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Soja fecha em baixa em Chicago após semana de volatilidade

A soja encerrou o pregão desta sexta-feira (12) em baixa na Bolsa de Chicago, refletindo a cautela dos investidores após uma semana marcada por forte volatilidade. O contrato com vencimento em julho recuou 0,18%, fechando cotado a US$ 11,32 por bushel.

Segundo a Agrinvest, o complexo soja operou no campo negativo ao longo da sessão. Após as reações ao relatório mais recente do USDA e às notícias envolvendo um possível acordo entre Estados Unidos e Irã, os contratos chegaram a ensaiar uma recuperação na abertura dos negócios, mas perderam força no decorrer do dia.

O óleo de soja apresentou desempenho relativamente mais firme, especialmente diante da forte queda observada nos preços do petróleo. Ainda assim, a pressão sobre o complexo energético acabou influenciando negativamente as commodities ligadas ao setor, limitando o avanço dos derivados da oleaginosa.

Com isso, o mercado seguiu ajustando posições e monitorando os desdobramentos no cenário macroeconômico e energético, fatores que continuam ditando o comportamento dos preços no curto prazo.

Milho

Os contratos futuros do milho fecharam a sexta-feira em leve alta na Bolsa de Chicago, em que o vencimento para julho avançou 0,24%, encerrando o pregão cotado a US$ 4,12 por bushel.

A Granar apontou que a recuperação foi impulsionada por movimentos de cobertura de posições por parte dos investidores, após as perdas registradas nas últimas sessões, além das preocupações com a falta de umidade em áreas das Grandes Planícies norte-americanas. Apesar do avanço no dia, o cereal acumulou sua terceira semana consecutiva de desvalorização.

O mercado também acompanhou de perto os desdobramentos das negociações entre Estados Unidos e Irã. A evolução das tensões no Oriente Médio e seus reflexos sobre os preços do petróleo são considerados fatores importantes para a cadeia do milho, especialmente diante das expectativas em torno da ampliação do uso de etanol nos Estados Unidos.

Nesse contexto, os agentes monitoram a tramitação no Senado norte-americano da proposta que autoriza a comercialização da gasolina E-15 durante todo o ano. A medida, já aprovada pela Câmara dos Representantes, pode ampliar a demanda por etanol e, consequentemente, por milho, principal matéria-prima utilizada na produção do biocombustível no país.

Trigo

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros do trigo encerraram a sessão desta sexta-feira em queda. O vencimento para julho recuou 0,38%, fechando cotado a US$ 5,84 por bushel.

Apesar da baixa no dia, o cereal conseguiu interromper a sequência de perdas observada nas duas semanas anteriores e encerrou a semana acumulando valorização.

A Granar apontou que o mercado foi influenciado pela realização de lucros e pela cautela dos investidores diante das negociações envolvendo Estados Unidos e Irã, que podem resultar em um acordo para redução das tensões na região e reabertura do Estreito de Ormuz.

Além do cenário geopolítico, os preços seguem pressionados pelos fundamentos sazonais. O avanço da colheita do trigo de inverno nos Estados Unidos e a proximidade do início da colheita em outras importantes regiões produtoras do Hemisfério Norte reforçam as expectativas de maior oferta no mercado global, limitando movimentos mais expressivos de alta.

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Cacau fecha em alta na bolsa de Nova York com aumento da oferta global

Na bolsa de Nova York, os contratos futuros do cacau encerraram a sessão desta sexta-feira (12) em alta. O vencimento para setembro avançou 1,84%, fechando cotado a US$ 3.868 por tonelada.

Apesar da valorização no fechamento, o mercado segue atento aos sinais de aumento da oferta global. Segundo informações do Barchart, os preços da commodity enfrentaram pressão ao longo da semana após novos dados indicarem maior disponibilidade do produto na Costa do Marfim, principal produtor mundial de cacau.

O país africano revisou para cima sua estimativa de recebimento de cacau nos portos, acrescentando mais de 260 mil toneladas ao volume projetado para a atual temporada. Dados acumulados mostram que os produtores enviaram 1,95 milhão de toneladas aos portos entre 1º de outubro de 2025 e 7 de junho de 2026, volume 18,9% superior ao registrado no mesmo período do ciclo anterior.

O crescimento dos embarques reforça as expectativas de uma oferta mais robusta no mercado global, fator que continua sendo monitorado pelos investidores.

Café

Os contratos futuros do café arábica encerraram a sessão em alta na Bolsa de Nova York. O vencimento para setembro avançou 1,26%, fechando negociado a US$ 2,53 por libra-peso.

O mercado deu continuidade ao movimento de valorização iniciado na véspera, sustentado pelas preocupações com o ritmo da colheita brasileira. As previsões climáticas indicam volumes expressivos de chuva nas principais regiões produtoras do país, o que pode dificultar os trabalhos no campo e atrasar a entrada da nova safra no mercado.

Segundo a empresa de monitoramento climático Vaisala, são esperadas precipitações de moderada a forte intensidade ao longo desta semana nas áreas cafeeiras do Brasil. Além disso, os modelos meteorológicos apontam que as chuvas podem persistir também na próxima semana, aumentando a atenção dos operadores quanto à oferta do produto.

Açúcar

Nesta sessão, o vencimento do açúcar para entrega em outubro recuou 0,77% na bolsa de Nova York, fechando cotado a 14,23 centavos de dólar por libra-peso.

A commodity seguiu pressionada por fatores externos. O fortalecimento do dólar reduziu a competitividade do açúcar negociado em moeda norte-americana, enquanto as perspectivas de um possível acordo provisório entre Estados Unidos e Irã alimentaram expectativas de maior fluidez no comércio da commodity no Oriente Médio.

Com isso, os preços em Nova York atingiram o menor patamar das últimas sete semanas, refletindo o aumento do apetite vendedor e a cautela dos investidores diante do cenário internacional.

Por outro lado, o mercado encontrou algum suporte nas novas projeções da consultoria Czarnikow. A empresa revisou sua estimativa para o balanço global de açúcar na safra 2026/27, reduzindo a previsão de superávit de 1,4 milhão de toneladas para um déficit de 10 mil toneladas. A mudança reflete a maior destinação de cana para a produção de etanol no Brasil, favorecida pelos preços mais elevados do petróleo no mercado internacional.

Algodão

O algodão com contrato futuro para entrega em dezembro fechou com ligeira alta de 0,08% e precificado em 76,42 centavos de dólar a libra-peso.

Suco de Laranja

Os contratos futuros do suco de laranja encerraram o pregão em baixa. O vencimento julho recuou 0,57%, fechando a US$ 1,64 por libra-peso.

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Deriva de herbicidas já provocou mais de 400 ocorrências em vinhedos do RS

A deriva de herbicidas hormonais já provocou mais de 400 ocorrências registradas em vinhedos do Rio Grande do Sul desde 2018 e passou a ser considerada um fator permanente de risco para a expansão da vitivinicultura em diferentes regiões do estado.

O levantamento realizado pela Fundação Empresa-Escola de Engenharia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Feeng), a partir de dados oficiais da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), identificou que aproximadamente 700 hectares de vinhedos foram diretamente afetados no período analisado.

Nas regiões mais impactadas, o universo de áreas expostas ao problema supera 4 mil hectares distribuídos em cerca de 45 municípios gaúchos. Os dados apontam perdas de produtividade entre 20% e 55% nas áreas atingidas. Em algumas situações, os prejuízos podem ultrapassar 80% da produção.

A maior parte dos registros está concentrada em regiões onde a vitivinicultura divide território com sistemas agrícolas extensivos que utilizam herbicidas hormonais para o controle de plantas daninhas. Entre os princípios ativos mais utilizados estão o 2,4-D, dicamba, picloram e fluroxipir.

No entanto, os efeitos vão além da redução imediata da safra. O estudo aponta que a deriva pode provocar abortamento floral, menor pegamento dos frutos, deformações vegetativas e enfraquecimento das videiras. Em situações mais severas, os produtores precisam investir na recuperação ou até mesmo na renovação completa dos vinhedos.

A pesquisa identificou ocorrências em praticamente todas as regiões produtoras de vinho do estado, incluindo Campanha Gaúcha, Serra do Sudeste, Região Central, Campos de Cima da Serra, Planalto, Missões e, de forma mais pontual, a Serra Gaúcha.
Segundo a professora doutora Shana Sabbado Flores, uma das coordenadoras do trabalho, o fenômeno deixou de ser percebido como um episódio isolado pelos produtores.

“Os resultados indicam que a deriva deixou de ser percebida pelos produtores como um evento pontual e passou a ser considerada um fator permanente de risco. Isso tem reflexos diretos sobre investimentos, expansão da atividade e perspectivas de desenvolvimento da vitivinicultura em diferentes regiões do Rio Grande do Sul”, comentou.

Para os pesquisadores, a sustentabilidade da agricultura gaúcha depende da convivência entre diferentes sistemas produtivos. O desafio, segundo o estudo, está em desenvolver mecanismos que permitam o avanço simultâneo das diversas cadeias agrícolas sem comprometer a competitividade da vitivinicultura.

Os resultados completos da pesquisa serão apresentados no próximo dia 17 de junho, em Dom Pedrito, durante evento promovido pelo Consevitis-RS.

Opções sustentáveis dentro dos vinhedos

A preocupação crescente com o tema tem levado parte do setor a rever práticas agrícolas e buscar alternativas para reduzir a dependência de insumos químicos, além do impacto da deriva de propriedades vizinhas.

Na campanha Gaúcha, a vinícola Salton tem intensificado a substituição gradual de herbicidas por plantas de cobertura nos vinhedos próprios localizados em Santana do Livramento. Desde 2021, o sistema utiliza gramíneas de inverno, como o azevém, para controlar plantas espontâneas, reduzir a erosão e contribuir para a conservação do solo.

Neste ano, a empresa entrou no Escopo 3, metodologia que contabiliza impactos ambientais gerados ao longo de toda a cadeia produtiva, desde a compra de insumos até a entrega do produto ao consumidor final. A iniciativa coloca a vinícola entre as pioneiras do setor vitivinícola brasileiro na adoção desse tipo de inventário.

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Moratória da soja: após falta de consenso, processos voltam aos relatores

Após uma série de reuniões no Nusol (Nucleo de Solução Consensual de Conflitos) do STF (Supremo Tribunal Federal) em busca de um acordo sobre os processos referentes à Moratória da Soja, os processos retornaram aos gabinetes dos ministros relatores. 

Segundo o STF, as reuniões foram marcadas por um “amplo diálogo entre as partes” e pela construção de um “ambiente propício à construção de solução consensual”. Apesar do avanço nas negociações, um recuo das autoridades envolvidas ao longo das tratativas inviabilizou a celebração de um acordo, de acordo com o Nusol. 

Assim, o supervisor do Núcleo, o magistrado auxiliar do Gabinete da Presidência Álvaro Ricardo, encaminhou os processos de volta para o gabinete dos relatores. 

Ao todo, o impasse da moratória da soja é pautado em duas ADIs (Ações Diretas de Inconstitucionalidade) principais:

  • ADI 7774: De relatoria do Ministro Flávio Dino, referente à lei do Estado de Mato Grosso, que proíbe a concessão de benefícios fiscais e de terrenos públicos a empresas que aderiram a acordos comerciais para a limitação da expansão agropecuária em áreas não protegidas por legislação ambiental específica. 
  • ADI 7775: De relatoria do Ministro Dias Toffoli, o processo é referente a uma lei semelhante, mas de Rondônia.

O STF ainda tem em pauta mais processos secundários referentes a esses impasses:  ADI 7863 (de autoria do Ministro Luiz Fux, referente à legislação de Tocantins) e ADI 7823 (sem autoria, e referente à legislação do Maranhão).

Estiveram presentes nas reuniões em maio representantes da Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), Aprosoja (Associação Brasileira dos Produtores de Soja), CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), e dos partidos PCdoB, Psol, PV e Rede. 

Também participaram de reuniões no Nusol os procuradores de Mato Grosso, Rondônia e Tocantins.

Com a decisão do Nusol, os Ministros devem encaminhar os processos para votação em plenário. Como a pauta de junho já foi fechada, a expectativa é que as ADIs sejam julgadas a partir de julho.

O que é a moratória? 

A Moratória da Soja é um acordo firmado em 2006 entre tradings, indústria e organizações da sociedade civil para impedir a compra de soja produzida em áreas desmatadas da Amazônia após julho de 2008.

As ações em análise no Supremo discutem a legalidade de leis estaduais que tentam limitar os efeitos da moratória.

De um lado, representantes do setor produtivo afirmam que o acordo cria restrições além das previstas no Código Florestal. Do outro, organizações ambientais defendem que a iniciativa ajudou a reduzir o desmatamento na Amazônia. 

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UE realiza auditoria e Brasil espera retomar exportações de pescados

O governo brasileiro espera que a auditoria técnica da União Europeia, em andamento até 18 de junho, possa abrir caminho para a retomada das exportações de pescados brasileiros ao bloco europeu, suspensas desde 2018. A expectativa foi manifestada pelo ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araújo, em entrevista exclusiva ao CNN Agro News.

“Nesse momento estamos recebendo a missão europeia, a auditoria totalmente técnica que deve acontecer até o dia 18 de junho. E, então, a gente espera que, com o resultado dessa missão, a gente possa trazer boas novas de que a União Europeia abrirá o mercado, mais uma vez, para o mercado brasileiro”, disse.

Segundo o ministro, a Europa é um mercado estratégico para o setor pesqueiro brasileiro. Ele afirmou que o país produz pescado de qualidade, com valor nutricional e em conformidade com exigências ambientais.

Araújo também defendeu a diversificação dos destinos das exportações brasileiras. Segundo ele, a ampliação do acesso a novos mercados é uma estratégia para reduzir a dependência de parceiros comerciais específicos.

Ao comentar medidasamericanas, o ministro afirmou que o episódio reforça a necessidade de o Brasil buscar alternativas comerciais. “O tarifaço americano nos prova que o Brasil é um país soberano e não deve ficar refém de país nenhum”, disse.

Ainda segundo o ministro, o governo tem trabalhado na abertura de mercados e na prospecção de novos destinos para os produtos brasileiros. A expectativa do setor é que o resultado da auditoria europeia possa contribuir para uma eventual retomada das exportações de pescados ao bloco.

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4G avança em 3 mil áreas rurais e amplia acesso a 2 milhões de pessoas

Mais de 2 milhões de brasileiros que vivem em áreas rurais passaram a contar com sinal 4G nos últimos três anos. A expansão da conectividade alcançou 2.902 localidades em todas as regiões do país, segundo dados divulgados pelo MCom (Ministério das Comunicações).

O avanço ocorre em um momento em que a conectividade é considerada uma infraestrutura cada vez mais importante para o agronegócio. Além do acesso a serviços digitais, a internet é usada para monitoramento de máquinas, rastreamento de rebanhos, gestão das propriedades, coleta de dados climáticos e adoção de tecnologias de agricultura de precisão.

O setor também vê a conectividade como uma das bases para a expansão de ferramentas de inteligência artificial no campo, que dependem da transmissão contínua de dados gerados por máquinas, sensores e equipamentos instalados nas propriedades rurais.

As áreas atendidas não contavam com banda larga móvel e passaram a ter acesso à telefonia celular e a serviços digitais.

O Nordeste lidera a expansão da cobertura desde 2023, com 956 localidades conectadas. Em seguida aparecem o Sudeste, com 749 áreas atendidas; o Sul, com 571; o Norte, com 426; e o Centro-Oeste, com 200 localidades.

Para o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a chegada do 4G às áreas rurais contribui para ampliar o acesso da população a serviços essenciais e reduzir a exclusão digital.

“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, afirmou.

Segundo o ministério, a instalação da cobertura móvel em áreas rurais exige uma série de etapas técnicas e regulatórias.

O processo inclui a definição do local de instalação, autorizações para uso de radiofrequência, licenciamento da estação, obtenção de licenças ambientais e construção da infraestrutura necessária para receber as torres de telefonia, que podem chegar a quase 32 metros de altura.

A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações e compromissos assumidos pelas operadoras no leilão do 5G.

As ações também envolvem o Gired (Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV), responsável por iniciativas voltadas ao uso eficiente do espectro e à ampliação da conectividade em regiões rurais e remotas.

Com as novas ativações, moradores de distritos, assentamentos e comunidades tradicionais passam a contar com internet móvel de alta velocidade diretamente nos celulares.

O acesso pode facilitar a emissão de documentos, o uso de serviços bancários, a educação a distância e atividades ligadas à economia agrícola local.

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Europa anuncia €540 milhões para auxílio em compra de fertilizantes

A Comissão Europeia anunciou, nesta sexta-feira (12) um pacote de 540 milhões de euros destinado ao auxílio na aquisição de fertilizantes pelos agricultores do bloco, diante da escalada dos preços causada por tensões geopolíticas e interrupções nas cadeias globais de abastecimento. 

A medida busca assegurar o fornecimento de insumos essenciais ao setor agrícola e garantir a continuidade da produção nas próximas safras, reduzindo os impactos da volatilidade do mercado sobre a segurança alimentar europeia. 

Do total anunciado, 300 milhões de euros deverão vir de um reforço da reserva agrícola da União Europeia previsto no orçamento de 2026. Os Estados-Membros poderão complementar os recursos com aportes nacionais de até 200% do valor recebido, elevando o potencial total de apoio para até 1,5 bilhão de euros.

Além do suporte financeiro, a Comissão propôs ajustes na PAC (Política Agrícola Comum) para acelerar o acesso dos agricultores à assistência. Entre as medidas está a criação de um novo mecanismo de liquidez para situações de crise no desenvolvimento rural.

O instrumento poderá ser cofinanciado em até 65% pelo Feader (Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural) e utilizar recursos não empregados anteriormente. O apoio poderá ser concedido por meio de pagamentos fixos por hectare e implementado através dos Planos Estratégicos da PAC.

Outra medida permitirá aos Estados-Membros antecipar pagamentos diretos aos agricultores antes de 16 de outubro, com taxas de adiantamento ampliadas. A proposta inclui ainda a possibilidade de ajustes nos orçamentos destinados aos pagamentos diretos referentes ao ano civil de 2027.

As alterações legislativas na PAC serão encaminhadas ao Parlamento Europeu e ao Conselho da União Europeia para análise e aprovação. Já a proposta relacionada à reserva agrícola será submetida à votação dos Estados-Membros no Comitê da Organização Comum dos Mercados. Se aprovada, a adoção final está prevista para o final de julho de 2026.

O pacote integra o Plano de Ação para Fertilizantes, apresentado pela Comissão Europeia em maio deste ano. A iniciativa reúne medidas emergenciais para ampliar o acesso aos fertilizantes e ações de longo prazo voltadas ao fortalecimento da produção interna e da segurança de abastecimento no bloco.

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¡Arranca el Mundial 2026! Disfruta en DAZN de los 104 partidos con una oferta exclusiva para los amantes del fútbol internacional

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Barça-La Laguna Tenerife: dónde ver el segundo partido de semifinales de la Liga Endesa en el Palau Blaugrana

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Pocos esperaban que, tras la exhibición de La Laguna Tenerife en la cancha del Real Madrid hace apenas unos días, los de Marcelinho Huertas, Patty Mills y compañía darían tan poca guerra al FC Barcelona en el Palau Blaugrana. La fatiga acumulada, unida al tremendo acierto anotador de los culés, provocó un 100-67 que marcó la casilla del 1-0 para el bando blaugrana en la eliminatoria.

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Amazon Music Unlimited te regala 4 meses sin anuncios

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Dónde ver el Barça-La Laguna Tenerife: primer partido de semifinales de la Liga Endesa

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Parecía mentira, pero es posible. El FC Barcelona de baloncesto, después de una temporada plagada de altibajos, tensiones y decepciones, es capaz de finalizar el curso con un título. Eso si dejamos volar la imaginación, claro, porque para ello deberá superar una durísima eliminatoria frente a La Laguna Tenerife, equipo que ya ha doblegado a los culés este año en el Palau Blaugrana, hace apenas unos meses. Y que, por si fuera poco, viene de superar al Real Madrid en cuartos de final.

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Las cámaras digitales vuelven a estar de moda: ¿por qué necesitas una este verano?

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Los smartphones no han hecho que desaparezcan las cámaras digitales, sino todo lo contrario. Seguro que en los últimos años te has encontrado con este tipo de dispositivos, porque están de moda y son una manera vintage de inmortalizar los recuerdos de tus vacaciones.

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Guía para viajar al Mundial 2026: sedes, fechas, precios y más

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Sem-terra plantam 5 mil mudas na semana do Meio Ambiente

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O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) mobilizou, nos últimos dias, cerca de 10 mil pessoas, em 15 estados brasileiros, onde realizou uma série de atividades de defesa do meio ambiente, com críticas ao agronegócio.

Segundo a organização, os sem-terra plantaram mais de 5 mil mudas e semearam cerca de 30 toneladas de sementes em Alagoas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo e Sergipe.

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A iniciativa faz parte da Jornada Nacional em Defesa da Natureza e seus Povos, que começou na última segunda-feira (1°) e termina neste domingo (7), marcando a Semana Mundial do Meio Ambiente.

Este ano, a jornada teve como lema o mote “combater o agronegócio é cuidar da natureza!” e serve como plataforma para o MST defender a reforma agrária “como solução para o avanço dos cuidados com o meio ambiente”.

Ao mesmo tempo, a organização denuncia o que classifica como “crimes ambientais do agro-hidro-minero-negócio” e os “que exploram os bens comuns da natureza em larga escala”, em um momento em que, na avaliação do movimento, “o agronegócio aprova leis que aumentam a destruição ambiental”.

Incinerador

Neste sábado (6), em São Paulo, o MST promoveu um ato contra a instalação de um incinerador no bairro de Perus, na zona noroeste da capital paulista. Além dos sem-terra, a manifestação reuniu moradores da região, ambientalistas e integrantes de outras organizações sociais.

O incinerador integra o chamado EcoParque Bandeirantes, que a prefeitura de São Paulo pretende instalar no antigo Aterro Sanitário Bandeirantes, em parceria com uma empresa privada.  

O aterro funcionou por 28 anos e teve suas operações encerradas em 2007. Desde então, consta da lista de Áreas Contaminadas em Processo de Remediação (ACRe), da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

Além do incinerador, o projeto do EcoParque prevê um biodigestor, uma unidade de compostagem, outra de biossecagem, e uma central mecanizada de triagem de resíduos. E, segundo a prefeitura, visa a “otimização da reciclagem dos resíduos sólidos urbanos, a agregação de valor aos diversos subprodutos gerados, a geração de energia com baixa emissão de GEE e a redução dos volumes destinados à disposição final em aterros.

No entanto, de acordo com o MST, o projeto contraria os interesses de diferentes segmentos sociais que coabitam o bairro de Perus e região, incluindo indígenas que vivem no Pico do Jaraguá, próximo ao antigo aterro sanitário.

“O projeto de instalação do Incinerador em Perus mostra qual é o projeto da burguesia e do agronegócio para o Brasil: para a periferia, para o povo pobre, para os camponeses, para a classe trabalhadora é sempre a poluição, os detritos. Para deixar bonita a área da burguesia, empurram para nós os detritos”, criticou, em nota, Luciano Carvalho, da direção estadual do movimento.

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UE confirma veto à importação de carnes do Brasil a partir de setembro

A União Europeia confirmou o veto para a compra de carnes do Brasil a partir de 3 de setembro. De acordo com comunicado assinado pela presidente da Comissão Europeia, Ursula Von Der Leyen, a medida atinge bovinos, equídeos (cavalos), aves, aquicultura (peixes), mel e tripas.

Em maio, a UE já havia retirado o Brasil de uma lista de países aptos a realizar a exportação desses produtos para o bloco. Os países europeus exigem que o Brasil dê garantias adicionais do cumprimento do regulamento de uso de antimicrobianos - como antibióticos, por exemplo - nas criações.

Segundo o documento, o Brasil não chegou a apresentar as informações que garantem que medidas sanitárias eficazes tenham sido implementadas. O Brasil exporta cerca de US$ 1,8 bilhão por ano em proteínas à UE.

Procurados, os Ministérios da Agricultura e das Relações Exteriores do Brasil não haviam se manifestado até a publicação deste texto. O espaço segue aberto.

"A Comissão não recebeu informações que garantam que o Brasil aplicou as medidas necessárias para assegurar o cumprimento, até 3 de setembro de 2026, dos requisitos estabelecidos no artigo 3º do Regulamento Delegado (UE) 2023/905 relativamente a estas categorias", diz documento publicado no Jornal Oficial da União Europeia.

"A menção relativamente a bovinos, equídeos, aves de capoeira, aquicultura, mel e tripas deverá, por conseguinte, ser suprimida no anexo do presente regulamento", complementa o texto.

No final de maio, o governo brasileiro apresentou informações adicionais sobre as questões sanitárias envolvendo a exportação desses produtos. Uma reunião chegou a ser realizada entre a equipe técnica do Ministério da Agricultura e a Direção Geral da Saúde e Segurança Alimentar da Comissão Europeia (DG Santé), apurou o Estadão.

No encontro virtual, segundo interlocutores, o Brasil apresentou parte das informações adicionais exigidas pelo bloco europeu. Outra remessa de documentos e informações estava sendo preparada, mas não havia prazo para o envio.

As novas garantias precisavam comprovar que o governo brasileiro era capaz de atestar que as carnes enviadas ao bloco cumprem o regulamento de antimicrobianos, lançado em 2023.

As informações, de cunho sanitário, respondem a critérios já indicados em documentos anteriores enviados pela UE ao Brasil, segundo interlocutores que acompanham as tratativas.

As exigências vão no sentido de o Brasil comprovar que pode assegurar que as proteínas e produtos de origem animal exportados ao bloco, sobretudo a carne bovina, não são produzidos com uso de determinados antimicrobianos.

As questões envolvem a segregação da produção e que o governo assegure os protocolos privados quanto ao uso de antimicrobianos, sobretudo antibióticos promotores de crescimento. Na prática, produtores e indústria precisam assegurar que não usam os produtos especificados, e o governo, por sua vez, garantir a fiscalização quanto ao não uso e de que o setor privado cumpre as normas.

 

© Divulgação / ABIEC

Filipinas, Cuba e Coreia do Sul abrem mercados para carnes e castanhas do Brasil
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