Reading view

16 anos depois, contrato do Bairro do Aleixo continua parado

Os vereadores da Câmara do Porto aprovaram a sétima alteração ao contrato dos terrenos do Bairro do Aleixo. 16 anos depois, Pedro Duarte quer fim do impasse, mas oposição apresenta críticas.

© JOSE COELHO/LUSA

  •  

Bystanders hailed as 'heroic' after intervening in brutal knife attack by Sudanese migrant in UK

A man in his 40s was hospitalized with serious injuries after a brutal knife attack in Northern Ireland, as police arrested a Sudanese migrant on suspicion of attempted murder. 

The attack happened shortly after 10:30 p.m. Monday in north Belfast, according to the Police Service of Northern Ireland. The victim suffered serious injuries to his face, neck, back and eyes, while police said they recovered what they believe was a kitchen knife at the scene.

WAVE OF ALLEGED MIGRANT MURDERS IGNITES FURY ACROSS US AS OFFICIALS WARN OF MORE CARNAGE, CRACKDOWN NEEDED

Video circulating online appeared to show members of the public confronting the attacker, including one person wielding a hurling stick. PSNI Assistant Chief Constable Ryan Henderson praised the bystanders as "heroic," saying their intervention helped save the victim’s life, according to the BBC.

Police initially said the suspect was Somali but later corrected that he is believed to be Sudanese, describing the change as part of a "fast-time investigation." Henderson said police understand the suspect came into Northern Ireland from Dublin, Ireland and had been granted leave to remain, though he said the Home Office would provide further clarity on his status.

On Monday evening, protesters burned down a bus as tensions rose in Belfast following the gruesome stabbing, despite earlier calls from authorities for calm.

"At this stage, we have no information to suggest that this was a terrorist-related incident," Henderson said, while stressing that the investigation remains in its early stages. "However, I must stress, we are still at the early stages of our investigation," he said, according to The Sun.

Alan Mendoza, executive director of the Henry Jackson Society, told Fox News Digital that the attack exposed what he described as failures in Britain’s immigration system.

"Britain’s broken border and migration system has been put into stark relief once more with this tragic — and entirely avoidable — case," Mendoza said. "This man should never ever have been in the U.K., let alone been granted ‘leave to remain.’ The Irish border is the soft underbelly for a process the British public has long since lost confidence in, as well as in those administering it politically. Nothing short of a revolution in who we allow into the U.K. and how will satisfy a people fed up with false promises about immigration change."

ILLEGAL ALIEN MURDER SUSPECT AVOIDED SYSTEM AS ICE PUSHES DEM GOVERNOR TO KEEP HIM LOCKED UP

The swift response from Prime Minister Keir Starmer marked a notable contrast with the case of Henry Nowak, an 18-year-old who was stabbed and then handcuffed by police after his attacker accused him of making racist remarks. Starmer faced criticism from some conservatives over his response to that case.

Starmer quickly posted on X that the attack was "sickening," adding: "I have absolutely no tolerance for abhorrent scenes of violence like this on our streets." He said his thoughts were with the victim and thanked first responders, including members of the public who intervened.

The attack prompted political reaction across the U.K. Reform UK leader Nigel Farage called on authorities to reveal the suspect’s identity and immigration status.

"What happened in Belfast last night is horrific. The authorities must reveal the identity and status of the attacker immediately. The public are entitled to the truth," Farage wrote on X.

FARAGE SLAMS SECRET AFGHAN REFUGEE RESETTLEMENT TO UK, CLAIMS SEX OFFENDERS AMONG ARRIVALS

Robert Jenrick also wrote on X: "We’ve woken up to truly barbaric footage on a street in Belfast. Of a kind you’d think you’d never see in this country. For years now I’ve urged the police to spell out the basic, sober facts, as they have them, when there are horrors like this."

Conservative Party leader Kemi Badenoch said people would ask whether there had been "failings around our borders," according to GB News.

Northern Ireland’s main political parties issued a joint statement condemning the violence and urging the public not to share graphic footage of the attack.

CLICK HERE TO DOWNLOAD THE FOX NEWS APP

"There is no place in our society for this kind of brutality. Our immediate thoughts are with the victim and his family, and we hope he makes a full and complete recovery," the parties said, according to GB News.

Police said they had declared a critical incident and would increase their presence across Northern Ireland amid calls for protests. Officials urged calm and asked the public to allow the investigation to proceed.

  •  

Senadores discutem ritmo de tramitação da PEC do fim da escala 6x1

Logo Agência Brasil

A proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6x1 terá seu cronograma de tramitação definido nesta semana no Senado. O texto, aprovado no fim de maio pela Câmara dos Deputados, institui a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de redução jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial.

Uma reunião de líderes, prevista para esta terça-feira (9), deverá discutir o ritmo de tramitação da matéria. Na semana passada, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que a PEC não será analisada diretamente pelo plenário da Casa e terá de passar pelas comissões. A primeira delas é a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), comandada por Otto Alencar (PSD-BA).

Notícias relacionadas:

Davi Alcolumbre também reforçou que o Senado precisa ouvir todos os setores envolvidos, o que talvez arraste a análise da proposta ao longo dos próximos meses. Desde que chegou ao Senado, no dia 28 de maio, a PEC ainda não teve nenhum andamento e acabou tendo a tramitação desacelerada por causa do feriado prolongado de Corpus Christi, na semana passada. Defendida pelo governo federal e apoiada por amplos setores da sociedade civil, a expectativa é que a PEC do fim da escala 6x1 seja aprovada até meados de julho.

Assim como na Câmara, após passar por uma ou mais comissões, a PEC ainda precisará ser aprovada por três quintos dos senadores em plenário, o que dá 49 votos, em duas votações seguidas. Havendo alterações no texto, a proposta retorna à Câmara dos Deputados, que dará a palavra final.

Autonomia financeira do BC

Outro projeto importante que está na pauta do Senado nesta semana é a PEC que cria um regime jurídico próprio e concede autonomia orçamentária e financeira ao Banco Central (BC). O texto é um dos itens de votações da CCJ nesta quarta-feira (10).

De autoria do senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO), a PEC transforma o BC em entidade pública de natureza especial, uma nova categoria jurídica criada pela proposta. O BC passaria a ser definido como entidade que exerce atividade estatal, integrante do setor público financeiro e dotada de poder de polícia, incluindo regulação, supervisão e resolução. 

A proposta coloca o Banco Central fora do âmbito do Orçamento da União. Favorável à autonomia, o relator da PEC, o senador Plínio Valério (PSDB-AM) considera que a autarquia, embora já conte com autonomia operacional, depende do Orçamento e pode sofrer limitações administrativas e financeiras impostas pelo governo federal. A autonomia de gestão do BC existe desde 2021, garantida pela Lei Complementar 179, que instituiu mandatos fixos aos diretores e ao presidente da instituição. Eles são indicados pelo presidente da República, mas não podem ser demitidos por ele no decorrer do mandato.

*Com informações da Agência Senado.

  •  

Senadores discutem ritmo de tramitação da PEC do fim da escala 6x1

Logo Agência Brasil

A proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6x1 terá seu cronograma de tramitação definido nesta semana no Senado. O texto, aprovado no fim de maio pela Câmara dos Deputados, institui a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de redução jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial.

Uma reunião de líderes, prevista para esta terça-feira (9), deverá discutir o ritmo de tramitação da matéria. Na semana passada, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que a PEC não será analisada diretamente pelo plenário da Casa e terá de passar pelas comissões. A primeira delas é a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), comandada por Otto Alencar (PSD-BA).

Notícias relacionadas:

Davi Alcolumbre também reforçou que o Senado precisa ouvir todos os setores envolvidos, o que talvez arraste a análise da proposta ao longo dos próximos meses. Desde que chegou ao Senado, no dia 28 de maio, a PEC ainda não teve nenhum andamento e acabou tendo a tramitação desacelerada por causa do feriado prolongado de Corpus Christi, na semana passada. Defendida pelo governo federal e apoiada por amplos setores da sociedade civil, a expectativa é que a PEC do fim da escala 6x1 seja aprovada até meados de julho.

Assim como na Câmara, após passar por uma ou mais comissões, a PEC ainda precisará ser aprovada por três quintos dos senadores em plenário, o que dá 49 votos, em duas votações seguidas. Havendo alterações no texto, a proposta retorna à Câmara dos Deputados, que dará a palavra final.

Autonomia financeira do BC

Outro projeto importante que está na pauta do Senado nesta semana é a PEC que cria um regime jurídico próprio e concede autonomia orçamentária e financeira ao Banco Central (BC). O texto é um dos itens de votações da CCJ nesta quarta-feira (10).

De autoria do senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO), a PEC transforma o BC em entidade pública de natureza especial, uma nova categoria jurídica criada pela proposta. O BC passaria a ser definido como entidade que exerce atividade estatal, integrante do setor público financeiro e dotada de poder de polícia, incluindo regulação, supervisão e resolução. 

A proposta coloca o Banco Central fora do âmbito do Orçamento da União. Favorável à autonomia, o relator da PEC, o senador Plínio Valério (PSDB-AM) considera que a autarquia, embora já conte com autonomia operacional, depende do Orçamento e pode sofrer limitações administrativas e financeiras impostas pelo governo federal. A autonomia de gestão do BC existe desde 2021, garantida pela Lei Complementar 179, que instituiu mandatos fixos aos diretores e ao presidente da instituição. Eles são indicados pelo presidente da República, mas não podem ser demitidos por ele no decorrer do mandato.

*Com informações da Agência Senado.

  •  
❌