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Makoke ya es una mujer casada: da el ‘sí, quiero’ a Gonzalo en Ibiza

Un año más tarde de lo previsto, Makoke ya ha cambiado de estado civil. Los planes previstos para septiembre del año pasado se vieron trastocados por la enfermedad de su nuera, Marina Romero. La pareja de Javier Tudela es una pieza importante en el engranaje familiar y no querían celebrar la boda sin que ella estuviese presente. De ahí que pospusieran el enlace para este 12 de junio, siendo familiares y amigos convocados a Ibiza para festejarlo por todo lo alto. Pero antes de la ceremonia en sí, la colaboradora ya le ha dicho ‘sí, quiero’ a su amado Gonzalo. Y es que en la mañana de este jueves se ha producido el acto más íntimo.

“Se han casado”, desvelaba el periodista Álex Álvarez interrumpiendo la escaleta de ‘El tiempo justo’ de Telecinco. Anunciaba que la pareja había contraído ya matrimonio por lo civil en un acto privado, que les abre camino a la gran puesta en escena de mañana. Una que tendrá la espectacular Hacienda Na Xamena de Ibiza como telón de fondo y donde ya esperan a los recién casados y su larga lista de invitados. Entre ellos, como no podría ser de otra forma, muchos rostros populares de los platós de Mediaset.

Makoke ya es una mujer casada

Gonzalo Fernández y Makoke ya son marido y mujer. Así lo han desvelado en primicia desde el programa de Telecinco, donde se añade como detalle que la novia no quería que se filtrase tan pronto. Aunque han ido comercializando con cada paso que han dado en los preparativos de la boda y ha hablado incluso su estilista y la mitad de los invitados, “Makoke no quería que se supiera” que firmaba los papeles del matrimonio un día antes.

De ahí que no se haya podido confirmar aún dónde ha tenido lugar en sí la unión civil. Sí que ha trascendido que ha sido a las 13.00 horas en la propia isla pitiusa: “Me aseguran que han estado varios testigos y amigos”, añade el periodista al servicio del programa de Joaquín Prat, ahora conducido por César Muñoz. El mismo en el que colaboran algunas de las invitadas al enlace, como Marta López, que a buen seguro la semana que viene llevará datos frescos sobre anécdotas y posibles controversias que surjan. Siempre las hay.

Este ‘sí, quiero’ en la mañana de este jueves es un paso previo a la gran fiesta que será su boda de este viernes, de la que se dará buena cuenta vía exclusiva en una revista del kiosco rosa de los miércoles. También en directo se conectará desde el programa ‘De viernes’, lo que ayudará a los novios a hacer frente a los gastos de la titánica boda que han preparado. “Me dice que no me puede decir nada, que tiene una exclusiva pactada”, sentencian.

© Instagram

Makoke y Gonzalo Fernández en una imagen de archivo

© Gtres

Makoke y Gonzalo en una imagen de archivo

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Ocupação de pessoas 60+ sobe 53% em 10 anos; ritmo supera o dos jovens

Logo Agência Brasil

O emprego para pessoas com 60 anos ou mais tem crescido no Brasil proporcionalmente mais do que para outros grupos da população. No entanto, essas vagas vêm acompanhadas de mais informalidade, ou seja, sem carteira e sem proteção trabalhista.

Nos últimos dez anos, o número de pessoas 60+ no mercado de trabalho saltou 53%. No mesmo período, o tamanho dessa população na sociedade brasileira cresceu 37%.

Notícias relacionadas:

Essa comparação significa que o emprego dos idosos cresce em ritmo mais acelerado que o envelhecimento da população.

A constatação faz parte de um estudo divulgado esta semana pela empresa de pesquisa e de inteligência de dados Nexus.

De 2016 a 2025, o número de idosos no país passou de 25,8 milhões para 35,2 milhões. Eles eram 13% da população, e atualmente são 17%.

Nesse período de dez anos, o contingente de trabalhadores 60+ avançou de 5,7 milhões para quase 8,8 milhões.

No fim do ano passado, uma em cada quatro (25%) pessoa 60+ estava ocupada. Em 2016, a taxa era 22%. O dado de 2025 é o maior dos últimos dez anos.

Na comparação com a população geral, o crescimento populacional foi de 5% no período, subindo de 203,2 milhões de pessoas para 212,6 milhões. Já o número de empregos expandiu-se 14,6%. Ao fim de 2025, o Brasil tinha praticamente 103 milhões de trabalhadores.

Meio cheio, meio vazio

O CEO (diretor executivo) da Nexus, Marcelo Tokarski, avalia os resultados como um “copo meio cheio, meio vazio”.

“Por um lado, a gente pode celebrar o fato de que as pessoas quando chegam aos 60, 70 anos, ainda estão com uma capacidade ativa para o trabalho”, disse à Agência Brasil.

Entretanto, acrescenta ele, há uma precarização do período comumente destinado à aposentadoria, lembrando que a faixa etária inclui pessoas de 75 anos, por exemplo.

“A pessoa que tem 75 anos de idade que, em tese, já deveria estar gozando da sua aposentadoria e muitas vezes precisa continuar trabalhando provavelmente para complementar a sua renda”, diz.

Tipos de trabalho

O levantamento da Nexus foi feito com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. Pelos critérios do IBGE, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga.

O CEO da Nexus aponta que, apesar de não saber o grau exato de influência, a reforma da Previdência, de 2019, é um dos motivos que explicam o aumento de pessoas 60+ no mercado de trabalho.

“A última reforma da Previdência subiu a idade mínima e também o tempo de contribuição, isso força as pessoas a trabalharem mais”, analisa.

Sob o argumento de equilibrar as contas da previdência, a reforma passou a exigir, das mulheres, pelo menos 62 anos de idade e 15 anos de contribuição para se aposentar. No caso dos homens, 65 anos de idade e 20 anos de contribuição.

Antes, mulheres podiam se aposentar com 60 anos e não havia, para nenhum dos dois sexos, idade mínima para aposentadoria por tempo de contribuição. Para homens, não houve mudança na idade mínima.

Informalidade

O estudo do Nexus identificou que para mais da metade (53%) dos 60+ no mercado de trabalho, a informalidade é uma realidade superior à de outros estratos da população. Na população geral, o índice é de 38%. Entre os jovens de 18 a 24 anos, 41%.

O IBGE considera informais os empregados sem carteira assinada e autônomos sem CNPJ, por exemplo. Na informalidade, os trabalhadores não têm garantidos direitos como férias, contribuição para a Previdência Social e décimo terceiro salário.

Para Marcelo Tokarski, da Nexus, a informalidade é uma característica estrutural do emprego 60+. “Isso indica uma precarização do trabalho”.

“Um público que não pode se dar ao luxo de permanecer desocupado. Enquanto o jovem, muitas vezes, consegue focar nos estudos ou prolongar a busca pela vaga ideal, o 60+ migra rapidamente para a informalidade”, avalia.

Uma das conclusões da pesquisa é que “a sustentabilidade econômica do país agora depende de políticas públicas de incentivo à formalização e de uma revisão urgente das estruturas corporativas de ergonomia, benefícios e inclusão geracional”.

Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

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Ocupação de pessoas 60+ sobe 53% em 10 anos; ritmo supera o dos jovens

Logo Agência Brasil

O emprego para pessoas com 60 anos ou mais tem crescido no Brasil proporcionalmente mais do que para outros grupos da população. No entanto, essas vagas vêm acompanhadas de mais informalidade, ou seja, sem carteira e sem proteção trabalhista.

Nos últimos dez anos, o número de pessoas 60+ no mercado de trabalho saltou 53%. No mesmo período, o tamanho dessa população na sociedade brasileira cresceu 37%.

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Essa comparação significa que o emprego dos idosos cresce em ritmo mais acelerado que o envelhecimento da população.

A constatação faz parte de um estudo divulgado esta semana pela empresa de pesquisa e de inteligência de dados Nexus.

De 2016 a 2025, o número de idosos no país passou de 25,8 milhões para 35,2 milhões. Eles eram 13% da população, e atualmente são 17%.

Nesse período de dez anos, o contingente de trabalhadores 60+ avançou de 5,7 milhões para quase 8,8 milhões.

No fim do ano passado, uma em cada quatro (25%) pessoa 60+ estava ocupada. Em 2016, a taxa era 22%. O dado de 2025 é o maior dos últimos dez anos.

Na comparação com a população geral, o crescimento populacional foi de 5% no período, subindo de 203,2 milhões de pessoas para 212,6 milhões. Já o número de empregos expandiu-se 14,6%. Ao fim de 2025, o Brasil tinha praticamente 103 milhões de trabalhadores.

Meio cheio, meio vazio

O CEO (diretor executivo) da Nexus, Marcelo Tokarski, avalia os resultados como um “copo meio cheio, meio vazio”.

“Por um lado, a gente pode celebrar o fato de que as pessoas quando chegam aos 60, 70 anos, ainda estão com uma capacidade ativa para o trabalho”, disse à Agência Brasil.

Entretanto, acrescenta ele, há uma precarização do período comumente destinado à aposentadoria, lembrando que a faixa etária inclui pessoas de 75 anos, por exemplo.

“A pessoa que tem 75 anos de idade que, em tese, já deveria estar gozando da sua aposentadoria e muitas vezes precisa continuar trabalhando provavelmente para complementar a sua renda”, diz.

Tipos de trabalho

O levantamento da Nexus foi feito com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. Pelos critérios do IBGE, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga.

O CEO da Nexus aponta que, apesar de não saber o grau exato de influência, a reforma da Previdência, de 2019, é um dos motivos que explicam o aumento de pessoas 60+ no mercado de trabalho.

“A última reforma da Previdência subiu a idade mínima e também o tempo de contribuição, isso força as pessoas a trabalharem mais”, analisa.

Sob o argumento de equilibrar as contas da previdência, a reforma passou a exigir, das mulheres, pelo menos 62 anos de idade e 15 anos de contribuição para se aposentar. No caso dos homens, 65 anos de idade e 20 anos de contribuição.

Antes, mulheres podiam se aposentar com 60 anos e não havia, para nenhum dos dois sexos, idade mínima para aposentadoria por tempo de contribuição. Para homens, não houve mudança na idade mínima.

Informalidade

O estudo do Nexus identificou que para mais da metade (53%) dos 60+ no mercado de trabalho, a informalidade é uma realidade superior à de outros estratos da população. Na população geral, o índice é de 38%. Entre os jovens de 18 a 24 anos, 41%.

O IBGE considera informais os empregados sem carteira assinada e autônomos sem CNPJ, por exemplo. Na informalidade, os trabalhadores não têm garantidos direitos como férias, contribuição para a Previdência Social e décimo terceiro salário.

Para Marcelo Tokarski, da Nexus, a informalidade é uma característica estrutural do emprego 60+. “Isso indica uma precarização do trabalho”.

“Um público que não pode se dar ao luxo de permanecer desocupado. Enquanto o jovem, muitas vezes, consegue focar nos estudos ou prolongar a busca pela vaga ideal, o 60+ migra rapidamente para a informalidade”, avalia.

Uma das conclusões da pesquisa é que “a sustentabilidade econômica do país agora depende de políticas públicas de incentivo à formalização e de uma revisão urgente das estruturas corporativas de ergonomia, benefícios e inclusão geracional”.

Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

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La desconfiada reacción de Isa Pantoja a la humillante frase de Kiko Rivera

Kiko Rivera ha vuelto a dejar al descubierto su peor cara. Y lo hacía con una sonrisa. Quizá su intención no era ofender a su hermana, Isa Pantoja, pero al final ha terminado molestándola y, con ello, alejándola aún más del ansiado perdón. Desde que rompiese su matrimonio con Irene Rosales en agosto del año pasado, el DJ ha tratado de recuperar el favor de su hermana pequeña. No lo ha conseguido, pues ella tiene miedo de que vuelva a las andadas y termine por romperle el corazón por enésima vez. No se fía. Tampoco de su madre, aunque con Isabel Pantoja sí que está dando pasos al frente para poder abrazarla tras seis años sin hacerlo.

El gesto que ha sentenciado la relación entre los hermanos se produjo este miércoles. Kiko respondía a las preguntas sobre el asalto a Cantora y la recuperación de las cabezas de todo, entre otros enseres, que su padre Paquirri legó a sus hijos mayores. Quería que espadas, capotes, trajes de luces y cabezas de toros fuesen repartidas entre sus hermanos y sus hijos con Carmina Ordóñez. Al final todo se lo quedó Isabel Pantoja, lo escondió en su finca e incluso fingió un robo para no tener que cumplir con sus últimas voluntades. 42 años después se obra el milagro e Isa Pantoja se atrevió a opinar. Le ha salido cara la osadía.

El feo de Kiko Rivera a su hermana y la reacción de ésta

Preguntada por los reporteros de ‘Europa Press’, Isa Pantoja se atrevió a dar el visto bueno a su hermano por el gesto que piensa tener con Fran y Cayetano Rivera. Les ha informado de su deseo de compartir el botín recuperado de Cantora. Cuatro décadas de espera que terminan con un simple mensaje y la voluntad de hacer el bien. Algo de lo que se alegraba Isa: “Me parece bien, que haga el bien, claro, sí”, respondía. Incluso afirmaba que este detalle le ablandaba y le animaba a dar el paso de levantar el teléfono y retomar el contacto con él.

No lo hizo y ahora no se arrepiente. Y es que no le ha sentado nada bien la humillante frase y la fea comparación que le hace ante las cámaras. Al preguntarle a Kiko Rivera qué le parecían las palabras de apoyo de Isa Pantoja, él sentenció: “Creo que mi hermana aquí ni pincha ni corta, es como una cuchara, ¿sabes?”, decía en clave de humor, pero despreciándola una vez más. Y es que recalca que en estas cuestiones de familia ella no tiene ni voz ni voto, marcando diferencia entre quienes sí son familia y quiénes no gozan de tal consideración siempre. “Ella a lo suyo, que aquí no tiene nada que ver”, añadía por si no quedaba claro.

Isa Pantoja no ha querido responderle directamente. No quiere entrar en guerras que considera innecesarias, aunque no duda en compartir qué piensa con su amiga, Adriana Dorronsoro. “Ella no quiere pronunciarse. Sí que sé que la relación, tanto con su madre como con su hermano, sigue igual. No ha habido, a día de hoy, ningún avance para esas reconciliaciones”, adelanta desde ‘Vamos a ver’ de Telecinco. La periodista lo tiene claro, pues “viendo la actitud de Kiko Rivera, será más complicado. Aunque, conociendo a Isa, y cómo conoce ella a su hermano, creo que no le ha sorprendido nada estas salidas de tono de Kiko, porque siempre las tiene. A estas cosas es a las que se refería Isa con que la reconciliación fuera de verdad, porque si a la mínima su hermano le va a lanzar pullas, no creo que sea posible”, sentencia en su nombre.

© Mediaset

Isa Pantoja en 'De Viernes'

© EUROPAPRESS

Kiko Rivera fulmina a su hermana Isa por opinar sobre las cabezas de toro de Paquirri: "Aquí ni pincha ni corta"
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Virginia apaga fotos com Vini Jr. e atitude chama atenção dos seguidores

A influenciadora Virginia Fonseca surpreendeu os seguidores ao remover de suas redes sociais diversas fotos ao lado de Vini Jr., com quem viveu um relacionamento de sete meses. A mudança foi percebida nesta semana e rapidamente virou assunto entre os fãs da apresentadora.

Entre as imagens apagadas estavam registros de momentos marcantes do casal, como a celebração do Natal em Madri, a viagem de Ano Novo e uma homenagem feita pela influenciadora durante o Carnaval. Na ocasião, Virginia recriou um visual icônico inspirado em Luma de Oliveira e usou uma coleira com o nome do jogador, publicação que ultrapassou a marca de um milhão de curtidas.

Apesar da limpeza parcial no perfil, nem todos os registros desapareceram. Algumas publicações continuam no ar, incluindo uma foto em comemoração ao primeiro mês de namoro e carrosséis em que o atleta aparece entre amigos e familiares.

Registros de viagens, datas comemorativas e declarações ao jogador desapareceram do perfil da influenciadora | Foto: Reprodução/Instagram

A atitude chamou atenção principalmente porque Virginia costuma manter lembranças de antigos relacionamentos em suas redes. Fotos do período em que foi casada com Zé Felipe, entre 2021 e 2025, seguem publicadas, assim como registros de seu namoro com Pedro Rezende, em 2018.

Nos últimos meses, rumores de uma possível reaproximação entre Virginia e Vini Jr. também ganharam força na internet. As especulações aumentaram após a influenciadora excluir o comunicado oficial do término e ser vista em eventos frequentados pelo jogador.

O fim da relação foi anunciado em 15 de maio. Na época, Virginia afirmou que decidiu encerrar o namoro de forma madura e respeitosa, destacando que prefere colocar um ponto final quando algo deixa de fazer sentido. Ela também desejou felicidade e sucesso ao atleta, pedindo privacidade para ambos naquele momento.

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Ariadna Guerra, el mayor consuelo de Miguel Ángel Muñoz tras morir su madre

Este martes se conoció la triste noticia de la muerte de Cristina Blanco. La vidente fue clave en el ‘star system’ patrio en la década de los 90, al ser la confidente de muchos de los famosos. Las Campos, Rocío Carrasco, Lara Dibildos o Ana Obregón estaban entre sus clientas y le confiaban sus secretos. Nunca los desveló y se los ha llevado consigo al más allá. La futuróloga falleció el pasado sábado 6 de junio en una residencia de Majadahonda. Se encontraba aquí bajo cuidados profesionales tras sufrir la amputación de una pierna y un infarto, que mermaron su capacidad para valerse por sí misma. También tenía problemas de salud mental.

Sobre todo esto ha hablado ya su hijo, Miguel Ángel Muñoz. Siempre ha protegido a su madre, alejándola del foco mediático cuando en sus entrevistas se le preguntaba por ella. Respetaba su deseo de recuperar el anonimato tras varios escándalos, como acusaciones de estafa. En su carta de despedida, desgarradora, trata estas cuestiones con las emociones a flor de piel. No esconde que su relación presentase problemas y haya salvado obstáculos, pero siempre le ha considerado una mujer valiente, fuerte e intuitiva. Ahora llora su ausencia, haciendo piña con su familia y amigos. También, por supuesto, con su novia, Ariadna Guerra.

Ariadna Guerra, el principal apoyo de Miguel Ángel Muñoz

En su extensa carta de despedida, el actor reconoce la intensidad con la que ha vivido su madre, transitando por malos momentos, otros aún peores, pero también instantes de felicidad: “Tu vida ha sido la montaña rusa más vertiginosa que uno pueda imaginar y la viviste al máximo, demasiadas veces al límite y muchas veces sin cinturón de seguridad. A pesar del impacto de lo repentino que ha sido y del dolor, me alegro mucho de que te hayas ido en paz y durmiendo plácidamente. Nos dejas un vacío inmenso a toda la familia y a todo tu entorno más cercano, que será muy difícil de llenar”. En este duelo le ayuda su novia.

Miguel Ángel Muñoz siempre ha sido muy discreto en sus relaciones amorosas. No acostumbra a hacer menciones sobre sus parejas en público y trata de esquivar todo lo posible la atención mediática en este terreno. Suelen ser los paparazzi los que ofrecen información sobre el estado de su corazón. Así se desveló a principios del 2025 que el actor estaba saliendo con Ariadna Guerra, también actriz. Unas románticas fotos suyas pusieron sobre la pista y poco a poco se ha ido afianzando su vínculo. Ahora se hace inquebrantable cuando la canaria se convierte en un pilar fundamental en el que reposar en pleno duelo.

La actriz, popular por su interpretación en la serie ‘Manuel para señoritas’ de Netflix, se ha volcado estos días con el actor. Miguel Ángel Muñoz se encontraba en Los Ángeles cuando recibió la noticia del fatal desenlace. Le alertaron un día antes de la muerte de su madre. En todo momento su novia ha estado a su lado, sirviéndole de apoyo, ayudándole a procesar el inesperado revés. Y, como de costumbre, en la intimidad, sin hacer ruido mediático y alejando miradas indiscretas de su día a día, especialmente ahora que lloran la ausencia de la vidente.

© Instagram

Miguel Ángel Muñoz

© Instagram

La actriz Ariadna Guerra
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Íñigo Onieva y su club de los elegidos... pero patrocinado por Tamara Falcó

Ya han pasado algunos meses desde que Íñigo Onieva inauguró Vega Members Club, un club privado que aspiraba a convertirse en el nuevo “place to be” de la élite madrileña. Un espacio íntimo y reservado a los bolsillos más pudientes y poderosos para alternar y negociar a partes iguales, alejados de las miradas indiscretas.

Además del club, reservado solo a los socios que puedan pagar la cuota anual que asciende a varios miles de euros, el espacio también cuenta con un restaurante abierto al público. Claro, la idea de un local exclusivo para unos pocos suena muy sibarita, pero a la hora de hacer caja, bienvenido sea todo el que entre por la puerta. O por la ventana, como quiera.

El boca a boca es la mejor promoción para este tipo de establecimientos. Nada convence más que el comentario de un amigo que te promete que “en este sitio se come de maravilla”. Pero en este siglo XXI, esclavo de las reseñas y los reels, la publicidad en redes sociales es casi más necesaria que cualquier recomendación del mejor crítico culinario.

Y ahí entra en juego Tamara Falcó, esposa de Íñigo Onieva y reina de Instagram, con permiso de María Pombo. Cuenta con más de un millón y medio de seguidores, una cifra que la convierte en reclamo para las principales marcas y empresas. Su perfil es como una valla publicitaria en blanco esperando a ser ocupada por la firma que más alto puje.

Teniendo a este portento de la promoción en casa, Onieva no ha dudado en recurrir a su mujer para que anuncie su nuevo restaurante a diestro y siniestro, destacando como si no hubiera un mañana que se trata de la propuesta gastronómica del club privado de Vega “abierta al público”. En plan: “No os preocupéis si no podéis acceder a nuestro exclusivísimo círculo, os podéis conformar con venir a comer o cenar”.

Desconozco si Tamara habrá recibido remuneración o no por promocionar el restaurante de su marido en redes sociales, aunque ha incluido el aviso de “publi” en todas sus publicaciones. El caso es que estos últimos días, el bombardeo ha sido mayúsculo y la marquesa parece haberse convertido en la relaciones públicas oficial del local.

En realidad no hay nada de extraño en que una mujer quiera atraer público al restaurante de su marido. Unas lo hacen repartiendo folletos por el barrio, y otras publicando post ante sus millones de seguidores. La que puede, puede.

© Gtres

Tamara Falcó e Íñigo Onieva en el Teatro Real de Madrid
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Dani Rovira confiesa su estancia secreta en la UCI tras sufrir dos trombos

Dani Rovira ha pasado ya por mucho a sus 45 años. Cabe recordarse que el cómico fue diagnosticado en 2020 de un linfoma de Hodgkin, cáncer que afecta a los glóbulos blancos de la sangre. Tuvo que pasar por el tratamiento de quimioterapia, pero salió victorioso. Después se adentró en sus propios infiernos cayendo en una profunda depresión, de la que también se ha logrado reponer. Sin embargo, echando la vista atrás, el actor considera que el peor año de su vida no fue el 2020, coincidiendo también con la pandemia del coronavirus y los estragos que causó en todos. Para él, el peor año fue 2025, pues se le amontonaron las desgracias.

Así lo ha reconocido durante su visita al podcast de Tomás Fuentes e Ignasi Taltavull, ‘La Ruina’. “El año pasado fue el peor año de mi vida. El curro no terminaba de ir como muy guay, tuve una ruptura, luego tuve dos operaciones, se murió mi padre, tenía el carné de conducir caducado…”, enumera el humorista, que a pesar de tanto mal siempre encuentra motivos para sonreírle a la vida y robar carcajadas a otros. “Fue un año muy catastrófico”, resume. Pero hay más.

El peor año en la vida de Dani Rovira

El cómico ha continuado desgranando lo que le ha sucedido el año pasado como para sentenciar que es el peor de los que ha vivido: “Tuve dos operaciones quirúrgicas por un problema en una vena”, desvela un revés médico que había preferido mantener en secreto hasta ahora. No dio pistas en su momento a sus seguidores de sus visitas al quirófano y su círculo más íntimo supo guardarle el secreto. Ahora se confiesa: “En la primera operación los médicos me dijeron que me habían quitado un trombo que tenía en una vena”. Fue grave, de ahí que tuvo que permanecer bajo cuidados especiales “un par de días en la UCI, un par de días en planta…”.

Pero cuando salió del hospital no se sentía recuperado y arrastró la recuperación durante varios meses: “Me dan el alta, soy una persona totalmente desvalida, estoy como muy mal, nada más que me puedo dar paseítos de abuelo”, reconoce en clave de humor, aunque la cuestión sea seria. Risas robó también cuando desliza que le habían quitado el trombo de una vena, pero que debía repetir el proceso para un segundo trombo. “Es una movida estructural, porque tienes el síndrome del opérculo torácico. La intervención consistió en abrirme, quitarme un trozo de la primera costilla, luego quitarme el trombo y meterme un muelle”.

Dani Rovira habló de sus dos operaciones y sus días en la UCI. También hizo mención a la muerte de su padre, pero ahí no quiso profundizar para no entristecer la entrevista que tiene una marcada vis cómica. Pero él siguió narrando las desgracias que acumuló en 2025 y por las que se reafirma en que fue “catastrófico”. Y es que también tuvo un desengaño amoroso, problemas con el carné de conducir y, encima, le robaron la moto: “Cortándome el pelo y riéndome, yo ahí: ‘Voy a ir guapo a la comisaría’”, soltaba despertando las risas de los presentes.

Dani Rovira, actor
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“No me he vuelto a lavar la cara desde este momento”: la traviesa indirecta de Oliva Wilde a Penélope Cruz

El próximo 26 de junio se estrenará en Estados Unidos ‘The invite’, la adaptación americana del aclamado filme español ‘Sentimental’ del director catalán Cesc Gay que ha dirigido Olivia Wilde y en el que los actores protagonistas son Penélope Cruz, Seth Rogen y Edward Norton. Así lo anunció ayer la productora A24 en sus redes sociales, donde en un bellísimo carrusel de imágenes se podían ver algunos fotogramas e instantes destacados de la película y su rodaje. En una de esas imágenes se puede ver un primer plano de las manos de Cruz, con unas características y larguísimas uñas, sujetando a las de la directora.

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© Randy Holmes (Disney via Getty Images)

Olivia Wilde en una de sus últimas apariciones televisivas, en el programa de Jimmy Kimmel.
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Dani Rovira comparte “el peor” año de su vida: “El curro no terminaba de ir muy guay, tuve una ruptura, una operación quirúrgica, se murió mi padre...”

La premisa de La Ruina es sencilla. El podcast ganador del premio Ondas en 2024, presentado por Tomàs Fuentes e Ignasi Taltavull, consiste en subir al escenario a gente del público para que cuente delante de todos una ruina, es decir, una anécdota embarazosa, patética o desafortunada que haga reír al resto. Pero antes de sacar los colores a gente anónima, uno o varios invitados conocidos se prestan a compartir sus miserias al inicio del show. Y este miércoles ha sido el turno de Dani Rovira (Málaga, 45 años) que, según demostró en su intervención, es experto en encadenar una ruina tras otra. “Todo formó parte del marco del año pasado, que fue un año de mierda, fue el peor año de mi vida”, avisó el actor y cómico antes de explicar por qué 2025 fue una ruina, en general.

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© Europa Press News (via Getty Images)

El actor Dani Rovira en la presentación del programa 'Al margen de todo', el 25 de febrero de 2026 en Madrid.
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Hablamos con Candela Peña: "Es difícil encontrar personajes de mujeres que lideren historias sin apoyarse en la trama de un chico"

Candela Peña vuelve a la primera línea con el estreno en Netflix de “La desconocida”. En la cinta, la actriz se mete en la piel de una sargento de los Mossos d'Esquadra que arrastra una profunda depresión tras sobrevivir al suicidio de un familiar. Un registro complejo y doloroso que contrasta con la imagen enérgica y risueña que proyecta en sus apariciones televisivas. En una charla tan sincera como irónica, la ganadora de tres Premios Goya reflexiona con LA RAZÓN sobre la distorsión que generan las redes sociales en cuanto a su volumen de trabajo y la necesidad de regular los derechos de imagen de los actores en la era del contenido viral.

-Últimamente te vemos en todos lados, Candela. Estás en un momento de no parar.

Es que estoy de promo. Yo normalmente no doy entrevistas si no tengo un proyecto que promocionar. Estoy promocionando “La desconocida” en Netflix, que es una película de Manuel Martín Cuenca, y por eso me estás viendo mucho más.

-En esta historia te pones en la piel de una investigadora, una policía... ¿Cómo ha sido este viaje?

Sí, interpreto a una sargento de los Mossos d'Esquadra. Pero más que meterme en el cuerpo de los Mossos, el reto ha sido meterme en su depresión. Es una mujer depresiva, superviviente de un suicidio. Ha sido un trabajo duro, pero muy interesante.

-Sorprende el registro porque tú, aparentemente, no tienes nada que ver con ese perfil. Siempre tiras del humor, se te ve una mujer muy alegre, muy contenta...

Eso es lo que tú ves desde fuera. Lo que yo soy en realidad es otra cosa. Yo soy una cajonera muy grande, llena de muchos cajones chiquititos, y en cada uno te encuentras una Candela diferente. Ahora toca enseñar esta. Todo ser humano es así.

-También te hemos visto recientemente haciendo circuito de podcasts, como el deXuso Jones (“Poco se habla”)... Siempre has sido una firme defensora de la necesidad de mantenerse activa y trabajar, visibilizando que los actores también pasáis por épocas de parón.

Qué graciosos sois los periodistas, fui a un podcast y parece que he hecho una gira entera, lo que pasa es que lo que yo hago cunde muchísimo (risas). Pero respondiendo a lo que dices, aquí estoy, contentísima y esperando toda la ficción que venga. Me apetece todo. Me apetece trabajar en buenos proyectos y con personajes increíbles. Lo que pasa es que es difícil encontrar personajes de mujeres que lideren las historias y que no vayan apoyados o supeditados a la trama de un chico. Es complicado dar con perfiles interesantes, pero en ello estoy.

"Tú cedes tus derechos de imagen, pero luego el contenido se resube a otras plataformas y tú ya no estás percibiendo nada por esos reels"

-¿Crees entonces que los medios y el público tenemos una percepción distorsionada de tu volumen de trabajo actual? Quizá el altavoz de las redes sociales amplifica esa sensación de que estás omnipresente.

Yo creo que sí, totalmente. Fíjate, a “La Revuelta” voy solo dos veces al mes. Pero claro, te ven millones de personas en directo y luego la gente lo cuelga en redes, lo recuelga, se vuelve a compartir... Parece que hago mucho más de lo que realmente hago. De hecho, yo insisto en que en algún momento se debería regular todo ese tema de los contenidos virales en Internet. Tú cedes tus derechos de imagen para emitir en Televisión Española, pero luego el contenido se fragmenta, se resube a otras plataformas y todo se vuelve una especie de fondo común donde tú ya no estás jugando duro ni percibiendo nada por esos reels.

-¿Cómo se presenta el verano? ¿Más trabajo o más descanso?

Se presenta de maravilla. Trabajo, más proyectos como modelo, más portadas, desfiles... de todo.

© Gtres

Candela Peña en los Elle Style Awards
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Rosario Flores se estrena como abuela: los detalles del momento más dulce de la familia

El clan Flores está de enhorabuena. El pasado 2 de junio, Lola Orellana y el artista ibicenco Cosme Daniel daban la bienvenida a su primer hijo en común, poniendo el broche de oro a una relación marcada por la más absoluta discreción. Fue la orgullosa abuela, Rosario Flores, la encargada de gritar a los cuatro vientos su felicidad a través de las redes sociales.

Poco después, gracias a las declaraciones de Elena Furiase y Mariola Orellana, se desvelaba el secreto mejor guardado: el nuevo miembro de la mítica dinastía es una niña. Por el momento, el nombre de la pequeña no ha trascendido, reflejo del firme deseo de los padres de proteger su intimidad y exprimir estos primeros días lejos del foco mediático.

"Lola está hecha una madraza"

Ante el blindaje de los recién estrenados papás, ha sido Marina Carmona -hija de Antonio Carmona y Mariola Orellana, y muy cercana a la familia- quien ha arrojado algo de luz sobre cómo están viviendo este momento. Durante el lanzamiento de la nueva línea de camomilla de la firma Flor de Mayo, la artista no pudo ocultar su entusiasmo: "Están súper felices. Lola está hecha una madraza y están muy bien, gracias a Dios", confesó radiante ante las cámaras de Europa Press.

Marina aseguró que toda la familia está viviendo en una auténtica nube y que esta nueva etapa no pilla de nuevas a la intérprete de Mi gato: "Ya es abuela de Ismael (el hijo de Lucía Fernanda, que ya tiene dos años) y se muere con él. Va a ser una pedazo de abuela, ya lo es", explicaba con orgullo sobre su tía Rosario.

Consentir, pero no criar

Haciendo gala de la complicidad que une a los Carmona con los Flores, Marina también bromeó sobre su propio papel en la vida de los más pequeños de la casa, dejando claro que a ella le toca la parte más divertida:

"Creo que soy bastante buena tía, le consiento mucho y siempre le compro algún detallito. Yo no estoy para criarlo, para eso está mi hermana. Yo no le voy a educar, al niño le voy a consentir".

En cuanto a sus propios planes de futuro, la cantante confesó que, por ahora, el instinto maternal no ha llamado a su puerta: "De momento no. No lo descarto y confío en que la vida, si tiene preparado que seas madre o que te tengas que casar, te llega en cualquier momento. Eso no se puede planear", zanjó con la naturalidad que la caracteriza, centrada en celebrar la llegada de una nueva "faraona" a la familia.

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Rosario Flores

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Marina Carmona revela cómo está viviendo Rosario Flores el nacimiento de su primera nieta: "Pedazo de abuela"
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Lily Allen posa con Marc Capaldo en Londres mientras su exmarido, David Harbour, por fin habla de su divorcio

© Karwai Tang (WireImage)

Todas las capitales globales del mundo celebran eventos calendarizados anuales con la llegada de la temporada estival. Nueva York celebra estos días el festival de cine de Tribeca, París albergará en julio su bal d'etè y anoche se celebró en Londres la gala de la Royal Academy, donde es habitual ver rostros famosos de la escena británica. En esta edición la cantante Lily Allen brilló con luz propia gracias a dos factores: el increíble vestido que lucía y el hecho de que vuelve estar en el centro de la actualidad informativa.

© Karwai Tang (WireImage)

Ayer se publicaba el número de la revista Variety en la que el que fue su marido, David Harbor, por fin daba respuesta a todas las invectivas que ella le lanzó en su último disco, donde le acusaba de haberla traicionado emocionalmente a pesar de haber acordado ambos una relación abierta. En la primera entrevista en la que el actor de 'Stranger things' habla abiertamente de su tormentoso divorcio y sorprendentemente lo ha hecho en términos muy comprensivos: "Respeto mucho cualquier manifestación artística", ha dicho en relación al disco en el que él y una de sus amantes eran protagonistas centrales.

© Karwai Tang (WireImage)

Lily Allen, por su parte, continua con su vida, que, como siempre, está estrechamente vinculada con el mundo de la moda y las firmas y personajes que lo pueblan. Para la fiesta de inauguración de la Exposición veraniega de la Royal Academy, un acontecimiento que se celebra desde hace 250 años, la cantante escogió un glamuroso diseño lencero de corte sirena con encaje en el escote realizado con dos capas de tul y con una vaporosa boa de marabú como remate en el escote.

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¿La firma? 16Arlington, de la que es propietario y director creativo su amigo Marco Capaldo, para quien ha desfilado en numerosas ocasiones y lucido sus diseños en otro evento imprescindible de la escena londinense, la inauguración de la Serpentine Gallery. Tan amigos son, que en más de una ocasión se ha rumoreado la posibilidad de que exista un idilio entre ellos, porque, ¿cómo va a tener un amigo una mujer?

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Y mientras al otro lado del charco la máquina mediática ya empezaba a echar humo con las declaraciones de su exmarido ella posaba con su amigo, mientras la prensa sigue especulando sobre su relación con Jonah Freud, con quien ella misma ha confirmado que ha empezado a salir.
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Gloria Camila acusa a Rocío Carrasco de lucrarse y destaca qué le parece “absurdo”

Siempre que surge una iniciativa para homenajear a Rocío Jurado aparece la polémica. Su familia se hace protagonista y desvía la atención del objetivo final. Así ha vuelto a suceder ahora que se estrena el documental sobre la artista de Chipiona, la más grande de España, en Movistar Plus +. Unos defienden que se trata de un recorrido a través de cuatro capítulos a su carrera artística y peso en la cultura patria. De ahí que tan solo se haya hablado con Rocío Carrasco para dar forma a este trabajo audiovisual, quien además ha cedido mucho material inédito. No se ha levantado el teléfono para tratar el asunto con sus otros dos hijos.

De esto se quejaba Gloria Camila. Sentía que tanto ella como su hermano han sido borrados de su historia, como si no hubiesen existido. De hecho, en el documental no se les menciona. Un reproche que Rocío Carrasco califica de “absurdo” y no llega a comprender. Pues ahí está su hermana de nuevo para hacérselo entender, explicándoselo de nuevo desde ‘El tiempo justo’ de Telecinco. “A mí lo que me parece absurdo es que una vez más me tenga que ver en la situación en la que mi hermano y yo no existimos para una cosa pública que se hace a beneficio económico de una cosa de mi madre”.

Gloria Camila, a la carga contra Rocío Carrasco

La hija de José Ortega Cano no está dispuesta a callarse más. Al menos ya ha recibido el permiso de sus abogados para entrar en detalles, después de estar analizando el asunto con idea clara de emprender acciones legales. Cree que tiene el mismo derecho que su hermana mayor a aparecer en la historia de su madre cuando es narrada en un trabajo público, aunque el beneficio en exclusiva vaya a parar a las cuentas privadas de Rocío. Aunque no sea heredera universal, cree que lo justo sería que se contase con ellos.

Pero entiende que no se haya dado este paso, una vez más, por perseguirse un “beneficio económico y lucrativo”. “No es un homenaje, es un documental. Es una serie más bien, en la que ella se beneficia económicamente”, sentencia. Al igual que desea hacerlo al tratar la polémica del diario perdido de Rocío Jurado. Ese que ya enfrentó a las hermanas en los tribunales y que Rocío prometió al juez que no existía: “Yo no digo que haya un diario, digo que en el caso de que existiera un diario, no sé el contenido de la serie, porque no se ha contado con nosotros en ningún momento. José y yo tenemos el mismo derecho a conocer el contenido previo a lo que se haga de una serie documental. Lo que sea íntimo, privado, personal y artístico de mi madre tenemos derecho legal. La ley nos ampara”, subraya.

Gloria Camila no se queda ahí y vuelve a dar jaque a Rocío Carrasco. Lo hace con una advertencia sobre el diario o el archivo de sus memorias que supuestamente no existen: “Ella dice ante una jueza que no hay un archivo guardado ni privado de mi madre. Se está hablando de una autobiografía inédita que desconozco por completo. Ella dijo que lo que encontró lo había destruido. En su momento tuvo que mentir a la audiencia porque ante la jueza dijo que no había diario”. ¿Había o no? ¿Hubo, pero se destruyó? ¿Se ha usado su contenido para generar más contenido y aumentar los beneficios? Esa es la duda de Gloria ahora.

Rocío Carrasco y Gloria Camila

© Telecinco

Gloria Camila en "Vamos a ver"
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Claudia Osborne, embarazada de su tercer hijo, anuncia el sexo y el nombre del bebé

La familia Osborne está de enhorabuena. Claudia, una de las hijas que Bertín tuvo con Sandra Domecq, acaba de anunciar que espera su tercer hijo junto a José Entrecanales, con el que se dio el “sí, quiero” en 2021. Fruto de su sacra unión nació Micaela un año más tarde, y en 2024 dieron la bienvenida a Violeta. Ahora, se convertirán en una feliz familia numerosa dentro de pocos meses.

“Después de un año muy duro, tenemos la grandísima suerte de poder anunciar que vamos a tener a nuestro tercer hijo”, ha revelado la propia Claudia en sus redes sociales, junto al vídeo de una ecografía en la que se escucha el latido del bebé. De sus palabras se entiende que ella y Entrecanales llevaban un tiempo intentando ampliar la familia, un deseo que no siempre se ve materializado. Al fin, la vida se ha abierto camino.

Quizás por este mismo motivo, para Claudia y José era especialmente importante llevar su embarazo en la más estricta intimidad, al menos en los primeros meses, cuando se corren más riesgos de que el proceso no siga adelante. Pasado ese periodo, la pareja anuncia feliz el dulce momento en el que se encuentra: “Es la primera vez que hemos podido vivirlo en la intimidad durante todo el primer trimestre. No sabéis cuánto necesitábamos hacerlo así esta vez. Y ahora, con toda la alegría y la paz del mundo, os lo contamos”.

Y no es lo único que han contado. Claudia ha aprovechado el anuncio de su embarazo para compartir también con sus seguidores el nombre y el sexo del bebé: será un niño, el primero de su familia, y lo bautizarán con el nombre del padre. “Bienvenido, Joselito”, dice emocionada la empresaria.

El pequeño José se convertirá en el noveno nieto de Bertín Osborne, que además es padre de siete hijos (aunque uno falleció poco después de nacer). Su hija mayor, Alejandra, le convirtió en abuelo por primera vez con Santiago y los mellizos Fausto y Valentina. Por su parte, Eugenia aporta tres miembros más al clan: Juan, Sandra y el pequeño Tristán. La última en sumarse a la lista fue Claudia, que además de sus dos hijas ahora sumará un pequeño más a la gran familia Osborne.

© Gtres

Claudia Osborne, hija de Bertín Osborne

© Gtres

Claudia Osborne y José Entrecanales
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Taylor Swift, Timothée Chalamet y otros famosos que han vibrado con la remontada de los Knicks

© Vincent Carchietta (IMAGN IMAGES via Reuters Connect)

Nueva York enloqueció este miércoles con el palmeo de OG Anunoby a un segundo del final que dio a los Knicks la victoria por 107-106 ante los San Antonio Spurs, tras culminar una remontada de 29 puntos, la mayor de la historia de
las Finales de la NBA. En el el Madison Square Garden no faltaron numerosos famosos, como Taylor Swift.

© Jan Téllez Asensio (EFE)

La estrella del pop Taylor Swift apareció en la pantalla del estadio neoyorquino durante el cuarto partido de las finales de la NBA entre New York Knicks y San Antonio Spurs. Tras su histórica victoria del miércoles, los Knicks están a un partido de poder ganar su primer anillo de la NBA desde 1973.

© Brad Penner (IMAGN IMAGES via Reuters Connect)

El actor Timothée Chalamet, a pie de cancha, en un momento del partido.

© Brad Penner (IMAGN IMAGES via Reuters Connect)

Timothée Chalamet acudió al encuentro junto a su pareja Kylie Jenner, la más pequeña de las hermanas Kardashian.

© Vincent Carchietta (IMAGN IMAGES via Reuters Connect)

El actor Ben Stiller acudió al partido junto a su esposa, la también actriz Christine Taylor. En la imagen, ambos charlan con el intérprete y cómico Tracy Morgan en el cuarto partido de la final de la NBA.

© Ross D. Franklin (AP Photo/Ross D. Franklin)

Ben Stiller junto a los exjugadores de la NBA Spencer Haywood y Larry Johnson.

© Ross D. Franklin (AP Photo/Ross D. Franklin)

El director Spike Lee durante el intermedio del partido.

© Brad Penner (IMAGN IMAGES via Reuters Connect)

El presentador Jimmy Fallon tras la victoria de los Knicks en el cuarto partido de las Finales de la NBA contra los San Antonio Spurs.

© Ross D. Franklin (AP Photo/Ross D. Franklin)

El actor Adam Sandler y su esposa Jackie durante el partido.

© Vincent Carchietta (IMAGN IMAGES via Reuters Connect)

El comediante, escritor, actor Larry David (en el centro, con gafas y sin gorra) junto al exjugador de tenis John McEnroe (con la camiseta de los Knicks con el número 7) durante el cuarto partido de la final de la NBA.

© SARAH YENESEL (EFE)

El actor y cómico Jerry Seinfeld (con chaqueta granate) celebra la victoria de los New York Knicks. El equipo de baloncesto neoyorquino ganó en el último momento a los San Antonio Spurs tras el tanto de su alero OG Anunoby.

© Frank Franklin II (AP Photo/Frank Franklin II)

Taylor Swift acudió acompañada de dos de las tres integrantes y hermanas de la banda estadounidense de pop-rock Haim (en la imagen, junto a Este). Otros famosos que no se perdieron el partido fueron el actor Jon Hamm, el cómico Chris Rock, las actrices Emma Roberts y Sydney Sweeney o Hailey Bieber.
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Preocupación por la salud de Susana Uribarri, ingresada en Madrid tras un "susto" médico

La intensa actividad de Susana Uribarri se ha visto frenada de manera inesperada. Tras dejarse ver hace unas semanas disfrutando del Mutua Madrid Open en la Caja Mágica y de continuar con sus habituales colaboraciones en Y ahora Sonsoles, la conocida representante de famosos se encuentra atravesando un bache de salud que la mantiene alejada de la primera línea pública.

Según ha podido confirmar Europa Press a través de fuentes muy cercanas a su entorno, la empresaria está ingresada en un hospital madrileño tras sufrir lo que en principio parecía un pequeño contratiempo.

Un diagnóstico inesperado

Lo que estaba planteado como una visita rutinaria y plenamente programada para someterse a unos exámenes médicos se complicó sutilmente tras el procedimiento inicial. Fue entonces cuando el equipo médico detectó ciertos problemas respiratorios y un agudo dolor en la zona pulmonar. Tras realizarle las pruebas pertinentes, el diagnóstico fue claro: una fuerte neumonía que ha obligado a los facultativos a retenerla en el centro hospitalario para vigilar de cerca su evolución, impidiendo su regreso a casa por el momento.

Pese al lógico revuelo inicial, Susana se encuentra estable, arropada y en las mejores manos. El hermetismo en torno a los detalles exactos de su estado es total, pero la evolución de los próximos días será clave para determinar cuándo recibirá el alta. En estos momentos de obligada calma, no le falta el cuidado del personal médico ni, por supuesto, el calor de su círculo más íntimo.

El apoyo incondicional de su hija Carlota

Si algo define a la mánager es la excelente relación que mantiene con su hija, Carlota Uribarri. La joven, que se está consolidando con fuerza en el universo de las influencers, no ha dudado en paralizar por completo su agenda para volcarse en las atenciones a su madre, demostrando una vez más la tremenda unión que existe entre ambas.

Carlota tenía previsto un inminente viaje a Baleares, un plan que ha cancelado de forma fulminante por razones obvias. Ella misma compartía la noticia con sus seguidores de Instagram con total naturalidad y madurez:

"Pues chicos, al final mañana por problemas de salud familiares no me voy a Menorca. Ya sabéis que me apetecía mucho, así que gracias por todas las recomendaciones que disteis, pero hay que cuidar a la family".

Un mensaje que refleja la prioridad absoluta de la joven en estos instantes: arropar a su madre hasta que este bache se convierta, muy pronto, en una anécdota.

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Hablamos con Dulceida en el mes del Orgullo: "He perdido proyectos por ser bisexual"

Si al ver su foto no la reconocen, o bien acaban de despertar de un profundo coma o son de esos que huyen de las redes sociales como del infierno. Con más de tres millones de seguidores en Instagram, su principal plataforma, Aida Domènech fue una de las primeras creadoras de contenido en posicionarse en el universo digital, incluso antes de que se generalizara el término influencer. Hoy, la catalana posee un engranaje mediático que le reporta millones de euros en beneficios derivados de la publicidad y las colaboraciones.

Se puede decir que fue pionera en muchos sentidos, también a la hora de abordar públicamente su bisexualidad, en 2015. Más de una década después, se ha convertido en uno de los rostros más influyentes del colectivo, y eso que nunca pretendió ser abanderada de nada. «Hay mucha gente activista, y aunque yo ahora colaboro a conciencia con la comunidad, no empecé así, simplemente mostraba mi relación naturalmente. Yo siempre había sido una defensora del colectivo incluso antes de decir que era bisexual, pero cuando estás dentro te das cuenta de todos los derechos que hay en juego, todo lo que han luchado los que han venido antes que nosotros. Si tengo un altavoz potente y puedo ayudar a la causa, voy a hacerlo. También creo que hace años era una moda decir que eras gay, trans o lesbiana y todo el mundo lo veía guay. Ahora no, ahora se ve mal y se han dado muchos pasos atrás», explica a LA RAZÓN.

Dulceida habla con conocimiento de causa. Bajo su punto de vista, ahora «hay mucho más odio que antes» hacia el colectivo, cierto recelo que en pleno 2026 vuelve a provocar discriminación en el ámbito profesional. «Que yo sepa, se me han caído dos proyectos muy gordos, con marcas muy potentes, y mi equipo y yo nos hemos acabado enterando que era por mi condición sexual. Una pasó hace muy poco, el año pasado, y la otra la tengo clavada porque era una marca que me gustaba mucho», lamenta la creadora de contenido, tan triste como enfadada: «No podemos permitirlo. Ni los derechos ni quién es cada uno se debería poner a debate. Es intocable».

Con las agresiones homófobas al alza, según datos del Ministerio del Interior, se hace difícil ser optimista de cara al futuro, sobre todo teniendo una hija pequeña que está creciendo en un hogar con dos madres: «Yo tengo muchos miedos, de que le digan algo en el colegio o se metan con ella. Sin embargo, tengo amigas de madres lesbianas que me hablan de su infancia de forma muy positiva».

Su gran recompensa

Pese a todo, Dulceida se queda con algo muy positivo de su «salida del armario» –una expresión que «no me gusta mucho»–: haber animado a otras personas a expresar sin miedo su condición sexual: «A día de hoy, me sigo encontrando a gente por la calle que me dice ''gracias porque gracias a ti pude ser libre, pude ser feliz''. Eso es lo más bonito que me ha pasado en la vida y siento mucho orgullo de llevar esa mochila de tanta gente que se ha dejado llevar. Eso nadie me lo va a quitar nunca».

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La influencer Dulceida en los Elle Style Awards

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Dulceida junto a su mujer, Alba Paul
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Butantan mantém estudo sobre vacina da dengue em idosos

Logo Agência Brasil

O Instituto Butantan reiterou que manterá em andamento o estudo clínico sobre a vacina contra a dengue conduzido desde janeiro em quatro centros de pesquisa na Região Sul do país. A informação já havia sido levantada na segunda-feira (8), durante entrevista coletiva do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que anunciou a suspensão da imunização com a vacina produzida pelo instituto. 

O estudo clínico pretende investigar como populações que não tiveram contato com a dengue reagem à vacinação, com foco nos idosos, avaliando a segurança e comparando a resposta imunológica por meio de testes laboratoriais. Um dos objetivos é entender se a produção de anticorpos dos participantes idosos é semelhante à do grupo adulto, alvo de estudos anteriores com o imunizante.

Notícias relacionadas:

A Região Sul do país foi escolhida pela baixa incidência da doença. A maior parte das vagas para voluntários é para pessoas entre 60 e 79 anos. Os testes clínicos serão realizados ao longo de um ano, em Porto Alegre e Pelotas, no Rio Grande do Sul, e em Curitiba.

O imunizante teve suspensão de sua aplicação na população, para estudo de casos pontuais em que houve reações adversas graves, com dois óbitos.

"A gente tem de entender a natureza dessa investigação. A vacinação poderá ser retomada e isso depende desse processo de discussão. A gente é confiante que a vacina é uma importante arma no combate à dengue e devemos basear essa retomada em dados muito rigorosos e criteriosos, e em metodologia científica", declarou o médico Ésper Kallas, diretor do Instituto Butantan, à AgênciaSP, agência estadual de notícias paulista.

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Butantan mantém estudo sobre vacina da dengue em idosos

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O Instituto Butantan reiterou que manterá em andamento o estudo clínico sobre a vacina contra a dengue conduzido desde janeiro em quatro centros de pesquisa na Região Sul do país. A informação já havia sido levantada na segunda-feira (8), durante entrevista coletiva do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que anunciou a suspensão da imunização com a vacina produzida pelo instituto. 

O estudo clínico pretende investigar como populações que não tiveram contato com a dengue reagem à vacinação, com foco nos idosos, avaliando a segurança e comparando a resposta imunológica por meio de testes laboratoriais. Um dos objetivos é entender se a produção de anticorpos dos participantes idosos é semelhante à do grupo adulto, alvo de estudos anteriores com o imunizante.

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A Região Sul do país foi escolhida pela baixa incidência da doença. A maior parte das vagas para voluntários é para pessoas entre 60 e 79 anos. Os testes clínicos serão realizados ao longo de um ano, em Porto Alegre e Pelotas, no Rio Grande do Sul, e em Curitiba.

O imunizante teve suspensão de sua aplicação na população, para estudo de casos pontuais em que houve reações adversas graves, com dois óbitos.

"A gente tem de entender a natureza dessa investigação. A vacinação poderá ser retomada e isso depende desse processo de discussão. A gente é confiante que a vacina é uma importante arma no combate à dengue e devemos basear essa retomada em dados muito rigorosos e criteriosos, e em metodologia científica", declarou o médico Ésper Kallas, diretor do Instituto Butantan, à AgênciaSP, agência estadual de notícias paulista.

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