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FAVA 2026: Já se pode candidatar à maior feira vegan e sustentável de Portugal

A maior feira vegan e sustentável do país celebra a sua 7.ª edição em Loulé, nos dias 18, 19 e 20 de setembro de 2026 

Já se encontram abertas as candidaturas para expositores, comerciantes e projetos sociais e ideias ecológicas inovadoras, bem como para propostas de atividades e espetáculos que queiram integrar o programa oficial da FAVA – Feira do Ambiente e Vegan do Algarve. O evento decorrerá entre os dias 18 e 20 de setembro de 2026.

Organizada pela BENFAZER – Associação para o Bem-Estar Social, Ambiental e Animal, com o apoio da Câmara Municipal de Loulé, a FAVA assume-se atualmente como uma das maiores feiras ao ar livre e gratuitas da Europa dedicadas à promoção de práticas de sustentabilidade e do veganismo.

Foco na experiência e impacto

Para a edição de 2026, o grande objetivo da FAVA é melhorar a experiência das marcas e projetos participantes, dos visitantes, parceiros e colaboradores. Uma das principais novidades deste ano é a criação de um recinto exclusivo no Parque Municipal, desenhado para estreitar a ligação com as áreas verdes e cultivar um profundo sentimento de pertença e proximidade com a natureza.

A nova edição irá reforçar a experiência gastronómica com vários momentos de degustação de produtos e petiscos, assim como dezenas de opções de alimentação no recinto. Vai ainda incluir iniciativas novas, como por exemplo o encontro nacional de fornos solares, o mercado de hortícolas biológico, provas radicais, e uma zona de reparações e transformações permanente, que irão compor um programa intergeracional com mais de 100 atividades e espetáculos gratuitos.

Prémio “Expositor do Ano” com valor reforçado de 500€

A distinção de “Expositor do Ano” mantém-se nesta 7.ª edição, mas chega com um incentivo extra: um prémio monetário no valor de 500 euros para o projeto vencedor. Vale a pena recordar que a marca Miristica Cosmética Vegana foi a grande vencedora desta distinção nas duas últimas edições do evento, destacando-se pelo seu compromisso inequívoco com a sustentabilidade e a cosmética orgânica.

O impacto da edição anterior

Os dados do relatório de desempenho da FAVA 2025 demonstram o impacto e crescimento do evento:

  • Participaram 140 expositores e comerciantes de 20 setores de atividade diferentes.
  • Foram servidas 4.125 refeições inteiramente de base vegetal.
  • O Programa contou com 46 entidades envolvidas e 137 atividades e espetáculos totalmente gratuitos.
  • Foram distribuídos 730 Cheques ao público para consumo na feira.
  • Foram oferecidos 1844 produtos de marcas parceiras como a Conserva Vegan Vasco da Gama, Celeiro, Oatly e Captain Kombucha.
  • 228 pessoas deram uma nova vida a 1.495 peças de vestuário, calçado ou livros usados, retirando de circulação 210 kg de artigos e poupando recursos ao planeta.
  • Nas redes sociais foram alcançadas mais de 118.000 utilizadores.

Como participar?

Os empreendedores, artesãos, produtores, marcas e associações que promovam um estilo de vida ecológico, consciente e compassivo devem apresentar a sua proposta de participação através do website oficial. Estão também abertas as inscrições para oficinas, palestras, aulas de bem-estar, nutrição, espetáculos de música, dança e teatro de rua que se alinhem com os valores do certame.

As vagas para expositores são limitadas, sendo as candidaturas analisadas por critérios de sustentabilidade, relevância e criatividade. Para as atividades e espetáculos, a originalidade e o impacto na promoção de um estilo de vida sustentável e vegano serão os fatores decisivos de seleção.

As condições de participação e os respetivos formulários estão disponíveis clicando AQUI.

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Festival de Aves estreia-se na FEI-TUR

Vila Nova de Milfontes recebe, de 11 a 14 de junho, a FEI-TUR – Feira de Turismo do SW, que este ano integra uma novidade dedicada à natureza: o Festival de Aves, organizado pela SPEA – BirdLife, em parceria com o Município de Odemira. A iniciativa pretende valorizar o património natural e cultural do concelho, aproximar residentes e visitantes da biodiversidade local e sensibilizar para a conservação dos habitats.  

Inserido na programação da FEI-TUR, o Festival de Aves propõe várias atividades gratuitas, pensadas para diferentes públicos, desde observadores de aves a famílias com crianças. O programa inclui passeios de observação de aves em horário diurno e ao pôr do sol, o ponto fixo de observação “De Olho nas Aves”, o Escape Game das Aves e o atelier infantil “Ovos Musicais”.  

No dia 12 de junho, o Festival arranca com o Escape Game das Aves, uma atividade que desafia os participantes a resolver enigmas e códigos inspirados no mundo das aves, entre as 17h00 e as 19h00. No mesmo dia, entre as 19h00 e as 21h00, realiza-se uma observação de aves ao pôr do sol na Praia das Furnas Rio, com travessia de barco incluída e percurso pedestre até às ruínas, para observação da avifauna local e dos habitats estuarinos.  

A 13 de junho, o programa começa às 8h00 com um passeio de observação de aves no paul de Vila Nova de Milfontes, uma zona húmida relevante para a avifauna local e migradora. Durante a tarde, decorre o atelier infantil “Ovos Musicais”, dedicado aos ovos e ninhos das aves, seguido de uma edição do Escape Game das Aves para famílias. Entre as 17h00 e as 20h00, junto ao Farol de Vila Nova de Milfontes, estará disponível o ponto fixo “De Olho nas Aves”, com binóculos, telescópios e guias de identificação, numa atividade de participação livre e sem necessidade de inscrição.  

O Festival de Aves termina no dia 14 de junho com um passeio de observação de aves no Monte do Zambujeiro, com percurso pedestre por diferentes habitats da área envolvente e regresso de barco a Vila Nova de Milfontes.  

As atividades do Festival de Aves são gratuitas. Algumas requerem inscrição prévia através do site do Município de Odemira; o ponto fixo “De Olho nas Aves” tem participação livre.  Informações e inscrições em CM Odemira / FEI-TUR – Feira de Turismo do SW

A FEI-TUR decorre ao longo de quatro dias e reúne experiências de turismo de natureza, desporto, gastronomia, produtos locais, música, workshops, artesanato e animação infantil. Numa organização do Município de Odemira e Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, o evento afirma Vila Nova de Milfontes como referência nas atividades náuticas e promove o território como destino de excelência para a prática desportiva em plena natureza. As entradas na FEI-TUR são livres.  

Lista de atividades com inscrição obrigatória: 

Dia 12 de junho  

17h00 – Escape Games das Aves 

19h00 – Observação de aves ao pôr do sol, com travessia de barco 

Dia 13 de junho 

8h00 – Passeio de Observação de Aves 

13h00 Atelier infantil “Ovos Musicais” 

16h00 – Escape Games das Aves 

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Olhão convida a comunidade a desenhar o futuro da cultura no concelho

O Município de Olhão está a desenvolver um conjunto de iniciativas participativas destinadas a envolver a população na construção da Estratégia para a Cultura e Criatividade em Olhão (ECCO), um documento orientador que definirá as políticas culturais e criativas do concelho para o período 2027-2030.

Uma das primeiras etapas deste processo terá lugar amanhã, dia 9 de junho, no Clube Recreativo Fuzetense, na Fuseta, através de um encontro de cidadãos que pretende recolher contributos, ideias, expectativas e propostas da comunidade. A designação ECCO pretende refletir o propósito desta estratégia: fazer eco das necessidades, visões e sugestões dos cidadãos e transformá-las em
políticas públicas realistas, consistentes e com impacto no desenvolvimento cultural e criativo do concelho.

O processo de participação decorre entre junho e outubro e inclui encontros comunitários nas várias freguesias, laboratórios participativos com associações culturais, recreativas, artísticas e patrimoniais, bem como sessões dirigidas a crianças e jovens dos agrupamentos escolares.

A versão final da Estratégia para a Cultura e Criatividade em Olhão será apresentada publicamente no final de novembro de 2026, integrada na Bienal Participação Cívica e Cultura, que encerrará as comemorações do Bicentenário da Câmara Municipal de Olhão.

Agenda do ciclo de encontros comunitários de ativação cívica (1.ª fase):

9 jun / 20:30 / Clube Recreativo Fuzetense (Fuseta)
13 jun / 14:30 / Sede do Club Motard de Pechão (Pechão)
17 jun / 21:00 / Casa do Povo do Concelho de Olhão (Moncarapacho)
22 jun / 21:00 / Sede do Grupo Etnográfico de Quelfes (Quelfes)
30 jun / 21:00 / Largo 25 de abril (Olhão)

Os interessados podem obter mais informações ou enviar contributos através do Departamento de Cultura do Município, pelo e-mail departamento.cultura@cm-olhao.pt ou pelo telefone 922 215 879.

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Peru's polarising election: 'Neither candidate has strong majority' in Congress to enact reform

Alison Sargent is pleased to welcome Tiziano Breda, Senior Analyst for Latin America and the Caribbean at ACLED. He argues that Peru's chronic instability is rooted as much in institutional weaknesses as in electoral competition. The reintroduction of a bicameral legislature, he notes, may help curb the cycle in which Congress has repeatedly "deposed presidents and reinstated new ones," but neither candidate is likely to enjoy the parliamentary support necessary to govern decisively. Peru's presidential election is unfolding against a backdrop of deep political fragmentation, rising insecurity, and growing public distrust in democratic institutions. 

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Al Forum Machiavelli prende forma la nuova equazione della difesa

La quinta edizione del Forum Machiavelli Difesa, a Roma, ha restituito il quadro di una difesa chiamata a cambiare tempi, strumenti e linguaggio. Il tema scelto per il 2026, “Qualità e quantità: affrontare e vincere le sfide di massa e innovazione”, ha attraversato il confronto tra governo, Forze armate e industria, sullo sfondo di conflitti ibridi, droni, aerospazio, cybersicurezza e nuove forme di pressione sotto soglia.

Sicurezza e sistema Paese

Il punto di partenza è la natura delle minacce. Il ministro della Difesa, Guido Crosetto, le ha descritte come “sempre più pervasive, sempre più difficili da individuare, sempre più capaci di produrre effetti concreti sulla sicurezza dei cittadini e sulla tenuta delle nostre democrazie”. Da qui discende una trasformazione della Difesa che non può limitarsi all’acquisto di nuove tecnologie. La digitalizzazione, ha avvertito il ministro, “deve tradursi in un cambiamento reale, non solo tecnologico, ma soprattutto mentale”.

Il passaggio riguarda lo strumento militare, ma anche ciò che gli sta intorno: industria, università, centri di ricerca, imprese. Isabella Rauti ha ricondotto il tema alla capacità del sistema Paese di sostenere nel tempo lo sforzo richiesto dai nuovi scenari. “La tecnologia è una condizione necessaria, ma non sufficiente”, ha spiegato la sottosegretaria alla Difesa. La qualità serve a garantire vantaggio operativo e superiorità informativa, ma “è la quantità che garantisce durata, resilienza, rigenerazione delle forze e capacità di sostenere lo sforzo nel tempo”.

In questa cornice, gli investimenti diventano anche una questione politica. Il presidente della commissione Difesa del Senato, Maurizio Gasparri, ha ricordato che la spesa per la difesa ha ricadute tecnologiche e industriali, ma soprattutto si lega alla sicurezza collettiva: “Senza investimenti nella difesa non c’è libertà, non c’è vita e non c’è futuro”.

Dati, spazio e droni

La trasformazione passa poi dalla capacità di vedere, decidere e reagire più rapidamente. Per il capo di Stato maggiore dell’Aeronautica, Antonio Conserva, dati, spazio e resilienza cyber sono ormai la base della difesa futura. I sistemi di comando e controllo dovranno raccogliere ed elaborare informazioni da sensori, velivoli, droni e assetti spaziali. “Senza questa infrastruttura, basata su dati certi e digitali prontamente disponibili al decisore, non si va da nessuna parte”, ha osservato il generale.

I conflitti in corso mostrano anche come mezzi a basso costo possano modificare in profondità il campo di battaglia. In Ucraina, ha ricordato Conserva, i droni con visuale in prima persona stanno creando una “kill zone” che rende “quasi impossibile la manovra terrestre per come l’abbiamo intesa fino ad oggi”. La loro diffusione, anche presso attori non statuali, segnala una “democratizzazione dell’uso delle tecnologie” che obbliga a ripensare difesa e deterrenza.

Lo stesso tema si riflette nel dominio marittimo. Giuseppe Berutti Bergotto ha indicato nei mezzi senza pilota una direttrice inevitabile di sviluppo. Le crisi attuali dimostrano che “servono dei mezzi nuovi”, ma la questione non è sostituire le piattaforme tradizionali. Per il capo di Stato maggiore della Marina, la priorità è farle dialogare con i sistemi unmanned: “È la connessione, quello che nel futuro farà la differenza”.

Industria e produzione

La capacità militare dipende infine dalla velocità con cui industria e istituzioni riescono a programmare, produrre e rigenerare scorte. Nel ragionamento di Lorenzo Mariani, amministratore delegato di Leonardo, la risposta passa da una cooperazione europea più concreta, da procedure di acquisto meno rigide e da una maggiore continuità nei programmi comuni. Occorre, ha spiegato, “mettere a fattor comune anche attività di procurement in Europa”, mentre l’aumento progressivo dei finanziamenti resta “mandatorio”.

Ancora più netto il richiamo di Giuseppe Cossiga, presidente di Mbda Italia e di Aiad, alla capacità di adattamento del sistema produttivo. Italia ed Europa, ha osservato, non sono pronte “alla guerra che vediamo combattere oggi” e, allo stesso tempo, “non saremo pronti neanche alla prossima”. Il punto critico resta la lentezza con cui il sistema riesce a reagire: “Siamo diventati lenti nell’aumentare la produzione e lenti nel concepire e fare conto delle nostre idee”.

Dal Forum resta l’immagine di una difesa chiamata a muoversi su più piani nello stesso tempo. Non basta inseguire l’innovazione, se mancano capacità produttiva, continuità negli investimenti e riserve sufficienti a sostenere crisi prolungate. È su questo equilibrio, tra tecnologia, industria e massa, che si misura oggi la credibilità dello strumento militare.

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Pope urges Spanish Church to adopt ‘culture of care’, reparations for sex abuse survivors

Pope Leo XIV told Spanish bishops on Monday to provide reparations and adopt a "culture of care" ahead of an expected meeting with survivors of clergy sexual abuse during his weeklong visit to the country. The Spanish hierarchy had largely dismissed the scale of abuse in their church for decades until a newspaper began documenting a legacy of abuse and cover-up.

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French NATO jet shoots down drone over Latvia as another explodes in Moldova

A drone that entered NATO member Latvia's airspace from Russia on Monday was shot down by a French military fighter jet, as fragments of another drone were found in a field in Moldova after it entered from Ukraine earlier the same day. Military drones straying into the airspace of ​Russia's neighbours have stoked concerns that the war in Ukraine is spilling over NATO's borders.

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Iran's World Cup team arrives in Mexico amid US visa row

Tension between the United States and Iran is continuing in sport. Iran's World Cup squad landed in Mexico on June 7 under the shadow of a bitter diplomatic dispute. With some members of the entourage still lacking U.S. visas. The dispute comes just days before the kickoff of the 2026 World Cup on June 11, which is being jointly hosted by the United States, Mexico and Canada.

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Il drone ucraino pilotato da 2mila km: come funziona Sting, l’arma che cambia la guerra nei cieli

Per oltre due anni la guerra in Ucraina è stata raccontata come il primo grande conflitto dominato dai droni. Oggi, però, il campo di battaglia sembra essere entrato in una nuova fase: quella della guerra tra droni. Non più soltanto velivoli senza pilota impiegati per colpire obiettivi terrestri, ma sistemi progettati esclusivamente per dare la caccia ad altri UAV, trasformando il cielo in una sorta di arena automatizzata.

In questo contesto si inserisce il risultato annunciato nelle ultime settimane dalla società ucraina Wild Hornets, uno dei gruppi di sviluppo tecnologico più attivi al fianco delle forze di Kiev. Nata come associazione di volontari, inclusi sviluppatori e ingegneri, che raccoglieva donazioni e comprava droni commerciali per i combattenti al fronte, è poi balzata verso la trasformazione in azienda produttrice. Committenti e consulenti? I soldati stessi assieme ai loro reparti.

Il suo drone intercettore Sting ("pungiglione") sarebbe riuscito a essere controllato operativamente da una distanza record di circa 2000 chilometri grazie al sistema di controllo remoto Hornet Vision Ctrl, con il pilota che si trovava addirittura fuori dal territorio ucraino. Secondo quanto comunicato dall'azienda e confermato da diversi media specializzati, il test rappresenta un passaggio cruciale nella trasformazione delle operazioni anti-drone.

Wild Hornets has donated ONE THOUSAND STING interceptors to Ukrainian forces

As part of the “One of a Thousand” initiative, we provided frontline crews with 1,000 STING interceptor drones equipped with the Hornet Vision digital communication system to strengthen Ukraine’s… pic.twitter.com/u3y6qpsFSo

— Wild Hornets (@wilendhornets) May 22, 2026

Il prezzo di partenza va da 1000 fino a 2.500 dollari, e ne vengono prodotti un po’ più di 10mila al mese. Lo Sting è alimentato con una batteria che gli consente di volare per 25 minuti, anche se necessita appena di cinque minuti. Viene pilotato mettendosi in coda al nemico per raggiungerlo, esplodere, in modo da investirlo con lo scoppio e farlo esplodere in volo.

La sfida degli Shahed e la risposta ucraina

L'evoluzione dello Sting è strettamente legata alla crescente minaccia rappresentata dai droni kamikaze Shahed, di progettazione iraniana e prodotti su larga scala anche dalla Russia con la denominazione Geran. Negli ultimi mesi Mosca ha intensificato l'impiego di questi sistemi, utilizzandoli in attacchi di saturazione contro infrastrutture energetiche, depositi militari e grandi centri urbani. Il loro costo relativamente contenuto e la capacità di essere lanciati in sciami hanno spesso messo in difficoltà le tradizionali difese antiaeree, molto più costose.

Per questo Kiev ha investito nello sviluppo di droni intercettori economici e altamente manovrabili. Lo Sting utilizza una testata esplosiva di piccole dimensioni e può neutralizzare il bersaglio sia con l'impatto diretto sia con una detonazione di prossimità. Secondo i dati diffusi dall'azienda, il sistema ha registrato un tasso medio di successo compreso tra l'80 e il 90 %, con giornate operative nelle quali il rapporto è stato di "un lancio, una distruzione". La stessa Wild Hornets sostiene che oltre 3.000 droni nemici siano stati abbattuti nei primi sette mesi di impiego operativo.

L'interesse internazionale attorno a queste piattaforme è cresciuto rapidamente. Analisti occidentali e osservatori militari vedono infatti negli intercettori ucraini una possibile risposta anche alle minacce che arrivano dal Medio Oriente, dove gli Shahed hanno dimostrato la loro efficacia in numerosi teatri di crisi.

Il controllo da 2.000 km e la rivoluzione della guerra distribuita

Il vero salto tecnologico, tuttavia, non riguarda soltanto il drone in sé, ma il modo in cui viene pilotato. Grazie al sistema Hornet Vision Ctrl e all'utilizzo di collegamenti satellitari, gli operatori possono controllare il velivolo a centinaia o addirittura migliaia di chilometri dal punto di lancio. La Wild Hornets ha mostrato come un pilota situato in un altro Paese sia riuscito a gestire uno Sting impegnato nei cieli dell'Ucraina settentrionale, stabilendo il nuovo record operativo dei 2.000 chilometri.

L'obiettivo è soprattutto quello di proteggere il personale. I piloti di droni sono diventati uno dei bersagli prioritari della ricognizione russa e spesso vengono individuati e colpiti poco dopo l'avvio delle operazioni. Allontanare fisicamente gli operatori dalla linea del fronte significa quindi ridurre drasticamente i rischi e, allo stesso tempo, ampliare la copertura difensiva del territorio. Secondo fonti dell'industria ucraina, in prospettiva i droni potrebbero essere pilotati persino da un altro continente.

Il modello ricorda, su scala ridotta, quello già utilizzato dagli Stati Uniti per i grandi droni strategici come gli MQ-9 Reaper, controllati a migliaia di chilometri di distanza dai teatri operativi. La differenza è che qui si parla di sistemi dal costo di poche migliaia di dollari, pensati per essere prodotti e impiegati in massa.

La nuova corsa globale agli intercettori

L'esperienza ucraina sta attirando l'attenzione di governi e industrie della difesa di tutto il mondo. Il motivo è semplice: la proliferazione dei droni d'attacco a basso costo sta rendendo sempre meno sostenibile l'impiego di missili antiaerei tradizionali, il cui prezzo può superare di decine o centinaia di volte quello del bersaglio da abbattere. Gli intercettori FPV rappresentano invece una soluzione asimmetrica e relativamente economica.

Parallelamente, la corsa tecnologica continua. Le aziende ucraine stanno lavorando a sistemi sempre più veloci e integrati con algoritmi di intelligenza artificiale, mentre la Russia sperimenta versioni più rapide dei propri droni Shahed e introduce contromisure elettroniche per eludere gli intercettori.

In questa prospettiva, il record dei 2000 chilometri annunciato dalla Wild Hornets va oltre il semplice primato tecnico. Segna l'ingresso in un'epoca in cui il combattimento aereo a corto raggio può essere gestito da operatori lontanissimi dal fronte, collegati attraverso reti satellitari e infrastrutture digitali globali. Una trasformazione che potrebbe influenzare non soltanto la guerra in Ucraina, ma il modo stesso in cui saranno concepite le difese aeree del futuro.

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'Democratic backsliding': Armenia's 'extreme polarisation, hate speech, stigmatization' mar election

FRANCE 24's Charles Pellegrin is pleased to welcome Dr Narek Sukiasyan, Senior Policy Researcher at Friedrich Ebert Stiftung Armenia and Adjunct Lecturer at American University of Armenia. He argues that while Prime Minister Nikol Pashinyan's victory does signal a continued ouverture towards the West 'in the shape and form of the European Union" he must carefully manage Armenia's dependence on Russia. The election was about far more than foreign policy, explains Dr. Sukiasyan. Security, social concerns, economic vulnerability, and the legacy of conflict were equally central to voters' decisions. Armenia navigating multiple transitions at once: between war and peace, dependence and diversification, polarization and democratic consolidation. 

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Armenia confirms turn towards West in election

Armenian Prime Minister Nikol Pashinyan's ruling party has won parliamentary elections, according to results from Armenia's electoral commission, cementing the nation's Westward tilt. The result comes despite threats from Moscow and claims of Russian interference. According to the country's electoral commission, voter turnout in the ballot was 59%.

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Tutti gli incroci (geopolitici e commerciali) tra Italia e Usa

Dal 15 al 17 giugno 2026, Giorgia Meloni sarà al G7 che si svolgerà a Évian-les-Bains, in Francia alla presenza dei capi di Stato e di governo di Canada, Francia, Germania, Italia, Giappone, Regno Unito e Stati Uniti. La Francia detiene la presidenza del gruppo fino al 2026. Donald Trump ha dichiarato che parteciperà al vertice, per questa ragione Emmanuel Macron potrebbe far precedere il G7 da un bilaterale con il presidente americano, si parla o di una cena a Versailles o di una partita a golf. Sul tavolo ci saranno vari dossier, tutti complicati e per certi versi interconnessi: lo stallo nella guerra in Iran, l’accusa americana agli alleati della Nato di averlo deluso in Medio Oriente, le relazioni con Canada e Giappone da calibrare, il caso Ucraina.

Verso il G7: i temi in agenda

Anche il presidente ucraino Volodymyr Zelensky è stato invitato dalla Francia al vertice del G7, ma non si sa se sarà presente e soprattutto non si sa come potrà reagire Trump. Un altro fronte delicato è quello relativo ai dazi che si mescolerà verosimilmente con l’intelligenza artificiale e con le catene di approvvigionamento di minerali critici. Sul primo punto il presidente ha detto agli amministratori delegati delle aziende tecnologiche che gli Stati Uniti potrebbero acquisire una piccola quota di proprietà nei giganti dell’intelligenza artificiale, “in modo che il popolo americano possa beneficiare dei vantaggi derivanti dalla crescita di quelle che diventeranno aziende da mille miliardi di dollari”. Sul secondo, è ormai chiaro che Ue e Stati Uniti dipendono quasi interamente dalla Cina per l’approvvigionamento della maggior parte dei minerali utilizzati nelle loro catene di produzione per la difesa: una criticità su cui il G7 dovrà dare risposte. Sul punto si segnala l’iniziativa di India e Regno Unito che hanno lanciato l’Osservatorio globale sulla catena di approvvigionamento dei minerali critici per migliorare la cooperazione e la condivisione tecnologica.

Crosetto a Washington

Il ministro della Difesa Guido Crosetto avrà un vertice bilaterale con il Segretario alla Guerra degli Stati Uniti, Pete Hegseth, il 15 giugno. Un’occasione per ragionare sulla gestione delle spese per gli armamenti, sulla crisi in Ucraina e sull’utilizzo delle basi americane in Italia. Intervistato pochi giorni fa dal New York Times, ha fornito un’anticipazione delle questioni più importanti, con in cima l’idea di un patto, accanto alla Nato, a guida europea, senza gli Usa. Si rende necessario “costruire un’Europa continentale della difesa”, ha detto. Per cui il suo viaggio negli Stati Uniti abbraccia il rilancio della proposta italiana per il nuovo disegno della difesa europea, nel solco della convinzione che è alla base delle policies di Palazzo Chigi, ovvero implementare il pilastro europeo dell’alleanza senza far regredire di un millimetro il legame transatlantico. Tutti temi che, di fatto, anticipano il Nato Summit in programma nel luglio prossimo ad Ankara.

Di nuovo Tajani-Rubio

La missione di Crosetto a Washington precederà di pochi giorni l’Italy-Us Business, Investment, Science and Innovation Forum in programma a Miami il 22 giugno a cui parteciperà il ministro degli esteri Tajani. In Florida ci sarà anche intervento del segretario di Stato Marco Rubio, che celebrerà la robustezza commerciale dei rapporti bilaterali fra Italia e Stati Uniti. Ad aprile 2026 l’export italiano extra Ue ha fatto registrare un corposo balzo in avanti, verso paesi come Usa, Cina e Mercosur: la crescita è dell’11,3% su base annua. Le vendite verso gli Stati Uniti segnano un +12,1%. Il mercato a stelle e strisce rimane il primo saldo commerciale positivo per l’Italia grazie ad un avanzo di 2,832 miliardi di euro ad aprile.

Quattro le aree tematiche del meeting di Miami: tecnologie di frontiera per il futuro come IA, quantistica, cybersecurity, energia e spazio; industria avanzata, ovvero automazione, robotica industriale, agritech, medicale e biotecnologie; mobilità e infrastrutture resilienti come energia; trasporto aereo, marittimo e terrestre; creatività e lifestyle, ovvero agroalimentare, design&arredo, moda, cultura e sport. Tra l’altro il mercato statunitense è parte integrante del Piano d’Azione per l’Export varato dalla Farnesina tra i mercati maturi ad alto potenziale, nella consapevolezza che i rapporti economici con gli Stati Uniti sono improntati ad una forte integrazione commerciale, industriale e tecnologica.

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Fronte congelato e l'Ue al tavolo. Il messaggio di Zelensky a Londra

Dall'apparente disimpegno strategico di Trump all'impegno di una triade europea anglo-franco-tedesca che prova a far fruttare il lavoro degli sherpa militari e diplomatici delle ultime settimane. Come ha detto ieri Zelensky arrivando a Londra per "discutere e concordare i punti chiave", gli argomenti sono ancora una volta "la difesa in caso di guerra, maggiore cooperazione per la sicurezza di tutta Europa nella difesa aerea, e la visione condivisa sulle prospettive diplomatiche: l'Europa secondo il presidente ucraino deve partecipare ai negoziati e dev'essere forte". E dunque dovrebbe associare la propria industria militare sempre di più a quella ucraina. Per mostrarsi uniti ed efficienti. E arrivare all'obiettivo esplicitato ieri a Sky News: congelare le linee del fronte "è la via più rapida" per una tregua per poi spostarsi "in un contesto diplomatico", ha aggiunto Zelensky ribadendo che non cederà il Donbass.

Una spinta per rialzare la testa come Continente è giunta solo in parte ieri a Downing Street: dal padrone di casa Starmer, dal presidente francese Macron e dal cancelliere tedesco Merz. Zelensky ha rivendicato l'apertura al dialogo con Putin ("Io pronto a negoziare, deve rispondere alla mia lettera") e ha chiesto al formato E3 di archiviare la fase di rodaggio della Coalizione dei Volenterosi per avviare un'azione in favore di una pace giusta e duratura. Ma come? Al quadro immaginato da Starmer e Macron mesi fa, si sono aggiunte scelte pragmatiche di Kiev. E queste ha messo sul piatto ieri Zelensky, facendo intendere che, in caso di nuovi sostegni militari all'Ucraina come i 70 miliardi che potrebbero essere annunciati dai Paesi dell'Alleanza atlantica al vertice Nato di Ankara, i costi si abbatterebbero. Il riferimento è ai Drone Deals che prevedono la produzione e fornitura di droni, missili e munizioni, oltre a scambi tecnologici con i sistemi di difesa dei Paesi partner. Le intese con vari Paesi europei renderebbero più facile l'approvvigionamento. E risparmiare.

Nel Regno Unito dove l'agenda di Zelensky oggi prevede anche un incontro con Re Carlo III è già realtà l'apertura di una divisione di Ukrspecsystems vicino alla base aerea della Royal Air Force incastonata nel Suffolk, a Mildenhal, per produrre fino a mille droni al mese una volta a regime; si partirà con 200, attesi entro l'anno. Espansione dell'industria del droni ucraini prevista anche in Germania e Danimarca, entro il 27 con le aziende FirePoint e Skyfall. E c'è soprattutto l'idea di integrare nei sistemi europei a protezione dei cieli oggi schiavi di costosi jet l'intelligenza artificiale gialloblù; già testata sul campo per neutralizzare gli attacchi russi e contrattaccare in territorio della Federazione fino a colpire San Pietroburgo. "Non moriremo in silenzio, diventeremo ogni giorno più forti", la lettura ieri di Zelensky. Che esclude Mosca e Minsk per eventuali colloqui, ma "Putin può scegliere il formato che vuole: con Trump, gli europei o bilaterale". Gli E3, tra affari e diplomazia, cercano di colmare il vuoto lasciato dagli Stati Uniti0 nella ricerca di un'intesa con Mosca, mostrando capacità militare di ultima generazione (efficace e a basso costo con Kiev) e spiragli di dialogo. Dopo la lettera di Zelensky a Putin, questi potrebbero passare nelle mani di Macron, che ha già aperto un canale. O perfino dall'ex proprietario del Chelsea, Roman Abramovich. Zelensky ieri ha infatti confermato che il magnate è stato a Kiev per farsi tramite tra il presidente ucraino e quello russo.

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Peruvians await results of elections for ninth president in a decade

The presidential election in Peru to determine the 9th head of state in a decade is too close to call. Right-wing candidate, Keiko Fujimori ran on promises to be tough on crime and is the daughter of the late, former president and authoritarian figure Alberto Fujimori who was convicted of human rights abuses. Left-wing candidate Roberto Sanchez, an ally of jailed former president Pedro Castillo, has vowed to address the socioeconomic divide between those living in cities and rural areas. The winner will likely be declared in some days after a full count is completed.

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L’apostolato dell’arcivescovo Fulton Sheen, presto beato, attraverso i mass-media

Papa Leone XIV incontrando a Roma, il 1° giugno 2026, i partecipanti all’Assemblea generale delle Pontificie Opere Missionarie, ha suggerito di guardare all’esempio del Venerabile arcivescovo statunitense Fulton John Sheen, che verrà beatificato, a St. Louis nel Missouri, il prossimo 24 settembre. Aggiungendo di essere testimone in prima persona della sua opera di evangelizzazione, che “per decenni ha brillato (anche) attraverso i mezzi radiofonici e televisivi”.

Come scrive nella sua autobiografia, La mia vita. Un tesoro in un vaso d’argilla (a cura di G. Vassallo, Edizioni Ares, 2025), monsignor Sheen nel suo lavorare nella televisione nazionale commerciale, a differenza della precedente esperienza radiofonica, “non parlava più in nome della Chiesa e sotto il patrocinio dei suoi vescovi (…) Non si trattava più di una presentazione diretta della dottrina cristiana (in un linguaggio semplice e chiaro), ma di un discorso propedeutico a essa che doveva partire da qualcosa comprensibile a tutti. Così, in quegli anni televisivi, gli argomenti spaziavano dal comunismo, all’arte, alla scienza, all’umorismo, all’aviazione, alla guerra, ecc. Partendo da un interesse comune al pubblico e a lui, procedeva gradualmente dal noto all’ignoto all’ignoto o alla filosofia morale e cristiana”. Facendo leva su questo metodo – “lo stesso (…) usato da San Paolo ad Atene” – sapendo essere “simpatico ed esigente a un tempo” (G. Vassallo), è riuscito a raggiungere il vasto pubblico televisivo americano con il programma Life is Worth Living così come ha concorso a moltissime conversioni alla fede cattolica. La sua popolarità era tale che ha ricevuto nel 1952 l’Emmy Award, uno dei più importanti premi radiotelevisivi. Nonostante i significativi dati di ascolto registrati, non ha mai però ridefinito sé stesso e il proprio ministero sulla base di questi ultimi, semmai, per sua stessa ammissione, sempre attraverso la fedeltà quotidiana all’“Ora Santa”, pratica di adorazione eucaristica.

Ora, senza nulla togliere al suo profilo altrettanto di successo di autore di saggi teologici e opere di spiritualità, si intende qui mettere in rilievo il ruolo di pioniere cattolico nell’uso della radio e della televisione per l’evangelizzazione e l’insegnamento. Con una postilla, prendendo in prestito le parole dell’attuale arcivescovo di New York, S. E. Mons. Ronald A. Hicks: “l’intera vita dell’arcivescovo Sheen è stata dedicata a fare discepoli e a diffondere la buona notizia del Vangelo (…) Da sacerdote nella sua Diocesi di origine, Peoria; da professore alla Catholic University of America; da Direttore nazionale della Società per la Propagazione della Fede; da vescovo  ausiliare di New York; da vescovo di Rochester (….) si è sempre sforzato di avvicinare le persone a Gesù e alla sua Chiesa”.  In proposito, nella già citata autobiografia, l’Arcivescovo chiariva di essersi affidato, in televisione, più alla grazia di Dio che a sé stesso facendo poi riferimento alla Prima lettera di Paolo ai Corinzi, in particolare dove sta scritto che Paolo ha piantato, Apollo ha irrigato, ma è Dio che ha fatto crescere.

Ripercorrendo la “pastorale di frontiera” del Venerabile Fulton John Sheen, a partire dal programma radiofonico The Catholic Hour e dal già citato programma televisivo (Life is Worth Living), emerge chiaramente quanto affermato da papa Leone XIV nella Lettera Enciclica Magnifica Humanitas:  “La comunicazione non è solo trasmissione di informazioni, ma è creazione di una cultura” (MH, 135), sempre di più oggi, di ambienti umani e digitali che siano spazi di dialogo e di confronto  in cui “possano maturare libertà interiore e pensiero critico”.  Ai nostri giorni, questa eredità, come messo in rilievo da padre Michael Baggot, LC, docente di bioetica, è un invito a “let’s move from online whining to witnessing as One”; è un richiamo a interrogarci sull’impatto dei contenuti che consumiamo o produciamo online, ovvero se essi edificano o danneggiano le persone e la comunità, e quindi anche la Chiesa.

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“Servono maiale per escludere i musulmani”. La sinistra in Francia vuol censurare i banchetti “patriottici”

Una nuova polemica sta attraversando la Francia in questi giorni per colpa di una serie di eventi, dei banchetti, durante i quali si celebra la tradizione francese. Una società chiamata Le Canon Français, infatti, organizza periodicamente dei banchetti affittando uno spazio privato in un’area industriale a breve distanza dal centro di una città ai quali partecipano migliaia di persone. L’ultimo evento a Colmar, in Alsazia, è stato seguito anche dalla BBC e ha avuto un’affluenza di circa 3500 persone.

Si mangia, si canta e per lo più gli uomini indossano baschi e bretelle, una sorta di divisa rivisitata che richiama l’identità locale. Non sono mai state segnalate risse o problemi di ordine pubblico, anche perché il punto 3 del regolamento recita: "Non imporre le proprie idee politiche". Eppure la sinistra francese ha alzato la voce: questi banchetti sarebbero razzisti e discriminatori. Il motivo? I menù sono principalmente a base di carne di maiale, nel rispetto della tradizione gastronomica francese ricca di arrosti, e, ovviamente, di vino. Questo escluderebbe dai banchetti sia i musulmani che i vegetariani.

A sollevare il tema è stata La France Insoumise, che sostiene anche di avere le prove di cori razzisti durante l’evento: la BBC che ha partecipato all’evento di Colmar, però, sostiene che le uniche canzoni intonate sono state quelle della tradizione locale e di cantanti come Michel Delpech e Joe Dassi che, sebbene appartengano a un’altra epoca rispetto ai partecipanti, tutti tra i 20 e i 30 anni, sono molto amati.

L’altro elemento che sembra disturbare la sinistra francese è il presunto finanziatore di questi eventi, il miliardario Pierre-Edouard Stérin, conservatore che ha fondato un think tank che promuove idee di destra come il ridimensionamento dell'immigrazione, il blocco dell'aborto e la promozione del patrimonio cristiano della Francia.

Ancora una volta la sinistra emerge con il suo lato meno democratico, cercando di intervenire e polemizzare su eventi privati che creano aggregazione sana tra i giovani locali. “Veniamo per quattro cose: atmosfera, amici, alcol e cibo”, ha spiegato un partecipante alla BBC. Una motivazione a quanto pare molto comune tra i giovani che, come fa notare la testata inglese, a Colmar hanno festeggiato senza eccessi. “La folla a Colmar era prevalentemente – ma non esclusivamente – bianca, e molti si dicevano felici di poter festeggiare in modo tradizionale tra amici”, ha riferito la BBC.

Eppure pare che ci sia un’indagine in corso a Caen perché ci sarebbero state denunce di provocazioni razziali. Emma Fourreau, deputata di LFI, al contrario sostiene che questi banchetti siamo “retrogradi, una caricatura”, perché “non rappresentano la Francia moderna, che è un luogo ricco nella sua diversità”. Sebbene i banchetti siano aperti a tutti, basta pagare, e non vi siano selezioni all’ingresso, la sinistra con le sue accuse di razzismo è riuscita a far bloccare l’evento di Quimper, in Bretagna.

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