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Leon XIV: no podemos creer en Jesucristo y promover guerra

Barcelona, 10 jun (Prensa Latina) No podemos creer en Jesucristo y promover la guerra, ni matar al inocente, dijo hoy el Papa Leon XIV en una ceremonia solemne en la Sagrada Familia de Barcelona.

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PHOTOS: Pope Leo honors Gaudi's Sagrada Familia masterpiece in Barcelona

Leo called Gaudí's unfinished temple, one of the world's most visited monuments, a "sign of unity and harmony for all of Spain," an ongoing building project like the lifelong journey all Christians make to find God.

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Queda de bimotor deixa dois mortos em Marília, interior de São Paulo

Logo Agência Brasil

A queda de um avião bimotor, no fim da manhã desta quarta-feira (10), deixou duas pessoas mortas em Marília, no interior paulista.

De acordo com a Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil do município, o avião de pequeno porte decolou às 11h13 e caiu logo em seguida em um campo de uma associação atlética, ao lado da pista do aeroporto.

Notícias relacionadas:

O Corpo de Bombeiros confirmou que duas pessoas morreram e uma ficou ferida. Ela foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada ao pronto-socorro da região.

O grupo Ponzan Alimentos confirmou que a aeronave pertencia à empresa e que o piloto, morto no acidente, era um de seus funcionários.

“Até o momento, as causas do acidente não foram oficialmente confirmadas. As circunstâncias da ocorrência estão sendo apuradas pelos órgãos e autoridades competentes, e a empresa acompanha os desdobramentos com atenção, responsabilidade e total colaboração”, disse o grupo, em nota.

Matéria alterada às 16h23 para correção. O avião que caiu é um bimotor, e não um monomotor, como informado anteriormente. 

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Queda de bimotor deixa dois mortos em Marília, interior de São Paulo

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A queda de um avião bimotor, no fim da manhã desta quarta-feira (10), deixou duas pessoas mortas em Marília, no interior paulista.

De acordo com a Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil do município, o avião de pequeno porte decolou às 11h13 e caiu logo em seguida em um campo de uma associação atlética, ao lado da pista do aeroporto.

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O Corpo de Bombeiros confirmou que duas pessoas morreram e uma ficou ferida. Ela foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada ao pronto-socorro da região.

O grupo Ponzan Alimentos confirmou que a aeronave pertencia à empresa e que o piloto, morto no acidente, era um de seus funcionários.

“Até o momento, as causas do acidente não foram oficialmente confirmadas. As circunstâncias da ocorrência estão sendo apuradas pelos órgãos e autoridades competentes, e a empresa acompanha os desdobramentos com atenção, responsabilidade e total colaboração”, disse o grupo, em nota.

Matéria alterada às 16h23 para correção. O avião que caiu é um bimotor, e não um monomotor, como informado anteriormente. 

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CPCJ: Seis casos de trabalho infantil detetados em 2025

Documento revela que casos investigados em 2025 estão relacionados a prática de exploração dos menores para a mendicidade. Quatro das seis ocorrências foram detetadas no Montijo.

© JOÃO RELVAS/LUSA

Ocorrências são frequentemente associadas a contextos de pobreza, exclusão social e fragilidade familiar
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Risco de morte materna cai até 31% entre quem recebe o Bolsa Família

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Estudos desenvolvidos ao longo da última década por pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs), da Fiocruz Bahia, associam a participação no Programa Bolsa Família à redução da mortalidade materna e infantil. 

Também foi observada queda na incidência de doenças infecciosas e de internações relacionadas a transtornos mentais. 

Notícias relacionadas:

Uma das evidências consideradas mais robustas pelos pesquisadores está relacionada à saúde materna e infantil. Entre as mulheres beneficiárias do programa, o risco de morte por causas relacionadas à gravidez e ao parto foi até 31% menor em comparação com aquelas que não recebiam o benefício. 

Segundo os pesquisadores, o resultado está associado, entre outros fatores, ao maior acesso ao pré-natal e aos serviços de saúde estimulados pelas condicionalidades do programa.

Os efeitos também aparecem no início da vida. Em estudo que analisou mais de 4 milhões de nascimentos, as gestantes beneficiárias apresentaram menor probabilidade de dar à luz crianças com baixo peso ao nascer. O impacto foi ainda mais expressivo entre mães pretas e indígenas. 

Outras pesquisas identificaram redução na ocorrência de partos prematuros e queda de 16% na mortalidade de crianças menores de cinco anos entre famílias atendidas pelo programa.

Doenças 

O conjunto de estudos também revelou impactos importantes sobre doenças associadas à pobreza. No caso da tuberculose, por exemplo, beneficiários do Bolsa Família tiveram incidência 41% menor da doença e redução de 31% no risco de morte após o diagnóstico. Entre indígenas, a queda da mortalidade foi ainda mais expressiva.

Resultados semelhantes foram observados em relação ao HIV/Aids. O acompanhamento de mais de 22 milhões de brasileiros mostrou menor incidência da doença, menor mortalidade e melhores indicadores entre os grupos mais pobres da população.

Os pesquisadores também identificaram redução da ocorrência de hanseníase em municípios com alta transmissão e aumento das taxas de adesão ao tratamento e de cura entre os beneficiários.

Saúde mental

Um dos estudos apontou que a taxa de suicídio foi 56% menor entre pessoas atendidas pelo Bolsa Família. Outras análises apontaram redução das hospitalizações por transtornos psiquiátricos e por problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas, especialmente nos municípios com maiores índices de pobreza.

Para o epidemiologista Mauricio Barreto, da Fiocruz Bahia, os resultados ajudam a compreender como fatores econômicos e sociais influenciam diretamente os desfechos em saúde. 

“Inúmeros problemas de saúde são determinados por fatores sociais e econômicos, especialmente a pobreza e as desigualdades. Reduzir a pobreza e incentivar o uso dos serviços de saúde, educação e assistência social deve fazer parte dos esforços para tornar a população brasileira mais saudável”, disse.

Pesquisas

Os resultados foram apresentados nesta semana durante webinar que reuniu cientistas brasileiros e estrangeiros para discutir os principais achados produzidos a partir da chamada Coorte dos 100 Milhões de Brasileiros.

As pesquisas utilizaram dados do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) cruzados com informações sobre nascimentos, hospitalizações, notificações de doenças e óbitos. A partir desse conjunto de dados, os pesquisadores buscaram medir os efeitos da transferência de renda sobre a saúde da população mais vulnerável do país.

Segundo Mauricio Barreto, os estudos reforçam que o combate à pobreza deve ser entendido também como uma estratégia de promoção da saúde.

“A existência do Sistema Único de Saúde é fundamental para proteger e atender às necessidades da população, mas quando ele atua em conjunto com um programa robusto de proteção social, como o Bolsa Família, torna-se possível reduzir os efeitos dos principais determinantes sociais que afetam negativamente a saúde”, afirmou durante o encontro.

Os pesquisadores destacam que os estudos foram realizados com base em metodologias de avaliação consideradas inovadoras para políticas públicas, permitindo comparar grupos populacionais com características semelhantes e estimar os efeitos do programa ao longo do tempo.

As evidências produzidas pelo Cidacs ao longo dos últimos dez anos reforçam, segundo os autores, a importância da integração entre políticas de proteção social e o sistema de saúde. 

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Risco de morte materna cai até 31% entre quem recebe o Bolsa Família

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Estudos desenvolvidos ao longo da última década por pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs), da Fiocruz Bahia, associam a participação no Programa Bolsa Família à redução da mortalidade materna e infantil. 

Também foi observada queda na incidência de doenças infecciosas e de internações relacionadas a transtornos mentais. 

Notícias relacionadas:

Uma das evidências consideradas mais robustas pelos pesquisadores está relacionada à saúde materna e infantil. Entre as mulheres beneficiárias do programa, o risco de morte por causas relacionadas à gravidez e ao parto foi até 31% menor em comparação com aquelas que não recebiam o benefício. 

Segundo os pesquisadores, o resultado está associado, entre outros fatores, ao maior acesso ao pré-natal e aos serviços de saúde estimulados pelas condicionalidades do programa.

Os efeitos também aparecem no início da vida. Em estudo que analisou mais de 4 milhões de nascimentos, as gestantes beneficiárias apresentaram menor probabilidade de dar à luz crianças com baixo peso ao nascer. O impacto foi ainda mais expressivo entre mães pretas e indígenas. 

Outras pesquisas identificaram redução na ocorrência de partos prematuros e queda de 16% na mortalidade de crianças menores de cinco anos entre famílias atendidas pelo programa.

Doenças 

O conjunto de estudos também revelou impactos importantes sobre doenças associadas à pobreza. No caso da tuberculose, por exemplo, beneficiários do Bolsa Família tiveram incidência 41% menor da doença e redução de 31% no risco de morte após o diagnóstico. Entre indígenas, a queda da mortalidade foi ainda mais expressiva.

Resultados semelhantes foram observados em relação ao HIV/Aids. O acompanhamento de mais de 22 milhões de brasileiros mostrou menor incidência da doença, menor mortalidade e melhores indicadores entre os grupos mais pobres da população.

Os pesquisadores também identificaram redução da ocorrência de hanseníase em municípios com alta transmissão e aumento das taxas de adesão ao tratamento e de cura entre os beneficiários.

Saúde mental

Um dos estudos apontou que a taxa de suicídio foi 56% menor entre pessoas atendidas pelo Bolsa Família. Outras análises apontaram redução das hospitalizações por transtornos psiquiátricos e por problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas, especialmente nos municípios com maiores índices de pobreza.

Para o epidemiologista Mauricio Barreto, da Fiocruz Bahia, os resultados ajudam a compreender como fatores econômicos e sociais influenciam diretamente os desfechos em saúde. 

“Inúmeros problemas de saúde são determinados por fatores sociais e econômicos, especialmente a pobreza e as desigualdades. Reduzir a pobreza e incentivar o uso dos serviços de saúde, educação e assistência social deve fazer parte dos esforços para tornar a população brasileira mais saudável”, disse.

Pesquisas

Os resultados foram apresentados nesta semana durante webinar que reuniu cientistas brasileiros e estrangeiros para discutir os principais achados produzidos a partir da chamada Coorte dos 100 Milhões de Brasileiros.

As pesquisas utilizaram dados do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) cruzados com informações sobre nascimentos, hospitalizações, notificações de doenças e óbitos. A partir desse conjunto de dados, os pesquisadores buscaram medir os efeitos da transferência de renda sobre a saúde da população mais vulnerável do país.

Segundo Mauricio Barreto, os estudos reforçam que o combate à pobreza deve ser entendido também como uma estratégia de promoção da saúde.

“A existência do Sistema Único de Saúde é fundamental para proteger e atender às necessidades da população, mas quando ele atua em conjunto com um programa robusto de proteção social, como o Bolsa Família, torna-se possível reduzir os efeitos dos principais determinantes sociais que afetam negativamente a saúde”, afirmou durante o encontro.

Os pesquisadores destacam que os estudos foram realizados com base em metodologias de avaliação consideradas inovadoras para políticas públicas, permitindo comparar grupos populacionais com características semelhantes e estimar os efeitos do programa ao longo do tempo.

As evidências produzidas pelo Cidacs ao longo dos últimos dez anos reforçam, segundo os autores, a importância da integração entre políticas de proteção social e o sistema de saúde. 

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¿Qué queda por construir? Las dos manzanas de viviendas que necesita la Sagrada Familia para ser terminada

Para los barceloneses, el conflicto entre la Sagrada Familia y sus vecinos de enfrente no es nuevo. El desacuerdo aparece de manera cíclica cada vez que la finalización del templo acecha: las edificaciones habitadas deberían ser expropiadas y demolidas para encajar la gran escalinata y la amplia avenida previstas en algunos planos.

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Fuente: Planos firmados en mayo de 1885 por el arquitecto Antoni Gaudí i Cornet. Archivo Municipal de Barcelona.Fuente: Proyecto de la plaza estelada alrededor de la Sagrada, Arquitecto Antoni Gaudí. Octubre 1916. Archivo Municipal de Barcelona.Documento de 1975 que certifica que la escalinata del templo no es de Antoni Gaudí. Asociación de Vecinos de la Sagrada Familia (vía La Vanguardia).
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In Sicilia l’emergenza idrica è finita, ma l’acqua non lo sa

«È tutto a posto, è tutto a posto». A sentire il presidente della Regione Siciliana Renato Schifani, l’estate 2026 non sarà quella torrida e assetata dell’anno precedente. Niente allarmi, niente emergenze, niente razionamenti. Si va verso la bella stagione «con serenità».

La rassicurazione arriva accompagnata dai numeri dell’Autorità di bacino: nelle dighe siciliane ci sono circa 580 milioni di metri cubi d’acqua, il 58 per cento in più rispetto allo stesso periodo del 2025. Le piogge hanno aiutato, alcuni interventi sono stati completati, i dissalatori di Trapani, Porto Empedocle e Gela vengono indicati come parte della soluzione. Insomma, il messaggio è chiaro: la Sicilia ha superato la fase critica.

Eppure, come spesso accade da queste parti, esiste una differenza tra la Sicilia raccontata nelle conferenze stampa e quella che esce dal rubinetto.

Perché mentre a Palermo si celebrano i risultati della cabina di regia regionale, in molte parti dell’isola cittadini, agricoltori e amministratori locali continuano a fare i conti con una situazione che assomiglia molto a un’emergenza. O, se si preferisce, a una normalità talmente degradata da essere diventata invisibile.

Basta fare un viaggio a tappe attraverso la Sicilia per accorgersi che la serenità evocata da Schifani non è ancora arrivata nelle case dei siciliani.

A Siracusa, per esempio, cento metri di strada raccontano meglio di qualsiasi relazione tecnica lo stato dell’emergenza idrica nell’isola.

Siamo alla Borgata, uno dei quartieri più popolari della città. Qui un intervento considerato fondamentale per ridurre le perdite della rete idrica è diventato una piccola odissea burocratica. Il tratto interessato è lungo poco più di cento metri, in via Trapani. Doveva essere il simbolo della lotta alle dispersioni d’acqua. È diventato il simbolo delle difficoltà che accompagnano ogni tentativo di mettere mano alle infrastrutture siciliane.

La storia inizia addirittura nel 2020, quando i tecnici del gestore Siam individuano quel tratto come uno dei più degradati dell’intera rete cittadina. Viene predisposto un progetto che tiene conto anche della presenza di possibili reperti archeologici: si prevede di scavare esattamente sopra la vecchia condotta per evitare sorprese. La Soprintendenza approva rapidamente.

Poi arrivano i fondi, gli aggiornamenti progettuali, le modifiche, le convenzioni tra enti, i cambi di tracciato. Il progetto originario viene modificato. Si decide di scavare in un punto diverso rispetto a quello previsto inizialmente.

E succede esattamente ciò che era stato previsto e che si voleva evitare: emergono reperti archeologici, la Soprintendenza blocca tutto e il cantiere si ferma.

Passano mesi. Circa quarantacinque giorni fa arriva il via libera per riprendere i lavori. Ma il cantiere resta fermo. Si parla di interferenze con la rete del gas. I residenti parlano apertamente di “cantiere fantasma”.

Il cartello all’ingresso dell’area indica una data di conclusione fissata al 27 marzo. Siamo a giugno.

È una vicenda locale, certo. Ma racconta molto bene il problema siciliano. Perché l’emergenza idrica non è soltanto una questione di piogge o di invasi pieni. È anche una questione di opere che non partono, lavori che si fermano, competenze che si sovrappongono e infrastrutture che continuano a invecchiare mentre la burocrazia procede con i suoi tempi.

Da Siracusa ci si può spostare dall’altra parte dell’isola, nella Sicilia occidentale, dove il paradosso assume contorni ancora più evidenti.

Qui il problema, denunciano gli agricoltori, non è soltanto la scarsità d’acqua. È che l’acqua disponibile spesso non riesce ad arrivare nei campi.

Ed è forse il caso più interessante per capire la differenza tra una crisi climatica e una crisi amministrativa. La prima dipende dalla mancanza di piogge. La seconda dipende dagli uomini.

Da mesi il mondo agricolo denuncia una situazione che appare difficilmente conciliabile con la narrazione di un’emergenza ormai superata. Le riserve negli invasi ci sono, sostengono gli operatori del settore, ma la rete di distribuzione continua a mostrare tutte le sue fragilità: condotte vecchie, guasti frequenti, manutenzioni giudicate insufficienti, turnazioni contestate e una programmazione che molti agricoltori definiscono inadeguata.

Il risultato è che l’acqua esiste, ma non sempre arriva dove serve.

È un paradosso che racconta molto della Sicilia. Per anni si è parlato di siccità come se fosse l’unica causa del problema. Ma quando le dighe si riempiono e i campi restano comunque senz’acqua, diventa difficile attribuire ogni responsabilità al clima.

Gli agricoltori della Sicilia occidentale raccontano una quotidianità fatta di prenotazioni per le irrigazioni, guasti improvvisi e rinvii continui. Se nel giorno assegnato la condotta presenta un problema, l’azienda deve rimettersi in coda e attendere una nuova disponibilità. Se il guasto si ripete, ricomincia da capo. Un sistema che molti descrivono come sorprendentemente arretrato per un comparto che dovrebbe rappresentare una delle eccellenze economiche dell’isola.

Le conseguenze non sono teoriche. Gli uliveti giovani rischiano di non ricevere le irrigazioni necessarie nelle fasi più delicate della crescita. Gli agrumeti entrano in stress idrico. Le colture orticole subiscono rallentamenti e perdite produttive. Alcuni produttori lamentano che perfino lo sviluppo di nuove colture ad alto valore aggiunto venga scoraggiato dall’incertezza sulla disponibilità dell’acqua.

Ogni giorno di ritardo nell’irrigazione significa minore produzione, maggiori costi e minori ricavi.

E qui emerge un’altra domanda che meriterebbe una risposta politica più che tecnica.

Se il governo regionale sostiene che l’emergenza è alle spalle, chi sta verificando che le infrastrutture siano effettivamente in grado di distribuire le risorse disponibili? Chi controlla lo stato delle reti? Chi misura l’efficienza degli investimenti effettuati negli ultimi anni?

Perché il vero indicatore della fine di una crisi non è il livello dell’acqua nelle dighe. È la capacità di portarla dove serve.

Da Siracusa alle campagne della Sicilia occidentale, fino ad arrivare all’Agrigentino. Cambiano le latitudini, ma non la sostanza.

A Canicattì, non si discute soltanto di acqua che manca. Si discute di acqua che arriva contaminata.

L’episodio più recente è finito sulle cronache locali e racconta molto del clima che si respira nei territori più colpiti dall’emergenza. Un autotrasportatore è stato denunciato dai carabinieri per commercio di sostanze alimentari nocive dopo essere stato sorpreso mentre scaricava migliaia di litri d’acqua destinati al consumo umano. Le analisi avrebbero riscontrato la presenza di batteri coliformi, escherichia coli ed enterococchi intestinali, rendendo l’acqua non conforme ai parametri previsti per il consumo.

È il punto di incontro tra due crisi che in Sicilia spesso camminano insieme: la scarsità d’acqua e il mercato parallelo che prospera quando il servizio pubblico non riesce a garantire una distribuzione regolare.

Quando l’acqua non arriva nelle case con continuità, infatti, aumenta inevitabilmente il ricorso alle autobotti private. E quando cresce la domanda in condizioni di emergenza, aumentano anche i rischi di irregolarità, controlli insufficienti e circuiti poco trasparenti.

Non è un caso che la stessa Aica, l’azienda che gestisce il servizio idrico nell’Agrigentino, abbia richiamato la necessità di rafforzare i controlli e di intensificare la collaborazione tra istituzioni, forze dell’ordine e amministrazioni locali. Alcuni Comuni della provincia hanno addirittura chiesto di mettere a disposizione autobotti della Protezione civile per garantire approvvigionamenti sicuri alla popolazione.

Anche qui, però, il punto non è il singolo episodio. Il punto è che un sistema idrico efficiente non dovrebbe costringere migliaia di cittadini a dipendere dalle autobotti per soddisfare un bisogno essenziale.

Perché quando l’acqua arriva attraverso mezzi straordinari anziché attraverso una rete ordinaria, significa che qualcosa si è già rotto molto prima.

L’acqua, quando arriva, costa carissima.

A ricordarlo è l’ultimo report di Federconsumatori Sicilia sulle tariffe del servizio idrico integrato nei capoluoghi dell’isola. Una fotografia impietosa che racconta come, in molti territori, i cittadini paghino cifre superiori alla media nazionale per ottenere un servizio che spesso continua a essere discontinuo e inefficiente.

La classifica parla da sola. Per una famiglia tipo che consuma 182 metri cubi d’acqua l’anno, Enna è la città più cara della Sicilia con una spesa annua di oltre 760 euro. Seguono Siracusa con 738 euro e Caltanissetta con 729 euro. Agrigento supera i 630 euro, Palermo i 540. Soltanto Catania e Messina si attestano sotto la media nazionale.

Il paradosso siciliano è tutto qui: si paga molto e si riceve poco. Secondo Federconsumatori, la ragione è strutturale. In Sicilia l’acqua viene pagata due volte. La prima all’ingrosso, attraverso Siciliacque, la società partecipata in larga maggioranza da soggetti privati che vende la risorsa ai gestori locali. La seconda al dettaglio, attraverso le bollette emesse dai singoli gestori del servizio.

Ma il dato più impressionante riguarda le perdite. In alcune aree dell’isola oltre la metà dell’acqua immessa nelle reti non arriva mai ai rubinetti. A Catania, in alcune gestioni, le dispersioni superano addirittura il 75 per cento. A Siracusa si sfiora il 70 per cento. Palermo perde oltre il 54 per cento dell’acqua distribuita, Messina il 54, Agrigento oltre il 50.

In pratica, una parte enorme dell’acqua acquistata, pompata e trasportata si disperde nel sottosuolo attraverso reti vecchie, danneggiate o insufficientemente manutenute.

E qui emerge un altro paradosso tutto siciliano. Mentre il presidente Schifani rivendica l’aumento delle riserve negli invasi, il vero problema continua a essere quello che accade dopo. L’acqua c’è. Il problema è portarla nelle case e nei campi senza perderne metà per strada. È come vantarsi di avere il serbatoio pieno mentre il motore perde carburante da ogni guarnizione.

Federconsumatori parla apertamente di un servizio costoso e di qualità insufficiente. E individua una delle cause anche nei ritardi accumulati nella riorganizzazione del sistema idrico regionale, tra commissariamenti, ricorsi amministrativi, affidamenti bloccati e investimenti rimasti sulla carta.

Così il viaggio attraverso la Sicilia dell’acqua restituisce sempre la stessa immagine. A Siracusa i cantieri si fermano. Nella Sicilia occidentale gli agricoltori aspettano l’acqua che non arriva nonostante gli invasi pieni. A Canicattì si moltiplicano i problemi legati all’approvvigionamento tramite autobotti. E in tutta l’isola i cittadini continuano a pagare bollette tra le più alte d’Italia per reti che disperdono quantità enormi di acqua.

L’emergenza, insomma, potrebbe essere finita nelle statistiche. Molto meno nella vita quotidiana dei siciliani.

A questo punto, dopo aver attraversato una Sicilia fatta di cantieri fermi, condotte che perdono, campagne senz’acqua, autobotti e bollette sempre più pesanti, resta da capire per chi, esattamente, l’emergenza idrica sia davvero finita.

Una risposta, in effetti, c’è.

Per i 918 siciliani che hanno vinto il bonus lavastoviglie.

Sì, esiste davvero. 

Mentre l’isola affrontava la peggiore crisi idrica della sua storia recente, il governo Schifani ha deciso di combatterla anche incentivando l’acquisto di lavastoviglie. Una misura pensata per favorire il risparmio idrico domestico e che oggi ha prodotto una graduatoria ufficiale: 918 cittadini riceveranno fino a 200 euro di contributo per l’acquisto dell’elettrodomestico.

Se c’è una categoria di siciliani che può guardare all’estate 2026 con assoluta serenità, almeno in cucina, è sicuramente la loro.

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