. O executivo relembrou os desafios que essa nova etapa de desenvolvimento apresenta para as emissoras, mas disse que é imperativo estar em sintonia com a revolução do ambiente digital para que haja cada vez mais relevância e proximidade com a população.

“Para nós que trabalhamos com televisão, o ponto central quando se fala em DTV+ é a união entre broadcast e broadband. Nós vamos precisar trabalhar nessas duas dimensões: na transmissão pelo ar e na transmissão pelo IP. Essa transmissão por IP não é apenas disponibilizar o nosso streaming. Significa que o broadband vai passar a fazer parte da nossa estrutura de produção, do nosso próprio fluxo de trabalho”, alertou.

Segundo ele, a nova tecnologia vai permitir, entre outros benefícios, melhoria na qualidade de imagem com o padrão de resolução 4K, com impactos positivos sentidos também nas emissoras que operam em multiprogramação.

Sobre a TV 3.0

Considerada a “televisão do futuro”, a TV 3.0 é uma evolução da atual TV Digital, que teve início no ano de 2007. O modelo vai integrar serviços de internet (broadband) à habitual transmissão de sons e imagens (broadcast), possibilitando o uso de aplicativos que permitirão aos telespectadores interagir com parte da programação.

Uma das principais inovações da TV 3.0 é justamente sua interface baseada nos aplicativos, em que as emissoras terão condições técnicas de passar a oferecer, além do sinal aberto já transmitido em tempo real, conteúdos adicionais sob demanda, como séries, jogos, programas e outras possibilidades. Os aplicativos das emissoras públicas, como TV Brasil, Canal Gov e Canal Educação, terão posições privilegiadas garantidas no catálogo.

A TV 3.0 vai trazer mais praticidade ao telespectador. Um dos impactos será na qualidade de imagem, com aparelhos com a tecnologia de 4K HDR, para permitir melhor resolução e maior contraste de cores. Outra mudança irá propiciar a experiência de “som de cinema”, semelhante a uma imersão com áudios que são reproduzidos em direções diferentes.

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Prestes a estrear na Copa, Ancelotti não dá pistas sobre escalação

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A dois dias da estreia da Copa do Mundo contra Marrocos, a imprensa pôde acompanhar a seleção brasileira por 15 minutos, na manhã desta quinta-feira (11), no Centro de Treinamento (CT) Columbia Park, em Morristown. Durante as atividades o clima foi competitivo, mas também descontraído.

Ao longo do curto período aberto à imprensa, o técnico italiano Carlo Ancelotti não deu pistas da escalação da Amarelinha para o jogo de estreia contra os Leões do Atlas (apelido da equipe marroquina) no próximo sábado, às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelo Grupo C (que inclui também Escócia e Haiti). 

Notícias relacionadas:

Os atletas de linha foram distribuídos em três times para um trabalho em campo reduzido. Uma das equipes trocava passes de primeira e outra tentava interceptar a posse da bola. Quando isso ocorria, o terceiro grupo entrava imediatamente em ação, substituindo o primeiro.

Apesar de o treino ser recreativo, os jogadores demonstraram competitividade e inclusive reclamavam com os auxiliares de Ancelotti se não concordavam com a marcação de perda de posse, porém, sempre com bom humor. Os atacantes Endrick e Matheus Cunha e o meia Lucas Paquetá foram os mais descontraídos durante a atividade no CT do New York Red Bulls, time da Major League Soccer, principal liga profissional dos Estados Unidos.

As dúvidas sobre a escalação de Ancelotti para sábado (13) permanecem. Sem Wesley, cortado por lesão, Danilo e Ibañez são os candidatos a assumirem a lateral direita. Na esquerda, Alex Sandro e Douglas Santos acumularam minutos nos amistosos contra Panamá e Egito, cada um iniciando um dos jogos como titular. No setor ofensivo, Matheus Cunha, Lucas Paquetá, Luiz Henrique e Igor Thiago disputam vagas ao lado de Raphinha e Vinícius Júnior.

Somente Neymar continua fora de campo, recuperando-se de uma lesão na panturrilha direita que já o tornou desfalque nos amistosos. O atacante pode ser opção para o segundo jogo, contra o Haiti, no próximo dia 19 de junho (uma sexta-feira), às 21h30, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.

O último treino da seleção brasileira antes de enfrentar Marrocos será nesta sexta-feira (12), às 12h, novamente no CT Columbia Park. Em Copas anteriores, a atividade que antecedia ao jogo de estreia  ocorria no próprio local da partida, mas Federação Internacional de Futebol (Fifa) determinou nesta edição que os gramados dos estádios fossem preservados.

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Prestes a estrear na Copa, Ancelotti não dá pistas sobre escalação

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A dois dias da estreia da Copa do Mundo contra Marrocos, a imprensa pôde acompanhar a seleção brasileira por 15 minutos, na manhã desta quinta-feira (11), no Centro de Treinamento (CT) Columbia Park, em Morristown. Durante as atividades o clima foi competitivo, mas também descontraído.

Ao longo do curto período aberto à imprensa, o técnico italiano Carlo Ancelotti não deu pistas da escalação da Amarelinha para o jogo de estreia contra os Leões do Atlas (apelido da equipe marroquina) no próximo sábado, às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelo Grupo C (que inclui também Escócia e Haiti). 

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Os atletas de linha foram distribuídos em três times para um trabalho em campo reduzido. Uma das equipes trocava passes de primeira e outra tentava interceptar a posse da bola. Quando isso ocorria, o terceiro grupo entrava imediatamente em ação, substituindo o primeiro.

Apesar de o treino ser recreativo, os jogadores demonstraram competitividade e inclusive reclamavam com os auxiliares de Ancelotti se não concordavam com a marcação de perda de posse, porém, sempre com bom humor. Os atacantes Endrick e Matheus Cunha e o meia Lucas Paquetá foram os mais descontraídos durante a atividade no CT do New York Red Bulls, time da Major League Soccer, principal liga profissional dos Estados Unidos.

As dúvidas sobre a escalação de Ancelotti para sábado (13) permanecem. Sem Wesley, cortado por lesão, Danilo e Ibañez são os candidatos a assumirem a lateral direita. Na esquerda, Alex Sandro e Douglas Santos acumularam minutos nos amistosos contra Panamá e Egito, cada um iniciando um dos jogos como titular. No setor ofensivo, Matheus Cunha, Lucas Paquetá, Luiz Henrique e Igor Thiago disputam vagas ao lado de Raphinha e Vinícius Júnior.

Somente Neymar continua fora de campo, recuperando-se de uma lesão na panturrilha direita que já o tornou desfalque nos amistosos. O atacante pode ser opção para o segundo jogo, contra o Haiti, no próximo dia 19 de junho (uma sexta-feira), às 21h30, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.

O último treino da seleção brasileira antes de enfrentar Marrocos será nesta sexta-feira (12), às 12h, novamente no CT Columbia Park. Em Copas anteriores, a atividade que antecedia ao jogo de estreia  ocorria no próprio local da partida, mas Federação Internacional de Futebol (Fifa) determinou nesta edição que os gramados dos estádios fossem preservados.

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