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Ministério abre inscrição para prêmio Melhores Práticas em Jogo

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Estão abertas até o dia 30 de agosto as inscrições para o prêmio Melhores Práticas do Desenvolvimento em Jogo. Podem participar professores e facilitadores de instituições de ensino superior que inovam em métodos pedagógicos, utilizando o jogo Desenvolvimento em Jogo.

A ferramenta foi criada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e executada pela Secretaria Nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial (SDR). O objetivo de demonstrar que é possível adotar metodologias criativas e acessíveis na formulação e na implementação de políticas públicas.

Notícias relacionadas:

De acordo com o ministério, 30 práticas pedagógicas serão vencedoras, sendo três de cada uma das dez categorias do prêmio: Semiárido, Amazônia Legal, Faixa de Fronteira e Vale do Jequitinhonha, entre outras, com a cerimônia de premiação em Brasília.

Na mesma ocasião os premiados poderão participar de um seminário de intercâmbio, para trocar experiências e fortalecer as redes de aprendizagem sobre desenvolvimento regional. Para conferir o edital com as regras, basta acessar aqui

O que é

Inspirado nos jogos de RPG, o Desenvolvimento em Jogo propõe uma abordagem inovadora para comunicar os conceitos da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), tornando o processo de aprendizagem mais dinâmico, interativo e participativo.

Os participantes são divididos em cinco equipes, cada uma representando uma das macrorregiões brasileiras, e desafiados a simular processos de decisão que envolvem diferentes interesses e realidades locais. O objetivo é formar jovens e gestores comprometidos com a redução das desigualdades regionais e com a promoção do desenvolvimento sustentável.

De acordo com o ministério, a experiência estimula a reflexão sobre a diversidade do território nacional e sobre a importância da cooperação entre regiões para alcançar um desenvolvimento equilibrado.

A ferramenta simplifica conceitos e estimula o engajamento da população na construção de políticas públicas, buscando explorar metodologias inovadoras de aprendizagem voltadas à compreensão das políticas públicas e dos desafios do desenvolvimento regional.

“Queremos reconhecer as diferentes práticas, porque não tem um jeito certo ou um jeito único de aplicar o jogo. O prêmio identifica justamente essas várias formas criativas que discutem as questões sobre o desenvolvimento regional, os desafios de tomada de decisão em um colegiado, os imprevistos que acontecem no meio do caminho de um processo decisório. Não tem jeito certo nem errado, tem o jeito de enfrentar as desigualdades dos territórios”, explicou a coordenadora-geral de Fortalecimento de Capacidades dos Entes Federados do MIDR, Taciana Leme.

Segundo Taciana, muitos docentes e facilitadores já utilizam o jogo em salas de aula, projetos de extensão, oficinas, cursos e atividades comunitárias, o que fomenta soluções inovadoras. Taciana ainda destaca a importância do prêmio para o desenvolvimento territorial.

“O prêmio surge como uma oportunidade para registrar essas experiências, compartilhar metodologias e inspirar novas aplicações em diferentes contextos do país. Eu convido aqueles que trabalham com formação de pessoas que se inscrevam neste edital. É uma excelente oportunidade para a gente construir uma rede, um ecossistema de pessoas comprometidas com a redução das desigualdades no nosso país”, afirmou.

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Ministério abre inscrição para prêmio Melhores Práticas em Jogo

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Estão abertas até o dia 30 de agosto as inscrições para o prêmio Melhores Práticas do Desenvolvimento em Jogo. Podem participar professores e facilitadores de instituições de ensino superior que inovam em métodos pedagógicos, utilizando o jogo Desenvolvimento em Jogo.

A ferramenta foi criada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e executada pela Secretaria Nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial (SDR). O objetivo de demonstrar que é possível adotar metodologias criativas e acessíveis na formulação e na implementação de políticas públicas.

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De acordo com o ministério, 30 práticas pedagógicas serão vencedoras, sendo três de cada uma das dez categorias do prêmio: Semiárido, Amazônia Legal, Faixa de Fronteira e Vale do Jequitinhonha, entre outras, com a cerimônia de premiação em Brasília.

Na mesma ocasião os premiados poderão participar de um seminário de intercâmbio, para trocar experiências e fortalecer as redes de aprendizagem sobre desenvolvimento regional. Para conferir o edital com as regras, basta acessar aqui

O que é

Inspirado nos jogos de RPG, o Desenvolvimento em Jogo propõe uma abordagem inovadora para comunicar os conceitos da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), tornando o processo de aprendizagem mais dinâmico, interativo e participativo.

Os participantes são divididos em cinco equipes, cada uma representando uma das macrorregiões brasileiras, e desafiados a simular processos de decisão que envolvem diferentes interesses e realidades locais. O objetivo é formar jovens e gestores comprometidos com a redução das desigualdades regionais e com a promoção do desenvolvimento sustentável.

De acordo com o ministério, a experiência estimula a reflexão sobre a diversidade do território nacional e sobre a importância da cooperação entre regiões para alcançar um desenvolvimento equilibrado.

A ferramenta simplifica conceitos e estimula o engajamento da população na construção de políticas públicas, buscando explorar metodologias inovadoras de aprendizagem voltadas à compreensão das políticas públicas e dos desafios do desenvolvimento regional.

“Queremos reconhecer as diferentes práticas, porque não tem um jeito certo ou um jeito único de aplicar o jogo. O prêmio identifica justamente essas várias formas criativas que discutem as questões sobre o desenvolvimento regional, os desafios de tomada de decisão em um colegiado, os imprevistos que acontecem no meio do caminho de um processo decisório. Não tem jeito certo nem errado, tem o jeito de enfrentar as desigualdades dos territórios”, explicou a coordenadora-geral de Fortalecimento de Capacidades dos Entes Federados do MIDR, Taciana Leme.

Segundo Taciana, muitos docentes e facilitadores já utilizam o jogo em salas de aula, projetos de extensão, oficinas, cursos e atividades comunitárias, o que fomenta soluções inovadoras. Taciana ainda destaca a importância do prêmio para o desenvolvimento territorial.

“O prêmio surge como uma oportunidade para registrar essas experiências, compartilhar metodologias e inspirar novas aplicações em diferentes contextos do país. Eu convido aqueles que trabalham com formação de pessoas que se inscrevam neste edital. É uma excelente oportunidade para a gente construir uma rede, um ecossistema de pessoas comprometidas com a redução das desigualdades no nosso país”, afirmou.

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Ministro destaca ações contra El Niño e avanços ambientais

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O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, afirmou, nesta sexta-feira (5), que o governo federal voltou a tratar o meio ambiente como indutor do desenvolvimento e não como obstáculo. O ministro fez um pronunciamento, em rede nacional, em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de maio.

Além dos avanços, o ministro falou ainda, sobre os desafios que o país tem pela frente, como a previsão de um novo El Niño para este ano, que eleva o risco de queimadas e as respostas já adotadas diante desse cenário.

Notícias relacionadas:

“Neste ano, diante da previsão de um novo El Niño, reforçamos o monitoramento e colocamos em campo o maior contingente de brigadistas da nossa história. Aumentamos o número de aeronaves e equipamentos de prevenção e combate e apoiamos em mais de meio bilhão de reais os corpos de Bombeiros dos estados onde há mais incêndios florestais”, destacou Capobianco.

Em sua fala, ele enumerou ações realizadas nos últimos três anos e  defendeu que o governo está mostrando que é possível crescer, gerar emprego e renda sem deixar de proteger florestas, águas e biodiversidade brasileiras.

Capobianco destacou a redução do desmatamento em diferentes biomas, como na Amazônia, onde caiu pela metade nos últimos três anos. No Cerrado, a redução foi de 32%, e no Pantanal, 65%. Além disso, ele ressaltou que as áreas protegidas foram ampliadas com a criação de mais de dez novas reservas ambientais e o reconhecimento de terras indígenas e de territórios quilombolas.

“Somadas, elas equivalem em torno de 5 milhões de campos de futebol, desses em que veremos nossa seleção jogar durante a Copa do Mundo que se aproxima. Ao proteger nossos biomas, salvamos a biodiversidade e evitamos lançar na atmosfera milhões de toneladas de gases de efeito estufa”.

De acordo com o ministro do Meio Ambiente, o país voltou a liderar a transição energética, a partir da substituição de combustíveis fósseis por opções mais limpas, como os biocombustíveis e a eletricidade. Durante o pronunciamento, Capobianco disse que o governo criou estímulos para a renovação das frotas privadas e de transporte público.

"Esses resultados são fruto de um amplo trabalho de cooperação entre o governo do Brasil, os estados e municípios e a sociedade civil. Eles só foram possíveis porque voltamos a investir em ciência, em monitoramento, e a fortalecer instituições importantíssimas, como o Ibama e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, que foram alvo de tentativas de desmonte em anos anteriores”, mencionou.

Capobianco citou também a retomada da cooperação internacional, com a volta do Fundo Amazônia, com nove países financiadores. Segundo ele, são ações que viabilizaram um volume recorde de R$ 204 bilhões em recursos públicos e privados, nacionais e internacionais, para o desenvolvimento sustentável no Brasil. Ele mencionou também que o governo federal voltou a investir na recuperação de áreas degradadas e na restauração florestal, alcançando 3,4 milhões de hectares recuperados.

“Hoje, no mundo inteiro, são os critérios ambientais que definem acordos comerciais e abrem as portas do investimento. Ir na contramão dessa tendência pode fechar mercados e isolar o país. Proteger as nossas florestas, os nossos rios e a vida de nossas famílias já seria razão suficiente e é, ao mesmo tempo, uma garantia para o futuro próspero da economia brasileira", afirmou.

 

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Ministro destaca ações contra El Niño e avanços ambientais

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O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, afirmou, nesta sexta-feira (5), que o governo federal voltou a tratar o meio ambiente como indutor do desenvolvimento e não como obstáculo. O ministro fez um pronunciamento, em rede nacional, em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de maio.

Além dos avanços, o ministro falou ainda, sobre os desafios que o país tem pela frente, como a previsão de um novo El Niño para este ano, que eleva o risco de queimadas e as respostas já adotadas diante desse cenário.

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“Neste ano, diante da previsão de um novo El Niño, reforçamos o monitoramento e colocamos em campo o maior contingente de brigadistas da nossa história. Aumentamos o número de aeronaves e equipamentos de prevenção e combate e apoiamos em mais de meio bilhão de reais os corpos de Bombeiros dos estados onde há mais incêndios florestais”, destacou Capobianco.

Em sua fala, ele enumerou ações realizadas nos últimos três anos e  defendeu que o governo está mostrando que é possível crescer, gerar emprego e renda sem deixar de proteger florestas, águas e biodiversidade brasileiras.

Capobianco destacou a redução do desmatamento em diferentes biomas, como na Amazônia, onde caiu pela metade nos últimos três anos. No Cerrado, a redução foi de 32%, e no Pantanal, 65%. Além disso, ele ressaltou que as áreas protegidas foram ampliadas com a criação de mais de dez novas reservas ambientais e o reconhecimento de terras indígenas e de territórios quilombolas.

“Somadas, elas equivalem em torno de 5 milhões de campos de futebol, desses em que veremos nossa seleção jogar durante a Copa do Mundo que se aproxima. Ao proteger nossos biomas, salvamos a biodiversidade e evitamos lançar na atmosfera milhões de toneladas de gases de efeito estufa”.

De acordo com o ministro do Meio Ambiente, o país voltou a liderar a transição energética, a partir da substituição de combustíveis fósseis por opções mais limpas, como os biocombustíveis e a eletricidade. Durante o pronunciamento, Capobianco disse que o governo criou estímulos para a renovação das frotas privadas e de transporte público.

"Esses resultados são fruto de um amplo trabalho de cooperação entre o governo do Brasil, os estados e municípios e a sociedade civil. Eles só foram possíveis porque voltamos a investir em ciência, em monitoramento, e a fortalecer instituições importantíssimas, como o Ibama e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, que foram alvo de tentativas de desmonte em anos anteriores”, mencionou.

Capobianco citou também a retomada da cooperação internacional, com a volta do Fundo Amazônia, com nove países financiadores. Segundo ele, são ações que viabilizaram um volume recorde de R$ 204 bilhões em recursos públicos e privados, nacionais e internacionais, para o desenvolvimento sustentável no Brasil. Ele mencionou também que o governo federal voltou a investir na recuperação de áreas degradadas e na restauração florestal, alcançando 3,4 milhões de hectares recuperados.

“Hoje, no mundo inteiro, são os critérios ambientais que definem acordos comerciais e abrem as portas do investimento. Ir na contramão dessa tendência pode fechar mercados e isolar o país. Proteger as nossas florestas, os nossos rios e a vida de nossas famílias já seria razão suficiente e é, ao mesmo tempo, uma garantia para o futuro próspero da economia brasileira", afirmou.

 

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Parlamentares governistas vão aos EUA apresentar contraponto à direita

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Um grupo de parlamentares brasileiros esteve em Washington, de 3 a 5 de junho, com o objetivo de apresentar um contraponto às narrativas da direita brasileira junto a instituições americanas.

Formado pelos deputados federais Pedro Uczai (PT/SC), Jandira Feghalli (PcdoB/RJ), Pedro Campos (PSB/PE) e André Janones (REDE/MG), o grupo governista representa 114 deputados de suas bancadas.

Notícias relacionadas:

Segundo Feghalli, a delegação focou em três pontos principais:
  • reafirmar a soberania brasileira em sua economia, democracia e política;
  • entregar três documentos a parlamentares e instituições americanas;
  • e discutir as tarifas impostas ao Brasil, como o PIX, que, segundo os parlamentares, não possuem base técnica jurídica.

A deputada federal explicou que um desses documentos solicita cooperação, e não intervenção, no combate ao crime organizado, abrangendo tráfico de armas, tráfico de drogas, monitoramento de recursos e outras pautas de cooperação já solicitadas pelo governo brasileiro. 

Em outro texto, os deputados contestam, com contribuições de especialistas em economia, as tarifas impostas pelo governo americano, argumentando que elas têm um sentido político e não se justificam.

“A questão do PIX foi abordada com a declaração de que não será aceita qualquer intervenção que inviabilize, fragilize ou dificulte o uso do PIX, considerado uma soberania financeira do povo brasileiro e uma ferramenta moderna para transações financeiras gratuitas, transparentes e lícitas”.

Segundo a deputada, na Organização dos Estados Americanos (OEA), a missão abordou o aspecto democrático do ano eleitoral, alertando sobre possíveis intervenções diretas dos Estados Unidos, crimes no ambiente digital e violência política física, de gênero e geral.

“Foi solicitado o acompanhamento e observação da OEA, não apenas da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, mas também da Secretaria de Fortalecimento da Democracia, cujo observatório eleitoral já teve o acompanhamento solicitado pelo governo brasileiro para as eleições”, informou Feghalli.

De acordo com a deputada, parlamentares americanos demonstraram sensibilidade e muitos se comprometeram a tomar iniciativas em relação aos temas apresentados.

“A missão considerou sua atuação produtiva e válida na conjuntura atual. A missão foi concluída com a sensação de dever cumprido e vamos acompanhar os desdobramentos”, finalizou.

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Parlamentares governistas vão aos EUA apresentar contraponto à direita

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Formado pelos deputados federais Pedro Uczai (PT/SC), Jandira Feghalli (PcdoB/RJ), Pedro Campos (PSB/PE) e André Janones (REDE/MG), o grupo governista representa 114 deputados de suas bancadas.

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Segundo Feghalli, a delegação focou em três pontos principais:
  • reafirmar a soberania brasileira em sua economia, democracia e política;
  • entregar três documentos a parlamentares e instituições americanas;
  • e discutir as tarifas impostas ao Brasil, como o PIX, que, segundo os parlamentares, não possuem base técnica jurídica.

A deputada federal explicou que um desses documentos solicita cooperação, e não intervenção, no combate ao crime organizado, abrangendo tráfico de armas, tráfico de drogas, monitoramento de recursos e outras pautas de cooperação já solicitadas pelo governo brasileiro. 

Em outro texto, os deputados contestam, com contribuições de especialistas em economia, as tarifas impostas pelo governo americano, argumentando que elas têm um sentido político e não se justificam.

“A questão do PIX foi abordada com a declaração de que não será aceita qualquer intervenção que inviabilize, fragilize ou dificulte o uso do PIX, considerado uma soberania financeira do povo brasileiro e uma ferramenta moderna para transações financeiras gratuitas, transparentes e lícitas”.

Segundo a deputada, na Organização dos Estados Americanos (OEA), a missão abordou o aspecto democrático do ano eleitoral, alertando sobre possíveis intervenções diretas dos Estados Unidos, crimes no ambiente digital e violência política física, de gênero e geral.

“Foi solicitado o acompanhamento e observação da OEA, não apenas da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, mas também da Secretaria de Fortalecimento da Democracia, cujo observatório eleitoral já teve o acompanhamento solicitado pelo governo brasileiro para as eleições”, informou Feghalli.

De acordo com a deputada, parlamentares americanos demonstraram sensibilidade e muitos se comprometeram a tomar iniciativas em relação aos temas apresentados.

“A missão considerou sua atuação produtiva e válida na conjuntura atual. A missão foi concluída com a sensação de dever cumprido e vamos acompanhar os desdobramentos”, finalizou.

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