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Família de homem esfaqueado em Belfast apela: “Não queremos que a tragédia alimente hostilidade”. Violência nas ruas dura há dois dias

A família da vítima apelou à calma e condenou o uso da violência como resposta ao ataque, mas nas ruas de Belfast, na Irlanda do Norte, prosseguem os motins. A tensão intensificou-se ao início da noite desta quarta-feira e as autoridades utilizaram canhões de água para dispersar manifestantes

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Família de homem esfaqueado em Belfast apela: “Não queremos que a tragédia alimente hostilidade”. Violência nas ruas dura há dois dias

A família da vítima apelou à calma e condenou o uso da violência como resposta ao ataque, mas nas ruas de Belfast, na Irlanda do Norte, prosseguem os motins. A tensão intensificou-se ao início da noite desta quarta-feira e as autoridades utilizaram canhões de água para dispersar manifestantes

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Autoridade Tributária explica: descubra quando é importante pedir número de contribuinte (NIF) na fatura

Pedir fatura com número de contribuinte continua a ser uma prática importante para muitos consumidores portugueses, sobretudo quando está em causa a possibilidade de beneficiar de deduções no IRS. Apesar de ser um gesto simples no momento da compra ou da prestação de um serviço, o NIF na fatura ajuda a garantir que a despesa fica associada ao contribuinte e comunicada à Autoridade Tributária (AT).

A AT explica que, para as despesas poderem ser aceites como deduções à coleta de IRS, devem, por regra, estar suportadas por faturas, faturas simplificadas ou faturas-recibo com o NIF do adquirente inscrito.

Estes documentos têm ainda de titular aquisições de bens ou prestações de serviços comunicadas eletronicamente à AT ou emitidas no Portal das Finanças, de acordo com a informação oficial disponível no Portal das Finanças.

O porquê de colocar o NIF nas faturas

A indicação do NIF permite que as despesas fiquem registadas no e-Fatura e possam ser consideradas no cálculo das deduções, quando cumpram os requisitos legais. Ao mesmo tempo, este procedimento ajuda a tornar as operações mais transparentes, uma vez que cada fatura comunicada contribui para o controlo fiscal das compras e serviços prestados.

Obrigação de emitir fatura

Segundo o Código do IVA, os sujeitos passivos são obrigados a emitir fatura por cada transmissão de bens ou prestação de serviços, mesmo que o cliente não a peça. Esta obrigação aplica-se independentemente da qualidade do adquirente ou destinatário dos serviços, conforme resulta do artigo 29.º do Código do IVA, disponível no Portal das Finanças.

A fatura deve ser emitida, em regra, o mais tardar até ao quinto dia útil seguinte ao momento em que o imposto é devido, segundo o artigo 36.º do Código do IVA. Já a comunicação dos elementos das faturas à AT deve ser feita até ao dia 5 do mês seguinte ao da emissão, como esclarece a própria Autoridade Tributária nas perguntas frequentes do e-Fatura.

Como confirmar se as faturas foram comunicadas

Os contribuintes podem consultar as faturas na App e-Fatura ou no Portal das Finanças, acedendo à área de adquirente. Se uma fatura emitida com NIF não estiver disponível, o consumidor pode registá-la manualmente, desde que tenha o documento na sua posse, de acordo com as instruções da AT.

Existem, no entanto, situações com regras próprias. O Portal das Finanças esclarece que algumas despesas podem ser comprovadas por faturas, faturas-recibo, faturas simplificadas ou outros documentos quando o fornecedor esteja dispensado dessa obrigação.

Nas despesas de saúde e educação, por exemplo, há situações em que recibos ou documentos equivalentes podem ser relevantes, desde que cumpram os requisitos legais e permitam identificar a operação.

Quando o comerciante se recusa a emitir fatura

A recusa em emitir fatura, quando existe obrigação legal, não deve ser ignorada. A AT esclarece que os sujeitos passivos estão sempre obrigados a emitir fatura, mesmo quando o adquirente não a exige, e devem comunicar esses elementos à AT até ao prazo previsto na lei.

Perante uma recusa, o consumidor pode participar a situação em qualquer serviço de atendimento da AT, identificando o agente económico da forma mais completa possível, incluindo nome do estabelecimento, morada ou designação social. Esta comunicação permite que a Autoridade Tributária possa atuar sobre a situação reportada.

Uma prática simples com impacto direto

Pedir fatura com NIF e confirmar os documentos no e-Fatura são passos importantes para garantir que as despesas ficam corretamente registadas para efeitos de IRS. A AT lembra ainda que o contribuinte deve comunicar e confirmar no Portal das Finanças, até 25 de fevereiro do ano seguinte, se as despesas estão corretamente registadas.

Leia também: Banco tira 5.738€ da pensão mensal de 8.348€ a homem que já esteve na lista dos mais ricos de Portugal: este é o motivo

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Advogados prometem livrar condutores de multas? Bastonário quer avaliar publicidade e sites

A contestação de multas de trânsito voltou ao centro do debate depois de uma investigação televisiva ter mostrado a existência de escritórios de advogados que se apresentam como especialistas em Direito rodoviário e prometem elevadas taxas de sucesso na anulação de coimas.

De acordo com a CNN Portugal, o bastonário da Ordem dos Advogados, João Massano, vai enviar vários sites de advogados para apreciação dos conselhos de disciplina da Ordem, por considerar que alguma da publicidade encontrada pode ultrapassar os limites aceitáveis da profissão.

Publicidade levanta dúvidas disciplinares

Em causa estão páginas de escritórios que promovem serviços de contestação de multas de trânsito, perda de pontos na carta ou inibição de conduzir. Segundo a investigação do Exclusivo da TVI, citada pela CNN Portugal, alguns desses sites apresentam mensagens muito apelativas para condutores que querem evitar pagar coimas ou ficar temporariamente sem carta.

João Massano admite que ficou preocupado com o teor da publicidade. O bastonário considera que alguns exemplos podem “ultrapassar aquilo que é aceitável” do ponto de vista disciplinar, embora sublinhe que a decisão cabe aos conselhos competentes da Ordem dos Advogados.

Contestar multas é legal

O bastonário faz uma distinção importante. Contestar uma multa de trânsito é um direito dos cidadãos e faz parte do funcionamento normal do Estado de direito. Se um condutor entende que foi autuado de forma injusta, ou se existem fundamentos legais para impugnar a contraordenação, pode recorrer a um advogado e apresentar defesa.

O problema, segundo João Massano, não está na prestação desse serviço jurídico, mas na forma como alguns escritórios o publicitam, podendo criar a ideia de que é possível escapar sistematicamente às consequências de infrações rodoviárias.

Taxas de sucesso muito elevadas

A investigação da TVI apontou para escritórios que indicam taxas de sucesso entre 90% e 100% quando contactados por condutores interessados em contestar multas. Segundo a CNN Portugal, essas percentagens estão relacionadas com fragilidades do sistema punitivo do Estado, nomeadamente com a falta de meios da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.

Quando há impugnações ou reclamações administrativas, muitos processos acabam por prescrever antes de haver uma decisão final. Na prática, isto pode levar a que condutores evitem pagar a coima ou cumprir sanções acessórias, não por inexistência da infração, mas por incapacidade do sistema em concluir o processo dentro dos prazos.

Sistema frágil favorece quem conhece a lei

A conclusão mais sensível do trabalho é que, em muitos casos, quase só paga a multa ou fica sem carta quem desconhece os mecanismos legais disponíveis ou não recorre a apoio especializado em Direito rodoviário.

Esta realidade cria uma desigualdade evidente entre condutores. Quem tem informação, recursos e acesso a advogados especializados pode conseguir arrastar o processo até à prescrição. Quem não conhece essas vias tende a pagar a coima ou aceitar a sanção. O tema ganha especial relevância num país onde a sinistralidade rodoviária continua a preocupar as autoridades e onde o Governo tem anunciado intenção de endurecer medidas no Código da Estrada.

Ordem quer avaliar limites da publicidade

A publicidade dos advogados tornou-se mais ampla após alterações legislativas recentes. Há cerca de dois anos, os profissionais passaram a ter maior margem para promover os seus serviços. Ainda assim, João Massano entende que essa abertura não deve permitir mensagens que possam ser consideradas incompatíveis com a dignidade da profissão. Por isso, o bastonário vai remeter os sites em causa para avaliação disciplinar. Caberá aos órgãos competentes da Ordem verificar se houve ou não infrações deontológicas.

Bastonário quer nova alteração à lei

João Massano defende ainda que a Assembleia da República deve voltar a discutir os limites da publicidade dos advogados. Na perspetiva do bastonário, a lei atual pode estar a permitir interpretações demasiado abertas, dando margem a práticas que considera prejudiciais para a imagem da advocacia. A intenção é que o Parlamento volte a impor alguns limites, evitando situações que, segundo o responsável da Ordem, não são aceitáveis na profissão.

Debate entre direito de defesa e segurança rodoviária

O caso coloca frente a frente dois princípios importantes. Por um lado, qualquer cidadão tem direito a defender-se de uma contraordenação e a recorrer aos meios legais previstos. Por outro, a utilização sistemática de falhas administrativas para evitar sanções pode fragilizar a prevenção rodoviária. As multas de trânsito não servem apenas para punir. Têm também uma função dissuasora, sobretudo em infrações associadas a velocidade excessiva, álcool, telemóvel ao volante ou outras condutas perigosas.

Se o sistema permite que muitos processos prescrevam quando são contestados, o problema deixa de estar apenas nos condutores ou nos advogados e passa a estar também na capacidade do Estado para fazer cumprir a lei.

O que está agora em causa

Para já, não está em causa a proibição de advogados contestarem multas de trânsito. Esse serviço continua a ser legítimo. O que será avaliado é a publicidade feita por alguns escritórios e a eventual promessa implícita ou explícita de resultados praticamente garantidos.

A decisão ficará nas mãos dos conselhos disciplinares da Ordem dos Advogados. Mas o debate já abriu uma questão maior: se o sistema rodoviário permite que tantas multas prescrevam, a resposta poderá ter de passar não apenas por regras deontológicas, mas também por reforço de meios e maior eficácia na tramitação dos processos.

Leia também: Tem um destes? Centenas de carros desta marca chamados à oficina em Portugal por risco de incêndio

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Eleições Peru: vantagem de Sánchez sobre Fujimori cai para 7 mil votos

Logo Agência Brasil

A apuração dos votos da eleição presidencial no Peru segue dramática, nesta quarta-feira (10), com a vantagem do candidato de esquerda Roberto Sánchez Palomino tendo caído para apenas 7,3 mil votos sobre a candidata de direita Keiko Fujimori, em um universo de mais de 27 milhões de eleitores aptos a votar.

Com 97,8% das urnas apuradas, Sánchez tem 50,020% dos votos válidos contra 49,980% para Keiko. Ao meio dia de ontem (9), Sánchez estava com 19 mil votos à frente de Keiko com 95,9% das urnas apuradas. 

Notícias relacionadas:

A diferença chegou a cerca de 4 mil votos na manhã de hoje, mas voltou a crescer nas últimas atualizações. Até o fechamento desta reportagem, foram computados 9.014951 votos para Sánchez e 9.7614.917 de votos para Keiko, segundo a Oficina Nacional de Processos Eleitorais (ONPE) do Peru

O candidato esquerdista chegou a abrir, ao longo das últimas 24 horas, mais de 40 mil votos de distância de Fujimori, mas essa diferença vem caindo ao longo das últimas horas, com crescimento dos votos para a filha do ex-ditador Alberto Fujimori, que governou o país entre 1990 e 2000.

A apuração dos votos dos peruanos no exterior, que está mais atrasada, vem dando vantagem a Keiko, que soma 63,3% dos votos contra 36,6% para Sánchez.

Do total de 92,7 mil atas da eleição peruana, restam 378 para serem contabilizadas. Dos eleitores peruanos, 1,2 milhão estão no exterior, o que representa 4,4% do total de eleitores, segundo dados oficiais.

Reviravoltas

No início da apuração, quando apenas 20% das urnas haviam sido processadas, Keiko chegou a estar 200 mil votos à frente de Sánchez, devido ao fato de terem sido primeiro computadas as urnas de Lima, a capital.

Porém, o resultado parcial teve uma reviravolta na segunda-feira (8), quando Sánchez ultrapassou numericamente Keiko com 93,9% das urnas apuradas

Apesar da apuração está se aproximando dos 100% das urnas apuradas, o Jurado Nacional de Eleições (JNE), a autoridade máxima eleitoral do Peru, afirmou que os resultados definitivos devem ser finalizados apenas em “meados de julho”.

Isso porque foi acrescentado ao processo de apuração um novo mecanismo obrigatório de recontagem de votos em mesas que apresentaram alguma inconsistência. O JNE informa que, até o momento, foram recebidas 1,3 mil atas “em observação”

Keiko x Sánchez

Roberto Sánchez e Keiko Fujimori disputam o mandato presidencial no Peru para o período de 2026 a 2031, de cinco anos. O vencedor será o nono presidente do país sul-americano em dez anos de crise política. Desde 2016, dois presidentes renunciaram e quatro foram destituídos pelo parlamento peruano, tido como o poder de fato no país.

Filha do ex-ditador Alberto Fujimori, condenado por violações de direitos humanos, o que inclui esterilização forçada de mulheres indígenas, Keiko perdeu nas últimas três eleições no 2º turno, em 2011, 2016 e 2021.

Do outro lado, está Roberto Sánchez, aliado do ex-presidente Pedro Castillo, destituído, preso e condenado por tentativa de golpe de Estado ao tentar dissolver o Parlamento. Para seus apoiadores, Castillo foi vítima de um golpe do Legislativo por representar o voto rural e indígena do país.

Psicólogo de formação, Sánchez é deputado federal pelo partido Todos pelo Peru, tendo sido ministro de Castillo. Assim que votou no domingo (7) em Lima, Sánchez foi até o presídio de Barbadillo, onde Castillo está detido, permanecendo no local até a divulgação dos primeiros resultados parciais.

 

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Eleições Peru: vantagem de Sánchez sobre Fujimori cai para 7 mil votos

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A apuração dos votos da eleição presidencial no Peru segue dramática, nesta quarta-feira (10), com a vantagem do candidato de esquerda Roberto Sánchez Palomino tendo caído para apenas 7,3 mil votos sobre a candidata de direita Keiko Fujimori, em um universo de mais de 27 milhões de eleitores aptos a votar.

Com 97,8% das urnas apuradas, Sánchez tem 50,020% dos votos válidos contra 49,980% para Keiko. Ao meio dia de ontem (9), Sánchez estava com 19 mil votos à frente de Keiko com 95,9% das urnas apuradas. 

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A diferença chegou a cerca de 4 mil votos na manhã de hoje, mas voltou a crescer nas últimas atualizações. Até o fechamento desta reportagem, foram computados 9.014951 votos para Sánchez e 9.7614.917 de votos para Keiko, segundo a Oficina Nacional de Processos Eleitorais (ONPE) do Peru

O candidato esquerdista chegou a abrir, ao longo das últimas 24 horas, mais de 40 mil votos de distância de Fujimori, mas essa diferença vem caindo ao longo das últimas horas, com crescimento dos votos para a filha do ex-ditador Alberto Fujimori, que governou o país entre 1990 e 2000.

A apuração dos votos dos peruanos no exterior, que está mais atrasada, vem dando vantagem a Keiko, que soma 63,3% dos votos contra 36,6% para Sánchez.

Do total de 92,7 mil atas da eleição peruana, restam 378 para serem contabilizadas. Dos eleitores peruanos, 1,2 milhão estão no exterior, o que representa 4,4% do total de eleitores, segundo dados oficiais.

Reviravoltas

No início da apuração, quando apenas 20% das urnas haviam sido processadas, Keiko chegou a estar 200 mil votos à frente de Sánchez, devido ao fato de terem sido primeiro computadas as urnas de Lima, a capital.

Porém, o resultado parcial teve uma reviravolta na segunda-feira (8), quando Sánchez ultrapassou numericamente Keiko com 93,9% das urnas apuradas

Apesar da apuração está se aproximando dos 100% das urnas apuradas, o Jurado Nacional de Eleições (JNE), a autoridade máxima eleitoral do Peru, afirmou que os resultados definitivos devem ser finalizados apenas em “meados de julho”.

Isso porque foi acrescentado ao processo de apuração um novo mecanismo obrigatório de recontagem de votos em mesas que apresentaram alguma inconsistência. O JNE informa que, até o momento, foram recebidas 1,3 mil atas “em observação”

Keiko x Sánchez

Roberto Sánchez e Keiko Fujimori disputam o mandato presidencial no Peru para o período de 2026 a 2031, de cinco anos. O vencedor será o nono presidente do país sul-americano em dez anos de crise política. Desde 2016, dois presidentes renunciaram e quatro foram destituídos pelo parlamento peruano, tido como o poder de fato no país.

Filha do ex-ditador Alberto Fujimori, condenado por violações de direitos humanos, o que inclui esterilização forçada de mulheres indígenas, Keiko perdeu nas últimas três eleições no 2º turno, em 2011, 2016 e 2021.

Do outro lado, está Roberto Sánchez, aliado do ex-presidente Pedro Castillo, destituído, preso e condenado por tentativa de golpe de Estado ao tentar dissolver o Parlamento. Para seus apoiadores, Castillo foi vítima de um golpe do Legislativo por representar o voto rural e indígena do país.

Psicólogo de formação, Sánchez é deputado federal pelo partido Todos pelo Peru, tendo sido ministro de Castillo. Assim que votou no domingo (7) em Lima, Sánchez foi até o presídio de Barbadillo, onde Castillo está detido, permanecendo no local até a divulgação dos primeiros resultados parciais.

 

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Vai assar chouriço nos Santos Populares? Estes truques fazem toda a diferença

Com a chegada dos Santos Populares, há petiscos que ganham lugar obrigatório à mesa. Além das sardinhas e das bifanas, o chouriço assado continua a ser uma das escolhas mais populares, seja num arraial, numa festa em casa ou numa refeição descontraída entre família e amigos.

Apesar de parecer simples, assar chouriço exige alguns cuidados para que o resultado fique no ponto certo. A escolha do enchido, o tipo de assador, a quantidade de álcool e o tempo de exposição ao lume fazem toda a diferença entre um chouriço suculento e outro demasiado seco ou queimado.

O chouriço assado é apreciado precisamente por juntar sabor intenso, textura crocante por fora e interior mais macio. Quando bem preparado, fica pronto em poucos minutos e acompanha na perfeição com pão fresco, broa ou até outros petiscos típicos da época.

A escolha do chouriço faz diferença

De acordo com o Notícias ao Minuto, o primeiro passo está na escolha do chouriço. Deve preferir uma peça com equilíbrio entre carne e gordura, já que a gordura ajuda a manter o enchido mais suculento durante a confeção. Se tiver pouca gordura, o chouriço pode secar depressa e perder parte do sabor.

Ainda assim, também não convém escolher um chouriço demasiado gordo, pois pode libertar excesso de gordura durante a confeção e tornar-se enjoativo. O ideal é procurar um enchido de boa qualidade, com aspeto firme, aroma agradável e composição equilibrada.

Entre as opções mais recomendadas está o chouriço de porco preto, muitas vezes mais saboroso e adequado para este tipo de preparação. Já os chouriços mais secos podem ser melhores para fatiar e servir crus ou em tábuas, mas nem sempre são a melhor escolha para assar.

Antes de o levar ao lume, deve dar alguns golpes no chouriço ou picá-lo ligeiramente com um garfo. Este passo ajuda a gordura a derreter de forma mais uniforme e evita que o enchido rebente ou fique cozinhado de forma irregular.

O assador de barro continua a ser uma boa opção

O assador de barro é uma das formas mais tradicionais de preparar chouriço assado. Além do efeito visual, com a chama à vista, este tipo de assador ajuda a distribuir melhor o calor e permite controlar a confeção com mais facilidade.

Antes de começar, é importante garantir que o assador está limpo e completamente seco. Qualquer resto de gordura, água ou álcool usado anteriormente pode interferir com a chama e tornar o processo menos seguro.

O álcool deve ser colocado apenas no fundo do assador, em pequena quantidade. Duas a três colheres de sopa costumam ser suficientes para assar um chouriço, dependendo do tamanho da peça e da intensidade da chama.

Deve usar álcool etílico próprio para uso alimentar, geralmente entre 70% e 90%, e nunca despejá-lo diretamente da garrafa junto da chama. O mais seguro é colocar primeiro o álcool no assador, afastar a garrafa e só depois acender com um fósforo comprido ou um isqueiro adequado.

Como assar sem deixar queimar

Quando a chama estiver acesa, coloque o chouriço sobre o assador e deixe cozinhar lentamente. O segredo está em virar a peça com frequência, idealmente a cada 30 segundos, para que todos os lados recebam calor de forma equilibrada.

O objetivo não é queimar o chouriço, mas sim caramelizar o exterior e aquecer bem o interior. Se ficar demasiado tempo exposto à chama no mesmo ponto, pode escurecer depressa e ganhar um sabor amargo.

Em média, o chouriço fica pronto entre seis a oito minutos, embora o tempo possa variar conforme o tamanho, a espessura e a intensidade do lume. Deve estar atento à cor, ao aroma e à textura para perceber quando está no ponto certo.

Se a chama apagar antes de o chouriço estar pronto, pode adicionar mais uma pequena quantidade de álcool, mas sempre com o lume apagado e com cuidado. Nunca deve colocar álcool diretamente sobre uma chama ativa.

Um toque diferente no final

Para quem gosta de sabores mais intensos, há pequenos truques que podem transformar o resultado final. Nos últimos segundos de confeção, pode pincelar o chouriço com um pouco de mel e aguardente, criando uma camada ligeiramente caramelizada.

Este passo deve ser feito com moderação, para não tapar o sabor natural do enchido. A ideia é apenas acrescentar brilho, doçura e um aroma diferente, sem transformar o petisco numa preparação demasiado pesada.

Depois de assado, o chouriço deve repousar durante um ou dois minutos antes de ser cortado. Desta forma, os sucos assentam e a textura fica mais agradável. O ideal é servir em rodelas, ainda quente, acompanhado de pão.

Também pode usar forno ou air fryer

Quem não tem assador de barro em casa pode preparar chouriço no forno. Neste caso, deve pré-aquecer o forno a 200 ºC, colocar o chouriço num tabuleiro e deixar assar durante cerca de 15 minutos, virando a meio do tempo.

A air fryer também é uma alternativa prática. Basta colocar o chouriço no cesto, programar cerca de oito minutos a 180 ºC e virar a meio da confeção. Tal como no assador, deve dar alguns golpes antes de cozinhar.

Embora estas alternativas não tenham o mesmo efeito tradicional da chama, conseguem um resultado saboroso e mais simples para quem quer evitar o uso de álcool ou não tem espaço para preparar o chouriço no assador.

No fim, o segredo está em três pontos simples: escolher um bom chouriço, controlar o calor e evitar cozinhar em excesso. Com estes cuidados, este petisco típico dos Santos Populares fica pronto em poucos minutos e com sabor digno de arraial.

Leia também: Sardinha no pão está em destaque nos Santos Populares: saiba quanto custa este ano

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La Asociación de Fiscales, "indignada" con la "insuficiente" explicación de Peramato sobre el caso Leire

La Asociación de Fiscales ha reaccionado con "profunda indignación" ante la "insuficiente" y "vaga" respuesta de la Fiscalía General del Estado (FGE) por la "presencia en sus dependencias de una persona vinculada a un grupo criminal", en referencia a Leire Díez, "que pretendía actuar contra instituciones del Estado y contra varios integrantes de nuestra carrera".

"Hasta ahora hemos optado por solicitar con discreción a la Inspección Fiscal que realizara las actuaciones oportunas para el esclarecimiento de los hechos", ha afirmado la Asociación en un comunicado difundido este miércoles y recogido por Europa Press; pero, prosigue, "debemos afirmar que la explicación ofrecida" por el Ministerio Público, "deja sin respuesta cuestiones esenciales".

Este comunicado llega horas después de que la FGE haya admitido al juez de la Audiencia Nacional que investiga el caso que se produjeron dos reuniones de Diego Villafiñe, ex teniente fiscal de la Secretaría Técnica durante el mandato de Álvaro García Ortiz, con la exmilitante socialista y Jacobo Teijelo, abogado del exdirigente del Partido Socialista Santos Cerdán.

En este sentido, la Asociación, que dice representar el "sentir mayoritario de la Carrera Fiscal", ha incidido en que "no te trata de una comparecencia ante cualquier fiscalía", sino que "la reunión tuvo lugar en la sede de la Fiscalía General del Estado", "fuera de horario" de atención habitual y "con una intervención directa de responsables de primer nivel de la institución".

Y han denunciado que no conste "apertura de diligencias" para verificar "la existencia de una serie de hechos presuntamente cometidos por terceras personas que podrían tener relevancia penal, a juicio del letrado informante", como sostiene el comunicado publicado este miércoles por el Ministerio Público.

"No se explica la aplicación de los criterios establecidos en la Circular 2/2022" sobre "la actividad extraprocesal en la investigación penal" que es "el instrumento" que regular "la respuesta institucional ante comunicaciones de esta naturaleza", y han calificado de "llamativo" que esto se produjese mientras Villafañe era responsable de preparar y elaborar los documentos internos de la institución.

Por qué se informó a García Ortiz

En este sentido, han afirmado que "resulta difícil comprender la celebración de sucesivas reuniones y la intervención de los más altos responsables" de la FGE si los hechos "carecían" de relevancia penal. Y de lo contrario, "resulta igualmente difícil entender por qué no se siguieron los procedimientos previstos por la propia Fiscalía para su análisis y eventual investigación".

Siguiendo las explicaciones de la Fiscalía, la Asociación ha puesto en cuestión que se informara al Fiscal General de Estado de una reunión "inocua". "Si no justificaba actuación alguna, ¿por qué se concertó una reunión de estas características?, ¿Quién facilitó el acceso y autorizó una recepción tan excepcional?, ¿se concertó una cita con él y por eso hubo que dar cuenta?".

Asimismo, han exigido "máxima" transparencia y "explicaciones completas, verificables y públicas" para no comprometer "la credibilidad de la propia Fiscal General", Teresa Peramato. "Era el momento" de "rechazar sin ambigüedades cualquier intento de intimidar o atacar a quienes ejercen sus funciones con independencia", así como de "defender la honorabilidad de los fiscales afectados".

La Asociación de Fiscales ha reclamado una respuesta sobre "cómo se produjo esta actuación", "quién la autorizó", "qué decisiones se adoptaron" y "por qué se apartaron de los cauces ordinarios". "La gravedad de los hechos exige transparencia. La defensa de la institución exige responsabilidad, y responsabilidades", han aseverado.

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Hegseth asegura que vienen "noticias importantes" sobre lucha contra el narco en Venezuela

El secretario de Defensa de Estados Unidos, Pete Hegseth, aseguró este miércoles que "muy pronto surgirán noticias importantes desde Venezuela" referentes a la lucha contra el narcotráfico, una de las áreas en las que el Gobierno del presidente Donald Trump ha aplicado más mano dura. Durante una sesión de entrenamiento con tropas estadounidenses durante su visita a la base de Guantánamo en Cuba, Hegseth arengó a las tropas y aseguró que los cárteles, muchos de los cuales han sido designados como grupos terroristas por la Administración Trump, "están tratando de encontrar nuevas rutas" para introducir drogas en EE UU.

"Por eso creamos la coalición de las Américas contra los cárteles. Ahora colaboramos con países aliados, operando dentro de sus propios territorios, para localizar dónde actúan estos terroristas designados y dónde fabrican sus drogas. A veces lo hacemos abiertamente, para que el mundo lo sepa y otras discretamente", aseguró el expresentador de Fox News, subrayando la red de alianzas en Latinoamérica con Gobiernos como Ecuador, Honduras o Paraguay.

"De hecho, muy pronto surgirán noticias importantes desde Venezuela al respecto, ya que ahora contamos allí con un socio dispuesto a colaborar con nosotros", comentó Hegseth. Hegseth también recordó a las tropas la operación que llevaron a cabo las Fuerzas Armadas estadounidenses en territorio del país caribeño el pasado enero para capturar al expresidente venezolano Nicolás Maduro, que ahora encara un juicio federal en Nueva York por delitos relacionados con el narcotráfico.

"Nicolás Maduro, de Venezuela, creyó que podía desafiar a EE UU, pero se dio cuenta de la realidad en cuestión de 45 minutos, en plena noche, dentro del recinto más fuertemente protegido de su base mejor fortificada en la capital. Y, ya saben, ni las defensas aéreas rusas ni los guardias cubanos fueron rival para ellos", aseguró el jefe del Pentágono.

© EUROPAPRESS

Hegseth compara el desembarco de Normandía con la "invasión" de inmigrantes en costas de España y otros países
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Só 11% dos europeus consideram os EUA aliados. Portugueses são quem mais quer “NATO europeia”

Uma nova sondagem aponta que os europeus estão cada vez mais desconfiados dos Estados Unidos e acreditam que as relações transatlânticas vão melhorar com a saída de Trump. Portugueses são quem mais quer uma alternativa à NATO só com membros da UE. A confiança nos Estados Unidos como garante da segurança da Europa desceu para o nível mais baixo alguma vez registado, de acordo com uma nova sondagem publicada pelo Conselho Europeu dos Negócios Estrangeiros (ECFR). A sondagem, realizada em 15 países europeus antes das próximas cimeiras do G7 e da NATO, apurou que apenas 11% dos inquiridos consideram agora

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Una diputada intenta suspender a Gustavo Petro a once días del balotaje en Colombia

Una decisión sin precedentes en la historia institucional de Colombia sacudió este miércoles la ya convulsa recta final de la campaña presidencial. Gloria Arizabaleta, diputada por el Pacto Histórico –el mismo partido del presidente Gustavo Petro– y presidenta de la Comisión de Investigación y Acusación, firmó un auto en el que ordenaba suspender provisionalmente al jefe del Estado de sus funciones hasta el próximo 21 de junio, fecha en la que se celebra la segunda vuelta presidencial entre el candidato progresista Iván Cepeda y el populista Abelardo De la Espriella.

La medida cautelar, de siete páginas, se sustenta en una presunta participación indebida en política por parte del mandatario. Concretamente, la congresista apunta a quince publicaciones realizadas desde la cuenta oficial de Petro en la red social X entre 2023 y 2025, que a su juicio constituyen una falta grave o gravísima. Arizabaleta argumentó un "riesgo de reiteración" de esa conducta dada la proximidad del balotaje y amparó la medida en una ley que permite la suspensión provisional de servidores públicos durante investigaciones disciplinarias.

La orden carece de validez

Petro, que se encontraba en Nueva York participando en una sesión del Consejo de Seguridad de la ONU sobre mediación en Oriente Medio, reaccionó con brevedad: "El día final de mi mandato saldré, no sé a dónde, diría que como ciudadano de la República de Colombia y no como presidente". Dentro de Colombia, el consenso jurídico fue inmediato: la orden carece de validez. La Constitución colombiana es explícita al definir que únicamente el Senado puede suspender o destituir al presidente, y sólo tras un largo proceso que comienza en la Comisión de Acusaciones, pasa por la plenaria de la Cámara y desemboca en esa cámara alta.

Académicos de distintas universidades y varios analistas coincidieron en que la medida impulsada por la diputada carece de validez jurídica. Y el gobierno también rechazó el auto. El ministro del Interior, Armando Bsenedetti, veterano del Congreso, recordó que "la Comisión de Acusaciones no puede suspender al presidente de la República, y menos la voluntad de una sola representante". El ministro de Justicia, Jorge Iván Cuervo, añadió como falla procedimental que el auto no fue aprobado por la Comisión como cuerpo colegiado.

Voces de la oposición, como el expresidente Iván Duque o el candidato Abelardo De la Espriella, sostienen que se trata de un "autoatentado legislativo" diseñado para permitir que Petro haga campaña abierta a favor de Cepeda mientras se presenta como víctima del establishment. "Petro se quiere robar las elecciones", dijo abiertamente De la Espriella en su cuenta de X.

El documento se filtró antes de tiempo

Desde el petrismo, las miradas apuntaron a Roy Barreras, excandidato presidencial y exesposo de la propia Arizabaleta, como posible artífice de una jugada destinada a perjudicar al mandatario. Gustavo Bolívar, senador próximo a Petro, lo acusó directamente. Barreras, no obstante, rechazó la medida insistiendo en que carece de toda validez

Existe además la versión de que el documento se filtró antes de tiempo. El representante Alejandro Ocampo, copartidario de Arizabaleta y miembro de la misma Comisión parlamentaria, aseguró que el auto nunca fue radicado formalmente ni pasó por la secretaría del organismo, y que la propia Arizabaleta supuestamente explicó a sus colegas que el texto estaba en su teléfono como borrador y habría sido sustraído de manera ilegal.

Arizabaleta afirmó a la revista Semana que radicó el auto y que enviará el documento al presidente del Senado para que tome una decisión final. En paralelo, el abogado Luis Felipe Henao presentó una denuncia penal contra ella por "dictar una resolución manifiestamente contraria a la ley".

Al menos seis ministros son investigados

La intromisión del gobierno en la campaña electoral a favor de Iván Cepeda ha sido documentada desde hace semanas. La Procuraduría investiga al menos a seis ministros por esa conducta y suspendió a la embajadora en Haití por referirse públicamente a Cepeda como "un magnífico candidato", y al embajador en Brasil por pedir que Benedetti se incorporara a la campaña.

Según reveló el portal La Silla Vacía, en abril el propio Petro se reunió en la Casa de Nariño con Cepeda y Benedetti para hablar de la campaña, y semanas después un viceministro coordinó por chat a influenciadores del Gobierno para respaldar al candidato oficialista, asegurando que la orden venía del presidente. Colombia está a once días del balotaje en una campaña que suma ruido jurídico a las acusaciones cruzadas de fraude, cuestionamientos al preconteo de la primera vuelta y una creciente polarización. La segunda vuelta entre Cepeda y De la Espriella se disputará el 21 de junio.

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Petro: "Como presidente no acepto los resultados del preconteo"
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