Reading view

La UE obliga a Meta a readmitir a ChatGPT en WhatsApp

Meta tendrá que volver a dar acceso en su plataforma a asistentes de inteligencia artificial como ChatGPT, Perplexity o Microsoft Copilot sin condiciones. Esa es la resolución a la que ha llegado la Comisión Europea, que establece esa reapertura como medida cautelar hasta que concluya su investigación por abuso dominante por parte de Meta para beneficiar a su propio asistente valiéndose del dominio de mercado que le ofrece WhatsApp.

La Comisión Europea mantiene una posición férrea con respecto a evitar cualquier atisbo de monopolio que pueda llegar desde una corporación tecnológica y esta decisión responde a ello. Se trata de una medida excepcional, pues es la primera ocasión desde el año 2019 en que el organismo comunitario establece una medida cautelar similar.

Restablecer las condiciones del servicio previas al 15 de enero

El origen de esta batalla entre Meta y la Unión Europea se encuentra en octubre de 2025. Entonces, Meta anunció que dejaría de dar acceso a la API de WhatsApp Business a los bots de inteligencia artificial de laboratorios ajenos a Meta a partir del 15 de enero de 2026

En ese momento la Comisión Europea inició una investigación por incumplimiento de la ley antimonopolio de la UE que terminó con el dictamen para Meta de reabrir WhatsApp a asistentes de IA de terceros. Ahí, la compañía que preside Mark Zuckerberg procedió estableciendo una tarifa a los competidores de Meta AI que quisieran volver a WhatsApp, un punto que no convence a la Comisión Europea, que ahora requiere esa reapertura provisional y sin condiciones hasta que termine su investigación o por un máximo de 3 años, es decir, junio de 2029.

La resolución cautelar del órgano ejecutivo comunitario busca restablecer las condiciones en que Meta permitía acceder a los chatbots de terceros a la API de WhatsApp Business antes del 15 de enero. Hasta entonces, no existía una tarifa de acceso, y ese punto es el que señala la Comisión Europea como fricción ante la medida adoptada por la tecnológica para la reincorporación de asistentes como ChatGPT a partir del 6 de marzo.

El pulso de Bruselas contra el monopolio digital

Teresa Ribera, vicepresidenta ejecutiva de la Comisión Europea, señaló que "Meta no ofreció ninguna justificación convincente para sus cambios de política. Parece que Meta espera aprovechar el amplio alcance y el probable dominio de WhatsApp para beneficiar a su propio asistente de IA y eliminar a sus rivales".

Mediante esta medida cautelar la Comisión Europea busca restablecer la relación entre Meta y los asistentes de terceros al punto en que se encontraba antes del 15 de enero de 2026. De igual modo, se trata de una decisión que se basa en el principio de protección que defiende el organismo y que adopta para evitar que una demora en la investigación pueda derivar en un escenario más complejo en el futuro: "Sin estas medidas, podría ser demasiado tarde cuando concluya la investigación. El mercado podría haberse desplomado, como ya ocurrió en los mercados digitales en el pasado", reconoció la propia Ribera.

Con esta resolución cautelar la Comisión Europea busca salvaguardar la competitividad en los mercados de inteligencia artificial así como la libertad de elección de los ciudadanos europeos a la hora de recurrir a un asistente de IA a través de WhatsApp. 

© Pixabay

Sede de la Comisión Europea, en Bruselas
  •  

Comissão Europeia obriga Meta a reabrir WhatsApp a assistentes de IA de terceiros

A Comissão Europeia obrigou esta terça-feira a Meta a restabelecer o acesso de assistentes de IA de terceiros ao WhatsApp, até concluir uma investigação à empresa, afirmando que isso é imprescindível para impedir “danos irreparáveis” à concorrência no setor.

Esta decisão surge depois de, em fevereiro, a Comissão Europeia ter notificado a Meta sobre um potencial abuso de posição dominante no mercado, após a empresa tecnológica ter anunciado em outubro uma atualização dos termos do WhatsApp Business que impedia a utilização de assistentes de Inteligência Artificial (IA) de terceiros na aplicação.

Em reação a esta notificação da Comissão Europeia, a Meta decidiu, em março, voltar a permitir a utilização desses assistentes, mediante o pagamento de uma taxa, o que o executivo comunitário considerou ser, “na prática, equivalente à anterior proibição de acesso”, uma vez que a taxa em questão é “demasiado elevada”.

Num comunicado hoje divulgado, a Comissão Europeia considera que é necessário forçar a Meta a restabelecer o acesso de assistentes de IA de terceiros ao WhatsApp “para prevenir danos graves e irreparáveis à concorrência no mercado em crescimento dos assistentes de IA de uso geral”.

“A alteração de política da Meta corre o risco de prejudicar a concorrência num momento crucial para o desenvolvimento desse mercado, em que operadores de menor dimensão e novos concorrentes podem desafiar os grandes intervenientes já estabelecidos”, afirma o executivo.

Assim, a Comissão Europeia ordena à Meta que “restabeleça o acesso de assistentes de IA de uso geral de terceiros ao WhatsApp Business, nos mesmos termos e condições que vigoravam antes de 15 de outubro de 2025, altura em que esse acesso era gratuito para todos esses assistentes de IA”.

“A Meta deverá manter esse acesso nessas condições até que a Comissão adote uma decisão final sobre o caso. Tal é necessário para garantir a eficácia dos poderes da Comissão em matéria de aplicação do direito da concorrência, bem como de qualquer decisão final que venha a ser adotada relativamente à legalidade da conduta da Meta”, lê-se.

A Meta tem agora até cinco dias úteis para cumprir a ordem hoje anunciada pela Comissão Europeia.

Citada no comunicado, a vice-presidente da Comissão Europeia com a pasta da Transição Limpa, Justa e Competitiva, Teresa Ribera, refere que é necessário tomar esta medida provisória porque, “nos mercados em rápida evolução, pode-se perder competitividade” no tempo que a Comissão Europeia demora a chegar a uma decisão final.

“É por esta razão que estas medidas provisórias permanecerão em vigor durante toda a investigação, a fim de evitar danos que seriam praticamente impossíveis de reparar”, afirma.

A comissária salienta que a decisão hoje tomada irá “salvaguardar a concorrência no mercado em crescimento dos assistentes de IA, preservando um canal essencial para chegar aos consumidores na Europa – o WhatsApp – e permitindo que as empresas de IA inovem, ganhem escala e concretizem plenamente o seu potencial”.

“Com a decisão hoje adotada, garantimos também que os cidadãos europeus continuem a poder escolher os assistentes de IA que desejam utilizar com o WhatsApp, em vez de essa escolha lhes ser imposta”, acrescenta.

A Meta é a dona das redes sociais Facebook e Instagram, bem como de aplicações de comunicação para consumidores, como o WhatsApp e o Messenger.

  •  

Spyware firm targeted WhatsApp users in defiance of US court order, Meta says

Tech company says it ‘caught and disrupted’ NSO Group’s attempts to access accounts in Jordan and Lebanon

A spyware firm has been targeting WhatsApp users with malicious links in contravention of a US court order forbidding it from doing so, Meta has said.

In a post, Meta said WhatsApp had “caught and disrupted spear phishing attempts” by NSO Group, which a spokesperson said targeted a handful of users in Jordan and Lebanon. It had also caught the group creating “test accounts and groups” on WhatsApp.

Continue reading...

© Photograph: Martin Meissner/AP

© Photograph: Martin Meissner/AP

© Photograph: Martin Meissner/AP

  •  

Russians make mass cash withdrawals amid internet shutdowns and transfer controls

Russians, accustomed to living with constant unpredictability, have been stashing rubles for months in the drawers of their homes. Cash withdrawals have been so massive since the start of the year that the Bank of Russia has carried out a substantial upward revision of the financial system’s liquidity needs through the end of 2026. Internet shutdowns — and, by extension, disruptions to payment systems — ordered by the authorities for alleged “security reasons” have driven Russians to withdraw money from ATMs. Added to this, in a bid to raise revenue to fund the war against Ukraine, is a new bill that would tighten controls on cash payments to businesses.

Seguir leyendo

© ALEXEY MALGAVKO (REUTERS) (EL PAÍS)

A woman pays in cash in Tara, Russia. 
  •  
❌