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AREMDA promove Torneio de Golfe anual solidário no Vila Sol

A AREMDA – Associação Regional de Esclerose Múltipla do Algarve, é uma instituição particular de solidariedade social (IPSS), com sede em Faro, que tem por fins contribuir para melhorar as condições de vida dos portadores de Esclerose Múltipla, e de pessoas portadoras de outras patologias neurodegenerativas ou incapacitantes, que residam ou trabalhem na região, bem como das pessoas que com eles convivem, promovendo uma melhor integração social e comunitária, de forma a contribuir para uma sociedade mais inclusiva.

Mais uma vez a AREMDA leva a efeito o Torneio de Golf anual, a realizar no campo de Vila Sol & Resort Hotel Vilamoura, que servirá para angariação de fundos de modo a permitir que os portadores possam usufruir de uma vida mais leve, e sentindo que estão a ser apoiados por pessoas que se preocupam com eles e respetivas famílias.

O Torneio de Golfe vai realizar-se no dia 25 de julho de 2026, com início às 08h00, pelo que quanto a preços dos ingressos, são os seguintes:

  • Golf + Almoço por pessoa = 87,50€
  • Golf + Almoço por casal = 160,00€
  • Golf + Almoço para associado Vila Sol = 82,50 €
  • Apenas Almoço por pessoa = 60,00€
  • Apenas Almoço para Portadores = 15,00€

A AREMDA agradece que facilitem a inscrição, procedendo ao pagamento através do IBAN: PT 50 0007 0000 0044 5517 6062 3, até 48 horas antes do torneio, enviando o respetivo comprovativo, cujo pedido também serve para quem pretende só almoçar.

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Algarve: Chapéus-de-sol dividem banhistas e concessionários e Polícia Marítima já teve que intervir – SIC

Antes do arranque oficial da época balnear, instalou-se a confusão nas praias do Algarve, tendo em conta que enquanto em algumas já se permite chapéus de sol em frente das concessões, outras, como a de Monte Gordo, mantêm a proibição. Repetem-se os conflitos com os banhistas e até a Polícia Marítima já foi chamada a intervir, como é referido na reportagem da SIC.

A confusão começa cedo na Praia de Monte Gordo, no momento de abrir o chapéu de sol. Quem pensava que já não havia limitação descobre que tem mesmo de ir para outro sítio.

Em causa está a ideia de que não há lei que impeça colocar o chapéu de sol em frente da concessão. As declarações do presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) ainda não tiveram impacto na sinalética da praia.

No vazio, cada praia parece encontrar uma forma de reagir. Se na Galé, em Albufeira, os chapéus já se instalam onde antes lhes era vedado, Vila Real de Santo António mantém a proibição.

Os concessionários e o município estão unidos contra qualquer mudança. Alegam questões de segurança e temem, dizem, a “selva”.

Há, claro, outro impacto temido sobre quem paga atualmente cerca de 20 euros para estar numa concessão. Para já, aqui, vão mantendo a vista desafogada.

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