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Lula comenta estreia do Brasil na Copa e diz que vitória “de meio a zero já está bom”

Às vésperas da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demonstrou confiança em um resultado positivo contra o Marrocos. A equipe comandada por Carlo Ancelotti entra em campo no próximo sábado (13), às 19h (horário de Brasília), em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

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Durante a 7ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), o Conselhão, realizada no Palácio Itamaraty, em Brasília, Lula comentou a expectativa para a partida e afirmou acreditar em vitória brasileira. Em tom de brincadeira, o presidente lembrou previsões feitas em Copas anteriores que não se concretizaram, mas reforçou o otimismo com o desempenho da Seleção.

“Olha, sinceramente, o meu palpite é de que o Brasil vai ganhar. Eu já errei em 1982, em 1986, mas eu quero que o Brasil ganhe. Se ganhar de meio a zero, já está bom. Mas acho que o Brasil vai ganhar”, disse Lula.

Brasil inicia caminhada em busca do hexacampeonato

A partida contra o Marrocos marcará o início da campanha brasileira na Copa do Mundo de 2026. O duelo será disputado em Nova Jersey e representa o primeiro compromisso da Seleção no torneio sediado por Estados Unidos, Canadá e México.

Apontado como o adversário mais forte do Grupo C, o Marrocos surge como o principal desafio da fase inicial para a equipe brasileira. O confronto também será o primeiro teste de Carlo Ancelotti em uma Copa do Mundo à frente da Seleção.

O Brasil chega ao Mundial em busca do sexto título da história. A estreia diante dos marroquinos é vista como um passo importante para as pretensões da equipe na competição, que reúne 48 seleções pela primeira vez.

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TCU aprova com ressalvas contas do governo Lula de 2025 

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O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou nesta quarta-feira (10), por unanimidade, as contas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva referentes a 2025, mas com diversas ressalvas e alertas relacionadas à execução orçamentária e financeira.

Os ministros seguiram na íntegra o parecer do relator das contas da União, Benjamin Zymler, que em seu voto afirmou que “as contas são fidedignas”. Contudo, Zymler apontou problemas no controle de renúncias fiscais e na trajetória da dívida pública, entre outros.

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Entre aș principais ressalvas indicadas está o empréstimo de R$ 12 bilhões aos Correios, que, na avaliação do relator, foi aprovado pelo governo sem análise técnica adequada.

“Não houve um exame adequado do plano de recuperação nem dos riscos fiscais associados à concessão de garantia, pela União, ao empréstimo tomado à Empresa de Correios e Telégrafos”, disse Zymler ao apresentar o resultado do exame nas contas feito pelo corpo técnico do TCU.

As contas foram examinadas em sessão extraordinária na sede do TCU, em Brasília, que contou com a presença de três ministros de governo: Bruno Moretti (Planejamento), Vinícius de Carvalho (Controladoria-Geral da União) e Miriam Belchior (Casa Civil).

No relatório, Zymler reconheceu o cumprimento da meta fiscal para 2025, que era de gastos iguais às receitas, com tolerância de 0,25% de déficit. Contudo, ele ressalvou que o déficit do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) ficou em 0,47%, o equivalente a R$ 58,6 bilhões.

Outro ponto ressalvado pelo relator foi o tamanho das despesas que ficaram, por aprovação do Congresso, de fora da meta fiscal formal, na ordem de R$ 48,7 bilhões. Isso prejudica a confiança nas regras fiscais, destacou Zymler.

O corpo técnico do TCU apontou a discrepância entre o esforço fiscal realizado e aquele necessário para estabilizar a trajetória da dívida pública. Segundo cálculos da corte de contas, seria necessário um superávit primário de 1,94% no Governo Central.

Entre os alertas, o relatório apontou, por exemplo, a rigidez na execução orçamentária, com 91,4% dos gastos realizados pelo governo sendo de natureza obrigatória.

Outro alerta diz respeito ao tamanho das renúncias fiscais, que chegam a R$ 544 bilhões, ou 4,7% do Produto Interno Bruto (PIB). Desse montante, 47% não têm prazo de vigência, enquanto mais de 47% de 21 das principais politicas não passam por avaliação periódica. Tais renúncias comprometem o esforço para que o governo cumpra a meta fiscal.

O TCU também destacou a pressão sobre as contas públicas exercida pelo patamar elevado da taxa básica de juros da economia, a Selic, que se encontra em 14,5% ao ano e majora o custo da dívida pública.

O parecer aprovado pelo plenário do TCU deverá agora ser encaminhado ao Congresso Nacional, a quem cabe a decisão final sobre a aprovação das contas de governo, ou seja, se elas atendem ao novo arcabouço fiscal.

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TCU aprova com ressalvas contas do governo Lula de 2025 

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Os ministros seguiram na íntegra o parecer do relator das contas da União, Benjamin Zymler, que em seu voto afirmou que “as contas são fidedignas”. Contudo, Zymler apontou problemas no controle de renúncias fiscais e na trajetória da dívida pública, entre outros.

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“Não houve um exame adequado do plano de recuperação nem dos riscos fiscais associados à concessão de garantia, pela União, ao empréstimo tomado à Empresa de Correios e Telégrafos”, disse Zymler ao apresentar o resultado do exame nas contas feito pelo corpo técnico do TCU.

As contas foram examinadas em sessão extraordinária na sede do TCU, em Brasília, que contou com a presença de três ministros de governo: Bruno Moretti (Planejamento), Vinícius de Carvalho (Controladoria-Geral da União) e Miriam Belchior (Casa Civil).

No relatório, Zymler reconheceu o cumprimento da meta fiscal para 2025, que era de gastos iguais às receitas, com tolerância de 0,25% de déficit. Contudo, ele ressalvou que o déficit do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) ficou em 0,47%, o equivalente a R$ 58,6 bilhões.

Outro ponto ressalvado pelo relator foi o tamanho das despesas que ficaram, por aprovação do Congresso, de fora da meta fiscal formal, na ordem de R$ 48,7 bilhões. Isso prejudica a confiança nas regras fiscais, destacou Zymler.

O corpo técnico do TCU apontou a discrepância entre o esforço fiscal realizado e aquele necessário para estabilizar a trajetória da dívida pública. Segundo cálculos da corte de contas, seria necessário um superávit primário de 1,94% no Governo Central.

Entre os alertas, o relatório apontou, por exemplo, a rigidez na execução orçamentária, com 91,4% dos gastos realizados pelo governo sendo de natureza obrigatória.

Outro alerta diz respeito ao tamanho das renúncias fiscais, que chegam a R$ 544 bilhões, ou 4,7% do Produto Interno Bruto (PIB). Desse montante, 47% não têm prazo de vigência, enquanto mais de 47% de 21 das principais politicas não passam por avaliação periódica. Tais renúncias comprometem o esforço para que o governo cumpra a meta fiscal.

O TCU também destacou a pressão sobre as contas públicas exercida pelo patamar elevado da taxa básica de juros da economia, a Selic, que se encontra em 14,5% ao ano e majora o custo da dívida pública.

O parecer aprovado pelo plenário do TCU deverá agora ser encaminhado ao Congresso Nacional, a quem cabe a decisão final sobre a aprovação das contas de governo, ou seja, se elas atendem ao novo arcabouço fiscal.

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Quaest: imagem de Lula melhora após Desenrola, fim da taxa das blusinhas e projeto contra escala 6x1

A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a apresentar sinais de recuperação, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (10). O levantamento mostra que a aprovação da gestão subiu para 47% e empatou tecnicamente com a desaprovação, de 48%.

Na avaliação do instituto, medidas como o programa Desenrola, o fim da chamada "taxa das blusinhas" e a defesa do projeto que prevê o fim da escala 6x1 contribuíram para a melhora na percepção do governo.

Os números mostram que a aprovação passou de 46% para 47%, enquanto a desaprovação recuou de 49% para 48%. Outros 5% não souberam ou preferiram não responder.

Veja os números abaixo:

Aprovação do governo Lula - junho/2026 - Quaest

Desaprovam: 48% (-1)
Aprovam: 47% (+1)
Não sabe/não respondeu: 5% (-)

Avaliação do governo Lula - junho/2026 - Quaest

Negativo: 38% (-1)
Positivo: 34% (-)
Regular: 26% (+1)
Não sabe/não respondeu: 2% (-)

Independentes puxam recuperação

A principal mudança identificada pela pesquisa ocorreu entre os eleitores que se declaram independentes, sem alinhamento automático ao lulismo ou ao bolsonarismo.

Nesse grupo, a aprovação do governo Lula subiu quatro pontos percentuais, passando de 37% para 41%, enquanto a desaprovação caiu cinco pontos, de 52% para 47%.

O movimento ajuda a explicar a melhora dos indicadores gerais do governo, já que entre os lulistas a aprovação permaneceu praticamente estável, em 96%, enquanto entre os bolsonaristas a desaprovação segue predominante, em 92%.

Melhora é maior entre eleitores de menor renda

Outro segmento que apresentou mudança significativa foi o dos brasileiros com renda familiar de até dois salários mínimos.

Entre esse grupo, a aprovação do governo subiu cinco pontos percentuais, alcançando 59%, enquanto a desaprovação caiu de 40% para 36%.

A Quaest relaciona esse desempenho à percepção positiva de medidas econômicas adotadas pelo governo federal.

Segundo a pesquisa, 71% dos entrevistados afirmaram que o programa Desenrola provocou diferença significativa ou alguma melhora na renda familiar.

Além disso, entre os beneficiados pela ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda, 57% disseram ter percebido aumento na renda disponível — sendo 23% de forma significativa e 34% de maneira mais discreta.

Economia ainda preocupa brasileiros

Apesar da melhora na avaliação do governo, os indicadores ligados à percepção econômica permanecem predominantemente negativos.

Para 44% dos entrevistados, a economia brasileira piorou nos últimos 12 meses. Outros 33% avaliam que ela permaneceu igual, enquanto apenas 20% disseram que houve melhora.

A percepção sobre o custo de vida também continua desfavorável ao governo. Para 69%, os preços dos alimentos subiram no último mês.

Já 67% afirmaram que o poder de compra dos brasileiros é hoje menor do que há um ano.

Em relação ao mercado de trabalho, 53% consideram que está mais difícil conseguir emprego atualmente do que no mesmo período do ano passado.

Noticiário menos negativo

A Quaest também identificou uma mudança no ambiente informacional sobre o governo.

Segundo o levantamento, caiu de 43% para 40% o percentual dos que afirmam ter visto notícias predominantemente negativas sobre a gestão Lula.

Ao mesmo tempo, aumentou de 32% para 34% o grupo que diz acompanhar notícias mais positivas sobre o governo federal.

A pesquisa Genial/Quaest ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Saiba como assistir aos Videocasts do JC

© Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil

De acordo com a pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10), aprovação do governo Lula teve leve melhora e empata tecnicamente com a desaprovação
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Vídeo: Lula é alvo de críticas de Caiado após corte no orçamento das Forças Armadas

O pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado, criticou na segunda-feira (08/06) o corte de R$ 4,3 bilhões no orçamento das Forças Armadas promovido pelo governo federal. Em publicação nas redes sociais, o governador afirmou que a medida compromete ações estratégicas de segurança nacional.

Segundo Caiado, a redução dos recursos levou ao cancelamento de operações do Exército em áreas de fronteira. Ele argumentou que a ausência de militares nessas regiões enfraquece o combate a atividades ilícitas e amplia os desafios de fiscalização em pontos considerados sensíveis para a segurança do país.

Na avaliação do pré-candidato, a interrupção das ações de monitoramento nas fronteiras pode favorecer o avanço de organizações criminosas ligadas ao tráfico de drogas e ao contrabando. A declaração reforçou críticas que o pré-candidato tem feito à política de segurança pública adotada pelo governo federal.

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Joice Hasselmann aponta Caiado como nome mais competitivo contra Lula em 2026; veja vídeo

Em publicação feita no Instagram nesta terça-feira (09/06), a ex-deputada federal Joice Hasselmann afirmou que eleitores favoráveis à alternância de poder precisam adotar uma estratégia eleitoral para a disputa presidencial de 2026. Segundo ela, a definição dos nomes que chegarão ao segundo turno será decisiva para o resultado da eleição.

Na avaliação de Joice, uma eventual presença de Flávio Bolsonaro no segundo turno favoreceria a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ex-parlamentar sustentou que o senador não teria força eleitoral suficiente para vencer o atual chefe do Executivo em uma disputa direta.

Durante a manifestação, Joice Hasselmann citou o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como o nome que reúne melhores condições para enfrentar Lula no cenário atual. Ela argumentou que o goiano apresenta maior potencial de competitividade em uma eventual disputa nacional.

A declaração ocorre em meio às movimentações políticas que antecedem a corrida presidencial de 2026. Lideranças partidárias e possíveis pré-candidatos ampliam articulações nos estados e em Brasília, enquanto diferentes grupos buscam consolidar espaço no debate eleitoral.

Foto e Vídeo: @joicehasselmannoficial

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