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Chuva volta a Portugal neste dia e estas serão as regiões mais afetadas

A chuva deverá voltar a marcar presença em Portugal continental no início da segunda semana de junho, embora de forma fraca e pouco significativa. A mudança será sentida sobretudo entre hoje, domingo, e segunda-feira, com maior probabilidade de precipitação nas regiões do Norte e Centro, em especial junto ao litoral.

De acordo com o portal especializado em meteorologia, Meteored, e depois de vários dias marcados por calor e tempo mais seco, a circulação atmosférica deverá permitir a entrada temporária de ar mais fresco. Segundo a previsão da Meteored, o jato polar mais ondulante e a passagem de ondulações frontais fracas poderão trazer mais nebulosidade e alguma precipitação.

A instabilidade não deverá durar muitos dias. A partir de terça-feira, 9 de junho, o regime atmosférico NAO+ deverá ganhar maior influência, favorecendo tempo predominantemente estável, seco e com pouca nebulosidade em grande parte do território.

Norte e Centro mais expostos

A chegada de ar mais fresco deverá fazer-se sentir principalmente durante a madrugada e manhã de segunda-feira, 8 de junho. As regiões do Norte e Centro de Portugal continental serão as mais expostas a esta alteração, sobretudo nas zonas costeiras.

A chuva, quando ocorrer, deverá ser fraca e dispersa. Não estão previstos acumulados relevantes, mas a nebulosidade poderá aumentar e deixar o ambiente mais fresco em comparação com os dias anteriores.

No litoral Norte e Centro, a descida das temperaturas deverá ser mais notada. A mudança será menos expressiva do que a registada no início de junho, mas suficiente para criar maior contraste entre o litoral e o interior.

Interior mantém tendência mais quente

Enquanto o litoral poderá sentir mais nuvens e ar fresco, o interior deverá manter temperaturas mais elevadas. Este domingo, 7 de junho, várias zonas do interior Norte, Centro e Sul deverão registar uma nova subida das máximas.

Em algumas localidades do interior Centro e do Alentejo, os termómetros poderão voltar a ultrapassar os 30 ºC durante a tarde. Já na faixa litoral entre Viana do Castelo e Lisboa, as temperaturas deverão manter-se mais contidas.

Lisboa poderá registar uma ligeira descida, rondando os 26 ºC, enquanto o interior continua mais quente. Este contraste deverá manter-se no início da semana, antes de nova mudança na segunda metade da semana.

Tempo seco ganha força a partir de terça-feira

A partir de terça-feira, 9 de junho, a previsão aponta para uma estabilização gradual do tempo. O reforço das altas pressões sobre a Península Ibérica deverá favorecer dias secos, com pouca nebulosidade e sem precipitação significativa.

Este cenário deverá manter-se pelo menos até sexta-feira, 12 de junho, podendo prolongar-se por mais alguns dias. O regime NAO+ será dominante na Europa e no Atlântico Norte, condicionando o estado do tempo em Portugal.

Na prática, a chuva deverá ficar limitada ao início da semana e a episódios pouco expressivos. Depois disso, o tempo seco volta a ganhar terreno em praticamente todo o continente.

Calor pode intensificar a partir de quinta-feira

A segunda metade da semana poderá trazer uma mudança mais marcada, mas no sentido do calor. A partir de quinta-feira, 11 de junho, a influência anticiclónica e a possível chegada de uma massa de ar muito quente deverão provocar uma subida generalizada das temperaturas.

Segundo a previsão da Meteored, sexta-feira, 12 de junho, poderá ser o dia mais quente da semana, tanto pela intensidade do calor como pela área geográfica abrangida. Mesmo o litoral, que tem estado mais fresco, poderá registar valores bem acima do normal.

Várias capitais distritais poderão ultrapassar os 30 ºC. Em zonas do vale do Tejo e do Alto Alentejo, os valores poderão aproximar-se dos 39 a 40 ºC, embora a previsão ainda possa sofrer alterações por estar a vários dias de distância.

Sexta-feira pode trazer calor intenso

Na sexta-feira, 12 de junho, o modelo europeu aponta para anomalias térmicas positivas em todo o território continental. Isto significa temperaturas acima da média para esta altura do ano, em alguns casos entre 6 e 14 ºC acima dos valores habituais.

Cidades como Porto, Braga e Leiria poderão aproximar-se dos 34 ou 35 ºC. No interior, Castelo Branco, Portalegre, Évora e Beja poderão rondar os 36 ou 37 ºC, enquanto Santarém poderá chegar aos 38 ºC.

Para sábado e domingo, 13 e 14 de junho, a incerteza aumenta. Ainda assim, os primeiros sinais apontam para uma possível descida gradual das temperaturas, sobretudo no domingo.

Chuva será breve e pouco expressiva

Apesar do título da semana começar com alguma chuva, o cenário dominante deverá ser o tempo seco. A precipitação prevista no início da semana será fraca, localizada e mais provável no Norte e Centro, sobretudo junto ao litoral.

O ponto principal será a transição entre uma entrada temporária de ar fresco e uma segunda metade da semana potencialmente muito quente. Esta oscilação poderá fazer com que os próximos dias sejam marcados por grandes diferenças de temperatura.

Assim, quem vive no litoral Norte e Centro deve contar com mais nebulosidade e alguma chuva fraca no arranque da semana. Já no interior e no Sul, o destaque será a subida das temperaturas, com calor a ganhar força a partir de quinta-feira.

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Ainda vai precisar de guarda-chuva? O tempo dá uma volta e há regiões que ainda acordam com chuva neste dia

O sábado deverá trazer uma mudança gradual no estado do tempo em Portugal continental, com subida da temperatura e céu pouco nublado em grande parte do território. Ainda assim, o dia não começará da mesma forma em todas as regiões.

De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o dia 6 de junho deverá arrancar com mais nebulosidade no litoral Norte e Centro, onde ainda poderão ocorrer períodos de chuva fraca ou chuvisco até meio da manhã. Depois, a tendência será de melhoria.

Manhã ainda cinzenta no Norte e Centro

A previsão do IPMA indica céu pouco nublado na maior parte do continente, mas temporariamente muito nublado no litoral Norte e Centro, bem como nos distritos de Vila Real e Viseu, até ao final da manhã.

Nessas zonas, poderão ocorrer períodos de chuva fraca ou chuvisco. No Minho e no Douro Litoral, a precipitação poderá ser por vezes moderada, embora limitada sobretudo às primeiras horas do dia. À medida que a manhã avançar, a nebulosidade deverá diminuir de forma gradual, abrindo caminho a um cenário mais favorável em várias regiões.

Temperatura máxima vai subir

Uma das notas principais da previsão é a subida da temperatura, em especial da máxima. Depois de dias mais frescos e marcados por alguma instabilidade, os termómetros deverão voltar a recuperar em Portugal continental. Na Grande Lisboa, o céu deverá apresentar-se pouco nublado, embora temporariamente muito nublado até meio da manhã. Há possibilidade de chuva fraca ou chuvisco, mais provável junto ao Cabo Raso.

A região deverá registar uma pequena subida da temperatura mínima e uma subida mais evidente da máxima. O vento será fraco a moderado de norte ou noroeste, podendo soprar por vezes forte junto ao Cabo Raso durante a tarde.

Porto melhora a partir do meio da manhã

Na Grande Porto, o sábado deverá começar com céu muito nublado e períodos de chuva fraca ou chuvisco até meio da manhã. Depois desse período, o céu deverá tornar-se gradualmente pouco nublado. O vento soprará fraco a moderado de noroeste, até 30 quilómetros por hora, podendo ser por vezes forte na faixa costeira durante a tarde, até 40 quilómetros por hora.

O IPMA prevê ainda uma pequena subida da temperatura, acompanhando a tendência de recuperação esperada para o continente.

Vento mais sentido na faixa costeira

O vento deverá soprar fraco a moderado de norte ou noroeste, até 30 quilómetros por hora, sendo fraco nas regiões Norte e Centro até meio da manhã. Ainda assim, poderá soprar por vezes forte, até 40 quilómetros por hora, nas terras altas do Centro e Sul até ao início da manhã e na faixa costeira ocidental durante a tarde.

Na costa sul do Algarve, o vento deverá soprar de oeste ou sudoeste durante a tarde. No geral, o Algarve deverá ter céu pouco nublado, num dia mais estável do que o previsto para o litoral Norte e Centro.

Mar mais agitado na costa ocidental

Na costa ocidental, o IPMA prevê ondas de noroeste com 1,5 a 2 metros, aumentando gradualmente para 2 a 3 metros. A temperatura da água do mar deverá variar entre 15 e 17 graus. Na costa sul, as ondas deverão ser de sudoeste com cerca de 1 metro. A temperatura da água deverá situar-se entre 18 e 19 graus.

O estado do mar será, por isso, mais condicionado na costa ocidental, enquanto o litoral sul deverá apresentar condições mais moderadas.

Açores com chuva fraca e abertas

Nos Açores, o sábado deverá manter alguma instabilidade em vários grupos. No Grupo Ocidental, o céu estará muito nublado, com abertas a partir da manhã. Há condições favoráveis à formação de neblinas na madrugada e início da manhã, bem como períodos de chuva fraca ou chuvisco, passando depois a aguaceiros fracos.

No Grupo Central, o céu deverá apresentar-se muito nublado, com abertas a partir da tarde. Também aqui estão previstos períodos de chuva fraca ou chuvisco durante a madrugada e manhã, passando depois a aguaceiros fracos.

Já no Grupo Oriental, deverão ocorrer períodos de céu muito nublado com abertas. As temperaturas previstas variam entre 16 e 23 graus em Santa Cruz das Flores, 17 e 22 graus na Horta, 17 e 22 graus em Angra do Heroísmo e 17 e 22 graus em Ponta Delgada.

Madeira com tempo mais estável

Na Madeira, o cenário será mais estável durante boa parte do dia. O IPMA prevê céu pouco nublado ou limpo, aumentando gradualmente de nebulosidade a partir do meio da tarde. O vento será fraco a moderado do quadrante norte, entre 10 e 30 quilómetros por hora. Nas terras altas, está prevista uma pequena subida da temperatura.

Já na região do Funchal, o céu deverá apresentar-se pouco nublado ou limpo, tornando-se gradualmente mais nublado a partir da tarde. O vento deverá ser fraco, inferior a 15 quilómetros por hora.

Sábado com dois ritmos no tempo

O sábado deverá, assim, começar com alguma chuva fraca no litoral Norte e Centro, mas a tendência será de melhoria ao longo do dia. A subida da temperatura máxima será uma das principais mudanças em Portugal continental.

Para quem estiver no Norte e Centro, sobretudo junto ao litoral, o guarda-chuva ainda poderá ser útil durante a manhã. Para o resto do país, o dia deverá ser mais aberto, com sinais de recuperação nos termómetros e menos nebulosidade à medida que o sábado avança.

Leia também: Chuva a caminho: depressão no Atlântico traz mau tempo a esta região

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Chuva a caminho: depressão no Atlântico traz mau tempo a esta região

Depois de vários dias com condições relativamente estáveis, uma depressão no Atlântico deverá trazer mais nuvens, humidade e períodos ocasionais de chuva fraca a uma região portuguesa nos próximos dias.

De acordo com a Meteored, a alteração deverá resultar da influência de uma depressão posicionada no Atlântico Norte, responsável por transportar ar mais húmido e favorecer um cenário mais cinzento durante vários dias.

A região afetada será os Açores

A região em causa é o arquipélago dos Açores, que deverá ficar sob a influência desta depressão entre sexta-feira e meados da próxima semana.

A mudança não deverá traduzir-se, para já, num episódio de mau tempo severo. Ainda assim, os modelos meteorológicos apontam para céu geralmente muito nublado, períodos ocasionais de chuva fraca ou aguaceiros dispersos e vento moderado em várias ilhas.

A situação deverá ser mais evidente nas ilhas expostas à circulação húmida associada à depressão, sobretudo durante o fim de semana.

Nebulosidade será a marca principal

A nebulosidade deverá ser o elemento mais persistente da previsão. Segundo a Meteored, grande parte do arquipélago poderá permanecer sob céu muito nublado durante vários períodos, com algumas abertas temporárias.

Nas ilhas do Grupo Central, a cobertura de nuvens poderá ser particularmente elevada, atingindo frequentemente valores entre 80% e 100%. No Grupo Oriental, o céu deverá alternar entre fases mais fechadas e momentos com alguma melhoria temporária. Esta evolução está associada à entrada de ar húmido sobre a região, favorecendo a formação e manutenção de nuvens ao longo de vários dias.

Chuva fraca e dispersa

Apesar do aumento da nebulosidade, a precipitação prevista deverá ser, em geral, fraca. Os modelos não indicam, nesta fase, acumulados significativos nem chuva persistente. Ainda assim, poderão ocorrer períodos ocasionais de chuva fraca ou aguaceiros dispersos, especialmente nas ilhas dos grupos Central e Ocidental.

A distribuição da chuva deverá ser irregular, como é frequente no arquipélago. Algumas ilhas poderão ter períodos mais húmidos, enquanto outras terão apenas céu muito nublado e precipitação pouco expressiva.

Vento moderado no fim de semana

O vento deverá ganhar algum destaque entre sexta-feira e sábado, sobretudo nas ilhas mais expostas dos grupos Central e Oriental. As previsões indicam velocidades médias entre 20 e 30 quilómetros por hora, com períodos localmente mais ventosos em zonas costeiras e áreas de maior altitude.

Em alguns pontos mais expostos das ilhas Terceira, Faial e São Miguel, as rajadas poderão aproximar-se dos 40 a 45 quilómetros por hora. Apesar disso, estes valores ficam abaixo dos limiares normalmente associados a situações meteorológicas adversas.

Depressão perde força de forma gradual

A partir de domingo, o vento deverá perder intensidade de forma progressiva, acompanhando o enfraquecimento da influência mais direta da depressão sobre o arquipélago. Ainda assim, o ambiente húmido deverá manter-se durante vários dias. A previsão aponta para céu carregado, humidade elevada e chuva fraca ocasional até meados da próxima semana.

Esta evolução sugere uma mudança gradual, mas sem agravamento acentuado. A instabilidade deverá ser sentida sobretudo pela persistência da nebulosidade e pela possibilidade de precipitação fraca em diferentes momentos.

Semana mais cinzenta nas ilhas

Os Açores deverão, assim, entrar numa fase mais cinzenta e húmida, depois de dias com tempo mais estável. A depressão no Atlântico deverá condicionar o estado do tempo, mas sem indicação de fenómenos severos nesta fase.

Para quem vive ou se desloca no arquipélago, a previsão aconselha atenção às atualizações meteorológicas, sobretudo nas ilhas mais expostas ao vento e aos períodos de chuva. No essencial, vem aí uma semana mais instável para os Açores, marcada por céu muito nublado, chuva fraca ocasional e vento moderado, sobretudo durante o fim de semana.

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Portugueses rumam ao Algarve mas sem ‘sorte’: vento de norte e água fria afastam os banhistas das praias

O feriado do Corpo de Deus levou muitos portugueses a escolherem o Algarve para alguns dias de descanso, mas as condições meteorológicas estão a alterar os planos de quem esperava passar horas no areal ou mergulhar no mar. O vento de norte que se tem feito sentir na região e a baixa temperatura da água estão a afastar muitos banhistas das praias algarvias, apesar de a época balnear já estar oficialmente em curso. De acordo com a SIC Notícias, várias zonas costeiras apresentam extensos areais praticamente vazios, numa altura em que tradicionalmente já se observa uma maior afluência de visitantes.

Em vez de chapéus-de-sol alinhados junto à água e longos períodos de permanência na praia, muitos dos que viajaram para sul optam por passeios à beira-mar e caminhadas junto à costa. A falta de condições para banhos prolongados acabou por criar uma realidade pouco habitual para um período de miniférias que costuma marcar um aumento significativo da ocupação das praias algarvias.

Mar continua a exigir precaução

Apesar da menor presença de pessoas dentro de água, os responsáveis pela vigilância balnear recordam que os riscos continuam a existir. A abertura da época balnear trouxe também o reforço da vigilância em várias praias da região, numa altura em que já foram registadas algumas ocorrências relacionadas com afogamentos.

Em declarações à SIC Notícias, o nadador-salvador Júlio Fonseca alertou para a importância de manter uma distância de segurança, sobretudo quando estão crianças junto ao mar. “A dica que dou é a distância de segurança. Não é estar na linha de água, a distância de segurança é de um braço”, explicou.

Mais jovens continuam entre os grupos de maior risco

A vigilância dos menores continua a ser uma das principais preocupações dos profissionais que trabalham nas praias durante os meses mais movimentados do ano. Segundo a mesma fonte, os primeiros dias da época balnear já registaram vários incidentes relacionados com situações de afogamento.

Júlio Fonseca recordou que “começámos a temporada a 7 de maio e no dia 8 já houve um afogamento e, até então, já tivemos quatro afogamentos”. O nadador-salvador destacou ainda que os adolescentes estão entre os grupos que mais frequentemente assumem comportamentos de risco quando entram na água.

Praias com espaço de sobra

Enquanto as temperaturas não sobem e o vento não abranda, o cenário repete-se em várias praias da região. Muitos visitantes aproveitam o contacto com o mar de uma forma diferente, privilegiando caminhadas, momentos de descanso ou simplesmente a contemplação da paisagem.

A ausência de grande concentração de pessoas faz com que, pelo menos para já, encontrar espaço no areal não seja um problema. Conforme a mesma fonte, a procura existe, mas as condições atmosféricas têm condicionado a permanência prolongada junto ao mar.

Espera por dias mais quentes

A chegada do verão aproxima-se, mas muitos visitantes aguardam agora por uma melhoria das condições para aproveitarem plenamente as praias algarvias. Até lá, a recomendação das autoridades e dos profissionais de vigilância mantém-se centrada na prevenção e na adoção de comportamentos seguros.

Com a época balnear já aberta, o foco continua a estar na segurança de quem frequenta as zonas costeiras. “Dos 12 aos 15 anos é a faixa que mais arrisca e se coloca em perigo”, alertou ainda Júlio Fonseca, numa mensagem dirigida especialmente aos pais e encarregados de educação que acompanham crianças e adolescentes nas praias algarvias.

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Una tromba d’aria si abbatte su Roma: decine di alberi caduti e auto danneggiate in diverse zone

Almeno 50 alberi caduti, segnali stradali divelti, allagamenti e auto distrutte. Sono le conseguenze di una forte tromba d’aria, subito dopo un nubifragio, che ha colpito Roma nella prime ore del mattino del 3 giugno. I quartieri più colpiti sono Prati Fiscali, Conca d’Oro e Tufello, ma anche Nomentano, Salario e Parioli. Al lavoro vigili del fuoco e pattuglie della polizia locale in campo per gestire la viabilità. Si registrano disagi anche sulla tangenziale est dove c’è stata in più punti una riduzione di carreggiata a causa dei rami finiti in strada.

“Una violenta tromba d’aria ha interessato diverse aree – ha detto il presidente del Municipio III Montesacro, Paolo Emilio Marchionne -. Fortunatamente non si registrano feriti gravi. Alcune persone hanno riportato lievi conseguenze, mentre il forte evento atmosferico ha provocato soprattutto grande spavento tra i cittadini e ingenti danni a proprietà private e infrastrutture pubbliche”. Il presidente ha fatto sapere in una nota che ci sono stati numerosi interventi per far fronte all’emergenza e ripristinare la sicurezza nelle aree colpite. “Invito tutte le cittadine e tutti i cittadini alla massima prudenza negli spostamenti, sia a piedi sia in automobile”, ha concluso Marchionne.

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