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Governo de SC lança edital mirando reativar a aviação regional

O governo de Santa Catarina publicou nesta sexta-feira (12) o edital para licitação do programa de subsídio a voos regionais no estado.

A iniciativa, chamada de “Programa VOA + SC” irá definir a empresa que vai prestar o serviço de transporte aéreo de passageiros e cargas no projeto de aviação regional.

Pela proposta, o governo catarinense poderá subsidiar parte do custo da operação (hora/voo) da empresa selecionada a fim de disponibilizar ao público em geral bilhetes aéreos mais baratos do que eles seriam ofertados caso o custo total da operação fosse refletido integralmente no preço das passagens.

A vencedora deverá oferecer os voos regulares nas rotas definidas no edital.

Segundo apuração da CNN, a proposta “diferente” tem como objetivo tentar reativar a aviação regional no estado a partir de um subsídio na operação, bareteando as passagens para o cliente final.

O investimento estatal está limitado a R$ 22,5 milhões para o primeiro ano de contrato.

As empresas interessadas em participar da licitação têm até 17 de julho para apresentarem as propostas.

Ainda segundo o governo do estado, a frequência de voos de cada uma das cidades será definida pelo Estado e poderá sofrer alterações conforme a demanda.

Em nota, o governador Jorginho Mello afirmou que a retomada do projeto aéreo regional tem como objetivo conectar todo o território estadual, fortalecendo o turismo e a geração de empregos.

“Santa Catarina já teve uma aviação regional muito forte e sabe o quanto isso ajudou no desenvolvimento das nossas regiões. Agora, estamos retomando esse caminho porque queremos um estado cada vez mais conectado e com oportunidades em todo o território. Quando você aproxima as regiões, facilita a chegada de investimentos, ajuda quem produz, fortalece o turismo e gera emprego”, disse.

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ANP suspende decisão sobre venda fracionada de GLP

A  ANP (Agência Nacional do Petróleo) suspendeu nesta sexta-feira (12) a discussão das novas regras para a venda e distribuição do gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha.

Na proposta, estava uma possível venda fracionada do botijão e a retirada de marcas dos cilindros.

Segundo a agência, as medidas foram tomadas para priorizar ações de resposta aos impactos do conflito no Oriente Médio no mercado brasileiro de combustíveis. A iniciativa inclui subvenções econômicas ao diesel, à gasolina e ao gás de cozinha, anunciadas mais cedo pela ANP.

As possíveis alterações no marco regulatório do setor estavam na pauta da reunião da diretoria da ANP realizada em 29 de maio, mas o debate foi adiado a pedido do relator para o “aprofundamento” da apreciação.

Em nota enviada à CNN, a ANP ressaltou que, caso as propostas sejam aprovadas pela diretoria, ainda serão submetidas à consulta e audiência públicas.

O objetivo da revisão do marco regulatório de distribuição e revenda pela ANP é contribuir para o desenvolvimento do mercado de GLP (gás de cozinha) e o acesso ao produto por diversos segmentos da sociedade, em benefício dos preços aos consumidores, preservando níveis de segurança adequados”, pontuou.

Ainda segundo a ANP, a suspensão busca concentrar as equipes nas ações consideradas prioritárias diante do cenário de incerteza. 

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Redução de perdas d’água abasteceria 48 milhões de pessoas, aponta estudo

A redução de perdas de água no Brasil poderia abastecer e beneficiar cerca de 48 milhões de pessoas, segundo mostrou um estudo divulgado pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a consultoria GO Associados.

Durante o processo de abastecimento de água, podem ocorrer perdas por vários motivos, como vazamentos, erros de medição e consumos não autorizados.

Esses desperdícios trazem impactos negativos ao meio ambiente, à receita e aos custos de produção das companhias, o que deixa mais caro o sistema como um todo, prejudicando, em última instância, os clientes.

O levantamento foi elaborado a partir de dados públicos do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa), com base em 2024 e compreende as cinco regiões do país, além dos estados e o DF, além dos 100 municípios mais populosos do país (incluindo as capitais), que figuraram no Ranking do Saneamento de 2026.

Em volume economizado, a marca seria de 2,8 bilhões de m³ por ano, número suficiente para abastecer a população do Canadá durante um ano. O país conta com 41,4 milhões de habitantes.

Ao todo, o Brasil perde 39,5% da água potável nos sistemas de distribuição e tem como meta reduzir as perdas para 25% até 2033, ano limite determinado pelo Marco Legal do setor

Sancionado em 2023, o marco já ultrapassou metade do prazo, espalhando dúvidas sobre a capacidade de alcance das metas fixadas até 2033.

O Novo Marco Legal do Saneamento estipulou que 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90% à coleta e ao tratamento de esgoto até 31 de dezembro de 2033.

Segundo mostrou a CNN, um levantamento da Abes (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental), apontou que apenas apenas 94 municípios caminham rumo à universalização dos serviços de água e esgoto no país.

Entre as capitais, Curitiba (PR) apresenta o melhor desempenho e é a única com pontuação suficiente para entrar na categoria “rumo à universalização”.

Na lista das cidades de grande porte, as melhores classificações estão com Leme (SP), Balneário Camboriú (SC) e Santa Bárbara D’Oeste (SP).

Já na região Norte – as capitais Belém (PA), Macapá (AP), Manaus (AM) e Porto Velho (RO) — registraram desempenho ruim, mostrando pouco depois da estipulação do marco legal.

 

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El plan de Luis de la Fuente para el Mundial: tres cambios y similitudes con el de la Eurocopa

Dos años después de alcanzar la excelencia en Alemania y coronarse en la Eurocopa del 2024, España afrontará la próxima edición de la Copa del Mundo con el objetivo prioritario de arrancarse la espina de Qatar 2022, donde fue eliminada en octavos por Marruecos en la tanda de penaltis, y repetir la gesta de Sudáfrica 2010 para lograr su segunda estrella.

Para ello, Luis de la Fuente contará con 26 'guerreros' y un plan específico muy similar al que le permitió tocar el cielo en el Olímpico de Berlín, tras derrotar a Inglaterra (2-1) en un duelo de infarto donde Oyarzabal se vistió de héroe para dar a España el cuarto título continental.

Sin embargo, para esta cita mundialista habrá hasta tres importantes cambios con respecto a aquella gloriosa Euro. En primer lugar, Mikel Oyarzabal ascenderá de rango tras la ausencia de Álvaro Morata y, a priori, será el nueve de referencia de Luis de la Fuente, con las alternativas de un Ferran Torres inspirado que acabó la temporada con mejores cifras goleadoras que el argentino Julián Álvarez, al que pretende el FC Barcelona para reforzar su plantilla; Borja Iglesias o incluso Dani Olmo, que también podría actuar como hombre más adelantado de 'falso nueve'.

Por otro lado, Pau Cubarsí será otra de las novedades en el once del técnico riojano, que ocuparía el puesto de un Robin Le Normand que, hasta la fecha, era un fijo en cada llamada de la selección. Sin embargo, su irregular temporada con el Atlético de Madrid ha provocado que sea otra de las grandes ausencias en la convocatoria para el Mundial de EEUU, Canadá y México.

Por último, la baja más relevante y que más polémica ha creado tras el anuncio de la lista ha sido la de Dani Carvajal. El ya ex del Real Madrid volvió de su dura lesión de rodilla en la recta final de temporada con el deseo de representar a su país en lo que, posiblemente, sería su última Copa del Mundo. No obstante, De la Fuente decidió convocar para el perfil derecho a Marcos Llorente y a Pedro Porro, olvidándose por completo de uno de los capitanes del equipo. Por el momento, parece que el colchonero le ha ganado la partida al del Tottenham y arrancará el Mundial ante Cabo Verde en el once titular.

Estos tres cambios no serán los únicos en el combinado nacional de cara al debut del lunes 15 de junio (18 horas) frente a los 'tiburones azules': las lesiones de Lamine Yamal y Nico Williams –que ayer se reincorporaron al grupo tras semanas lesionados– obligarán al seleccionador a mover la coctelera y apostar por Álex Baena en el costado izquierdo (o Yéremy Pino) y Ferran Torres en el derecho. Eso sí, tanto el extremo del Barça como el del Athletic podrían tener algunos minutos en el estreno.

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México se estrena con victoria ante Sudáfrica en un partido loco con hasta tres expulsiones

La mayor fiesta del fútbol arrancó con el partido inaugural entre México y Sudáfrica. En este primer envite de la Copa del Mundo, la Tricolor dio el golpe encima de la mesa (2-0) y se llevó los primeros tres primeros puntos de la competición con goles de Quiñones y Raúl Jiménez, en un partido donde hubo hasta tres expulsados.

Con la ausencia de la presidenta Sheinbaum en las gradas, la primera vez en la historia que la jefa de Estado no presencia el partido, México se hizo dueño y señor del partido y el tanto inicial no tardaría en llegar: Quiñones, que se convirtió en el jugador más significativo de su selección, abrió la lata del choque y del Mundial tras un disparo raso que se adentró en la red tras pasar por debajo de las piernas del cancerbero Williams, que minutos antes había evitado el 1-0 de Raúl Jiménez.

Los de Javier Aguirre, a pesar de seguir presionando y tensando la cuerda a los de Hugo Broos, con grandes oportunidades del propio Quiñones y Jiménez, se marcharon a vestuarios con tan solo un gol de ventaja. Después de una primera parte intensa, el segundo envite no iba a defraudar: nada más reanudarse el duelo, los africanos se quedaron con diez futbolistas tras la expulsión de Shitole, que se vio obligado a parar a Gutiérrez cuando se quedaba mano a mano delante de Williams.

Golpe moral para una Sudáfrica que, minutos más tarde, sufrió la embestida definitiva con el tanto del máximo artillero mexicano, Raúl Jiménez, que en su tercera oportunidad no falló dentro del área pequeña. Cabezazo a la red en el segundo palo y la locura se apoderó de los aficionados mexicanos en las gradas.

Cuando todo parecía que iba a finalizar sin más sorpresas, llegarían por último las expulsiones de Zwane, de Sudáfrica, y César Montes, de México, para darle el sabor picante al inicio de un Mundial que se prevé apasionante.

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María Trisac, periodista deportiva: "Que no haya ningún futbolista del Madrid es por De la Fuente"

Una de las grandes voces radiofónicas de nuestro país, María Trisac, ha visitado la redacción de 20minutos para explicar sus impresiones de cara a la próxima Copa del Mundo de fútbol. La periodista de EsRadio y colaboradora de El Chiringuito, que se convirtió en la primera mujer en presentar un programa deportivo nocturno en radio, habló de todas y cada una de las cuestiones relacionadas a la selección española de fútbol y desveló cuáles son sus favoritos para un Mundial que se prevé "muy apasionante".

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La visita del Papa proyecta al mundo las heridas de una España polarizada

Unas horas antes de que el Papa León XIV aterrizara en España, el diario británico The Guardian tiraba de humor inglés para titular su previa del viaje: «Intervención divina: por qué la visita del Papa León podría ser una bendición para Pedro Sánchez». Era la primera pista de que, más allá de las misas multitudinarias, el fervor popular y la perfecta organización, por encima de cualquier doctrina general que pudiera dictar el Papa, el viaje pontifical iba a servir de altavoz a las contradicciones internas de España.

La prensa internacional ha puesto el termómetro y de ahí han salido clichés ya conocidos, como el fútbol o el nacionalismo, y nuevas heridas como la polarización o la inmigración.

«El Papa se inmiscuye en las guerras culturales de España en torno al fútbol y la lengua catalana», escribe el Times británico, que destaca, por un lado, el gesto de León XIV de iniciar en este idioma su primera intervención en Barcelona (algo que «muchos catalanes esperaban») y, por el otro, su confesión de que a título individual prefiere al Real Madrid frente al Barça.

Otra contradicción interna es la que destacaba el Washington Post, que retrata a «una de las naciones más progresistas del mundo» rendida a los pies del jefe de la Iglesia. La visita coincidió con el ecuador de los 10 conciertos que Bad Bunny está dando en la capital y por supuesto el diario estadounidense no permitió que la realidad le estropeara un buen titular: «Con León y Bad Bunny de gira por Madrid, la mayor estrella podría ser el Papa».

Lacabecera contrapone al líder de 1.400 millones de católicos y al cantante de los 123.000 millones de reproducciones en Spotify para concluir que «el estoico oriundo de Chicago, que comenzó su pontificado con el lenguaje corporal de un introvertido, está demostrando tener las características de una figura estelar».

Y mientras otros medios aprovechan para ahondar en las diferencias entre el pontífice y el presidente del Gobierno, Pedro Sánchez, el New York Times descubre un original punto de unión: «Uno es el Papa, el otro un ateo. Ambos se oponen a Trump -escribe-. El papa León XIV y Pedro Sánchez, quienes se reunieron el lunes, han tenido recientemente roces con el presidente Trump. Sin embargo, sus motivaciones podrían ser diferentes».

Medios como el francés Le Monde son escépticos ante esta aparente «entente cordiale». «Los preparativos para la visita papal han acercado al gobierno a la Iglesia que, a pesar del descenso de la población religiosa, sigue siendo una fuerza económica y social clave en España. Sin embargo, bajo la aparente cordialidad pública, persisten tensiones en torno a varios temas delicados», escribe su corresponsal en España, Isabelle Piquer.

La sombra que proyecta el Papa sobre la cuitas domésticas de España tiene a su vez una sombra aún más alargada, la de Donald Trump, que se asoma también a algunos análisis de la Prensa. Medios como el italiano Corriere della Sera o el alemán Süddeutsche Zeitung ponen el acento en su discurso pacifista e integrador hacia los inmigrantes en contraposición con el del presidente del país de donde es originario el Pontífice.

También el argentino Clarín, que comenzó su serie de crónicas con la afirmación de que «el papa León XIV llega a España en la peor crisis de gobierno que atraviesa Pedro Sánchez» y que ha destacado el valiente mensaje en defensa de los inmigrantes no solo con la presencia que han tenido otras culturas en sus actos, sino también con visitas tan emotivas como la del centro de acogida CEDIA de Cáritas en Madrid.

La última escala de su viaje, en Canarias, será a buen seguro objeto de la máxima atención de la prensa extranjera por todo lo que significa. «¿Podrá el Papa traer esperanza y unidad al puerto de la vergüenza de España?», se pregunta The Times. Y añade: «León visitará Gran Canaria para rendir homenaje a los inmigrantes que fallecieron en la travesía desde África, pero los populistas están en auge a medida que la inmigración gana posiciones en la agenda política».

La sensación generalizada es que en cada acto, en cada discurso, el Papa ha ahondado más en la ruptura interna en España. Para Al Jazeera lo más destacable es que León XIV «pide el fin de la polarización en España» precisamente en un momento «en que España se enfrenta a controversias sobre temas como la inmigración y la corrupción política». El mejor ejemplo fue su discurso ante el Congreso y la ovación de siete minutos, que fue recogida ha sido recogida por todos los medios.

© EUROPAPRESS

El Papa León XIV visita el Congreso
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Rubén Uría, periodista deportivo: "He soñado que España gana el Mundial con gol de Álex Baena"

Rubén Uría, otro de los grandes conocidos del panorama periodístico español, se ha sumado a la serie especial de 20minutos para entrar en detalles acerca del Mundial de fútbol 2026, que se disputará del 11 de junio al 19 de julio en Estados Unidos, Canadá y México. El profesional de la comunicación, en La Dehesa, mostró su punto de vista acerca de la llamada de Luis de la Fuente a jugadores de la talla de Marc Pubill, Marcos Llorente y Álex Baena, también nos habló de la ausencia en la lista de los futbolistas del Real Madrid, del debate de la portería y nos desveló cuáles son sus favoritas y un sueño por cumplir en la próxima Copa del Mundo.

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Florentino Pérez, reelegido tras superar a Riquelme en unas elecciones más apretadas de lo esperado

Florentino Pérez ha sido reelegido como presidente del Real Madrid después de una votación más apretada de lo que se esperaba al inicio de la campaña, cuando un semidesconocido como Enrique Riquelme aceptó el desafío y presentó su candidatura contra el hombre que había dirigido la entidad blanca durante los últimos 17 años en su segunda etapa.

Los resultado de unas elecciones con polémica se retrasaron algo más de lo esperado debido a la impugnación de más de mil votos por correo a causa de la presencia de un doble sello. Los primeros 400 fueron anulados casi de inmediato, mientras que para los 600 siguientes hubo que esperar unas horas más.

El resultado final, 65 votos para Florentino y 35 para Riquelme, confirma una victoria holgada para Florentino Pérez, pero mucho menos de lo que se esperaba cuando convocó las elecciones, cuando ni siquiera estaba claro si iba a tener algún rival en los comicios. Riquelme dio el paso, logró –no sin dificultades– el aval bancario de 187 millones necesario y su candidatura ha ido creciendo con el paso de los días.

Con el lema de El Real Madrid no se vende, el empresario alicantino se mostró firmemente contrario a la intención de Pérez de poner a la venta entre un 5 y un 10% del club. Las explicaciones del presidente saliente de que no es una operación que haga que los socios pierdan poder, sino lo contrario, no parecen haber convencido al electorado.

Después, ya entrando en lo deportivo, las promesas de fichajes parecen haber calado en el socio, con Erling Haaland y Rodri como superestrellas, anunciadas además en prime time con Pablo Motos en El hormiguero. Los desmentidos del padre y la agente del noruego no restaron demasiada credibilidad al proyecto del empresario de Cox.

El contragolpe de Pérez fue anunciar a José Mourinho como entrenador, algo que ya era vox populi, y los fichajes de Denzel Dumfries e Ibrahima Konaté, dos buenos jugadores pero que no generan ilusión. Además, prometió –también en televisión, con Iker Jimémez– una oferta de más de 150 millones por una superestrella, sin desvelar su nombre.

Con exjugadores en su proyecto como Raúl González, Fernando Hierro, Iker Casillas y Vicente del Bosque, Riquelme se guardaba una baza para el tramo final de la campaña, la del técnico. Sin embargo, no ha sido capaz de cerrar la contratación de Jürgen Klopp, lo que desembocó en la promesa de que su director deportivo, Raúl, negociaría con el alemán nada más ganara las elecciones. Una promesa que hizo que su candidatura perdiera algo de fuerza.

Ya con las cartas sobre la mesa, llegó el día de la votación. Tras una campaña crispada en su tramo final, con fuertes declaraciones cruzadas, también fue una jornada tensa la de las elecciones, con reclamaciones del voto por correo por parte de la candidatura de Riquelme, que desde hace días desconfiaba de esa parte del proceso.

Finalmente, el triunfo es para Florentino Pérez, aunque con mucho menos margen del que él mismo esperaba cuando anunció las elecciones y supo posteriormente que tenía un adversario. Los resultados dejan claro que el presidente del Real Madrid tiene una oposición fuerte y pone en cuestión su modelo societario.

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