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“L’intelligenza artificiale sia al servizio dell’uomo, l’arte ci restituisce anima e profondità”, l’appello di Antonio Banderas a Papa Leone XIV

L’arte come antidoto alla semplificazione, alla violenza e al rischio che la tecnologia finisca per dominare l’uomo anziché servirlo. È il messaggio lanciato da Antonio Banderas durante l’incontro con Papa Leone XIV e i rappresentanti del mondo della cultura, dell’arte, dell’economia e dello sport che si è svolto alla Movistar Arena. L’attore e regista spagnolo ha dedicato una parte significativa del suo intervento al rapporto tra creatività e intelligenza artificiale, sottolineando il valore insostituibile dell’esperienza artistica in una società sempre più condizionata dall’innovazione tecnologica.

“In un mondo che corre, che si frammenta, che a volte si semplifica troppo, l’arte ci aiuta a recuperare la profondità e l’anima che ci vengono sottratte dall’intelligenza artificiale, che deve stare al servizio dell’essere umano e non il contrario”, ha affermato la star internazionale del cinema. Secondo Banderas, l’arte conserva una dimensione umana che nessuna tecnologia può sostituire. “Abbiamo bisogno di continuare a creare e a condividere. Di continuare a porci domande. Di continuare a cercare la bellezza sì, ma anche la verità”, ha aggiunto, descrivendo l’incontro tra la Chiesa e la società civile come un momento “non solo opportuno, ma necessario”.

Nel suo intervento, l’attore ha anche ribadito il ruolo dell’arte come strumento di dialogo e di pace. “L’arte è sempre un’alternativa alla violenza e alla sofferenza. Contro le guerre. Contro tutte le guerre, contro ogni forma di violenza, perché l’arte deve essere un tacito accordo per un dialogo profondo”, ha dichiarato. Banderas ha inoltre ricordato il legame storico tra la Chiesa cattolica e la produzione artistica, definendolo “non solo fecondo, ma decisivo”. A suo giudizio, la Chiesa può essere considerata “la più grande produttrice d’arte nella storia dell’umanità”, con Gesù Cristo come “la figura più rappresentata nella storia dell’arte” e “il grande protagonista del film della vita”.

L’attore ha poi richiamato la tradizione della Settimana Santa di Malaga, città alla quale è profondamente legato e dove partecipa ogni anno alle celebrazioni religiose. Riti che, ha spiegato, rappresentano l’incontro tra arte e fede e continuano a unire devozione popolare e patrimonio culturale. Al termine del suo discorso, Banderas si è avvicinato a Papa Leone XIV per un breve scambio di parole, suggellando un intervento incentrato sulla necessità di preservare la dimensione umana della creatività in un’epoca segnata dalla crescente presenza dell’intelligenza artificiale.

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Cláudia Abreu recebe homenagem na 30ª edição do CINE/PE

A atriz Cláudia Abreu recebeu, na noite de sábado (6), o Troféu Calunga Dourada durante a 30ª edição do CINE/PE – Festival do Audiovisual. A homenagem foi realizada no Cinema do Teatro do Parque e marcou uma das principais atividades da programação do evento.

A entrega da honraria foi feita pela diretora do festival, Sandra Bertini, que destacou que a escolha da atriz para receber a homenagem foi definida em conjunto com Alfredo Bertini, realizador do CINE/PE, falecido em fevereiro deste ano.

“Eu estou muito feliz de estar aqui celebrando essa homenagem. Cláudia foi uma escolha feita por mim e por Bertini para esta edição tão especial dos 30 anos do festival”, afirmou Sandra. A diretora também observou que a Calunga Dourada recebeu uma versão comemorativa pelos 30 anos do evento. “E hoje ela chega às mãos de uma artista escolhida com muito carinho para fazer parte desta história”, reforçou.

Ao receber o troféu, Cláudia Abreu dedicou a homenagem a Sandra e Alfredo Bertini. “Eu queria dedicar essa homenagem a eles dois e à perseverança de vocês”, declarou.

Felipe Souto Maior
Cláudia Abreu recebe Calunga Dourada em noite de homenagem no CINE/PE - Felipe Souto Maior

A atriz também relembrou o convite feito por Alfredo Bertini para participar da edição deste ano do festival. “Eu me lembro até hoje do áudio longo, entusiasmado, carinhoso e caloroso que ele me mandou. Estou aqui por ele. Acho que este festival, simbolicamente, vai honrar a vida e o legado dele através do cinema e dos afetos”, afirmou.

Mais cedo, durante entrevista coletiva, Cláudia falou sobre a homenagem e comentou sua trajetória no cinema brasileiro. A atriz relembrou a decisão de não renovar contratos de longo prazo na televisão durante a década de 1990 para se dedicar ao cinema após o período de retomada da produção nacional.

“Eu tive uma intuição muito forte de que precisava estar livre para ser atriz de cinema. Fiz um filme atrás do outro e hoje, 30 anos depois, receber uma homenagem em um festival de cinema tem um significado muito especial para mim”, disse.

Ao comentar o reconhecimento recebido no festival, a atriz afirmou que a homenagem também provoca uma reflexão sobre sua trajetória profissional. “Você faz um inventário dos encontros, erros, acertos e das decisões que moldaram sua trajetória. Recebo essa homenagem com muita gratidão, mas com os pés no chão e com vontade de continuar trabalhando”, declarou.

Além da homenagem, a programação da noite incluiu exibições das mostras competitivas do festival. Na Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Pernambucanos foi exibido o documentário “A Física dos Invisíveis”, dirigido por Camilo Soares.

A Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Nacionais apresentou os filmes “João-de-Barro” (MG), de Daniel Jaber e Lu Damasceno, e “Punhal” (RJ), dirigido por Clementino Júnior.

Já a Mostra Competitiva de Longas-Metragens exibiu “Onde Estamos Seguros” (SP), dirigido por Thais Scabio e Gilberto Caetano.

Neste domingo (7), o CINE/PE encerra sua 30ª edição com as mostras paralelas no Cinema São Luiz e a cerimônia de premiação, quando serão anunciados os vencedores do Troféu Calunga.

© Felipe Souto Maior

Cláudia Abreu recebe Calunga Dourada em noite de homenagem no CINE/PE
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New York Times criticado por fazer perfil da “actriz” IA Tilly Norwood

Os críticos sustentam que o jornal nova-iorquino está a dar palco a este “delírio cruel e humilhante da oligarquia anti-arte”. Mas como é que se faz sequer o perfil de um modelo de IA? O The New York Times está a ser duramente criticado por leitores depois de a sua revista ter publicado um perfil da “actriz” de inteligência artificial Tilly Norwood. “Faço perfis de celebridades para viver. Nada me preparou para Tilly Norwood”, lê-se no título do artigo, assinado por Taffy Brodesser-Akner. O subtítulo reforça esta lógica de antropomorfização: “A actriz de IA fala sobre o seu ofício, o

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