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São Paulo destinará R$ 90 milhões para audiovisual e economia criativa

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O governo paulista anunciou a destinação de R$ 90 milhões para o setor cultural, por meio de editais que serão publicados nesta quarta-feira (10). O valor será destinado às áreas de audiovisual, games, arquitetura, economia criativa, além de festivais e eventos em municípios com menos de 50 mil habitantes.
São Paulo (SP), 05/01/2024 - A secretária estadual da Cultura, Economia e Indústrias Criativas de São Paulo, Marilia Marton, participa da abertura da mostra Chaves: A Exposição, que comemora os 40 anos de estreia do seriado no Brasil, no MIS Experience. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil São Paulo (SP), 05/01/2024 - A secretária estadual da Cultura, Economia e Indústrias Criativas de São Paulo, Marilia Marton, participa da abertura da mostra Chaves: A Exposição, que comemora os 40 anos de estreia do seriado no Brasil, no MIS Experience. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Secretária de Cultura de SP, Marilia Marton - Rovena Rosa/Agência Brasil

“Este ano, aproveitamos o SP Audiovisual Hub para anunciar que estamos tirando do papel uma demanda histórica do audiovisual, que é o apoio direto às salas de cinema e de rua. Isso, somado aos já consolidados editais de fomento do Programa de Ação Cultural (ProAC), programa que celebra duas décadas em 2026”, afirmou Marilia Marton, secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas, durante o evento de apoio ao audiovisual promovido pela própria secretaria.  

Notícias relacionadas:

O setor do audiovisual terá quatro editais de apoio distintos:
  • Produção de longa-metragem (produção/coprodução);
  • Produção de telefilme ou longa-metragem de baixo orçamento;
  • Salas de cinema (módulos cinemas de rua e cinemas de rua e itinerante);
  • Adaptação de obra literária para roteiro cinematográfico.

As linhas de apoio também incluirão a área de games, com edital para desenvolvimento ou finalização e publicação de jogos eletrônicos, dividido em dois módulos específicos. 

Para a área de arquitetura haverá o edital de elaboração de projeto de arquitetura para ocupação de bens tombados. 

A área de economia criativa terá o edital voltado para design de moda e de produtos, composto por dois módulos. 

Festivais e eventos

Está também previsto para hoje o lançamento do edital de mostras, festivais e eventos, além do destinado à realização de projetos culturais em municípios de até 50 mil habitantes. 

Esses dois chamamentos visam a complementar políticas de impacto mais restrito em cidades onde a estrutura municipal não tem condições de suprir as demandas dos artistas e da população.

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São Paulo destinará R$ 90 milhões para audiovisual e economia criativa

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O governo paulista anunciou a destinação de R$ 90 milhões para o setor cultural, por meio de editais que serão publicados nesta quarta-feira (10). O valor será destinado às áreas de audiovisual, games, arquitetura, economia criativa, além de festivais e eventos em municípios com menos de 50 mil habitantes.
São Paulo (SP), 05/01/2024 - A secretária estadual da Cultura, Economia e Indústrias Criativas de São Paulo, Marilia Marton, participa da abertura da mostra Chaves: A Exposição, que comemora os 40 anos de estreia do seriado no Brasil, no MIS Experience. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil São Paulo (SP), 05/01/2024 - A secretária estadual da Cultura, Economia e Indústrias Criativas de São Paulo, Marilia Marton, participa da abertura da mostra Chaves: A Exposição, que comemora os 40 anos de estreia do seriado no Brasil, no MIS Experience. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Secretária de Cultura de SP, Marilia Marton - Rovena Rosa/Agência Brasil

“Este ano, aproveitamos o SP Audiovisual Hub para anunciar que estamos tirando do papel uma demanda histórica do audiovisual, que é o apoio direto às salas de cinema e de rua. Isso, somado aos já consolidados editais de fomento do Programa de Ação Cultural (ProAC), programa que celebra duas décadas em 2026”, afirmou Marilia Marton, secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas, durante o evento de apoio ao audiovisual promovido pela própria secretaria.  

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O setor do audiovisual terá quatro editais de apoio distintos:
  • Produção de longa-metragem (produção/coprodução);
  • Produção de telefilme ou longa-metragem de baixo orçamento;
  • Salas de cinema (módulos cinemas de rua e cinemas de rua e itinerante);
  • Adaptação de obra literária para roteiro cinematográfico.

As linhas de apoio também incluirão a área de games, com edital para desenvolvimento ou finalização e publicação de jogos eletrônicos, dividido em dois módulos específicos. 

Para a área de arquitetura haverá o edital de elaboração de projeto de arquitetura para ocupação de bens tombados. 

A área de economia criativa terá o edital voltado para design de moda e de produtos, composto por dois módulos. 

Festivais e eventos

Está também previsto para hoje o lançamento do edital de mostras, festivais e eventos, além do destinado à realização de projetos culturais em municípios de até 50 mil habitantes. 

Esses dois chamamentos visam a complementar políticas de impacto mais restrito em cidades onde a estrutura municipal não tem condições de suprir as demandas dos artistas e da população.

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Fenasamba defende financiamento do carnaval como política cultural

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O encerrar congresso em São Paulo, a Federação Nacional das Escolas de Samba (Fenasamba) pediu políticas públicas de valorização das agremiações de todo o país, além da formação de trabalhadores e do fomento ao turismo fora das grandes cidades. O Conasamba 2026 lançou campanha por políticas públicas permanentes de apoio às escolas, especialmente àquelas ligadas ao carnaval de rua em cidades de menor apelo turístico.

Na "Carta de São Paulo", divulgada ao fim do congresso, a organização defendeu um olhar voltado, para além dos grupos especiais do Rio de Janeiro e São Paulo, para as escolas de bairro e os desfiles comunitários.

Notícias relacionadas:

"Milhares de escolas de samba mantêm acesa a chama de uma tradição que atravessa gerações, formando artistas, preservando memórias e fortalecendo identidades", destacou o manifesto. 

O encontro, realizado entre os dias 4 e 7 de junho, discutiu carnaval de rua, empreendedorismo, sustentabilidade e a importância das mulheres na dinâmica da festa e das escolas, além de questões profissionais e desafios técnicos do setor. As discussões fizeram parte do documento, que destacou também o papel do samba na preservação das memórias e a importância de discutir a ampliação das fontes de financiamento.

A necessidade de financiamento é uma das propostas concretas do documento, com pedido de "políticas públicas de Estado permanentes que garantam a qualificação dos profissionais do carnaval, ampliem o acesso aos mecanismos de financiamento, promovam o intercâmbio de experiências e fortaleçam as estruturas das escolas de samba em todas as regiões do Brasil". 

Os representantes das escolas presentes ao congresso consideraram imprescindível a distribuição justa e proporcional de verbas públicas, pensando em mecanismos de equidade para favorecer grupos que não contam com visibilidade e apoio privado. A medida, defendem, permitiria um planejamento financeiro e evitaria decisões apressadas ou pontuais, dependentes de recursos de última hora. 

"Promover essas conexões é fortalecer o carnaval das escolas como identidade nacional na esfera global do samba, das escolas e do carnaval como manifestações culturais nacionais, presentes em todos os estados brasileiros", defendeu a Carta. Ela também cobrou, do Ministério da Cultura, a consolidação e criação imediata de uma Política Nacional de Fomento ao Carnaval, com recursos federais permanentes e distribuição equitativa entre estados, respeitando critérios técnicos, culturais e sociais. 

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Fenasamba defende financiamento do carnaval como política cultural

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O encerrar congresso em São Paulo, a Federação Nacional das Escolas de Samba (Fenasamba) pediu políticas públicas de valorização das agremiações de todo o país, além da formação de trabalhadores e do fomento ao turismo fora das grandes cidades. O Conasamba 2026 lançou campanha por políticas públicas permanentes de apoio às escolas, especialmente àquelas ligadas ao carnaval de rua em cidades de menor apelo turístico.

Na "Carta de São Paulo", divulgada ao fim do congresso, a organização defendeu um olhar voltado, para além dos grupos especiais do Rio de Janeiro e São Paulo, para as escolas de bairro e os desfiles comunitários.

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O encontro, realizado entre os dias 4 e 7 de junho, discutiu carnaval de rua, empreendedorismo, sustentabilidade e a importância das mulheres na dinâmica da festa e das escolas, além de questões profissionais e desafios técnicos do setor. As discussões fizeram parte do documento, que destacou também o papel do samba na preservação das memórias e a importância de discutir a ampliação das fontes de financiamento.

A necessidade de financiamento é uma das propostas concretas do documento, com pedido de "políticas públicas de Estado permanentes que garantam a qualificação dos profissionais do carnaval, ampliem o acesso aos mecanismos de financiamento, promovam o intercâmbio de experiências e fortaleçam as estruturas das escolas de samba em todas as regiões do Brasil". 

Os representantes das escolas presentes ao congresso consideraram imprescindível a distribuição justa e proporcional de verbas públicas, pensando em mecanismos de equidade para favorecer grupos que não contam com visibilidade e apoio privado. A medida, defendem, permitiria um planejamento financeiro e evitaria decisões apressadas ou pontuais, dependentes de recursos de última hora. 

"Promover essas conexões é fortalecer o carnaval das escolas como identidade nacional na esfera global do samba, das escolas e do carnaval como manifestações culturais nacionais, presentes em todos os estados brasileiros", defendeu a Carta. Ela também cobrou, do Ministério da Cultura, a consolidação e criação imediata de uma Política Nacional de Fomento ao Carnaval, com recursos federais permanentes e distribuição equitativa entre estados, respeitando critérios técnicos, culturais e sociais. 

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