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"Foi um jogo interessante, permitiu trabalhar várias coisas"
Guedes, o quebra-gelo de quem ainda tem passos para dar
Guedes, o quebra-gelo de quem ainda tem passos para dar
No meio da sensação, imperou a alegria de quem quer brilhar
Portugal esconde praias quase desertas e algumas podem ficar mais perto do que pensa: saiba onde ficam estes refúgios
As praias quase desertas em Portugal existem e continuam a surpreender quem as procura. Longe das zonas mais concorridas e do turismo massificado, há recantos ao longo da costa e nas ilhas onde o silêncio ainda domina e o espaço se mantém pouco ocupado, mesmo em pleno verão.
A seleção reúne seis desses lugares, espalhados pelo território nacional, onde o difícil acesso, a menor exposição mediática ou a localização afastada ajudam a preservar uma frequência reduzida. De acordo com a revista de lifestyle, Women´s Health, estes destinos mantêm-se fora dos circuitos mais procurados, ainda que o interesse esteja a aumentar.
Entre falésias, trilhos e fajãs
No litoral de Sintra, a Praia da Samarra permanece resguardada entre arribas imponentes. O acesso não é imediato e exige algum planeamento, o que ajuda a limitar a presença de banhistas. Mais a sul, na Arrábida, Galapinhos continua a ser um caso particular. A qualidade da água é frequentemente destacada, mas a envolvente natural e as restrições existentes acabam por tornar a experiência mais contida do que noutras praias da região.
Na Costa da Caparica, a Praia da Adiça apresenta-se como uma alternativa aos extensos areais urbanos. Inserida numa zona protegida, distingue-se pela paisagem praticamente intocada, onde a presença humana surge dispersa e menos concentrada.
Nas ilhas, o padrão mantém-se, embora com características próprias. Na Madeira, a Fajã dos Padres surge isolada, acessível por teleférico ou por via marítima. Essa condição funciona como filtro e contribui para um ambiente mais tranquilo. Também o Cais do Sardinha, localizado na Ponta de São Lourenço, exige um percurso pedestre. O trajeto, feito ao longo de trilhos expostos, acaba por afastar visitantes ocasionais e ajuda a preservar a calma do local.
Um refúgio também no interior
Fora da linha costeira, o interior do país também surge representado. Em Figueiró dos Vinhos, a Praia Fluvial da Aldeia Ana de Aviz integra-se numa paisagem marcada pela vegetação e pela distância dos grandes centros urbanos. Esse afastamento continua a ser um dos principais fatores para a menor afluência.
Apesar da crescente procura por destinos menos evidentes, estes espaços mantêm, para já, um equilíbrio entre acessibilidade e preservação. Segundo a mesma fonte, o interesse por praias menos conhecidas tem vindo a aumentar, o que poderá, com o tempo, alterar o nível de tranquilidade que atualmente as caracteriza.
Leia também: Portugueses rumam ao Algarve mas sem ‘sorte’: vento de norte e água fria afastam os banhistas das praias
Honda revive el Prelude, pero su precio lo coloca en el punto más incómodo del mercado coupé
Honda ha recuperado el nombre Prelude para dar forma a un nuevo coupé híbrido de cuatro plazas que reinterpretará uno de sus modelos más emblemáticos bajo una filosofía completamente actualizada. El modelo ya está disponible en España y supone un ejercicio claro de adaptación a las exigencias técnicas y normativas del presente sin renunciar a cierto componente emocional.
El nuevo Prelude adopta una carrocería de 4,52 metros con proporciones muy trabajadas, marcada por una silueta baja y una caída de techo fluida. El frontal apuesta por ópticas LED muy estilizadas y un paragolpes de corte deportivo que refuerza su carácter dinámico, mientras que la trasera se articula en torno a una firma lumínica continua que aporta identidad visual.
Aunque su planteamiento es coupé, la base técnica revela rápidamente su parentesco con el Honda Civic. Comparte plataforma, sistema híbrido e incluso parte del diseño interior, lo que condiciona su posicionamiento: más que un deportivo puro, el Prelude se acerca a un gran turismo eficiente con enfoque práctico.
¿Es suficiente potencia?
El sistema de propulsión e combina un motor gasolina de 2.0 litros con dos motores eléctricos para desarrollar 184 CV y 315 Nm de par. La entrega de potencia es inmediata en ciudad y a baja velocidad, pero en conducción más exigente el comportamiento se percibe progresivo, con una respuesta muy lineal.
Para paliar esa sensación, Honda incorpora el sistema S+ Shift, que simula una caja automática de ocho velocidades mediante levas en el volante. El efecto es más convincente en las reducciones que en las aceleraciones, donde la ausencia de transiciones reales se hace más evidente.
El chasis, sin embargo, es uno de sus puntos fuertes. La dirección ofrece precisión, la suspensión mantiene un buen equilibrio entre confort y control y el coche transmite seguridad en curvas rápidas. Es un conjunto más orientado a la eficacia que a la radicalidad.
En el interior, el enfoque sigue siendo funcional. El salpicadero recuerda al del Civic, con dos pantallas de 10,2 y 9 pulgadas, mandos físicos para el climatizador y una disposición clara. No hay exceso de digitalización, sino una apuesta por la ergonomía y la facilidad de uso.
Las plazas traseras cumplen con lo esperado en un 2+2: útiles sólo de forma ocasional, con espacio limitado para adultos. El maletero, en cambio, ofrece 269 litros ampliables hasta 663 con los asientos abatidos, suficiente para un uso diario sin grandes compromisos.
En marcha, el consumo se mantiene contenido, con una media homologada de 5,2 l/100 km y cifras reales que rara vez superan los 7 litros en conducción dinámica.
El nuevo Prelude no busca recuperar el carácter extremo de generaciones anteriores, sino reinterpretar el concepto coupé desde una perspectiva híbrida, eficiente y utilizable en el día a día.
Precios
Ahora bien, lo duro viene cuando aparece el precio, porque el nuevo Honda Prelude 2026 arranca en nada menos que 49.500 euros. Sí, es mucho dinero, pero también hay que entender que pocas marcas apuestan hoy en día por coches de este tipo y, las que lo han hecho, como Toyota, ya no venden el GR 86. Y es que Europa, con sus queridas normativas, ha conseguido que muchos fabricantes no puedan hacer más que eliminar estos coches por sus emisiones. Así que, al menos, celebremos que Honda sortee este campo minado de normas, regulaciones y sanciones. Aunque sea en forma de híbrido. Porque lo cierto es que el Viejo Continente no lo pone nada sencillo...


Já ouviu falar da ADSE? Saiba o que é e quem tem direito a estes vários benificios
Há um sistema de saúde em Portugal que funciona de forma paralela ao Serviço Nacional de Saúde e que já abrange cerca de 1,35 milhões de pessoas. Apesar de ser conhecido entre funcionários públicos, continua a levantar dúvidas sobre o seu funcionamento, benefícios e condições de acesso. Trata-se da ADSE, um subsistema com características próprias e regras distintas.
De acordo com o Notícias ao Minuto, a ADSE destina-se aos trabalhadores da Administração Pública e opera através de uma rede de cuidados médicos convencionados, incluindo hospitais, clínicas e profissionais de saúde, onde os preços são mais reduzidos face ao mercado privado.
Um modelo diferente do SNS e dos seguros
O funcionamento da ADSE distingue-se de outras soluções de acesso à saúde. Não depende diretamente do financiamento público tradicional nem segue o modelo típico dos seguros privados. Neste caso, são os próprios beneficiários que asseguram o financiamento do sistema, através de uma quotização mensal descontada automaticamente no salário.
Esse contributo dá acesso a uma rede alargada de prestadores, onde os custos são partilhados entre o utente e o subsistema. Ao longo dos anos, este modelo tem sido ajustado para acompanhar as necessidades dos beneficiários, procurando equilibrar acesso e sustentabilidade financeira.
Segundo a mesma fonte, esta lógica tem permitido à ADSE manter uma oferta diversificada, ao mesmo tempo que introduz alterações nas condições de acesso e nos serviços incluídos.
Quem pode beneficiar do sistema
O acesso à ADSE não se limita ao titular do desconto. O regime prevê também a inclusão de familiares, nomeadamente cônjuges e filhos, desde que cumpram os critérios definidos de elegibilidade.
Esta abrangência ajuda a explicar o peso do subsistema no panorama nacional. Com mais de um milhão de beneficiários, a ADSE assume um papel relevante no acesso a cuidados de saúde fora do circuito tradicional do SNS.
Novidades recentes nos cuidados disponíveis
Nos últimos tempos, têm sido introduzidas alterações com impacto direto nos beneficiários. Um dos exemplos passa pelo alargamento do regime convencionado a novas áreas, como consultas de psicologia clínica e nutrição, reforçando a aposta numa abordagem mais preventiva e no bem-estar.
Outra mudança significativa está relacionada com as cirurgias realizadas dentro da rede convencionada. Foi introduzido um limite máximo de 500 euros a pagar pelo beneficiário. A partir desse valor, todos os custos adicionais passam a ser suportados pela ADSE, incluindo despesas com internamento, honorários médicos e materiais utilizados.
Resultados financeiros e evolução do sistema
Os dados mais recentes apontam para uma redução no resultado líquido da ADSE em 2025, que caiu 18,8 por cento face ao ano anterior. Ainda assim, o sistema mantém um saldo orçamental positivo e continua a registar crescimento no número de beneficiários e na utilização dos serviços.
Paralelamente, verificou-se um aumento do número de consultas e da rede de prestadores, com mais entidades e profissionais de saúde associados ao subsistema. Essas mudanças refletem uma maior procura e também o impacto das atualizações nas tabelas e condições de acesso.
Segundo a mesma fonte, os dados indicam que, apesar da pressão crescente sobre o sistema e da descida dos resultados, a ADSE tem conseguido manter a sustentabilidade financeira, ao mesmo tempo que reforça o acesso dos beneficiários a cuidados de saúde e avança na modernização dos seus serviços.
Leia também: PSD vê aprovada proposta para modernizar Mercado Municipal de Portimão
Descritivas Memórias
Francisco da Silva Dias Editora Caleidoscópio, Lisboa, 2025, € 29,68, 332 pp. A seguir à Segunda Grande Guerra, os arquitetos portugueses viveram uma histórica disputa ideológica entre quem defendia a ideia de uma arquitetura nacional e conservadora, afeta aos ditames do regime, e uma arquitetura internacionalista e moderna como a que brotava pelo mundo fora. É neste contexto que, em 1955, o Sindicato dos Arquitetos, liderado por forças contrárias ao regime de Salazar, avança para a (…)
- 2026/06